Minha descoberta sexual foi aos 11 anos, na casa de um amigo da escola. Acontece que na casa dele, e não na minha, a gente tinha internet com um modem telefônico daqueles antigos dos anos 90, de 56k, uma novidade total pra mim; e meu amigo, mais esperto que eu com a tal tecnologia, sabia baixar fotos pornô, que demoravam pra carregar na tela aos poucos. Hoje eu entendo que meu amigo não só era mais avançado em se masturbar na internet, mas também tinha umas intenções que eu, na minha inocência, não sacava.
Nessa idade, uma teta já me deixava de pau duro. Eu tinha 11 anos, igual meu amigo, e depois das primeiras fotos já tava todo ereto. Mas eu mantinha meu pinto discreto dentro da calça. Meu amigo, por outro lado, fingindo disfarce ou falta de espaço, deixava a cabecinha do pau dele aparecendo por cima do elástico da calça. Eu via, e ele sabia que tava me mostrando, mas a gente fazia de conta que não tava vendo. De repente, umas fotos que demoravam pra baixar acabavam revelando cenas hétero com caras de pauzão (aqueles paus clássicos de ator pornô, grandes demais pra um moleque de 11 anos que se animava com uma teta e um mamilo). Por "engano", algumas fotos, que iam carregando aos poucos, acabavam sendo gay, e meu amigo pedia desculpas e fechava. Não tinha miniaturas pra escolher, as fotos baixavam de uma lista pelo nome, em troca de créditos ganhos ao subir outras fotos num servidor IRC duvidoso de um país distante, tipo Turquia.
A cabecinha do pau do meu amigo aparecia cada vez mais, e eu tava muito excitado, mas não sabia me masturbar, nem imaginava que era uma atividade que talvez eu devesse ter compartilhado com ele. De repente, ele foi tomar banho. Acho que já era sexualmente mais maduro que eu, apesar de termos a mesma idade, e foi se aliviar batendo uma punheta, mas não sei se pensando só nas fotos ou em como ele me mostrou o pau dele e me deixou excitado vendo as fotos e, agora percebo, vendo ele também.
A gente era muito amigo, eu ficava pra dormir na casa dele. Dormia no colchão no chão. Meu amigo na cama do lado, um pouco mais acima. O vento soprava forte e a janela batia. Sinceramente, eu não conseguia dormir direito ali. E meu amigo deixava ver a nudez dele entre os lençóis, um pau um pouco mais comprido e grosso que o meu, uns 17cm, impressionante pra mim. Eu olhava pra ele e ele fingia que tava dormindo, mas cada vez se exibia mais. Eu sem entender por que passava a noite inteira com uma ereção que eu não sabia nem tinha coragem de resolver. Eventualmente, o pau do meu amigo ficou mais exposto, mais grosso, inchado e enrugado, com umas gotas penduradas. Hoje, em perspectiva, entendo que ele se tocou, devagar, quase sem dar pra notar, e que o que mais dava tesão nele era eu estar ali. Eu não conseguia pegar no sono, me sentia desconfortável. Hoje, adulto, entendo que tava era muito excitado com essas primeiras brincadeiras sexuais e que teria sido gostoso a gente se masturbar, se tocar, se chupar e gozar um no outro.
