Minha mãe, minha irmã e a festa de aniversário
TODOS OS PERSONAGENS SÃO MAIORES DE IDADE E ESTA HISTÓRIA NÃO É MINHA, SÓ QUERO COMPARTILHAR COM A COMUNIDADE PORINGERACAPÍTULO ANTERIOR:http://www.poringa.net/posts/relatos/2972973/Mi-madre-mi-hermana-y-la-fiesta-de-cumpleanos-8.html
CAPÍTULO 8 (Fim de festa)
Hoje é o grande dia. Esse último mês passou incrivelmente devagar e hoje, no aniversário de dezenove anos da Carla, estou um verdadeiro caco. Dizer que estou nervoso e excitado seria pouco. Estou deitado na minha cama e ainda não consigo acreditar. Todos esses dias foram um puro suplício e foi um horror me controlar, mas no final sou um homem de palavra e acho que isso também me torna adulto, já que acredito que a mamãe, além de nos ensinar, nos coloca essas provas de maturidade, que com certeza nos servirão para muitos aspectos em nossas futuras vidas. Consegui ficar essa última semana inteira sem me masturbar, tentando me guardar para minhas duas preciosas damas. Maior tensão ainda!
Por outro lado, foi uma verdadeira tortura para mim e em outro momento eu não teria parado de bater punheta que nem um macaco, mas se já estou entusiasmado e tarado a todo momento, isso se multiplica ao senti-las ao meu lado. Cada vez que cruzava com uma, era inevitável despir ela com os olhos, quando sorria para a outra e ela me devolvia um sorriso carinhoso, era impossível não ter uma ereção ou, mais complicado ainda, quando havia contato direto, desde um beijo casto, ou um abraço suave, até um roçar inocente dos nossos corpos em algum momento do dia, faíscas saltavam e o desejo crescia, mas sempre respeitando escrupulosamente as regras do famoso contrato. Também tive que passar por momentos ainda mais difíceis, como outro dia quando vi a Carla de calcinha no quarto dela, sem a parte de cima, e dessa vez ela não bateu a porta nem nada parecido, mas fechou devagar, me pareceu que bem provocativamente, com um sorrisão e sem esconder os peitos lindos dela. Também peguei a mamãe saindo do banho em outra ocasião e a abertura da toalha dela por alguns segundos me permitiu ver naqueles instantes o corpo curvilíneo e infernal dela ou a sombra dos pelinhos da buceta dela. Ela se fez de desligada, mas no fundo sabia que era mais uma prova para eu cumprir minha parte e De certa forma, eu estou fazendo isso, mas o caminho é muito mais tortuoso do que imaginei… não aguento mais.
Ao sair do meu quarto, encontro Carla no corredor. Ela me olha de cima a baixo, observando meu corpo coberto só pela minha calça de pijama, e eu faço o mesmo com ela, que está vestindo um top justinho e uma calcinha. Ela está linda… deslumbrante, como sempre.
— Parabéns, maninha! — falo, enquanto passo a mão na bunda dela por cima da calcinha.
— Essa mão! — ela diz, dando um tapa na minha palma, sorrindo e sabendo que hoje à noite não vou parar de percorrer as curvas dela, e não só com as mãos.
Percebo aquele brilho nos olhos dela ainda mais forte do que nos dias anteriores, algo que mostra que ela está com muito tesão, e eu com certeza estou ainda mais, e não consigo evitar dizer:
— Que vontade de meter nessa buceta linda! — falo, tentando levar a mão lá embaixo.
— Quieto, lobo! Só hoje à noite, nada. — ela diz, afastando minha mão e segurando meu pulso.
— Carla, não aguento mais!
— Eu também tô morrendo de vontade de a gente foder de novo! — ela sussurra no meu ouvido de um jeito mais que sensual.
Algumas horas depois, depois de me lavar e fazer a barba, leio de novo no táxi as instruções que a mamãe deixou num bilhete na geladeira, e elas parecem mais do que claras. Só às onze da noite a festa dos sonhos vai começar. Estou muito nervoso, quase como se fosse a primeira vez. Falta pouco…
Nossa amada mãe e organizadora do banquete preparou uma noite num hotel bem luxuoso da cidade, sem se importar com os gastos, mas acho que vale a pena. Como planejado e seguindo à risca as regras, chego no tal hotel, onde as garotas devem estar se trocando no quarto reservado. O lugar é incrível, um hotel cinco estrelas, com um saguão cheio de lustres e espelhos. Olá, sou Nacho Carreras. Tenho reservada a suíte "Princesa" – aviso a recepcionista, que por sinal é uma loira gostosa pra caralho.
– Sim, aqui está, Sr. Carreras. 8º andar. Coloque a chave no elevador e vai direto pro seu quarto – ela me entrega o cartão com um sorriso doce e mordendo o lábio inferior. Acho que minha roupa, com um terno emprestado pelo meu amigo Rafa, que me veste como uma luva, e a gravata borboleta combinando, me dão um visual mais atraente.
Porra, tô alucinado com esse hotel que a mamãe escolheu e não paro de pensar no quanto tudo isso deve ter custado. Entro no elevador, enfio o cartão na fenda e o display acende: "Cobertura – Suíte Princesa". Com certeza, minhas duas princesas devem estar me esperando lá.
Quando a porta se abre, fico ainda mais alucinado vendo uma sala enorme com dois sofás de couro gigantes, uma mesa com várias cadeiras, duas TVs enormes de "trezentas" polegadas, música ambiente, flores e uma caixa de bombons aberta com um cartão de boas-vindas. Depois de comer um bombom, não paro de pensar nos outros bombons que vou comer daqui a pouco, e meu pau volta a ficar duro de novo. No fundo, tem duas portas. Acho que uma delas deve ser o quarto, porque ouço as garotas conversando do outro lado. Tento abrir a porta, mas está trancada com o ferrolho. Meu Deus, que nervoso!
– Já estamos saindo! – ouço a voz da mamãe. – Sirva uma taça de espumante.
Faço isso, sirvo uma taça e continuo fuçando essa suíte enorme. Abro a outra porta pra ver o que é e quase caio de costas ao ver que é um pequeno spa privativo, com uma jacuzzi enorme no centro, de pelo menos dois metros de diâmetro, quatro espreguiçadeiras e uma cabine num canto que deve ser uma sauna. Porra, que loucura, como os ricos vivem!
De repente, a porta do quarto se abre e a primeira a aparecer é a mamãe. Engasgo assim que a vejo. Ela está deslumbrante! O vestido preto de lycra com Um palmo acima do joelho, o vestido abraça as curvas dela de um jeito magistral, moldando aquela figura de cintura marcada, quadris largos e peitos volumosos, com um decaço enorme onde as tetas parecem querer pular pra fora e um colarzinhos de bolinhas que brinca de se esconder nesse vale divino. Os saltos altíssimos dão a ela um porte elegantíssimo e muito sexy. O cabelo preso num coque bem charmoso, os olhos bem pintados, uns lábios vermelhão e dois brincos enormes e brilhantes balançando nas orelhas dela.
— Oi, filho! — ela fala, me dando um beijo na bochecha — Que lindo! — completa ao me ver naquele terno.
— Mãe, você que tá linda! — falo, admirando aquele corpo enfiado no vestido justo.
— Sério? — ela pergunta, dando uma voltinha.
— Porra, você tá uma gostosa! — completo, empolgado, e tenho que segurar a pica que quer pular pra fora da calça.
— Adoro ouvir você dizer isso!
— E tem uma buceta do caralho!
O sorriso doce da mamãe é o sinal claro de que ela se sente lisonjeada e excitada, tanto pelas minhas palavras quanto pela minha própria ereção, que fala por si só. Uns segundos depois, a Carla aparece em cena, tão ou mais espetacular que a mãe dela, e olha que eu achava que já tinha chegado no limite do impossível.
A roupa da minha irmã é a coisa mais impressionante que eu já vi nela. É um macacão de lycra branco bem justo, com short curto e um decaço em V que quase chega no umbigo. O shortinho também é bem apertado, desenhando os quadris dela e aquela forma divina onde as coxas terminam e começa a virilha, numa abertura deliciosa que é a bucetinha dela, levemente marcada pelo tecido. Nos pés, ela usa umas botinhas que cobrem os tornozelos, também de couro branco e salto alto. O cabelo dela tá solto e bem penteado, os olhos bem delineados, os lábios rosinhas e aqueles brincos grandes. que enfeitam suas orelhinhas lindas. Ela se vira pra eu não perder nenhum detalhe daquela roupa e, se na frente é alucinante, por trás é quase mais: as costas dela estão totalmente nuas, já que a peça só se prende na nuca com um brochezinho, e o shortinho, por trás, desenha uma bunda redonda onde o próprio tecido gruda na pele dela, parecendo que não tem nada por baixo. As coxas morenas dela, por trás, se elevam por causa daqueles saltos altíssimos, e a bunda fica mais empinada do que nunca.
̶ Porra, Carla! – é o que consigo falar.
̶ Gostou? – ela morde a ponta da língua com os dentes, sabendo que tá arrasadora.
Não respondo, só fico olhando nos olhos dela quando ela fica parada ali e vejo o rostinho lindo dela levemente corado.
̶ Você também tá muito gato! – minha irmã fala, admirando meu corpo com esse terno emprestado, mas a verdade é que fica muito bom em mim.
̶ Valeu. – respondo e levanto minha taça em agradecimento, olhando pra minha irmã do coração, que é uma beleza incrível com essa roupa tão impactante.
̶ Viu as botinhas que a mamãe me deu de aniversário? – ela pergunta, baixando a cabeça, e um mechinho do cabelo dela cai no rosto, e ela recolhe daquele jeito sensual que me deixa louco.
̶ Tá divina! Tô doido pra tudo começar! – afirmo, eufórico, esfregando as mãos e admirando as duas mulheres.
̶ Calma, filho, primeiro vamos descer pra jantar – mamãe fala, segurando meu braço e me puxando em direção à porta.
̶ Hoje você é nosso homem! – Carla fala, segurando meu outro braço, e assim descemos pro salão de jantar do hotel.
Nem preciso dizer que a entrada no salão é apoteótica, porque essas duas gostosas não passam despercebidas, tanto pelos funcionários do hotel quanto pelos próprios clientes, que ficam alucinados vendo aquelas duas mulheres altíssimas, com seus saltos mais altos. sapatos de salto e essas roupas tão extraordinariamente sexy. Me sinto orgulhoso e vejo que sou a inveja de todos os homens e até das mulheres, que pensam que devo ter algo de bom pra estar ao lado delas. Se soubessem que são minha mãe e minha irmã…
Elas percebem os olhares das pessoas e adoram se exibir pra todo mundo, com gestos e insinuações aparentemente naturais, mas cheias de erotismo, como quando a mamãe pergunta ao garçom qual prato do cardápio ele recomenda e aponta com a unha comprida, enquanto o outro, abaixado ao lado dela, só fica de olho, babando naquele decote prestes a explodir. Minha irmã também não perde chance de mostrar sua sensualidade, enquanto arruma o cabelo ou ajusta nas costas o broche que prende o macacão branco de lycra. Esse gesto é mais que tentador, pelo menos pra mim, claro, ela sabe e me olha vitoriosa ao me ver babando.
— Você tá excitado? – ela me pergunta de repente.
— Muito!
— E você?
— Tô com um tesão danado! – ela fala bem baixinho pra ninguém ouvir, mas mexendo aqueles lábios pintados de rosa de um jeito que me perturba.
— E você, mamãe? – pergunto pra nossa progenitora.
— Muito! – responde também baixinho, sorrindo.
Pra ser sincero, o jantar deve ser uma delícia, mas quase não presto atenção no linguado ou nas maravilhas que o acompanham. Tô mais focado em curtir minhas duas deusas, tanto na postura quanto em cada um dos seus gestos, mais que intencionais e muito provocadores. Não paro de pensar no que vai rolar lá em cima em menos de uma hora.
Depois do jantar, fomos pro bar do hotel e lá também exibo minhas duas damas pra todos os cavalheiros que estavam vendo um jogo e largaram tudo de repente pra cravar os olhares lascivos nas minhas duas mulheres deslumbrantes. Sinto ainda mais tesão e, acima de tudo, muito orgulho de ser o único que vai comer elas essa noite.
Depois das Copos e uma conversa divertida comentando os olhares do resto do pessoal. Finalmente chegou a hora e eu faço minha mãe entender com meu relógio, no qual coloquei um alarme para as onze em ponto. Ela sorri e Carla faz o mesmo, me dando um beijo na bochecha, quase na comissura dos meus lábios. Tô a mil!
Assim que entramos no elevador, eu me jogo com a mão direita nos peitos da minha mãe, que ri nervosa, enquanto minha outra mão vai parar na bunda redondinha da Carla, apertando com toda a força.
— Calma, filho, dosa! — minha mãe fala rindo, me vendo descontrolado.
Chegamos no quarto e elas deixam as bolsas na mesa pra ficar de frente pra mim.
— Bom, vamos passo a passo, filho. Primeiro, você vai nos despir você mesmo. Quer começar comigo? — ela me convida, insinuante, girando o corpo.
— Tá brincando? Adoraria!
— Faz devagar, meu amor, lembra que essa parte é importante fazer com carinho.
— Sem dúvida. Fico atrás dela e procuro o zíper do vestido, que começa na nuca e vai até quase a bunda dela. Dou um beijinho no pescoço e vou descendo o zíper devagar, me deliciando com o movimento, assim como ela faz com os quadris, num vai e vem envolvente e sedutor. Finalmente, a roupa cai no chão e minha mãe fica só de sutiã preto e meia com liga. Ela não tá de calcinha!
— Porra, mãe! — falo admirando quando ela se vira pra mim, mostrando aquela buceta linda que fica ainda mais gostosa entre as ligas.
— Agora o sutiã, querido. — ela me convida, chegando bem perto de mim.
Curiosamente, o sutiã tem o fecho na frente. Eu abro meio sem jeito e ela guia meus dedos até o broche que prende a peça. Finalmente, cai no chão e minha mãe mostra aqueles peitos magníficos. Ela fica nua na minha frente, só de meias. negras, a liga elegante dela e os saltos altos. Que visão!
— Bem, o que achou? — ela pergunta, abrindo os braços e mostrando a nudez.
— Mãe, mais que alucinante!
