Precede de:http://www.poringa.net/posts/relatos/2988519/Llegamos-a-Cordoba.htmlSão 8 da manhã e estamos acordando. Às 10 começa a cerimônia com o padre e depois segue o civil. A gente levanta, toma uns mates, toma um banho, se arruma e vai pro pátio central da casa grande. Lá já estava tudo montado com um altar rústico, de madeira, velas e um monte de flores. Na hora marcada, estávamos todos reunidos lá: os convidados, o juiz de paz, o padre e o noivo junto ao altar. A noiva entrou caminhando por um caminho de pétalas no meio da galera. Parecia cena de conto de fadas. Foi uma cerimônia linda e emocionante. Eles juraram diante de Deus e depois diante da Lei. Depois dos aplausos, dos beijos, dos parabéns, fomos pro almoço.
As mesas já estavam armadas no meio de um arvoredo que dava uma sombra majestosa. A gente comeu um monte de comidas gostosas típicas da região e partiu pra pista de dança.
Depois das 18h, minha esposa entrou numa conversa de mulheres e os homens se juntaram pra jogar umas cartas. Mas faltava o noivo, conhecido pela habilidade com os baralhos. Saí pra procurar ele enquanto os outros começavam.
Tava difícil achar ele, e me enfiei na casa principal da chácara. Não tinha uma alma naquela construção.
No caminho, encontrei uma escada que levava pra adega dos donos da casa. Desci e me deparei com uma cena do caralho. Estavam o noivo e a noiva: ele de sunga branca que marcava o volume imponente e ainda com o laço do smoking, e ela, ainda com o véu e a coroa de flores, vestia um conjunto de lingerie branca que realçava o corpo. Parecia um corpo esculpido à mão pelos deuses do Olimpo. Conhecia eles há tempos, mas nunca tinha imaginado a perfeição daqueles corpos.
Eles olhavam pro lado oposto e posavam perto dos tonéis. De repente, um flash. Não estavam sozinhos. Mudei de lugar e na frente deles estavam as duas damas de companhia com um conjunto de Lingerie idêntica entre elas, tudo num azul elétrico, com perolazinhas e rendas. Elas riam e tiravam fotos.
P — Meu amor, te prometi uma festa única pro nosso casamento e aqui está. Vamos consumar nosso amor, e pra não ficar dúvida, vamos ter essas duas gostosas como testemunhas e participantes do nosso ato.
R — Valeu, Paula. Sabe que te amo de todo coração e esse presente, juro, não esperava. É o melhor presente de casamento que um homem pode pedir. Comer a esposa e as duas melhores amigas dela... (olha pra elas) que ainda por cima são um tesão! na tarde do casamento... porque casamos de dia!
Os quatro riem juntos.
P — Somos tuas, Roberto. Faz com a gente o que quiser!
Roberto não perde tempo e se entrega a aproveitar o manjar que tem nos braços. Percorre a esposa inteira com aquele corpo magnífico, com beijos e carícias que deixam ela no limite. As testemunhas se tocam entre si enquanto tiram fotos pra guardar esse momento.
A esposa tira a sunga do marido e começa a chupar a pica dele com desespero. Não aguentava mais a vontade de devorar aquele homem corpulento. Engole o pedaço inteiro uma vez e outra, enquanto enfia uns dedos na própria buceta. Ele tá de pé, ela agachada sobre os saltos altos, não quer se ajoelhar pra não estragar as meias brancas. Roberto mal consegue ficar de pé com o boquete que tá levando. Paula, generosa, tira o tronco da boca e convida as amigas pra fazerem o revezamento. Ela pega a câmera e começa a gravar como essas duas mulheres tão chupando o pau do marido dela. As minas se revezavam entre a pica e as bolas do cara bonitão. Se entendiam muito bem entre si. Juntavam os lábios e rodeavam o pau, batendo uma com as bocas unidas formando um círculo. O sujeito já não sabia onde se segurar pra manter a compostura. E na frente, Paula continuava enfiando os dedos enquanto filmava esse pornô caseiro.
