Acabávamos de tomar umas cervejas na área de baladas perto do bairro.
Eu e Miguel estávamos naquele ponto de felicidade antes de ficar bêbados.
Já tinham descido umas boas canecas, e isso, junto com a quantidade de mulheres gostosas aproveitando o começo do fim de semana, nos deixou num estado de euforia bem gostoso.
A gente andou por várias ruas, naquele estado de semi-inconsciência, extasiados olhando os corpos lindos que passavam na nossa frente.
Rostos alegres de mulheres lindas, centenas de peitos voluptuosos e rabos esplendorosos apertados no tecido.
Decidimos entrar no "chinês" que tinha um pouco antes de chegar no apartamento alugado onde a empresa nos hospedava por uns meses até terminar a obra em que trabalhávamos.
Lá compramos umas latas de cerveja e algo para petiscar e fechamos a noite vendo TV.
Miguel era um homem de 64 anos, perto já da aposentadoria.
A vida desregrada e o costume de viver mais nos bares do que em casa fizeram a mulher dele abandoná-lo quando os dois filhos se emanciparam.
Era um desastre físico, com uns um metro e setenta, vestido de qualquer jeito e com uma barriga de chope enorme.
Não devia ter sido feio quando jovem, mas uma vida de bebedeira e os perrengues na obra tinham marcado o rosto dele; além disso, quando ria, mostrava uma dentadura que faltava metade dos dentes e a outra metade era preta de tanto cigarro, álcool e café.
O cheiro corporal dele estava longe de ser agradável, a falta de higiene e o suor excessivo que o trabalho físico causava deixavam nele um cheiro peculiar, que embora não chegasse a ser nauseabundo, era forte e penetrante.
Quando chegamos lá em cima, ficamos à vontade, tiramos a camiseta e sentamos no sofá para ver TV.
Miguel deixou a barriga enorme à mostra.
Abrimos uns sacos de salgadinho e duas latas de cerveja, e começamos a relembrar os episódios da tarde:
- Porra, que buceta gostosa que a loira de vermelho tinha! Era uma delícia!
- Adoraria ter enfiado toda a pica até gozar dentro dela!
- Me imagino metendo no cu dela, agarrado naquelas bundas e gritando de prazer enquanto chupava meu pau!
- Com a cara de puta que ela tinha, devia foder igual uma louca.
Comentários desse tipo animavam a conversa e enchiam nossas bocas bêbadas de sonhos impossíveis.
Entre comentários, goles de cerveja e risadas, a noite passava.
O conteúdo da TV realmente deixava muito a desejar.
Em dado momento, Miguel sugeriu colocar um filme pornô, a conversa começava a morrer e a programação não chamava atenção.
Então, dito e feito:
Rocco fodendo uma loira espetacular, explorando todos os buracos dela com a pica descomunal.
Ela, por sua vez, retribuía limpando o aparelho e bebendo o tão desejado néctar da vida.
A verdade é que eu tava ficando de pau duro.
- Que pedaço de pica que o cara tem! - Comentou Miguel
- Não é ruim, mas alguns têm maior.
- Tô ficando a mil por hora!
Se você não se importa, vou bater uma, cara.
Vou estourar.
No meu estado desinibido, não me importei; além disso, tava curioso pra ver a pica que se escondia na sombra daquela barriga enorme, e o filme também tava me deixando com tesão.
Ele desabotoou a calça e abaixou a braguilha, deixando ver uma cueca branca com manchas amareladas de mijo e meio gasta.
Enfiou a mão por baixo da roupa e agarrou o pacote, acariciando excitadamente o pedaço de carne.
- Uffa! Porra, que gostoso.
Visualmente dava pra ver um bom volume, ao mesmo tempo que uma onda de cheiros de mijo, merda e porra se espalhou.
Isso, em vez de me dar nojo, aumentou minha excitação ainda mais.
Um pouco sem graça, mantive o olhar no filme, onde a loira mamava freneticamente o enorme falo do Rocco.
Minha pica também crescia por baixo da calça e pedia para ser acariciada.
Reivindicando atenção para sua existência e necessidades.
Miguel continuava focado em se esfregar a pica; acompanhava esse ato com uma orquestra de bufadas e gemidos que deixavam claro que ele estava curtindo.
Parece que desde que se separou, esse era um dos hobbies favoritos quando estava sozinho.
Empunhando a arma, tirou ela da cueca, que já estava pequena pra tal operação.
