Mexicana e suas filhas na farra com o compadre e os filhos.

Há alguns anos, uma amiga virtual mexicana me contou isso. Tentei corrigir a redação, mas não sei se consegui totalmente.

Mexicana e suas filhas na farra com o compadre e os filhos.

Beleza, vou te contar o que rolou.
Pra começar, chegaram pontuais às 19h.
A Silvia tava de regata que chegava até o umbigo, sutiã de meia taça, minissaia e tênis.
A Karla tava com um vestido super curtinho na cor marrom, sem sutiã nem calcinha, e tênis.
Eu, por minha parte, coloquei um vestido decotado atrás e na frente, sem sutiã, calcinha fio dental e tênis.

Nos cumprimentamos com beijo todos e fomos pra sala. Meu compadre trouxe um pudim napolitano e colocamos na mesa da sala de jantar. Sentamos um pouco e depois fomos pro comedor, onde já tínhamos salada e uns petiscos. Meu compadre trouxe também um vinho tinto, que abriu e serviu uma taça pra cada, dizendo que a ocasião pedia, e depois brindamos pelo prazer de estar ali juntos.

Enquanto estávamos lá, o Julio, filho mais velho do meu compadre, chegou perto da Silvia, pegou ela pela cintura e começaram a se beijar e tocar de um jeito bem gostoso, enquanto o Lalo, outro filho do meu compadre, se aproximou da Karla e disse que ela tava super putinha vestida daquele jeito, e começaram a se beijar e acariciar. Meu compadre veio até mim e falou: "Olha só como esses caras ficam com as suas putinhas", e ao mesmo tempo tava acariciando minha bunda de um jeito delicioso. Eu disse: "Sim, e eu gosto que seja assim".

Depois disso, a Silvia falou:
"Ei, hoje nós vamos ser quem escolhe com quem começa a transar, e depois vocês decidem com quem continuam".

Os três concordaram, e como a gente já tinha combinado antes, cada uma foi com quem tinha decidido. Então a Silvia foi com meu compadre, que ela beijou na hora e já começou a pegar no pau dele por cima da calça. A Karla, por sua vez, se aproximou do Julio, e ao ver isso, o Lalo veio até mim, me abraçou e me beijou gostoso enquanto acariciava minhas costas, bunda e pernas, e me dizia: "Que putinha gostosa, vou te foder".

O Julio, que tava com a Karla, enquanto a acariciava, levantou o vestido dela, que já era curtinho, e notou que ela não tava usando nada por baixo. por baixo, e colocando na altura da cintura disse: -Olha essa puta, vem que nem pizza. E meu compadre e Lalo disseram: -Como? E ele respondeu: De entrega imediata, quentinha e pronta pra comer. E todos nós rimos da piada, e depois disso meu compadre disse: -Então vamos lá, filhos, enfiem o pau nessas putas que é o que elas querem. E dizendo isso beijou a Silvia enquanto tirava a camiseta e ela desabotoava a calça, tudo isso sem parar de se beijar, rapidamente estavam nus e ele começou a chupar a bucetinha dela enquanto dizia que estava uma delícia e ela gemida e acariciava sua cabeça. Por sua vez Karla já estava chupando o pau do Julio e ele dizia assim que delícia você chupa, puta, engole tudo e acariciava seus peitos e bunda. Enquanto Lalo tirava meu vestido eu desabotoei seu cinto e abaixei a calça junto com a cueca, depois ele tirou minha calcinha e disse puta, te quero só de tênis, adoro foder uma puta de tênis e já nu ele me disse: - puta, chupa meu pau. E me ajoelhei para chupá-lo, muito gostoso. Depois que meu compadre chupou a bucetinha da Silvia, ele disse: - Vamos, puta, agora chupa meu pau que já está super duro. E sem esperar mais ela se ajeitou para chupá-lo, uma delícia. Depois de um tempo ele disse: - Já vou enfiar. E a colocou no sofá, pôs as pernas dela nos ombros e começou a comê-la. Enquanto Julio já tinha a Karla de quatro e a comia assim, dando palmadas na bunda e dizendo assim, puta, assim engole meu pau todo, e ela só gemia e dizia como estava gostoso. Lalo e eu nos ajeitamos num canto. E depois de um tempo eu disse: - Agora por favor enfia o pau, quero sentir você dentro de mim. E ele disse. - Sim, puta, eu também já quero te comer. Ele deitou no chão e eu comecei a cavalgar. Assim ficamos transando uma delícia, os 6 mudando de posições e depois de um bom tempo o primeiro que se Chegou o Lalo e gozou na minha boca.
O Julio acabou nos peitos da Karla e meu compadre gozou na boca da Silvia.
Depois de chupar o pau deles pra deixar tudo limpinho, nós seis ficamos sentados descansando um momento.

