De secretaria a II

Depois de chegar em casa à tarde, a Pamela só largou as coisas e foi pro hospital ver o marido. Quando chegou, viu ele na cama, deitado e imóvel, exatamente como estava quando ela tinha saído. A mina ficou com sentimentos confusos: por um lado, tava triste porque o marido ainda tava naquele estado; por outro, aliviada por ele estar assim, já que desse jeito não desconfiaria de nada do que ela tinha feito; e, por último, se sentiu culpada porque já não pertencia mais só a ele.

Naquela noite, ela ficou pra dormir no hospital, bem do lado do marido convalescente. Depois de um tempo, a Pamela caiu no sono, enquanto sonhava que tava chupando uma piroca grande e grossa. Isso fez ela acordar e ver que já era de manhã. Olhou pro marido de novo e, com nostalgia, deu um beijo nos lábios ressecados dele. Levantou, pegou a bolsa e foi pra casa. Enquanto caminhava, só ficava pensando: "O que é que eu vou fazer?". Agora tava desempregada de novo, mas dava pra se virar e até pagar algumas contas do hospital com o dinheiro que o porco do seu Armando tinha mandado.

Enquanto isso, no colégio, o Yair tava conversando com o primo dele, o Gerardo, que perguntou: "Por que você tá tão feliz?". O Yair não aguentou a vontade de contar a grande façanha dele de ter comido uma mulher tão gostosa que era a Pamela. Então, levou o primo pra um lugar isolado e, em absoluto segredo, contou o que tinha vivido uns dias antes. O moleque se estendeu na explicação e não deixou nenhum detalhe de fora. Contou tudo, desde como encontrou a mina quando chegou, até como continuou macetando ela quando ela já tava desacordada na cama, e não economizou nos adjetivos pra descrever a mulherão.

O Gerardo, que era extremamente parecido fisicamente com o primo, ouvia incrédulo tudo que o Yair contava e, esperando pacientemente até ele terminar, disse:

— Aham, e eu chupo o quê? Cê acha que eu sou idiota ou tô de sacanagem pra acreditar nisso? você comeu uma velha que você diz que é tão gostosa no fim de semana.

Yair ficou estupefato, seu primo, o único pra quem ele tinha decidido contar, não acreditava nele, então, puxando seu smartphone, procurou no Facebook o perfil da garota e, virando a tela na cara do primo, disse:

— Tá aí, filho da puta, é ela, é real e é uma gostosa.

Gerardo pegou o celular nas mãos e, fuçando nos álbuns da página, viu várias fotos de corpo inteiro da Pamela, parando nas que mais gostava. Depois, estendeu o braço devolvendo o telefone ao primo e falou:

— E daí? É uma buceta gostosa, mas isso não quer dizer que você montou nela, muito pelo contrário. Só teria um jeito de eu acreditar: se você me deixasse comer ela também.

A ideia não agradou Yair, ele não queria dividir sua gostosa, então disse “não” pro primo, o que deixou Gerardo puto da vida, que só respondeu:

— Então não acredito, e acabou. Você é um mentiroso e aposto que nem conhece essa que me mostrou, só bate punheta vendo as fotos dela.

Depois dessas palavras, Gerardo foi embora, deixando o primo sozinho, que tava muito irritado por não ter conseguido convencer o primo de que o que ele contava era verdade.

Os dias foram passando e já era sexta-feira. Pamela não tinha tido notícias nem de Yair nem de Dom Armando, então ela vivia com o medo de que a qualquer momento o telefone tocasse e fosse Dom Armando marcando um encontro em algum lugar com o filho. Enquanto isso, ela tinha decidido usar a mensalidade que o pai do moleque tinha mandado e, de manhã, ia malhar e se manter em forma, mas, mais que tudo, tentar se distrair um pouco da situação. De tarde, era certeza que estaria no hospital ao lado do marido, e de noite voltava pra casa pra descansar tranquila. A garota tinha voltado àquela rotina diária. Na sexta de manhã, a garota fez suas atividades normalmente, mas quando começou a viagem para o hospital onde o marido estava, seus medos se tornaram realidade. O celular tocou, era o toque que ela tinha definido para Dom Armando. Com medo, a garota atendeu, e do outro lado alguém respondeu:

— Oi, norinha, espero que esteja pronta para este fim de semana. Vou viajar e deixar a casa só pra vocês dois. Espero que se divirta pra caramba enquanto ele te come, hahaha. Vou mandar um carro amanhã à noite. Deixei uma carta para o Yair em seu nome, avisando que você vai, então ele vai estar te esperando.