Revelou um baita aparelho, uns 18 cm.
e grosso, enfeitado com uns testículos enormes cheios de porra e seguiu com dedicação à massagem terapêutica do seu instrumento do amor.
O tom da respiração dele subia, a tontura na minha cabeça por causa do álcool e o cheiro forte de macho no cio.
Eu tinha começado a me acariciar o pau por cima da calça, o que aumentava a tensão das minhas veias e enchia minha mente de pensamentos sujos.
Ele percebeu minha atitude e me convidou pra acompanhá-lo na sinfonia masturbatória em que, por enquanto, eu era só espectador.
Sem pensar, desabotoei a jeans e agarrei meu pau com uma paixão deliciosa.
Miguel olhou e, com um gesto de aprovação, deu sua bênção:
- Belo nabo! Não muito grosso, mas bonito.
A verdade é que, comparado com o dele, o meu parecia pequeno.
Ele se levantou do sofá, baixou a calça e a cueca e virou de costas pra tirar tudo.
Tinha uma bunda enorme e peluda, com umas nádegas carnudas e brancas.
Ao se curvar pra libertar as pernas da prisão das roupas, pendiam entre as pernas uns colhões enormes que pareciam os chocalhos que as vacas leiteiras carregam.
Ele se virou e pude contemplá-lo como Deus o trouxe ao mundo, com seus órgãos muito mais desenvolvidos pelo tempo.
A barriga dele diminuía quando comparada ao enorme e grosso bastão que nascia onde ela morria.
Ele me olhou e, sorrindo, disse pra eu também me despir pra ficar mais à vontade.
Fiz isso e voltamos a sentar no sofá. Rocco estava atrás da loira; ela de quatro e ele com a vara enfiada no cu dela.
Os dois ofegavam e curtiam a função.
Nós, acompanhando a cena, nos masturbávamos hipnotizados pelo espetáculo.
Eu, cada vez mais bêbado e mais excitado.
- Vem, deixa comigo! - disparou Miguel.
Enquanto pegava no meu pau e me substituía no trabalho satisfatório de me dar prazer.
Submisso, deixei ele fazer, ao mesmo tempo que agarrava o mastro dele, que mal dava pra envolver com minha mão.
O prepúcio dele subia e descia, em volta da glande, acompanhando o ritmo da minha mão.
O toque macio e quente daquele pedaço de carne aumentava minha paixão, enquanto sentia a umidade dos líquidos pré-seminais que ele secretava abundantemente.
Essa sensação, junto com o prazer da masturbação que eu tava sentindo, agitava ainda mais minha respiração, curtindo uma situação que até agora nunca tinha sonhado.
Olhei o rosto dele e vi que ele também tava curtindo de olhos fechados.
Olhos que se abriram, surpreendendo minha curiosidade.
Ele largou a tarefa, me encarou firme e, pegando suavemente na minha nuca, me puxou pra perto, aproximou o rosto do meu e calou minhas possíveis protestos enfiando a língua na minha boca, enquanto, agora sim, quase com violência, me segurava forte.
Encheu minha boca com uma porrada de saliva, de gosto nojento, enquanto com a língua dele quase alcançava minha garganta.
Aquele órgão úmido, mole e carnudo, se mexia com habilidade até que conseguiu que a minha aceitasse o jogo e as duas se fundissem numa explosão sensitiva, mistura de prazer e nojo.
Nos fundimos com paixão, misturando nossas salivas e curtindo o calor dos nossos corpos.
O beijo acabou e com a língua dele continuou lambendo meu rosto, me encharcando de cuspe grosso com cheiro de cerveja e comida podre.
Sem dizer nada, me agarrou pelo cabelo e, sem violência mas com decisão, guiou minha cabeça pro pau dele.
Começou a esfregar meu rosto com o falo, misturando os líquidos dele. Genitais com a baba que antes tinha passado no meu rosto.
O estado de embriaguez impedia que eu vomitasse, mesmo que o cheiro fosse repugnante.
Ele parou a pressão com a mão e apontou minha boca pro pau dele:
- Agora, escravo, engole, é todo seu.
E então, com brutalidade, enfiou de uma só vez o gigante aparelho na minha goela.
Eu achava que ia deslocar minha mandíbula, mas minha boca se abriu milagrosamente, engolindo todo o tronco carnudo até as bolas.
Sentia as estocadas na minha garganta, mas não havia espaço pra vômito nem pra reclamação.
