vadia, daqui a pouco tô na sua casa. Era assim que a Daniela me falava, uma linda transexual morena de 1,60, magrinha, peitos pequenos sem silicone, uma bunda gostosa e um pau de tamanho normal que impressionava pela dureza em cada ereção. Não passou nem meia hora quando ela avisou que já tinha chegado. Desci pra abrir e encontrei ela de legging, tênis, uma regatinha, tinha acabado de sair da academia. Subimos, trocamos uns beijos, ela sentou um pouco, ofereci uma cerveja, bebemos juntos e ela falou: "prepara o banho que quero que você me lave". Abri o chuveiro, voltei pra ela, tirei o tênis e as meias, a regata e o sutiã, e deixei a legging por último, que já mostrava um pau duro por dentro, querendo sair. Linda imagem da legging com o volume que apalpei um pouco antes de puxar pra baixo junto com a calcinha e liberar aquele pedaço duro que ela tinha. Fomos pro banho e a primeira coisa que ela disse foi: "se eu não pedir pra você gozar, não goza". Com essa regra, entramos debaixo d'água, peguei o sabonete e comecei a ensaboar cada parte do corpo dela, dando atenção especial pra bunda, pros peitos, pro pau, pros ovos. Adorava percorrer aquele corpo escorregadio, aquele pau tão duro, masturbando ele com a mão ensaboada. Ela pediu pra eu virar de costas, mãos na parede, ensaboou minha bunda e começou a passar o pau no meu cu, na minha racha, brincando que a qualquer hora me metia, mas não fazia. Sabia que meu cu era virgem e curtia brincar com isso, mas era muito respeitosa com minha escolha de não fazer algo que eu não tava preparado. Mesmo assim, ela falava: "cê gosta, vadia? vou arrebentar teu cu, cê vai gostar, vai ficar mais vadia ainda". Eu respondia que sim pra tudo, mas ela não passava do limite. Ela entrou debaixo da água pra tirar o sabão do corpo e pediu pra eu me ajoelhar. Apontou o pau direto na minha cara e depois de uns segundos começaram a sair jatos fortes de mijo que foram parar na minha cara, no meu peito, no meu pau que, naquela hora, já tava a ponto de explodir. de explodir por minha masturbação frenética, mas sempre respeitando o pedido da Dani. Termino aquela longa chuva dourada, ele enfiou o pau na minha boca e disse: chupa minha pussy dura que eu tô. Pussy, ele falava. Tirei, comecei a bater uma pra ele chupando os ovos até ouvir ele dizer: chupa, puta, chupa, e foi o que fiz. Ele encheu minha boca de porra, gostosa, quente. Terminamos o banho, eu ainda não tinha gozado, e ele disse: me leva pra almoçar. Quando comecei a me vestir, ele falou: não, hoje você vai de calcinha. Me deu uma dele, tipo culote, branca, de renda, que entrava bem na bunda. Coloquei, vesti uma jeans, tênis, camiseta, e saímos assim. Almoçamos falando de tudo um pouco, sexo foi assunto, claro. Num momento, já pedindo a conta, ele foi ao banheiro e de lá mandou uma foto do pau duro: "olha como tá minha pussy?", dizia a legenda. Voltou, dava pra ver o volume, paguei e fomos embora. No carro, fui meio dirigindo, meio apalpando. Quando chegamos, pegamos o elevador com o zelador do prédio que, imagino, deve ter notado o volume da minha linda acompanhante. Ou ele tinha muita coisa no bolso, ou tava com uma rola dura. Acho que agora o prédio inteiro já sabe dos meus gostos... Entramos, ficamos só de calcinha, ele pediu pra dormir um pouco, o dia lá fora tava feio, então fizemos colherinha. Bom, ele atrás de mim. Sentia aquela rola dura pressionando minha bunda, só contida pelo culote que eu vestia. Se não tivesse ele, provavelmente eu perderia minha virgindade naquela soneca. Não sei quando dormi, mas sei como acordei. Senti algo no meu rosto, abri os olhos e era o pau dele, mole, passando pela minha cara. Abri a boca na hora. Não queria perder aquele momento glorioso de sentir ele crescer na minha boca. E cresceu. Virou uma pedra. Ele me virou de bruços, passou creme nas minhas costas e começou a massagear. Senti o pau apoiado na minha bunda durante toda a massagem. Meu pau tava pronto pra rasgar a calcinha que eu tava usando. deitada, me virei, começamos um 69 inesquecível e ela disse, os dois até gozar. E foi assim, o primeiro a gozar fui eu, que já tava implorando por aquele momento. Na hora, ela. Veio até mim, trocamos um beijo de porra e ficamos na cama vendo TV, feito namorados.
5 comentários - Daniela mi amiga tv
Van diez puntos