— Obrigada, filho. Sabia que você ia gostar.
— E como! — digo, observando o corpo lindo dela e os lábios vermelhos que ela umedece lascivamente com a língua.
— Muito bem, querido, agora sua irmã — ela acrescenta, me dando um beijo suave nos lábios.
Carla já está mais que pronta e vira de costas para mim, com as pernas bem juntas. As botas têm salto bem alto, porque com elas minha irmã fica quase da minha altura.
Acaricio as costas nuas dela com as costas da mão e sinto ela ronronar. Ela tira o cabelo do caminho pra eu alcançar o fecho do pescoço, vira a cabeça de lado e finalmente solto. A parte de cima desliza rápido, mas a que cobre os quadris, por ser de lycra, está bem justa. Pego as laterais dessa peça com as mãos e vou descendo pelas coxas dela devagar, como a mãe pediu, sem deixar de apreciar cada centímetro dessa deusa.
— Porra, que maravilha! — digo ao ver que Carla ficou completamente nua de costas pra mim. Também não está de calcinha. A bunda dela é perfeita, as coxas grossas, as costas elegantes…
Ela se vira, e eu continuo agachado admirando a nudez dela e aquela rachinha marcada que brilha intensamente. Levanto e ela me dá outro beijo nos lábios, igualzinho ao que a mãe deu segundos antes.
— Não tá uma gostosa? — minha mãe pergunta.
— Alucinante! — afirmo.
— Agora a gente cuida de você. — a mãe completa.
Juntas, elas deslizam minha jaqueta deixando cair pelas minhas costas, soltam minha gravata borboleta, e Carla fica nua na minha frente, sem parar de me olhar nos olhos enquanto vai desabotoando devagar os botões da minha camisa. Tô com um tesão do caralho e alucinado de ver ela pelada de novo, é a coisa mais linda do mundo. Mãe Atrás de mim, ela gruda nas minhas costas, e eu sinto os peitos dela pressionados contra o tecido da minha camisa. Dessa posição, ela solta o cinto e o botão da minha calça, fazendo ela deslizar até o chão. Um gesto da mamãe faz a Carla terminar o serviço de tirar a calça e também a minha cueca, que faz meu pau pular como uma mola, já que ele estava escondido ali embaixo. Carla sorri, agachada, vendo meu pau duro na maior plenitude, enquanto termina de tirar a cueca pelos meus pés.
Agora estamos todos pelados no meio do hall da nossa suíte chique. Ter as duas tão perto, nuas, é simplesmente alucinante. Estico a mão para tocar um dos peitões da mamãe, mas ela me empurra bruscamente pro sofá, me fazendo sentar de uma vez, todo surpreso com a ação. Elas se olham, sorrindo, como se tivessem ensaiado aquilo. Aí, seguindo um roteiro aparente, feito duas gatas no cio, se abraçam cheias de carícias com as mãos. A cena lésbica é a melhor que já vi na vida. Dois corpos sarados, com aqueles saltos altos, roçando pele com pele, peito com peito e língua com língua — é algo incrível. Eu me masturbo devagar, porque com tanta vontade acumulada nessa última semana e tendo essa visão magnífica, não dá pra resistir.
As duas mulheres continuam se beijando e se apalpando, nos peitos, nas bundas e em cada uma das bucetas inchadas. Vejo o celular da mamãe em cima da mesa, pego ele, posiciono e tiro umas fotos daquelas duas gostosas se pegando peladas. Mamãe percebe e vira a cabeça, mas longe de me xingar, ela sorri. Depois, coloco no modo gravação, porque quero guardar essa cena das mais quentes.
As garotas, de comum acordo, se deitam no tapete branco macio de pelo longo pra continuar se beijando e se acariciando. O corpo da minha irmã balança enquanto recebe as lambidas e os beijos que a mamãe espalha por ela toda. O corpo dela. Minha mãe está praticamente em cima dela e a brincadeira continua naquele tapetão, se enchendo de beijos e carícias. Aí a professora se vira devagar, pisca um olho pra mim e coloca a cabeça na buceta da Carla e a dela na cara da minha irmã. Tão fazendo um 69!
Tiro fotos e vídeos dessa nova sessão de sexo e fico alucinado vendo a língua de uma na xota da outra. Tenho que me levantar e vou vendo de perto, sem parar de acariciar meu pau que parece querer brincar também. Foco de perto com a câmera, primeiro na bucetinha da mamãe que tá sendo devorada pelos lábios e língua da Carla, e depois percorro as curvas dela até a buceta linda da minha irmã, que também tá sendo devorada pela nossa mestra de cerimônias.
Minha irmã começa a tremer, acho que não aguentou tanta tensão guardada durante esse mês inteiro e goza entre gemidos, enquanto mamãe continua chupando e mordendo mais rápido na buceta dela. Que loucura!
— Gravou tudo? — pergunta mamãe estendendo a mão pra eu ajudar ela a levantar.
— Sim, claro!
— Demais! — ela fala, se colocando na minha frente.
Acho que mamãe tá solta de novo e nesses momentos não é aquela mãe sensata e cautelosa que tinha tanto medo nos dias anteriores, agora é uma das mais ousadas dessa festa particular tão especial.
Carla continua deitada no tapete, as mãos na cabeça, a respiração ofegante e o olhar perdido, sem dúvida chegou a um orgasmo incrível graças à língua habilidosa da mamãe. Tá linda, ali jogada, pelada, só com aquelas botinhas brancas.
— Mandou bem com sua filha! — falo acariciando os quadris e a bunda da minha mãe.
— Parece que sim. Eu não consegui gozar tão rápido — ela responde com a voz trêmula, com toda certeza tá com tesão.
— Deixa eu terminar esse serviço? — pergunto.
— Claro, filho!
Mamãe se Caio no sofá e abro as pernas dela bem largas. Primeiro fico admirando aquela buceta e o quanto gostosa aquele corpo nu se mostra, só com as meias e a cinta-liga. Minha boca vai primeiro pros peitos dela e começa a lamber com toda dedicação, caprichando em desenhar cada centímetro e mordiscando de leve cada vez que encontro um dos mamilos dela.
— Que delícia! — geme a mamãe.
Sei que tô fazendo um bom trabalho e também não quero descer ainda pra dar uma revisada na buceta dela, como ela bem me ensinou, porque segundo as palavras dela "com as mulheres tem que ir devagar" e é isso que faço, mas ela tá muito mais excitada do que eu esperava e praticamente empurra minha cabeça pra eu mergulhar naquele abismo que é a buceta inchada dela. Aspiro o cheiro inebriante, mas me seguro de novo, repito pra mim mesmo que tenho que ir devagar.
Dessa posição, vendo a buceta dela de pertinho, observo lá no fundo o rosto dela cheio de tesão e os olhos brilhando me olhando. Sorrio pra ela e dou uma primeira lambida na rachinha dela, ela se contorce no sofá fechando os olhos. Tiro a língua e olho pra ela de novo. Ela tá a ponto de gozar, mas gosto de fazer ela sofrer, acho que em parte, por ela ter negado tudo esse mês e nos castigado sem sexo, mas por outro lado porque é maravilhoso ver ela tão fora de si.
— Filho, pelo amor de Deus, chupa! — ela diz quase gritando.
Eu sorrio de novo pra ela, mas só brinco com a virilha dela e com a parte interna das coxas sem encostar a língua na buceta molhada dela. Mamãe se contorce no sofá.
— Carla, vem! — minha mãe diz de repente se levantando.
Ela me obriga a deitar no sofá ajudada pela filha, que imobiliza minhas pernas, enquanto ela segura meus braços, me deixando lá estirado sem poder me mexer. Mamãe coloca as pernas abertas de cada lado da minha cabeça, deixando a buceta dela a poucos centímetros da minha boca. Então ela deixa o corpo cair e a rachinha dela pousa direto nos meus lábios. Finalmente sinto que ela solta a tensão das minhas braços e só emite gemidos e soluços descontrolados cada vez que minha língua faz contato com um lugar tão sensível. Minhas mãos sobem pelos seus quadris, desenham por completo suas nádegas para ir subindo até seus peitos e amassá-los.
Nesse instante, estou deitado no sofá com uma mulher tão impressionante quanto minha mãe sentada literalmente na minha cara. É algo impensável até pouco tempo atrás e agora meu sonho está se realizando, mas multiplicado por mil.
De repente, sinto meu pau sendo abraçado pelos dedos finos da minha irmã, que começa a me masturbar devagar. Não consigo vê-la, porque tenho a mamãe em cima, mas logo sinto o contato dos lábios dela no meu pau. Uma eu estou chupando a buceta apoiada na minha boca e a outra está me fazendo um boquete delicioso, caralho!
Tento pegar ar cada vez que os lábios da Carla sugam meu freio, mas a mamãe não está a fim de que eu pare, e só quer sentir minha língua, meus lábios e até meus dentes. A outra continua chupando como uma condenada e enfia boa parte do meu pau bem lá dentro, acho que conseguiu superar o recorde dela e engolir mais da metade. Enquanto isso, sinto o tremor da mamãe, a dureza dos bicos dos peitos dela, as coxas dela me sufocando nessa posição até que ela quebra o silêncio prolongado e o transforma num gemido intenso, enquanto acaricia meu cabelo em sinal de agradecimento por eu ter feito aquela comida de buceta brutal.
Depois de alguns segundos de recuperação, ela percebe que estou faltando ar e se levanta de cima de mim.
— Filho, que maravilha, você é muito bom! — ela me diz, parada ali de pé.
— Valeu, mamãe — respondo com dificuldade, estendendo a mão para acariciar a vulva inchada dela, enquanto Carla continua chupando e chupando meu pau sem parar.
Minha mãe, vendo as tentativas frustradas da filha de enfiar mais um pedaço da minha espada, fica ao lado dela para ir orientando e ajudando nessa tarefa. Depois de várias trocas de olhares entre elas e depois, elas me masturbam alternadamente, até que, num acordo prévio aparentemente bem planejado, me convidam pra deitar no tapete macio de pelo e elas se ajoelham aos meus pés. Fico ali olhando pro teto com meu pau duro, pronto pra receber o que vier.
Primeiro é a Carla que começa a me punhetar, olhando fixo nos meus olhos, e a mamãe acaricia suavemente minhas bolas enquanto ensina a filha como se posicionar pra ficar confortável e fazer o serviço com mais precisão — claro, mamãe é uma grande mestra. Depois elas se beijam, mas com total entrega, fazendo com que suas bocas e línguas pareçam beijos desesperados. Em seguida, minha irmã, depois de me olhar de novo, enfia a ponta do meu pau e vai descendo devagar. Quando chega na metade, fecha os olhos e um engasgo a toma, tirando da boquinha o meu pau dilatado.
— Devagar, filha! — ajuda a mãe, acariciando o cabelo dela — lembra o que te ensinei.
— É que ele é muito grosso. — completa a outra.
— Olha, assim… — mostra minha mãe.
Naquele momento, meu pau abre caminho na boca da mamãe, enquanto minha irmã observa cada movimento com atenção, acariciando a bunda e as costas da outra. A mamadora experiente, que agora assumiu o controle, mostra à discípula o serviço, respirando pelo nariz, ajustando os lábios e a língua, e incrivelmente consegue descer até enfiar meu pau inteiro na boca dela.
— Que loucura! — fala a Carla.
— E como! — digo eu, suspirando, enquanto mamãe continua ali com a boca me prendendo o pau todo, que sumiu na cavidade dela.
Depois ela tira e sai uma porrada de saliva e meus fluidos misturados, que a outra recolhe com a boca num beijo lésbico alucinante, muito bem coordenado.
— Agora você, querida! — convida minha mãe de novo à sua aplicada discípula.
Naquele instante, a Carla faz o mesmo processo. Ela agarra meu pau pela base, me encara fixamente e começa com a boca lentamente a enfiar essa barra de carne. É centímetro por centímetro até passar daquela metade que antes era seu limite. Ela respira repetidamente pelo nariz e, após uma longa pausa, continua até enfiar tudo. Meu Deus, não acredito! Minha irmã engoliu meu sabre inteiro!
— Muito bem, filha, isso aí! Segura a respiração por uns segundos e aperta levemente com a garganta. — incentiva minha mãe, acariciando o cabelo dela.
Quando ela faz isso, quase morro de prazer, porque essa contração da garganta dela acaricia minha glande apertando mais, me fazendo ver estrelas. Depois ela tira lentamente, tossindo levemente, mas tendo conseguido o objetivo completamente.
— Ela se saiu bem, não é, Nacho? — mamãe me pergunta, enquanto continuam se beijando entre si.
— Maravilhosamente bem! — respondo com a voz entrecortada.
— Então ela merece um prêmio.
— Claro!
Naquele instante, Carla se levanta e monta em cima de mim. A boceta quente e molhada dela senta no meu pau e se esfrega repetidas vezes num vai e vem da pelve dela. Estou de novo com minha irmã nua em cima de mim!
— Muito bem, querida, deixa ele bem duro! — incentiva mamãe à filha, me olhando de soslaio.
Eu acaricio os quadris da minha nova amazona, que continua balançando o corpo sobre o meu, que ainda está deitado no tapete. Nesse momento, Carla fode habilmente meu pau atrás do corpo dela e o esfrega repetidas vezes na sua rachinha, me fazendo sentir um prazer intenso que percorre cada centímetro da minha pele, dos pés à cabeça.
— Porra! — digo quase num grito abafado.
— Você deixou ele a mil, filha. — acrescenta nossa professora, tirando fotos.
— É, ele tá bem duro — intervém Carla com a voz trêmula, sinal claro do tesão dela.
— Agora, filho, fode ela! — ordena mamãe, que ajoelhada a um costado acaricia meu peito.
Não prolongo mais aquele momento, porque estou prestes a explodir, então, segurando a cintura da minha irmã, faço ela girar, rolando nós dois pelo tapete até que ela fica debaixo de mim. Agora ela não pode mais brincar de me excitar, porque estou descontrolado e ela também. Pego meu pau e, apontando pra aquela rachinha molhada, de uma só vez enfio até o fundo. O pescoço da minha irmã se estica debaixo de mim ao sentir todo o comprimento do meu cacete dentro dela, e eu tenho que me segurar, tremendo, ao notar como a buceta dela agarrou aquela grossura toda de um jeito incrível.