Numa conhecida estação de trem muito movimentada, tinha uns banheiros públicos que inevitavelmente viravam point de pegação. Nos mictórios, era fácil distinguir quem tava fazendo xixi de quem tava se tocando um pouco. Entre a gente que ficava um tempo se tocando e olhando os outros se tocarem, tinha uma cumplicidade que era disfarçada quando alguém vinha fazer xixi. Eu não curto homens, no geral me dão repulsa, principalmente uns velhos que tavam lá se masturbando. Mas achava agradável olhar o pau deles, ver como se tocavam, como olhavam pros outros. Essa fixação por pau, principalmente os maiores que o meu de 16cm, me levava a passar minutos desconfortáveis me tocando no meio de uns putos voyeurs, com a interrupção de héteros que vinham só pra mijar, mas que também eram olhados, primeiro com uma olhadinha de boas-vindas, e depois de canto de olho quando não se ofendiam ao sacar o que tava rolando. Alguns héteros odeiam esses pontos de pegação. É surpreendente. como, na minha opinião, um cara que eu considero feio no geral, até desagradável, pode ter uma pica que eu ache linda, atraente, grande e chamativa. Meu gosto era completamente dissociado, o meu negócio era uma obsessão por pica, eu chuparia caras que jamais beijaria. Na verdade, nunca beijei um homem, mas comi umas picas boas. Eu tava me tocando de boa quando entra um jovem da minha idade, uns vinte e poucos anos, com uma aparência agradável: alegre, forte, limpo, elegante, em forma. Depois de nos masturbarmos juntos por um tempo, e ver que a pica dele de pelo menos 22 cm não tinha defeito nem imperfeição, ele me convidou pra ir pra um reservado. Ele manjava da parada, eu não. Suponho que era perigoso entrar nos reservados de dois, mas na surdina conseguimos nos enfiar. A pica dele era perfeita, ainda sinto falta. Não me deixou tocar muito, pediu pra eu penetrar ele analmente. Aparentemente um passivo de pica grande e bonito tinha me escolhido, talvez pelo meu visual jovem e saudável, pra eu meter nele. Sem hesitar, tirei uma camisinha e coloquei. Talvez minha pica padrão de 16 centímetros fosse o que o cu dele tava procurando, imaginei que ele me escolheu por ser do tamanho certo e não maior, baseado na experiência evidente dele com sexo anal passivo. Entramos no banheiro privado e ele baixou as calças, exibindo uma bunda que deu vontade. Encostei o pau na porta do cu e penetrei com uma facilidade que nunca tinha visto em nenhuma outra buceta de mulher. Meti por um tempo, eu por trás, focado no corpo dele e na pica dele, que eu olhava de canto enquanto segurava ele pela cintura por trás. Ele gemia, eu gemia. Não demorei pra gozar, deve ter sido um minuto de sexo pesado, mas minha penetração também fez ele gozar umas gotas abundantes de esperma branco que jorraram longe e forte da pica duríssima dele exposta. Automaticamente, ao ver ele chegar ao orgasmo, eu também cheguei ao orgasmo, foi uma sincronização perfeita, e então me joguei na pica grande, branca, simétrica, longa e salpicada. Era o pau perfeito que qualquer um poderia desejar. Mas o sujeito não me deixou chupar nem tocar uma gota sequer da porra gostosa dele. Talvez ele estivesse se cuidando, talvez estivesse se protegendo.
Eu precisava que alguém enfiasse na bunda dele pra gozar, e esse alguém fui eu, mas depois ele me cortou o rosto. Disse pra eu não chupar, não quis trocar contato, vestiu a calça rápido e saiu da cabine do banheiro. Depois de um tempo, eu saí. Foi minha melhor experiência homossexual e fiquei na vontade, e não de qualquer pica, mas de uma igual à dele, com toda a experiência e perícia dele.
Uma vez fui a um cinema pornô numa rua de pedestres no centro. O ambiente era turvo, escuro e meio sujo. Tinha 3 salas: uma de cinema hétero, outra de cinema gay, e outra de travestis. Eu passei pelas três salas tentando me masturbar com sucesso mediano. Não eram os filmes que eu queria, mas sim chupar alguma pica. Gosto das que são proporcionais e maiores que a minha. Tenho uma obsessão por paus grandes, e pra mim grande é maior que o meu. Encontrei um cara feio com um pau respeitável se tocando e sentei do lado pra me masturbar. Logo trocamos de mãos e de repente comecei a chupar ele sem camisinha. O cara parecia muito satisfeito, mas meio contido. Tava feliz que um cara com menos da metade da idade dele, com a beleza mínima da juventude e um pouco mais, tava mamando ele. De repente, perguntei se ele queria gozar na minha boca e automaticamente ele gozou dentro. O gosto eu gostei, a sensação também, a maciez da glande lubrificada também. Mas depois disso, ele quis me beijar e o cara não me agradava. Tinha hálito de cerveja e não era nada bonito. Era um velho masturbador. Me despedi e continuei vagando pelas salas. No final, eram 3 salas e os caras eram sempre os mesmos. Tinha uma única mulher, gorda e feia, talvez prostituta, e que já tava com alguém. Na frente de cada sala estavam os assentos do cinema em frente à tela, e no fundo tinha uns reservados mais escuros. Lá encontrei um senhor de uns 60 anos, velho mas não feio, de boa aparência, grandalhão, e principalmente com uma buceta enorme, comprida, grossa e cheia de veias. Me ofereci pra chupar ele um pouco e parece que não gostou, não sou experiente e devo fazer merda com os dentes. O cara não queria que chupassem ele, ele queria meter. Então me agarrou, sendo ele imenso e eu mais pequeno, e me virou. Como eu me recusei a ser passivo, o cara rapidamente me descartou e eu fiquei sem aquela buceta longa e grossa e veiuda que queria entrar num cu a todo custo. Saí frustrado e às vezes me toco pensando no membro dele de não menos que 23 cm, e realmente grosso, saindo túrgido de um corpo machudo e imponente. O cara devia ter 60 anos, mas nunca vi uma buceta mais dura, pelo pouco que tive antes de ele tentar me comer e me descartar por não ser passivo.
