-Aqui está sua bebida.
- Você viu como ele olha pra suas tetas?
- O que você tá dizendo? Quem? - Respondi me fazendo de desentendida, como se a gente não percebesse essas coisas.
- Quem vai ser, o garçom do quiosque. Toda vez que você vai buscar bebidas, ele devora suas tetas com os olhos.
- Kkkk, que exagerado você é, Sergio. No hotel tem um monte de garotas jovens com corpos gostosos pra ele reparar, não precisa prestar atenção em mim. Não acha? Além disso, ele é muito novo, deve ter uns 20 anos no máximo, certeza que tem outros gostos.
- Que autoestima baixa você tem, amor. Te digo uma coisa: essas tetas que você tem enlouquecem qualquer um, e tenho certeza que esse moleque fica de pau duro imaginando como deve ser meter a rola entre elas toda vez que você chega perto do quiosque.
- Mas que burro você é, kkkk. Vou dar um mergulho, idiota - Saí correndo pra piscina, deixando meu marido deitado na espreguiçadeira enquanto ele matava a sede chupando o refrigerante.
A verdade é que a gente precisava daquelas férias. Tinha sido um ano puxado de trabalho e queríamos passar aquela semana do jeito mais relaxado possível. Enquanto outros só apareciam no hotel pra dormir, a gente só queria relaxar ao máximo e curtir as instalações sem precisar fazer excursões estressantes todo dia.
Saí da piscina e não encontrei o Sergio na espreguiçadeira. Enquanto secava o corpo com a toalha, vasculhei os arredores da piscina e vi ele sentado no balcão do quiosque conversando com o garçom. Me aproximei deles enquanto secava o cabelo.
- Vejo que já arrumou um amigão pra me deixar abandonada, né? - Falei isso pro meu marido enquanto enrolava a toalha no corpo e sentava num banquinho ao lado dele.
- Paty, amor, tava dizendo pro Luís que trampo difícil o dele. Aqui na piscina vendo tanta mina gostosa de biquíni e servindo bebida o verão inteiro.
- É, certeza que ele é um pegador e mais de uma cai aos pés dela toda temporada — Respondi olhando nos olhos de Luís com cara de interrogação.
O rapaz ficou vermelho e tentou responder:
— Ehh, bem, eu…
— Hahaha, foi isso que eu disse pra ele, mas sabe o que ele me respondeu? — Interrompeu Sergio.
— Não, não sei, love. Mas por que você não deixa o Luís falar? Me diz, Luís, o que você respondeu pra ele?
Luís, com as cores cada vez mais subidas e baixando o olhar pro chão, conseguiu balbuciar:
— Ehhh, bem, hum, eu tava dizendo pra ele que essas menininhas magricelas que não têm onde pegar não são meu tipo.
— Não? Então qual é o seu tipo?
Meu marido olhou de um lado pro outro, desceu do banquinho e, se posicionando atrás de mim, me envolveu com os braços e me beijou no pescoço pra finalmente dizer:
— Querido, o Luís gosta mais de coroas e com mais carne pra agarrar. Bem do jeito que você é — E enfiando as mãos por baixo da toalha e da parte de cima do biquíni, pegou minhas tetonas e as mostrou por alguns segundos, deixando Luís de boca aberta ao contemplá-las.
— Mas o que você tá fazendo, Sergio? — Falei irritada e me cobrindo o mais rápido que pude — Você passou dos limites, agora mesmo vamos subir pro quarto.
— Não fica assim, mulher, é brincadeira.
— Não gosto dessas brincadeiras. Até amanhã, Luís, desculpa o idiota do meu marido.
— Ehh, sem problemas, até amanhã. — Respondeu com cara de bobo.
Me levantei e, com muita raiva, fui pra dentro do hotel acompanhada pelo Sergio, que se despediu do Luís com um "até amanhã". Esperamos o elevador por alguns segundos, deixamos um casal que descia sair e entramos, com a porta se fechando atrás da gente.
— Viu a cara que ele ficou quando viu suas tetas? — Me disse Sergio, sorrindo.
— Você é um idiota, como é que te ocorre? — Respondi de cara fechada.
— Já te falei que ele tava morrendo pelas suas tetonas, se der mole ele ia cair de boca nelas, haha.
— Não gosto que você faça essas coisas sem combinar comigo, mas…
— Mas o quê?
— Mas você me Fiquei com um tesão danado, se prepara pra me foder assim que chegarmos no quarto - E procurando a boca dele, nos fundimos num beijo até o elevador chegar no nosso andar.
Mal deu tempo de chegar no quarto e já fomos pra cama assim que fechamos a porta. Foi uma fodida incrível e gozei várias vezes pensando no Luís chupando minhas tetas, aquilo me excitou pra caralho.
No dia seguinte ia ser mais um dia de relax, mas não conseguia tirar da cabeça a ideia daquele garoto se esbaldando entre meus peitos.
Embora sempre soubesse que minhas tetas grandes atraíam os homens e faziam virar mais de uma cabeça, isso não era novidade pra mim, mas sempre achei que era coisa mais de homem mais velho. Um garoto que eu quase tinha o dobro da idade sentir atração por mim não entrava nos meus planos, mas pensar nisso me deixou com tesão desde a primeira hora da manhã.
Depois do café, fomos pra piscina e ocupamos nossas espreguiçadeiras. O Luís já tava no quiosque preparando tudo pra um dia puxado de coquetéis, drinks e outras misturas.
- Olha, amor, já tá seu admirador no posto dele, te comendo com os olhos sempre que pode. Por que você não vai fazer uma visitinha e de quebra traz algo gelado?