Pamela estava furiosa com o jeito que Dom Armando a chamou de “norinha”, mas tentou se conter e só respondeu:

— Ok, já estou sabendo.

Quando Yair chegou em casa depois da escola, encontrou uma carta em cima da cama. Estava escrita no computador e endereçada a ele, como se Pamela tivesse escrito:

“Amor, quero te ver. Fiquei sabendo que seu pai vai viajar e vamos poder ficar sozinhos. Não saia sábado à noite, quero ir te ver.”

Yair não era burro e sabia que aquela nota não tinha sido feita pela Pamela, mas pouco se importava, porque teria mais uma chance de montar naquela gostosa. No entanto, na cabeça dele, girava a ideia de que, mesmo que pudesse comer ela do jeito que quisesse, ninguém acreditaria quando ele tentasse se gabar. Muito a contragosto, Yair precisava conseguir provas de que tinha ficado com ela. Decidido, ligou para o primo e disse:

— A semana inteira você ficou me enchendo o saco com essa história de que não comi aquela velha. Então, na segunda-feira, vou levar um vídeo como prova, pra você parar de falar besteira.

O primo respondeu rápido:

— Isso não prova nada. Você vai colocar as câmeras onde não dê pra ver o rosto da garota. Pode ser até um filme que você baixou. Já te falei, só tem um jeito de eu acreditar que você realmente comeu uma mulher assim: É EU TAMBÉM COMER ELA!

Yair ficou em silêncio por um momento. Se resistia a dividir a Pamela, mas era maior a vontade de se gabar que tinha comido ela do que o desejo de tê-la só pra ele. Falou só "te ligo de novo", desligou o telefone e discou de novo, agora pro escritório do pai dele. Atendeu a nova secretária, a quem ele ordenou imperativamente que procurasse nos arquivos pessoais e desse o número de telefone da que tinha sido a antecessora dela. A nova secretária, contrariada, fez o que o filho do chefe mandou e não demorou pra achar o que tinham pedido. Ditou o número pro moleque, que sem nem agradecer desligou a ligação e discou mais uma vez.

O celular da Pamela tocou e, ao ver quem tava ligando, ela não reconheceu o número. Atendeu estranhando, só pra levar um susto desagradável ao ouvir a voz do Yair dizendo:

— Oi, gostosa, me deram seu número pra eu poder dar umas instruções. Já sei que você vem amanhã à noite, então quero que venha vestida de puta. Quero que traga salto alto, meia e lingerie, quero te ver bem sexy, e quero que você só venha com isso. Se tiver vergonha de ser vista, bota um casaco por cima que cubra tudo. Tô te esperando ansioso, puta.

Pamela não respondeu nada e, depois de ouvir tudo que o Yair tinha falado, só respondeu com um "tá bom" e desligou a ligação. Sabia o que a esperava, mas já tava metida nessa situação. Sem muito o que fazer, foi pro hospital e, como todo dia, ficou com o marido até anoitecer.

Por outro lado, depois de falar com a Pamela, o Yair ligou de novo na hora pro primo dele, Gerardo, e começaram um papo:

— Gerardo, sábado eu como a morena.

— Já te falei que não acredito.

— Acreditaria se eu deixar você ver?

— Não vai fazer isso, não consegue, você nem conhece ela.

— Vai ver como você vai ficar de boca fechada quando ver ela bem empalada no meu pau e ouvir como ela geme cada vez que enfio até o fundo.

— Se tu é foda... Tão gostosona quanto você diz, então deixa eu provar ela.

- Não, isso não vai acontecer.

- Tá com medo de eu comer ela melhor que você e ela não se contentar mais com sua piroquinha e escolher a minha?

Sem perceber, Yair tinha caído no jogo do primo, que o provocava pra fazer ele falar o que queria. E conseguindo o que queria, fez Yair dizer:

- Maldito, você vai ver como ela vai me preferir. E se depois de a gente foder ela, ela me escolher, você vai ter que admitir que eu tenho a pica maior que a sua.