Uma vez fui pra zona vermelha da minha cidade onde tem muitas travestis que não ficam devendo em nada pro corpo de uma garota e, além disso, têm buceta que é o que eu às vezes procuro. Depois de dar várias voltas com o carro, encontrei uma "garota" da minha altura, com peitos médios, cara bonita e olhos cor de mel. Ela me disse o nome que ainda lembro e ficamos conversando. Nos beijamos. Foi a primeira vez que beijei um homem. Tinha um gosto bom, de um perfume. Depois ela me deixou escolher, como se o serviço se dividisse em ela me chupar ou eu chupar ela. Escolhi pegar o membro dela na minha mão, medir, elogiar pela perfeição e tamanho. Ela me disse que não era grande, mas pequeno, que media uns 18 centímetros. Confirmei com uma régua, porque tinha uma na mochila. Desenhei o pau dela numa folha como quem desenha uma luva contornando uma mão. É verdade que não era uma buceta imensa, mas era maior que a minha, era perfeita, com a glande brilhante e as proporções harmônicas, e principalmente brotava ereta do corpo de uma garota que, vale a exagero, me apaixono pelo olhar dela. No final, fui eu quem chupou ela. Pedi o número dela pra ir num motel e fazer a experiência completa, mas pouco tempo depois, sem ter coragem de ligar, perdi o celular.
Duas vezes fui num privê num andar do centro. Quando cheguei, diferente do panfleto que me tinha encantado, encontrei uma mulher muito gorda, simpática mas muito guerreira, e um travesti jovem do interior que parecia mais inocente. Realmente não era muito bonita, mas tinha algo meigo. O pau dele era grosso, torto e cheio de veias, uns 18 cm. Longe do estereótipo do falo perfeito, me excitou ter um pedaço de carne daquele à minha disposição. Num momento, ele teve que me apressar se eu preferia que eu penetrasse ele ou ele a mim. Falei que não era passivo, embora ficasse tentado a experimentar. A dor na ponta foi demais pra mim e, virando um cliente meio exigente e chato, pedi pra trocarmos de papéis. Eu meti na bunda dele e era gostoso, mas deixei claro que tudo aquilo não ia acabar quando eu gozasse, mas quando ele gozasse e me desse o leite dele. Enquanto metia por trás, segurava o pau dele na minha mão. Finalmente consegui o que queria e chupei e admirei. Me deu tanta ternura que voltei mais uma vez, só pelo pau grosso e torto dele, lindo pedaço de carne, e pela cara doce e o sotaque meigo do interior. Mas não gostava dele nem como mulher nem como homem, só como pau.
