Comendo a amiga da minha mulher

Tudo começou depois de 5 anos de casado com uma mulher linda. Ela não é modelo, mas tem seus atributos: uns peitos 34b e uma bunda gostosa, o rosto é lindo, olhos verdes e cabelo cacheado comprido cor de mel, boca pequena e delicadamente desenhada com lábios rosa escuros. Os anos trouxeram a rotina, ela engravidou e isso diminuiu nossa vida amorosa. Do sexo fogoso, divertido e intenso dos primeiros anos, não sobrou muito.

Já com a bebê mais crescida e com vontade de reativar nossas noites, começamos a conversar sobre nós, a compartilhar fantasias sexuais. Nossa primeira fantasia era fazer um ménage com outra mulher, vê-la num ato lésbico e possuir as duas seria um manjar inesquecível. Para minha grata surpresa, a "Angela" foi receptiva e topou realizar minha fantasia. Aproveitando o momento, mostrei umas fotos que encontrei aqui no "PORINGA" de ménages, pequenas orgias e lésbicas, imagens umas eróticas e outras mais explícitas e amadoras. Fui notando como as pupilas dela dilatavam, aos poucos fui me aproximando pra sentir a excitação dela. Ela ficou realmente com tesão, como há tempos eu não via. Com doçura e suavidade pra não quebrar o clima, desabotoei a blusa dela, acariciei seus peitos grandes e lindos enquanto lambia seu pescoço, suas orelhas e o pouco que dava das costas. Deixei ela continuar vendo as fotos, queria alimentar essa putaria na mente dela e não queria que ela perdesse nenhum detalhe daquelas imagens, queria que minha fantasia se tornasse dela também.

Me ajoelhei na frente dela, meti minhas mãos por baixo da saia, tirei a calcinha dela e comecei a beijar seus joelhos e pernas. Ela foi relaxando na cadeira e abrindo um pouco mais as pernas, me convidando a continuar beijando e lambendo. Subi pela virilha dela, coisa que ela sempre amou e que agora a fazia gemer baixinho. Com o fogo reativado nela, queria que ela lembrasse do mel do sexo. Lambi as beiradas perto da buceta dela e, aos poucos, fui pousando minha língua nela. Lábios suculentos, lambi e chupei o clitóris dela, o ritmo era ditado por ela com as mãos na minha cabeça. Angela continuava vendo as fotos e alimentando a imaginação enquanto eu bebia do sexo dela os mel esquecidos pela rotina. Ela expôs os peitos e me ofereceu com luxúria, segurava eles pelos lados e indicava onde queria que minha língua passasse. Depois, com sutileza, guiava minha cabeça de volta ao sexo dela, e agora eram minhas mãos que, sincronizadas ao ritmo da minha língua, acariciavam os peitos dela e apertavam de vez em quando os biquinhos. Tirei o olhar da tela, arqueei as costas e, com um suspiro forte, deixei escapar um gemido silencioso enquanto as pernas dela apertavam minha cabeça. Os prazeres estavam de volta na minha mulher. Ela se levantou da cadeira e, num gesto de gratidão, me sentou. Ajoelhou, tirou de dentro da minha calça aquele cúmplice dos prazeres dela e, sem pensar, engoliu ele com um desdém incomum. Me chupou com um certo desespero e descontrole inicial, mas com um balançar de língua e um jeito muito particular que ela tem de chupar, apertava a língua bem na parte de baixo da glande. Ela sabe que é minha parte favorita, e com as mãos acariciava minhas bolas. O que posso dizer? Era um boquete muito gostoso. Eu me senti reconfortado por reiniciar nossa vida sexual desse jeito. Sem tensionar os músculos, deixei meu gozo sair na boca dela e, como reflexo naquele momento, segurei firme a cabeça dela. Não queria que ela perdesse nem uma gota do manjar do homem dela. Ela bebeu e sentou de frente pra mim, me olhou com amor e pediu pra continuarmos com as brincadeiras e realizarmos as fantasias sexuais, já que a ideia de compartilhar com outras pessoas a deixou muito excitada, e que começássemos os contatos.

