Tinha sido um dia difícil pra Mercedes, o trabalho por turnos e as plantões contribuíam igualmente pro seu cansaço. Pra piorar, um azarado defeito no carro obrigou ela a voltar pra casa de transporte público, o que ia alongar a volta pra caralho.
Ela caminhava decidida em direção ao ponto de ônibus. No fim de semana e naquela hora da manhã, a rua tava praticamente deserta, e o barulho dos saltos dela ecoava nas paredes antes de sumir na distância.
— Agora vai saber de quanto em quanto tempo passa o ônibus no fim de semana — pensou consigo mesma, meio angustiada com o longo caminho até em casa.
Finalmente, depois de andar uns dez minutos, ela avistou o ponto de ônibus lá no fim de uma rua completamente vazia, exceto por um cara que tava encostado no muro de um prédio em construção, a alguns metros antes do ponto.
Mercedes examinou ele com cuidado, por precaução. Parecia um moleque novo, entre vinte e vinte e cinco anos, e pela roupa — calça azul de trabalho, camiseta gasta e umas botas de segurança — ela sacou que era um peão, provavelmente trabalhando naquele mesmo prédio.
O garoto parecia estar esperando alguém e olhava distraído pro outro lado da rua enquanto, com as mãos nos bolsos e as pernas cruzadas, se apoiava de costas no muro numa pose meio marrenta.
— Que estranho esse povo trabalhar no fim de semana — pensou.
O som dos saltos de Mercedes chegou até o moleque, que, instintivamente, virou a cabeça na direção de quem tava fazendo aquele barulho.
Mercedes disfarçou na hora, olhando pra frente como se não tivesse examinado o cara segundos atrás. Ele, sem demora, fez força com os cotovelos contra a parede, se endireitou e se preparou pra admirar a passagem daquela coroa gostosa no estilo mais peão possível.
— Pisa forte, tchutchuca, que A prefeitura que pague. Isso sim é andar, o resto é só estragar o chão – disse o rapaz, enquanto acompanhava o passo com a mão numa pose de toureiro.
Já iam longe os tempos em que ela posava como modelo na faculdade, mas Mercedes sabia muito bem que seu corpo privilegiado continuava atraindo os homens, apesar dos anos. Olhou pro garoto e deu um sorriso enquanto continuava andando em direção ao ponto de ônibus ali perto, afinal, ele não tinha sido tão grosso assim e ela já estava mais que acostumada com cantadas.
– Você tem dois olhos, tipo duas frigideiras, que quando olham pra mim, fritam meus ovos – soltou o garoto, encorajado pelo sorriso dela, e completou – Se você fosse minha mãe, meu pai dormia na escada.
O sorriso de Mercedes sumiu do rosto. O que começou como uma cantada inocente estava se tornando algo desagradável. Aquele moleque, da mesma idade dos filhos dela, tinha uns modos muito diferentes do que ela conhecia no seu círculo mais próximo.
– Você não tem papas na língua, né? – disse ela, com uma careta de desprezo no rosto.
– Não tenho papas na língua porque você não quer – respondeu ele, que sem dúvida já sabia de tudo, apesar da pouca idade.
Um ataque de orgulho tomou conta de Mercedes, que não ia deixar um pivete daqueles ter a última palavra. Parando de repente, quando ele já tinha passado uns dois passos à frente, ela girou nos saltos e se aproximou devagar até ficar cara a cara com o malandro. Cruzou os braços e, adotando também uma pose desafiadora e metida, respondeu:
– Olha aqui, pivete, você provavelmente se acha muito macho porque solta um monte de merda pela boca pra uma mulher que tá andando sozinha na rua, mas você não é e nunca vai ser o primeiro moleque como você que eu encontro, e duvido muito que você seja homem o suficiente pra satisfazer uma mulher feita e direita como eu. Vai atrás das garotas da sua idade que com certeza alguma vai ser trouxa o bastante Inocente a ponto de se deixar enganar. E pra sua informação e desespero, o único jeito de você acabar com um fio meu na boca é me chupando a cabeça.
Mercedes olhava pra ele agora com um sorriso de desprezo, esperando um pedido de desculpas que julgava iminente. Ele tinha ouvido a bronca sem que o sorriso desaparecesse do rosto em nenhum momento, e quando se preparou pra responder, as palavras que saíram da boca dele foram o oposto do que ela esperava.
— Não me diga que você mantém bem raspadinha, morena, porque nesse caso eu te daria uma lambida de cu a buceta e de buceta a cu que você não saberia se cagar ou gozar de prazer — Ele falou bem devagar, enquanto no rosto dele se materializava o demônio da luxúria.
Mercedes caiu derrotada, não soube o que responder. O rosto dela ficou vermelho na hora, uma mistura de raiva e timidez repentina. Durante a vida dela, muitos caras mais novos tinham dado em cima dela, até com uns dois médicos residentes ela quase tinha ido pra frente, mas normalmente os jovens galãs acabavam recuando diante de uma enfermeira madura e casada, que no fim era mulher demais pra eles. Os rolos que ela tinha tido ao longo dos anos eram sempre com homens da idade dela, e não dava pra dizer que tinha sido por falta de vontade da parte dela.
Nesses pensamentos Mercedes tava imersa quando o interlocutor dela, que se sabia vencedor do duelo, deu o último golpe arrasador.
— Então, o quê? Falo mais alguma besteira ou você me chupa aqui mesmo? — Levando o cotovelo esquerdo pra trás, ele bateu na porta metálica que dava acesso ao canteiro de obras, e ela se abriu como um convite.
— Ei, tenho que ir, vou perder o ônibus — Respondeu ela nervosa, desviando o olhar pro chão e desatando os braços, que tinham ficado cruzados até agora, começando a virar em direção ao ponto de ônibus.
Naquele momento O jovem pedreiro rompeu a barreira física e segurou ela por alguns segundos pela mão.
— Acabei de descer do ônibus, não vai passar outro por pelo menos meia hora, é fim de semana. — Soltou a mão dela, deixando-a escapar, e dessa vez deu um sorriso muito mais doce. — Você sabe que tá morrendo de vontade, mas se segura.
Depois de dizer essa última frase, virou nos calcanhares e desapareceu com um andar marrento, assobiando pela porta, que ficou aberta atrás dele.
Mercedes ficou paralisada, um milhão de ideias contraditórias passando pela cabeça. A razão dizia pra ela ir até o ponto de ônibus e sentar esperar, mas não conseguia deixar de sentir curiosidade por aquele jovem, e sentia a autoestima subindo às alturas com todas as coisas que aquele baita sem-vergonha tinha dito.
Ela olhou pra um lado e pro outro, nem uma alma na rua, deu alguns passos até a soleira da porta, levada pela curiosidade, olhou de novo pra um lado e pro outro e, finalmente, com mais medo do que vergonha, atravessou devagar a moldura da portinha.
Assim que deu uns dois passos, a porta se fechou com um barulhão e o rapaz, que estava escondido atrás dela, abraçou Mercedes por trás, apertando ela com força contra o corpo dele.
— Mas que gostosa que você é, nem te conto como você me deixou, sua tesuda — disse ele, tentando beijar o pescoço de Mercedes, que se contorcia tentando se soltar, sem muita insistência. — Qual é o seu nome? — perguntou.
— Mercedes, me chamo Mercedes.
— Prazer, Mercedes, eu sou o Javi. Quer ver o tamanho da vara que você me deixou?
— Sim, quero sim.
Naquela altura, ela já estava pronta pra se deixar levar completamente naquela loucura e virou a cabeça de lado, oferecendo o pescoço, que ele começou a lamber e mordiscar.
— Me dá sua mão — disse ele, e pegando a mão dela, levou pra trás até colocar no volume dele, onde ela pôde sentir a excitação do jovem. — Você tá com tesão, Mercedes? Não te dão em casa tudo que você precisa?
— Tô, tô com tesão, e não, não me dão o suficiente, não. casa. - Respondeu apertando a pica do garoto por cima do tecido da calça.
- Não se preocupa, Mercedes, que você vai se fartar de rola. Agora mesmo você vai se virar e ficar de joelhos pra chupar minha pica.
Segurando ela pelo braço, a sacudiu fazendo com que se virasse e empurrando-a para baixo com seus braços fortes, acostumados ao trabalho pesado, fez com que Mercedes se ajoelhasse no chão.
Imediatamente o garoto começou a desabotoar a calça enquanto Mercedes olhava pra ele de baixo, numa posição totalmente submissa. Quando finalmente ele deslizou a calça e a cueca pra baixo, a pica saltou como uma mola pra frente, batendo no rosto de Mercedes, que recuou levemente e, baixando o olhar, se preparou pra contemplar o aparelho que ali se oferecia.
A mão trêmula dela avançou em direção à pica pulsante, envolvendo-a e segurando pela base. Era uma pica de tamanho médio, mas pareceu realmente bonita pra ela. O garoto era circuncidado e a pele da pica era de uma palidez absoluta em contraste com a pele bronzeada do resto do corpo, acostumado ao trabalho ao ar livre. As veias inchadas que enchiam de vida aquele membro se destacavam especialmente numa pele tão branca, e uma cabeça redonda e lisa a convidava a envolvê-la com os lábios.
- Vamos, o que você tá esperando? Tô doido pra sentir seus lábios na minha pica.
Mercedes sacudiu a pica três ou quatro vezes antes de abrir a boca pra engoli-la, enquanto olhava nos olhos do garoto com cara de gulosa. Ele, ao sentir a umidade da boca tocar sua pele, soltou o ar e, relaxado, se deixou cair pra trás, apoiando-se na parede, como se o contato da saliva com o membro tivesse agido como um bálsamo.
- Porra, que gostoso, adoro como você chupa e a carinha de safada que faz quando me olha fazendo isso.
Mercedes chupa com maestria, ensalivando o jovem membro, tira ele da boca e, completamente molhada, a esfrega nos lábios dela, sacode fazendo bater no rosto dela e finalmente cospe nela antes de engolir de novo, enchendo de felicidade o dono.