Um amigo veio morar um tempo na minha casa com a minha namorada e eu. Logo se acostumou a andar de cueca e o volume dele era impossível de ignorar pra nós dois. Também era impossível de ignorar pra ele, que percebia que exibia aquilo, porque era tão evidente que ninguém conseguia fazer de conta que não via, mas ele levava com certa naturalidade, orgulho e boa postura, e era difícil pedir pra ele se cobrir mais. Por um lado, meu pau e minhas bolas, todo o meu pacote, era muito menor que o volume chamativo dele. Me humilhava um pouco que minha namorada pensasse que meu pedido pra ele se cobrir mais era por causa do Tamanho superior. Além disso, tinha algo ali que era bom. Por outro lado, me dava um certo tesão saber que existia algo tão grande e me dava curiosidade de conhecer aquela piroca imponente. No fim, a gente conviveu uns meses assim, e no máximo o volume dele devia ter sido fantasia de alguém ou de ninguém na minha parceira na hora do love. Não era só aquele volume e uma droga que a gente usava que deixava nossos hormônios lá em cima. A gente vivia alucinado e era feliz.
Tempo depois, eu larguei essa droga e com ela foram meus poderes sexuais. Minha namorada não aguentou que eu não comia ela direito e logo me largou. Sei que, eventualmente, depois que a gente já tinha terminado e estava morando separado, ele e ela transaram. Primeiro de vez em quando, depois feito loucos. Suponho que ela deve ter aproveitado aquele falo de todas as formas possíveis antes de se desentender com o dono dele.
A gente continuou sendo amigo, e um dia ele me confessou que não tinha conhecido ninguém que gostasse tanto de sexo quanto a minha ex-namorada. Ele parecia se divertir, tinha uma impressão muito boa dela na cama. Por um lado, me incomodava, mas por outro, me excitava pra caralho.
Um dia a gente foi no banheiro juntos mijar, um no bidê e o outro no vaso, e já que ele tirou a rola pra fora, pedi pra ver, e fiquei olhando bem. Era grandona, grossa e cheia de veias. Era um pedaço de carne lindo. Meu pau do lado era triste, mas ele costuma mais que dobrar de tamanho quando eu tenho uma ereção. Perguntei intrigado se com ele acontecia a mesma coisa, e ele me contou que aquele pedaço enorme não crescia muito mais, só ficava bem duro e um pouco maior. Aquele pau mole já media mais de 20cm tranquilamente e era muito grosso, nunca vi nada igual. Adoraria ter visto ele crescer até o máximo, e no fundo da alma fico feliz que minha ex tenha aproveitado isso. É algo que eu quis e não tive coragem de fazer.
Nessa idade, uma teta já me deixava de pau duro. Eu tinha 11 anos, igual meu amigo, e depois das primeiras fotos já tava todo ereto. Mas eu mantinha meu pinto discreto dentro da calça. Meu amigo, por outro lado, fingindo disfarce ou falta de espaço, deixava a cabecinha do pau dele aparecendo por cima do elástico da calça. Eu via, e ele sabia que tava me mostrando, mas a gente fazia de conta que não tava vendo. De repente, umas fotos que demoravam pra baixar acabavam revelando cenas hétero com caras de pauzão (aqueles paus clássicos de ator pornô, grandes demais pra um moleque de 11 anos que se animava com uma teta e um mamilo). Por "engano", algumas fotos, que iam carregando aos poucos, acabavam sendo gay, e meu amigo pedia desculpas e fechava. Não tinha miniaturas pra escolher, as fotos baixavam de uma lista pelo nome, em troca de créditos ganhos ao subir outras fotos num servidor IRC duvidoso de um país distante, tipo Turquia.
A cabecinha do pau do meu amigo aparecia cada vez mais, e eu tava muito excitado, mas não sabia me masturbar, nem imaginava que era uma atividade que talvez eu devesse ter compartilhado com ele. De repente, ele foi tomar banho. Acho que já era sexualmente mais maduro que eu, apesar de termos a mesma idade, e foi se aliviar batendo uma punheta, mas não sei se pensando só nas fotos ou em como ele me mostrou o pau dele e me deixou excitado vendo as fotos e, agora percebo, vendo ele também.
