Esta é a segunda das três histórias que queria compartilhar. Aconteceu algumas semanas depois do que descrevi no meu relato anterior.
Acontece que aquele desejo de prazer envolvendo minha irmãzinha, longe de desaparecer ou diminuir depois que eu fiz ela perder a virgindade, só aumentou. É que agora que eu sabia que ela não era mais virgem, imaginava ela em todo tipo de situação erótica. Sabia do que ela era capaz e adorava isso.
Nos fins de semana, sempre procurava algum sinal de algo entre Lucas e Sofi, mas a verdade é que eles esqueceram do assunto. Até revirando o celular dela, não encontrei conversas entre eles.
Foi assim que minha mente perversa começou a tramar outro plano. Queria mais putaria, queria ver minha irmãzinha sendo subjugada de novo. E quem melhor do que outro dos meus amigos?
O único do meu grupo de amigos que eu sabia que minha irmã achava bonito se chamava Rodrigo. Alto, loiro, muito gato. Claro que não sabia se ele gostava da minha irmã, mas supus que não ia recusar uma gostosinha.
Primeiro de tudo, comprei um microfone bem pequeno, assim podia ouvir o que rolava no quarto da minha irmã; escondi ele direitinho debaixo da escrivaninha dela, e fui embora satisfeito.
Quando minha irmã chegou, fingi que estava falando no telefone, uma tática velha.
— Não, Rodri, não é nada, era uma idiota.
— Tá, fica tranquilo. A gente se vê.
Acontece que Rodri tinha uma namorada, mas tinha terminado fazia um mês e pouco. Queria que minha irmã soubesse disso.
— O que houve com o Rodrigo? — perguntou Sofi
— Nada, terminou com a namorada.
— Ah, a Mariana, né?
— Isso.
E fui embora, deixando ela com a notícia, pra ela pensar.
Chegou sexta-feira, eu tinha convidado o Rodri pra dormir aqui, depois de ver no celular da minha irmã que os planos dela eram ficar em casa (vale dizer que meus pais tinham ido pra Bariloche naquela mesma tarde, pra comemorar o aniversário no fim de semana). Antes dele chegar, pedi pra Sofi guardar uns álbuns de figurinhas de futebol meus porque no meu quarto "não cabia". mais lugar".
O Rodri chegou e o plano começou. Enquanto a gente jogava Xbox e fumava uns baseados, falei que minha irmã tinha dito que achava ele bonito, aí o Rodri riu e só. Aos poucos, fui desviando o papo pro futebol, e enquanto a gente jantava, falei de leve que tinha uns álbuns velhos.
Lá pelas 2 da manhã, fingi que o celular vibrava:
-Alô? O quê!? Lucas, fala direito que não tô entendendo, haha.
-Não, o que houve?
-Ah, beleza, fica tranquilo. Já levo aí.
Fingi que desliguei.
-Rodri, vou ali na casa do Lucas. (Mal se conheciam) – falei – Ele esqueceu a chave aqui ontem e pediu pra eu levar.
-Vou embora então?
-Não, não, volto daqui a uma hora e meia. Fica aí, pede pra minha irmã meus álbuns de futebol se quiser. Ou oferece um baseado pra ela, haha.
-Beleza, tranquilo. Volta logo.
-Falou.
Saí de casa e fiquei esperando, escutando o microfone do quarto da minha irmã.
Poucos minutos depois, ouvi alguém bater na porta. A Sofi baixou a música.
-Ah, oi Rodrigo. O que foi?
-Nada, teu irmão foi pra casa de um amigo dele por uma hora e pouco, sei lá fazer o quê.
-Hahaha, e você, o que vai fazer então? – perguntou a Sofi, enquanto eu voltava pra dentro de casa na surdina.
-Nada, tava fumando um baseado lá embaixo e teu irmão falou pra eu pedir os álbuns dele.
-Ahh sim, ele deixou aqui. Pera aí que vou pegar.
Enquanto isso, eu me escondi na sala de jantar, caso eles descessem.
-Quer descer pra fumar lá embaixo? Até o Fede chegar...
-Beleza, bora – respondeu a Sofi.
Segundos depois, os dois apareceram na sala de jantar. A Sofi, com a mesma camisetinha de pijama de sempre, e dessa vez com um shortinho de pijama e umas meias curtas; levava os álbuns na mão. Tava uma gostosa do caralho.