- Seu safado... sabe como os olhares dele me excitam - Falei me levantando e indo até o balcão.
- Oi Luís, beleza? - Falei sentando num banquinho.
- Ah, oi Paty, aqui preparando as coisas.
- Pode mandar algo gelado pra gente?
- Já era, o que vocês querem?
- Pra Sergio uma cerveja e pra mim deixo você me surpreender, fica à vontade.
- Ok, nesse caso vou preparar o coquetel meu coquetel especial. Que tal?
- Claro! Parece bom.
- Um especial saindo!
- Então, Luís...
- Fala, Paty.
- Cê tem que desculpar meu marido ontem, certeza que foi uma situação escandalosa e chata pra você, que vergonha toda vez que lembro.
O rosto dele ficou vermelho em segundos.
- Ah, não, Paty, não Não se preocupa com isso. Pra ser sincero, eu me mostro algo bem gostoso — baixei o olhar enquanto falava isso, como se tivesse confessando um pecado.
Olhei pros lados pra garantir que ninguém tava perto, coisa que eu já sabia desde o começo.
— Sério que você gosta de mim, Luís? Com tanta garota nova por aqui com corpos bonitos, e você repara em mim? Sou mais velha e sou cheinha, certeza que não posso te agradar.
— Mas o que você tá dizendo, Paty? Eu te acho perfeita, eu gosto de mulher que tem onde pegar e, pra ser sincero, peitão grande é minha fraqueza e não vi ninguém por aqui que chegue aos seus pés nisso. A verdade é que só de pensar em aproveitar umas tetas como as suas, eu fico doido. — E falando isso, me serviu o coquetel que tinha preparado.
Não consegui resistir a ser safada, então levei meu dedo indicador até o copo e acariciei fazendo círculos na borda, enquanto levantava o olhar e encarava ele direto nos olhos, falei com a voz mais sensual que consegui:
— Quem sabe, Luís... talvez um dia você também possa aproveitar umas tetas como essas — e meu olhar desceu na direção das minhas tetas enquanto eu dizia as palavras.
— Uffa, não me fala isso, Katy, que eu não me seguro, hahaha... se não fosse pelo seu marido, já tinha te atacado... nhac nhac.
— Aiiimmmsss — suspirei fundo, puxando o máximo de ar que consegui e inflando o peito ao máximo — Quem sabe, Luís... talvez meu marido seja seu melhor aliado.
E falando isso, peguei o copo e a cerveja e voltei pra onde o Sergio estava, sentindo que o Luís não tirava os olhos de mim.
Quando cheguei, entreguei a cerveza pro meu marido e me deitei do lado dele.
— E aí?
— Acho que deixei ele com um tesão do caralho, hahaha.
O Sergio olhou na direção do bar, cruzou o olhar com o Luís, levantou a cerveja e brindou pra ele. O coitado devia estar alucinando.
— Aposto o que você quiser que se você der mole, em menos de 10 minutos ele tá chupando suas tetas, amor.
— Ah, cala a boca que no final, vou acabar com a buceta mais molhada que a piscina kkkk.
- Se não fizer é porque não quer… Pra mim dá muito tesão ver esse moleque ficar de olho arregalado chupando suas tetas e saber o que é uma mulher de verdade – Me disse Sergio piscando um olho.
Passaram-se mais algumas horas, e o tesão meu e do meu marido só aumentava, já que o Luis cada vez se preocupava menos em esconder o interesse por mim, com os olhares cada vez mais intensos e descarados.
Estávamos nos banhando quando meu marido se aproximou por trás, me abraçou, colocou as mãos nos meus peitos e sussurrou no meu ouvido:
- Te falo que esse moleque passou o dia inteiro com o pau duro por causa das suas tetas.
- Mmmm, pelo visto não é o único com o pau duro hoje – respondi, empinando a bunda pra trás pra sentir o volume que marcava pela sunga.
- Tô com um tesão do caralho imaginando você espremendo o pau dele entre suas tetas até ele gozar.
- Você realmente quer isso?
- Sim, quero ver suas tetas cheias de porra dele.
- Ele não vai ter coragem.
- Tenta, amor.
Verdadeiramente, o tesão tava me deixando louca, e chegou um ponto que eu precisava aliviar a pressão de tanta excitação.
- Você quem quis, amor, fica ligado.
Saí da piscina, me enxuguei com a toalha e fui até o Luís.
- Oi Paty, como tá o dia?
- Bem, Luís, mas sabe? Tem uma coisa que deixa eu e meu marido muito tristes.
- O que foi?
Olhando de um lado pro outro e vendo que ninguém podia ouvir aquilo, falei:
- Acho que é uma pena você não poder realizar seu sonho de aproveitar umas tetas boas, ainda mais tendo umas aqui tão pertinho – e isso eu falei mordendo o lábio e colocando a voz mais sexy que consegui, enquanto juntava meus peitos fazendo um decote imponente.
- Não entendi, Paty.
- Tô te dizendo que se você quiser, são suas – pisquei o olho.
- Porra, agora?
- Agora ou nunca. Você as quer?
- Porra... porra... porra... sim, claro... isso aí, me segue se conseguir.
- O que você disser, meu anjo.
- Oscar! Me cobre, vou no depósito pegar mais cerveja, tão acabando.
- Ok, tranquilo. Pode demorar à vontade - disse o tal Oscar.