A gente era muito amigo, eu ficava pra dormir na casa dele. Dormia no colchão no chão. Meu amigo na cama do lado, um pouco mais acima. O vento soprava forte e a janela batia. Sinceramente, eu não conseguia dormir direito ali. E meu amigo deixava ver a nudez dele entre os lençóis, um pau um pouco mais comprido e grosso que o meu, uns 17cm, impressionante pra mim. Eu olhava pra ele e ele fingia que tava dormindo, mas cada vez se exibia mais. Eu sem entender por que passava a noite inteira com uma ereção que eu não sabia nem tinha coragem de resolver. Eventualmente, o pau do meu amigo ficou mais exposto, mais grosso, inchado e enrugado, com umas gotas penduradas. Hoje, em perspectiva, entendo que ele se tocou, devagar, quase sem dar pra notar, e que o que mais dava tesão nele era eu estar ali. Eu não conseguia pegar no sono, me sentia desconfortável. Hoje, adulto, entendo que tava era muito excitado com essas primeiras brincadeiras sexuais e que teria sido gostoso a gente se masturbar, se tocar, se chupar e gozar um no outro.
Numa conhecida estação de trem muito movimentada, tinha uns banheiros públicos que inevitavelmente viravam point de pegação. Nos mictórios, era fácil distinguir quem tava fazendo xixi de quem tava se tocando um pouco. Entre a gente que ficava um tempo se tocando e olhando os outros se tocarem, tinha uma cumplicidade que era disfarçada quando alguém vinha fazer xixi. Eu não curto homens, no geral me dão repulsa, principalmente uns velhos que tavam lá se masturbando. Mas achava agradável olhar o pau deles, ver como se tocavam, como olhavam pros outros. Essa fixação por pau, principalmente os maiores que o meu de 16cm, me levava a passar minutos desconfortáveis me tocando no meio de uns putos voyeurs, com a interrupção de héteros que vinham só pra mijar, mas que também eram olhados, primeiro com uma olhadinha de boas-vindas, e depois de canto de olho quando não se ofendiam ao sacar o que tava rolando. Alguns héteros odeiam esses pontos de pegação. É surpreendente. como, na minha opinião, um cara que eu considero feio no geral, até desagradável, pode ter uma pica que eu ache linda, atraente, grande e chamativa. Meu gosto era completamente dissociado, o meu negócio era uma obsessão por pica, eu chuparia caras que jamais beijaria. Na verdade, nunca beijei um homem, mas comi umas picas boas. Eu tava me tocando de boa quando entra um jovem da minha idade, uns vinte e poucos anos, com uma aparência agradável: alegre, forte, limpo, elegante, em forma. Depois de nos masturbarmos juntos por um tempo, e ver que a pica dele de pelo menos 22 cm não tinha defeito nem imperfeição, ele me convidou pra ir pra um reservado. Ele manjava da parada, eu não. Suponho que era perigoso entrar nos reservados de dois, mas na surdina conseguimos nos enfiar. A pica dele era perfeita, ainda sinto falta. Não me deixou tocar muito, pediu pra eu penetrar ele analmente. Aparentemente um passivo de pica grande e bonito tinha me escolhido, talvez pelo meu visual jovem e saudável, pra eu meter nele. Sem hesitar, tirei uma camisinha e coloquei. Talvez minha pica padrão de 16 centímetros fosse o que o cu dele tava procurando, imaginei que ele me escolheu por ser do tamanho certo e não maior, baseado na experiência evidente dele com sexo anal passivo. Entramos no banheiro privado e ele baixou as calças, exibindo uma bunda que deu vontade. Encostei o pau na porta do cu e penetrei com uma facilidade que nunca tinha visto em nenhuma outra buceta de mulher. Meti por um tempo, eu por trás, focado no corpo dele e na pica dele, que eu olhava de canto enquanto segurava ele pela cintura por trás. Ele gemia, eu gemia. Não demorei pra gozar, deve ter sido um minuto de sexo pesado, mas minha penetração também fez ele gozar umas gotas abundantes de esperma branco que jorraram longe e forte da pica duríssima dele exposta. Automaticamente, ao ver ele chegar ao orgasmo, eu também cheguei ao orgasmo, foi uma sincronização perfeita, e então me joguei na pica grande, branca, simétrica, longa e salpicada. Era o pau perfeito que qualquer um poderia desejar. Mas o sujeito não me deixou chupar nem tocar uma gota sequer da porra gostosa dele. Talvez ele estivesse se cuidando, talvez estivesse se protegendo.