Gerardo, maliciosamente, tinha guiado o primo até onde queria e conseguiu que ele topasse os dois comerem a garota, que até aquele momento não sabia de nada.

O tempo passou e o sábado à tarde chegou. Já eram 6h38 da noite e o sol começava a se esconder no horizonte. Sabendo o que a esperava, Pamela foi até o armário, abriu e começou a escolher a roupa que usaria naquela noite. Entre sutiãs, calcinhas fio dental, meias, saltos, corselets e tops, ela não se decidia e as horas passavam. Não conseguia se concentrar. Só de pensar em ser submetida de novo por Yair, ela ficava doente. Por isso, não tinha ânimo pra escolher roupa sensual. Então, praticamente na marra, pegou a primeira coisa que encontrou e jogou na cama pra ficar pronto quando terminasse de tomar banho.

Ela não sabia que o que a esperava seria muito pior do que imaginava. Porque na casa de Yair, na mesma hora, já estava o primo Gerardo, que ao chegar, a primeira coisa que fez foi perguntar debochado:

- A puta já chegou?

Yair só olhava o primo rindo sem parar. Não tinha dúvida, ele estava extasiado com a ideia de meter na garota. Mas Yair sabia que Pamela ia negar. Por isso, depois de contar a verdadeira história de como tudo tinha acontecido, explicou ao primo como eles iam conseguir foder a mulher entre os dois.

Umas horas depois, na casa dela, Pamela já estava pronta quando a buzina de um carro tocou às Portas de sua casa, a garota saiu enfiada em um casaco que cobria todo o corpo até um pouco acima dos joelhos, deixando ver que estava usando meias de rede pretas e saltos altos da mesma cor. Só ela sabia o que o casaco escondia, deixando o motorista intrigado. Ela entrou no carro sem dizer uma palavra, olhando pela janela as ruas. Os minutos que levaram para chegar à casa de Dom Armando viraram segundos para a garota.

O relógio marcou 11:27 PM. Quando alguém bateu na porta, que, sabendo que a garota chegaria, haviam deixado aberta para ela passar, havia pouca iluminação. "Com certeza o Yair fez de propósito", pensou a garota, e não estava errada. Indo para a sala, ela viu sobre a mesa um bilhete escrito em uma folha de papel tamanho carta. Pegou-o com as mãos e leu o que dizia:

"Te espero no meu quarto, primeira porta à esquerda."

Ao ler isso, a garota partiu para sua desgraça. Subiu as escadas e, ao chegar na porta do quarto, bateu. Do outro lado, alguém respondeu: "Entra." A garota, com medo, girou a maçaneta e empurrou a porta. Na frente dela estava a cama, e ali estava Yair deitado de barriga para cima, completamente nu, com a pica ereta e bem dura apontando para o teto. A garota, na penumbra, já que, assim como toda a casa, a luz estava baixa, se preparou para se aproximar da cama, mas ao dar alguns passos, Yair disse:

-Antes de chegar mais perto, tira o casaco. Quero ver o que você escolheu para me excitar esta noite.

A garota parou de andar e, ficando firme onde estava, guiou as mãos até o casaco para pegá-lo pelas bordas e tirá-lo, devagar, deixando ver o que ela vestia por baixo: uns saltos altos que torneavam ainda mais suas pernas, meias de rede que realçavam a cor da sua pele, uma micro calcinha fio dental que sumia no meio das suas duas bundas enormes e bem empinadas, e um corset com ligeiro, mas sem calcinha, deixando os peitos à mostra, permitindo admirá-los em todo seu esplendor, tudo na cor preta.

Yair a olhava dos pés à cabeça, enquanto ela tentava se cobrir com as mãos, mas era inútil, a roupa era pequena demais para deixar algo à imaginação. Yair novamente se dirigiu a Pamela, dizendo:

— Gostei, gostei tanto que meu pau ficou mais duro. Você vai ter que fazer algo a respeito. Vem aqui e me lembra como você chupou ele da última vez.

A garota fechou os olhos e apertou os dentes de raiva. Não bastava para Yair que ela estivesse à mercê dele, ele tinha que humilhá-la lembrando como fez ela chupar o pau dele. Mas sem dizer nada, a garota se moveu novamente, se aproximando da beira da cama. Ao chegar lá, subiu de quatro na cama, assim conseguindo chegar até onde o garoto estava deitado, enquanto ele a olhava com luxúria. Pamela pegou o grosso pênis com uma mão e o introduziu na boca, fazendo com que Yair começasse a soltar gemidos de prazer.