Sentaram no sofá e começaram a fumar, eu percebendo como o Rodri dava umas olhadas disfarçadas pro decote revelador da minha irmãzinha.
-Ouvi dizer que você terminou com sua namorada – soltou a Sofi depois de uns minutos.
-Haha, sim, uma libertação, na real.
-Não sente falta dela? – perguntou a Sofi, olhando pra ele com uma cara de... inocente.
—Não, eu gosto de ser solteiro. Mas sempre fica alguma coisa. Mesmo assim, não quero falar sobre isso—
—Hmm, beleza, podemos falar de outra coisa. Quer jogar alguma coisa?—
—Haha, o quê? Um jogo de tabuleiro?— perguntou meu amigo
—Não, tô falando mais tipo verdade ou consequência— disse Sofi rindo
—Ahh, tá bom, se você quiser...— respondeu Rodri sorrindo
—Uff, que forte esse baseado. Beleza, começo eu.Escolho verdade- Emm, então, tu curte teu irmão? - Perguntou inocente.
- Haha, mais ou menos. Agora tu -Rodri-Verdade— Cê é virgem?
— Não — respondeu Rodri, que já tava começando a sacar a parada. E, com uma mina gostosa daquela na frente, com certeza começou a ficar de pau duro.Sofi-Verdade—Agora é tua vez. És virgem?
—Não — respondeu Sofi, dando uma longa tragada no baseado e sorrindo de forma safada.
Rodri-Consequência
—Hmm, tens que olhar pra minha testa sem desviar o olhar pra... nada mais por 30 segundos. Se conseguir, deixo você me beijar onde quiser. Se desviar o olhar, vou subir pro meu quarto, vestir uma jaqueta grande e voltar.
—Aceito — disse Rodri, já excitado.
E vi, surpreso, como meu amigo olhava pra testa da minha irmã, enfiava um dedo entre os peitos dela e depois abaixava o decote alguns milímetros. Depois do que pareceram horas, Sofi, rindo, parabenizou Rodri.
—Bom, conseguiu. Hora de escolher — disse com um sorriso bem provocante.
Rodri aproximou o rosto e comeu a boca dela por uns cinco minutos, mas sempre que a mão dele tentava tocar algo além das pernas dela, minha irmã a afastava. Depois se separaram.
Sofi-Verdade
Te acho gostoso?
—Hmm, sim, bastante —Rodri-Consequência- Você tem que adivinhar se eu tô de calcinha ou não. Se acertar, meu shortinho vai embora. Se não, me dá toda a maconha que você trouxe - disse a Sofi, com uma carinha de quem pede pra ser comida.
- Tá - respondeu Rodri, convicto.
Vi minha irmãzinha se levantar ali mesmo no sofá e, devagar, puxar o short pra baixo, ficando só de calcinha rosa. Rodri olhava pra ela, ansioso, enquanto se sentava de novo. Duvido que dê pra ficar mais tarado.Sofi-Consequência-É simples. Você tem que sentar no meu colo por um minuto.
Sofi riu e sentou, colocando a bunda em cima do pau do meu amigo, de costas pra ele. Ela rebolou um pouco durante aquele minuto, deixando o Rodri ainda mais excitado. Depois, levantou e voltou a sentar na posição original dela.Rodri-Consequência- Se você adivinhar com quantos homens eu transei, tiro tudo de você menos a calcinha. Se não, fica assim mesmo.
- Com um – respondeu meu amigo, ficando na expectativa.
- Bingo – disse minha irmã, antes de tirar toda a roupa do Rodri, que ficou só de cueca apertada, onde dava pra ver uma ereção já bem avançada.Sofi-Verdade— Tá excitada?
— Haha, pra caralho — respondeu Sofi, rindo.
— Quer continuar brincando? — perguntou Rodri, com certeza morrendo de vontade de meter naquele corpo adolescente.
— Haha, você é amigo do meu irmão, não sei o que você quer — disse minha irmãzinha, com um tom inocente. Mas aproximou a boca da do meu amigo e começaram a se beijar. Primeiro devagar, depois foram ficando mais brutos. Depois de uns minutos, Sofi sentou no colo do Rodri de novo, mas dessa vez de frente. Tirou a camiseta e logo recebeu a chupada nos mamilos que meu amigo dava, enquanto os gemidos dela aumentavam.