Luís saiu do quiosque com passo acelerado em direção aos fundos do hotel, e eu o segui mantendo uma distância segura pra não levantar suspeitas. Finalmente ele entrou num barraco que devia ser o tal depósito, deixando a porta aberta atrás de si. Cheguei na porta uns trinta segundos depois dele. O contraste entre a claridade lá fora e a escuridão lá dentro me cegou nos primeiros segundos depois de passar pela porta, mas não precisei ver pra saber que era exatamente o Luís que, assim que entrei, se jogou em cima de mim me abraçando por trás como um louco à procura dos meus peitos, que ele tirou rapidinho do biquíni e começou a apalpar enquanto lambia meu pescoço com a língua.
- Porra, que vontade de apertar essas tetonas, Paty, faz três dias que você me deixa com um tesão do caralho, ufff.
- Calma, menino, que agora elas são todas suas - falei me soltando dos braços dele e me virando.
Levei as mãos pra trás em busca do fecho do biquíni e deixei a peça, que já não tinha nada pra segurar, cair no chão. Então levantei meus peitos brancos e enormes com as mãos e, oferecendo eles pra ele, falei:
- Não tava com tanta vontade de chupar eles? Tá esperando o quê?
Ele se jogou neles como um desesperado e, pegando eles com as mãos, os aproximou da boca, que desceu ao encontro dos meus peitos. A língua dele começou a lamber minhas tetas, alternando as lambidas com chupões nas minhas aréolas marrons e nos meus bicos, que começaram a crescer e endurecer na hora com as atenções dele.
- Você tem os melhores peitos que já vi na vida, adoro o contraste da sua pele bronzeada com a brancura dessas peras, porra, preciso das duas mãos pra segurar eles. Vou chupar eles até apagar esses enormes... Mamilos que você tem, tão Promíscua… aummm chrupp.
Enquanto chupava um peito, eu apertava o outro com a mão e beliscava o mamilo que já não podia estar mais duro.
De repente, a porta se abriu, inundando o depósito de luz por alguns segundos. Uma silhueta recortada contra a claridade lá de fora entrou rapidamente e fechou a porta atrás de si. O susto do Luís foi até cômico, já que ele caiu de bunda em cima de umas caixas, onde ficou sentado.
— Jajaja, você é bem comodão, hein? Senta pra chupar os peitos da minha mulher mais relaxado? — Disse Sérgio, apoiado na porta que acabara de fechar.
— Ehh… isso, Sérgio… eu não… — A cara do Luís era um poema.
— Fica tranquilo, gatinho. Se você tá mamando esses peitos, é por insistência do meu marido. É um presente que ele te dá. — Falei, me aproximando dele e colocando meus peitos bem na cara dele de novo.
— É, Luís, é um presente que a gente te dá pela atenção que você tem com esses drinques que prepara pra gente. — Disse Sérgio, piscando um olho. — Vai, o que você tá esperando? Te garanto que ela fica bem, mas bem putinha quando comem os peitos dela e enchem de baba. Se você caprichar, dá até pra fazer ela gozar.
— Porra… juro que nos dias que vocês ficarem no hotel, vão ter o melhor serviço de barman da história. Deixa eu me afogar nesses peitos safados.
E dizendo isso, o garoto mergulhou de novo entre meus peitos, chupando, lambendo e mordendo com gana. Afundava a cara entre eles enquanto eu apertava os meus peitos contra a cabeça dele, fazendo com que ele ficasse sem ar por uns momentos.
— Aummm… paff… unnghh, que delícia… srrrpfff… como eu gosto…
— Ohhh, gatinho, adoro como você come meus peitos… mas sabe? Eles não servem só pra serem comidos. — Empurrei a cabeça dele pra trás, fazendo com que ele soltasse a presa com dificuldade.
— Vai, querida, mostra pra ele o que é bom. — Sérgio tinha tirado a sunga e se masturbava, esfregando o pau na parte de cima do meu biquíni, que ele tinha pego do chão.
Eu me inclinei. na frente, levando as mãos até o pacote do Luís e, depois de apalpar por cima da roupa e confirmar que o inquilino tava morrendo de vontade de sair pra tomar um ar, desabotoei tanto o cinto quanto a calça e puxei pra baixo, tirando calça e cueca de uma vez só, fazendo ele levantar as pernas e tirando tudo pelos pés pra deixar meu caminho totalmente livre.
—A pica do Luís apontava pro teto, toda dura. Separei as pernas dele e me ajoelhei na frente, peguei a pica dele com a mão direita e deslizei umas quantas vezes pra cima e pra baixo numa masturbação lenta e rápida. Depois, sem soltar a pica dele, peguei minha teta com a mão esquerda e aproximei do membro até esfregar meu mamilo na cabecinha dele, que já tava destilando umas gotas de líquido pré-seminal.
—Vou fazer você não só gostar das minhas tetas, você vai acabar adorando elas — aí cuspi na cabecinha dele e esfreguei minha saliva na minha aréola como se fosse com um pincel. Cada vez que eu esfregava a pica dele no meu mamilo, todo duro, ele tremia que nem uma mola.
—Mmmm, adoro esfregar sua pica linda nas minhas tetas. Você vai ver o tesão que vou te dar.
Finalmente coloquei a pica dele entre minhas duas tetas e, antes de prender ela entre elas, cuspi mais umas vezes pra lubrificar o máximo que pude. Aí apertei meus peitos em volta da pica dele e comecei devagar um espanhol marca registrada, enquanto olhava pro Luís com cara de menina má.
—Ufff, que tesão... como você aperta minha pica com essas tetonas... Você é uma expert, dá pra ver a prática que tem... Vai, continua socando minha pica até tirar toda a porra de mim, ummmm.
—Luís, acho que você tá com a pica louca de tesão. Me deixa confirmar?
