Peitos da Minha Irmã: Minha Obsessão

LCheguei em casa depois do treino de futebol; eram 19 horas, tinha me atrasado batendo papo com os amigos na porta do clube. Precisava chegar em casa e tomar banho para depois completar algumas tarefas de Ciências Sociais, quarto ano. Entro em casa com a energia de quem vem de fazer esporte.

- Quem tá no banheiro? Pergunto pra primeira pessoa que encontro no caminho.
- A PATRI tá tomando banho – responde a mãe.
- Naaa; acabou de entrar? – Me dirijo à porta do banheiro – PATRIK, falta muito?
PATRIK – Não, já tô saindo.

Volto pra cozinha; abro a geladeira, pego o iogurte e sirvo um copo.
Vejo a mãe que tá picando algo verde na tábua. O que você tá fazendo?
- Tô preparando algo pra jantar... aí saiu a PATRI.

- O que você tá fazendo, CHOLI? – me diz PATRI do banheiro, penteando o cabelo recém-lavado.

Com um shorts jeans azul, bem apertadinho, pantufas marrons do pai e meias com coraçõezinhos; aquele shorts faz um bumbum perfeito e em cima só sutiã. Já tô acostumado a vê-la assim, andando pela casa só de sutiã e sem nada por cima, o que não quer dizer que não me esquente ver seus peitos tão expostos, muito pelo contrário.

Ela tava usando um sutiã verde de renda que ficou pequeno. Notei porque os peitos dela pareciam que iam explodir. Nunca tinha visto aquele sutiã antes. O sutiã, por ficar pequeno, apertava aquele par de melões e os levantava, além de deixá-los duros, a pele ficava esticada. Uma maravilha pros meus olhos!

- Vou tomar banho – digo pra ela – Por quê?
- Toma banho e depois preciso que me ajudes, tenho que copiar umas folhas e precisaria que me dites meia página, mais ou menos, e termino mais rápido – ela diz, arrumando os livros e sem sinais de que vá colocar uma blusa.

- Pelo contrário, vamos lá, te ajudo – digo.
- Sério?... mas toma banho e depois me dita.
- (nem fodendo. Pensava) – não, porque se eu tomar banho vou relaxar e nem vou ter vontade, te dito agora.

A mãe, que tava na cozinha, nos vê e diz: – "PATRI, o que você tá fazendo de sutiã. Não te vai colocar uma blusa? - Não. Tá calor. Haha! Mami, peguei esse sutiã seu, é o verde que mais ou menos me serve. - PATRI, você vai esticar eles, olha que você tem muito mais peito que eu. - Vai me arrancar um olho! - digo - se eles escaparem. - Cala a boca, idiota, ela me diz e ameaça me espetar com uma caneta. - Aah, qual é. Tô brincando com você, digo e me sento na frente dela pra poder ver bem aquele par de tetas em detalhes. - Com o que você quer que eu ajude? - Vai, me dita - ela diz e me entrega o celular dela, onde tem um texto da wikipedia.MEla estava prestando atenção e a costura da taça do sutiã estava bem no limite do mamilo. Quase saindo.
Começo. Ela coça a cabeça com o lápis, levanta a mão direita e a teta direita se levanta, deslocando o sutiã um pouquinho. Continuo ditando. Acho que vejo a auréola rosada do mamilo começando a aparecer no seu peito direito. Ela se mexe. Muda de posição e a taça do sutiã continua a se deslocar, de milímetros em milímetros, e começa a aparecer cada vez mais, cada vez mais sua pele fica rosada e encontro o limite entre a pele e o mamilo, sei que ainda está coberto, mas só o rendado do sutiã o tampa, ali por nada, nem mesmo um milímetro.
Estou muito sério. Não faço piadas e esse não é meu costume.

Pergunta: — O que foi?
— Nada… nada… — respondo.

E quase automaticamente, com o dedo indicador e o anelar, ela recoloca o mamilo no lugar, de onde não deveria sair. Mas no mesmo instante, começa a aparecer de novo. Estou desesperado e até faço força com os olhos para ver se escapa e começa a aparecer novamente — é o mamilo da teta direita, não tanto o da esquerda — e ela o recoloca de novo, e ele sai de novo, assim repetidas vezes. Percebo, ou me parece, que às vezes ela meio que se cansa de se arrumar e espera um pouco mais, como se arriscasse mais tempo, como se aguentasse para que aparecesse um pouco mais, sem se importar e demorando mais para se arrumar; pensasse: “O Cholo não percebe” ou talvez: “Que importa, é só um pouquinho que aparece”, continua com aquela parte rosa do mamilo quase fora do sutiã. E ela deixa assim e espera, e suponho que deva pensar que não percebo ou talvez não se importe, porque já está praticamente fora… seu peito esquerdo mostra apenas um arco-íris rosa do mamilo, e seu peito direito tem todo o círculo superior exposto, deixando apenas a ponta do mamilo sob o sutiã — não sei se ela percebeu ou não se importa que eu veja. Estou cheio de perguntas, e que importa? Eu aproveito, me perco, e meu pau está a… Cheio de ereção.