Ele esmagou minha cabeça contra o corpo dele e me manteve ali por um bom tempo; quase sufocando, vermelho e congestionado, me sentia incapaz de lutar contra a submissão.
Puxou meu cabelo pra fora e me libertou; as ânsias voltaram e dessa vez resultaram em vômito.
Sem tempo pra reagir, ele me obrigou a ficar de joelhos e usou meu rosto como pano de chão, me besuntando igual uma croquete no meu próprio vômito.
Eu, sem forças nem vontade, aceitava as ordens sem protestar.
- Lambe, lambe.
E eu lambia meu vômito.
Era nojento, mas eu tava excitado com tanta violência.
Ele me levantou de novo com um puxão de cabelo e me beijou outra vez.
Nossas línguas se enlaçaram de novo na miasma que era nossa saliva.
Eu gozava, sentindo ao mesmo tempo a mão dele percorrer minhas costas até chegar no cu.
Lá, ele enfiou um dos dedos sem preparar meu esfíncter.
A dor subiu pela espinha, mas foi abafada pela língua dele na minha boca e a outra mão na minha nuca apertando.
Sem escolha, sofri a violação num silêncio forçado, embora, conforme ele bombeava, o prazer substituía a dor.
Eu era escravo dele e assumia minha condição, e começava a gostar disso.
Sem mais preâmbulos, ele me libertou das correntes e se ajeitou de quatro no sofá, me ordenou que me aproximasse e limpasse as bolas e o cu dele com minha língua.
Eu obedecia sem vontade de resistir, então me posicionei atrás. Aproximei minha boca primeiro nos seus ovos macios, saboreando a textura, e depois no cu dele.
Tinha restos de merda encrostada que eu, com dedicação, limpei, já imune aos nojos, sentindo o calor que saía do buraco.
Nem o cheiro nem o gosto mais me davam nojo, faziam parte do ambiente e eu tinha que aproveitar.
Quando sentiu minha língua molhada no buraquinho dele, começou a gemer igual um cachorro pedindo mais.
Eu abri as nádegas dele e enfiei a língua mais fundo, sentindo com a ponta um pedaço de matéria mais viva.
Os gemidos dele ficavam cada vez mais evidentes, prova de um prazer sem igual.
Ele se virou, me agarrou pela cintura, me colocou de quatro no sofá.
Enfiou de novo um dedo bruscamente no meu cu, como se quisesse alargar.
Tirou de novo, aproximou a pica enorme do meu esfíncter, acariciou suavemente a entrada com ela e, com uma estocada poderosa, enfiou o troço todo até os ovos.
Me senti partindo ao meio e dessa vez, sim, não consegui segurar um grito de dor.
Ele percebeu e tapou minha boca enquanto metia com força dentro de mim.
A destruição lá dentro era brutal, sentia a pica dele até no estômago e a respiração e saliva dele nas minhas costas.
Os gemidos dele eram urros de paixão e conseguiam abafar meu grito abafado de dor.
A loucura dele aumentava cada vez mais, eu sentia o pau dele entrando e saindo num ritmo frenético.
Ele me quebrava e eu não podia reclamar, me sentia cheio por dentro e dolorido, mas começava a gostar, ajudando as estocadas dele com meus movimentos de quadril, tentando não sentir a dor.
Sentia o bafo do hálito dele na nuca e a queda molhada da mucosa dele nas minhas costas e as picaças cada vez mais selvagens no meu cu.
Já tinha quebrado tudo que podia atrapalhar a entrada dele e se acomodava lá dentro com mais facilidade.
- Uufff! Sua putinha.
Vou te destruir.
Vou fazer do teu cu uma buceta e você vai ser minha puta pra sempre.
Quase desmaiando, resultado do prazer e da dor, senti ele tirar o pauzão do meu cu. Cu, me virou e com mais uma porrada de pau certeira, me senti calado e cheio de novo por um pacote murcho de carne temperado com porra, merda e sangue.
De novo me levou ao limite da asfixia enquanto me comia pela boca até sentir um jato de líquido quente enchendo minha garganta.
Era a porra dele que, acompanhada de uma explosão de gemidos, derramou na minha boca.
Quando tirou o pau, um rio grosso escorria das minhas mandíbulas.
Ele desabou sobre mim e de novo me beijou com a língua dele, apaixonadamente.
Se levantou de novo, meteu o pau na minha boca outra vez e disse:
- Bebe
Como se fosse uma fonte, mijou dentro e eu engoli tudo que consegui segurar.