—Pode ficar à vontade, como se tivesse na sua casa, hahaha.
Aí o Sergio se aproximou por trás e, deitando no chão, enfiou a cabeça entre minhas pernas e, pra ter uma visão direta da minha buceta, afastou a calcinha do meu biquíni pra um lado.
Claramente eu tava super molhada e meus sucos escorriam literalmente pernas abaixo.
- Porra, Luís, como você tá! Isso tá completamente encharcado. E aí em cima?
- Bufff… Bestial, nem te conto como ela tá moendo minha pica com essas tetonas que ela tem.
Sergio começou então a passar a língua por toda a minha racha, me fazendo sentir um prazer incrível, chupava minha buceta com a mesma desesperação que pouco antes Luís tinha chupado meus peitos. Alternando lambidas e chupões, enfiando a língua cada vez mais fundo, fazendo os líquidos caírem na boca dele em abundância.
Eu, por minha vez, comecei a acelerar o ritmo da cubana que tava fazendo no Luís. Queria que aquela pica jovem derramasse todo o leite dela nos meus peitos, e queria que fosse agora.
- Vai, garoto! Não vai me dar esse leite? Quero que você regue meus peitos, mmmm, vai, me dá seu leite-
Meus peitos pesados tavam dando um castigo infernal nele, subiam e desciam deslizando pela pica dele e moíam as bolas dele toda vez que batiam nelas no ponto mais baixo, com um barulho surdo, plas plas plas..
- Porra, que safada… você vai fazer eu gozar, ummm.
- E o que você tá esperando? É isso que eu quero, que você me regue com seu leite.
- Aggghhh, tô gozando… tô gozando, agghh
Então rapidamente peguei a pica dele com minhas mãos e, apontando pros meus peitos, sacudi umas quantas vezes até que finalmente os jatos de leite quente começaram a jorrar, cobrindo meus seios.
Foi um momento de êxtase total… sentir os jatos de leite quente caindo nos meus peitos junto com a comida de buceta que o Sergio tava me dando fez uma descarga elétrica percorrer minha barriga, expulsando do meu sexo um jato de fluido que foi direto na boca do meu marido.
Aiii… aiii, tô gozando… tô gozando também… - consegui dizer entre tremores.
Quando recuperei o controle de mim mesma, soltei a pica do Luís e me sentei no chão ao lado do Sergio, que me olhava com um sorriso amoroso e, estendendo a mão, pegou a minha. gesto carinhoso.
Luís se levantou correndo, pegou a roupa do chão, vestiu-se rapidamente e disse:
– Foi uma puta experiência, galera, mas eu tenho que voltar ou vão começar a desconfiar. Paty, valeu por me deixar aproveitar esse par de peitos que você tem.
– Valeu você, Luís, por molhar meus peitos com essa porra tão gostosa, hummm – respondi, pegando um dos meus peitos, levantando ele e levando até a boca para lamber o mamilo e pegar um pouco da gozada do Luís.
– Porra... porra... porra.
Ele disse com os olhos arregalados, depois pegou um par de caixas de cerveja e se despediu da gente:
– Vou indo, tenho que voltar. Vocês fiquem à vontade. E sumiu pela porta, fechando ela atrás de si.
– Seus peitos são ainda mais lindos cobertos de porra, amor – disse Sergio, que continuava de pau duro, enquanto eu, olhando nos olhos dele, espalhava a gozada do Luís pelos meus peitos.
– Por que você não vem aqui e me deixa fazer alguma coisa com isso? – respondi, apontando pro pau dele.
Ele se levantou, ficou bem na minha frente com o pênis lindo ereto apontando pro meu rosto. Acariciei as bolas dele e peguei a rola com a mão pra levar até meus lábios e beijar a cabecinha antes de começar a lamber os testículos dele, subir pelo tronco todo e finalmente engolir, deslizando meus lábios devagar até chegar na base, onde segurei por uns instantes antes de me afastar, deixando ele todo babado.
– Hummm, amor, adoro o que você faz comigo.
– Quero tirar toda a sua porra – falei, levantando o olhar pro rosto dele.
– É sua, tira tudo.
Comecei a mexer a rola dele enquanto alternava chupadas no pau, sempre sem tirar os olhos dos dele. Chupei com tudo que tinha pra ganhar meu prêmio e dar o maior prazer pro Sergio, de um jeito que meus lábios faziam aquele barulho característico toda vez que se soltavam do pau do meu marido.
– Ahhhh, vou gozar, amor, vou gozaaaar.
Comecei a socar o pau dele. rapidamente enquanto abria a boca, esticando a língua na espera de receber a gozada iminente que veio em forma de jatos potentes e numerosos de porra. O primeiro jato caiu na minha cara, mas rapidamente apontei o pau dele pra terminar de derramar na minha boca.
– Hummm, que delícia, amor… você é a melhor. Te amo!
Por alguns segundos, saboreei e brinquei com o esperma dele na minha boca aberta. Depois, fechando-a, deixei o gozo escapar pelos meus lábios e deslizar pelo meu queixo até cair nos meus peitos e lambuzá-los com ele.
– Adoro seu gozo, meu amor, eu também te amo.
Por fim, peguei o pau dele de novo, já meio mole, e meti na boca pra chupar e limpar os últimos vestígios de porra.
Em seguida, o Sérgio me ajudou a levantar e nos beijamos ternamente nos lábios antes de arrumar nossas roupas pra sair daquele depósito abraçados.
Foram umas férias onde tivemos o melhor sexo. Sem dúvida, as melhores que eu lembro.