Tenho medo que ela perceba. Continuo com o ditado. Mas estou nervoso. Levanto e vou pegar um copo d'água. Quero olhar bem, mas disfarçando não consigo. Me ocorre uma ideia. Na cozinha, desamarro meus cadarços e, ao passar na frente dela, peço que os ajuste. "Olha só, você tem unhas, será que pode colocar o cadarço do tênis?" Tira o tênis, ela diz. Não, assim não, respondo e apoio o pé na cadeira ao lado. Ela pega os cadarços e fica agachada, e eu com a vista de cima. Deu certo. A visão perfeita dos seus peitos escapando do sutiã. Inchados, lindos e aqueles mamilos que querem sair. PATRI ajusta meus cadarços. Pronto. Diz. E novamente com os dedos, ela puxa o tecido de renda, cobrindo-se para que os peitos não fiquem visíveis.

Continuo com o ditado: procuro no telefone a página, ela colocou o protetor de tela, o celular pede a senha - Toma, está pedindo senha, dou o telefone, e minha irmã começa a responder alguns whatsapps que chegaram. Fico olhando fixamente...PATRI; - digo - como você se distrai arrumando os peitos e esse mamilo que quer sair, por que você não tira o sutiã logo, pra trabalhar melhor, penso eu"
- "Ai não, Choli, mamãe não deixa"
"Não acontece nada, tira sim, ela não tá vendo, tá concentrada no trabalho dela"
- "Tem razão, vou tirar mesmo, até porque você já conhece meus peitos; nossa, olha como meus mamilos ficaram durinhos, tão pontudinhos… hehehe"
- "Nossa, sim, são lindos, ficam duros igual o meu pau fica"
- "Agora? Você tá de pau duro? Tira por baixo da mesa igual no outro dia e eu seguro, vai, deixa eu brincar um pouquinho"
- "Sim, mas antes deixa eu apertar seus mamilos"
- "Tudo bem, vai, adoro que apertem eles, estava esperando você pedir isso;
CHOLI, como eu gosto que mexam nos meus peitos, sempre esperei que você tivesse coragem de pedir, mas tinha vergonha de pedir pra você tocar"
- "Deixa eu chupar eles?"
- "Siiim, eu adoraria, mas agora não porque essa mãe... outro dia... e com certeza vou deixar você chupar minha buceta, porque se você passar a língua nos meus mamilos, eu perco o controle e não consigo mais parar"
- "Me diz que quer me comer, devagarinho, vai…….
- O que é que tá olhando, seu idiota? Me surpreende, PATRI!
- Nada, o que eu vou olhar? - falo com o coração na boca, o grito me trouxe de volta à realidade; viajei total pensando e fantasiei qualquer coisa! Não! E ela me pega olhando pros peitos dela! Não digo nada. Me dá o telefone, você desbloqueou?
- Sim, sim, toma - ela me entrega o telefone e antes de voltar com o ditado, eu pergunto:
- Não te incomoda?
- Se me incomoda com o quê?
- O sutiã não tá apertando?
- Não - ela me diz.

Já recuperado e passado o momento de acusação, volto à excitante realidade que me atormenta.
- Eles vão escapar - digo com voz de conselheiro. Como se não me importasse. Tipo como se dissesse: tá frio, com um tom de total desinteresse.
- Olha - ela diz - e puxa o ar, inflando o peito, e suas tetas imensas e duras sobressaem como se fossem estourar. - Viu? Nem assim escapam. Hihihi

Ah, vá! Isso é demais, ela sabe como me torturar, faz isso pra me mostrar que não escapam ou pra esfregar na minha cara esses peitos lindos!
O que não sei é se ela percebe minha habilidade de me sentir autorizado a olhar. Se ela acabou de dizer "OLHA", de fato, tenho licença total pra olhar pros peitos dela, ela tá me incentivando a fazer isso, e como se não bastasse, numa jogada inesperada, impensada por mim e que nasce da pouca vontade que a PATRI tem de continuar copiando; ela pega um marca-texto azul, tira a tampa, olha pros peitos dela pra baixo, com o queixo apoiado na clavícula, a cintura ereta e os peitos salientes: começa a desenhar neles.

