A garota do trem - parte 2

Aqui está a continuação da primeira história da mina do trem, caso não tenham lido a primeira, deixo o link aqui:http://www.poringa.net/posts/relatos/2998600/La-pendeja-del-tren.html… Descemos, e na plataforma trocamos algumas palavras:

Eu: Isso não pode ficar assim, olha como eu tô.
Ela: Se eu sei, você me deixou louca.
Eu: Pensei que você ia descer em Villa Luro quando se virou.
Ela: Me virei porque você tava durão e queria que você encostasse tudo na minha tiny ass.
Eu: Uff, gata, vou te comer toda.
Ela: Ah sim, papai.
Eu: Tô com o carro aqui a umas quadras e tenho um apê aqui pertinho, indo pra facul. Vamos?
Ela: Sim, bora.

Caminhando até o carro, conversamos mais um pouco:

Eu: Sou Pablo, e você?
Ela: Camila.
Eu: Você sempre se deixa levar assim no trem?
Ela: Não, é a primeira vez. Tipo, sempre tem alguém que encosta ou pega na bunda, mas não assim. E você? Sempre fica desse jeito?
Eu: Haha, não, foi culpa sua.

Chegamos no carro, subimos, ando umas quadras enquanto conversávamos e ela começa a passar a mão na minha perna. Olho pra ela e tava com uma cara de puta incrível, morrendo de vontade de mamar, então li a mente dela e fui abaixando o zíper da calça social. Tiro pra fora, tava meia-bomba. Ela olha pras janelas pra ver se ninguém tava passando. Falo que o vidro é fumê, que não dá pra ver, fica tranquila. Ela se inclina sobre mim e enfia tudo na boca. Brinca com a língua, subindo e descendo. Eu tentava prestar atenção no carro, pra não bater, mas a mina era muito boa de boca e tava me deixando louco. Começa a ficar mais dura até o talo. Ela tira e fala:

Ela: Que pica linda que você tem, cara, já quero ela bem dentro de mim.
Eu: Uff, gata, você vai me matar. Em 5 minutos a gente chega e eu arrebento toda a sua buceta.
Ela: Ah, então se apressa.

E continua me chupando a pica, engolia inteira, encostava o nariz na minha barriga, ficava um segundo assim e depois tirava tudo pra passar a linguinha. Eu não aguentava mais, queria gozar ali mesmo. Chegamos no meu apê. Largo a mochila, o paletó e ela se joga em cima de mim no sofá, tipo montando em mim. Vai desabotoando minha camisa devagar, tira meu cinto, desabotoa minha calça, tiro tudo. Fico com a pica apontando pro teto e ela se joga de novo em cima pra chupar. Com que vontade essa mina chupava a pica. Ela tinha começado a se tocar por dentro da legging na buceta, e gemia com minha pica na boca e fechava os olhos. De repente, para de mexer a boquinha, mas com minha pica dentro, fecha os olhos e goza num orgasmo violento, com dois dedinhos na buceta.

Falo pra ela:
Eu: Nossa, gata, como você tá quentinha hoje, bebê
Ela: Sim, pai, faz tempo que não chupo uma pica assim nem sou comida.
Eu: Ahhh, que bem que a gente vai se divertir hoje

Paro ela, abaixo a legging, aparece uma raba com uma fio dental vermelha minúscula, impressionante, ela tira a camiseta e o sutiã, e falo: vamos pro quarto. Ela me leva pela pica, amassando ela, entramos, empurro ela na cama e começo a chupar a buceta dela, tinha um sabor delicioso, tava encharcada a fio dental, puxo ela pro lado e começo a chupar o clitóris e os lábios, ela se contorcia apertando os lençóis e gemendo. Eu com a língua já tava comendo ela, entrando uns centímetros. Meto um dedo, ela geme, meto outro, geme de novo, e assim vou entrando e saindo enquanto chupo o clitóris dela. De repente, ela agarra minha cabeça com as duas mãos, me empurra pra buceta dela e levanta o púbis e começa a se esfregar enquanto eu continuava lambendo a buceta dela e ela goza de novo. Em pouquinho tempo a mina já tinha gozado duas vezes, e continuava com tesão.

Me afasto, ela abre as pernas, com as duas mãos abre a buceta e fala:

Ela: Vem, filha da puta, mete em mim! Não aguento mais, me come, me come toda, pai.

Subo em cima dela e meto a pica até o fundo, com o tesão que a gente tava e ela toda lubrificada, entro de uma vez.