Eu precisava que alguém enfiasse na bunda dele pra gozar, e esse alguém fui eu, mas depois ele me cortou o rosto. Disse pra eu não chupar, não quis trocar contato, vestiu a calça rápido e saiu da cabine do banheiro. Depois de um tempo, eu saí. Foi minha melhor experiência homossexual e fiquei na vontade, e não de qualquer pica, mas de uma igual à dele, com toda a experiência e perícia dele.
Uma vez fui a um cinema pornô numa rua de pedestres no centro. O ambiente era turvo, escuro e meio sujo. Tinha 3 salas: uma de cinema hétero, outra de cinema gay, e outra de travestis. Eu passei pelas três salas tentando me masturbar com sucesso mediano. Não eram os filmes que eu queria, mas sim chupar alguma pica. Gosto das que são proporcionais e maiores que a minha. Tenho uma obsessão por paus grandes, e pra mim grande é maior que o meu. Encontrei um cara feio com um pau respeitável se tocando e sentei do lado pra me masturbar. Logo trocamos de mãos e de repente comecei a chupar ele sem camisinha. O cara parecia muito satisfeito, mas meio contido. Tava feliz que um cara com menos da metade da idade dele, com a beleza mínima da juventude e um pouco mais, tava mamando ele. De repente, perguntei se ele queria gozar na minha boca e automaticamente ele gozou dentro. O gosto eu gostei, a sensação também, a maciez da glande lubrificada também. Mas depois disso, ele quis me beijar e o cara não me agradava. Tinha hálito de cerveja e não era nada bonito. Era um velho masturbador. Me despedi e continuei vagando pelas salas. No final, eram 3 salas e os caras eram sempre os mesmos. Tinha uma única mulher, gorda e feia, talvez prostituta, e que já tava com alguém. Na frente de cada sala estavam os assentos do cinema em frente à tela, e no fundo tinha uns reservados mais escuros. Lá encontrei um senhor de uns 60 anos, velho mas não feio, de boa aparência, grandalhão, e principalmente com uma buceta enorme, comprida, grossa e cheia de veias. Me ofereci pra chupar ele um pouco e parece que não gostou, não sou experiente e devo fazer merda com os dentes. O cara não queria que chupassem ele, ele queria meter. Então me agarrou, sendo ele imenso e eu mais pequeno, e me virou. Como eu me recusei a ser passivo, o cara rapidamente me descartou e eu fiquei sem aquela buceta longa e grossa e veiuda que queria entrar num cu a todo custo. Saí frustrado e às vezes me toco pensando no membro dele de não menos que 23 cm, e realmente grosso, saindo túrgido de um corpo machudo e imponente. O cara devia ter 60 anos, mas nunca vi uma buceta mais dura, pelo pouco que tive antes de ele tentar me comer e me descartar por não ser passivo.
Uma vez fui pra zona vermelha da minha cidade onde tem muitas travestis que não ficam devendo em nada pro corpo de uma garota e, além disso, têm buceta que é o que eu às vezes procuro. Depois de dar várias voltas com o carro, encontrei uma "garota" da minha altura, com peitos médios, cara bonita e olhos cor de mel. Ela me disse o nome que ainda lembro e ficamos conversando. Nos beijamos. Foi a primeira vez que beijei um homem. Tinha um gosto bom, de um perfume. Depois ela me deixou escolher, como se o serviço se dividisse em ela me chupar ou eu chupar ela. Escolhi pegar o membro dela na minha mão, medir, elogiar pela perfeição e tamanho. Ela me disse que não era grande, mas pequeno, que media uns 18 centímetros. Confirmei com uma régua, porque tinha uma na mochila. Desenhei o pau dela numa folha como quem desenha uma luva contornando uma mão. É verdade que não era uma buceta imensa, mas era maior que a minha, era perfeita, com a glande brilhante e as proporções harmônicas, e principalmente brotava ereta do corpo de uma garota que, vale a exagero, me apaixono pelo olhar dela. No final, fui eu quem chupou ela. Pedi o número dela pra ir num motel e fazer a experiência completa, mas pouco tempo depois, sem ter coragem de ligar, perdi o celular.