Daqui a pouco, Rodri jogou minha irmãzinha no sofá, tirou a própria cueca e arrancou a calcinha dela, deixando ela só de meia, e rapidamente começou a meter. Por mais de meia hora, tudo que vi foi meu amigo bombando na minha irmã, primeiro de papai e mamãe, depois de quatro, enquanto ouvia ela gritar de prazer.
Mas num momento, minha irmãzinha se levantou, sussurrou algo no ouvido do Rodri, que sorriu largo.
— Tem certeza?
— Sim, vai logo!
De repente, Sofi deitou de barriga pra baixo e eu vi claramente como meu amigo encaixava o pau no cu da minha irmãzinha. Não consegui evitar de me tocar enquanto via minha irmãzinha sendo desvirginada no cu pelo meu amigo. E ela já devia estar muito excitada, porque ele entrou de uma vez e começou a bombar devagar, acelerando aos poucos. Isso continuou por uns 20 minutos, incluindo dois orgasmos da Sofi, quando:
— Tô gozando — disse Rodri
— Goza dentro, vai — respondeu Sofi, toda suada
E meu amigo obedeceu. Continuou com a metida até que eu vi como ele inundava de porra o cu da minha irmãzinha. Ele se jogou do lado da minha irmã, que se levantou e começou a chupar o pau do Rodri, ficando na posição 69. E continuaram por mais uns minutos, até que Sofi se levantou, pegou a roupa e foi pra cima, dizendo pro Rodri se vestir antes que eu chegasse.
Enquanto meu amigo foi no banheiro se trocar, eu me escafedi pra fora e... Simulei que tinha acabado de chegar, dando uma batida disfarçada na porta pra ouvirem minha chegada. A noite passou normal, meu amigo não agiu estranho nem nada. Mas lá pelas 9 da manhã, ouvi um barulho que me acordou, levantei a cabeça e vi meu amigo entrando no meu quarto na maior discrição. Sorri e pensei comigo mesmo que um terceiro plano não ia demorar pra aparecer.
Acontece que aquele desejo de prazer envolvendo minha irmãzinha, longe de desaparecer ou diminuir depois que eu fiz ela perder a virgindade, só aumentou. É que agora que eu sabia que ela não era mais virgem, imaginava ela em todo tipo de situação erótica. Sabia do que ela era capaz e adorava isso.
Nos fins de semana, sempre procurava algum sinal de algo entre Lucas e Sofi, mas a verdade é que eles esqueceram do assunto. Até revirando o celular dela, não encontrei conversas entre eles.
Foi assim que minha mente perversa começou a tramar outro plano. Queria mais putaria, queria ver minha irmãzinha sendo subjugada de novo. E quem melhor do que outro dos meus amigos?
O único do meu grupo de amigos que eu sabia que minha irmã achava bonito se chamava Rodrigo. Alto, loiro, muito gato. Claro que não sabia se ele gostava da minha irmã, mas supus que não ia recusar uma gostosinha.
Primeiro de tudo, comprei um microfone bem pequeno, assim podia ouvir o que rolava no quarto da minha irmã; escondi ele direitinho debaixo da escrivaninha dela, e fui embora satisfeito.
Quando minha irmã chegou, fingi que estava falando no telefone, uma tática velha.
— Não, Rodri, não é nada, era uma idiota.
— Tá, fica tranquilo. A gente se vê.
Acontece que Rodri tinha uma namorada, mas tinha terminado fazia um mês e pouco. Queria que minha irmã soubesse disso.
— O que houve com o Rodrigo? — perguntou Sofi
— Nada, terminou com a namorada.
— Ah, a Mariana, né?
— Isso.
E fui embora, deixando ela com a notícia, pra ela pensar.
Chegou sexta-feira, eu tinha convidado o Rodri pra dormir aqui, depois de ver no celular da minha irmã que os planos dela eram ficar em casa (vale dizer que meus pais tinham ido pra Bariloche naquela mesma tarde, pra comemorar o aniversário no fim de semana). Antes dele chegar, pedi pra Sofi guardar uns álbuns de figurinhas de futebol meus porque no meu quarto "não cabia". mais lugar".