Mamãe está tirando fotos ao nosso lado, e eu começo a mover minha pélvis uma e outra vez, sentindo os músculos da vagina da Carla se apertarem pra que a barra de carne ardente não saia daquele lugar. Continuo martelando meu pau na buceta dela e percebo seus gemidos, cada vez que entro e saio, é um ritmo frenético, mas muito bem sincronizado por nós dois, parece que sempre fizemos isso. Finalmente, minha irmã aperta os dentes e depois abre a boca, virando a cabeça, soltando um gemido longo que mostra o segundo orgasmo dela nessa noite especial. Isso me incentiva a continuar bombando a buceta dela e observar com atenção meu pau entrando e saindo daquele buraco apertado e tentador. É uma verdadeira maravilha, mas quando minha mãe acaricia minha bunda e beija minhas costas, não consigo mais me controlar e fico tenso, apoiando os punhos no tapete, mantendo meu pau duro completamente enfiado dentro da buceta da Carla. O primeiro jato da minha gozada sai como um tiro, inundando aquele lugar quente, depois outro e mais outro, até esvaziar meus ovos naquela xoxotinha gostosa.
— Que delícia! — repete Carla ao sentir meu leite quente inundando o útero dela.
— Muito bem, filhos! — diz mamãe, acariciando nós dois, enquanto ficamos juntos por um bom tempo, deitados naquele tapete macio.
— Porra, isso é foda! – Consigo sentir quando meu pau vai amolecendo e eu saio daquele lugar maravilhoso enquanto Carla sorri pra mim debaixo de mim.
Mamãe serve mais três taças de espumante e a gente senta no sofá pra ver as fotos e os vídeos. Nós três pelados vamos descobrindo cada cena e, enquanto isso, aproveitamos pra acariciar nossos corpos sem parar.
— Já tá dura de novo. — fala de repente Carla, que tava acariciando meu pau moreno e rapidamente ficou de alerta.
— Filha, você precisa dar tempo pra ele se recuperar, lembra que os homens precisam do tempo deles.
Porra, eu quase não preciso de nada, porque tô mais do que pronto pra continuar essa festa e não perder mais tempo.
— Que tal a gente dar um mergulho na hidromassagem nós três? — mamãe pergunta.
— Demais! — responde Carla, e a gente vai pra lá.
Depois de tirar os sapatos e mamãe se livrar das meias e da cinta-liga, a gente entra na água morna e borbulhante daquela hidromassagem gigante. A gente continua acariciando nossos corpos pelados, nos beijando alternadamente naquela banheira enorme, enquanto eu apalpo os peitos delas, as bucetas delas, e elas fazem o mesmo comigo, passando a mão no meu corpo todo. Quero que o mundo pare!
— Preparado, filho?
— Sim! — respondo quando sinto os dedos dela brincando debaixo d'água, me masturbando.
— Beleza, então agora é minha vez de ter esse pau dentro de mim — avisa mamãe, ansiosa.
Nessa posição, sentado no banco da hidromassagem, minha professora do sexo sobe em cima de mim e enfia meu pau duro sem nenhuma dificuldade. Que delícia!
Volto a beliscar os bicos dos peitos dela, a amassar a bunda dela, mas minha irmã não quer ficar de fora e aproveita pra me beijar loucamente com os lábios e a língua enquanto mamãe continua quicando no meu colo, cravando até o fundo no meu aríete. De repente, quando tô acariciando os glúteos da minha amazona, meus dedos chegam até a... buraquinho traseiro e fico acariciando ele várias vezes. De repente, percebo que meu dedo indicador entra sem dificuldade e é aí que mamãe revira os olhos e entra em transe para dar um suspiro forte e um gemido longo em seguida, enquanto tenho meu pau enfiado no fundo da buceta dela e meu dedo, até a segunda falange, dentro do cu dela. Fico brincando no buraquinho traseiro dela e vê-la assim, alucinada, soltando aqueles gritinhos, é sublime, mas além disso, sentir os espasmos da vagina dela apertando meu pau a todo momento me leva inevitavelmente a descarregar dentro dela toda a minha segunda munição, que invade a buceta dela com jorros abundantes. Ela me olha nos olhos, encantada.
Ficamos unidos, enquanto minha mão direita continua com um dedo enfiado no cu dela, a esquerda está acariciando os lábios macios da buceta da Carla, que continua suspirando ao meu lado, mas parece querer algo mais que meus dedos. É aí que ela se levanta e, ajoelhando na borda da banheira de hidromassagem, planta a buceta na minha cara, igual minha mãe fez no sofá minutos antes. Ali tenho as duas: uma enfiada debaixo d'água com meu pau ainda duro dentro dela, e a outra esfregando a rachinha dela no meu rosto todo, me encharcando com os sucos dela, que por sinal estão deliciosos. Quase não consigo respirar, mas naquele momento é o que menos me importa, porque minha língua e meus lábios não param de se entregar a essa iguaria divina. Porra, isso é um sonho, tenho duas mulheres incríveis em cima de mim, uma enfiada no meu pau e a outra com a buceta na minha boca!
Mamãe não quer sair, nem eu quero que ela saia, e ela ainda mexe a pélvis, tirando de mim os últimos espasmos de prazer, enquanto Carla continua movendo os quadris e esfregando a buceta nos meus lábios, que, ávidos por essa iguaria, devoram com total entrega, até que ela se tensiona e descarrega a energia dela transformada em gemidos, convulsões e um orgasmo intenso. Que gostoso que é essa buceta!
Depois da recuperação dos três, Voltamos a sentar na jacuzzi brindando com nossas taças de espumante.
— Mamãe, vi que você gostou bastante quando enfiei o dedo em você. — falo num momento relaxado.
— Bom, não se iluda. — responde sorrindo.
— Que história é essa de dedo? — pergunta Carla, que parece não ter percebido nossa operação debaixo d'água.
— Nada, filha, é que seu irmão enfiou um dedo no meu cu, mas já tô vendo a cara dele de querer enfiar outra coisa.
— E você não quer? — pergunto diretamente, dando um beijo suave nos lábios dela.
— Filho… eu…
— Vamos, mamãe!
— Eu quero sim! — responde Carla, eufórica.
— Mas querida, você não pode. — responde minha mãe, acariciando o rosto dela.
— Por que não? — pergunta minha irmã, confusa.
— Porque seu irmão tem isso muito grosso e vai te machucar, você não está preparada. — acrescenta, acariciando meu pau que volta a endurecer com os dedos dela.
— Deixa eu experimentar com você, mamãe! — intervenho eu, suplicando, porque é o que mais desejo naquele momento: meter meu pau naquele rabão.
— Não pelo cu, não, Nacho. Depois sua irmã vai querer e não quero que você machuque ela. — diz minha mãe, como se estivéssemos falando do último pedaço de bolo.
— Mas não precisa, eu treinei — intervém Carla.
— Como? — perguntamos mamãe e eu em uníssono.
— Sim, experimentei esses dias todos, primeiro lubrifiquei bem, enfiei um dedo, depois dois, meti o vibrador e até uma abobrinha.
— Uma abobrinha? — perguntamos de novo, eu e minha mãe em sincronia.
— Sim, coloquei uma camisinha, um creme lubrificante e entrou inteira.
— Porra! — exclamo eu.
— E agora quero o pau do Nacho lá!
— Não, filha… agora não acho que seja uma boa ideia.
— Pelo menos deixa a gente tentar. — insiste minha irmã, com Cara de santinha.
— Tá bom, mas vamos descansar um pouco, porque seu irmão vai precisar recarregar as baterias. A gente se seca e descansa na cama.
As palavras da mãe, como sempre, não dão margem pra réplica e, obedientes, saímos da jacuzzi pra nos secar e deitar relaxados os três na cama enorme de 2x2 que eu ainda não tinha tido chance de ver. Ficamos lá um tempão de boa, conversando sobre o que rolou, como a gente tá aprendendo direitinho e vendo as imagens que ficaram gravadas no smartphone da mãe.
Depois de quase uma hora de descanso, carícias, beijos e uma ou outra lambida furtiva, é a Carla que se ajoelha na cama, dando pulinhos.
— Já?
— Já o quê? — pergunta a mãe, confusa.
— Se o Nacho vai poder meter no nosso cu. — completa minha irmã, ansiosa, passando os dedos de leve no meu pau, fazendo ele crescer de novo até o talo.
— Filha, pensei que essa loucura ia passar — fala a mãe.
— Quero tentar, e o Nacho também, né?
— Claro! — respondo todo eufórico.
— Mas filhos, a gente não tem lubrificante pra isso.
— Eu tenho! — responde a Carla, tirando um pote de lubrificante da gaveta do criado-mudo com um sorrisão no rosto, deixando eu e a mãe surpresos. — Como a gente faz? — pergunta nervosa.
— Tá bom, filha, vejo que você tá bem decidida e preparada, mas a gente tem que ir bem devagar, senão a experiência vai ser ruim.
— Valeu. Como a gente faz? — pergunta a Carla.
— Ele vai meter no meu cu e no seu, alternando, mas se você não aguentar em algum momento, é melhor parar. Combinado? — alerta a mãe, séria, pra nós dois.
Não tem resposta, só uns aplausos nervosos da minha irmã e a maior alegria que deve estar estampada na minha cara. Se durante a noite inteira o que rolou já supera qualquer sonho que alguém pudesse ter... especialmente eu, meter a pica nessas duas gostosas de uma vez só não tava nos planos, nem de longe, então, só de pensar, fico doido. Sério que vou enfiar no cu das duas? Porra, isso é inacreditável!
— Vamos esquentar um pouco mais — nossa mãe nos instrui.
Eu não preciso de muito aquecimento, pra ser sincero, e acho que a Carla também não, mas mesmo assim seguimos as instruções dela direitinho. Minha mãe, à minha esquerda, acaricia meu peito enquanto a mão dela começa a acariciar meu pau, eu beijo ela freneticamente, juntando nossas bocas e línguas. Depois viro a cabeça e lá está minha irmã linda, morrendo de vontade de receber minha língua e minhas carícias, que não demoram. Minha mão aperta um mamilo, enquanto nossas línguas se exploram uma à outra fora das nossas bocas. A mão dela acaricia meu outro mamilo e a minha desce até a buceta ardente dela.
Cada vez que abro os olhos, vejo de um lado os peitões da mamãe, todas aquelas curvas de tirar o fôlego que minhas mãos não dão conta, e do outro lado minha irmã linda e jovem, uma beleza e perfeição que parece mentira ter nua, ajoelhada ao meu lado nessa cama enorme. Sou o homem mais sortudo do mundo!
— Mamãe, a gente tenta agora? — pergunta Carla, toda afobada.
— Já tão excitados?
— Tô com um tesão danado, mamãe. — implora minha irmã.
— Tá bom, vamos fazer, mas devagar. — confirma nossa instrutora.
Mamãe, além de se preocupar com a gente, é sempre muito detalhista e organizada pra tudo e não quer deixar nada na improvisação. As duas ficam de quatro na cabeceira, onde podem se segurar na estrutura de ferro e apoiar a cabeça no travesseiro, e embaixo da barriga colocam duas almofadas, deixando os corpos virados pra baixo e as bundas empinadas. Dá pra ter uma visão mais incrível?
Fico de joelhos atrás dessas duas rabetas impressionantes, por um de um lado o imponente pandeiro da minha mãe de quadris largos e do outro o cu perfeito da Carla, onde se vê lá embaixo uma rachinha levemente inchada e mais acima um buraquinho estreito que vai ser profanado em breve. Volto a pensar no meu amigo Rafa e nas vezes que ele repete como deve ser foder um cu daquele. Agora vou fazer eu, pela primeira vez, por mais que pareça mentira.
Acaricio meu pau, mas ele não precisa de muito estímulo, já que está tenso e duro, pronto pra entrar na brincadeira o quanto antes.
— Querido, por favor, vai bem devagar — me avisa minha mãe virando a cabeça que vejo lá no fundo, enfiada no travesseiro.
— Fica tranquila, mãe. — digo eu, sendo o primeiro interessado em que tudo saia perfeito.
Ela vai indicando, como uma grande professora, como devo agir, detalhando cada coisa pra não ter dúvida nenhuma, nem, claro, nenhum erro. Ela pede pra eu espalhar o lubrificante por todo o meu pau e ao mesmo tempo, pelos dois buracos traseiros, que estão ali apontando direto pra mim. O lubrificante ajuda o dedo a entrar com extrema facilidade primeiro no cu da mamãe e um pouco menos no da Carla, mas logo se nota que vai se adaptando, conforme ela vai relaxando os músculos. Suponho que sentir o primeiro dedo estranho seja algo que possa assustar, mas vejo que é verdade que ela está bem dilatada com os treinos anteriores. O incrível é o da minha mãe, pois o cu dela se adapta muito mais rápido e entram dois dedos com a maior facilidade.
— Mãe, isso... você faz com frequência? — pergunto com dois dedos completamente enfiados no ânus dela.
— Filho, menos do que eu gostaria! — responde entre gemidos.
É incrível, nunca tinha suspeitado que minha mãe usasse a bunda nos seus casos amorosos com o vizinho ou com aquele colega de trabalho que ela tem realmente louco. Só de colocar essa visão no meu pensamento, imaginando como eles a sodomizam, é algo inacreditável, mas extremamente excitante.
— E você, Carla? Gostou? — perguntei à outra com meu polegar enfiado até o fundo.
— Sim, muito! — respondeu ofegante.
— Bom, agora filho, fode a nossa buceta primeiro, antes de meter por ali. — ordenou a mamãe.
Que delícia ouvir minha mãe falar assim, antes eu achava impossível escutar termos tão pesados vindo dela, agora ela fala com tanta naturalidade… e claro que eu fodo essas duas bucetas que estão me chamando assim, deitadas como duas putinhas. A primeira enfiada é na boceta da mamãe, que parece sempre pronta pra qualquer invasão, e só se ouve um gemido leve enquanto minha ferramenta vai entrando. Me agarro naquelas cadeiras enormes e, jogando todo o meu corpo pra trás, dou uma estocada corajosa que faz meu pau entrar inteiro de uma vez só. Zás!
— Ah! — geme a mamãe com a cabeça enterrada no travesseiro.