- Vejo que você tem experiência, Mercedes, pelo jeito que você chupa, sei que é uma puta fogosa, com certeza tem a buceta toda molhada.
- Tá esperando o quê pra conferir? - responde ela, tirando o pau da boca, morrendo de vontade de sentir tanto prazer quanto tá dando.
- Vem cá, slutty.
O garoto segura Mercedes pela mão e, com um puxão, levanta ela, encurralando de cara contra a parede. Leva as mãos até os quadris dela e puxa a minissaia que Mercedes tá vestindo, fazendo subir até a cintura.
- Quero que você abra as pernas e levante bem a bunda pra mim - fala no ouvido dela enquanto o pau dele pressiona a bunda, coberta só por uma meia-calça.
Mercedes obedece sem reclamar e, apoiando as mãos na parede, se inclina pra frente, empinando a bunda o máximo que pode pra oferecer pro jovem, que se ajoelha atrás dela.
- Desde que te vi andando na rua, soube que era uma puta fogosa, Merceditas. Não tá de calcinha, sua safada, mas pode saber que essa meia-calça também não volta pra casa hoje.
Ela não tem a menor intenção de corrigir ele e dizer que é uma meia-calça e não uma meia arrastão; em vez disso, espera impaciente enquanto ele rasga a peça, deixando, agora sim, a bunda perfeita e a buceta depilada totalmente de fora.
- Acho que é verdade que não vou ter um pingo de vergonha na cara, Mercedes, mas não é por falta de esforço - dizendo isso, ele separa as nádegas dela com as mãos e se joga com gana pra devorar.
- Aaaaghh - geme Mercedes, de boca aberta, deixando o ar escapar dos pulmões enquanto fecha os olhos, se concentrando em sentir a língua que desliza pelo rasgo da buceta dela até terminar no buraquinho que guarda a porta. traseira.
- Uff, que molhada você tá, Merceditas, cê não imagina o cheiro que essa sua buceta exala - Ele diz antes de afundar a língua na boceta molhada, fazendo ela chapinhar no mar de fluido em que aquilo se transformou.
Mercedes crava as unhas no muro sem perceber, enquanto levanta levemente a perna direita, dando um acesso melhor e completo pra língua que a devora. Ela geme e morde o lábio inferior com o prazer que sente, e já não aguenta mais.
- Mete logo em mim, por favor, me fode de uma vez, enfia essa pica até o fundo - Ela implora primeiro. - Vai, me fode! - Ordena depois, impaciente.
O jovem tira o rosto da boceta encharcada com um sorriso. Sabe que tem Mercedes na mão dele.
- Quer pica, Mercedes? Você vai ter pica, não se preocupa, só quero ouvir você pedir pra eu te foder mais uma vez.
- Por favor, enfia a pica na minha buceta e me fode com força. Tô muito tesuda, faz o que quiser comigo, mas, por favor, não me deixa nem mais um segundo sem encher minha buceta de pau.
- Seus desejos são ordens, princesa.
O jovem pedreiro se posiciona e, pegando a pica, aponta ela pra buceta madura e quente da Mercedes. Começa a esfregar nos lábios molhados e inchados, que rapidamente envolvem a cabeça do pau, encharcando e preparando pra penetração que vem.
- Como você quer, Merceditas? Devagar ou de uma vez? - Pergunta enquanto coloca a pica apontando direto pras entranhas dela.
Mercedes não responde, e dessa vez é ela quem, impaciente, toma a iniciativa, jogando o quadril pra trás e enterrando a pica do rapaz de uma só vez, enquanto fecha os olhos com força e solta um gemido de boca aberta de puro prazer.
- Aghhh, me fode, me fode com força e para de me torturar.
- Uff, porra, que gostosa e molhada você tá, puta merda - Ele diz, segurando ela pelos quadris enquanto recua, tirando a pica por completo antes de enfiar de novo com uma estocada seca.
O O cara começa a foder ela devagar. As estocadas dele são brutas e profundas. Depois de cada metida, ele segura por uns segundos fazendo força contra o cu da Mercedes antes de tirar quase tudo de novo. O barulho dos corpos batendo se mistura com os gemidos da Mercedes se sentindo cheia e os bufos do pedreiro cada vez que ele enfia.
Mercedes quer gozar, precisa se aliviar, e leva a mão direita até a virilha, onde começa a se masturbar, estimulando o clitóris com os dedos. Ela sente o fluido escapando da buceta dela e descendo pelas coxas a cada penetração que o cara dá.
Ouve-se vozes ao longe, mas nem Mercedes nem o pedreiro ligam, porque todos os sentidos deles estão concentrados no sexo selvagem que tão tendo. Aos poucos, as vozes ficam mais claras, parece que tão se aproximando. Dá pra distinguir dois homens conversando animados enquanto caminham.
— Já te falei ontem que teu amigo perdia a aposta. Ainda não chegou nem um dia no horário, então nem fodendo que ia ser hoje, sábado, o primeiro. Que cara de pau que teu colega tem.
— O Javi é um cara legal, Pai, depois ele trabalha como ninguém. Ou não?
— É, então que se cuide com essa putaria dele, que pode trazer mais de uma encrenca. O Ernesto não gosta de palhaçada.
— Bom, já vou falar pra ele se ligar um pouco.
A conversa para bem na hora que os dois caras chegam na altura do muro atrás do qual Mercedes tá sendo fodida e praticamente levada ao orgasmo.
O portão de metal se abre de repente, e os dois, pai e filho, entram em cena. Mercedes vira a cabeça na direção deles com os olhos arregalados de surpresa, mas não consegue se soltar do cara, que agora acabou de fazer ela chegar ao primeiro orgasmo.
Os dois novos personagens na cena se assustam com a visão, e o pai, com o susto, dá dois passos pra trás sem conseguir evitar cair. de cu, enquanto o filho leva as mãos à cabeça e dá um sorriso de bobo.
— Bom dia, casal! — cumprimenta Javi, sorrindo como se a situação fosse a coisa mais normal do mundo, enquanto continua comendo a Mercedes num ritmo mais calmo. — Já era hora, tava esperando vocês faz um tempão. Manuel, me deve uma janta.
— Que filho da puta! Ganha a aposta e ainda traz uma puta pra comemorar, seu arrombado — responde o pai, levantando do chão e sacudindo a poeira da bunda com as mãos.
— Ei! Cuidado com o que fala, que ela não é puta nenhuma. Ela se chama Mercedes, né Mercedes?
— Ufa, sim. Sim, me chamo, ufa, Mercedes ummm — responde ela, trêmula, tentando recuperar o fôlego.
— Porra, Javi, mano. Onde você arrumou essa mina? Ela é uma gostosa — diz o filho, se aproximando dela e passando os olhos de cima a baixo, ainda incrédulo.
— Então, a Mercedes tava vindo pegar o ônibus no ponto e eu aqui, entediado esperando vocês, aí decidimos passar um tempo divertido.
— Você é o puto mestre, Javi. Não sei como você sempre consegue pegar um pedaço.
O garoto parece estar acostumado com as aventuras do amigo e já ter compartilhado várias, porque sem hesitar leva a mão até o decote da Mercedes e, enfiando lá dentro, começa a apalpar os peitos dela sem que ela ofereça resistência.
— Ei, mano, por que não leva ela pro colchão? Lá você certamente come ela mais à vontade.
Javi para o movimento do quadril e pergunta:
— O que você acha, Mercedinhas? Quer ir pro colchão continuar trepando?
Mercedes, ao sentir que pararam de comê-la, acorda de uma espécie de transe e, sentindo vergonha de repente, responde olhando pro chão com timidez e uma voz baixinha, como se fosse uma menininha.
— Bom, tá bom — diz ela, balançando a cabeça, envergonhada pelas próprias palavras.
Javi tira o pau da buceta quente e, segurando a mão dela, puxa-a para perto dele. Procura o rosto dela e, com a boca aberta, começa a beijar os lábios dela, praticamente devorá-los, e logo ela corresponde abrindo a boca, deixando a língua do Javi entrar sem a menor dificuldade.
– Vem, me segue – Ele diz decidido, largando o beijo molhado e puxando ela pela mão, conduzindo ela, pau em riste, até os fundos do terreno.
Mercedes, envergonhada, olha de canto de olho pros dois novos personagens enquanto o filho segue eles como se fosse um cachorrinho manhoso, e o pai, levando a mão direita à boca, tosse tentando chamar a atenção do filho.
– Erem, erem. O moleque vira na direção do pai e, depois de chegar perto, ouve o que ele fala em voz baixa.
– Porra, pai, claro.
– Pergunta pra ele se a gente pode olhar – Em voz baixa, rangendo os dentes.
– Javi, meu pai perguntou se a gente pode olhar.
– Kkkkk, claro, Manuel. Tamo entre amigos, quem sabe, se a Mercedes animar, até podem participar. Né, Mercedes?
– Sei não – Responde meio insegura.
– Claro que sim, mulher, cê tá morrendo de vontade – Javi dá um tapão na bunda da Mercedes, convidando ela a continuar andando.
Quando chegam no destino, não é bem uma suíte de hotel. O colchão é literalmente isso, um colchão velho, surrado e empoeirado jogado num canto, que parece que alguém usa pra deitar e descansar de vez em quando.
Javi se livra da calça, que até então tava nos joelhos, e se deita de costas no meio do colchão com as pernas abertas.
– Anda, Mercedinhas, vem chupar minhas bolas um pouquinho – Pede num tom carinhoso.
Mercedes, virada numa menina obediente, se ajoelha e avança entre as pernas do Javi, se posicionando na altura do pau dele, que aponta pro céu aberto. Ela pega o pau com uma mão e aperta ele contra a barriga do cara enquanto começa a deslizar a língua pelo saco, lubrificando ele direitinho antes de começar a chupar os ovo de forma barulhenta.
– Uff, continua assim Merceditas, que gostoso.