O Rodri chegou e o plano começou. Enquanto a gente jogava Xbox e fumava uns baseados, falei que minha irmã tinha dito que achava ele bonito, aí o Rodri riu e só. Aos poucos, fui desviando o papo pro futebol, e enquanto a gente jantava, falei de leve que tinha uns álbuns velhos.
Lá pelas 2 da manhã, fingi que o celular vibrava:
-Alô? O quê!? Lucas, fala direito que não tô entendendo, haha.
-Não, o que houve?
-Ah, beleza, fica tranquilo. Já levo aí.
Fingi que desliguei.
-Rodri, vou ali na casa do Lucas. (Mal se conheciam) – falei – Ele esqueceu a chave aqui ontem e pediu pra eu levar.
-Vou embora então?
-Não, não, volto daqui a uma hora e meia. Fica aí, pede pra minha irmã meus álbuns de futebol se quiser. Ou oferece um baseado pra ela, haha.
-Beleza, tranquilo. Volta logo.
-Falou.
Saí de casa e fiquei esperando, escutando o microfone do quarto da minha irmã.
Poucos minutos depois, ouvi alguém bater na porta. A Sofi baixou a música.
-Ah, oi Rodrigo. O que foi?
-Nada, teu irmão foi pra casa de um amigo dele por uma hora e pouco, sei lá fazer o quê.
-Hahaha, e você, o que vai fazer então? – perguntou a Sofi, enquanto eu voltava pra dentro de casa na surdina.
-Nada, tava fumando um baseado lá embaixo e teu irmão falou pra eu pedir os álbuns dele.
-Ahh sim, ele deixou aqui. Pera aí que vou pegar.
Enquanto isso, eu me escondi na sala de jantar, caso eles descessem.
-Quer descer pra fumar lá embaixo? Até o Fede chegar...
-Beleza, bora – respondeu a Sofi.
Segundos depois, os dois apareceram na sala de jantar. A Sofi, com a mesma camisetinha de pijama de sempre, e dessa vez com um shortinho de pijama e umas meias curtas; levava os álbuns na mão. Tava uma gostosa do caralho.
Sentaram no sofá e começaram a fumar, eu percebendo como o Rodri dava umas olhadas disfarçadas pro decote revelador da minha irmãzinha.
-Ouvi dizer que você terminou com sua namorada – soltou a Sofi depois de uns minutos.
-Haha, sim, uma libertação, na real.
-Não sente falta dela? – perguntou a Sofi, olhando pra ele com uma cara de... inocente.
—Não, eu gosto de ser solteiro. Mas sempre fica alguma coisa. Mesmo assim, não quero falar sobre isso—
—Hmm, beleza, podemos falar de outra coisa. Quer jogar alguma coisa?—
—Haha, o quê? Um jogo de tabuleiro?— perguntou meu amigo
—Não, tô falando mais tipo verdade ou consequência— disse Sofi rindo
—Ahh, tá bom, se você quiser...— respondeu Rodri sorrindo
—Uff, que forte esse baseado. Beleza, começo eu.Escolho verdade- Emm, então, tu curte teu irmão? - Perguntou inocente.
- Haha, mais ou menos. Agora tu -Rodri-Verdade— Cê é virgem?
— Não — respondeu Rodri, que já tava começando a sacar a parada. E, com uma mina gostosa daquela na frente, com certeza começou a ficar de pau duro.Sofi-Verdade—Agora é tua vez. És virgem?
—Não — respondeu Sofi, dando uma longa tragada no baseado e sorrindo de forma safada.
Rodri-Consequência
—Hmm, tens que olhar pra minha testa sem desviar o olhar pra... nada mais por 30 segundos. Se conseguir, deixo você me beijar onde quiser. Se desviar o olhar, vou subir pro meu quarto, vestir uma jaqueta grande e voltar.
—Aceito — disse Rodri, já excitado.
E vi, surpreso, como meu amigo olhava pra testa da minha irmã, enfiava um dedo entre os peitos dela e depois abaixava o decote alguns milímetros. Depois do que pareceram horas, Sofi, rindo, parabenizou Rodri.
—Bom, conseguiu. Hora de escolher — disse com um sorriso bem provocante.