Agora é a vez da minha irmãzinha. Tiro o pau babado da buceta materna e sinto o calor que me impregnou. Vejo aquela bunda redonda e perfeita da minha irmã, que só de olhar já parece que vou gozar. A rachinha dela se mostra pronta, molhada e levemente aberta, e o cuzinho atrás é uma obra de arte, inexplorado por pau, com certeza vai ser como entrar no paraíso. Agora que penso, vou gozar minha virgindade em todas as possibilidades e lugares de meter meu pau, mas o melhor é que também vou desvirginar minha irmã em todos os buracos dela. Olho de novo aquela raba, a mais gostosa do colégio, e não sou só eu que digo, mas além disso vou foder ela. Tem algo mais incrível no mundo do que isso?
Enfio minha cabecinha na bucetinha da minha irmã, que recebe gostoso com uns gemidos contidos. Igual à mãe dela, recuo até ficar só com a ponta e, num movimento de quadril pra frente, enfio até o fundo.
— Seu filho da puta, que gostoso! — grita minha irmãzinha.
Eu Gosto que ela me chame de "cabrão". Outras vezes ela já fez isso, mas era no modo insulto; agora eu levo como um incentivo pra continuar. A verdade é que eu também solto outro grito ao sentir a buceta dela me prendendo nessa posição, que, aliás, parece ser a que meu pau mais se sente à vontade, como se eu pudesse penetrar mais fundo. Ela deve sentir o mesmo, pelo jeito dos gemidos dela.
— Você me encheu toda! — ela afirma.
— Já já vou arrombar seu cu! — respondo na brutalidade, mas é que tô totalmente no pique.
Volto a ficar atrás da mamãe, e isso é um sem parar. Repito a fodida anterior na buceta acolhedora dela, embora dessa vez tenha sido bem mais fácil. Duas ou três estocadas são suficientes pra ouvi-la implorar:
— Agora, filho, enfia a ponta no meu ânus.
Dito e feito, tiro ele do sexo quentinho dela e vou testar meu primeiro cu... Ainda não acredito!
Enfio a ponta e, graças à boa quantidade de lubrificante, a cabeça entra sem muita dificuldade naquele lugar apertado. Não é incrível?
— Entra, querido! — ela diz, relaxando aquela portinha pro céu.
Aperto as nádegas dela com minhas mãos, separo um pouco e vou pressionando meu pau, que entra devagar naquele buraquinho estreito. Não consigo avançar por um momento, mas ela relaxa o esfíncter e consigo enfiar, finalmente, até o fundo. Meti ele inteiro! Dá até pra sentir as batidas do coração da mamãe! Isso é uma loucura!
— Deus! — exclamo ao me ver preso naquele furinho.
— Filho, que grosso que tá! — ela diz, sem parar de respirar ofegante.
Então começo a bombar, no início devagar, mas é a minha própria mãe que dita o ritmo, fazendo com que eu acelere e vá metendo com mais força. As nádegas dela batem na minha pelve a cada enfiada, e ela tá se masturbando por baixo. Eu me agarro nos peitos dela e continuo fodendo aquele cu até que, finalmente, sinto o corpo dela... Ela treme com várias convulsões, soltando um gemido longo, dominada por um orgasmo intenso. Seu corpo cai exausto na cama, e eu, com meu pau enfiado no cu dela, por cima, sem parar de meter e tirar. Fico assim um tempo, ouvindo sua respiração ofegante.
— Que maravilha, meu filho! — diz mamãe, orgulhosa do filho e satisfeita com essa trepada anal que acabei de dar nela.
— Eu também quero! — fala minha irmã, muito nervosa e sedenta para que meu pau finalmente explore o buraquinho dela.
Não a faço esperar mais. Tiro minha vara do cu da mamãe, que continua largada na cama, e vou atrás daquele rabo imponente da minha linda irmã. Coloco a ponta, como fiz com minha mãe, vendo o lubrificante ajudar, mas quando enfio só a cabecinha, ela solta um gemido.
— Devagar, filho, sem pressa! — incentiva mamãe, sofrendo pela filha.
A bunda da Carla é tão linda que não consigo evitar de amassá-la. Quando separo as nádegas e vejo a ponta do meu pau ali enfiada, é como o melhor sonho da minha vida. Um arrepio me toma por inteiro.
— Continua, Nacho! — ordena minha irmã, depois de alguns segundos relaxando o esfíncter.
Avanço bem devagar. Já acho que não são centímetros, mas milímetros. Não quero machucá-la, e essa penetração lenta é cada vez mais gostosa pra mim. Além disso, ouvir ela bufando no travesseiro e respirando ofegante multiplica minhas sensações. Fico parado com metade do meu pau enfiado, esperando a reação dela, mas ela já está gemendo. Acho que falta pouco pro orgasmo dela. Quando enfio a mão por baixo do corpo dela e roço o clitóris, os gemidos ficam mais intensos.
— Mete fundo! — ela clama, quase gritando entre soluços.
Recuo uns centímetros até deixar só a glande e, num movimento de pelve ensaiado, enfio até o fundo daquele buraquinho divino da Carla. A apertura é inacreditável. Se Com a mamãe eu conseguia sentir as batidas, com a minha irmã eu consigo distinguir cada cantinho das entranhas dela e até a respiração dela no meu pau.
— Ah, porra! — ela grita, mas não sei se é de prazer ou de dor.
— Tiro? — pergunto com medo.
— Não, me fode, não aguento mais! — ela grita.
Lá vou eu, tiro de novo até a ponta e volto a enfiar, sentindo aquela cavidade apertadíssima abraçar meu pau, dessa vez sem tanta tensão, relaxada e sedenta pra continuar recebendo minhas estocadas. Minha mão não para de passar na bucetinha dela e brincar com o botãozinho mágico, o que faz a Carla entrar em transe e, paralisada, soltar de novo do fundo da garganta um grito abafado, mas evidente, de êxtase. Ela tá gozando enquanto meu pau não para de entrar e sair, uma e outra vez do buraquinho traseiro dela. Continuo bombando, admirando aquelas nádegas e como elas soam cada vez que eu colido o corpo todo contra elas.
O orgasmo tá perto, sem dúvida, tô no limite e tento aguentar o máximo possível, mas quando sinto a língua da mamãe no meu próprio cu, lambendo meu períneo, minhas bolas e meu próprio buraquinho traseiro, é algo que não consigo nem descrever, só sei que começo a ver estrelas, clarões e alucinações, com convulsões internas, gritos e gemidos que saem da minha garganta, tudo isso com a imagem mais maravilhosa que é ver a bunda mais gostosa do mundo sendo atravessada pelo meu pau. Obviamente não aguento mais e gozo no cu apertado da minha irmã entre gemidos, inundando o ânus dela e caindo derrotado em seguida sobre o corpo dela.
Lá estamos nós três deitados na cama comentando nossos momentos de máximo prazer, nos quais aproveitamos como nunca, até minha mãe confessa que foi a experiência mais gratificante que já teve, nem preciso dizer que pra Carla e pra mim tá sendo o máximo que a gente poderia ter sonhado até então.
O resto da noite continua intensa. teve ejaculações, lambidas, boquetes, chupadas, beijos e tudo que você puder imaginar, até nos organizamos pra que enquanto um pudesse tirar uns cochilos, os outros continuassem se esgoelando e trepando até a exaustão. Além de gozar na boca delas, na buceta e no cuzinho, mamãe me deixa esporrar nos peitos dela e a Carla no rosto, mas acho que não tenho mais energia e meu cansaço chega ao máximo quando os primeiros raios de sol aparecem pelas cortinas daquele quarto.
Às onze da manhã, depois daquela noite intensa, aparecemos os três na recepção e quase não conseguimos ficar de pé. Tô destruído e quando mamãe tá assinando o cheque pra pagar o quarto e o jantar, não consigo deixar de admirar aquela raba enfiada nuns jeans, que marcam as curvas dela tão bem.
— Mamãe, você tá uma gostosa com esses jeans!
Ela se vira devagar, me dá um sorrisinho, mas depois a cara dela fica mais séria, como se tivesse visto um demônio.
— Acabou tudo, entendeu? — ela fala bem séria, avisando que a festa chegou ao fim de vez.
— Mas… eu…
— Nós temos um trato. Espero que vocês cumpram. — ela me corta seca e finalmente saímos do hotel.
Carla e eu nos olhamos, mas no táxi voltando pra casa continuo me fazendo mil perguntas: Será que a gente vai mesmo conseguir voltar ao normal? E será que vamos conseguir esquecer tudo isso como se nunca tivesse acontecido? Vai ser mais difícil que ganhar na loteria! Mesmo assim, diante da possibilidade de me separar delas, vou fazer tudo e mais um pouco.
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Hoje faz exatamente uma semana do aniversário da Carla e da famosa extensão da festa especial na "Suíte Princesa". Foram momentos mágicos, alucinantes e, acima de tudo, inesquecíveis pro resto das nossas vidas. Mesmo assim, nós três respeitamos o acordo que assinamos há um mês, que colocou um ponto final nessa semana passada. Reconheço que foi difícil para todos, mas cumprimos escrupulosamente, tal como prometemos, e durante esses dias não houve roças, contatos ou algo que possa ser considerado entre nós do tipo "carnal", embora da minha parte não tenha desaparecido o desejo por essas duas belezas impressionantes, na verdade acho que aumentou ainda mais.
No entanto, esta noite, enquanto estou prestes a dormir, pelado como sempre, dentro da minha cama e lembrando alguns aspectos da nossa festa particular e fantástica, percebo que um corpo nu gruda nas minhas costas sorrateiramente, se enfiando debaixo dos lençóis. No começo, levo um baita susto, mas de repente percebo que é o corpo fantástico da Carla que está atrás de mim. Ela passa as mãos no meu peito, beija meu pescoço e começa a me masturbar devagar. Não precisa de palavras, só em silêncio, ela me beija no pescoço, depois na bochecha até que nossas bocas se misturam num beijo lascivo, sem parar de mexer no meu pau debaixo dos lençóis.
— Me fode, Nacho! — ela sussurra.
De repente, ela monta em cima de mim sem esperar resposta, começando a cavalgar devagar no início, se deliciando na conexão que nossos corpos nus e nossos sexos enganchados formam, para depois começar a balançar em cima do meu pau freneticamente enquanto eu acaricio os peitos dela e sinto minha ereção sendo apertada pela buceta maravilhosa e elástica dela. Tudo é muito rápido, mas a excitação é tão grande, o jeito tão safado, que rapidamente chegamos ao clímax. A primeira a gozar é ela, se deita em cima de mim e coloca o rosto contra o travesseiro para abafar o barulho dos gemidos incontroláveis dela e não ser ouvida pela mamãe. Eu gozo imediatamente depois ao sentir esses espasmos da buceta dela que apertam de um jeito incrível meu pau, que jorra dentro dela. Um após o outro, os espasmos invadem a buceta da minha irmã com uma quantidade enorme de porra, enquanto Eu abafo os gemidos engolindo um dos peitos dela.
A gente continua em silêncio, só respirando ofegante e, depois de nos recuperar uns segundos após aquela foda roubada tão gostosa, Carla levanta e sai da minha cama, me deixando largado ali, me sentindo órfão dos carinhos dela, dos beijos e daquele corpo incrível.
— Nacho, por favor, a mamãe não pode saber disso. Tá? — ela fala baixinho.
— Claro que não!
— Você sabe o que aconteceria se ela descobrisse que a gente quebrou o acordo!
Minha irmã sai do quarto e eu ainda não consigo acreditar no que aconteceu. É tudo inacreditável, mas quando eu já tinha certeza de que o trato ia ficar selado pra sempre, foi minha própria irmã, e não eu, quem quebrou ele. Mas, claro, adoro que ela tenha feito isso e sei muito bem que não vai ser a única vez que minha linda Carla vai violar essa cláusula do nosso pacto, e não vou ser eu quem vai reclamar ou desaprovar, óbvio.
Fico me revirando na cama pensando se tô sonhando ou não, quando de novo o corpo sorrateiro se enfia atrás de mim debaixo dos lençóis. Sinto os peitos dela na minha costa nua e, quando vou falar o nome dela, percebo que não é Carla, mas o corpo nu da mamãe!
Nem preciso dizer que parece que elas ensaiaram isso ou é só uma coincidência do caralho, mas a mamãe, sem falar nada, sobe em cima de mim, montando de pernas abertas igual a filha dela fez minutos antes. Porra, de novo? Isso é alucinante!
— Mamãe! — falo sussurrando ao sentir a buceta dela bater e pousar na minha.
— Shhh, cala a boca ou vai acordar sua irmã!
Tô pirando, mas se minha irmã acabou de me foder literalmente agora há pouco... o fato é que minha mãe não parece estar a fim de dar explicações e tá claramente mais do que tesuda, quando pega meu pau e enfia na buceta dela, se deixando cair de repente. Outro gemido abafado dos dois, que a gente tenta segurar, ela com o travesseiro e com a peitona enorme dela. Mesmo no escuro, adoro ver o corpo da minha mãe cavalgando em cima de mim, que nem uma amazona de verdade, e quando tô mordendo um dos mamilos dela e apertando a bunda redondona, ela abafa os gemidos no travesseiro igual a Carla fez um tempo atrás. Ela continua apertando a pélvis e batendo sem parar, até que aquela sensação de estar preso na buceta dela me faz gozar dentro de novo, naqueles quatro ou cinco jatos que batem no fundo do útero dela até eu ficar praticamente seco por causa dessas duas putinhas no cio.
— Valeu, filho! — ela fala, me encarando nos olhos com um sorrisão.
— Mãe!
— Shiiii!
— E o acordo? — pergunto, surpreso.
— Não consegui me segurar, desculpa, amor. — ela responde com cara de culpa.
— Relaxa. — parece mentira isso saindo da minha boca, como se fosse um perdão, sendo que foi uma bênção do caralho.
— Amor, por favor, não deixa a Carla saber disso, não queria que ela ficasse decepcionada porque a própria mãe quebrou o pacto.
Não consigo responder, nem falar que a filha dela quebrou o acordo primeiro, há poucos segundos. Prefiro ficar calado, olhando e acariciando o corpo dela, alucinando depois dessa segunda transa roubada e secreta, que já nem sei se foi combinado entre as duas ou pura sorte. Acho que são os mistérios dessa vida adulta maluca.