A bunda imponente da Mercedes se exibe na frente do pai e do filho. Manuel fica indeciso, mas o filho, ansioso pra aproveitar também a coroa gostosa, se aproxima e logo começa a passar a mão na bunda dela. Primeiro brinca com as duas nádegas, separa e junta, arrastando com o movimento a buceta da Mercedes, que se abre e fecha solidária.
— Porra, que pedaço de bunda que o Javi tem. Essa sim é uma égua de primeira, e não essas da nossa idade, a buceta dela tá toda melada — ele diz enquanto os dedos deslizam pra cima e pra baixo na racha da Mercedes, que logo se abre, deixando dois deles penetrarem com toda facilidade.
Enquanto Mercedes continua chupando os ovos do Javi, o amigo dela também se deita de barriga pra cima, colocando a cabeça entre as pernas dela pra ter uma visão melhor da buceta depilada. Levanta a cabeça de leve e, com uma lambida poderosa, percorre a buceta da Mercedes, que por um momento para de cuidar do pau do Javi, perdendo a concentração com a descarga de prazer que recebeu.
— Essa buceta tem um gosto maravilhoso, Javi. Quantas vezes a gente falou em comer uma mina juntos, os dois.
— É, mas não me tira a concentração, cara, quero que ela continue chupando minhas bolas.
Mercedes retoma o serviço enquanto o rapaz, que descansa entre as coxas dela, enfia três dedos na buceta dela e começa a foder devagar, mas fundo. Os gemidos começam a escapar da boca dela conforme a mão do garoto acelera o ritmo, e finalmente ela é obrigada a largar o pau do Javi. Ajeita a cabeça na perna do pedreiro atrevido e se concentra no castigo que o amigo tá dando na buceta dela, enquanto com uma mão segura o pau do Javi, tentando bater uma pra ele.
Enquanto isso, nosso pedreiro maduro e pai de um dos dois anjinhos não perde detalhe de como o filho tá castigando a buceta da Mercedes. Não consegue evitar sentir o pau endurecer dentro da calça. e logo tira o pau pra começar a bater uma enquanto pensa que Mercedes deve ter mais ou menos a idade da mulher dele, mas que é muito mais gostosa e que tomara que a mulher dele fosse tão fogosa na cama.
-Mmm- Ela geme enquanto tenta, com dificuldade, mexer o pau do Javi, mas a excitação só deixa ela focada no orgasmo que o segundo jovem está prestes a arrancar dela.
A buceta da Mercedes faz um som de chafurdada enquanto o moleque fode ela com uma mão de forma violenta, apertando com os dedos nas paredes internas, enquanto com a outra mão estimula o clitóris inchado.
Uma câimbra percorre a barriga da Mercedes, o ventre dela se contrai e a respiração para bem antes da vagina começar a se apertar contra os dedos do garoto num orgasmo sem controle. A buceta dela goteja na cara do moleque numa chuva gostosa que ele recebe com orgulho.
-Porra, que gozada da porra que a tia deu- Ele diz satisfeito enquanto ela tenta recuperar o fôlego, ofegante.
-Tô te falando, seu corno, ela ficou sem saber o que fazer com meu pau. Viu, Mercedinhas, como com meu amigo você também se diverte pra caralho?
-Sim, sim, ufff, vocês tão me deixando louca, pivetes- Ela responde tentando recuperar o ar e já totalmente sem vergonha.
-E o que te espera, Mercedes, e o que te espera. Mas você se comportou mal comigo enquanto meu amigo trabalhava sua buceta, quase não deu bola pro meu pau, devia tentar consertar isso.
Mercedes sorri, nunca na vida se sentiu tão excitada como se sente com esse pivete e, chegando até aqui, pensa em aproveitar ao máximo. Ela engatinha, feito uma leoa no cio, deixando o corpo do Javi entre as pernas dela e, quando chega na altura da cabeça dele, começa um beijo quente, colocando a língua pra fora e lambendo os lábios do moleque, que logo se abrem numa briga de igual pra igual. O pau do garoto agora se esfrega contra a boceta molhada da Mercedes. como uma cobra que busca a entrada da toca da sua presa.
- Traz essa pica aqui, que agora quem vai te foder sou eu - diz Mercedes enquanto leva a mão para trás e, segurando o membro viril, o posiciona na entrada da sua buceta.
Aos poucos, ela deixa o peso do corpo cair e a pica do Javi atravessa a buceta dela como uma faca quente na manteiga até ficar totalmente enterrada no corpo de Mercedes.
- Uff, que buceta mais quente você tem, Merceditas.
Ela se inclina para trás e coloca as mãos sobre as pernas do Javi, que tem uma visão perfeita da sua pica enfiada na buceta madura e escorregadia enquanto ela começa a subir e descer, fodendo ele à vontade.
Enquanto isso, o amigo já se levantou e, posicionando-se ao lado de Mercedes, deixou cair a calça e a cueca, liberando a pica dele ereta ao máximo.
Ela olha atentamente para a nova pica que tem à disposição, ajusta a posição enquanto cavalga o Javi e libera a mão direita, que rapidamente agarra o membro na frente dela para começar a bater uma punheta enquanto dirige o olhar para o rosto do dono.
- E seu pai? Não vai entrar? - pergunta, balançando a cabeça na direção do progenitor.
- Porra, pai, que que você tá fazendo aí parado como um paspalho batendo punheta? Vem pra cá e fica do outro lado da buceta.
O pai caminha desengonçado com a calça nos tornozelos e acaba se posicionando à esquerda de Mercedes, que rapidamente pega também a pica com a outra mão, começando uma dupla masturbação simultânea de pai e filho.
- Hahaha, aqui tem puta suficiente pra vocês três - diz Javi enquanto apalpa os peitos de Mercedes, que ela já tinha se encarregado de liberar antes.
Mercedes estica as picas do pai e do filho até ter as duas a poucos centímetros do rosto e bate punheta nelas, alternando olhares entre as picas e os rostos dos donos.
Enquanto a do filho é longa e fina, a do pai é mais curta, mas mais grossa. igual que a barriga de chopp dele contrasta com a magreza quase extrema do filho dele.
A Mercedes agora tomou a iniciativa e é quem dita o ritmo da foda enquanto cavalga o Javi sem nunca esquecer dos dois colegas dele. Finalmente abre a boca e engole a pica do pai enquanto masturba a do filho, que sorri feito um idiota.
-Bufff- Um bufado é tudo que sai da boca do obreiro experiente enquanto joga a cabeça pra trás de olhos fechados e curte o boquete.
Logo a Mercedes recua, deixando a pica coberta de baba, e depois de largar ela, parte pra do filho, engolindo do mesmo jeito.
-Que boquete foda essa puta vai dar na gente, Pai-
-Que não é uma puta, o nome dela é Mercedes- Fala o Javi de baixo, que não perde um detalhe enquanto recebe a foda da defendida dele.
A coroa agora abandona a pica do filho, deixando ela igualmente coberta de saliva, e olha pra cima, pros rostos dos dois enquanto sacode os paus deles. Cospe de forma lasciva, primeiro na pica do garoto e imediatamente faz o mesmo com a do pai, bate punheta pra eles enquanto começa a lamber e chupar, tentando que nenhum dos dois fique sem atenção.
-Isso, Mercedes, mostra pra esses dois o que você sabe fazer.
Ela não precisa de instruções, saca ambas as rolas e faz elas baterem uma na outra, esfregando na cara e nos lábios dela enquanto lambe as duas cabecinhas ao mesmo tempo.
O tesão da situação logo pega o pai, que começa a bufar e avisa:
-Porraaaa, vou gozar.
A Mercedes olha pra ele e, botando a língua pra fora, começa a bater punheta com força, convidando ele a gozar na cara dela.
-Bufff, bufff, tô gozando, tô gozando.
Os primeiros jatos descontrolados respingam na cara da Mercedes, os seguintes caem na língua dela enquanto ela aperta a pica, espremendo. Fecha a boca, engole com gosto e, sem tirar os olhos do obreiro, abre a boca de novo mostrando a língua, agora limpa. enquanto ela esfrega a pica espalhando o esperma pelo rosto dela. Finalmente, ela engole pela última vez e recua, levando qualquer resto com os lábios, deixando-a totalmente limpa.
— Porra, que boqueteira danada — diz o pai, recuperando o fôlego e a razão enquanto sobe as calças e as abotoa — Não demorem, pivetes, que temos serviço.
E dizendo isso, ele sai em direção ao interior do prédio em obras como se nada tivesse acontecido.
Mercedes não perde tempo e agora dedica total atenção à pica do filho, que está mostrando mais resistência que o pai.
— Os dois jovens se olham enquanto Mercedes continua fodendo o Javi e chupando a pica do parceiro dele. Ambos parecem estar tramando algo e se entendem perfeitamente.
— Me diz, Mercedes — pergunta Javi. — Já te fizeram uma dupla penetração alguma vez?
Mercedes larga a pica do amigo e, olhando para Javi com a ansiedade de quem é tentada por um prêmio inesperado, responde:
— Não, nunca.
— Então, sabe? Esse é o sonho do meu amigo e, até agora, com todas as minas que tentamos, não tivemos sorte. Aposto que um pedaço de mulher como você é capaz disso e muito mais. O que me diz? Vamos tentar?
— Vai, Mercedes! Anima! — diz o segundo jovem.
— Vocês querem meter os dois ao mesmo tempo? Na buceta? — pergunta enquanto interroga os dois com o olhar.
— Na buceta ou um na buceta e outro no cu, como você preferir, Merceditas — responde Javi.
— Vocês seriam capazes das duas coisas, pivetes?
Javi sorri e o amigo dele bate palmas de felicidade direto com a pergunta da Mercedes.
— Tudo é começar, Mercedes, tudo é começar — responde Javi.
Mercedes olha para a cara de felicidade do rapaz que está de pé ao lado dela e, enquanto sacode a pica dele, cospe deixando cair um fio de saliva sobre ela. Em seguida, mete na boca até os lábios baterem no corpo magro do aprendiz de pedreiro e, finalmente, recua, deixando um rastro de saliva como lubrificante.