Apoia a ponta do marcador de traço grosso, suavemente no peito direito e começa a traçar devagarinho, devagarinho, o que parecia uma lua, é um "C" e depois, devagarinho, um "H"; tô ficando louco! Me aproximo sem vergonha nenhuma, apoiando meus antebraços na mesa, olhando bem pros peitos dela, como se estivesse olhando um livro e ela me ensinando a ler, aquele "C" e aquele "H" desenhados na parte que tem descoberta da teta direita dela.
- OLHA!
- Deixa eu fazer uma flor em você? - arrisquei. sorte.
- Tá bom - ela me diz e me oferece a caneta - não! Você tá louco.
- Ha! Que histéyummy você é, gata.
- Tá bom, tudo bem - mas à mão livre -
Eu não conseguia acreditar! Eu ia desenhar na teta dela. Pensei em perguntar: A esquerda ou a direita? Mas não quis me arriscar. Peguei a caneta. E aproximei minha mão trêmula, suavemente apoiei a ponta da caneta sobre sua pele brilhante, tão duro seu peito que eu podia desenhar sem problemas as pétalas de uma margarida, devagar, parando em cada detalhe.
Minha irmã com as duas mãos segurava a parte de cima do sutiã para que eu pudesse desenhar melhor; mas claro. Eu estava demorando muito.

- Tá bom, pronto CHOLI, continua a palavra senão vamos ficar até amanhã, não se empolga, babão.
Eu pensava e curtia pra caralho, isso, para nós dois era um jogo, mas quando ela reconhece que eu tô babando e excitado desenhando as tetas dela, ela sabe que é um jogo, sim, um jogo sexual, morboso.
- Ok, ok; eu coloco a L? Dessa maneira no peito direito estava escrita a sílaba CHO e no esquerdo a sílaba LI que eu devia completar. Ou seja, meu apelido, hehe.
Eu estava enlouquecido com esse jogo; tinha carta branca para olhar direto para as tetas da minha irmã; e como se isso fosse pouco eu podia desenhar nelas, a centímetros do mamilo dela prestes a escapar, claro que isso foi extremamente morboso.
- O que mais eu escrevo? Pergunto, com vontade de que esse jogo nunca acabe.
- nada mais, chega! Vamos continuar com a tarefa - ela me diz - pega o phone, agora dita pra mim a parte que tá em negrito. Estende a mão e me dá o celular dela para que eu dite algo que estava marcado em uma página da internet.

A situação se acalma e se torna administrativa, ela com o cabelo sobre o rosto, seu cabelo moreno chega até os ombros, levando o lápis à boca de vez em quando, copia no seu caderno, e eu seriamente dito frase por frase, exceto seus peitos, eles tiram toda a naturalidade da cena, seus peitos desenhados com quatro letras grandes que dizem meu nome; seus mamilos quase escapando do decote do sutiã; durinhos, empinados, brilhando.
Num momento em que o ditado quase chegava ao fim; olhando pro celular dela, percebo que tem uma mensagem não lida no WhatsApp; observação que me distrai completamente e começo a procurar o momento pra bisbilhotar e ver quem está escrevendo, pensando em alguma das amigas dela, aquelas que são tão ou mais gostosas que minha irmã.
— Ei! O que você tá fazendo? Continua! — minha irmã me ordena, me batendo com o lápis na cabeça e me trazendo de volta à mesa de trabalho.
— Nada, nada — digo — e continuo com o ditado, mas agora as frases são extensas porque quero tempo pra fuçar as conversas no celular da PATRIK.
Com muito cuidado, entro na agenda do WhatsApp e vejo que, entre as mensagens, há um contato "Marcelo". Marcelo? Quem é Marcelo? — pergunto a mim mesmo e dito —
Abro o contato, as minhas mãos suam, estou na frente da minha irmã descaradamente invadindo a intimidade dela, revendo mensagens de texto com um tal "Marcelo"; rápido, desço os diálogos; nada: "holis", "hey", "o que faz?", "bad", "sozinha?", "linda", "lindo"... e um monte de bobagens desse tipo. Pensei: deve ser um amigo... até que, quando já estava pra abandonar a travessura, leio: "Quanto tempo que você não me manda uma fotinha safada". Upssss... fotinha? Isso quer dizer que alguma vez ela mandou fotos e não devem ser exatamente de aniversário! Minha busca ficou frenética, o ditado estava terminando, minha distração com o celular da PATRIK tinha feito o clima de estudo decair e minha irmã estava ansiosa pra concluir a tarefa, e seus peitos pintados com giz de cera já não eram as vedetes do momento.
— O que você tá fazendo? — vamos, assim a gente termina.
— Nada, o texto foi pro começo da página, já achei, tá aqui — digo, enquanto solto outra frase —
Não percebo, mas meu dedão se move sem disfarce, querendo chegar ao início da conversa no WhatsApp, procurando aquelas fotos, e chego... sim, chego, e começam a aparecer um monte de quadros borrados, quero... que baixem PATRIK está pelada!, sim, parecem fotos da minha irmã pelada ou de calcinha!, mas estão borradas, não baixam ou ela deve ter apagado, e quando…
- O que você tá fazendo, imbecil! E com um tapa ela arranca o celular da minha mão – PATRIK percebeu.
- Nããão! Você manda foto pelada pra um cara?! Digo sussurrando pra mãe não ouvir.
Ela fica vermelha de vergonha, dá risada, eu me levanto, agarro o braço dela, cravo os dedos na barriga e faço cócegas, tento recuperar o celular.

