Digo com orgulho e sem o mínimo arrependimento
desde que descobri a paixão que nos envolveu desde o primeiro instante que
me fez dele, pois esta se manifestou em todos os momentos felizes da minha
vida ao lado dele, que foram muitos, e que culminaram no ápice, como
passarei a descrever.
Nunca esquecerei essa primeira vez, que embora infinitamente repetida não
apagou o supremo deleite de me sentir a mulher do meu próprio filho,
sabendo o prazer que lhe dava sentir o corpo dele dentro do meu em meio a
um êxtase indescritível.
Como esta história é real omitirei nomes para preservar o anonimato, que
quebrarei apenas quando outros casais com experiências similares entrarem em
contato comigo e me demonstrarem seriamente desejos de compartilhar esta inefável
experiência.
Naquela tarde, só nós dois na minha cama matrimonial, saboreando ainda com
arrepios o deleite do meu primeiro orgasmo com meu filho, tentei com
carícias fazê-lo compreender que não havia sido correto obter meu prazer
dessa maneira. Queria dar a entender que não devia gozar com meu próprio filho.
Ele interpretou diferente minhas palavras e me disse que também queria gozar, e
que estava farto de se masturbar olhando meu corpo nu ou enterrando o
rosto entre minhas roupas íntimas impregnadas do meu cheiro de mulher no cio.
Sem dizer mais nada, colocou-se sobre mim e começou a acariciar e beijar meus seios,
já inchados de desejo. Entreabri um pouco as pernas como um sutil
sinal de submissão, e levantando um pouco minha bunda coloquei uma almofada embaixo como
sinal de entrega total. Meu filho não precisou de mais, suas mãos em meus seios e sua
boca ávida alternando meus mamilos com meus lábios, enterrou seu membro duríssimo
no meu ninho já pulsante e encharcado dos meus fluidos e me penetrou, sem ajuda de
suas mãos, tal era o grau de ereção. A cópula foi suave e doce,
interminável até que seus testículos chegaram a tocar sua pelve e então
seus gemidos se tornaram notórios. Começou um leve movimento que não era suficiente para retirar seu pau, que estava no paraíso, dentro da minha buceta já acomodada ao seu tamanho. Com o esfíncter eu dava pequenas apertadas que sincronizavam com seus gritos de prazer. Ficamos assim por dez minutos, após os quais minha agitação e minha língua ávida pela dele mostraram claramente a iminência do meu orgasmo, que veio imediatamente, ainda mais doce que o primeiro. Após as delícias incontroláveis dos meus numerosos espasmos, meu corpo soltou a tensão acumulada e me entreguei submissa às suas investidas de macho, até que seus movimentos e gemidos me tiraram da minha obnubilação. Consegui fazê-lo tirar de dentro de mim justo no instante em que ele gozava. Ai, nunca tinha visto tanta porra. O primeiro jato passou por cima do meu corpo e molhou a cabeceira da cama, o segundo me encharcou o rosto e o cabelo, e os que continuavam saindo do seu pau suculento formaram uma pequena poça entre meus seios, que eu tinha juntado com as mãos para não desperdiçar uma gota. Ainda assim, bastante esperma molhou os lençóis, e o resto meu espalhou no meu rosto e no resto do meu corpo, me impregnando com aquele cheiro tão característico de porra recém-gozada. Ele desabou sobre mim e seus beijos continuaram até que, acalmados, nos deitamos um ao lado do outro, felizes, tranquilos após esse primeiro embate, como dois apaixonados cem por cento satisfeitos.
"Uai, meu amor, quanto você tinha", disse eu rindo, "não imaginava que você tivesse tanta porra".
"Gostou, mamãe? Gostou do macho que você tem?"
Não respondi, mas minha mão foi até a virilha dele, onde o volume ainda permanecia ereto. "Mãe", ele me repreendeu, "você não me deixou gozar dentro de você". Coloquei um dedo em seus lábios, "shhht, não me engravida ainda", consegui dizer, e de repente, ao ouvir essas palavras, ele montou em mim de novo.