Trancado no armário e com a porta entreaberta, estava Gerardo, que, com uma visão perfeita do que estava acontecendo na cama, não perdia nenhum detalhe de como a garota chupava o pau do primo. Ele olhava com todos os detalhes como da boca da garota aquele pau aparecia e desaparecia quase por completo, até que Yair segurou a garota pelo cabelo e agora, com o movimento das pernas, enterrava o pênis inteiro na boca dela, enquanto a garota, segurando as virilhas de Yair, tentava frear as investidas tão selvagens que o garoto estava dando, mas sem resultado algum.

Gerardo via como dos olhos de Pamela começavam a brotar lágrimas e ouvia como ela tinha ânsias de vômito, além de um som aquoso que com certeza era o resultado da forma tão feroz com que Yair estava fodendo a boca da garota, até que finalmente ele a soltou do cabelo. Pamela, ao conseguir se separar do pau que estava Bombeando previamente na boca, ela começou a tossir e puxar ar como podia enquanto dos lábios dela escorriam fios de saliva misturados com os fluidos pré-seminais do Yair.

Enquanto ela recuperava o fôlego, Yair olhava pra ela com tesão, pensando em como ia gozar fodendo ela de novo. No armário, o Gerardo já tava mais que excitado, tinha puxado o pau ereto pra fora da calça e começava a esfregar a porra da rola enquanto não perdia um detalhe de como, na cama, o primo dele já tinha sentado e agora, de joelhos, se aproximava da mina que ainda não tinha recuperado o fôlego por completo.

Yair desceu da cama e deu a volta, parou bem atrás da garota que continuava de quatro em cima do colchão. Com brutalidade, segurou a micro fio-dental e arrancou ela de uma vez, destruindo a peça minúscula pra depois agarrar a mulher pelos tornozelos e, puxando ela, fez ela virar de costas na cama, deixando ela de barriga pra cima. Com as mãos, ele separou as pernas dela e apontou o membro dele pra buceta da garota, que gritou:

— Não, por favor, não tô lubrificada, vai doer

Mas, como sempre, Yair não ligou e, enquanto ela soltava um grito alto de dor, o moleque enterrava a cenoura dele no coelho delicado mas suculento da garota, que, pela humilhação de se ver novamente dominada por aquele cara, começava a derramar lágrimas de impotência.

Yair, por sua vez, tava metendo cada vez mais forte e já tinha os olhos completamente virados, não tinha dúvida nenhuma que ele tava curtindo pra caralho. A garota, por outro lado, empurrava ele com as mãos e mexia as pernas tentando afastar ele, mas os esforços dela eram inúteis. Yair continuava metendo mais e mais forte, cada vez enfiava mais fundo nas entranhas da garota o pau grosso e ereto dele enquanto falava:

— Que gostoso você aperta, Pamela, que delícia que eu tô metendo em você

E a garota continuava com a tentativa inútil de separar o macho dela, sem parar de gritando pedindo pra ele parar, tudo isso Gerardo observava da sua posição privilegiada, então pôde ver como seu primo de repente parou e, pegando Pamela pelos tornozelos de novo, juntou os pés da garota e os direcionou pro mesmo lado, deixando ela com as pernas juntas e com uma roça enterrada na buceta, fazendo Yair sentir como o buraco apertado da garota apertava ainda mais a pica dele.

Pamela, sem outra opção, apertava os dentes enquanto sentia aquele pau invasor irromper uma e outra vez nas suas entranhas, enquanto olhava na cara do moleque como ele curtia com muito prazer, ela só soluçava e de vez em quando se ouvia ela dizer:

- Por favor, já chega, para, te imploro

Mas era mais que óbvio que Yair não ia dar bola, então enquanto ela apertava com toda força os lençóis e fechava os olhos, o gordinho se esbaldava comendo ela, segurando ela pelas cadeiras e enterrando uma e outra vez o pau dele, aproveitando a posição em que tinha colocado a garota, até o ponto em que o moleque se separou dela, deitou de novo na cama e disse:

- Vem cá, Pamelita, quero provar mais uma vez sua bunda, mas agora numa posição nova

A garota via com raiva como o membro do Yair ainda tava duro e até parecia mais grosso que da outra vez, numa tentativa tosca de se livrar da situação, Pamela disse que "não tava lubrificada" e que da última vez tinha doído, mas não contava que Yair já tava preparado e, esticando a mão pro criado-mudo, pegou um vidrinho, abriu e derramou um líquido transparente e aparentemente meio grosso em cima da pica dele, falou pra gostosa:

- Viu como eu cuido da sua bunda? Por isso comprei esse lubrificante, pra com ele poder meter a roça mais fundo e te dar mais prazer

A garota olhava incrédula e pensava em como tinha tanta má sorte, sem opção aparente, se levantou na cama e colocou um pé de cada lado. O lado da moça se preparou pra se inclinar e ser penetrada, mas Yair segurou ela e falou:

- Não, assim não, quero que você fique de costas pra mim, quero ver minha pica sumir entre essas suas duas nádegas lindas

A garota se levantou de novo e, virando-se, deu as costas pro cara, só pra se abaixar devagar enquanto o moleque apontava pra entrada daquele cuzinho delicado.

Pamela só sentia aquele pau inchado roçando o cu dela, enquanto ela descia aos poucos e começava a sentir o membro fazendo pressão contra ela, mas de repente, quando a cabeça do pau já tinha entrado no esfíncter da mina, Yair segurou ela pela cintura com as duas mãos e, puxando ela pra baixo, enfiou a porra da pica toda no cu dela. Isso fez a garota gritar de novo:

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHGGGGGGGGGGGGGGGG

Enquanto isso, no armário onde tava escondido, Gerardo tava se masturbando feito um louco enquanto via a mina agachada em cima do primo tentando se apoiar nas pernas do Yair com as mãos pra evitar que a pica fosse tão fundo. No quarto só se ouvia um "splash, splash" cada vez que o Yair puxava a mulher pra baixo enfiando o membro, provavelmente por causa da quantidade de lubrificante que o gordo tinha se lambuzado.

Yair tirou as mãos da cintura da garota e esticou até pegar os peitos dela, puxando ela pra perto e fazendo ela se deitar em cima dele enquanto não parava de meter uma porrada atrás da outra. Nessa posição, a mina apertou os lençóis de novo, enquanto uma mão do cara brincava com o clitóris dela e a outra apertava o pescoço dela pra deixar ela perto e beijar o pescoço. A garota achava nojento, era humilhante o jeito que o moleque tava comendo ela, e o pior é que ela sentia o corpo dela começando a lubrificar. involuntariamente.

Enquanto Gerardo observava a imagem mórbida, já estava mais que excitado e, bem quando sentia que não aguentaria mais e teria que sair para enterrar a pica na garota, viu Yair parar de estimular o clitóris de Pamela e, com a mão, fazer um sinal para ele ir até eles naquele exato instante. Sem pensar duas vezes, Gerardo saiu silenciosamente do armário, já sem calças e com o pau ereto, e foi até onde estava o casal de amantes. Ao chegar na beira da cama, parou para admirar a mulher que estava sendo fodida. Com ímpeto, começou a subir na cama e, ajoelhando-se entre as pernas da garota, pegou seu pau ereto e o direcionou para a entrada da buceta de Pamela.

A garota percebeu a presença do outro rapaz tarde demais e começou a gritar:

— Que porra é essa? Quem é ele? Não, isso não, por favor, Yair, eu te imploro, isso não, é doentio!

Mas era tarde demais. Yair a segurava pelo pescoço e começava a sufocá-la, enquanto Gerardo segurava suas pernas, afastando-as para ter caminho livre até a sua boceta. A garota, como podia, olhava horrorizada enquanto Gerardo se posicionava entre suas pernas para enterrar a pica. Na sua buceta, Pamela só sentia o pau daquele rapaz que ela não conhecia começando a abrir espaço, invadindo seu interior. Como podia, a garota começou a se debater, mas com uma mão Yair segurou seu braço para que não se mexesse, enquanto o outro braço da garota era imobilizado por Gerardo, que já tinha conseguido enterrar a cabeça do seu membro na buceta da garota, fazendo com que ela se sentisse extremamente humilhada.