Duas vezes fui num privê num andar do centro. Quando cheguei, diferente do panfleto que me tinha encantado, encontrei uma mulher muito gorda, simpática mas muito guerreira, e um travesti jovem do interior que parecia mais inocente. Realmente não era muito bonita, mas tinha algo meigo. O pau dele era grosso, torto e cheio de veias, uns 18 cm. Longe do estereótipo do falo perfeito, me excitou ter um pedaço de carne daquele à minha disposição. Num momento, ele teve que me apressar se eu preferia que eu penetrasse ele ou ele a mim. Falei que não era passivo, embora ficasse tentado a experimentar. A dor na ponta foi demais pra mim e, virando um cliente meio exigente e chato, pedi pra trocarmos de papéis. Eu meti na bunda dele e era gostoso, mas deixei claro que tudo aquilo não ia acabar quando eu gozasse, mas quando ele gozasse e me desse o leite dele. Enquanto metia por trás, segurava o pau dele na minha mão. Finalmente consegui o que queria e chupei e admirei. Me deu tanta ternura que voltei mais uma vez, só pelo pau grosso e torto dele, lindo pedaço de carne, e pela cara doce e o sotaque meigo do interior. Mas não gostava dele nem como mulher nem como homem, só como pau.
Um amigo veio morar um tempo na minha casa com a minha namorada e eu. Logo se acostumou a andar de cueca e o volume dele era impossível de ignorar pra nós dois. Também era impossível de ignorar pra ele, que percebia que exibia aquilo, porque era tão evidente que ninguém conseguia fazer de conta que não via, mas ele levava com certa naturalidade, orgulho e boa postura, e era difícil pedir pra ele se cobrir mais. Por um lado, meu pau e minhas bolas, todo o meu pacote, era muito menor que o volume chamativo dele. Me humilhava um pouco que minha namorada pensasse que meu pedido pra ele se cobrir mais era por causa do Tamanho superior. Além disso, tinha algo ali que era bom. Por outro lado, me dava um certo tesão saber que existia algo tão grande e me dava curiosidade de conhecer aquela piroca imponente. No fim, a gente conviveu uns meses assim, e no máximo o volume dele devia ter sido fantasia de alguém ou de ninguém na minha parceira na hora do love. Não era só aquele volume e uma droga que a gente usava que deixava nossos hormônios lá em cima. A gente vivia alucinado e era feliz.
Tempo depois, eu larguei essa droga e com ela foram meus poderes sexuais. Minha namorada não aguentou que eu não comia ela direito e logo me largou. Sei que, eventualmente, depois que a gente já tinha terminado e estava morando separado, ele e ela transaram. Primeiro de vez em quando, depois feito loucos. Suponho que ela deve ter aproveitado aquele falo de todas as formas possíveis antes de se desentender com o dono dele.
A gente continuou sendo amigo, e um dia ele me confessou que não tinha conhecido ninguém que gostasse tanto de sexo quanto a minha ex-namorada. Ele parecia se divertir, tinha uma impressão muito boa dela na cama. Por um lado, me incomodava, mas por outro, me excitava pra caralho.
Um dia a gente foi no banheiro juntos mijar, um no bidê e o outro no vaso, e já que ele tirou a rola pra fora, pedi pra ver, e fiquei olhando bem. Era grandona, grossa e cheia de veias. Era um pedaço de carne lindo. Meu pau do lado era triste, mas ele costuma mais que dobrar de tamanho quando eu tenho uma ereção. Perguntei intrigado se com ele acontecia a mesma coisa, e ele me contou que aquele pedaço enorme não crescia muito mais, só ficava bem duro e um pouco maior. Aquele pau mole já media mais de 20cm tranquilamente e era muito grosso, nunca vi nada igual. Adoraria ter visto ele crescer até o máximo, e no fundo da alma fico feliz que minha ex tenha aproveitado isso. É algo que eu quis e não tive coragem de fazer.
1 comentários - Mis experiencias homosexuales
¿qué droga era esa?