Rodri aproximou o rosto e comeu a boca dela por uns cinco minutos, mas sempre que a mão dele tentava tocar algo além das pernas dela, minha irmã a afastava. Depois se separaram.
Sofi-Verdade
Te acho gostoso?
—Hmm, sim, bastante —Rodri-Consequência- Você tem que adivinhar se eu tô de calcinha ou não. Se acertar, meu shortinho vai embora. Se não, me dá toda a maconha que você trouxe - disse a Sofi, com uma carinha de quem pede pra ser comida.
- Tá - respondeu Rodri, convicto.
Vi minha irmãzinha se levantar ali mesmo no sofá e, devagar, puxar o short pra baixo, ficando só de calcinha rosa. Rodri olhava pra ela, ansioso, enquanto se sentava de novo. Duvido que dê pra ficar mais tarado.Sofi-Consequência-É simples. Você tem que sentar no meu colo por um minuto.
Sofi riu e sentou, colocando a bunda em cima do pau do meu amigo, de costas pra ele. Ela rebolou um pouco durante aquele minuto, deixando o Rodri ainda mais excitado. Depois, levantou e voltou a sentar na posição original dela.Rodri-Consequência- Se você adivinhar com quantos homens eu transei, tiro tudo de você menos a calcinha. Se não, fica assim mesmo.
- Com um – respondeu meu amigo, ficando na expectativa.
- Bingo – disse minha irmã, antes de tirar toda a roupa do Rodri, que ficou só de cueca apertada, onde dava pra ver uma ereção já bem avançada.Sofi-Verdade— Tá excitada?
— Haha, pra caralho — respondeu Sofi, rindo.
— Quer continuar brincando? — perguntou Rodri, com certeza morrendo de vontade de meter naquele corpo adolescente.
— Haha, você é amigo do meu irmão, não sei o que você quer — disse minha irmãzinha, com um tom inocente. Mas aproximou a boca da do meu amigo e começaram a se beijar. Primeiro devagar, depois foram ficando mais brutos. Depois de uns minutos, Sofi sentou no colo do Rodri de novo, mas dessa vez de frente. Tirou a camiseta e logo recebeu a chupada nos mamilos que meu amigo dava, enquanto os gemidos dela aumentavam.
Daqui a pouco, Rodri jogou minha irmãzinha no sofá, tirou a própria cueca e arrancou a calcinha dela, deixando ela só de meia, e rapidamente começou a meter. Por mais de meia hora, tudo que vi foi meu amigo bombando na minha irmã, primeiro de papai e mamãe, depois de quatro, enquanto ouvia ela gritar de prazer.
Mas num momento, minha irmãzinha se levantou, sussurrou algo no ouvido do Rodri, que sorriu largo.
— Tem certeza?
— Sim, vai logo!
De repente, Sofi deitou de barriga pra baixo e eu vi claramente como meu amigo encaixava o pau no cu da minha irmãzinha. Não consegui evitar de me tocar enquanto via minha irmãzinha sendo desvirginada no cu pelo meu amigo. E ela já devia estar muito excitada, porque ele entrou de uma vez e começou a bombar devagar, acelerando aos poucos. Isso continuou por uns 20 minutos, incluindo dois orgasmos da Sofi, quando:
— Tô gozando — disse Rodri
— Goza dentro, vai — respondeu Sofi, toda suada
E meu amigo obedeceu. Continuou com a metida até que eu vi como ele inundava de porra o cu da minha irmãzinha. Ele se jogou do lado da minha irmã, que se levantou e começou a chupar o pau do Rodri, ficando na posição 69. E continuaram por mais uns minutos, até que Sofi se levantou, pegou a roupa e foi pra cima, dizendo pro Rodri se vestir antes que eu chegasse.
Enquanto meu amigo foi no banheiro se trocar, eu me escafedi pra fora e... Simulei que tinha acabado de chegar, dando uma batida disfarçada na porta pra ouvirem minha chegada. A noite passou normal, meu amigo não agiu estranho nem nada. Mas lá pelas 9 da manhã, ouvi um barulho que me acordou, levantei a cabeça e vi meu amigo entrando no meu quarto na maior discrição. Sorri e pensei comigo mesmo que um terceiro plano não ia demorar pra aparecer.
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