- Você viu como ele olha pra suas tetas?
- O que você tá dizendo? Quem? - Respondi me fazendo de desentendida, como se a gente não percebesse essas coisas.
- Quem vai ser, o garçom do quiosque. Toda vez que você vai buscar bebidas, ele devora suas tetas com os olhos.
- Kkkk, que exagerado você é, Sergio. No hotel tem um monte de garotas jovens com corpos gostosos pra ele reparar, não precisa prestar atenção em mim. Não acha? Além disso, ele é muito novo, deve ter uns 20 anos no máximo, certeza que tem outros gostos.
- Que autoestima baixa você tem, amor. Te digo uma coisa: essas tetas que você tem enlouquecem qualquer um, e tenho certeza que esse moleque fica de pau duro imaginando como deve ser meter a rola entre elas toda vez que você chega perto do quiosque.
- Mas que burro você é, kkkk. Vou dar um mergulho, idiota - Saí correndo pra piscina, deixando meu marido deitado na espreguiçadeira enquanto ele matava a sede chupando o refrigerante.
A verdade é que a gente precisava daquelas férias. Tinha sido um ano puxado de trabalho e queríamos passar aquela semana do jeito mais relaxado possível. Enquanto outros só apareciam no hotel pra dormir, a gente só queria relaxar ao máximo e curtir as instalações sem precisar fazer excursões estressantes todo dia.
Saí da piscina e não encontrei o Sergio na espreguiçadeira. Enquanto secava o corpo com a toalha, vasculhei os arredores da piscina e vi ele sentado no balcão do quiosque conversando com o garçom. Me aproximei deles enquanto secava o cabelo.
- Vejo que já arrumou um amigão pra me deixar abandonada, né? - Falei isso pro meu marido enquanto enrolava a toalha no corpo e sentava num banquinho ao lado dele.
- Paty, amor, tava dizendo pro Luís que trampo difícil o dele. Aqui na piscina vendo tanta mina gostosa de biquíni e servindo bebida o verão inteiro.
- É, certeza que ele é um pegador e mais de uma cai aos pés dela toda temporada — Respondi olhando nos olhos de Luís com cara de interrogação.
O rapaz ficou vermelho e tentou responder:
— Ehh, bem, eu…
— Hahaha, foi isso que eu disse pra ele, mas sabe o que ele me respondeu? — Interrompeu Sergio.
— Não, não sei, love. Mas por que você não deixa o Luís falar? Me diz, Luís, o que você respondeu pra ele?
Luís, com as cores cada vez mais subidas e baixando o olhar pro chão, conseguiu balbuciar:
— Ehhh, bem, hum, eu tava dizendo pra ele que essas menininhas magricelas que não têm onde pegar não são meu tipo.
— Não? Então qual é o seu tipo?
Meu marido olhou de um lado pro outro, desceu do banquinho e, se posicionando atrás de mim, me envolveu com os braços e me beijou no pescoço pra finalmente dizer:
— Querido, o Luís gosta mais de coroas e com mais carne pra agarrar. Bem do jeito que você é — E enfiando as mãos por baixo da toalha e da parte de cima do biquíni, pegou minhas tetonas e as mostrou por alguns segundos, deixando Luís de boca aberta ao contemplá-las.
— Mas o que você tá fazendo, Sergio? — Falei irritada e me cobrindo o mais rápido que pude — Você passou dos limites, agora mesmo vamos subir pro quarto.
— Não fica assim, mulher, é brincadeira.
— Não gosto dessas brincadeiras. Até amanhã, Luís, desculpa o idiota do meu marido.
— Ehh, sem problemas, até amanhã. — Respondeu com cara de bobo.
Me levantei e, com muita raiva, fui pra dentro do hotel acompanhada pelo Sergio, que se despediu do Luís com um "até amanhã". Esperamos o elevador por alguns segundos, deixamos um casal que descia sair e entramos, com a porta se fechando atrás da gente.
— Viu a cara que ele ficou quando viu suas tetas? — Me disse Sergio, sorrindo.
— Você é um idiota, como é que te ocorre? — Respondi de cara fechada.
— Já te falei que ele tava morrendo pelas suas tetonas, se der mole ele ia cair de boca nelas, haha.
— Não gosto que você faça essas coisas sem combinar comigo, mas…
— Mas o quê?
— Mas você me Fiquei com um tesão danado, se prepara pra me foder assim que chegarmos no quarto - E procurando a boca dele, nos fundimos num beijo até o elevador chegar no nosso andar.
Mal deu tempo de chegar no quarto e já fomos pra cama assim que fechamos a porta. Foi uma fodida incrível e gozei várias vezes pensando no Luís chupando minhas tetas, aquilo me excitou pra caralho.
No dia seguinte ia ser mais um dia de relax, mas não conseguia tirar da cabeça a ideia daquele garoto se esbaldando entre meus peitos.
Embora sempre soubesse que minhas tetas grandes atraíam os homens e faziam virar mais de uma cabeça, isso não era novidade pra mim, mas sempre achei que era coisa mais de homem mais velho. Um garoto que eu quase tinha o dobro da idade sentir atração por mim não entrava nos meus planos, mas pensar nisso me deixou com tesão desde a primeira hora da manhã.
Depois do café, fomos pra piscina e ocupamos nossas espreguiçadeiras. O Luís já tava no quiosque preparando tudo pra um dia puxado de coquetéis, drinks e outras misturas.
- Olha, amor, já tá seu admirador no posto dele, te comendo com os olhos sempre que pode. Por que você não vai fazer uma visitinha e de quebra traz algo gelado?
