Sou a tia, me fodo na beira da estrada

-oi, sou a tia. já fazia um mês que uns parentes do meu marido estavam na nossa casa por causa de problemas de saúde. não me incomodava eles estarem na minha casa, mas eu pensava: quando é que vou ficar um dia sozinha? e eu, que trabalho quase o dia inteiro, volto à tarde do serviço, até sábado e domingo eles estavam na minha casa. eu entendia o problema que eles estavam passando.

- e meu sobrinho, que me mandava mensagens e dizia: "quando é que vou comer essa bunda gostosa, chupar seus peitos, te penetrar como a besta que sou?" e aquilo me deixava a buceta bem quente, e eu já sabia que não ia rolar nada e tinha que aguentar a vontade.

- enfim, um dia eu tinha que fazer umas coisas depois do trabalho e meu sobrinho me pergunta se eu não passava para buscá-lo. combinamos de nos encontrar por onde eu estivesse. quando pegamos uma estradinha, eu falo: "que lindo por aqui" e ele responde: "quer parar um pouco?" e eu falo: "só uns minutos". ele diz: "mais adiante tem uma montanha pequena que dá pra subir". subo a montanha, paramos no acostamento da estrada, num lugar alto. e, como vocês sabem, não pode parar assim, a não ser que tenha um problema.

- enfim, a gente desce do carro, ficamos olhando a paisagem que dava pra ver, e meu sobrinho se aproxima por trás de mim, me agarra e pergunta: "quero essa bunda agora, o que você vai fazer?" e eu falo: "aqui? você é louco, passa carro, vai ter gente olhando". e ele diz: "tapa o rosto com alguma coisa, vai, não vai acontecer nada, algo rápido e a gente vai embora". pego uns óculos que eu tinha, coloco, ele se cobre com o capuz da jaqueta dele e pronto.

ele começa a me beijar por trás, na bochecha, uns beijos na boca, mete a mão na minha calça e abaixa, depois abaixa minha calcinha até a metade — e eu nem tava com uma calcinha bonita. daí ele desembainha o pau dele, só abaixa a calça dele, e quando ele mete o pau, mete com força, fazendo eu bater de leve no meu carro. ele começa a me penetrar mais forte, e eu pensava: "um mês sem dar uma sentada, hein? quero essa pica gostosa bem dentro, vou te meter.
- aí já começaram a ouvir as coisas que gritavam dos carros, tipo "cara, aprende a comer gostosa, não quer outra pica?" e aí meu sobrinho, ao ouvir isso, tirou a besta de dentro e começou a me meter com tudo, e quando ele dava tapas na minha bunda, ouviam-se buzinas e gritos, e aí já mudou a parada, bem cara, assim que se fode, gostosa, mexe mais a raba, arrebenta toda a buceta, desço eu e te ajudo, vão pra um hotel, filhos da puta, um monte de coisa falavam pra gente, com minha bunda quente e com tudo que eu tinha esperado pra ficar de novo com meu sobrinho, não tava nem aí pra nada.

como ele me acabava contra meu carro, me irritou um pouco que todo mundo visse que eu tava de fio dental e a calça arriada, porque ele só baixou a calça, eu já tava sem aguentar as pernas de ficar uns 30 minutos assim me dando sem parar, e outra posição ali fora não dava pra fazer, e eu falo pra ele: continua me acabando dentro do carro, entramos, não tiramos a roupa, apertamos um pouco contra os bancos pra esquentar mais o clima.

quando eu já tava montada em cima dele, olho pela janela e vejo que meu fio dental tava pendurado num galho, e ele fala: fica tranquila, tia, depois eu pego, deve ter caído ali no rebote. enfim, aí eu comecei a gemer, os vidros a embaçar, e uma coisa que acontece comigo é que quando volto a transar depois de muito tempo, meus gemidos são fortes, sentindo aquele fogo do amor, eu pensava: não posso ser tão filha da puta, transar no meu carro, ali montada na pica do meu sobrinho, sentir minha bunda se mexendo, e uma coisa que falei: quando for gozar, tira pra fora, não quero sujar meu carro.