Tinha uma mesa grande e Forte, com pernas bem grossas do lado onde estavam. A esposa deu instruções para que todas as mulheres se deitassem ali. Posicionou a câmera numa prateleira, pegando um bom ângulo da cena, e se juntou às amigas. Com ela no meio, formavam as cores da nossa amada bandeira. Agora o macho da sala tinha que tirar as tangas e comer aquelas bucetas suculentas. O pau duro o seguia pra todo lado enquanto ele degustava cada manjar. Cada uma, na espera, se masturbava observando o espetáculo erótico do momento.
Depois de tanto fluxo espalhado, agarraram o homem e o colocaram em cima da mesa. Uma das testemunhas esfregou a pussy na cara dele, vendo de frente como a amiga e a recém-declarada esposa comiam aquele rabo de novo. As cabeças subiam e desciam com tesão até que rolou a primeira penetração. Ali mesmo consumaram o amor Paula e Roberto, com aquelas duas mulheres lindas de testemunha. Uma sufocava ele com a xereca e a outra chupava os testículos. Paula enfiava o cock até o fundo em cada sentada que dava. A buceta dela apertava aquele mastro duro que já tinha dado tantos orgasmos pra ela, mas que dessa vez ela decidiu compartilhar.
Tanto mete-saca que a principal participante de tudo goza estrondosamente. É hora de trocar o comando do leme. A que tava curtindo o sexo oral passou a ser penetrada, e a que chupava os ovos foi substituir o lugar da anterior. Paula voltou a pegar a câmera e filmou com mais detalhe a foda que estavam dando no marido dela. A que cavalgava não aguentou muito tempo na montanha e gozou logo num mar de água. Ao mesmo tempo, a boca de Roberto se encheu dos fluidos de quem o atendia.
Saíram da mesa e foram pra um sofá grande que ficava num canto da sala. As meninas terminaram de se despir e se posicionaram ali. Apoiaram os joelhos no assento e os peitos no encosto, deixando à mercê do marido as bundas pra cima, uma do lado da outra.
P- Quem quer pau no cu levanta a mão!
As três levantaram os braços com vontade. Primeiro foi a Paula que levou o pau na bunda. Enquanto filmava, já tinha enfiado os dedos no cu, então era a mais preparada. As amigas começaram a alargar o buraco uma da outra enquanto se beijavam de boca aberta.
Umas pancadas fortíssimas a garota da festa levava. Aquele cara tava curtindo pra caralho. Quando a primeira bunda já tava arrebentada de prazer, passou pra do meio. Devagarzinho começou a martelar aquele cu que era o maior dos três. Era uma posição confortável pra foder, dava pra ficar assim o dia inteiro. Enquanto o segundo anal rolava, a Paula foi lamber o cu da amiga que ainda era virgem. Queria deixar bem preparado pro marido.
Chegou a hora de passar pro terceiro buraco e começou a perfurar devagar. Entrava e saía com cuidado pra essa experiência ser a primeira de muitas e não causar dor na testemunha. Aos poucos foi aumentando o ritmo e ela mesma pedia mais forte. Uma estampida incontrolável surrava aquele cu.
O Roberto já tinha sentido prazer demais e a porra dele queria sair voando. Avisa as minas que vai gozar e elas se posicionam bem juntinhas na frente do pau dele, sentadas no sofá. O primeiro jato foi na cara da Paula. O próximo foi pra direita, bem na boca da primeira testemunha, e o terceiro na boca da esquerda. Não parou por aí. Pegou a esposa pelo queixo e enfiou o pau na boca dela. Queria garantir que ela também sentisse o gosto de homem dele. Finalizou o orgasmo e caiu exausto em cima daquelas três mulheres safadas.