Claro que sei que as duas vão quebrar essa cláusula do contrato de novo e vão se entregar de corpo e alma em mais de uma noite. Não sei se elas têm o próprio pacto entre si, mas não vou ser eu quem vai perguntar, nem vou contar pra uma o que a outra faz escondido. Simplesmente vou calar a boca, guardar o segredo e me deixar levar…
FIM
TODOS OS PERSONAGENS SÃO MAIORES DE IDADE E ESTA HISTÓRIA NÃO É MINHA, SÓ QUERO COMPARTILHAR COM A COMUNIDADE PORINGERACAPÍTULO ANTERIOR:http://www.poringa.net/posts/relatos/2972973/Mi-madre-mi-hermana-y-la-fiesta-de-cumpleanos-8.html
CAPÍTULO 8 (Fim de festa)
Hoje é o grande dia. Esse último mês passou incrivelmente devagar e hoje, no aniversário de dezenove anos da Carla, estou um verdadeiro caco. Dizer que estou nervoso e excitado seria pouco. Estou deitado na minha cama e ainda não consigo acreditar. Todos esses dias foram um puro suplício e foi um horror me controlar, mas no final sou um homem de palavra e acho que isso também me torna adulto, já que acredito que a mamãe, além de nos ensinar, nos coloca essas provas de maturidade, que com certeza nos servirão para muitos aspectos em nossas futuras vidas. Consegui ficar essa última semana inteira sem me masturbar, tentando me guardar para minhas duas preciosas damas. Maior tensão ainda!
Por outro lado, foi uma verdadeira tortura para mim e em outro momento eu não teria parado de bater punheta que nem um macaco, mas se já estou entusiasmado e tarado a todo momento, isso se multiplica ao senti-las ao meu lado. Cada vez que cruzava com uma, era inevitável despir ela com os olhos, quando sorria para a outra e ela me devolvia um sorriso carinhoso, era impossível não ter uma ereção ou, mais complicado ainda, quando havia contato direto, desde um beijo casto, ou um abraço suave, até um roçar inocente dos nossos corpos em algum momento do dia, faíscas saltavam e o desejo crescia, mas sempre respeitando escrupulosamente as regras do famoso contrato. Também tive que passar por momentos ainda mais difíceis, como outro dia quando vi a Carla de calcinha no quarto dela, sem a parte de cima, e dessa vez ela não bateu a porta nem nada parecido, mas fechou devagar, me pareceu que bem provocativamente, com um sorrisão e sem esconder os peitos lindos dela. Também peguei a mamãe saindo do banho em outra ocasião e a abertura da toalha dela por alguns segundos me permitiu ver naqueles instantes o corpo curvilíneo e infernal dela ou a sombra dos pelinhos da buceta dela. Ela se fez de desligada, mas no fundo sabia que era mais uma prova para eu cumprir minha parte e De certa forma, eu estou fazendo isso, mas o caminho é muito mais tortuoso do que imaginei… não aguento mais.
Ao sair do meu quarto, encontro Carla no corredor. Ela me olha de cima a baixo, observando meu corpo coberto só pela minha calça de pijama, e eu faço o mesmo com ela, que está vestindo um top justinho e uma calcinha. Ela está linda… deslumbrante, como sempre.
— Parabéns, maninha! — falo, enquanto passo a mão na bunda dela por cima da calcinha.
— Essa mão! — ela diz, dando um tapa na minha palma, sorrindo e sabendo que hoje à noite não vou parar de percorrer as curvas dela, e não só com as mãos.
Percebo aquele brilho nos olhos dela ainda mais forte do que nos dias anteriores, algo que mostra que ela está com muito tesão, e eu com certeza estou ainda mais, e não consigo evitar dizer:
— Que vontade de meter nessa buceta linda! — falo, tentando levar a mão lá embaixo.
— Quieto, lobo! Só hoje à noite, nada. — ela diz, afastando minha mão e segurando meu pulso.
— Carla, não aguento mais!
— Eu também tô morrendo de vontade de a gente foder de novo! — ela sussurra no meu ouvido de um jeito mais que sensual.
Algumas horas depois, depois de me lavar e fazer a barba, leio de novo no táxi as instruções que a mamãe deixou num bilhete na geladeira, e elas parecem mais do que claras. Só às onze da noite a festa dos sonhos vai começar. Estou muito nervoso, quase como se fosse a primeira vez. Falta pouco…
Nossa amada mãe e organizadora do banquete preparou uma noite num hotel bem luxuoso da cidade, sem se importar com os gastos, mas acho que vale a pena. Como planejado e seguindo à risca as regras, chego no tal hotel, onde as garotas devem estar se trocando no quarto reservado. O lugar é incrível, um hotel cinco estrelas, com um saguão cheio de lustres e espelhos. Olá, sou Nacho Carreras. Tenho reservada a suíte "Princesa" – aviso a recepcionista, que por sinal é uma loira gostosa pra caralho.
– Sim, aqui está, Sr. Carreras. 8º andar. Coloque a chave no elevador e vai direto pro seu quarto – ela me entrega o cartão com um sorriso doce e mordendo o lábio inferior. Acho que minha roupa, com um terno emprestado pelo meu amigo Rafa, que me veste como uma luva, e a gravata borboleta combinando, me dão um visual mais atraente.
Porra, tô alucinado com esse hotel que a mamãe escolheu e não paro de pensar no quanto tudo isso deve ter custado. Entro no elevador, enfio o cartão na fenda e o display acende: "Cobertura – Suíte Princesa". Com certeza, minhas duas princesas devem estar me esperando lá.
Quando a porta se abre, fico ainda mais alucinado vendo uma sala enorme com dois sofás de couro gigantes, uma mesa com várias cadeiras, duas TVs enormes de "trezentas" polegadas, música ambiente, flores e uma caixa de bombons aberta com um cartão de boas-vindas. Depois de comer um bombom, não paro de pensar nos outros bombons que vou comer daqui a pouco, e meu pau volta a ficar duro de novo. No fundo, tem duas portas. Acho que uma delas deve ser o quarto, porque ouço as garotas conversando do outro lado. Tento abrir a porta, mas está trancada com o ferrolho. Meu Deus, que nervoso!
– Já estamos saindo! – ouço a voz da mamãe. – Sirva uma taça de espumante.
Faço isso, sirvo uma taça e continuo fuçando essa suíte enorme. Abro a outra porta pra ver o que é e quase caio de costas ao ver que é um pequeno spa privativo, com uma jacuzzi enorme no centro, de pelo menos dois metros de diâmetro, quatro espreguiçadeiras e uma cabine num canto que deve ser uma sauna. Porra, que loucura, como os ricos vivem!
De repente, a porta do quarto se abre e a primeira a aparecer é a mamãe. Engasgo assim que a vejo. Ela está deslumbrante! O vestido preto de lycra com Um palmo acima do joelho, o vestido abraça as curvas dela de um jeito magistral, moldando aquela figura de cintura marcada, quadris largos e peitos volumosos, com um decaço enorme onde as tetas parecem querer pular pra fora e um colarzinhos de bolinhas que brinca de se esconder nesse vale divino. Os saltos altíssimos dão a ela um porte elegantíssimo e muito sexy. O cabelo preso num coque bem charmoso, os olhos bem pintados, uns lábios vermelhão e dois brincos enormes e brilhantes balançando nas orelhas dela.
— Oi, filho! — ela fala, me dando um beijo na bochecha — Que lindo! — completa ao me ver naquele terno.
— Mãe, você que tá linda! — falo, admirando aquele corpo enfiado no vestido justo.
— Sério? — ela pergunta, dando uma voltinha.
— Porra, você tá uma gostosa! — completo, empolgado, e tenho que segurar a pica que quer pular pra fora da calça.
— Adoro ouvir você dizer isso!
— E tem uma buceta do caralho!
O sorriso doce da mamãe é o sinal claro de que ela se sente lisonjeada e excitada, tanto pelas minhas palavras quanto pela minha própria ereção, que fala por si só. Uns segundos depois, a Carla aparece em cena, tão ou mais espetacular que a mãe dela, e olha que eu achava que já tinha chegado no limite do impossível.
A roupa da minha irmã é a coisa mais impressionante que eu já vi nela. É um macacão de lycra branco bem justo, com short curto e um decaço em V que quase chega no umbigo. O shortinho também é bem apertado, desenhando os quadris dela e aquela forma divina onde as coxas terminam e começa a virilha, numa abertura deliciosa que é a bucetinha dela, levemente marcada pelo tecido. Nos pés, ela usa umas botinhas que cobrem os tornozelos, também de couro branco e salto alto. O cabelo dela tá solto e bem penteado, os olhos bem delineados, os lábios rosinhas e aqueles brincos grandes. que enfeitam suas orelhinhas lindas. Ela se vira pra eu não perder nenhum detalhe daquela roupa e, se na frente é alucinante, por trás é quase mais: as costas dela estão totalmente nuas, já que a peça só se prende na nuca com um brochezinho, e o shortinho, por trás, desenha uma bunda redonda onde o próprio tecido gruda na pele dela, parecendo que não tem nada por baixo. As coxas morenas dela, por trás, se elevam por causa daqueles saltos altíssimos, e a bunda fica mais empinada do que nunca.
̶ Porra, Carla! – é o que consigo falar.
̶ Gostou? – ela morde a ponta da língua com os dentes, sabendo que tá arrasadora.
Não respondo, só fico olhando nos olhos dela quando ela fica parada ali e vejo o rostinho lindo dela levemente corado.
̶ Você também tá muito gato! – minha irmã fala, admirando meu corpo com esse terno emprestado, mas a verdade é que fica muito bom em mim.
̶ Valeu. – respondo e levanto minha taça em agradecimento, olhando pra minha irmã do coração, que é uma beleza incrível com essa roupa tão impactante.
̶ Viu as botinhas que a mamãe me deu de aniversário? – ela pergunta, baixando a cabeça, e um mechinho do cabelo dela cai no rosto, e ela recolhe daquele jeito sensual que me deixa louco.
̶ Tá divina! Tô doido pra tudo começar! – afirmo, eufórico, esfregando as mãos e admirando as duas mulheres.
̶ Calma, filho, primeiro vamos descer pra jantar – mamãe fala, segurando meu braço e me puxando em direção à porta.
̶ Hoje você é nosso homem! – Carla fala, segurando meu outro braço, e assim descemos pro salão de jantar do hotel.
Nem preciso dizer que a entrada no salão é apoteótica, porque essas duas gostosas não passam despercebidas, tanto pelos funcionários do hotel quanto pelos próprios clientes, que ficam alucinados vendo aquelas duas mulheres altíssimas, com seus saltos mais altos. sapatos de salto e essas roupas tão extraordinariamente sexy. Me sinto orgulhoso e vejo que sou a inveja de todos os homens e até das mulheres, que pensam que devo ter algo de bom pra estar ao lado delas. Se soubessem que são minha mãe e minha irmã…
Elas percebem os olhares das pessoas e adoram se exibir pra todo mundo, com gestos e insinuações aparentemente naturais, mas cheias de erotismo, como quando a mamãe pergunta ao garçom qual prato do cardápio ele recomenda e aponta com a unha comprida, enquanto o outro, abaixado ao lado dela, só fica de olho, babando naquele decote prestes a explodir. Minha irmã também não perde chance de mostrar sua sensualidade, enquanto arruma o cabelo ou ajusta nas costas o broche que prende o macacão branco de lycra. Esse gesto é mais que tentador, pelo menos pra mim, claro, ela sabe e me olha vitoriosa ao me ver babando.
— Você tá excitado? – ela me pergunta de repente.
— Muito!
— E você?
— Tô com um tesão danado! – ela fala bem baixinho pra ninguém ouvir, mas mexendo aqueles lábios pintados de rosa de um jeito que me perturba.
— E você, mamãe? – pergunto pra nossa progenitora.
— Muito! – responde também baixinho, sorrindo.
Pra ser sincero, o jantar deve ser uma delícia, mas quase não presto atenção no linguado ou nas maravilhas que o acompanham. Tô mais focado em curtir minhas duas deusas, tanto na postura quanto em cada um dos seus gestos, mais que intencionais e muito provocadores. Não paro de pensar no que vai rolar lá em cima em menos de uma hora.
Depois do jantar, fomos pro bar do hotel e lá também exibo minhas duas damas pra todos os cavalheiros que estavam vendo um jogo e largaram tudo de repente pra cravar os olhares lascivos nas minhas duas mulheres deslumbrantes. Sinto ainda mais tesão e, acima de tudo, muito orgulho de ser o único que vai comer elas essa noite.
Depois das Copos e uma conversa divertida comentando os olhares do resto do pessoal. Finalmente chegou a hora e eu faço minha mãe entender com meu relógio, no qual coloquei um alarme para as onze em ponto. Ela sorri e Carla faz o mesmo, me dando um beijo na bochecha, quase na comissura dos meus lábios. Tô a mil!
Assim que entramos no elevador, eu me jogo com a mão direita nos peitos da minha mãe, que ri nervosa, enquanto minha outra mão vai parar na bunda redondinha da Carla, apertando com toda a força.
— Calma, filho, dosa! — minha mãe fala rindo, me vendo descontrolado.
Chegamos no quarto e elas deixam as bolsas na mesa pra ficar de frente pra mim.
— Bom, vamos passo a passo, filho. Primeiro, você vai nos despir você mesmo. Quer começar comigo? — ela me convida, insinuante, girando o corpo.
— Tá brincando? Adoraria!
— Faz devagar, meu amor, lembra que essa parte é importante fazer com carinho.
— Sem dúvida. Fico atrás dela e procuro o zíper do vestido, que começa na nuca e vai até quase a bunda dela. Dou um beijinho no pescoço e vou descendo o zíper devagar, me deliciando com o movimento, assim como ela faz com os quadris, num vai e vem envolvente e sedutor. Finalmente, a roupa cai no chão e minha mãe fica só de sutiã preto e meia com liga. Ela não tá de calcinha!
— Porra, mãe! — falo admirando quando ela se vira pra mim, mostrando aquela buceta linda que fica ainda mais gostosa entre as ligas.
— Agora o sutiã, querido. — ela me convida, chegando bem perto de mim.
Curiosamente, o sutiã tem o fecho na frente. Eu abro meio sem jeito e ela guia meus dedos até o broche que prende a peça. Finalmente, cai no chão e minha mãe mostra aqueles peitos magníficos. Ela fica nua na minha frente, só de meias. negras, a liga elegante dela e os saltos altos. Que visão!
