Noite de balada e reencontro com a Gaby parte 2

Fala, galera! Tô de volta depois de um tempo sumida. Fiquei com um pendência de como continuou minha história no inverno das nações aqui em Buenos Aires. A noite tinha terminado com minha boquinha cheia de porra num restaurante de sushi em Puerto Madero.

Depois de sair do sushi club bem alterada, o Gaby me levou pra tomar uns drinks num pub lá no bairro baixo. A gente conversou um pouco sobre o irmão dele e sobre minha vida em San Luis. Contei um pouco do meu namorado, nada demais. Depois, fomos pra uma balada de música eletrônica. Na real, eu curto mais rock, mas o lugar era foda. Ele disse que era muito amigo do filho do dono. Chegamos na balada e o Gaby fala: "Rainha, abre a boca". Ele pega um comprimido, parte e me dá. Eu, achando que era ecstasy, pensei: "Beleza, vamos testar". Dançamos, dançamos e dançamos, e de repente comecei a sentir um calor único, a música vibrava no meu ventre, o sorriso não saía do meu rosto. O Gaby, que tem um dos sorrisos mais lindos que já vi, tava igual. A gente se abraçou, trocando muito carinho.

Depois de um tempo de chamego e dança, ele falou com um segurança e com mais alguém, e me levou pra um quarto privado. A gente se jogou no sofá que tinha lá e ele começou a meter a mão em mim, levantou minha saia. Lembrando que eu não tava de calcinha. Ele começou a acariciar minha bunda enquanto a gente se beijava. Eu desci a mão e senti o pau dele duro como pedra. Adorava os carinhos e os beijos dele. O ecstasy tinha deixado cada poro da minha pele super sensível, eu sentia o calor da mão dele, meu pescoço, minhas costas tremiam de prazer com a língua dele. Ele foi descendo, quando eu tava de costas, senti a língua dele indo mais pra baixo ainda. Senti ele começando a chupar minha bunda, a língua dele no meu buraquinho. Levantei a bunda pra facilitar, e ele com a outra mão desceu e começou a tocar minha buceta toda molhada. Senti o hálito dele na minha bunda, a língua me abrindo. Cada vez mais molhada, me virei. Queria sentir a boca dele na minha buceta, grito: "Chupa aqui, filho da puta!" Sinto a porta abrindo e vejo dois caras olhando pra gente.
José – Então essa é a famosa puta puntana.
Axel – Gaby, que joia você trouxe.
Gaby – Levanta a cabeça e me fala: "Moni, te apresento, são meus amigos de infância."
Olho pra ele e, com o tesão que tava, não ligava pra nada. Agarrei a cabeça dele pra continuar me chupando.
Os caras se olharam, tiraram a calça e colocaram as picas semi-duras no alcance da minha boca. Comecei a chupar as duas picas enquanto o Gaby continuava me lambendo a buceta. As duas rolas tavam mais que duras; enquanto chupava uma, segurava a outra e masturbava, ou acariciava os ovos.
Gaby – Quer sentir minha pica, amor?
Eu – Sim! Fiquei tensa que nem uma louca. Aii, sinto que vou explodir, quero sentir as picas de vocês!
Gaby – Galera, já ouviram a dama? Quer sentir nossas picas.
Eles me levantam.
(Os amigos do Gaby se chamavam José, de 1,65, corpo bonito e proporcionado, e uma pica bem bonita; o outro, Axel, mais feinho, de 1,87 e muito magro, mas com uma pica bonita também.)
José se deita no sofá, eu subo na pica linda dele. Entrei muito fácil, tava tão molhada que escorregava pra dentro, sem nenhuma resistência. Aii, que prazer sentir uma pica gostosa dentro de mim. Esfreguei meu clitóris um pouquinho.
Gaby – Moni, não seja mal-educada, faltamos dois.
Eles me deitam em cima do José, que tava se mexendo.
E sinto um jato de lubrificante no meu cuzinho. Uff... tava tão sensível que aquele jato frio fez minha pele arrepiar. Sinto um dedo, outro dedinho, e mais um entrando no meu cuzinho.
Gaby – Falei pra vocês, galera, que a Moni é incrível! Olha como em dois minutos ela dilata o cuzinho.
Gaby – Você vai comer duas picas, minha vida.
Eu – Fala, vagabundo, arromba meu cuzinho, por favor.
Sinto a pica do Gaby começando a fazer pressão e, pluf, toda pra dentro. Ah, essa sensação eu não sentia desde o verão: duas picas dentro de mim, a sensação multiplicada pelo êxtase. Mal senti a... Pau de Gaby já todo dentro, comecei a sentir que não aguentava mais, comecei a gritar e meter a mão pra masturbar meu clitóris.
De repente sinto outra pica, a do Axel, que enfia na minha boca enquanto eu gemia.
Pego nos ovos dele enquanto ele literalmente fodia minha boca, eu mexia minha língua sem parar.
Era demais o que eu sentia, comecei a gozar e ao mesmo tempo o Axel, que tinha ficado a mil olhando a cena e com minha boca à disposição dele, começou a encher minha boca de porra. Era uma quantidade absurda de porra que esse cara tinha acumulado (era bem mais que o Afeúcho, pra ser sincera, dava pra ver que tava há muito tempo sem meter).