Depois de descansar um pouco e nos recuperarmos, a Karla começou a mamar o pau do Julio de novo, enquanto o Lalo acariciava meus peitos e a gente se beijava, e meu compadre estava acariciando a buceta da Silvia. Aí o Julio disse:
— Essas putas já querem outra dose de pau.
E o Lalo falou:
— É, olha como a Karla já deixou ele duro de novo.
E também disse:
— E olha essa vadia aqui já tá bem molhada.
Se referindo a mim, porque ele já estava enfiando os dedos na minha buceta e eu já estava escorrendo. Aí meu compadre disse:
— É, minha vadia também já quer pau de novo.
E assim começaram a nos comer de novo de um jeito delicioso.

Teve um momento que os três nos colocaram de quatro e, enquanto metiam na nossa buceta, os três enfiavam os dedos no cu (acho que, assim como a gente já tinha planejado com quem começar, eles também tinham planejado isso) e começaram a lubrificar, porque os três nos deram os dedos pra chupar e depois enfiaram nos nossos cuzinhos. De repente, os três ao mesmo tempo encaixaram o pau na entrada do cu e começaram a enfiar, sem parar de acariciar nosso clitóris.

Meu compadre deu um tapa na bunda da Silvia e disse:
— Assim, vadia, relaxa o cu.
E enfiou tudo. Ela gritou e gemeu gostoso, enquanto o Julio dizia pra Karla:
— Já entrei a cabecinha, vadia, agora só falta o tronco.
E também empurrou pra entrar tudo.

O Lalo me disse:
— Relaxa um pouco, vadia, já tá quase entrando tudo.
E ao dizer isso, deu um empurrão e meteu tudo. Soltei um suspiro e gemidos, e aí ele ficou parado um momento pra eu me acostumar com o pau dele.

Depois, os três comentavam:
— Que bundas gostosas essas putas têm.
E diziam entre eles:
— Olha como ela engole tudo.
E apontavam pros nossos cuzinhos. Enquanto continuavam nos fodendo pelo cu, diziam:
—Que rabinhos gostosos essas putinhas têm, hein.

E nos davam palmadas na bunda e meu Lalo falava:
—Olha como essas vadias comem a pica com gosto.

E nos apontavam e assim ficamos fodendo muito gostoso pelo cu e de repente Julio diz pra Karla:
—Já vou gozar, puta.

E tira a pica e posiciona pra ela chupar e goza na boca dela, e ela engole a porra, enquanto meu compadre dizia pra Silvia:
—Assim, puta, assim aperta gostoso o cu assim, assim.

E diz:
—Já quero gozar.
—Vou jogar dentro do seu cu.

Ela gemía e dizia que sim.
Lalo por sua vez não parava de puxar meu cabelo enquanto enfiava a pica e me dizia:
—Que cu gostoso, puta, que delícia.

E depois de um tempo também gozou e jogou a porra na minha boca.

E ao terminar de nos foder pelo cu, nós 6 decidimos descansar e ficamos ali na sala. Depois de descansar um pouco, Lalo se levantou e sentou junto da Karla e a beijou e começou a acariciar e disse:
—Agora sim, já é minha vez com essa puta.

Meu compadre me disse:
—É, já também é minha vez com a minha puta.

Me pegou pela mão pra eu sentar junto dele. Julio se levanta e diz:
—Então tá, me devolve a minha puta.

E pega a mão da Silvia e a ajuda a levantar, e ao levantar ela já começa a pegar na pica dele e Julio diz:
—Olha, minha puta já se recuperou e quer pica.

E eu digo pro meu compadre:
—Eu também quero mais pica.

Dou um beijo super tesão e ele diz:
—Então come, é toda sua.

Enquanto Lalo e Karla não paravam de se beijar e se acariciar.

Então meu compadre diz:
—Bom, eu levo a minha puta pro quarto pra continuar dando pica nela lá.