- Vamos, acho que já tá na hora - ela diz, olhando na cara dele, toda excitada com o que vem por aí.
Mercedes se inclina pra frente, deixando os peitos balançarem ao alcance da boca do Javi, que começa a chupar os bicos duros na hora, enquanto o amigo magricela se livra atrapalhado das calças que tão penduradas no tornozelo.
O moleque se posiciona atrás da Mercedes, que tenta empinar a bunda o máximo que pode sem que a pica do Javi saia da buceta quente e molhada dela. A posição é difícil, mas o garoto esbelto é ágil e, depois de se agachar, começa a esfregar a pica na parte de trás da buceta da Mercedes, tentando abrir espaço junto com a pica do amigo.
Javi segura a Mercedes pelos ombros enquanto lambe os peitos dela, e ela, sentindo que o corpo tem o apoio necessário, leva as mãos até a própria bunda, abrindo ela e oferecendo uma entrada melhor pro novo inquilino.
- Mete em mim, moleque, vamos, enche minha buceta de pica inteirinha como vocês prometeram.
A segunda pica começa a avançar na buceta da Mercedes, abrindo caminho com uma facilidade surpreendente. O tesão e a excitação dela são tão grandes que o sexo dela se dilata, se adaptando às duas picas sem problema.
- Aghhh, que cheia que eu tô, vamos, me fode, me fode.
A posição dificulta os movimentos, mas os dois jovens são fortes e ágeis e dão um jeito de começar a foder a Mercedes com movimentos sincronizados, enquanto ela fecha os olhos e abre a boca, soltando o ar a cada estocada dupla.
- Porra, Javi, que sela de montar que essa gostosa tem. Que rabo do caralho!
- Mmm, é, ummm - é só o que o Javi consegue responder, com a boca ocupada chupando os peitos da Mercedes.
Enquanto isso, o amigo começa a brincar com o polegar no cu da Mercedes. Ele deixa cair um fio de saliva da... boca que aterrissa direto na racha da bunda dela, deslizando por ela até chegar no cu, onde aplica e espalha com o polegar, relaxando o esfíncter que logo se dilata, deixando ele entrar.
Os sentidos da Mercedes começam a saturar de prazer, as duas rolas jovens perfurando a buceta dela, o Javi chupando os peitos dela e mamando os bicos hipersensíveis, e o amigo dele enfiando o polegar no cu dela enquanto vai dilatando devagar. É tudo demais pra ela, que sente um orgasmo foda se aproximando.
— Ummm, continuem assim, seus filhos da puta, ufff, continuem assim que eu vou gozar.
— Isso, goza, Merceditas, goza que eu sei que você tá morrendo de vontade.
Os dois caras aceleram o ritmo das metidas e logo um choque elétrico percorre o corpo da Mercedes, fazendo todos os músculos dela se contraírem com violência enquanto ela sente uma torrente de gozo escorrendo de dentro dela.
A rola que tava metendo por trás é expulsa com força, acompanhada por um jato potente de gozo, enquanto a buceta dela começa a se contrair com tudo, espremendo a rola que ficou dentro.
— Ufff. Agora mesmo vou encher sua buceta de porra, Merceditas! — exclama o Javi, que não consegue evitar de começar a gozar ao sentir as contrações da buceta da Mercedes, junto com a porra toda descendo pela rola dele, molhando as bolas.
Os jatos de porra escapam da rola do Javi, impulsionados por espasmos fortes, e inundam a buceta da Mercedes, que não consegue evitar um segundo orgasmo ao sentir sendo preenchida.
As forças parecem abandonar a Mercedes, que desaba entre tremores; o menor toque na pele dela é insuportável, porque as terminações nervosas estão totalmente saturadas de prazer.
— Porra, que jeito de gozar, mano! Olha ela tremendo.
— Calma, Mercedes, respira — diz o Javi enquanto acaricia os quadris da mulher caída sobre o peito dele, que se esforça pra recuperar o fôlego. — Ainda não terminamos, não. Aqui, meu amigo tá doido pra encher teu cu de leite também, lembra que você mesma pediu.
Mercedes levanta a cabeça e olha pra Javi com um sorriso misturado de felicidade e raiva. Ela é feliz pelo prazer que recebe, mas ao mesmo tempo sente raiva da superioridade que Javi mostra, fazendo com ela o que quer sem que ela possa, nem queira, negar nada.
— Você gozou. Será que aguenta até seu amiguinho me foder o cu e vocês deixarem todos os meus buracos transbordando de porra?
— Nunca tomaram duas gozadas seguidas sem tirar a pica? Pois é exatamente isso que vou fazer com você.
Bendita juventude, pensa Mercedes ao sentir que a pica de Javi continua dura dentro da buceta dela.
— Vamos, prova!
Apesar de ter acabado de ter o orgasmo mais intenso que lembra há poucos minutos, Mercedes continua com a mesma vontade de se sentir fodida e usada pelos dois caras. Ela busca força e encontra o suficiente pra cravar os joelhos e braços no colchão e se afastar levemente do corpo de Javi. Oferece o cu pro segundo pedreiro sem deixar a pica de Javi sair da buceta, e o rapaz rapidamente volta a se posicionar.
— Que vontade de foder essa bunda — fala enquanto encosta a cabeça da pica no cu de Mercedes e atravessa com uma pressão leve.
— Devagar, parceiro, deixa ela se acostumar — pede Javi, vendo Mercedes bufar e fechar os olhos num leve gesto de dor.
O rapaz espera uns segundos com só a cabeça enfiada e não continua até ver o esfíncter relaxar e facilitar a penetração. Aos poucos, a pica vai sumindo dentro de Mercedes até ficar totalmente enfiada.
— Hummm, que delícia — escapa de Mercedes, que sente todos os buracos abertos — Vamos, agora fodam bem fodida — implora.
Dessa vez, a posição de Mercedes permite mais liberdade de movimento pros dois pedreiros, que começam a foder ela direto. com um ritmo desenfreado. Enquanto Javi fode a buceta já maltratada dela em alta velocidade, o amigo faz o mesmo com o cu dela no estilo mais cachorro que tem.
Os gemidos escapam da boca dela ao se sentir fodida com esse ritmo todo, e ela sabe que não vai precisar esperar pra chegar no próximo orgasmo. Tudo que ela quer é sentir os dois caras descarregando a porra deles em todos os buracos dela, e já quer isso agora.
— Aghhh, vamos sim, me fodam assim ummm. Quero que vocês encham minha buceta de porra, quero sentir as gozadas de vocês escorrendo de todos os buracos.
Os dois aumentam ainda mais o ritmo numa foda espetacular e descontrolada que tem como único objetivo despejar o esperma deles nas entranhas da Mercedes.
— Siimmm, não paremmm — diz Mercedes com a voz trêmula diante das investidas que o corpo dela recebe.
Os gemidos dela se misturam com os bufos dos dois, que estão perto de gozar.
— Mas que buceta é essa? Caralho, sua puta, vocês são uns filhos da puta, os dois.
Os dois caras param os movimentos de repente e viram o olhar pro personagem que acabou de aparecer em cena e não para de soltar desaforo. É o encarregado da obra, que o pai do segundo rapaz tenta segurar de todo jeito.
— NÃO PARE AGORA SEUS FILHOS DA PUTA, CONTINUEM, CONTINUEM — grita Mercedes, que já não liga pra mais nada e só quer a recompensa dela.
As palavras da Mercedes acordam os dois caras, que voltam a foder ela num ritmo desenfreado até que, entre bufos, começam a gozar, enchendo o cu e a buceta dela, pela segunda vez, de porra.
Mercedes recebe as gozadas como se fosse maná caindo do céu e se deixa levar também pra um delicioso orgasmo enquanto sente as descargas de porra dos dois paus. Os três gemem e bufam num verdadeiro orgasmo múltiplo.
Finalmente, o segundo pedreiro tira o pau do cu da Mercedes, e ela rola pro lado do colchão, largando a rola do Javi. Uma mistura de fluido e porra escorre pela buceta dela e se mistura nas coxas com a goza que Também tá escorrendo da bunda dela.
— Já falei, Manuel, já me acalmei, pode me soltar — grita o capataz, que depois de se soltar de Manuel se aproxima dos três.
— Vão tomar no cu, seus filhos da puta, agora mesmo vocês vão entrar antes que eu encha o saco de vez — diz ele enquanto dá um tapaço na nuca do filho de Manuel.
O garoto levanta na hora, pega a roupa e corre pra dentro da obra sem nem se despedir.
Mercedes assiste à briga se divertindo e adora ver pela primeira vez uma sombra de indecisão e medo na cara de Javi.
— Calma, cara, também não precisa exagerar.
— Calma? Vai você também pra dentro, senão te encho de porrada, e só não faço isso por respeito ao teu pai.
— Tá bom, tá bom — responde Javi, pegando a roupa e saindo no mesmo passo metido — Tchau, Mercedinhas, foi um prazer.
— Tchau — responde Mercedes enquanto o vê sumir dentro do prédio.
— E a senhora também já deu o que tinha que dar, vai se vestir e vazar daqui — diz o capataz com um olhar indulgente.
Mercedes se levanta e tenta arrumar a roupa, decide se livrar da meia-calça rasgada, calça os sapatos, ajeita a blusa e a saia, e segue em direção à saída acompanhada pelo capataz, sentindo a buceta e a bunda ainda escorrendo a porra dos dois canalhas.
Chegam ao portão que dá para a rua, e o capataz abre, convidando-a a sair, mas dessa vez sorri e se despede enquanto apalpa o volume na calça, dizendo:
— Vamos ficar aqui por mais três semanas, caso queira nos visitar — fala piscando um olho.
Mercedes sorri, olha para os dois lados da rua e atravessa o portão rumo ao ponto de ônibus.
Enquanto espera o ônibus, pensa que chegou a hora de ela também fazer algo pelo planeta e que já está na hora de largar o carrão e opte pelo transporte público.