Agradeço por aquela noite.
Eu e Miguel estávamos naquele ponto de felicidade antes de ficar bêbados.
Já tinham descido umas boas canecas, e isso, junto com a quantidade de mulheres gostosas aproveitando o começo do fim de semana, nos deixou num estado de euforia bem gostoso.
A gente andou por várias ruas, naquele estado de semi-inconsciência, extasiados olhando os corpos lindos que passavam na nossa frente.
Rostos alegres de mulheres lindas, centenas de peitos voluptuosos e rabos esplendorosos apertados no tecido.
Decidimos entrar no "chinês" que tinha um pouco antes de chegar no apartamento alugado onde a empresa nos hospedava por uns meses até terminar a obra em que trabalhávamos.
Lá compramos umas latas de cerveja e algo para petiscar e fechamos a noite vendo TV.
Miguel era um homem de 64 anos, perto já da aposentadoria.
A vida desregrada e o costume de viver mais nos bares do que em casa fizeram a mulher dele abandoná-lo quando os dois filhos se emanciparam.
Era um desastre físico, com uns um metro e setenta, vestido de qualquer jeito e com uma barriga de chope enorme.
Não devia ter sido feio quando jovem, mas uma vida de bebedeira e os perrengues na obra tinham marcado o rosto dele; além disso, quando ria, mostrava uma dentadura que faltava metade dos dentes e a outra metade era preta de tanto cigarro, álcool e café.
O cheiro corporal dele estava longe de ser agradável, a falta de higiene e o suor excessivo que o trabalho físico causava deixavam nele um cheiro peculiar, que embora não chegasse a ser nauseabundo, era forte e penetrante.
Quando chegamos lá em cima, ficamos à vontade, tiramos a camiseta e sentamos no sofá para ver TV.
Miguel deixou a barriga enorme à mostra.
Abrimos uns sacos de salgadinho e duas latas de cerveja, e começamos a relembrar os episódios da tarde:
- Porra, que buceta gostosa que a loira de vermelho tinha! Era uma delícia!
- Adoraria ter enfiado toda a pica até gozar dentro dela!
- Me imagino metendo no cu dela, agarrado naquelas bundas e gritando de prazer enquanto chupava meu pau!
- Com a cara de puta que ela tinha, devia foder igual uma louca.
Comentários desse tipo animavam a conversa e enchiam nossas bocas bêbadas de sonhos impossíveis.
Entre comentários, goles de cerveja e risadas, a noite passava.
O conteúdo da TV realmente deixava muito a desejar.
Em dado momento, Miguel sugeriu colocar um filme pornô, a conversa começava a morrer e a programação não chamava atenção.
Então, dito e feito:
Rocco fodendo uma loira espetacular, explorando todos os buracos dela com a pica descomunal.
Ela, por sua vez, retribuía limpando o aparelho e bebendo o tão desejado néctar da vida.
A verdade é que eu tava ficando de pau duro.
- Que pedaço de pica que o cara tem! - Comentou Miguel
- Não é ruim, mas alguns têm maior.
- Tô ficando a mil por hora!
Se você não se importa, vou bater uma, cara.
Vou estourar.
No meu estado desinibido, não me importei; além disso, tava curioso pra ver a pica que se escondia na sombra daquela barriga enorme, e o filme também tava me deixando com tesão.
Ele desabotoou a calça e abaixou a braguilha, deixando ver uma cueca branca com manchas amareladas de mijo e meio gasta.
Enfiou a mão por baixo da roupa e agarrou o pacote, acariciando excitadamente o pedaço de carne.
- Uffa! Porra, que gostoso.
Visualmente dava pra ver um bom volume, ao mesmo tempo que uma onda de cheiros de mijo, merda e porra se espalhou.
Isso, em vez de me dar nojo, aumentou minha excitação ainda mais.
Um pouco sem graça, mantive o olhar no filme, onde a loira mamava freneticamente o enorme falo do Rocco.
Minha pica também crescia por baixo da calça e pedia para ser acariciada.
Reivindicando atenção para sua existência e necessidades.
Miguel continuava focado em se esfregar a pica; acompanhava esse ato com uma orquestra de bufadas e gemidos que deixavam claro que ele estava curtindo.
Parece que desde que se separou, esse era um dos hobbies favoritos quando estava sozinho.
Empunhando a arma, tirou ela da cueca, que já estava pequena pra tal operação.