Fomos pro meu quarto enquanto Julio diz pra Silvia:
—E aí, puta, continuamos fodendo aqui ou me leva pro seu quarto?

E ela responde:
—Como quiser.

Então ele responde:
—Então vamos pro seu quarto.

Imediatamente Karla diz pro Lalo:
—Bora pro meu quarto, quero que me foda bem gostoso.

Bom, depois de... fomos para os nossos quartos, porque ali não soube como estavam comendo minhas filhas, mas o que posso contar é que meu compadre começou a me beijar e chupou minha buceta bem gostoso, para depois me colocar na pose tradicional de missionário e me comeu de um jeito super delicioso porque ao mesmo tempo que enfiava o pau me chupava os peitos e foi algo maravilhoso, quando terminou de meter e gozar na minha buceta ficamos exaustos e ele disse:
– Sabe? Eu pensei que a puta da Silvia não ia aguentar meu pau por causa da bunda, mas como boa puta ela engoliu tudo.

Depois de terminar de transar e conversar, acabamos dormindo, acordamos por volta das 9h, levantamos e fomos tomar banho. Depois disso, Karla e Lalo tomaram banho e por último Silvia e Julio.

Preparamos o café da manhã e depois de comer, limpamos a mesa, lavamos a louça e então sentamos na sala para conversar, e é claro que ficamos nos beijando e nos pegando muito gostoso.

E estávamos nessa quando Karla se levantou de onde estava, veio até onde meu compadre e eu estávamos sentados, se acomodou ao lado dele, pegou no pau dele e disse:
– Agora é minha vez de aproveitar esse pau delicioso.

E deu um beijo no meu compadre, que correspondeu e meteu a mão entre as pernas dela, começando a enfiar o dedo na sua bocetinha, e disse:
– Olhem, essa puta já quer pau de novo.

Rapidamente ela tirou o que estava vestindo e ele disse:
– Se quer pau, pau você vai ter. Vamos, puta, começa a chupar meu pau.

Karla se ajoelhou na frente do sofá para chupar o pau dele. Ao ver isso, Julio veio até mim e disse:
– Bom, acho que agora é minha vez de aproveitar a puta mais experiente.

Eu me levantei e começamos a nos beijar, enquanto ele acariciava minha bunda de um jeito delicioso. Lalo disse para Silvia:
– Vem, puta, que meu pau já está te esperando.

Ao dizer isso, ele tirou o pau para fora e colocou na boca dela, e ela começou a dar uma boa chupada.

E assim começamos a transar muito gostoso de novo.

Julio me colocou de quatro Na parte de trás do sofá, ele começou a enfiar o pau em mim e a acariciar meus peitos, enquanto dizia:
— Que delícia de buceta, sua puta.
Ele metia e tirava de um jeito selvagem que eu adorava, e eu pedia para ele não parar, que metesse mais forte.
Enquanto isso, meu compadre já tinha a Karla sentada no pau dele, subindo e descendo, e ela dizia:
— Que pau gostoso! Que pau gostoso! Eu amo.
Ele respondia:
— Assim, puta, assim, puta, engole ele todinho e que delícia como esses seus peitinhos pulam, rebola mais, sua vadia.
A Silvia dizia para o Lalo:
— Agora, por favor, enfia o pau, eu já quero ele dentro, por favor.
Ele só ria e passava o pau por toda a bocetinha dela sem enfiar, até que finalmente, com um empurrão só, meteu e a Silvia disse:
— Ahhhhhhhhh, que delícia.
O Lalo falava:
— Rebola, puta, rebola, puta, quero que você se mexa gostoso.
E assim eles ficaram nos comendo muito gostoso por um bom tempo. Até que gozaram, o primeiro foi o Julio, que gritou:
— Já, puta, já, puta, vou gozar.
Ele tirou o pau e eu chupei para ele gozar na minha boca, o segundo a gozar foi meu compadre, que disse:
— Ah, que delícia, essa puta está espremendo meu pau.
E ele gozou dentro da Karla, por último gozou o Lalo, e ele perguntou:
— Puta, puta, onde você quer meu leite?
A Silvia respondeu:
— Na boca.
Ela saiu do pau do Lalo e se ajeitou para ele dar o leite na boca dela.
Terminamos, limpamos o pau deles com a língua muito gostoso.
Depois disso, eles nos convidaram para comer.

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