Axel – Isso, bebê, engole tudo, siiiim.
Eu não sei se engoli ou não, porque tava tendo um super orgasmo, mas lembro do gosto gostoso e salgado dele.
Não parava de gemer e gritar.
Gaby – Isso, meu amor, goza, vai.
Eu – Continua arrombando meu cu, não para.
Era lindo sentir duas picas dentro de mim.
José – Gaby, deixa eu provar essa bunda?
Gaby – Fica à vontade, amigo, toda sua.
Me esvaziam de uma vez.
Vai, se apressa que eu quero maaais (só pra avisar, depois que eu gozo, consigo gozar mais umas quantas vezes).
Gaby senta no braço do sofá, me olha, e eu já entendi que queria que eu chupasse o pau dele. Fico de quatro no sofá, levantando a rabetinha.
José – Uii, meu amor, que bunda linda que você tem. Gaby, a gente devia meter duas picas de uma vez nessa bunda.
Gaby – Ei, calma, também não vamos quebrar ela, que ainda vai ficar uma semana aqui e quero tirar o máximo de proveito.
Eu – Meu amor, olha o suco que você tira de mim, não para de me molhar a noite toda.
Gaby – Vem aqui que vou te dar mais suquinho pra sua boquinha.
Chego perto e começo a devorar o pau dele, lambendo bem os ovos, bem devagarzinho. Sinto minha bunda começando a receber a pica do José, bem de pouco em pouco. Acho que tinha batido o efeito do comprimido de novo, porque a sensação foi super estranha, pra caralho de gostosa. Sentia cada parte do meu buraquinho pulsando e se abrindo, o interior da minha bunda queimando de tesão. prazer. E enquanto minha boca não parava de chupar e chupar e chupar e com minha mão eu tocava os ovos dele e num momento resolvi meter um dedo no cu do Gabriel enquanto ele gritava de prazer e de novo me presenteava com todo o esperma dele que eu engolia enquanto eu gritava como possuída e José acelerava cada vez mais o ritmo
José vou encher esse teu cu de porra, sua puta
E ele me comia com uma potência incrível, eu com a outra mão me esfregava sem parar
Isso acontecia enquanto eu recebia a porra do Gaby na boca, eu chupando e limpando tudo pra não perder uma gotinha
Eu - isso, me arrebenta, cara, ayyyyy, isso
José - toma, cadelaaaaa
A gente gritava enquanto ele enchia meu interior de porra
Eu sentia uma viscosidade quente percorrendo meu interior, aiiii meu deus que prazer que eu tava sentindo, incrível
Vou gozar e sinto duas mãos me segurando
Axel - quero ver como sai a porra do teu cuzinho gostoso
Sinto a porra do José escorrendo pela minha bunda, Axel pega com dois dedos, enfia a mão na minha bunda e coloca a mão na minha boca
Axel - toma, bebê, prova a porra do meu amigo, tenho certeza que vai gostar, do jeito que você é puta
Eu devoro os dedos com vontade de sentir a mistura dos sabores da porra do Gaby com a do José e meu cuzinho quente
Vou descer e ele me agarra de novo, os outros dois estavam acabados, José largado no tapete e Gaby do lado do José
Axel - você ainda não provou meu pau
Eu - não aguento mais, me deixaram em pedaços
Axel - não seja má, só mais um pouco, com o tesão que me deu ver como vocês arrebentavam essa bunda linda, vai
Eu que não sei dizer muito que não
Me jogo de barriga pra cima na borda do sofá
Axel - ei, quero o cuzinho
Eu - me come pela frente primeiro, amor
Ele começa a me penetrar, eu começo a me masturbar e rapidamente já tava molhada e com tesão de novo, a verdade é que apesar de ser feio, ele comia muito bem, o cara tinha um ritmo gostoso e bom ímpeto, rapidamente eu tava à beira do orgasmo, depois de uns minutos me comendo, ele me levanta Booty e ela coloca um travesseiro embaixo de mim, se ajoelha de novo e começa a colocar a ponta no meu buraquinho, pressiona e rapidamente meu cuzinho se abre, era a terceira rola que eu recebia em menos de uma hora.
Aiii sim, papai, faz meu cuzinho, sim, meu amor. O cara colocou a pontinha e me deu um jato de porra lá dentro, claramente tava muito excitado, chegamos juntos a mais um delícia...

Depois de meia hora, começamos a espreguiçar.
Gaby: — Moni, cada dia você tá mais puta, juro que um dia vou organizar uma orgia pra você, no mínimo seis paus!
Eu: — Uii, não sei se aguento tantos.
Gaby: — Você aguenta dez, meu amor!
José: — Meu Deus, que puta gostosa que você é.
Gaby: — Bom, agora você vai abrir a boquinha de novo, mas não vou gozar em você, toma mais meio.
Abro obedientemente.
Gaby: — Agora vamos dançar, quero terminar em casa e com uma amiga que a gente conheça. Eu te dei vários paus, agora é minha vez!
Eu: — Vou ficar com ciúmes, falei rindo.
(E o pior é que eu tava mesmo ficando com ciúmes de imaginar a Gaby com uma novinha, e era absurdo porque eu tinha acabado de dar pros dois amigos dela, não ia deixar qualquer puta pegar ele na minha frente... continua)

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