Ela: Aaaaaaah sim, meu amor, era isso que eu queria, que pica você tem, bebê, como sinto ela lá dentro, vai, me come.
Eu: Tá gostando assim, putinha? – Enquanto começava a aumentar as metidas, cada vez mais fortes e mais profundas.
Ela: Siiiiim aaaah por favor, você vai me fazer gozar de novo, pai, continua assim, não tira ela de dentro. porque eu te mato.
Eu: Vou te comer todinha hoje, gata, daqui você não sai até eu te comer todinha.

A gente transou mais um pouco assim, e ela pediu pra ficar por cima, então eu deitei tranquilo pra ela fazer todo o trabalho. Ela subiu em cima de mim, com os pés apoiados de lado na cama, pega minha pica, chupa os dedos, passa na cabecinha e depois chupa de novo e passa na buceta, encosta a pica na entrada da buceta dela e começa a sentar devagar, descendo pelo tronco todo até ter ela toda dentro. Que espetáculo, como minha pica sumia naquela buceta era incrível. Ela começa a dar sentadas na minha pica que por um momento eu tive medo de quebrar, não aguentava mais.

Era hora de colocá-la de quatro e tentar algo mais. Viro ela e coloco de quatro na ponta da cama, ela abre as perninhas sozinha enquanto se tocava, coloco um pé em cima da cama, pego minha pica e dou batidinhas nas bundinhas dela, e começo a roçar na buceta e na portinha do cu, fazendo ela desejar. Ela continuava se tocando e gemendo e pedia pra eu meter, pra não fazer isso porque era pior. Mas eu continuei passando por ali até que meto e começo a comer ela cada vez mais forte e fundo, segurando na cintura dela. De vez em quando eu diminuía o ritmo, não queria gozar ainda, e numa hora que diminuí o ritmo começo a acariciar o cu dela com o dedão, devagar sem penetrar ainda pra ver a reação, e ela treme um pouco e geme, então começo aos poucos a empurrar devagar, e meto o dedão até a metade e ela vira e me olha, com cara de prazer e diz:

Ela: Você vai meter a pica no meu cu, pai?
Eu: Sim, bebê, vou meter toda no seu cu.
Ela: Sim, toda?
Eu: Sim, você gosta que arrebentem sua bunda, putinha?
Ela: Siiim, adoro que arrebentem meu cuzinho
Eu: Então daqui você vai com a bunda arrebentada, bebê

Pego um pouco de gel, passo na pica e coloco um pouco no cuzinho e empurro um pouco com o dedão. Apoio a cabeça da pica na bunda dela e começo a empurrar bem devagarinho, e foi entrando, no começo parecia apertadinho mas dava pra ver que aquela raba tinha experiência. Não podia acreditar como a pica entrava no cu daquela mina, uma loucura. Ela não parava de gemer e já tinha começado a se esfregar na buceta.

Ela: como eu adoro pica no cu, papai, siii, continua assim, si sii, me come, me come
Eu: como eu tô arrombando sua bunda, puta gostosa
Ela: Siii, adoro, me arromba toda, arromba meu cu, papai, ahhhh aii meu amoooor
Eu: Uffff, bebê, vou gozar todinha em você, bebê
Ela: sim, papai, goza em mim, goza no meu cuzinho, quero sentir seu leite quentinho dentro da minha raba, vai, goza no meu cu, papai

Com aquela visão e essas palavras, mais umas duas enfiadas e enchi a bunda dela de porra, exatamente como ela pediu, foram três jorradas grandes que encheram a bunda dela de leite, tiro a pica e começa a escorrer porra do cu, enquanto voltava ao tamanho normal, e meti de novo no cu dela e me joguei por cima, entrando até o fundo, e ficamos assim por um tempinho. Não aguentava mais.

Depois fomos tomar banho, ela me chupou de novo, dessa vez gozei na cara dela (a pedido dela) e ela foi embora. Depois nos vimos mais algumas vezes, ela continuou pedindo pra eu arrombar a bunda dela, tão puta quanto foi nas vezes que nos vimos.

Fim.

8 comentários - A garota do trem - parte 2

Moderadores y equipo de Poringa! por favor arreglen el tema de los "enter" que no salen. Es horrible leer asi. Quiero publicar pero asi no puedo.
Gracias
Si no se que paso, en la previsualizacion de veia bien y desde la pc tambien, recien ahora entro con el celu y se ve todo junto.
Muy buenas experiencia loco ojala me pasara lo mismo. Fotos?