- Seu safado... sabe como os olhares dele me excitam - Falei me levantando e indo até o balcão.
- Oi Luís, beleza? - Falei sentando num banquinho.
- Ah, oi Paty, aqui preparando as coisas.
- Pode mandar algo gelado pra gente?
- Já era, o que vocês querem?
- Pra Sergio uma cerveja e pra mim deixo você me surpreender, fica à vontade.
- Ok, nesse caso vou preparar o coquetel meu coquetel especial. Que tal?
- Claro! Parece bom.
- Um especial saindo!
- Então, Luís...
- Fala, Paty.
- Cê tem que desculpar meu marido ontem, certeza que foi uma situação escandalosa e chata pra você, que vergonha toda vez que lembro.
O rosto dele ficou vermelho em segundos.
- Ah, não, Paty, não Não se preocupa com isso. Pra ser sincero, eu me mostro algo bem gostoso — baixei o olhar enquanto falava isso, como se tivesse confessando um pecado.
Olhei pros lados pra garantir que ninguém tava perto, coisa que eu já sabia desde o começo.
— Sério que você gosta de mim, Luís? Com tanta garota nova por aqui com corpos bonitos, e você repara em mim? Sou mais velha e sou cheinha, certeza que não posso te agradar.
— Mas o que você tá dizendo, Paty? Eu te acho perfeita, eu gosto de mulher que tem onde pegar e, pra ser sincero, peitão grande é minha fraqueza e não vi ninguém por aqui que chegue aos seus pés nisso. A verdade é que só de pensar em aproveitar umas tetas como as suas, eu fico doido. — E falando isso, me serviu o coquetel que tinha preparado.
Não consegui resistir a ser safada, então levei meu dedo indicador até o copo e acariciei fazendo círculos na borda, enquanto levantava o olhar e encarava ele direto nos olhos, falei com a voz mais sensual que consegui:
— Quem sabe, Luís... talvez um dia você também possa aproveitar umas tetas como essas — e meu olhar desceu na direção das minhas tetas enquanto eu dizia as palavras.
— Uffa, não me fala isso, Katy, que eu não me seguro, hahaha... se não fosse pelo seu marido, já tinha te atacado... nhac nhac.
— Aiiimmmsss — suspirei fundo, puxando o máximo de ar que consegui e inflando o peito ao máximo — Quem sabe, Luís... talvez meu marido seja seu melhor aliado.
E falando isso, peguei o copo e a cerveja e voltei pra onde o Sergio estava, sentindo que o Luís não tirava os olhos de mim.
Quando cheguei, entreguei a cerveza pro meu marido e me deitei do lado dele.
— E aí?
— Acho que deixei ele com um tesão do caralho, hahaha.
O Sergio olhou na direção do bar, cruzou o olhar com o Luís, levantou a cerveja e brindou pra ele. O coitado devia estar alucinando.
— Aposto o que você quiser que se você der mole, em menos de 10 minutos ele tá chupando suas tetas, amor.
— Ah, cala a boca que no final, vou acabar com a buceta mais molhada que a piscina kkkk.
- Se não fizer é porque não quer… Pra mim dá muito tesão ver esse moleque ficar de olho arregalado chupando suas tetas e saber o que é uma mulher de verdade – Me disse Sergio piscando um olho.
Passaram-se mais algumas horas, e o tesão meu e do meu marido só aumentava, já que o Luis cada vez se preocupava menos em esconder o interesse por mim, com os olhares cada vez mais intensos e descarados.
Estávamos nos banhando quando meu marido se aproximou por trás, me abraçou, colocou as mãos nos meus peitos e sussurrou no meu ouvido:
- Te falo que esse moleque passou o dia inteiro com o pau duro por causa das suas tetas.
- Mmmm, pelo visto não é o único com o pau duro hoje – respondi, empinando a bunda pra trás pra sentir o volume que marcava pela sunga.
- Tô com um tesão do caralho imaginando você espremendo o pau dele entre suas tetas até ele gozar.
- Você realmente quer isso?
- Sim, quero ver suas tetas cheias de porra dele.
- Ele não vai ter coragem.
- Tenta, amor.
Verdadeiramente, o tesão tava me deixando louca, e chegou um ponto que eu precisava aliviar a pressão de tanta excitação.
- Você quem quis, amor, fica ligado.
Saí da piscina, me enxuguei com a toalha e fui até o Luís.
- Oi Paty, como tá o dia?
- Bem, Luís, mas sabe? Tem uma coisa que deixa eu e meu marido muito tristes.
- O que foi?
Olhando de um lado pro outro e vendo que ninguém podia ouvir aquilo, falei:
- Acho que é uma pena você não poder realizar seu sonho de aproveitar umas tetas boas, ainda mais tendo umas aqui tão pertinho – e isso eu falei mordendo o lábio e colocando a voz mais sexy que consegui, enquanto juntava meus peitos fazendo um decote imponente.
- Não entendi, Paty.
- Tô te dizendo que se você quiser, são suas – pisquei o olho.
- Porra, agora?
- Agora ou nunca. Você as quer?
- Porra... porra... porra... sim, claro... isso aí, me segue se conseguir.
- O que você disser, meu anjo.
- Oscar! Me cobre, vou no depósito pegar mais cerveja, tão acabando.
- Ok, tranquilo. Pode demorar à vontade - disse o tal Oscar.