- Sai, idiota! - Ela me diz - um pouco brava, um pouco envergonhada, um pouco rindo; esse "um pouco rindo" me dá licença pra continuar insistindo, a gente se agarra, ela se abaixa sobre as pernas, de lado pra mesa, e protegendo o celular com as duas mãos que eu quero arrancar à força.
- O que vocês tão fazendo? Pergunta a mamãe da cozinha.
A pergunta dela me distrai e me faz afrouxar, pensei que ela vinha, quando minha irmã aproveita a situação e sai correndo pro quarto dela. Eu persigo; isso vai ficar interessante - penso - PATRIK fica em dúvida entre entrar no quarto dela ou no meu - essas correrias eu já conheço, é como se ela dissesse: "Aposto que não me pega!"; como quando a gente era criança, brincando de gato e rato, era isso que tava rolando nessa corrida. Nisso, ela finge que vai entrar no meu quarto e depois decide pular pro dela, essa dúvida de pra onde correr faz ela perder tempo; ela entra no quarto e atrás vou eu, pulo e consigo agarrá-la pelas costas! Ela com os dois braços segurando o celular e pressionando contra a barriga na altura do umbigo; eu abraço ela por trás, os cabelos da nuca dela fazem cocegar meu nariz, eu assopro, meus dois braços abraçam os dois braços dela.
- Sai, estúpido, não vou te dar – ela diz pra eu soltar – sorri, bufa, faz uma pausa afrouxando e ameaça – EU GRITO! –
- Se gritar eu conto pra mãe que você manda foto pelada pros seus amigos – revido.
Já não me importam mais as fotos, eu gosto do agarramento, da briga. Abraçado nela por trás, eu a sacudo de um lado pro outro. Ela ri. e recupera as forças
- Pra tarado, meus peitos estão saindo!
- Isso! – pensei – ela me avisou, os peitos dela! Foi como se ela dissesse: "se você mexer mais, meus peitos vão sair e você vai poder ver" – e assim comecei meu trabalho de agitação pra deixá-la com os peitos de fora!
PATRIK, ao pressionar o celular contra a barriga com os braços, seus bíceps e tríceps juntavam os dois peitos que pareciam explodir.
Ela solta uma mão e tenta ajeitar o sutiã, mais um empurrão e os peitos escapam, – penso – mudo o movimento, faço força com a pelve e a levanto pra cima, minha irmã, mais divertida que brava, levanta as pernas e esperneia, seus movimentos são bruscos e em um deles nos vemos refletidos no espelho da cômoda; a cômoda dela tem um espelho grande, muito grande, ali estamos nós dois lutando, minha irmã balançando as pernas e eu atrás abraçando ela e seus peitos, seus dois peitos maravilhosos totalmente nus, lindos aos meus olhos e aos olhos dela diante do espelho, pulando e tremendo cada vez que a levanto no ar. Eu seguro, quero congelar a imagem diante do espelho, quero ver bem os peitos dela.
- CHOLO, seu tarado, meus peitos estão pra fora, me solta, estúpido! Ela vira pra que eu não veja, mas me diz, me avisa, me fala "meus peitos estão pra fora" pra que eu os veja, mas por cima do ombro não consigo, só diante do espelho e ela impede, mas sorri.
- O que você prefere, soltar o celular ou que eu veja seus peitos? falo olhando pra nós dois no espelho e ela com os dois peitos bem à mostra, os dois parados, ela já não faz força, se expõe, se mostra nua, minha cabeça vai a mil
- O que importa, olha meus peitos, mas o celular não te dou!
Não podia acreditar no que estava ouvindo, esqueci do celular, já esqueci da mamãe…
- Gente! grita nossa mãe, quebrando o encanto do momento.
- Mamãe! Exclamo, e solto – mamãe está parada na porta com um pano de prato na mão; PATRIK está de costas, corada e já ajeitou o sutiã.
- O que está acontecendo? Já lhe – Eu disse que não gosto que brinquem de forma bruta – diz nossa mãe.