A partir daí, virei pra cozinha e esperei eles subirem pra encontrar "por acaso". Primeiro apareceu o Roberto, procurando pelo em ovo. Falei que tava atrás dele pro jogo de cartas. Ele mandou eu ir na frente, que já me alcançava. Tava pegando uns vinhos na adega e ia subir com a gente. Obedeci e mais tarde ele chegou com As garrafas de um lado, e a esposa dele com as amigas do outro. Os quatro transbordavam felicidade, e todo mundo achava que era por causa do casamento. Eu sabia que era por outro motivo.
Continua...http://www.poringa.net/posts/relatos/2994396/Trio-sorpresa.html
As mesas já estavam armadas no meio de um arvoredo que dava uma sombra majestosa. A gente comeu um monte de comidas gostosas típicas da região e partiu pra pista de dança.
Depois das 18h, minha esposa entrou numa conversa de mulheres e os homens se juntaram pra jogar umas cartas. Mas faltava o noivo, conhecido pela habilidade com os baralhos. Saí pra procurar ele enquanto os outros começavam.
Tava difícil achar ele, e me enfiei na casa principal da chácara. Não tinha uma alma naquela construção.
No caminho, encontrei uma escada que levava pra adega dos donos da casa. Desci e me deparei com uma cena do caralho. Estavam o noivo e a noiva: ele de sunga branca que marcava o volume imponente e ainda com o laço do smoking, e ela, ainda com o véu e a coroa de flores, vestia um conjunto de lingerie branca que realçava o corpo. Parecia um corpo esculpido à mão pelos deuses do Olimpo. Conhecia eles há tempos, mas nunca tinha imaginado a perfeição daqueles corpos.
Eles olhavam pro lado oposto e posavam perto dos tonéis. De repente, um flash. Não estavam sozinhos. Mudei de lugar e na frente deles estavam as duas damas de companhia com um conjunto de Lingerie idêntica entre elas, tudo num azul elétrico, com perolazinhas e rendas. Elas riam e tiravam fotos.
P — Meu amor, te prometi uma festa única pro nosso casamento e aqui está. Vamos consumar nosso amor, e pra não ficar dúvida, vamos ter essas duas gostosas como testemunhas e participantes do nosso ato.
R — Valeu, Paula. Sabe que te amo de todo coração e esse presente, juro, não esperava. É o melhor presente de casamento que um homem pode pedir. Comer a esposa e as duas melhores amigas dela... (olha pra elas) que ainda por cima são um tesão! na tarde do casamento... porque casamos de dia!
Os quatro riem juntos.
P — Somos tuas, Roberto. Faz com a gente o que quiser!
Roberto não perde tempo e se entrega a aproveitar o manjar que tem nos braços. Percorre a esposa inteira com aquele corpo magnífico, com beijos e carícias que deixam ela no limite. As testemunhas se tocam entre si enquanto tiram fotos pra guardar esse momento.
A esposa tira a sunga do marido e começa a chupar a pica dele com desespero. Não aguentava mais a vontade de devorar aquele homem corpulento. Engole o pedaço inteiro uma vez e outra, enquanto enfia uns dedos na própria buceta. Ele tá de pé, ela agachada sobre os saltos altos, não quer se ajoelhar pra não estragar as meias brancas. Roberto mal consegue ficar de pé com o boquete que tá levando. Paula, generosa, tira o tronco da boca e convida as amigas pra fazerem o revezamento. Ela pega a câmera e começa a gravar como essas duas mulheres tão chupando o pau do marido dela. As minas se revezavam entre a pica e as bolas do cara bonitão. Se entendiam muito bem entre si. Juntavam os lábios e rodeavam o pau, batendo uma com as bocas unidas formando um círculo. O sujeito já não sabia onde se segurar pra manter a compostura. E na frente, Paula continuava enfiando os dedos enquanto filmava esse pornô caseiro.
Tinha uma mesa grande e Forte, com pernas bem grossas do lado onde estavam. A esposa deu instruções para que todas as mulheres se deitassem ali. Posicionou a câmera numa prateleira, pegando um bom ângulo da cena, e se juntou às amigas. Com ela no meio, formavam as cores da nossa amada bandeira. Agora o macho da sala tinha que tirar as tangas e comer aquelas bucetas suculentas. O pau duro o seguia pra todo lado enquanto ele degustava cada manjar. Cada uma, na espera, se masturbava observando o espetáculo erótico do momento.