Revelou um baita aparelho, uns 18 cm.
e grosso, enfeitado com uns testículos enormes cheios de porra e seguiu com dedicação à massagem terapêutica do seu instrumento do amor.
O tom da respiração dele subia, a tontura na minha cabeça por causa do álcool e o cheiro forte de macho no cio.
Eu tinha começado a me acariciar o pau por cima da calça, o que aumentava a tensão das minhas veias e enchia minha mente de pensamentos sujos.
Ele percebeu minha atitude e me convidou pra acompanhá-lo na sinfonia masturbatória em que, por enquanto, eu era só espectador.
Sem pensar, desabotoei a jeans e agarrei meu pau com uma paixão deliciosa.
Miguel olhou e, com um gesto de aprovação, deu sua bênção:
- Belo nabo! Não muito grosso, mas bonito.
A verdade é que, comparado com o dele, o meu parecia pequeno.
Ele se levantou do sofá, baixou a calça e a cueca e virou de costas pra tirar tudo.
Tinha uma bunda enorme e peluda, com umas nádegas carnudas e brancas.
Ao se curvar pra libertar as pernas da prisão das roupas, pendiam entre as pernas uns colhões enormes que pareciam os chocalhos que as vacas leiteiras carregam.
Ele se virou e pude contemplá-lo como Deus o trouxe ao mundo, com seus órgãos muito mais desenvolvidos pelo tempo.
A barriga dele diminuía quando comparada ao enorme e grosso bastão que nascia onde ela morria.
Ele me olhou e, sorrindo, disse pra eu também me despir pra ficar mais à vontade.
Fiz isso e voltamos a sentar no sofá. Rocco estava atrás da loira; ela de quatro e ele com a vara enfiada no cu dela.
Os dois ofegavam e curtiam a função.
Nós, acompanhando a cena, nos masturbávamos hipnotizados pelo espetáculo.
Eu, cada vez mais bêbado e mais excitado.
- Vem, deixa comigo! - disparou Miguel.
Enquanto pegava no meu pau e me substituía no trabalho satisfatório de me dar prazer.
Submisso, deixei ele fazer, ao mesmo tempo que agarrava o mastro dele, que mal dava pra envolver com minha mão.
O prepúcio dele subia e descia, em volta da glande, acompanhando o ritmo da minha mão.
O toque macio e quente daquele pedaço de carne aumentava minha paixão, enquanto sentia a umidade dos líquidos pré-seminais que ele secretava abundantemente.
Essa sensação, junto com o prazer da masturbação que eu tava sentindo, agitava ainda mais minha respiração, curtindo uma situação que até agora nunca tinha sonhado.
Olhei o rosto dele e vi que ele também tava curtindo de olhos fechados.
Olhos que se abriram, surpreendendo minha curiosidade.
Ele largou a tarefa, me encarou firme e, pegando suavemente na minha nuca, me puxou pra perto, aproximou o rosto do meu e calou minhas possíveis protestos enfiando a língua na minha boca, enquanto, agora sim, quase com violência, me segurava forte.
Encheu minha boca com uma porrada de saliva, de gosto nojento, enquanto com a língua dele quase alcançava minha garganta.
Aquele órgão úmido, mole e carnudo, se mexia com habilidade até que conseguiu que a minha aceitasse o jogo e as duas se fundissem numa explosão sensitiva, mistura de prazer e nojo.
Nos fundimos com paixão, misturando nossas salivas e curtindo o calor dos nossos corpos.
O beijo acabou e com a língua dele continuou lambendo meu rosto, me encharcando de cuspe grosso com cheiro de cerveja e comida podre.
Sem dizer nada, me agarrou pelo cabelo e, sem violência mas com decisão, guiou minha cabeça pro pau dele.
Começou a esfregar meu rosto com o falo, misturando os líquidos dele. Genitais com a baba que antes tinha passado no meu rosto.
O estado de embriaguez impedia que eu vomitasse, mesmo que o cheiro fosse repugnante.
Ele parou a pressão com a mão e apontou minha boca pro pau dele:
- Agora, escravo, engole, é todo seu.
E então, com brutalidade, enfiou de uma só vez o gigante aparelho na minha goela.
Eu achava que ia deslocar minha mandíbula, mas minha boca se abriu milagrosamente, engolindo todo o tronco carnudo até as bolas.
Sentia as estocadas na minha garganta, mas não havia espaço pra vômito nem pra reclamação.