— Bem, o que achou? — ela pergunta, abrindo os braços e mostrando a nudez.
— Mãe, mais que alucinante!
— Obrigada, filho. Sabia que você ia gostar.
— E como! — digo, observando o corpo lindo dela e os lábios vermelhos que ela umedece lascivamente com a língua.
— Muito bem, querido, agora sua irmã — ela acrescenta, me dando um beijo suave nos lábios.
Carla já está mais que pronta e vira de costas para mim, com as pernas bem juntas. As botas têm salto bem alto, porque com elas minha irmã fica quase da minha altura.
Acaricio as costas nuas dela com as costas da mão e sinto ela ronronar. Ela tira o cabelo do caminho pra eu alcançar o fecho do pescoço, vira a cabeça de lado e finalmente solto. A parte de cima desliza rápido, mas a que cobre os quadris, por ser de lycra, está bem justa. Pego as laterais dessa peça com as mãos e vou descendo pelas coxas dela devagar, como a mãe pediu, sem deixar de apreciar cada centímetro dessa deusa.
— Porra, que maravilha! — digo ao ver que Carla ficou completamente nua de costas pra mim. Também não está de calcinha. A bunda dela é perfeita, as coxas grossas, as costas elegantes…
Ela se vira, e eu continuo agachado admirando a nudez dela e aquela rachinha marcada que brilha intensamente. Levanto e ela me dá outro beijo nos lábios, igualzinho ao que a mãe deu segundos antes.
— Não tá uma gostosa? — minha mãe pergunta.
— Alucinante! — afirmo.
— Agora a gente cuida de você. — a mãe completa.
Juntas, elas deslizam minha jaqueta deixando cair pelas minhas costas, soltam minha gravata borboleta, e Carla fica nua na minha frente, sem parar de me olhar nos olhos enquanto vai desabotoando devagar os botões da minha camisa. Tô com um tesão do caralho e alucinado de ver ela pelada de novo, é a coisa mais linda do mundo. Mãe Atrás de mim, ela gruda nas minhas costas, e eu sinto os peitos dela pressionados contra o tecido da minha camisa. Dessa posição, ela solta o cinto e o botão da minha calça, fazendo ela deslizar até o chão. Um gesto da mamãe faz a Carla terminar o serviço de tirar a calça e também a minha cueca, que faz meu pau pular como uma mola, já que ele estava escondido ali embaixo. Carla sorri, agachada, vendo meu pau duro na maior plenitude, enquanto termina de tirar a cueca pelos meus pés.
Agora estamos todos pelados no meio do hall da nossa suíte chique. Ter as duas tão perto, nuas, é simplesmente alucinante. Estico a mão para tocar um dos peitões da mamãe, mas ela me empurra bruscamente pro sofá, me fazendo sentar de uma vez, todo surpreso com a ação. Elas se olham, sorrindo, como se tivessem ensaiado aquilo. Aí, seguindo um roteiro aparente, feito duas gatas no cio, se abraçam cheias de carícias com as mãos. A cena lésbica é a melhor que já vi na vida. Dois corpos sarados, com aqueles saltos altos, roçando pele com pele, peito com peito e língua com língua — é algo incrível. Eu me masturbo devagar, porque com tanta vontade acumulada nessa última semana e tendo essa visão magnífica, não dá pra resistir.
As duas mulheres continuam se beijando e se apalpando, nos peitos, nas bundas e em cada uma das bucetas inchadas. Vejo o celular da mamãe em cima da mesa, pego ele, posiciono e tiro umas fotos daquelas duas gostosas se pegando peladas. Mamãe percebe e vira a cabeça, mas longe de me xingar, ela sorri. Depois, coloco no modo gravação, porque quero guardar essa cena das mais quentes.
As garotas, de comum acordo, se deitam no tapete branco macio de pelo longo pra continuar se beijando e se acariciando. O corpo da minha irmã balança enquanto recebe as lambidas e os beijos que a mamãe espalha por ela toda. O corpo dela. Minha mãe está praticamente em cima dela e a brincadeira continua naquele tapetão, se enchendo de beijos e carícias. Aí a professora se vira devagar, pisca um olho pra mim e coloca a cabeça na buceta da Carla e a dela na cara da minha irmã. Tão fazendo um 69!
Tiro fotos e vídeos dessa nova sessão de sexo e fico alucinado vendo a língua de uma na xota da outra. Tenho que me levantar e vou vendo de perto, sem parar de acariciar meu pau que parece querer brincar também. Foco de perto com a câmera, primeiro na bucetinha da mamãe que tá sendo devorada pelos lábios e língua da Carla, e depois percorro as curvas dela até a buceta linda da minha irmã, que também tá sendo devorada pela nossa mestra de cerimônias.
Minha irmã começa a tremer, acho que não aguentou tanta tensão guardada durante esse mês inteiro e goza entre gemidos, enquanto mamãe continua chupando e mordendo mais rápido na buceta dela. Que loucura!
— Gravou tudo? — pergunta mamãe estendendo a mão pra eu ajudar ela a levantar.
— Sim, claro!
— Demais! — ela fala, se colocando na minha frente.
Acho que mamãe tá solta de novo e nesses momentos não é aquela mãe sensata e cautelosa que tinha tanto medo nos dias anteriores, agora é uma das mais ousadas dessa festa particular tão especial.
Carla continua deitada no tapete, as mãos na cabeça, a respiração ofegante e o olhar perdido, sem dúvida chegou a um orgasmo incrível graças à língua habilidosa da mamãe. Tá linda, ali jogada, pelada, só com aquelas botinhas brancas.
— Mandou bem com sua filha! — falo acariciando os quadris e a bunda da minha mãe.
— Parece que sim. Eu não consegui gozar tão rápido — ela responde com a voz trêmula, com toda certeza tá com tesão.
— Deixa eu terminar esse serviço? — pergunto.
— Claro, filho!
Mamãe se Caio no sofá e abro as pernas dela bem largas. Primeiro fico admirando aquela buceta e o quanto gostosa aquele corpo nu se mostra, só com as meias e a cinta-liga. Minha boca vai primeiro pros peitos dela e começa a lamber com toda dedicação, caprichando em desenhar cada centímetro e mordiscando de leve cada vez que encontro um dos mamilos dela.
— Que delícia! — geme a mamãe.
Sei que tô fazendo um bom trabalho e também não quero descer ainda pra dar uma revisada na buceta dela, como ela bem me ensinou, porque segundo as palavras dela "com as mulheres tem que ir devagar" e é isso que faço, mas ela tá muito mais excitada do que eu esperava e praticamente empurra minha cabeça pra eu mergulhar naquele abismo que é a buceta inchada dela. Aspiro o cheiro inebriante, mas me seguro de novo, repito pra mim mesmo que tenho que ir devagar.
Dessa posição, vendo a buceta dela de pertinho, observo lá no fundo o rosto dela cheio de tesão e os olhos brilhando me olhando. Sorrio pra ela e dou uma primeira lambida na rachinha dela, ela se contorce no sofá fechando os olhos. Tiro a língua e olho pra ela de novo. Ela tá a ponto de gozar, mas gosto de fazer ela sofrer, acho que em parte, por ela ter negado tudo esse mês e nos castigado sem sexo, mas por outro lado porque é maravilhoso ver ela tão fora de si.
— Filho, pelo amor de Deus, chupa! — ela diz quase gritando.
Eu sorrio de novo pra ela, mas só brinco com a virilha dela e com a parte interna das coxas sem encostar a língua na buceta molhada dela. Mamãe se contorce no sofá.
— Carla, vem! — minha mãe diz de repente se levantando.
Ela me obriga a deitar no sofá ajudada pela filha, que imobiliza minhas pernas, enquanto ela segura meus braços, me deixando lá estirado sem poder me mexer. Mamãe coloca as pernas abertas de cada lado da minha cabeça, deixando a buceta dela a poucos centímetros da minha boca. Então ela deixa o corpo cair e a rachinha dela pousa direto nos meus lábios. Finalmente sinto que ela solta a tensão das minhas braços e só emite gemidos e soluços descontrolados cada vez que minha língua faz contato com um lugar tão sensível. Minhas mãos sobem pelos seus quadris, desenham por completo suas nádegas para ir subindo até seus peitos e amassá-los.
Nesse instante, estou deitado no sofá com uma mulher tão impressionante quanto minha mãe sentada literalmente na minha cara. É algo impensável até pouco tempo atrás e agora meu sonho está se realizando, mas multiplicado por mil.
De repente, sinto meu pau sendo abraçado pelos dedos finos da minha irmã, que começa a me masturbar devagar. Não consigo vê-la, porque tenho a mamãe em cima, mas logo sinto o contato dos lábios dela no meu pau. Uma eu estou chupando a buceta apoiada na minha boca e a outra está me fazendo um boquete delicioso, caralho!
Tento pegar ar cada vez que os lábios da Carla sugam meu freio, mas a mamãe não está a fim de que eu pare, e só quer sentir minha língua, meus lábios e até meus dentes. A outra continua chupando como uma condenada e enfia boa parte do meu pau bem lá dentro, acho que conseguiu superar o recorde dela e engolir mais da metade. Enquanto isso, sinto o tremor da mamãe, a dureza dos bicos dos peitos dela, as coxas dela me sufocando nessa posição até que ela quebra o silêncio prolongado e o transforma num gemido intenso, enquanto acaricia meu cabelo em sinal de agradecimento por eu ter feito aquela comida de buceta brutal.
Depois de alguns segundos de recuperação, ela percebe que estou faltando ar e se levanta de cima de mim.
— Filho, que maravilha, você é muito bom! — ela me diz, parada ali de pé.
— Valeu, mamãe — respondo com dificuldade, estendendo a mão para acariciar a vulva inchada dela, enquanto Carla continua chupando e chupando meu pau sem parar.
Minha mãe, vendo as tentativas frustradas da filha de enfiar mais um pedaço da minha espada, fica ao lado dela para ir orientando e ajudando nessa tarefa. Depois de várias trocas de olhares entre elas e depois, elas me masturbam alternadamente, até que, num acordo prévio aparentemente bem planejado, me convidam pra deitar no tapete macio de pelo e elas se ajoelham aos meus pés. Fico ali olhando pro teto com meu pau duro, pronto pra receber o que vier.
Primeiro é a Carla que começa a me punhetar, olhando fixo nos meus olhos, e a mamãe acaricia suavemente minhas bolas enquanto ensina a filha como se posicionar pra ficar confortável e fazer o serviço com mais precisão — claro, mamãe é uma grande mestra. Depois elas se beijam, mas com total entrega, fazendo com que suas bocas e línguas pareçam beijos desesperados. Em seguida, minha irmã, depois de me olhar de novo, enfia a ponta do meu pau e vai descendo devagar. Quando chega na metade, fecha os olhos e um engasgo a toma, tirando da boquinha o meu pau dilatado.
— Devagar, filha! — ajuda a mãe, acariciando o cabelo dela — lembra o que te ensinei.
— É que ele é muito grosso. — completa a outra.
— Olha, assim… — mostra minha mãe.
Naquele momento, meu pau abre caminho na boca da mamãe, enquanto minha irmã observa cada movimento com atenção, acariciando a bunda e as costas da outra. A mamadora experiente, que agora assumiu o controle, mostra à discípula o serviço, respirando pelo nariz, ajustando os lábios e a língua, e incrivelmente consegue descer até enfiar meu pau inteiro na boca dela.
— Que loucura! — fala a Carla.
— E como! — digo eu, suspirando, enquanto mamãe continua ali com a boca me prendendo o pau todo, que sumiu na cavidade dela.
Depois ela tira e sai uma porrada de saliva e meus fluidos misturados, que a outra recolhe com a boca num beijo lésbico alucinante, muito bem coordenado.
— Agora você, querida! — convida minha mãe de novo à sua aplicada discípula.
Naquele instante, a Carla faz o mesmo processo. Ela agarra meu pau pela base, me encara fixamente e começa com a boca lentamente a enfiar essa barra de carne. É centímetro por centímetro até passar daquela metade que antes era seu limite. Ela respira repetidamente pelo nariz e, após uma longa pausa, continua até enfiar tudo. Meu Deus, não acredito! Minha irmã engoliu meu sabre inteiro!
— Muito bem, filha, isso aí! Segura a respiração por uns segundos e aperta levemente com a garganta. — incentiva minha mãe, acariciando o cabelo dela.
Quando ela faz isso, quase morro de prazer, porque essa contração da garganta dela acaricia minha glande apertando mais, me fazendo ver estrelas. Depois ela tira lentamente, tossindo levemente, mas tendo conseguido o objetivo completamente.
— Ela se saiu bem, não é, Nacho? — mamãe me pergunta, enquanto continuam se beijando entre si.
— Maravilhosamente bem! — respondo com a voz entrecortada.
— Então ela merece um prêmio.
— Claro!
Naquele instante, Carla se levanta e monta em cima de mim. A boceta quente e molhada dela senta no meu pau e se esfrega repetidas vezes num vai e vem da pelve dela. Estou de novo com minha irmã nua em cima de mim!
— Muito bem, querida, deixa ele bem duro! — incentiva mamãe à filha, me olhando de soslaio.
Eu acaricio os quadris da minha nova amazona, que continua balançando o corpo sobre o meu, que ainda está deitado no tapete. Nesse momento, Carla fode habilmente meu pau atrás do corpo dela e o esfrega repetidas vezes na sua rachinha, me fazendo sentir um prazer intenso que percorre cada centímetro da minha pele, dos pés à cabeça.
— Porra! — digo quase num grito abafado.
— Você deixou ele a mil, filha. — acrescenta nossa professora, tirando fotos.
— É, ele tá bem duro — intervém Carla com a voz trêmula, sinal claro do tesão dela.
— Agora, filho, fode ela! — ordena mamãe, que ajoelhada a um costado acaricia meu peito.
Não prolongo mais aquele momento, porque estou prestes a explodir, então, segurando a cintura da minha irmã, faço ela girar, rolando nós dois pelo tapete até que ela fica debaixo de mim. Agora ela não pode mais brincar de me excitar, porque estou descontrolado e ela também. Pego meu pau e, apontando pra aquela rachinha molhada, de uma só vez enfio até o fundo. O pescoço da minha irmã se estica debaixo de mim ao sentir todo o comprimento do meu cacete dentro dela, e eu tenho que me segurar, tremendo, ao notar como a buceta dela agarrou aquela grossura toda de um jeito incrível.