- Tudo pela natureza - pensa, sem conseguir evitar que um sorriso de orelha a orelha se desenhe no rosto dela.
FIM
Ela caminhava decidida em direção ao ponto de ônibus. No fim de semana e naquela hora da manhã, a rua tava praticamente deserta, e o barulho dos saltos dela ecoava nas paredes antes de sumir na distância.
— Agora vai saber de quanto em quanto tempo passa o ônibus no fim de semana — pensou consigo mesma, meio angustiada com o longo caminho até em casa.
Finalmente, depois de andar uns dez minutos, ela avistou o ponto de ônibus lá no fim de uma rua completamente vazia, exceto por um cara que tava encostado no muro de um prédio em construção, a alguns metros antes do ponto.
Mercedes examinou ele com cuidado, por precaução. Parecia um moleque novo, entre vinte e vinte e cinco anos, e pela roupa — calça azul de trabalho, camiseta gasta e umas botas de segurança — ela sacou que era um peão, provavelmente trabalhando naquele mesmo prédio.
O garoto parecia estar esperando alguém e olhava distraído pro outro lado da rua enquanto, com as mãos nos bolsos e as pernas cruzadas, se apoiava de costas no muro numa pose meio marrenta.
— Que estranho esse povo trabalhar no fim de semana — pensou.
O som dos saltos de Mercedes chegou até o moleque, que, instintivamente, virou a cabeça na direção de quem tava fazendo aquele barulho.
Mercedes disfarçou na hora, olhando pra frente como se não tivesse examinado o cara segundos atrás. Ele, sem demora, fez força com os cotovelos contra a parede, se endireitou e se preparou pra admirar a passagem daquela coroa gostosa no estilo mais peão possível.
— Pisa forte, tchutchuca, que A prefeitura que pague. Isso sim é andar, o resto é só estragar o chão – disse o rapaz, enquanto acompanhava o passo com a mão numa pose de toureiro.
Já iam longe os tempos em que ela posava como modelo na faculdade, mas Mercedes sabia muito bem que seu corpo privilegiado continuava atraindo os homens, apesar dos anos. Olhou pro garoto e deu um sorriso enquanto continuava andando em direção ao ponto de ônibus ali perto, afinal, ele não tinha sido tão grosso assim e ela já estava mais que acostumada com cantadas.
– Você tem dois olhos, tipo duas frigideiras, que quando olham pra mim, fritam meus ovos – soltou o garoto, encorajado pelo sorriso dela, e completou – Se você fosse minha mãe, meu pai dormia na escada.
O sorriso de Mercedes sumiu do rosto. O que começou como uma cantada inocente estava se tornando algo desagradável. Aquele moleque, da mesma idade dos filhos dela, tinha uns modos muito diferentes do que ela conhecia no seu círculo mais próximo.
– Você não tem papas na língua, né? – disse ela, com uma careta de desprezo no rosto.
– Não tenho papas na língua porque você não quer – respondeu ele, que sem dúvida já sabia de tudo, apesar da pouca idade.
Um ataque de orgulho tomou conta de Mercedes, que não ia deixar um pivete daqueles ter a última palavra. Parando de repente, quando ele já tinha passado uns dois passos à frente, ela girou nos saltos e se aproximou devagar até ficar cara a cara com o malandro. Cruzou os braços e, adotando também uma pose desafiadora e metida, respondeu:
– Olha aqui, pivete, você provavelmente se acha muito macho porque solta um monte de merda pela boca pra uma mulher que tá andando sozinha na rua, mas você não é e nunca vai ser o primeiro moleque como você que eu encontro, e duvido muito que você seja homem o suficiente pra satisfazer uma mulher feita e direita como eu. Vai atrás das garotas da sua idade que com certeza alguma vai ser trouxa o bastante Inocente a ponto de se deixar enganar. E pra sua informação e desespero, o único jeito de você acabar com um fio meu na boca é me chupando a cabeça.
Mercedes olhava pra ele agora com um sorriso de desprezo, esperando um pedido de desculpas que julgava iminente. Ele tinha ouvido a bronca sem que o sorriso desaparecesse do rosto em nenhum momento, e quando se preparou pra responder, as palavras que saíram da boca dele foram o oposto do que ela esperava.
— Não me diga que você mantém bem raspadinha, morena, porque nesse caso eu te daria uma lambida de cu a buceta e de buceta a cu que você não saberia se cagar ou gozar de prazer — Ele falou bem devagar, enquanto no rosto dele se materializava o demônio da luxúria.
Mercedes caiu derrotada, não soube o que responder. O rosto dela ficou vermelho na hora, uma mistura de raiva e timidez repentina. Durante a vida dela, muitos caras mais novos tinham dado em cima dela, até com uns dois médicos residentes ela quase tinha ido pra frente, mas normalmente os jovens galãs acabavam recuando diante de uma enfermeira madura e casada, que no fim era mulher demais pra eles. Os rolos que ela tinha tido ao longo dos anos eram sempre com homens da idade dela, e não dava pra dizer que tinha sido por falta de vontade da parte dela.
Nesses pensamentos Mercedes tava imersa quando o interlocutor dela, que se sabia vencedor do duelo, deu o último golpe arrasador.
— Então, o quê? Falo mais alguma besteira ou você me chupa aqui mesmo? — Levando o cotovelo esquerdo pra trás, ele bateu na porta metálica que dava acesso ao canteiro de obras, e ela se abriu como um convite.
— Ei, tenho que ir, vou perder o ônibus — Respondeu ela nervosa, desviando o olhar pro chão e desatando os braços, que tinham ficado cruzados até agora, começando a virar em direção ao ponto de ônibus.
Naquele momento O jovem pedreiro rompeu a barreira física e segurou ela por alguns segundos pela mão.
— Acabei de descer do ônibus, não vai passar outro por pelo menos meia hora, é fim de semana. — Soltou a mão dela, deixando-a escapar, e dessa vez deu um sorriso muito mais doce. — Você sabe que tá morrendo de vontade, mas se segura.
Depois de dizer essa última frase, virou nos calcanhares e desapareceu com um andar marrento, assobiando pela porta, que ficou aberta atrás dele.
Mercedes ficou paralisada, um milhão de ideias contraditórias passando pela cabeça. A razão dizia pra ela ir até o ponto de ônibus e sentar esperar, mas não conseguia deixar de sentir curiosidade por aquele jovem, e sentia a autoestima subindo às alturas com todas as coisas que aquele baita sem-vergonha tinha dito.
Ela olhou pra um lado e pro outro, nem uma alma na rua, deu alguns passos até a soleira da porta, levada pela curiosidade, olhou de novo pra um lado e pro outro e, finalmente, com mais medo do que vergonha, atravessou devagar a moldura da portinha.
Assim que deu uns dois passos, a porta se fechou com um barulhão e o rapaz, que estava escondido atrás dela, abraçou Mercedes por trás, apertando ela com força contra o corpo dele.
— Mas que gostosa que você é, nem te conto como você me deixou, sua tesuda — disse ele, tentando beijar o pescoço de Mercedes, que se contorcia tentando se soltar, sem muita insistência. — Qual é o seu nome? — perguntou.
— Mercedes, me chamo Mercedes.
— Prazer, Mercedes, eu sou o Javi. Quer ver o tamanho da vara que você me deixou?
— Sim, quero sim.
Naquela altura, ela já estava pronta pra se deixar levar completamente naquela loucura e virou a cabeça de lado, oferecendo o pescoço, que ele começou a lamber e mordiscar.
— Me dá sua mão — disse ele, e pegando a mão dela, levou pra trás até colocar no volume dele, onde ela pôde sentir a excitação do jovem. — Você tá com tesão, Mercedes? Não te dão em casa tudo que você precisa?
— Tô, tô com tesão, e não, não me dão o suficiente, não. casa. - Respondeu apertando a pica do garoto por cima do tecido da calça.
- Não se preocupa, Mercedes, que você vai se fartar de rola. Agora mesmo você vai se virar e ficar de joelhos pra chupar minha pica.
Segurando ela pelo braço, a sacudiu fazendo com que se virasse e empurrando-a para baixo com seus braços fortes, acostumados ao trabalho pesado, fez com que Mercedes se ajoelhasse no chão.
Imediatamente o garoto começou a desabotoar a calça enquanto Mercedes olhava pra ele de baixo, numa posição totalmente submissa. Quando finalmente ele deslizou a calça e a cueca pra baixo, a pica saltou como uma mola pra frente, batendo no rosto de Mercedes, que recuou levemente e, baixando o olhar, se preparou pra contemplar o aparelho que ali se oferecia.
A mão trêmula dela avançou em direção à pica pulsante, envolvendo-a e segurando pela base. Era uma pica de tamanho médio, mas pareceu realmente bonita pra ela. O garoto era circuncidado e a pele da pica era de uma palidez absoluta em contraste com a pele bronzeada do resto do corpo, acostumado ao trabalho ao ar livre. As veias inchadas que enchiam de vida aquele membro se destacavam especialmente numa pele tão branca, e uma cabeça redonda e lisa a convidava a envolvê-la com os lábios.
- Vamos, o que você tá esperando? Tô doido pra sentir seus lábios na minha pica.
Mercedes sacudiu a pica três ou quatro vezes antes de abrir a boca pra engoli-la, enquanto olhava nos olhos do garoto com cara de gulosa. Ele, ao sentir a umidade da boca tocar sua pele, soltou o ar e, relaxado, se deixou cair pra trás, apoiando-se na parede, como se o contato da saliva com o membro tivesse agido como um bálsamo.
- Porra, que gostoso, adoro como você chupa e a carinha de safada que faz quando me olha fazendo isso.
Mercedes chupa com maestria, ensalivando o jovem membro, tira ele da boca e, completamente molhada, a esfrega nos lábios dela, sacode fazendo bater no rosto dela e finalmente cospe nela antes de engolir de novo, enchendo de felicidade o dono.
- Vejo que você tem experiência, Mercedes, pelo jeito que você chupa, sei que é uma puta fogosa, com certeza tem a buceta toda molhada.