"Descansa, filhinho, vai te fazer mal". Mas o pau dele dizia o contrário. Minha mão... acariciava e seu tamanho voltou a ser o de antes. Dez minutos de descanso tinham sido suficientes. Eu me sentia felicíssima porque achei que uma vez satisfeito ele se esqueceria de mim, mas não foi assim. Eu ansiava por ser sua mulher novamente, mas temia uma gravidez, pois estava nos dias mais férteis do mês, e não me sentia segura de tirá-lo de dentro de mim no momento culminante, e além disso não queria. Então lambi seu pau que instantaneamente descobriu sua glande vermelha e firme, e assim de lado, enquanto ele brincava com meu cabelo, assim com as mãos na carne palpitante, comecei a chupá-lo com fruição, fazendo-o entrar na minha boca até a garganta. Isso levou meu filho ao céu e a mim me produzia um prazer indescritível, ao pensar no que eu estava lhe proporcionando. Seus gemidos iam crescendo e os meus também, embora eu não pudesse expressá-los, pois tinha a boca totalmente ocupada. Com sua mão, ele acariciou minha buceta e não demorou a encontrar meu clitóris. No momento em que suas carícias fizeram explodir outro orgasmo em mim, veio o dele. Senti o sêmen escorrer pelo pênis que eu tinha nas mãos e, de repente, minha boca se encheu completamente, após vários estertores, misturados com os meus. Não deixei escapar nem uma gota. Engoli todo o seu gozo, não de uma vez, tal era a quantidade. Era incrível, a segunda ejaculação tinha sido tão copiosa quanto a primeira. Voltamos a nos deitar, exaustos, acabados, felizes de novo. Eram quase 11 horas e minha filha voltaria a qualquer momento. Meu filho quis novamente me presentear com sua potência, mas o dissuadi com esse argumento. "Mamãe", ele me disse, "quero repetir". "Eu também, meu amor". "Quando?", ele perguntou. Eu ri. "Sempre", eu disse… "E você vai se cuidar sempre assim?" "Ai, filho, você quer me engravidar?" "Sim, mamãe, é isso que eu quero". "Eu também, meu amor", eu disse, beijando-o com paixão na boca, "mas temos que planejar". "Eu te aviso". Ele se retirou para seu quarto e eu dormi. placidamente até a manhã. Ele me acordou e se deitou ao meu lado, pelado e de pau duro como se não tivesse feito nada no dia anterior. Foi demais pra mim, tirei o sutiã e a calcinha fio-dental e fiquei nua também. "Você é louco, meu amor", eu disse, "Estamos loucos, mami, mas que delícia de loucura". "Sim, filho, sou sua mulher, me come, aproveita e me dá também". "Sim, mami", e sem dizer mais nada ele me colocou de quatro. Me pegou pelos peitos e de novo o pau dele entrou fácil. "AAAAAAAAAAAHHHHHHH, filho, gritei depois de um minuto, aí está, GOOOOOOOOOOZEI!". E explodi em outro orgasmo espetacular. O descanso da noite tinha ajudado, porque ele em não mais que cinco minutos gozou dentro de mim outra boa quantidade de porra. "Ai, o que a gente fez", exclamou alarmada, e fui ao banheiro me lavar. Em pé debaixo do chuveiro sentia a porra saindo da minha buceta e escorrendo pela minha perna. Me limpei bem, mas não fiquei tranquila. Naquela tarde consultei um ginecologista que me tranquilizou, já que depois de três ejaculações, o sêmen do homem fica sem espermatozoides maduros, então eu precisaria esperar 48 horas para que eles ficassem férteis. Ou seja, senhora, ele me disse, seu marido deverá deitar com você depois de 48 horas da última vez. Ele achou que eu queria engravidar, era óbvio. E eu já sabia de algo, que me ajudaria a planejar o que aconteceu depois.
Depois da primeira vez meu filho começou a me ver como a mulher dos sonhos dele, e como era erótico ao máximo, já que a potência dele mostrava, ele conseguia com as insinuações dele que eu me vestisse, quando minha filha não estava, do jeito mais excitante possível, como uma daquelas putas da rua. Isso deixava ele louco, principalmente as saias curtinhas, salto altíssimo e blusas transparentes que mais do que insinuavam mostravam meus peitos enormes e os mamilos bem marcados. Eu estava super feliz porque me sentia uma deusas desejada e ao mesmo tempo cheia de ternura pelo meu filho a quem eu queria dar todo o prazer que pudesse. Apesar da minha idade, dizia para mim mesma, não me trocaria por nenhuma outra, e era verdade porque notava isso na veemência dele quando transávamos e na sua dedicação, traduzida em detalhes, alguns mínimos, outros importantes. Ele conseguiu um emprego num fórum que lhe permitia ter dinheiro, usado exclusivamente para me encher de presentes, que eu, discretamente diante da minha filha, dizia serem de um pretendente meu, um fantasma que eu havia criado para justificar minha futura e inevitável gravidez.
