Me enamore de una puta 05142017

Sempre que posso, venho te visitar, e mesmo que a cada conversa você mude de nome, de tanto que a gente se vê, alguns já tão começando a coincidir."
São umas 21h da noite, quase sempre te procuro nesse horário. Devia fazer como meus outros parceiros que procuram suas colegas mais cedo, do jeito que eles falam, encontram elas recém-saídas do banho; mas prefiro esse horário, sei lá, me faz sentir mais "romântico", sádico, mas romântico.
Você tava de pé na porta do quarto e, como nas outras vezes, começo com um "oi!, lembra de mim? Falei que voltava e tô aqui". Entramos e você se deitou de costas na cama, como quem diz "se serve". Que risada, hahahahaha – sorri enquanto passava a mão na sua bunda e falei, dessa vez não vim por isso, parece idiota, mas cê me agrada e hoje a gente começou uma banda e tô escrevendo uma música pra você, quero botar seu nome". Que otário eu soei e, pelo visto, você achou graça. Sorriu de um jeito diferente, era um sorriso que eu não tinha pago e acho que ninguém naquele lugar tinha visto. "Quero tocar pra você".
Sentei na cama e você se pendurou em mim por trás, falando "não pode se apaixonar por garotas más, não fez nada e já vai gastar seu tempo". Tirou minha camiseta, a vontade que eu tinha de te beijar, mas você me esquivou e desceu pro meu meio das pernas, dizendo "ainda dá tempo".
Não sei como escrever o que aconteceu depois, sua pele é tão macia, seu cabelo tão sedoso e essa boquinha que faz aquela garganta profunda magnífica. Depois do seu cuzão, são das coisas que mais gosto em você. Tava extremamente excitado quando você perguntou "ainda gosta de mim?". Enfiei meu meio das pernas na sua boca e falei "sim". Você se levantou e colou o rosto no meu, dizendo "o que cê espera? Faz o love em mim".
Você ficou de quatro, comecei a separar suas nádegas pra ver aquela entrada, de repente veio a letra de uma música pra banda na minha cabeça e, enquanto te comia pelo cu, não parava de repetir "Qual é o seu nome?". "Me chama como quiser". As coisas aceleraram, Você se deitou de bruços, levantando a bunda, e assim que te penetrei, você cruzou as pernas pra garantir que meu pau não escapasse.
— Quer saber meu nome? Então mete mais forte.
Segurei sua cintura e, enquanto entrava e saía do seu buraco feito um louco, comecei a soltar uns gases. Acho que você não gostou, porque tentou se mexer, mas eu te prendi pela cintura. Percebendo que te incomodava seus peidinhos soarem mais alto cada vez que eu enfiava no seu cu, resolvi acelerar.
— Me solta ou vai sair alguma coisa se continuar assim — você disse, mordendo os lábios.
— Me diz seu nome — eu repetia sem parar.
Você começou a gritar, mas não parecia de dor. Acho que você tava gostando.
— Para, pelo amor de Deus, para.
— Acho que você tá adorando — apertei mais forte, e aqueles sons vindos das suas tripas não saíam tão seguidos, mas com mais força.
De repente, você parou de reclamar e de resistir, se deixou levar. Parecia um bichinho de pelúcia com a bunda fofinha — falei.
— Então tira o recheio de mim, sou uma pelúcia safada.
Senti seu corpo tenso, sua cara se enchendo de prazer e vergonha. Enfiei meu pau com força, mas alguma coisa me forçava a sair. Não me mexi, e enquanto aquela matéria saía do seu cu, tirei meu pau, afastei suas nádegas e vi o recheio escorrendo.

— Meu nome é Diana.

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