– Cai fora do meu quarto, seu idiota! – grita minha irmã, atirando uma camiseta em mim.
Que imagem para guardar na memória: eu levantando minha irmã no ar, abraçando-a pelas costas, e os dois peitos dela tremendo, duros, com os mamilos firmes refletindo no espelho da cômoda do quarto dela, e ela me olhando nos olhos, falando para o espelho, nua, me dizendo: “Não me importo que você veja meus peitos”.b]- O que você tem pra contar hoje?
- Pra contar... no mínimo, que briguei com meu irmão.
- De novo, e lá vamos nós...
- É, besteira...
- E no máximo?
- No máximo – olha pro teto; assopra a franja; bate os joelhos (ela tá sentada) – no máximo, *mostrei os peitos pra ele*! hahahahaha
- Você disse que nem louca faria isso, lembra?
- É... não... mostrar, mostrar, sei lá, bom, sim, mas não... foi que brigando, na força, eles saíram do sutiã, digo, escaparam hehehe
- Você gostou?
- *Amei*! Não... falando sério, essas situações me deixam *muito* excitada, já conversamos sobre isso, meu irmão me deixa com um tesão da porra, mas brincando, não é excitação com coisas sexuais, é brincadeira... você não sabe como me dá tesão meu irmão ver meus peitos, meus mamilos ficam duros, fico super hiper sensível, mas, não, tenho certeza que ficar de peitos pra ele não me excita, me excita, por exemplo, isso que aconteceu, os peitos escaparem do sutiã, que tudo seja acidental, isso me deixa *super* cachorra!
- Deixa eu ver se entendi: você quer dizer que o tesão tá em tudo acontecer acidentalmente, que se você chamar o CHOLO e disser, por exemplo, quero ver seu pau e eu te mostro meus peitos, isso não é interessante, não é excitante?
- Exatamente.
- E me conta: você já planejou situações desse tipo pra que surjam ocasiões excitantes por acaso?
- Não...? Não, mas, sei lá, ficar de sutiã é normal... se ficava apertado, era o da mamãe, meus peitos saíam... um momento pensei: estava com o CHOLI, né? E lá se ia um mamilo, escapava, e claro, estava na frente do meu irmão, e toda hora, às vezes escapou sem eu perceber e ele não viu, estávamos concentrados, ele ditando umas coisas e eu copiando. Depois ele desenhou minhas tetas hehehehehe
- Como assim?
- É, me rabei, na verdade eu escrevi CHO no meu peito direito e o LI no meu peito esquerdo... isso sim me deu tesão, na hora eu queria mostrar meus mamilos pra ele, que eles saíssem, se isso acontecesse já tinha pensado em fazer de conta que... Eu não tinha percebido… comecei a sentir minha calcinha molhada, muito molhada, eu me molho demais. Então pedi pra ele parar, chega! Falei.
- E depois?
- Depois foi o caos total porque o imbecil começou a olhar fotos minhas no celular e aí foi que começamos a brigar e eu fiquei de peitos pra fora.
- De peitos pra fora
- Sim, de peitos pra fora e como eu fiquei excitada… Que imagem pra guardar na memória, eu abraçada pelo meu irmão, meus dois peitos tremendo, duros com os mamilos empinados refletindo no espelho.

15 comentários - Peitos da Minha Irmã: Minha Obsessão

excelente! van mis puntos del dia, espero que la siguiente parte no se haga esperar.

Como recomendacion... mas sexualizacion, siento que va un poco lento el relato...
Muy bueno che, me gusta la trama. No es directo a lo sexual, es mejor todo el histeriqueo ese. Que no se termine NUNCA jaja. Ansioso por la parte V
Muy bueno, al contrario q algún comentario, seguí así, que vaya lento, +10, espero la siguiente
muy entretenido el relato y la continuacion para cuando
EYEFIRE +1
Queremos el capítulo 5!!!, subilo cuando puedas