Com o primeiro passo dado, falei que queria fazer um ménage com uma das melhores amigas dela, "Taty". Angela primeiro recusou, uma conhecida seria muito vergonhoso e difícil, mas com minha insistência e um pouco de paciência fui convencendo ela até que finalmente disse pra tentarmos. Minha tarefa agora seria convencer sua deliciosa amiga Taty

O caminho para realizar minhas fantasias tinha começado, a ideia de ter Taty e Angela na mesma cama me tirava o sono. Organizei uma saída com um pequeno grupo de meus parceiros, cada um com sua parceira, e Angela convidou a Taty, dizendo que apresentaria um amigo meu para ela ir sozinha. Chegando na balada, pedi desculpas pelo vacilo do meu amigo, mas disse que compensaria dançando sem parar, satisfazendo minhas duas lindas acompanhantes. Depois de uns dois tequilas, iniciei meu ataque, mantendo discrição na pista para que ela não desconfiasse da cumplicidade da Angela. Falava no ouvido dela como estava gostosa, como dava pra ver o exercício, a cirurgia que tinha feito para aumentar os peitos, agora irresistíveis. Confessei minha atração por ela, e que a gota d'água foram as fotos do Facebook da última viagem dela: um bronzeado delicioso e uma figura sexual que me roubaram o sono com o desejo de possuí-la. Sem perder tempo, enquanto falava, minhas mãos pousadas na cintura, bem na curva da bunda dela, desciam expandindo as fronteiras. Percebi a aprovação dela, sabia que não era indiferente a mim, enquanto xingava o idiota que tinha largado ela meses atrás, dizendo que era um desperdício ela estar sozinha. Enquanto acariciava a firmeza redonda da bunda dela, notei que ela usava calcinha de renda. A sequência de músicas de bachata estava quase acabando, dei um abraço nela para sentir aqueles peitos duros, e ela respondeu com um beijo rápido na beirada dos meus lábios, me limpou e fomos sentar com a Angela.

Fiquei entre Taty e Angela, minha mulher, e aproveitava cada chance para tocar nela debaixo da mesa, chegava até a virilha e umas duas vezes toquei na bucetinha dela, que já tava molhada. Vi o rostinho dela mudar um pouco, mas ela não falava nada pra não se entregar. Depois abraçava e acariciava a Angela pra ela não se sentir deixada de lado. Nessa Naquele momento, eu tava super tarado e morrendo de vontade de ficar a sós com minhas duas mulheres, mas entrei na onda a noite toda, dançando com as duas até a discoteca fechar. Saímos como de costume, íamos terminar a noite na casa dos nossos amigos, mas a Angela inventou uma desculpa pra gente ir por conta própria, enquanto eu chamava a Taty pra tomar uma garrafa de Tequila entre nós três. Nessa hora, a Angela interveio, convidando também a Taty pra ir pro apartamento, pra evitar que ela tivesse que viajar tão tarde pra casa dela, que era muito mais longe que a nossa. Em outras ocasiões, ela já tinha ficado lá sem nunca rolar nada. A Taty aceitou, pensando em ter uma aventura com o marido da amiga, sem saber dos nossos verdadeiros planos.