No mesmo mês da minha primeira experiência sexual com meu filho, com meus dias inférteis se aproximando, finalmente lhe dei o prazer que ele queria. Uma noite em que minha filha havia saído com as amigas, coloquei uma lingerie transparente e sugestiva ao máximo, sob um roupão mais discreto. Ele estava com uma camiseta branca e, depois do jantar, suas mãos ávidas se esforçaram para desabotoar uma das minhas ligas. Peguei sua mão e a guiei até o lugar entre minhas pernas, onde ele encontrou uns botõezinhos que abriam a porta do ninho. Presa de uma loucura infantil, ele me levantou no colo e me levou ao quarto. Com mãos desajeitadas, tentou me despir, mas pedi que me deixasse fazer. Então, voluptuosamente, fui tirando a roupa bem devagar, enquanto via seu pau de 24 cm no ponto máximo.
Nua como estava, fui para o chuveiro, sem tirar os sapatos de salto, que me davam um porte escultural. Ele veio atrás de mim, e nus, tomamos banho juntos. "Viu?", disse, "como no primeiro dia". E ele fez o mesmo. Me levantou no colo e me colocou na cama. Abri as pernas e nos pegamos pelas mãos. Nos olhamos e, na hora, ele me penetrou sem nenhuma dificuldade. Minha buceta já havia se moldado à dele como uma chave na fechadura. Ainda estávamos molhados do banho, mas não nos importávamos. Ficamos assim, em plena cópula, cada vez mais furiosa, até que eu disse: "Eu estou chegando, e você?"
"Sim, mamãe, te espero". Quando comecei a gozar, ele fez o mesmo e senti por primeira vez que seu sêmen me inundou por completo. Mesmo minha buceta sendo bem espaçosa, a porra não tinha muito lugar porque o pau dele ocupava tudo, e começou a escorrer molhando toda minha bunda. "Gostou, neném? Finalmente se satisfez?" "Sim, mamãe, obrigado, que gozada gostosa você me fez dar". Ficamos unidos, comigo penetrada por muito tempo até eu notar a flacidez do pau dele. Passei a noite toda com o sêmen do meu filho dentro de mim, e pensar nisso me deu outro orgasmo involuntário.
Por sorte, alguns dias depois percebi que não tinha engravidado. Podia então planejar como queríamos.
O meu suposto pretendente dominava as conversas na mesa, e com a cumplicidade do meu filho, minha filha ficou convencida de que eu tinha um amante.