Depois de tanto fluxo espalhado, agarraram o homem e o colocaram em cima da mesa. Uma das testemunhas esfregou a pussy na cara dele, vendo de frente como a amiga e a recém-declarada esposa comiam aquele rabo de novo. As cabeças subiam e desciam com tesão até que rolou a primeira penetração. Ali mesmo consumaram o amor Paula e Roberto, com aquelas duas mulheres lindas de testemunha. Uma sufocava ele com a xereca e a outra chupava os testículos. Paula enfiava o cock até o fundo em cada sentada que dava. A buceta dela apertava aquele mastro duro que já tinha dado tantos orgasmos pra ela, mas que dessa vez ela decidiu compartilhar.
Tanto mete-saca que a principal participante de tudo goza estrondosamente. É hora de trocar o comando do leme. A que tava curtindo o sexo oral passou a ser penetrada, e a que chupava os ovos foi substituir o lugar da anterior. Paula voltou a pegar a câmera e filmou com mais detalhe a foda que estavam dando no marido dela. A que cavalgava não aguentou muito tempo na montanha e gozou logo num mar de água. Ao mesmo tempo, a boca de Roberto se encheu dos fluidos de quem o atendia.
Saíram da mesa e foram pra um sofá grande que ficava num canto da sala. As meninas terminaram de se despir e se posicionaram ali. Apoiaram os joelhos no assento e os peitos no encosto, deixando à mercê do marido as bundas pra cima, uma do lado da outra.
P- Quem quer pau no cu levanta a mão!
As três levantaram os braços com vontade. Primeiro foi a Paula que levou o pau na bunda. Enquanto filmava, já tinha enfiado os dedos no cu, então era a mais preparada. As amigas começaram a alargar o buraco uma da outra enquanto se beijavam de boca aberta.
Umas pancadas fortíssimas a garota da festa levava. Aquele cara tava curtindo pra caralho. Quando a primeira bunda já tava arrebentada de prazer, passou pra do meio. Devagarzinho começou a martelar aquele cu que era o maior dos três. Era uma posição confortável pra foder, dava pra ficar assim o dia inteiro. Enquanto o segundo anal rolava, a Paula foi lamber o cu da amiga que ainda era virgem. Queria deixar bem preparado pro marido.
Chegou a hora de passar pro terceiro buraco e começou a perfurar devagar. Entrava e saía com cuidado pra essa experiência ser a primeira de muitas e não causar dor na testemunha. Aos poucos foi aumentando o ritmo e ela mesma pedia mais forte. Uma estampida incontrolável surrava aquele cu.
O Roberto já tinha sentido prazer demais e a porra dele queria sair voando. Avisa as minas que vai gozar e elas se posicionam bem juntinhas na frente do pau dele, sentadas no sofá. O primeiro jato foi na cara da Paula. O próximo foi pra direita, bem na boca da primeira testemunha, e o terceiro na boca da esquerda. Não parou por aí. Pegou a esposa pelo queixo e enfiou o pau na boca dela. Queria garantir que ela também sentisse o gosto de homem dele. Finalizou o orgasmo e caiu exausto em cima daquelas três mulheres safadas.
A partir daí, virei pra cozinha e esperei eles subirem pra encontrar "por acaso". Primeiro apareceu o Roberto, procurando pelo em ovo. Falei que tava atrás dele pro jogo de cartas. Ele mandou eu ir na frente, que já me alcançava. Tava pegando uns vinhos na adega e ia subir com a gente. Obedeci e mais tarde ele chegou com As garrafas de um lado, e a esposa dele com as amigas do outro. Os quatro transbordavam felicidade, e todo mundo achava que era por causa do casamento. Eu sabia que era por outro motivo.
Continua...http://www.poringa.net/posts/relatos/2994396/Trio-sorpresa.html
1 comentários - Casamento da Paula e Roberto (V)