Com um único empurrão, Gerardo enterrou todo o seu pau na garota, que soltou um grito, enquanto enormes lágrimas escorriam por suas bochechas. A garota só sentia como, dentro dela, os dois paus praticamente se uniam e davam a sensação de que pulsavam, fazendo com que doesse pra caralho, já que ela nunca tinha feito aquilo. posição, mas eles já tendo enfiado a garota pelos dois buracos começaram a bombar violentamente seus paus dentro da mulher, da qual saíam gritos porque com certeza os membros chegavam muito fundo machucando ela, mas a garota continuava chorando e se debatendo até que Yair parou um momento, puxou ela pelo pescoço e, aproximando o rosto dela do dele, sussurrou no ouvido:

- Para de chorar, puta, você tá aqui pra fazer o que eu quero, e isso é o que eu quero, então é melhor começar a rebolar porque eu sei que você gosta, senão meu pai vai ficar sabendo disso e você vai se ferrar feio

Pamela, sabendo que as ameaças de Yair eram mais que reais, não teve outra escolha senão obedecer as ordens daqueles dois moleques, enquanto tentava parar de chorar. Aquele par de gordinhos tinha começado de novo a sessão de mete e tira, só que agora nem Yair nem Gerardo seguravam as mãos dela pra ela não se mexer. Pamela, amarrada pelas ameaças de Yair, já não colocava as mãos tentando separá-los e agora se abraçava em Gerardo tentando não olhar, mas Gerardo afastava ela toda hora porque não queria só ver os peitos da garota, mas de repente o moleque se agarrava com a boca naquele par de peitões que a mulher carregava, e ela só sentia ele mordiscando os bicos e como as pernas, o quadril e a bunda dela eram acariciados pelas mãos de Yair.

Gerardo, que já tinha começado a se masturbar vendo Pamela ser comida pelo primo, não aguentava mais, então acelerou a bombada que tava dando na garota. Isso alertou Pamela, que rapidamente percebeu que aquele moleque queria gozar dentro dela, mas mesmo sabendo que não iam dar ouvidos, a garota implorou:

- Tira pra fora, por favor, dentro não

Mas dessa vez os pedidos dela foram ouvidos, então Gerardo se separou dela e, segurando a gozada, disse:

- Não quer que eu goze dentro de você? Então vamos fazer um trato: vou gozar na sua boca e se Você engole todo meu gozo, sem derramar uma única gota, e vou te deixar em paz.

Pamela, com o rosto cheio de surpresa e enquanto lágrimas ainda escorriam por suas bochechas, só conseguiu dizer "sim" com um movimento de cabeça. Então, sem perder tempo, ela se separou de Yair, que ficou ali largado na cama, esperando pra ver o que ia rolar. Foi quando ele viu a mulher sair da cama e se ajoelhar aos pés de Gerardo, que segurava o pau ereto entre as mãos. Pamela aproximou a boca aberta daquela rola dura e, enquanto Gerardo se masturbava violentamente na frente da garota, ela pegou os colhões do cara com as mãos e começou a massageá-los pra acelerar a gozada. Quando viu Gerardo revirar os olhos, percebeu que era a hora. Então, em vez de só aproximar a boca da pica, ela engoliu aquela porra toda com a boca, levando até o fundo da garganta, e começou a estimular o pau de Gerardo, que já tava soltando o leite dentro dela.

Do jeito que dava, a garota mantinha o pinto dentro da boca e fechava os lábios, apertando aquele membro. Aos poucos, Pamela sentiu o sêmen do cara inundar seu interior. Ela engolia os jatos de gozo que aquele homem derramava dentro dela, mas era tanta porra, tão nojenta a quantidade, que num dado momento a garota teve que abrir a boca pra puxar um pouco de ar, porque tava se sufocando. E, ao fazer isso, acabou deixando cair um pouco do sêmen que Gerardo tinha colocado na boca dela no chão. Com medo, ela viu grandes gotas de gozo no piso e sentiu parte da meleca do cara escorrendo da boca dela, com fios de porra pingando pelo queixo, caindo nos peitos e escorrendo até a barriga, por baixo do espartilho.

Yair só observava aquela cena da garota ajoelhada, praticamente banhada no leite do primo, até que ouviu... Como a mina dizia:
—Por favor, me dá outra chance, eu tava me sufocando, entende? Por isso que eu não con...