Minha gravidez aconteceu exatamente como planejado. No meio do meu ciclo, fiz meu filho perceber que eu estava receptiva, com gestos, beijos e roupas sugestivas. Não quis que fosse no meu quarto. Fomos a um hotel onde todos me olhavam e invejavam meu parceiro. Desesperados, tiramos a roupa e fui penetrada imediatamente, via e sentia os movimentos dele graças a um espelho no teto. Me senti uma vadia desejada e em dois minutos meu filho me provocou o primeiro orgasmo, o que o estimulou ainda mais. Fizemos de novo como no primeiro dia. Ele ficou parado com o pau totalmente dentro de mim e com movimentos do esfíncter fui levando ele aonde eu queria. Em dez minutos ele estava prestes a ferver. Ouvi os gemidos e o tremor dele. "Agora, meu amor, agora você quer?", perguntei num sussurro. "Sim, mamãe, agora vou te foder todinha". "Sim, meu amor, quero tudo, juntos, meu amor, juntos"... E assim foi, ao sentir ele se apertar forte contra mim na primeira parte do orgasmo antes da ejaculação, quando o prazer era mais intenso, tive outro meu incontrolável. Os fluidos se misturaram, dessa vez a porra dele me fecundou. Coloquei um absorvente para não perder nada. do suco vital. Saímos do hotel de mãos dadas como dois adolescentes. Ao chegar em nossa casa, disse à minha filha, que estava nos esperando, que tinha encontrado meu "namorado" e que meu filho me trouxe para casa por acaso. No dia seguinte, nem nos olhamos. No segundo dia, como queria garantir a gravidez, recebi meu filho, desta vez no quarto, de madrugada, onde ele me encontrou acordada e esperando-o completamente nua. Meus seios inchados e meus mamilos eram os de uma mulher no cio. Os pelos da minha boceta eram convidativos; já estava encharcada dos meus fluidos. Tirar a cueca e se jogar em cima de mim foi tudo de uma vez. "Ai, mamãe, faz dois dias que não fazemos". "É assim que eu quero, bebê, você vai ter uma surpresa". E novamente me certifiquei de estar fecundada. Desta vez deixei que ele gozasse com o pau na beirada da minha boceta e com movimentos da minha pélvis fiz com que não ficasse uma gota fora dela. E assim aconteceu. Minha falta, assim como a do mês seguinte, confirmou minha gravidez. Quando disse ao meu filho que estava atrasada vários dias, com meus olhos brilhantes e meu sorriso, ele ficou mais apaixonado do que nunca. Agora estou grávida de 6 meses. Minha filha desconfia do meu amante invisível. Por enquanto não pensamos em contar nada. Quando podemos, meu filho passeia comigo orgulhoso de ter ao seu lado sua mãe-mulher grávida. Claro que nossas relações são cada vez mais frequentes, até minha barriguinha permitir. Pela manhã, quando minha filha vai cumprir suas tarefas escolares, meu filho me visita, e antes de ir ele também para o trabalho me deixa seu esperma, que guardo até o meio-dia, quando tomo banho e faço os afazeres da casa, junto com minha ajudante que chega nesse horário. É tanta minha felicidade que gostaria de compartilhá-la com aquelas que não ousam cometer incesto mesmo desejando com toda a alma, para aconselhá-las a deixar de lado esses tabus bobos e se jogarem na felicidade máxima.
desde que descobri a paixão que nos envolveu desde o primeiro instante que
me fez dele, pois esta se manifestou em todos os momentos felizes da minha
vida ao lado dele, que foram muitos, e que culminaram no ápice, como
passarei a descrever.
Nunca esquecerei essa primeira vez, que embora infinitamente repetida não
apagou o supremo deleite de me sentir a mulher do meu próprio filho,
sabendo o prazer que lhe dava sentir o corpo dele dentro do meu em meio a
um êxtase indescritível.
Como esta história é real omitirei nomes para preservar o anonimato, que
quebrarei apenas quando outros casais com experiências similares entrarem em
contato comigo e me demonstrarem seriamente desejos de compartilhar esta inefável
experiência.
Naquela tarde, só nós dois na minha cama matrimonial, saboreando ainda com
arrepios o deleite do meu primeiro orgasmo com meu filho, tentei com
carícias fazê-lo compreender que não havia sido correto obter meu prazer
dessa maneira. Queria dar a entender que não devia gozar com meu próprio filho.
Ele interpretou diferente minhas palavras e me disse que também queria gozar, e
que estava farto de se masturbar olhando meu corpo nu ou enterrando o
rosto entre minhas roupas íntimas impregnadas do meu cheiro de mulher no cio.