Mamãe está tirando fotos ao nosso lado, e eu começo a mover minha pélvis uma e outra vez, sentindo os músculos da vagina da Carla se apertarem pra que a barra de carne ardente não saia daquele lugar. Continuo martelando meu pau na buceta dela e percebo seus gemidos, cada vez que entro e saio, é um ritmo frenético, mas muito bem sincronizado por nós dois, parece que sempre fizemos isso. Finalmente, minha irmã aperta os dentes e depois abre a boca, virando a cabeça, soltando um gemido longo que mostra o segundo orgasmo dela nessa noite especial. Isso me incentiva a continuar bombando a buceta dela e observar com atenção meu pau entrando e saindo daquele buraco apertado e tentador. É uma verdadeira maravilha, mas quando minha mãe acaricia minha bunda e beija minhas costas, não consigo mais me controlar e fico tenso, apoiando os punhos no tapete, mantendo meu pau duro completamente enfiado dentro da buceta da Carla. O primeiro jato da minha gozada sai como um tiro, inundando aquele lugar quente, depois outro e mais outro, até esvaziar meus ovos naquela xoxotinha gostosa.
— Que delícia! — repete Carla ao sentir meu leite quente inundando o útero dela.
— Muito bem, filhos! — diz mamãe, acariciando nós dois, enquanto ficamos juntos por um bom tempo, deitados naquele tapete macio.
— Porra, isso é foda! – Consigo sentir quando meu pau vai amolecendo e eu saio daquele lugar maravilhoso enquanto Carla sorri pra mim debaixo de mim.
Mamãe serve mais três taças de espumante e a gente senta no sofá pra ver as fotos e os vídeos. Nós três pelados vamos descobrindo cada cena e, enquanto isso, aproveitamos pra acariciar nossos corpos sem parar.
— Já tá dura de novo. — fala de repente Carla, que tava acariciando meu pau moreno e rapidamente ficou de alerta.
— Filha, você precisa dar tempo pra ele se recuperar, lembra que os homens precisam do tempo deles.
Porra, eu quase não preciso de nada, porque tô mais do que pronto pra continuar essa festa e não perder mais tempo.
— Que tal a gente dar um mergulho na hidromassagem nós três? — mamãe pergunta.
— Demais! — responde Carla, e a gente vai pra lá.
Depois de tirar os sapatos e mamãe se livrar das meias e da cinta-liga, a gente entra na água morna e borbulhante daquela hidromassagem gigante. A gente continua acariciando nossos corpos pelados, nos beijando alternadamente naquela banheira enorme, enquanto eu apalpo os peitos delas, as bucetas delas, e elas fazem o mesmo comigo, passando a mão no meu corpo todo. Quero que o mundo pare!
— Preparado, filho?
— Sim! — respondo quando sinto os dedos dela brincando debaixo d'água, me masturbando.
— Beleza, então agora é minha vez de ter esse pau dentro de mim — avisa mamãe, ansiosa.
Nessa posição, sentado no banco da hidromassagem, minha professora do sexo sobe em cima de mim e enfia meu pau duro sem nenhuma dificuldade. Que delícia!
Volto a beliscar os bicos dos peitos dela, a amassar a bunda dela, mas minha irmã não quer ficar de fora e aproveita pra me beijar loucamente com os lábios e a língua enquanto mamãe continua quicando no meu colo, cravando até o fundo no meu aríete. De repente, quando tô acariciando os glúteos da minha amazona, meus dedos chegam até a... buraquinho traseiro e fico acariciando ele várias vezes. De repente, percebo que meu dedo indicador entra sem dificuldade e é aí que mamãe revira os olhos e entra em transe para dar um suspiro forte e um gemido longo em seguida, enquanto tenho meu pau enfiado no fundo da buceta dela e meu dedo, até a segunda falange, dentro do cu dela. Fico brincando no buraquinho traseiro dela e vê-la assim, alucinada, soltando aqueles gritinhos, é sublime, mas além disso, sentir os espasmos da vagina dela apertando meu pau a todo momento me leva inevitavelmente a descarregar dentro dela toda a minha segunda munição, que invade a buceta dela com jorros abundantes. Ela me olha nos olhos, encantada.
Ficamos unidos, enquanto minha mão direita continua com um dedo enfiado no cu dela, a esquerda está acariciando os lábios macios da buceta da Carla, que continua suspirando ao meu lado, mas parece querer algo mais que meus dedos. É aí que ela se levanta e, ajoelhando na borda da banheira de hidromassagem, planta a buceta na minha cara, igual minha mãe fez no sofá minutos antes. Ali tenho as duas: uma enfiada debaixo d'água com meu pau ainda duro dentro dela, e a outra esfregando a rachinha dela no meu rosto todo, me encharcando com os sucos dela, que por sinal estão deliciosos. Quase não consigo respirar, mas naquele momento é o que menos me importa, porque minha língua e meus lábios não param de se entregar a essa iguaria divina. Porra, isso é um sonho, tenho duas mulheres incríveis em cima de mim, uma enfiada no meu pau e a outra com a buceta na minha boca!
Mamãe não quer sair, nem eu quero que ela saia, e ela ainda mexe a pélvis, tirando de mim os últimos espasmos de prazer, enquanto Carla continua movendo os quadris e esfregando a buceta nos meus lábios, que, ávidos por essa iguaria, devoram com total entrega, até que ela se tensiona e descarrega a energia dela transformada em gemidos, convulsões e um orgasmo intenso. Que gostoso que é essa buceta!
Depois da recuperação dos três, Voltamos a sentar na jacuzzi brindando com nossas taças de espumante.
— Mamãe, vi que você gostou bastante quando enfiei o dedo em você. — falo num momento relaxado.
— Bom, não se iluda. — responde sorrindo.
— Que história é essa de dedo? — pergunta Carla, que parece não ter percebido nossa operação debaixo d'água.
— Nada, filha, é que seu irmão enfiou um dedo no meu cu, mas já tô vendo a cara dele de querer enfiar outra coisa.
— E você não quer? — pergunto diretamente, dando um beijo suave nos lábios dela.
— Filho… eu…
— Vamos, mamãe!
— Eu quero sim! — responde Carla, eufórica.
— Mas querida, você não pode. — responde minha mãe, acariciando o rosto dela.
— Por que não? — pergunta minha irmã, confusa.
— Porque seu irmão tem isso muito grosso e vai te machucar, você não está preparada. — acrescenta, acariciando meu pau que volta a endurecer com os dedos dela.
— Deixa eu experimentar com você, mamãe! — intervenho eu, suplicando, porque é o que mais desejo naquele momento: meter meu pau naquele rabão.
— Não pelo cu, não, Nacho. Depois sua irmã vai querer e não quero que você machuque ela. — diz minha mãe, como se estivéssemos falando do último pedaço de bolo.
— Mas não precisa, eu treinei — intervém Carla.
— Como? — perguntamos mamãe e eu em uníssono.
— Sim, experimentei esses dias todos, primeiro lubrifiquei bem, enfiei um dedo, depois dois, meti o vibrador e até uma abobrinha.
— Uma abobrinha? — perguntamos de novo, eu e minha mãe em sincronia.
— Sim, coloquei uma camisinha, um creme lubrificante e entrou inteira.
— Porra! — exclamo eu.
— E agora quero o pau do Nacho lá!
— Não, filha… agora não acho que seja uma boa ideia.
— Pelo menos deixa a gente tentar. — insiste minha irmã, com Cara de santinha.
— Tá bom, mas vamos descansar um pouco, porque seu irmão vai precisar recarregar as baterias. A gente se seca e descansa na cama.
As palavras da mãe, como sempre, não dão margem pra réplica e, obedientes, saímos da jacuzzi pra nos secar e deitar relaxados os três na cama enorme de 2x2 que eu ainda não tinha tido chance de ver. Ficamos lá um tempão de boa, conversando sobre o que rolou, como a gente tá aprendendo direitinho e vendo as imagens que ficaram gravadas no smartphone da mãe.
Depois de quase uma hora de descanso, carícias, beijos e uma ou outra lambida furtiva, é a Carla que se ajoelha na cama, dando pulinhos.
— Já?
— Já o quê? — pergunta a mãe, confusa.
— Se o Nacho vai poder meter no nosso cu. — completa minha irmã, ansiosa, passando os dedos de leve no meu pau, fazendo ele crescer de novo até o talo.
— Filha, pensei que essa loucura ia passar — fala a mãe.
— Quero tentar, e o Nacho também, né?
— Claro! — respondo todo eufórico.
— Mas filhos, a gente não tem lubrificante pra isso.
— Eu tenho! — responde a Carla, tirando um pote de lubrificante da gaveta do criado-mudo com um sorrisão no rosto, deixando eu e a mãe surpresos. — Como a gente faz? — pergunta nervosa.
— Tá bom, filha, vejo que você tá bem decidida e preparada, mas a gente tem que ir bem devagar, senão a experiência vai ser ruim.
— Valeu. Como a gente faz? — pergunta a Carla.
— Ele vai meter no meu cu e no seu, alternando, mas se você não aguentar em algum momento, é melhor parar. Combinado? — alerta a mãe, séria, pra nós dois.
Não tem resposta, só uns aplausos nervosos da minha irmã e a maior alegria que deve estar estampada na minha cara. Se durante a noite inteira o que rolou já supera qualquer sonho que alguém pudesse ter... especialmente eu, meter a pica nessas duas gostosas de uma vez só não tava nos planos, nem de longe, então, só de pensar, fico doido. Sério que vou enfiar no cu das duas? Porra, isso é inacreditável!
— Vamos esquentar um pouco mais — nossa mãe nos instrui.
Eu não preciso de muito aquecimento, pra ser sincero, e acho que a Carla também não, mas mesmo assim seguimos as instruções dela direitinho. Minha mãe, à minha esquerda, acaricia meu peito enquanto a mão dela começa a acariciar meu pau, eu beijo ela freneticamente, juntando nossas bocas e línguas. Depois viro a cabeça e lá está minha irmã linda, morrendo de vontade de receber minha língua e minhas carícias, que não demoram. Minha mão aperta um mamilo, enquanto nossas línguas se exploram uma à outra fora das nossas bocas. A mão dela acaricia meu outro mamilo e a minha desce até a buceta ardente dela.
Cada vez que abro os olhos, vejo de um lado os peitões da mamãe, todas aquelas curvas de tirar o fôlego que minhas mãos não dão conta, e do outro lado minha irmã linda e jovem, uma beleza e perfeição que parece mentira ter nua, ajoelhada ao meu lado nessa cama enorme. Sou o homem mais sortudo do mundo!
— Mamãe, a gente tenta agora? — pergunta Carla, toda afobada.
— Já tão excitados?
— Tô com um tesão danado, mamãe. — implora minha irmã.
— Tá bom, vamos fazer, mas devagar. — confirma nossa instrutora.
Mamãe, além de se preocupar com a gente, é sempre muito detalhista e organizada pra tudo e não quer deixar nada na improvisação. As duas ficam de quatro na cabeceira, onde podem se segurar na estrutura de ferro e apoiar a cabeça no travesseiro, e embaixo da barriga colocam duas almofadas, deixando os corpos virados pra baixo e as bundas empinadas. Dá pra ter uma visão mais incrível?
Fico de joelhos atrás dessas duas rabetas impressionantes, por um de um lado o imponente pandeiro da minha mãe de quadris largos e do outro o cu perfeito da Carla, onde se vê lá embaixo uma rachinha levemente inchada e mais acima um buraquinho estreito que vai ser profanado em breve. Volto a pensar no meu amigo Rafa e nas vezes que ele repete como deve ser foder um cu daquele. Agora vou fazer eu, pela primeira vez, por mais que pareça mentira.
Acaricio meu pau, mas ele não precisa de muito estímulo, já que está tenso e duro, pronto pra entrar na brincadeira o quanto antes.
— Querido, por favor, vai bem devagar — me avisa minha mãe virando a cabeça que vejo lá no fundo, enfiada no travesseiro.
— Fica tranquila, mãe. — digo eu, sendo o primeiro interessado em que tudo saia perfeito.
Ela vai indicando, como uma grande professora, como devo agir, detalhando cada coisa pra não ter dúvida nenhuma, nem, claro, nenhum erro. Ela pede pra eu espalhar o lubrificante por todo o meu pau e ao mesmo tempo, pelos dois buracos traseiros, que estão ali apontando direto pra mim. O lubrificante ajuda o dedo a entrar com extrema facilidade primeiro no cu da mamãe e um pouco menos no da Carla, mas logo se nota que vai se adaptando, conforme ela vai relaxando os músculos. Suponho que sentir o primeiro dedo estranho seja algo que possa assustar, mas vejo que é verdade que ela está bem dilatada com os treinos anteriores. O incrível é o da minha mãe, pois o cu dela se adapta muito mais rápido e entram dois dedos com a maior facilidade.
— Mãe, isso... você faz com frequência? — pergunto com dois dedos completamente enfiados no ânus dela.
— Filho, menos do que eu gostaria! — responde entre gemidos.
É incrível, nunca tinha suspeitado que minha mãe usasse a bunda nos seus casos amorosos com o vizinho ou com aquele colega de trabalho que ela tem realmente louco. Só de colocar essa visão no meu pensamento, imaginando como eles a sodomizam, é algo inacreditável, mas extremamente excitante.
— E você, Carla? Gostou? — perguntei à outra com meu polegar enfiado até o fundo.
— Sim, muito! — respondeu ofegante.
— Bom, agora filho, fode a nossa buceta primeiro, antes de meter por ali. — ordenou a mamãe.
Que delícia ouvir minha mãe falar assim, antes eu achava impossível escutar termos tão pesados vindo dela, agora ela fala com tanta naturalidade… e claro que eu fodo essas duas bucetas que estão me chamando assim, deitadas como duas putinhas. A primeira enfiada é na boceta da mamãe, que parece sempre pronta pra qualquer invasão, e só se ouve um gemido leve enquanto minha ferramenta vai entrando. Me agarro naquelas cadeiras enormes e, jogando todo o meu corpo pra trás, dou uma estocada corajosa que faz meu pau entrar inteiro de uma vez só. Zás!