- depois ele me coloca de quatro e mete a pica com uma vontade, começa a me penetrar, e vocês viram quando te penetram com aquela vontade que parece que vai te matar, como a pica dele entrava e com a velocidade que ele fazia, eu falava: não para, continua, destrói minha buceta como nunca, e aí ele explodiu e encheu toda minha buceta de porra, e eu falo: não seja filho da puta, te falei pra jogar isso pra fora.

Depois ele me deita, abre minhas pernas, joga elas pra trás e mete o pau na minha buceta e começa a inchar de novo enquanto me penetrava, parecia que minha buceta se abria mais e mais, eu gemendo e gemendo, ouvindo o roçar da minha pele, ele me dizendo assim, puta, me entrega a buceta, eu sou teu macho e essa buceta é minha, quer mais forte? Toma, filha da puta, grita alto. Eu me mordendo os lábios, me segurando forte nos cintos de segurança, foi incrível.

- Depois ele me monta em cima dele e me diz: quero os peitos. Eu desabotoo um pouco o corpete e deixo ele curtir meus peitos, e ele me diz: quanto tempo que não toco neles, tão maiores, ele brinca com a língua, passa ela nos meus peitos e literalmente começa a mamar como quando você dá o peito pro seu filho, dava pra ouvir os barulhos da boca dele, fácil uns 15 minutos.

- E eu penso: com certeza ele vai me matar de novo com o pouco que descansei, já tava cansada, já pensando: tenho que voltar pra casa, trabalhei quase o dia todo, já era, matei a vontade, pronto, falei. E eu montada em cima dele, ele mete o pau e me diz: vai, puta, mexe essa raba pra mim. E eu sei que se não fizesse, ele ia tirar. Começou a meter forte, eu comecei a me mexer pra cima e pra baixo, minha cabeça batendo no teto do carro, gemendo de novo e tal.

- Depois, já terminando, ele pega minha cabeça, me joga no chão e faz eu chupar o pau dele. Ele me diz: vai, puta, que gostoso, assim que eu gosto, quer tudo na boca? Toma. E depois de um tempo, ele encheu minha boca de porra, literalmente me engasguei, tive que cuspir fora, quase vomitei o carro todo. Depois de um tempo, me recomponho e fica tudo bem, nos vestimos e seguimos nosso caminho.

- E na estrada, mais pra frente, uma viatura nos para e pergunta: o que vocês estavam fazendo? Eu respondo: olha, viemos do trabalho e tal. E eles disseram que tinha um casal mais atrás meio estranho, que estavam pelados e tal, e nos falaram: são os tais. Esse eu, que tava com a roupa toda desarrumada e com os primeiros botões da camisa desabotoados, e ele começa a pedir documentos e papéis. Aí a gente se salvou porque passou outra viatura perseguindo um carro, os outros policiais fizeram sinal, e o policial falou: "Se salvaram dessa."

- E quando eles foram embora, disseram: "Viu como ela tava com a roupa? Dava pra ver o sutiã, ela tinha umas tetas boas." E aí falaram: "A gente não fez nada" e foram embora. Não sei o que mais comentaram no caminho. Fora isso, foi incrível. E uma coisa: meu sobrinho, quando foi pegar a tanga, quase caiu porque ela tava meio longe. Bom, espero que vocês entendam o relato e gostem. Abraços da tia e do sobrinho.

3 comentários - Sou a tia, me fodo na beira da estrada

esta bueno..!! antes de bajar el relato, pegale una mirada y arreglá los errores. De onda te lo digo. Saludos.
este es el anterior relato http://www.poringa.net/posts/relatos/2992007/Soy-la-tia-dos-vergas-mientra-yo-duermo-te-lo-relato.html
kramalo +1
@nalim1993 Ah!, sos la tia..... qué tal estás...?
@kramalo manejamos las cuenta las dos la cuenta es de mi sobrino
Muy buen relato y que lindo saber que te gusta así salvaje
si amor mi sobrino me da a lo salvaje también me gusta que sea con amor
Excelente
gracias amor que te gusto si quieres pasa por nuestros post saludos de tía y sobrino
@nalim1993 daleee besosss