Sem dizer mais nada, colocou-se sobre mim e começou a acariciar e beijar meus seios,
já inchados de desejo. Entreabri um pouco as pernas como um sutil
sinal de submissão, e levantando um pouco minha bunda coloquei uma almofada embaixo como
sinal de entrega total. Meu filho não precisou de mais, suas mãos em meus seios e sua
boca ávida alternando meus mamilos com meus lábios, enterrou seu membro duríssimo
no meu ninho já pulsante e encharcado dos meus fluidos e me penetrou, sem ajuda de
suas mãos, tal era o grau de ereção. A cópula foi suave e doce,
interminável até que seus testículos chegaram a tocar sua pelve e então
seus gemidos se tornaram notórios. Começou um leve movimento que não era suficiente para retirar seu pau, que estava no paraíso, dentro da minha buceta já acomodada ao seu tamanho. Com o esfíncter eu dava pequenas apertadas que sincronizavam com seus gritos de prazer. Ficamos assim por dez minutos, após os quais minha agitação e minha língua ávida pela dele mostraram claramente a iminência do meu orgasmo, que veio imediatamente, ainda mais doce que o primeiro. Após as delícias incontroláveis dos meus numerosos espasmos, meu corpo soltou a tensão acumulada e me entreguei submissa às suas investidas de macho, até que seus movimentos e gemidos me tiraram da minha obnubilação. Consegui fazê-lo tirar de dentro de mim justo no instante em que ele gozava. Ai, nunca tinha visto tanta porra. O primeiro jato passou por cima do meu corpo e molhou a cabeceira da cama, o segundo me encharcou o rosto e o cabelo, e os que continuavam saindo do seu pau suculento formaram uma pequena poça entre meus seios, que eu tinha juntado com as mãos para não desperdiçar uma gota. Ainda assim, bastante esperma molhou os lençóis, e o resto meu espalhou no meu rosto e no resto do meu corpo, me impregnando com aquele cheiro tão característico de porra recém-gozada. Ele desabou sobre mim e seus beijos continuaram até que, acalmados, nos deitamos um ao lado do outro, felizes, tranquilos após esse primeiro embate, como dois apaixonados cem por cento satisfeitos.
"Uai, meu amor, quanto você tinha", disse eu rindo, "não imaginava que você tivesse tanta porra".
"Gostou, mamãe? Gostou do macho que você tem?"
Não respondi, mas minha mão foi até a virilha dele, onde o volume ainda permanecia ereto. "Mãe", ele me repreendeu, "você não me deixou gozar dentro de você". Coloquei um dedo em seus lábios, "shhht, não me engravida ainda", consegui dizer, e de repente, ao ouvir essas palavras, ele montou em mim de novo.
"Descansa, filhinho, vai te fazer mal". Mas o pau dele dizia o contrário. Minha mão... acariciava e seu tamanho voltou a ser o de antes. Dez minutos de descanso tinham sido suficientes. Eu me sentia felicíssima porque achei que uma vez satisfeito ele se esqueceria de mim, mas não foi assim. Eu ansiava por ser sua mulher novamente, mas temia uma gravidez, pois estava nos dias mais férteis do mês, e não me sentia segura de tirá-lo de dentro de mim no momento culminante, e além disso não queria. Então lambi seu pau que instantaneamente descobriu sua glande vermelha e firme, e assim de lado, enquanto ele brincava com meu cabelo, assim com as mãos na carne palpitante, comecei a chupá-lo com fruição, fazendo-o entrar na minha boca até a garganta. Isso levou meu filho ao céu e a mim me produzia um prazer indescritível, ao pensar no que eu estava lhe proporcionando. Seus gemidos iam crescendo e os meus também, embora eu não pudesse expressá-los, pois tinha a boca totalmente ocupada. Com sua mão, ele acariciou minha buceta e não demorou a encontrar meu clitóris. No momento em que suas carícias fizeram explodir outro orgasmo em mim, veio o dele. Senti o sêmen escorrer pelo pênis que eu tinha nas mãos e, de repente, minha boca se encheu completamente, após vários estertores, misturados com os meus. Não deixei escapar nem uma gota. Engoli todo o seu gozo, não de uma vez, tal era a quantidade. Era incrível, a segunda ejaculação tinha sido tão copiosa quanto a primeira. Voltamos a nos deitar, exaustos, acabados, felizes de novo. Eram quase 11 horas e minha filha voltaria a qualquer momento. Meu filho quis novamente me presentear com sua potência, mas o dissuadi com esse argumento. "Mamãe", ele me disse, "quero