Mas foi interrompida bruscamente pelo Gerardo, que botou ela na real:
—Outra chance? Pra quê? A gente fez um trato, ou será que você teria me dado outra chance se tivesse engolido todo o meu esperma?

A garota ficou encarando o Gerardo, sabia que o que o cara tava falando era verdade. De repente, sentiu alguém puxar o braço dela. Quando virou pra ver o que era, viu que o Yair tinha segurado o braço dela e tava puxando ela de volta pra cama. A mina tava exausta e respirando com dificuldade, porque com certeza ainda não tinha se recuperado direito. Por isso, o Yair não teve muito trabalho pra levar ela de novo pra cama e, jogando ela de bruços, fez ela ficar de quatro, com a bunda empinada. Assim, ele teria aquela raba linda toda à disposição dele. Pegando o pau ainda duro, apontou de novo pra entrada do cu, encostou e conseguiu sodomizar a garota mais uma vez. Ela enterrava a cara no colchão pra não dar o gosto pros dois de ouvir ela gritar, mas era inútil, porque mesmo com a cara enfiada no colchão, dava pra ouvir, mesmo que bem abafados, os gritos da mina, que não parava de falar:

—Parem, tá doendo, pelo amor de Deus, parem

Enquanto isso, o Yair continuava com o vai e vem no cu dolorido da mina, que, mesmo já tendo dado antes, ainda não tinha se acostumado direito com a rola que tavam enfiando no rabo dela. De repente, a garota sentiu puxarem o cabelo dela, fazendo ela levantar a cabeça só pra se deparar com o pau duro do Gerardo, que falou:

—Você não terminou de chupar, puta. Agora continua

Com a maquiagem borrada e uma cara de miserável, a garota obedeceu mansamente as ordens do Gerardo e engoliu aquele pau de novo. E enquanto ela tava chupando a porra da pica na frente dela, por trás o Yair continuava metendo sem parar. Num ritmo frenético, a cada estocada a garota soltava um grito de dor que era abafado pela rola que ela tava chupando.

Nesse meio tempo, Gerardo, que já tinha até broxado e voltado a ficar duro, se separou da mulher e sentou na cama, com o pau duro apontando pro teto. Fez um sinal pra garota indicando pra ela sentar em cima dele pra poder penetrar ela de novo. A garota virou pra olhar pro Yair, que tinha parado de bombar o cu dela por um instante. Ela, como se pedisse permissão ou talvez piedade, encarou o Yair, que com um sorriso só falou:

— Faz o que eles tão mandando, puta, você tá aqui pra dar prazer pra gente.

Pamela não resistiu. Se soltou do Yair, que tava enfiando no cu dela, sentiu um vazio imenso porque o cu dela tinha ficado livre por um momento, e de quatro foi em direção ao Gerardo. Devagarzinho, subiu em cima daquele cara e, ajoelhando com uma perna de cada lado dele, começou a descer lentamente até sentir a cabeça daquela rola roçar os lábios da buceta dela. Enquanto ela apoiava as mãos nos ombros do Gerardo, ele segurava ela pela cintura e puxava pra baixo pra acelerar a penetração. Aos poucos, a garota sentiu de novo a rola daquele moleque enchendo ela mais uma vez. Quando finalmente ele tava completamente dentro, Gerardo virou pra olhar a cara da garota, que tava de olhos fechados, só soluçando enquanto dos olhos dela escorriam lentamente umas lágrimas pretas, misturadas com a maquiagem. Enquanto ela tava assim, Gerardo não perdeu tempo e, levando a boca até os peitos da mulher, começou a chupar e morder eles com tudo, sem parar de bombar a buceta dela nem um segundo.

Yair assistia com tesão o primo enfiar a rola dele dentro da garota uma vez atrás da outra, e via o cu da mulher subindo e descendo. Era hipnótico e ao mesmo tempo lindo, tanto que ele não aguentou mais e, colocando as mãos nas nádegas da garota, fez com que ela... O movimento cessou um pouco, Gerardo percebeu rapidamente as intenções de Yair, por isso abraçou a cintura da garota e enfiou toda a pica nela, deixando-a imóvel. Por sua vez, Pamela só sentia Yair afastando suas nádegas, provavelmente deixando a bunda dela completamente à mostra, até sentir a ponta de um pau começando a pressionar seu cu. Yair estava começando a comê-la de novo e, aos poucos, enterrou aquela pica por completo nela.