- Tá esperando o quê pra conferir? - responde ela, tirando o pau da boca, morrendo de vontade de sentir tanto prazer quanto tá dando.
- Vem cá, slutty.
O garoto segura Mercedes pela mão e, com um puxão, levanta ela, encurralando de cara contra a parede. Leva as mãos até os quadris dela e puxa a minissaia que Mercedes tá vestindo, fazendo subir até a cintura.
- Quero que você abra as pernas e levante bem a bunda pra mim - fala no ouvido dela enquanto o pau dele pressiona a bunda, coberta só por uma meia-calça.
Mercedes obedece sem reclamar e, apoiando as mãos na parede, se inclina pra frente, empinando a bunda o máximo que pode pra oferecer pro jovem, que se ajoelha atrás dela.
- Desde que te vi andando na rua, soube que era uma puta fogosa, Merceditas. Não tá de calcinha, sua safada, mas pode saber que essa meia-calça também não volta pra casa hoje.
Ela não tem a menor intenção de corrigir ele e dizer que é uma meia-calça e não uma meia arrastão; em vez disso, espera impaciente enquanto ele rasga a peça, deixando, agora sim, a bunda perfeita e a buceta depilada totalmente de fora.
- Acho que é verdade que não vou ter um pingo de vergonha na cara, Mercedes, mas não é por falta de esforço - dizendo isso, ele separa as nádegas dela com as mãos e se joga com gana pra devorar.
- Aaaaghh - geme Mercedes, de boca aberta, deixando o ar escapar dos pulmões enquanto fecha os olhos, se concentrando em sentir a língua que desliza pelo rasgo da buceta dela até terminar no buraquinho que guarda a porta. traseira.
- Uff, que molhada você tá, Merceditas, cê não imagina o cheiro que essa sua buceta exala - Ele diz antes de afundar a língua na boceta molhada, fazendo ela chapinhar no mar de fluido em que aquilo se transformou.
Mercedes crava as unhas no muro sem perceber, enquanto levanta levemente a perna direita, dando um acesso melhor e completo pra língua que a devora. Ela geme e morde o lábio inferior com o prazer que sente, e já não aguenta mais.
- Mete logo em mim, por favor, me fode de uma vez, enfia essa pica até o fundo - Ela implora primeiro. - Vai, me fode! - Ordena depois, impaciente.
O jovem tira o rosto da boceta encharcada com um sorriso. Sabe que tem Mercedes na mão dele.
- Quer pica, Mercedes? Você vai ter pica, não se preocupa, só quero ouvir você pedir pra eu te foder mais uma vez.
- Por favor, enfia a pica na minha buceta e me fode com força. Tô muito tesuda, faz o que quiser comigo, mas, por favor, não me deixa nem mais um segundo sem encher minha buceta de pau.
- Seus desejos são ordens, princesa.
O jovem pedreiro se posiciona e, pegando a pica, aponta ela pra buceta madura e quente da Mercedes. Começa a esfregar nos lábios molhados e inchados, que rapidamente envolvem a cabeça do pau, encharcando e preparando pra penetração que vem.
- Como você quer, Merceditas? Devagar ou de uma vez? - Pergunta enquanto coloca a pica apontando direto pras entranhas dela.
Mercedes não responde, e dessa vez é ela quem, impaciente, toma a iniciativa, jogando o quadril pra trás e enterrando a pica do rapaz de uma só vez, enquanto fecha os olhos com força e solta um gemido de boca aberta de puro prazer.
- Aghhh, me fode, me fode com força e para de me torturar.
- Uff, porra, que gostosa e molhada você tá, puta merda - Ele diz, segurando ela pelos quadris enquanto recua, tirando a pica por completo antes de enfiar de novo com uma estocada seca.
O O cara começa a foder ela devagar. As estocadas dele são brutas e profundas. Depois de cada metida, ele segura por uns segundos fazendo força contra o cu da Mercedes antes de tirar quase tudo de novo. O barulho dos corpos batendo se mistura com os gemidos da Mercedes se sentindo cheia e os bufos do pedreiro cada vez que ele enfia.
Mercedes quer gozar, precisa se aliviar, e leva a mão direita até a virilha, onde começa a se masturbar, estimulando o clitóris com os dedos. Ela sente o fluido escapando da buceta dela e descendo pelas coxas a cada penetração que o cara dá.
Ouve-se vozes ao longe, mas nem Mercedes nem o pedreiro ligam, porque todos os sentidos deles estão concentrados no sexo selvagem que tão tendo. Aos poucos, as vozes ficam mais claras, parece que tão se aproximando. Dá pra distinguir dois homens conversando animados enquanto caminham.
— Já te falei ontem que teu amigo perdia a aposta. Ainda não chegou nem um dia no horário, então nem fodendo que ia ser hoje, sábado, o primeiro. Que cara de pau que teu colega tem.
— O Javi é um cara legal, Pai, depois ele trabalha como ninguém. Ou não?
— É, então que se cuide com essa putaria dele, que pode trazer mais de uma encrenca. O Ernesto não gosta de palhaçada.
— Bom, já vou falar pra ele se ligar um pouco.
A conversa para bem na hora que os dois caras chegam na altura do muro atrás do qual Mercedes tá sendo fodida e praticamente levada ao orgasmo.
O portão de metal se abre de repente, e os dois, pai e filho, entram em cena. Mercedes vira a cabeça na direção deles com os olhos arregalados de surpresa, mas não consegue se soltar do cara, que agora acabou de fazer ela chegar ao primeiro orgasmo.
Os dois novos personagens na cena se assustam com a visão, e o pai, com o susto, dá dois passos pra trás sem conseguir evitar cair. de cu, enquanto o filho leva as mãos à cabeça e dá um sorriso de bobo.
— Bom dia, casal! — cumprimenta Javi, sorrindo como se a situação fosse a coisa mais normal do mundo, enquanto continua comendo a Mercedes num ritmo mais calmo. — Já era hora, tava esperando vocês faz um tempão. Manuel, me deve uma janta.
— Que filho da puta! Ganha a aposta e ainda traz uma puta pra comemorar, seu arrombado — responde o pai, levantando do chão e sacudindo a poeira da bunda com as mãos.
— Ei! Cuidado com o que fala, que ela não é puta nenhuma. Ela se chama Mercedes, né Mercedes?
— Ufa, sim. Sim, me chamo, ufa, Mercedes ummm — responde ela, trêmula, tentando recuperar o fôlego.
— Porra, Javi, mano. Onde você arrumou essa mina? Ela é uma gostosa — diz o filho, se aproximando dela e passando os olhos de cima a baixo, ainda incrédulo.
— Então, a Mercedes tava vindo pegar o ônibus no ponto e eu aqui, entediado esperando vocês, aí decidimos passar um tempo divertido.
— Você é o puto mestre, Javi. Não sei como você sempre consegue pegar um pedaço.
O garoto parece estar acostumado com as aventuras do amigo e já ter compartilhado várias, porque sem hesitar leva a mão até o decote da Mercedes e, enfiando lá dentro, começa a apalpar os peitos dela sem que ela ofereça resistência.
— Ei, mano, por que não leva ela pro colchão? Lá você certamente come ela mais à vontade.
Javi para o movimento do quadril e pergunta:
— O que você acha, Mercedinhas? Quer ir pro colchão continuar trepando?
Mercedes, ao sentir que pararam de comê-la, acorda de uma espécie de transe e, sentindo vergonha de repente, responde olhando pro chão com timidez e uma voz baixinha, como se fosse uma menininha.
— Bom, tá bom — diz ela, balançando a cabeça, envergonhada pelas próprias palavras.
Javi tira o pau da buceta quente e, segurando a mão dela, puxa-a para perto dele. Procura o rosto dela e, com a boca aberta, começa a beijar os lábios dela, praticamente devorá-los, e logo ela corresponde abrindo a boca, deixando a língua do Javi entrar sem a menor dificuldade.
– Vem, me segue – Ele diz decidido, largando o beijo molhado e puxando ela pela mão, conduzindo ela, pau em riste, até os fundos do terreno.
Mercedes, envergonhada, olha de canto de olho pros dois novos personagens enquanto o filho segue eles como se fosse um cachorrinho manhoso, e o pai, levando a mão direita à boca, tosse tentando chamar a atenção do filho.
– Erem, erem. O moleque vira na direção do pai e, depois de chegar perto, ouve o que ele fala em voz baixa.
– Porra, pai, claro.
– Pergunta pra ele se a gente pode olhar – Em voz baixa, rangendo os dentes.
– Javi, meu pai perguntou se a gente pode olhar.
– Kkkkk, claro, Manuel. Tamo entre amigos, quem sabe, se a Mercedes animar, até podem participar. Né, Mercedes?
– Sei não – Responde meio insegura.
– Claro que sim, mulher, cê tá morrendo de vontade – Javi dá um tapão na bunda da Mercedes, convidando ela a continuar andando.
Quando chegam no destino, não é bem uma suíte de hotel. O colchão é literalmente isso, um colchão velho, surrado e empoeirado jogado num canto, que parece que alguém usa pra deitar e descansar de vez em quando.
Javi se livra da calça, que até então tava nos joelhos, e se deita de costas no meio do colchão com as pernas abertas.
– Anda, Mercedinhas, vem chupar minhas bolas um pouquinho – Pede num tom carinhoso.
Mercedes, virada numa menina obediente, se ajoelha e avança entre as pernas do Javi, se posicionando na altura do pau dele, que aponta pro céu aberto. Ela pega o pau com uma mão e aperta ele contra a barriga do cara enquanto começa a deslizar a língua pelo saco, lubrificando ele direitinho antes de começar a chupar os ovo de forma barulhenta.
– Uff, continua assim Merceditas, que gostoso.
A bunda imponente da Mercedes se exibe na frente do pai e do filho. Manuel fica indeciso, mas o filho, ansioso pra aproveitar também a coroa gostosa, se aproxima e logo começa a passar a mão na bunda dela. Primeiro brinca com as duas nádegas, separa e junta, arrastando com o movimento a buceta da Mercedes, que se abre e fecha solidária.