repetir". "Eu também, meu amor". "Quando?", ele perguntou. Eu ri. "Sempre", eu disse… "E você vai se cuidar sempre assim?" "Ai, filho, você quer me engravidar?" "Sim, mamãe, é isso que eu quero". "Eu também, meu amor", eu disse, beijando-o com paixão na boca, "mas temos que planejar". "Eu te aviso". Ele se retirou para seu quarto e eu dormi. placidamente até a manhã. Ele me acordou e se deitou ao meu lado, pelado e de pau duro como se não tivesse feito nada no dia anterior. Foi demais pra mim, tirei o sutiã e a calcinha fio-dental e fiquei nua também. "Você é louco, meu amor", eu disse, "Estamos loucos, mami, mas que delícia de loucura". "Sim, filho, sou sua mulher, me come, aproveita e me dá também". "Sim, mami", e sem dizer mais nada ele me colocou de quatro. Me pegou pelos peitos e de novo o pau dele entrou fácil. "AAAAAAAAAAAHHHHHHH, filho, gritei depois de um minuto, aí está, GOOOOOOOOOOZEI!". E explodi em outro orgasmo espetacular. O descanso da noite tinha ajudado, porque ele em não mais que cinco minutos gozou dentro de mim outra boa quantidade de porra. "Ai, o que a gente fez", exclamou alarmada, e fui ao banheiro me lavar. Em pé debaixo do chuveiro sentia a porra saindo da minha buceta e escorrendo pela minha perna. Me limpei bem, mas não fiquei tranquila. Naquela tarde consultei um ginecologista que me tranquilizou, já que depois de três ejaculações, o sêmen do homem fica sem espermatozoides maduros, então eu precisaria esperar 48 horas para que eles ficassem férteis. Ou seja, senhora, ele me disse, seu marido deverá deitar com você depois de 48 horas da última vez. Ele achou que eu queria engravidar, era óbvio. E eu já sabia de algo, que me ajudaria a planejar o que aconteceu depois.
Depois da primeira vez meu filho começou a me ver como a mulher dos sonhos dele, e como era erótico ao máximo, já que a potência dele mostrava, ele conseguia com as insinuações dele que eu me vestisse, quando minha filha não estava, do jeito mais excitante possível, como uma daquelas putas da rua. Isso deixava ele louco, principalmente as saias curtinhas, salto altíssimo e blusas transparentes que mais do que insinuavam mostravam meus peitos enormes e os mamilos bem marcados. Eu estava super feliz porque me sentia uma deusas desejada e ao mesmo tempo cheia de ternura pelo meu filho a quem eu queria dar todo o prazer que pudesse. Apesar da minha idade, dizia para mim mesma, não me trocaria por nenhuma outra, e era verdade porque notava isso na veemência dele quando transávamos e na sua dedicação, traduzida em detalhes, alguns mínimos, outros importantes. Ele conseguiu um emprego num fórum que lhe permitia ter dinheiro, usado exclusivamente para me encher de presentes, que eu, discretamente diante da minha filha, dizia serem de um pretendente meu, um fantasma que eu havia criado para justificar minha futura e inevitável gravidez.
No mesmo mês da minha primeira experiência sexual com meu filho, com meus dias inférteis se aproximando, finalmente lhe dei o prazer que ele queria. Uma noite em que minha filha havia saído com as amigas, coloquei uma lingerie transparente e sugestiva ao máximo, sob um roupão mais discreto. Ele estava com uma camiseta branca e, depois do jantar, suas mãos ávidas se esforçaram para desabotoar uma das minhas ligas. Peguei sua mão e a guiei até o lugar entre minhas pernas, onde ele encontrou uns botõezinhos que abriam a porta do ninho. Presa de uma loucura infantil, ele me levantou no colo e me levou ao quarto. Com mãos desajeitadas, tentou me despir, mas pedi que me deixasse fazer. Então, voluptuosamente, fui tirando a roupa bem devagar, enquanto via seu pau de 24 cm no ponto máximo.
Nua como estava, fui para o chuveiro, sem tirar os sapatos de salto, que me davam um porte escultural. Ele veio atrás de mim, e nus, tomamos banho juntos. "Viu?", disse, "como no primeiro dia". E ele fez o mesmo. Me levantou no colo e me colocou na cama. Abri as pernas e nos pegamos pelas mãos. Nos olhamos e, na hora, ele me penetrou sem nenhuma dificuldade. Minha buceta já havia se moldado à dele como uma chave na fechadura. Ainda estávamos molhados do banho, mas não nos importávamos. Ficamos assim, em plena cópula, cada vez mais furiosa, até que eu disse: "Eu estou chegando, e você?"