Luís saiu do quiosque com passo acelerado em direção aos fundos do hotel, e eu o segui mantendo uma distância segura pra não levantar suspeitas. Finalmente ele entrou num barraco que devia ser o tal depósito, deixando a porta aberta atrás de si. Cheguei na porta uns trinta segundos depois dele. O contraste entre a claridade lá fora e a escuridão lá dentro me cegou nos primeiros segundos depois de passar pela porta, mas não precisei ver pra saber que era exatamente o Luís que, assim que entrei, se jogou em cima de mim me abraçando por trás como um louco à procura dos meus peitos, que ele tirou rapidinho do biquíni e começou a apalpar enquanto lambia meu pescoço com a língua.
- Porra, que vontade de apertar essas tetonas, Paty, faz três dias que você me deixa com um tesão do caralho, ufff.
- Calma, menino, que agora elas são todas suas - falei me soltando dos braços dele e me virando.
Levei as mãos pra trás em busca do fecho do biquíni e deixei a peça, que já não tinha nada pra segurar, cair no chão. Então levantei meus peitos brancos e enormes com as mãos e, oferecendo eles pra ele, falei:
- Não tava com tanta vontade de chupar eles? Tá esperando o quê?
Ele se jogou neles como um desesperado e, pegando eles com as mãos, os aproximou da boca, que desceu ao encontro dos meus peitos. A língua dele começou a lamber minhas tetas, alternando as lambidas com chupões nas minhas aréolas marrons e nos meus bicos, que começaram a crescer e endurecer na hora com as atenções dele.
- Você tem os melhores peitos que já vi na vida, adoro o contraste da sua pele bronzeada com a brancura dessas peras, porra, preciso das duas mãos pra segurar eles. Vou chupar eles até apagar esses enormes... Mamilos que você tem, tão Promíscua… aummm chrupp.
Enquanto chupava um peito, eu apertava o outro com a mão e beliscava o mamilo que já não podia estar mais duro.
De repente, a porta se abriu, inundando o depósito de luz por alguns segundos. Uma silhueta recortada contra a claridade lá de fora entrou rapidamente e fechou a porta atrás de si. O susto do Luís foi até cômico, já que ele caiu de bunda em cima de umas caixas, onde ficou sentado.
— Jajaja, você é bem comodão, hein? Senta pra chupar os peitos da minha mulher mais relaxado? — Disse Sérgio, apoiado na porta que acabara de fechar.
— Ehh… isso, Sérgio… eu não… — A cara do Luís era um poema.
— Fica tranquilo, gatinho. Se você tá mamando esses peitos, é por insistência do meu marido. É um presente que ele te dá. — Falei, me aproximando dele e colocando meus peitos bem na cara dele de novo.
— É, Luís, é um presente que a gente te dá pela atenção que você tem com esses drinques que prepara pra gente. — Disse Sérgio, piscando um olho. — Vai, o que você tá esperando? Te garanto que ela fica bem, mas bem putinha quando comem os peitos dela e enchem de baba. Se você caprichar, dá até pra fazer ela gozar.
— Porra… juro que nos dias que vocês ficarem no hotel, vão ter o melhor serviço de barman da história. Deixa eu me afogar nesses peitos safados.
E dizendo isso, o garoto mergulhou de novo entre meus peitos, chupando, lambendo e mordendo com gana. Afundava a cara entre eles enquanto eu apertava os meus peitos contra a cabeça dele, fazendo com que ele ficasse sem ar por uns momentos.
— Aummm… paff… unnghh, que delícia… srrrpfff… como eu gosto…
— Ohhh, gatinho, adoro como você come meus peitos… mas sabe? Eles não servem só pra serem comidos. — Empurrei a cabeça dele pra trás, fazendo com que ele soltasse a presa com dificuldade.
— Vai, querida, mostra pra ele o que é bom. — Sérgio tinha tirado a sunga e se masturbava, esfregando o pau na parte de cima do meu biquíni, que ele tinha pego do chão.
Eu me inclinei. na frente, levando as mãos até o pacote do Luís e, depois de apalpar por cima da roupa e confirmar que o inquilino tava morrendo de vontade de sair pra tomar um ar, desabotoei tanto o cinto quanto a calça e puxei pra baixo, tirando calça e cueca de uma vez só, fazendo ele levantar as pernas e tirando tudo pelos pés pra deixar meu caminho totalmente livre.
—A pica do Luís apontava pro teto, toda dura. Separei as pernas dele e me ajoelhei na frente, peguei a pica dele com a mão direita e deslizei umas quantas vezes pra cima e pra baixo numa masturbação lenta e rápida. Depois, sem soltar a pica dele, peguei minha teta com a mão esquerda e aproximei do membro até esfregar meu mamilo na cabecinha dele, que já tava destilando umas gotas de líquido pré-seminal.
—Vou fazer você não só gostar das minhas tetas, você vai acabar adorando elas — aí cuspi na cabecinha dele e esfreguei minha saliva na minha aréola como se fosse com um pincel. Cada vez que eu esfregava a pica dele no meu mamilo, todo duro, ele tremia que nem uma mola.
—Mmmm, adoro esfregar sua pica linda nas minhas tetas. Você vai ver o tesão que vou te dar.
Finalmente coloquei a pica dele entre minhas duas tetas e, antes de prender ela entre elas, cuspi mais umas vezes pra lubrificar o máximo que pude. Aí apertei meus peitos em volta da pica dele e comecei devagar um espanhol marca registrada, enquanto olhava pro Luís com cara de menina má.
—Ufff, que tesão... como você aperta minha pica com essas tetonas... Você é uma expert, dá pra ver a prática que tem... Vai, continua socando minha pica até tirar toda a porra de mim, ummmm.
—Luís, acho que você tá com a pica louca de tesão. Me deixa confirmar?