A garota já estava empalada pelos dois buracos novamente, e agora bombavam aquelas picas num ritmo frenético. No quarto, só se ouviam os gemidos da garota, que, pelo jeito que estava sendo fodida, lutava para puxar o ar. Ela só se segurava nos ombros de Gerardo e, de vez em quando, o abraçava, tentando aguentar a dor que a forma como estavam metendo pelos dois lados causava. Como podia, entre um gemido e outro, ouvia-se Pamela dizer:

- JÁ... Parem... Tá doendo...

Mas, como sempre, não deram ouvidos. Só foi até a garota sentir Yair enchendo o cu dela de porra que ele se separou, deixando a bunda dela destruída e transbordando de sêmen. Enquanto o primo, que já tinha gozado no cu dela, se jogava na cama claramente agitado e exausto, Gerardo pegou a garota pelas pernas e, carregando-a sem tirar a pica, jogou-a de bruços com ele por cima para continuar fodendo ela. Enquanto Gerardo, já fora de si, passava a mão nas nádegas dela, espalhando até as pernas da garota o sêmen com que o primo tinha enchido o cu dela, mas sem parar de meter. Num momento, o gordão não aguentou mais e se deixou gozar dentro da buceta da garota, que só sentiu a porra quente daquele porco inundar seu interior. Sem poder fazer nada, a garota só disse mais uma vez entre lágrimas:

- Nãããooo tira por favor, não goza dentro

Como se ela não tivesse dito nada, Gerardo já tinha terminado de gozar dentro da garota, mas não... enquanto continuava enfiando e tirando o pau dele, como se tentasse enfiar o esperma lá dentro, a garota com cara de miséria só observou como o cara que tinha comido ela pela buceta finalmente se separava dela, tirando o pênis, só pra dar lugar ao que, na opinião dela, era uma cena horrível, porque da buceta dela não escorria, jorrava jatos de esperma daquele cara, ela não podia acreditar como aquele cara tinha tido uma gozada tão enorme, virou pra olhar pros lados e viu como aqueles dois caras obesos estavam largados na cama e enquanto Yair já tava profundamente dormindo, Gerardo ainda tava meio consciente, balbuciando:

- que gostoso, como você aperta, que queijinho você manda

Como pôde, Pamela se levantou, olhou pelo quarto e percebeu que já era dia, tinham transado a noite toda, procurou no chão a calcinha fio dental dela só pra encontrar jogada do lado da cama completamente destruída, lembrou que Yair tinha arrancado ela bruscamente, foi devagar pro banheiro do quarto enquanto sentia as pernas pegajosas e como dos buracos dela escorria o esperma dos dois caras, ao entrar no banheiro conseguiu ver no espelho como toda a maquiagem que ela tinha passado na noite tava borrada, ficou na ponta dos pés e viu como o cu dela tava extremamente aberto e vermelho, preferiu não continuar olhando, lavou o rosto e se limpou o melhor que pôde, saiu do banheiro só pra ver que os dois caras continuavam na cama agora os dois dormindo claramente.

Enquanto pegava o casaco e se cobria como dava, a garota saiu do quarto e foi pras escadas, ao chegar embaixo viu na mesa do hall um envelope grande amarelo, foi até ele e ao abrir conseguiu ler o que Dom Armando tinha escrito pra ela:

“Quando encontrar isso, com certeza já deve ter satisfeito meu garoto, dentro deste envelope te deixo um presente”

Ao olhar mais fundo dentro daquele envelope, conseguiu ver que lá dentro estava uma das notas promissórias que tinha assinado e uma quantia generosa de dinheiro. A garota de cara frívola pegou aquele envelope e, ao sair de casa, encontrou o motorista que Dom Armando sempre mandava. O homem abriu a porta pra ela e disse:

— O senhor me deu instruções pra te levar em casa.

A garota, sem trocar uma palavra com o sujeito, entrou no carro e, mais uma vez, seguiu pra sua casa. Ao chegar no destino, só entrou e, sem nem tomar um banho, se jogou na cama e caiu num sono profundo.

CONTINUA…

(material de minha autoria com outro pseudônimo)

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