"Sim, mamãe, te espero". Quando comecei a gozar, ele fez o mesmo e senti por primeira vez que seu sêmen me inundou por completo. Mesmo minha buceta sendo bem espaçosa, a porra não tinha muito lugar porque o pau dele ocupava tudo, e começou a escorrer molhando toda minha bunda. "Gostou, neném? Finalmente se satisfez?" "Sim, mamãe, obrigado, que gozada gostosa você me fez dar". Ficamos unidos, comigo penetrada por muito tempo até eu notar a flacidez do pau dele. Passei a noite toda com o sêmen do meu filho dentro de mim, e pensar nisso me deu outro orgasmo involuntário.
Por sorte, alguns dias depois percebi que não tinha engravidado. Podia então planejar como queríamos.
O meu suposto pretendente dominava as conversas na mesa, e com a cumplicidade do meu filho, minha filha ficou convencida de que eu tinha um amante.
Minha gravidez aconteceu exatamente como planejado. No meio do meu ciclo, fiz meu filho perceber que eu estava receptiva, com gestos, beijos e roupas sugestivas. Não quis que fosse no meu quarto. Fomos a um hotel onde todos me olhavam e invejavam meu parceiro. Desesperados, tiramos a roupa e fui penetrada imediatamente, via e sentia os movimentos dele graças a um espelho no teto. Me senti uma vadia desejada e em dois minutos meu filho me provocou o primeiro orgasmo, o que o estimulou ainda mais. Fizemos de novo como no primeiro dia. Ele ficou parado com o pau totalmente dentro de mim e com movimentos do esfíncter fui levando ele aonde eu queria. Em dez minutos ele estava prestes a ferver. Ouvi os gemidos e o tremor dele. "Agora, meu amor, agora você quer?", perguntei num sussurro. "Sim, mamãe, agora vou te foder todinha". "Sim, meu amor, quero tudo, juntos, meu amor, juntos"... E assim foi, ao sentir ele se apertar forte contra mim na primeira parte do orgasmo antes da ejaculação, quando o prazer era mais intenso, tive outro meu incontrolável. Os fluidos se misturaram, dessa vez a porra dele me fecundou. Coloquei um absorvente para não perder nada. do suco vital. Saímos do hotel de mãos dadas como dois adolescentes. Ao chegar em nossa casa, disse à minha filha, que estava nos esperando, que tinha encontrado meu "namorado" e que meu filho me trouxe para casa por acaso. No dia seguinte, nem nos olhamos. No segundo dia, como queria garantir a gravidez, recebi meu filho, desta vez no quarto, de madrugada, onde ele me encontrou acordada e esperando-o completamente nua. Meus seios inchados e meus mamilos eram os de uma mulher no cio. Os pelos da minha boceta eram convidativos; já estava encharcada dos meus fluidos. Tirar a cueca e se jogar em cima de mim foi tudo de uma vez. "Ai, mamãe, faz dois dias que não fazemos". "É assim que eu quero, bebê, você vai ter uma surpresa". E novamente me certifiquei de estar fecundada. Desta vez deixei que ele gozasse com o pau na beirada da minha boceta e com movimentos da minha pélvis fiz com que não ficasse uma gota fora dela. E assim aconteceu. Minha falta, assim como a do mês seguinte, confirmou minha gravidez. Quando disse ao meu filho que estava atrasada vários dias, com meus olhos brilhantes e meu sorriso, ele ficou mais apaixonado do que nunca. Agora estou grávida de 6 meses. Minha filha desconfia do meu amante invisível. Por enquanto não pensamos em contar nada. Quando podemos, meu filho passeia comigo orgulhoso de ter ao seu lado sua mãe-mulher grávida. Claro que nossas relações são cada vez mais frequentes, até minha barriguinha permitir. Pela manhã, quando minha filha vai cumprir suas tarefas escolares, meu filho me visita, e antes de ir ele também para o trabalho me deixa seu esperma, que guardo até o meio-dia, quando tomo banho e faço os afazeres da casa, junto com minha ajudante que chega nesse horário. É tanta minha felicidade que gostaria de compartilhá-la com aquelas que não ousam cometer incesto mesmo desejando com toda a alma, para aconselhá-las a deixar de lado esses tabus bobos e se jogarem na felicidade máxima.
2 comentários - Atraída pelo filho dele (II)