—Pode ficar à vontade, como se tivesse na sua casa, hahaha.
Aí o Sergio se aproximou por trás e, deitando no chão, enfiou a cabeça entre minhas pernas e, pra ter uma visão direta da minha buceta, afastou a calcinha do meu biquíni pra um lado.
Claramente eu tava super molhada e meus sucos escorriam literalmente pernas abaixo.
- Porra, Luís, como você tá! Isso tá completamente encharcado. E aí em cima?
- Bufff… Bestial, nem te conto como ela tá moendo minha pica com essas tetonas que ela tem.
Sergio começou então a passar a língua por toda a minha racha, me fazendo sentir um prazer incrível, chupava minha buceta com a mesma desesperação que pouco antes Luís tinha chupado meus peitos. Alternando lambidas e chupões, enfiando a língua cada vez mais fundo, fazendo os líquidos caírem na boca dele em abundância.
Eu, por minha vez, comecei a acelerar o ritmo da cubana que tava fazendo no Luís. Queria que aquela pica jovem derramasse todo o leite dela nos meus peitos, e queria que fosse agora.
- Vai, garoto! Não vai me dar esse leite? Quero que você regue meus peitos, mmmm, vai, me dá seu leite-
Meus peitos pesados tavam dando um castigo infernal nele, subiam e desciam deslizando pela pica dele e moíam as bolas dele toda vez que batiam nelas no ponto mais baixo, com um barulho surdo, plas plas plas..
- Porra, que safada… você vai fazer eu gozar, ummm.
- E o que você tá esperando? É isso que eu quero, que você me regue com seu leite.
- Aggghhh, tô gozando… tô gozando, agghh
Então rapidamente peguei a pica dele com minhas mãos e, apontando pros meus peitos, sacudi umas quantas vezes até que finalmente os jatos de leite quente começaram a jorrar, cobrindo meus seios.
Foi um momento de êxtase total… sentir os jatos de leite quente caindo nos meus peitos junto com a comida de buceta que o Sergio tava me dando fez uma descarga elétrica percorrer minha barriga, expulsando do meu sexo um jato de fluido que foi direto na boca do meu marido.
Aiii… aiii, tô gozando… tô gozando também… - consegui dizer entre tremores.
Quando recuperei o controle de mim mesma, soltei a pica do Luís e me sentei no chão ao lado do Sergio, que me olhava com um sorriso amoroso e, estendendo a mão, pegou a minha. gesto carinhoso.
Luís se levantou correndo, pegou a roupa do chão, vestiu-se rapidamente e disse:
– Foi uma puta experiência, galera, mas eu tenho que voltar ou vão começar a desconfiar. Paty, valeu por me deixar aproveitar esse par de peitos que você tem.
– Valeu você, Luís, por molhar meus peitos com essa porra tão gostosa, hummm – respondi, pegando um dos meus peitos, levantando ele e levando até a boca para lamber o mamilo e pegar um pouco da gozada do Luís.
– Porra... porra... porra.
Ele disse com os olhos arregalados, depois pegou um par de caixas de cerveja e se despediu da gente:
– Vou indo, tenho que voltar. Vocês fiquem à vontade. E sumiu pela porta, fechando ela atrás de si.
– Seus peitos são ainda mais lindos cobertos de porra, amor – disse Sergio, que continuava de pau duro, enquanto eu, olhando nos olhos dele, espalhava a gozada do Luís pelos meus peitos.
– Por que você não vem aqui e me deixa fazer alguma coisa com isso? – respondi, apontando pro pau dele.
Ele se levantou, ficou bem na minha frente com o pênis lindo ereto apontando pro meu rosto. Acariciei as bolas dele e peguei a rola com a mão pra levar até meus lábios e beijar a cabecinha antes de começar a lamber os testículos dele, subir pelo tronco todo e finalmente engolir, deslizando meus lábios devagar até chegar na base, onde segurei por uns instantes antes de me afastar, deixando ele todo babado.
– Hummm, amor, adoro o que você faz comigo.
– Quero tirar toda a sua porra – falei, levantando o olhar pro rosto dele.
– É sua, tira tudo.
Comecei a mexer a rola dele enquanto alternava chupadas no pau, sempre sem tirar os olhos dos dele. Chupei com tudo que tinha pra ganhar meu prêmio e dar o maior prazer pro Sergio, de um jeito que meus lábios faziam aquele barulho característico toda vez que se soltavam do pau do meu marido.
– Ahhhh, vou gozar, amor, vou gozaaaar.
Comecei a socar o pau dele. rapidamente enquanto abria a boca, esticando a língua na espera de receber a gozada iminente que veio em forma de jatos potentes e numerosos de porra. O primeiro jato caiu na minha cara, mas rapidamente apontei o pau dele pra terminar de derramar na minha boca.
– Hummm, que delícia, amor… você é a melhor. Te amo!
Por alguns segundos, saboreei e brinquei com o esperma dele na minha boca aberta. Depois, fechando-a, deixei o gozo escapar pelos meus lábios e deslizar pelo meu queixo até cair nos meus peitos e lambuzá-los com ele.
– Adoro seu gozo, meu amor, eu também te amo.
Por fim, peguei o pau dele de novo, já meio mole, e meti na boca pra chupar e limpar os últimos vestígios de porra.
Em seguida, o Sérgio me ajudou a levantar e nos beijamos ternamente nos lábios antes de arrumar nossas roupas pra sair daquele depósito abraçados.
Foram umas férias onde tivemos o melhor sexo. Sem dúvida, as melhores que eu lembro.
1 comentários - Vacaciones terminan en trio con el joven camarero del hotel.