Ele esmagou minha cabeça contra o corpo dele e me manteve ali por um bom tempo; quase sufocando, vermelho e congestionado, me sentia incapaz de lutar contra a submissão.
Puxou meu cabelo pra fora e me libertou; as ânsias voltaram e dessa vez resultaram em vômito.
Sem tempo pra reagir, ele me obrigou a ficar de joelhos e usou meu rosto como pano de chão, me besuntando igual uma croquete no meu próprio vômito.
Eu, sem forças nem vontade, aceitava as ordens sem protestar.
- Lambe, lambe.
E eu lambia meu vômito.
Era nojento, mas eu tava excitado com tanta violência.
Ele me levantou de novo com um puxão de cabelo e me beijou outra vez.
Nossas línguas se enlaçaram de novo na miasma que era nossa saliva.
Eu gozava, sentindo ao mesmo tempo a mão dele percorrer minhas costas até chegar no cu.
Lá, ele enfiou um dos dedos sem preparar meu esfíncter.
A dor subiu pela espinha, mas foi abafada pela língua dele na minha boca e a outra mão na minha nuca apertando.
Sem escolha, sofri a violação num silêncio forçado, embora, conforme ele bombeava, o prazer substituía a dor.
Eu era escravo dele e assumia minha condição, e começava a gostar disso.
Sem mais preâmbulos, ele me libertou das correntes e se ajeitou de quatro no sofá, me ordenou que me aproximasse e limpasse as bolas e o cu dele com minha língua.
Eu obedecia sem vontade de resistir, então me posicionei atrás. Aproximei minha boca primeiro nos seus ovos macios, saboreando a textura, e depois no cu dele.
Tinha restos de merda encrostada que eu, com dedicação, limpei, já imune aos nojos, sentindo o calor que saía do buraco.
Nem o cheiro nem o gosto mais me davam nojo, faziam parte do ambiente e eu tinha que aproveitar.
Quando sentiu minha língua molhada no buraquinho dele, começou a gemer igual um cachorro pedindo mais.
Eu abri as nádegas dele e enfiei a língua mais fundo, sentindo com a ponta um pedaço de matéria mais viva.
Os gemidos dele ficavam cada vez mais evidentes, prova de um prazer sem igual.
Ele se virou, me agarrou pela cintura, me colocou de quatro no sofá.
Enfiou de novo um dedo bruscamente no meu cu, como se quisesse alargar.
Tirou de novo, aproximou a pica enorme do meu esfíncter, acariciou suavemente a entrada com ela e, com uma estocada poderosa, enfiou o troço todo até os ovos.
Me senti partindo ao meio e dessa vez, sim, não consegui segurar um grito de dor.
Ele percebeu e tapou minha boca enquanto metia com força dentro de mim.
A destruição lá dentro era brutal, sentia a pica dele até no estômago e a respiração e saliva dele nas minhas costas.
Os gemidos dele eram urros de paixão e conseguiam abafar meu grito abafado de dor.
A loucura dele aumentava cada vez mais, eu sentia o pau dele entrando e saindo num ritmo frenético.
Ele me quebrava e eu não podia reclamar, me sentia cheio por dentro e dolorido, mas começava a gostar, ajudando as estocadas dele com meus movimentos de quadril, tentando não sentir a dor.
Sentia o bafo do hálito dele na nuca e a queda molhada da mucosa dele nas minhas costas e as picaças cada vez mais selvagens no meu cu.
Já tinha quebrado tudo que podia atrapalhar a entrada dele e se acomodava lá dentro com mais facilidade.
- Uufff! Sua putinha.
Vou te destruir.
Vou fazer do teu cu uma buceta e você vai ser minha puta pra sempre.
Quase desmaiando, resultado do prazer e da dor, senti ele tirar o pauzão do meu cu. Cu, me virou e com mais uma porrada de pau certeira, me senti calado e cheio de novo por um pacote murcho de carne temperado com porra, merda e sangue.
De novo me levou ao limite da asfixia enquanto me comia pela boca até sentir um jato de líquido quente enchendo minha garganta.
Era a porra dele que, acompanhada de uma explosão de gemidos, derramou na minha boca.
Quando tirou o pau, um rio grosso escorria das minhas mandíbulas.
Ele desabou sobre mim e de novo me beijou com a língua dele, apaixonadamente.
Se levantou de novo, meteu o pau na minha boca outra vez e disse:
- Bebe
Como se fosse uma fonte, mijou dentro e eu engoli tudo que consegui segurar.
Agradeço por aquela noite.
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