— Porra, que pedaço de bunda que o Javi tem. Essa sim é uma égua de primeira, e não essas da nossa idade, a buceta dela tá toda melada — ele diz enquanto os dedos deslizam pra cima e pra baixo na racha da Mercedes, que logo se abre, deixando dois deles penetrarem com toda facilidade.
Enquanto Mercedes continua chupando os ovos do Javi, o amigo dela também se deita de barriga pra cima, colocando a cabeça entre as pernas dela pra ter uma visão melhor da buceta depilada. Levanta a cabeça de leve e, com uma lambida poderosa, percorre a buceta da Mercedes, que por um momento para de cuidar do pau do Javi, perdendo a concentração com a descarga de prazer que recebeu.
— Essa buceta tem um gosto maravilhoso, Javi. Quantas vezes a gente falou em comer uma mina juntos, os dois.
— É, mas não me tira a concentração, cara, quero que ela continue chupando minhas bolas.
Mercedes retoma o serviço enquanto o rapaz, que descansa entre as coxas dela, enfia três dedos na buceta dela e começa a foder devagar, mas fundo. Os gemidos começam a escapar da boca dela conforme a mão do garoto acelera o ritmo, e finalmente ela é obrigada a largar o pau do Javi. Ajeita a cabeça na perna do pedreiro atrevido e se concentra no castigo que o amigo tá dando na buceta dela, enquanto com uma mão segura o pau do Javi, tentando bater uma pra ele.
Enquanto isso, nosso pedreiro maduro e pai de um dos dois anjinhos não perde detalhe de como o filho tá castigando a buceta da Mercedes. Não consegue evitar sentir o pau endurecer dentro da calça. e logo tira o pau pra começar a bater uma enquanto pensa que Mercedes deve ter mais ou menos a idade da mulher dele, mas que é muito mais gostosa e que tomara que a mulher dele fosse tão fogosa na cama.
-Mmm- Ela geme enquanto tenta, com dificuldade, mexer o pau do Javi, mas a excitação só deixa ela focada no orgasmo que o segundo jovem está prestes a arrancar dela.
A buceta da Mercedes faz um som de chafurdada enquanto o moleque fode ela com uma mão de forma violenta, apertando com os dedos nas paredes internas, enquanto com a outra mão estimula o clitóris inchado.
Uma câimbra percorre a barriga da Mercedes, o ventre dela se contrai e a respiração para bem antes da vagina começar a se apertar contra os dedos do garoto num orgasmo sem controle. A buceta dela goteja na cara do moleque numa chuva gostosa que ele recebe com orgulho.
-Porra, que gozada da porra que a tia deu- Ele diz satisfeito enquanto ela tenta recuperar o fôlego, ofegante.
-Tô te falando, seu corno, ela ficou sem saber o que fazer com meu pau. Viu, Mercedinhas, como com meu amigo você também se diverte pra caralho?
-Sim, sim, ufff, vocês tão me deixando louca, pivetes- Ela responde tentando recuperar o ar e já totalmente sem vergonha.
-E o que te espera, Mercedes, e o que te espera. Mas você se comportou mal comigo enquanto meu amigo trabalhava sua buceta, quase não deu bola pro meu pau, devia tentar consertar isso.
Mercedes sorri, nunca na vida se sentiu tão excitada como se sente com esse pivete e, chegando até aqui, pensa em aproveitar ao máximo. Ela engatinha, feito uma leoa no cio, deixando o corpo do Javi entre as pernas dela e, quando chega na altura da cabeça dele, começa um beijo quente, colocando a língua pra fora e lambendo os lábios do moleque, que logo se abrem numa briga de igual pra igual. O pau do garoto agora se esfrega contra a boceta molhada da Mercedes. como uma cobra que busca a entrada da toca da sua presa.
- Traz essa pica aqui, que agora quem vai te foder sou eu - diz Mercedes enquanto leva a mão para trás e, segurando o membro viril, o posiciona na entrada da sua buceta.
Aos poucos, ela deixa o peso do corpo cair e a pica do Javi atravessa a buceta dela como uma faca quente na manteiga até ficar totalmente enterrada no corpo de Mercedes.
- Uff, que buceta mais quente você tem, Merceditas.
Ela se inclina para trás e coloca as mãos sobre as pernas do Javi, que tem uma visão perfeita da sua pica enfiada na buceta madura e escorregadia enquanto ela começa a subir e descer, fodendo ele à vontade.
Enquanto isso, o amigo já se levantou e, posicionando-se ao lado de Mercedes, deixou cair a calça e a cueca, liberando a pica dele ereta ao máximo.
Ela olha atentamente para a nova pica que tem à disposição, ajusta a posição enquanto cavalga o Javi e libera a mão direita, que rapidamente agarra o membro na frente dela para começar a bater uma punheta enquanto dirige o olhar para o rosto do dono.
- E seu pai? Não vai entrar? - pergunta, balançando a cabeça na direção do progenitor.
- Porra, pai, que que você tá fazendo aí parado como um paspalho batendo punheta? Vem pra cá e fica do outro lado da buceta.
O pai caminha desengonçado com a calça nos tornozelos e acaba se posicionando à esquerda de Mercedes, que rapidamente pega também a pica com a outra mão, começando uma dupla masturbação simultânea de pai e filho.
- Hahaha, aqui tem puta suficiente pra vocês três - diz Javi enquanto apalpa os peitos de Mercedes, que ela já tinha se encarregado de liberar antes.
Mercedes estica as picas do pai e do filho até ter as duas a poucos centímetros do rosto e bate punheta nelas, alternando olhares entre as picas e os rostos dos donos.
Enquanto a do filho é longa e fina, a do pai é mais curta, mas mais grossa. igual que a barriga de chopp dele contrasta com a magreza quase extrema do filho dele.
A Mercedes agora tomou a iniciativa e é quem dita o ritmo da foda enquanto cavalga o Javi sem nunca esquecer dos dois colegas dele. Finalmente abre a boca e engole a pica do pai enquanto masturba a do filho, que sorri feito um idiota.
-Bufff- Um bufado é tudo que sai da boca do obreiro experiente enquanto joga a cabeça pra trás de olhos fechados e curte o boquete.
Logo a Mercedes recua, deixando a pica coberta de baba, e depois de largar ela, parte pra do filho, engolindo do mesmo jeito.
-Que boquete foda essa puta vai dar na gente, Pai-
-Que não é uma puta, o nome dela é Mercedes- Fala o Javi de baixo, que não perde um detalhe enquanto recebe a foda da defendida dele.
A coroa agora abandona a pica do filho, deixando ela igualmente coberta de saliva, e olha pra cima, pros rostos dos dois enquanto sacode os paus deles. Cospe de forma lasciva, primeiro na pica do garoto e imediatamente faz o mesmo com a do pai, bate punheta pra eles enquanto começa a lamber e chupar, tentando que nenhum dos dois fique sem atenção.
-Isso, Mercedes, mostra pra esses dois o que você sabe fazer.
Ela não precisa de instruções, saca ambas as rolas e faz elas baterem uma na outra, esfregando na cara e nos lábios dela enquanto lambe as duas cabecinhas ao mesmo tempo.
O tesão da situação logo pega o pai, que começa a bufar e avisa:
-Porraaaa, vou gozar.
A Mercedes olha pra ele e, botando a língua pra fora, começa a bater punheta com força, convidando ele a gozar na cara dela.
-Bufff, bufff, tô gozando, tô gozando.
Os primeiros jatos descontrolados respingam na cara da Mercedes, os seguintes caem na língua dela enquanto ela aperta a pica, espremendo. Fecha a boca, engole com gosto e, sem tirar os olhos do obreiro, abre a boca de novo mostrando a língua, agora limpa. enquanto ela esfrega a pica espalhando o esperma pelo rosto dela. Finalmente, ela engole pela última vez e recua, levando qualquer resto com os lábios, deixando-a totalmente limpa.
— Porra, que boqueteira danada — diz o pai, recuperando o fôlego e a razão enquanto sobe as calças e as abotoa — Não demorem, pivetes, que temos serviço.
E dizendo isso, ele sai em direção ao interior do prédio em obras como se nada tivesse acontecido.
Mercedes não perde tempo e agora dedica total atenção à pica do filho, que está mostrando mais resistência que o pai.
— Os dois jovens se olham enquanto Mercedes continua fodendo o Javi e chupando a pica do parceiro dele. Ambos parecem estar tramando algo e se entendem perfeitamente.
— Me diz, Mercedes — pergunta Javi. — Já te fizeram uma dupla penetração alguma vez?
Mercedes larga a pica do amigo e, olhando para Javi com a ansiedade de quem é tentada por um prêmio inesperado, responde:
— Não, nunca.
— Então, sabe? Esse é o sonho do meu amigo e, até agora, com todas as minas que tentamos, não tivemos sorte. Aposto que um pedaço de mulher como você é capaz disso e muito mais. O que me diz? Vamos tentar?
— Vai, Mercedes! Anima! — diz o segundo jovem.
— Vocês querem meter os dois ao mesmo tempo? Na buceta? — pergunta enquanto interroga os dois com o olhar.
— Na buceta ou um na buceta e outro no cu, como você preferir, Merceditas — responde Javi.
— Vocês seriam capazes das duas coisas, pivetes?
Javi sorri e o amigo dele bate palmas de felicidade direto com a pergunta da Mercedes.
— Tudo é começar, Mercedes, tudo é começar — responde Javi.
Mercedes olha para a cara de felicidade do rapaz que está de pé ao lado dela e, enquanto sacode a pica dele, cospe deixando cair um fio de saliva sobre ela. Em seguida, mete na boca até os lábios baterem no corpo magro do aprendiz de pedreiro e, finalmente, recua, deixando um rastro de saliva como lubrificante.
- Vamos, acho que já tá na hora - ela diz, olhando na cara dele, toda excitada com o que vem por aí.