Chegamos em casa e eu abri a garrafa. Conversamos e rimos um pouco, a bebedeira deu sono, mas eu falei pra minha mulher ir pro quarto, que eu seguiria daqui a pouco e que ela ficasse à vontade. Fiquei sozinho com a Taty, que agora eu olhava com mais descaro e à vontade. Aquele decote profundo deixava ver os peitos bem torneados dela, que eram ainda melhores que os da minha mulher. Com a vontade de poder deslizar entre aqueles peitos fogosos, sentei do lado dela, sussurrei umas coisas bem quentes no ouvido dela enquanto, com a mão, comecei a acariciar primeiro a cintura e depois os peitões dela. A Taty resistiu um pouco, dizia: "O que a Angela vai dizer se ela acordar?" Eu falei: "Fica tranquila, ela, quando bebe, tá na casa dos avós, dorme bem pesado." Dito isso, me joguei pra beijar o pescoço dela, enquanto desafivelava a blusa. A Taty ainda resistia com medo, fazia pouco tempo que a Angela tinha ido embora, mas continuei beijando e acariciando até ela ceder. Já sem blusa, me afastei um pouco pra apreciar as curvas dela. Um sutiã vermelho com rendas era a lingerie ideal pra noites de paixão. Desabotoei, deslizei as alças pelos braços dela e comecei a lamber gostosamente aqueles peitos deliciosos. Mordiscava um pouco os bicos pra deixá-los no ponto e, com a outra mão, fui subindo por baixo da saia dela. pra sentir aquelas bochechas vermelhas gostosas, virei ela e comecei a lamber a bunda dela, dava mordidinhas naquelas nádegas brancas, lambia o cu dela por cima da calcinha. Tirei a saia, levantei ela e falei que a gente ia pro quarto de visitas. A Taty, que tava super excitada, topou na hora. O que ela não esperava é que eu entrasse no meu quarto. A Angela já tava meio dormindo, sem cerimônia, coloquei ela numa ponta da cama, terminei de despir a Taty e, parado do lado, tirei minha roupa enquanto admirava aquele corpo espetacular. Eu tava no céu, tinha a Taty e a Angela na mesma cama. Desci e comecei a beijar a virilha dela, e rapidinho cheguei na pussy dela, que já tava bem molhadinha. Lambia e chupava com ritmo. Subi lambendo o centro do corpo esbelto dela, lambia o umbigo e ela se contorcia. Lambi aqueles peitões generosos e, nessa altura, comecei a acariciar a Angela. Me ajoelhei na cama e coloquei meu pau na boca da Taty enquanto acariciava minha mulher, até que ela se virou, colocou uma perna por cima da amiga. As duas ficaram quietas por um instante, porque não tinham percebido que a gente tava na mesma cama. Pra não perder a paixão, puxei a Taty pra parte de cima da cama. Aquela cena era muito excitante: Taty completamente pelada e Angela com pouca roupa. Minha mulher se levantou rápido e começou a acariciar os peitos da amiga, e a Taty, surpresa, perdeu a vergonha rapidinho e respondeu com carícias nas nádegas dela.

Tava prestes a ter meu primeiro orgasmo e nem tinha penetrado ninguém ainda. Quando minha mulher começou a chupar meu pau do jeito que ela sabe que eu gosto, eu não aguentei nem 10 segundos e tive uma explosão que deixou as duas banhadas de porra. Elas se tocavam meio de leve (na real, as carícias entre elas não eram como nos filmes, eram mais tímidas, aos poucos foram se soltando, mas mesmo assim aquilo me deixava doidão). Pra ganhar tempo e me recuperar, segurava as mãos das duas e colocava no corpo uma da outra pra se acariciarem sem cerimônia. Comecei chupar a buceta da minha mulher pra ela ficar no mesmo tesão, nessa hora já estávamos todos os três enroscados numa experiência sem igual, a Taty subiu em cima da Ângela e eu troquei de lamber a buceta da minha esposa pra da Taty, as duas estavam no fogo, eu lambia a minha mulher e subia até a bunda da Taty, minha recuperação foi rápida, não queria perder tempo e subi pra finalmente provar as profundezas daquela bucetinha angelical da Taty, eu penetrava ela com tanta vontade como se fosse a última mulher viva naquele momento, minha mulher, que lambia os peitos da Ângela, começou a acariciar minhas bolas, ela queria sentir como eu partia a amiga dela ao meio, a gente virou de lado, a Taty ficou de costas pra mim, a Ângela pediu pra eu ir devagar, ela queria lamber nós dois, eu não acreditava como minha mulher tinha se transformado, a Taty mal sentiu a língua que passava das minhas bolas até a buceta dela, se arrepiou e teve o primeiro orgasmo dela.

Minha mulher saiu de lado, também queria me sentir dentro, e com a Taty deitada ao lado, montou em mim como um cavalo, se dobrava e em vez de deitar em cima de mim, se deitava em cima da Taty, eu via ela dar mordidinhas nos peitos dela e depois procurava a boca dela, depois passava pra minha boca, a gente tentava juntar as três bocas num beijo só.

O jeito que a gente se revirou, se tocou, se beijou, seria outra história inteira, mas a putaria foi sem fim, só os primeiros raios de sol nos trouxeram de volta à terra, a gente se deitou e dormiu, outra coisa foi acordar ao meio-dia pra fazer café e ver essas duas deusas deitadas, não consegui evitar passar minha língua por esses corpos até elas acordarem, a situação foi meio estranha, mas assim começou nossa história de fantasias que continuou em outros encontros, agora a gente tá pensando em experimentar umas paradas de swing, vamos ver o que o destino nos reserva.

Saudações e punhetas doces pra todo mundo!!

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