Mercedes se inclina pra frente, deixando os peitos balançarem ao alcance da boca do Javi, que começa a chupar os bicos duros na hora, enquanto o amigo magricela se livra atrapalhado das calças que tão penduradas no tornozelo.
O moleque se posiciona atrás da Mercedes, que tenta empinar a bunda o máximo que pode sem que a pica do Javi saia da buceta quente e molhada dela. A posição é difícil, mas o garoto esbelto é ágil e, depois de se agachar, começa a esfregar a pica na parte de trás da buceta da Mercedes, tentando abrir espaço junto com a pica do amigo.
Javi segura a Mercedes pelos ombros enquanto lambe os peitos dela, e ela, sentindo que o corpo tem o apoio necessário, leva as mãos até a própria bunda, abrindo ela e oferecendo uma entrada melhor pro novo inquilino.
- Mete em mim, moleque, vamos, enche minha buceta de pica inteirinha como vocês prometeram.
A segunda pica começa a avançar na buceta da Mercedes, abrindo caminho com uma facilidade surpreendente. O tesão e a excitação dela são tão grandes que o sexo dela se dilata, se adaptando às duas picas sem problema.
- Aghhh, que cheia que eu tô, vamos, me fode, me fode.
A posição dificulta os movimentos, mas os dois jovens são fortes e ágeis e dão um jeito de começar a foder a Mercedes com movimentos sincronizados, enquanto ela fecha os olhos e abre a boca, soltando o ar a cada estocada dupla.
- Porra, Javi, que sela de montar que essa gostosa tem. Que rabo do caralho!
- Mmm, é, ummm - é só o que o Javi consegue responder, com a boca ocupada chupando os peitos da Mercedes.
Enquanto isso, o amigo começa a brincar com o polegar no cu da Mercedes. Ele deixa cair um fio de saliva da... boca que aterrissa direto na racha da bunda dela, deslizando por ela até chegar no cu, onde aplica e espalha com o polegar, relaxando o esfíncter que logo se dilata, deixando ele entrar.
Os sentidos da Mercedes começam a saturar de prazer, as duas rolas jovens perfurando a buceta dela, o Javi chupando os peitos dela e mamando os bicos hipersensíveis, e o amigo dele enfiando o polegar no cu dela enquanto vai dilatando devagar. É tudo demais pra ela, que sente um orgasmo foda se aproximando.
— Ummm, continuem assim, seus filhos da puta, ufff, continuem assim que eu vou gozar.
— Isso, goza, Merceditas, goza que eu sei que você tá morrendo de vontade.
Os dois caras aceleram o ritmo das metidas e logo um choque elétrico percorre o corpo da Mercedes, fazendo todos os músculos dela se contraírem com violência enquanto ela sente uma torrente de gozo escorrendo de dentro dela.
A rola que tava metendo por trás é expulsa com força, acompanhada por um jato potente de gozo, enquanto a buceta dela começa a se contrair com tudo, espremendo a rola que ficou dentro.
— Ufff. Agora mesmo vou encher sua buceta de porra, Merceditas! — exclama o Javi, que não consegue evitar de começar a gozar ao sentir as contrações da buceta da Mercedes, junto com a porra toda descendo pela rola dele, molhando as bolas.
Os jatos de porra escapam da rola do Javi, impulsionados por espasmos fortes, e inundam a buceta da Mercedes, que não consegue evitar um segundo orgasmo ao sentir sendo preenchida.
As forças parecem abandonar a Mercedes, que desaba entre tremores; o menor toque na pele dela é insuportável, porque as terminações nervosas estão totalmente saturadas de prazer.
— Porra, que jeito de gozar, mano! Olha ela tremendo.
— Calma, Mercedes, respira — diz o Javi enquanto acaricia os quadris da mulher caída sobre o peito dele, que se esforça pra recuperar o fôlego. — Ainda não terminamos, não. Aqui, meu amigo tá doido pra encher teu cu de leite também, lembra que você mesma pediu.
Mercedes levanta a cabeça e olha pra Javi com um sorriso misturado de felicidade e raiva. Ela é feliz pelo prazer que recebe, mas ao mesmo tempo sente raiva da superioridade que Javi mostra, fazendo com ela o que quer sem que ela possa, nem queira, negar nada.
— Você gozou. Será que aguenta até seu amiguinho me foder o cu e vocês deixarem todos os meus buracos transbordando de porra?
— Nunca tomaram duas gozadas seguidas sem tirar a pica? Pois é exatamente isso que vou fazer com você.
Bendita juventude, pensa Mercedes ao sentir que a pica de Javi continua dura dentro da buceta dela.
— Vamos, prova!
Apesar de ter acabado de ter o orgasmo mais intenso que lembra há poucos minutos, Mercedes continua com a mesma vontade de se sentir fodida e usada pelos dois caras. Ela busca força e encontra o suficiente pra cravar os joelhos e braços no colchão e se afastar levemente do corpo de Javi. Oferece o cu pro segundo pedreiro sem deixar a pica de Javi sair da buceta, e o rapaz rapidamente volta a se posicionar.
— Que vontade de foder essa bunda — fala enquanto encosta a cabeça da pica no cu de Mercedes e atravessa com uma pressão leve.
— Devagar, parceiro, deixa ela se acostumar — pede Javi, vendo Mercedes bufar e fechar os olhos num leve gesto de dor.
O rapaz espera uns segundos com só a cabeça enfiada e não continua até ver o esfíncter relaxar e facilitar a penetração. Aos poucos, a pica vai sumindo dentro de Mercedes até ficar totalmente enfiada.
— Hummm, que delícia — escapa de Mercedes, que sente todos os buracos abertos — Vamos, agora fodam bem fodida — implora.
Dessa vez, a posição de Mercedes permite mais liberdade de movimento pros dois pedreiros, que começam a foder ela direto. com um ritmo desenfreado. Enquanto Javi fode a buceta já maltratada dela em alta velocidade, o amigo faz o mesmo com o cu dela no estilo mais cachorro que tem.
Os gemidos escapam da boca dela ao se sentir fodida com esse ritmo todo, e ela sabe que não vai precisar esperar pra chegar no próximo orgasmo. Tudo que ela quer é sentir os dois caras descarregando a porra deles em todos os buracos dela, e já quer isso agora.
— Aghhh, vamos sim, me fodam assim ummm. Quero que vocês encham minha buceta de porra, quero sentir as gozadas de vocês escorrendo de todos os buracos.
Os dois aumentam ainda mais o ritmo numa foda espetacular e descontrolada que tem como único objetivo despejar o esperma deles nas entranhas da Mercedes.
— Siimmm, não paremmm — diz Mercedes com a voz trêmula diante das investidas que o corpo dela recebe.
Os gemidos dela se misturam com os bufos dos dois, que estão perto de gozar.
— Mas que buceta é essa? Caralho, sua puta, vocês são uns filhos da puta, os dois.
Os dois caras param os movimentos de repente e viram o olhar pro personagem que acabou de aparecer em cena e não para de soltar desaforo. É o encarregado da obra, que o pai do segundo rapaz tenta segurar de todo jeito.
— NÃO PARE AGORA SEUS FILHOS DA PUTA, CONTINUEM, CONTINUEM — grita Mercedes, que já não liga pra mais nada e só quer a recompensa dela.
As palavras da Mercedes acordam os dois caras, que voltam a foder ela num ritmo desenfreado até que, entre bufos, começam a gozar, enchendo o cu e a buceta dela, pela segunda vez, de porra.
Mercedes recebe as gozadas como se fosse maná caindo do céu e se deixa levar também pra um delicioso orgasmo enquanto sente as descargas de porra dos dois paus. Os três gemem e bufam num verdadeiro orgasmo múltiplo.
Finalmente, o segundo pedreiro tira o pau do cu da Mercedes, e ela rola pro lado do colchão, largando a rola do Javi. Uma mistura de fluido e porra escorre pela buceta dela e se mistura nas coxas com a goza que Também tá escorrendo da bunda dela.
— Já falei, Manuel, já me acalmei, pode me soltar — grita o capataz, que depois de se soltar de Manuel se aproxima dos três.
— Vão tomar no cu, seus filhos da puta, agora mesmo vocês vão entrar antes que eu encha o saco de vez — diz ele enquanto dá um tapaço na nuca do filho de Manuel.
O garoto levanta na hora, pega a roupa e corre pra dentro da obra sem nem se despedir.
Mercedes assiste à briga se divertindo e adora ver pela primeira vez uma sombra de indecisão e medo na cara de Javi.
— Calma, cara, também não precisa exagerar.
— Calma? Vai você também pra dentro, senão te encho de porrada, e só não faço isso por respeito ao teu pai.
— Tá bom, tá bom — responde Javi, pegando a roupa e saindo no mesmo passo metido — Tchau, Mercedinhas, foi um prazer.
— Tchau — responde Mercedes enquanto o vê sumir dentro do prédio.
— E a senhora também já deu o que tinha que dar, vai se vestir e vazar daqui — diz o capataz com um olhar indulgente.
Mercedes se levanta e tenta arrumar a roupa, decide se livrar da meia-calça rasgada, calça os sapatos, ajeita a blusa e a saia, e segue em direção à saída acompanhada pelo capataz, sentindo a buceta e a bunda ainda escorrendo a porra dos dois canalhas.
Chegam ao portão que dá para a rua, e o capataz abre, convidando-a a sair, mas dessa vez sorri e se despede enquanto apalpa o volume na calça, dizendo:
— Vamos ficar aqui por mais três semanas, caso queira nos visitar — fala piscando um olho.
Mercedes sorri, olha para os dois lados da rua e atravessa o portão rumo ao ponto de ônibus.
Enquanto espera o ônibus, pensa que chegou a hora de ela também fazer algo pelo planeta e que já está na hora de largar o carrão e opte pelo transporte público.
- Tudo pela natureza - pensa, sem conseguir evitar que um sorriso de orelha a orelha se desenhe no rosto dela.
FIM
1 comentários - Mercedes