— Ah! — geme a mamãe com a cabeça enterrada no travesseiro.
Agora é a vez da minha irmãzinha. Tiro o pau babado da buceta materna e sinto o calor que me impregnou. Vejo aquela bunda redonda e perfeita da minha irmã, que só de olhar já parece que vou gozar. A rachinha dela se mostra pronta, molhada e levemente aberta, e o cuzinho atrás é uma obra de arte, inexplorado por pau, com certeza vai ser como entrar no paraíso. Agora que penso, vou gozar minha virgindade em todas as possibilidades e lugares de meter meu pau, mas o melhor é que também vou desvirginar minha irmã em todos os buracos dela. Olho de novo aquela raba, a mais gostosa do colégio, e não sou só eu que digo, mas além disso vou foder ela. Tem algo mais incrível no mundo do que isso?
Enfio minha cabecinha na bucetinha da minha irmã, que recebe gostoso com uns gemidos contidos. Igual à mãe dela, recuo até ficar só com a ponta e, num movimento de quadril pra frente, enfio até o fundo.
— Seu filho da puta, que gostoso! — grita minha irmãzinha.
Eu Gosto que ela me chame de "cabrão". Outras vezes ela já fez isso, mas era no modo insulto; agora eu levo como um incentivo pra continuar. A verdade é que eu também solto outro grito ao sentir a buceta dela me prendendo nessa posição, que, aliás, parece ser a que meu pau mais se sente à vontade, como se eu pudesse penetrar mais fundo. Ela deve sentir o mesmo, pelo jeito dos gemidos dela.
— Você me encheu toda! — ela afirma.
— Já já vou arrombar seu cu! — respondo na brutalidade, mas é que tô totalmente no pique.
Volto a ficar atrás da mamãe, e isso é um sem parar. Repito a fodida anterior na buceta acolhedora dela, embora dessa vez tenha sido bem mais fácil. Duas ou três estocadas são suficientes pra ouvi-la implorar:
— Agora, filho, enfia a ponta no meu ânus.
Dito e feito, tiro ele do sexo quentinho dela e vou testar meu primeiro cu... Ainda não acredito!
Enfio a ponta e, graças à boa quantidade de lubrificante, a cabeça entra sem muita dificuldade naquele lugar apertado. Não é incrível?
— Entra, querido! — ela diz, relaxando aquela portinha pro céu.
Aperto as nádegas dela com minhas mãos, separo um pouco e vou pressionando meu pau, que entra devagar naquele buraquinho estreito. Não consigo avançar por um momento, mas ela relaxa o esfíncter e consigo enfiar, finalmente, até o fundo. Meti ele inteiro! Dá até pra sentir as batidas do coração da mamãe! Isso é uma loucura!
— Deus! — exclamo ao me ver preso naquele furinho.
— Filho, que grosso que tá! — ela diz, sem parar de respirar ofegante.
Então começo a bombar, no início devagar, mas é a minha própria mãe que dita o ritmo, fazendo com que eu acelere e vá metendo com mais força. As nádegas dela batem na minha pelve a cada enfiada, e ela tá se masturbando por baixo. Eu me agarro nos peitos dela e continuo fodendo aquele cu até que, finalmente, sinto o corpo dela... Ela treme com várias convulsões, soltando um gemido longo, dominada por um orgasmo intenso. Seu corpo cai exausto na cama, e eu, com meu pau enfiado no cu dela, por cima, sem parar de meter e tirar. Fico assim um tempo, ouvindo sua respiração ofegante.
— Que maravilha, meu filho! — diz mamãe, orgulhosa do filho e satisfeita com essa trepada anal que acabei de dar nela.
— Eu também quero! — fala minha irmã, muito nervosa e sedenta para que meu pau finalmente explore o buraquinho dela.
Não a faço esperar mais. Tiro minha vara do cu da mamãe, que continua largada na cama, e vou atrás daquele rabo imponente da minha linda irmã. Coloco a ponta, como fiz com minha mãe, vendo o lubrificante ajudar, mas quando enfio só a cabecinha, ela solta um gemido.
— Devagar, filho, sem pressa! — incentiva mamãe, sofrendo pela filha.
A bunda da Carla é tão linda que não consigo evitar de amassá-la. Quando separo as nádegas e vejo a ponta do meu pau ali enfiada, é como o melhor sonho da minha vida. Um arrepio me toma por inteiro.
— Continua, Nacho! — ordena minha irmã, depois de alguns segundos relaxando o esfíncter.
Avanço bem devagar. Já acho que não são centímetros, mas milímetros. Não quero machucá-la, e essa penetração lenta é cada vez mais gostosa pra mim. Além disso, ouvir ela bufando no travesseiro e respirando ofegante multiplica minhas sensações. Fico parado com metade do meu pau enfiado, esperando a reação dela, mas ela já está gemendo. Acho que falta pouco pro orgasmo dela. Quando enfio a mão por baixo do corpo dela e roço o clitóris, os gemidos ficam mais intensos.
— Mete fundo! — ela clama, quase gritando entre soluços.
Recuo uns centímetros até deixar só a glande e, num movimento de pelve ensaiado, enfio até o fundo daquele buraquinho divino da Carla. A apertura é inacreditável. Se Com a mamãe eu conseguia sentir as batidas, com a minha irmã eu consigo distinguir cada cantinho das entranhas dela e até a respiração dela no meu pau.
— Ah, porra! — ela grita, mas não sei se é de prazer ou de dor.
— Tiro? — pergunto com medo.
— Não, me fode, não aguento mais! — ela grita.
Lá vou eu, tiro de novo até a ponta e volto a enfiar, sentindo aquela cavidade apertadíssima abraçar meu pau, dessa vez sem tanta tensão, relaxada e sedenta pra continuar recebendo minhas estocadas. Minha mão não para de passar na bucetinha dela e brincar com o botãozinho mágico, o que faz a Carla entrar em transe e, paralisada, soltar de novo do fundo da garganta um grito abafado, mas evidente, de êxtase. Ela tá gozando enquanto meu pau não para de entrar e sair, uma e outra vez do buraquinho traseiro dela. Continuo bombando, admirando aquelas nádegas e como elas soam cada vez que eu colido o corpo todo contra elas.
O orgasmo tá perto, sem dúvida, tô no limite e tento aguentar o máximo possível, mas quando sinto a língua da mamãe no meu próprio cu, lambendo meu períneo, minhas bolas e meu próprio buraquinho traseiro, é algo que não consigo nem descrever, só sei que começo a ver estrelas, clarões e alucinações, com convulsões internas, gritos e gemidos que saem da minha garganta, tudo isso com a imagem mais maravilhosa que é ver a bunda mais gostosa do mundo sendo atravessada pelo meu pau. Obviamente não aguento mais e gozo no cu apertado da minha irmã entre gemidos, inundando o ânus dela e caindo derrotado em seguida sobre o corpo dela.
Lá estamos nós três deitados na cama comentando nossos momentos de máximo prazer, nos quais aproveitamos como nunca, até minha mãe confessa que foi a experiência mais gratificante que já teve, nem preciso dizer que pra Carla e pra mim tá sendo o máximo que a gente poderia ter sonhado até então.
O resto da noite continua intensa. teve ejaculações, lambidas, boquetes, chupadas, beijos e tudo que você puder imaginar, até nos organizamos pra que enquanto um pudesse tirar uns cochilos, os outros continuassem se esgoelando e trepando até a exaustão. Além de gozar na boca delas, na buceta e no cuzinho, mamãe me deixa esporrar nos peitos dela e a Carla no rosto, mas acho que não tenho mais energia e meu cansaço chega ao máximo quando os primeiros raios de sol aparecem pelas cortinas daquele quarto.
Às onze da manhã, depois daquela noite intensa, aparecemos os três na recepção e quase não conseguimos ficar de pé. Tô destruído e quando mamãe tá assinando o cheque pra pagar o quarto e o jantar, não consigo deixar de admirar aquela raba enfiada nuns jeans, que marcam as curvas dela tão bem.
— Mamãe, você tá uma gostosa com esses jeans!
Ela se vira devagar, me dá um sorrisinho, mas depois a cara dela fica mais séria, como se tivesse visto um demônio.
— Acabou tudo, entendeu? — ela fala bem séria, avisando que a festa chegou ao fim de vez.
— Mas… eu…
— Nós temos um trato. Espero que vocês cumpram. — ela me corta seca e finalmente saímos do hotel.
Carla e eu nos olhamos, mas no táxi voltando pra casa continuo me fazendo mil perguntas: Será que a gente vai mesmo conseguir voltar ao normal? E será que vamos conseguir esquecer tudo isso como se nunca tivesse acontecido? Vai ser mais difícil que ganhar na loteria! Mesmo assim, diante da possibilidade de me separar delas, vou fazer tudo e mais um pouco.
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Hoje faz exatamente uma semana do aniversário da Carla e da famosa extensão da festa especial na "Suíte Princesa". Foram momentos mágicos, alucinantes e, acima de tudo, inesquecíveis pro resto das nossas vidas. Mesmo assim, nós três respeitamos o acordo que assinamos há um mês, que colocou um ponto final nessa semana passada. Reconheço que foi difícil para todos, mas cumprimos escrupulosamente, tal como prometemos, e durante esses dias não houve roças, contatos ou algo que possa ser considerado entre nós do tipo "carnal", embora da minha parte não tenha desaparecido o desejo por essas duas belezas impressionantes, na verdade acho que aumentou ainda mais.
No entanto, esta noite, enquanto estou prestes a dormir, pelado como sempre, dentro da minha cama e lembrando alguns aspectos da nossa festa particular e fantástica, percebo que um corpo nu gruda nas minhas costas sorrateiramente, se enfiando debaixo dos lençóis. No começo, levo um baita susto, mas de repente percebo que é o corpo fantástico da Carla que está atrás de mim. Ela passa as mãos no meu peito, beija meu pescoço e começa a me masturbar devagar. Não precisa de palavras, só em silêncio, ela me beija no pescoço, depois na bochecha até que nossas bocas se misturam num beijo lascivo, sem parar de mexer no meu pau debaixo dos lençóis.
— Me fode, Nacho! — ela sussurra.
De repente, ela monta em cima de mim sem esperar resposta, começando a cavalgar devagar no início, se deliciando na conexão que nossos corpos nus e nossos sexos enganchados formam, para depois começar a balançar em cima do meu pau freneticamente enquanto eu acaricio os peitos dela e sinto minha ereção sendo apertada pela buceta maravilhosa e elástica dela. Tudo é muito rápido, mas a excitação é tão grande, o jeito tão safado, que rapidamente chegamos ao clímax. A primeira a gozar é ela, se deita em cima de mim e coloca o rosto contra o travesseiro para abafar o barulho dos gemidos incontroláveis dela e não ser ouvida pela mamãe. Eu gozo imediatamente depois ao sentir esses espasmos da buceta dela que apertam de um jeito incrível meu pau, que jorra dentro dela. Um após o outro, os espasmos invadem a buceta da minha irmã com uma quantidade enorme de porra, enquanto Eu abafo os gemidos engolindo um dos peitos dela.
A gente continua em silêncio, só respirando ofegante e, depois de nos recuperar uns segundos após aquela foda roubada tão gostosa, Carla levanta e sai da minha cama, me deixando largado ali, me sentindo órfão dos carinhos dela, dos beijos e daquele corpo incrível.
— Nacho, por favor, a mamãe não pode saber disso. Tá? — ela fala baixinho.
— Claro que não!
— Você sabe o que aconteceria se ela descobrisse que a gente quebrou o acordo!
Minha irmã sai do quarto e eu ainda não consigo acreditar no que aconteceu. É tudo inacreditável, mas quando eu já tinha certeza de que o trato ia ficar selado pra sempre, foi minha própria irmã, e não eu, quem quebrou ele. Mas, claro, adoro que ela tenha feito isso e sei muito bem que não vai ser a única vez que minha linda Carla vai violar essa cláusula do nosso pacto, e não vou ser eu quem vai reclamar ou desaprovar, óbvio.
Fico me revirando na cama pensando se tô sonhando ou não, quando de novo o corpo sorrateiro se enfia atrás de mim debaixo dos lençóis. Sinto os peitos dela na minha costa nua e, quando vou falar o nome dela, percebo que não é Carla, mas o corpo nu da mamãe!
Nem preciso dizer que parece que elas ensaiaram isso ou é só uma coincidência do caralho, mas a mamãe, sem falar nada, sobe em cima de mim, montando de pernas abertas igual a filha dela fez minutos antes. Porra, de novo? Isso é alucinante!
— Mamãe! — falo sussurrando ao sentir a buceta dela bater e pousar na minha.
— Shhh, cala a boca ou vai acordar sua irmã!
Tô pirando, mas se minha irmã acabou de me foder literalmente agora há pouco... o fato é que minha mãe não parece estar a fim de dar explicações e tá claramente mais do que tesuda, quando pega meu pau e enfia na buceta dela, se deixando cair de repente. Outro gemido abafado dos dois, que a gente tenta segurar, ela com o travesseiro e com a peitona enorme dela. Mesmo no escuro, adoro ver o corpo da minha mãe cavalgando em cima de mim, que nem uma amazona de verdade, e quando tô mordendo um dos mamilos dela e apertando a bunda redondona, ela abafa os gemidos no travesseiro igual a Carla fez um tempo atrás. Ela continua apertando a pélvis e batendo sem parar, até que aquela sensação de estar preso na buceta dela me faz gozar dentro de novo, naqueles quatro ou cinco jatos que batem no fundo do útero dela até eu ficar praticamente seco por causa dessas duas putinhas no cio.
— Valeu, filho! — ela fala, me encarando nos olhos com um sorrisão.
— Mãe!
— Shiiii!
— E o acordo? — pergunto, surpreso.
— Não consegui me segurar, desculpa, amor. — ela responde com cara de culpa.
— Relaxa. — parece mentira isso saindo da minha boca, como se fosse um perdão, sendo que foi uma bênção do caralho.
— Amor, por favor, não deixa a Carla saber disso, não queria que ela ficasse decepcionada porque a própria mãe quebrou o pacto.
Não consigo responder, nem falar que a filha dela quebrou o acordo primeiro, há poucos segundos. Prefiro ficar calado, olhando e acariciando o corpo dela, alucinando depois dessa segunda transa roubada e secreta, que já nem sei se foi combinado entre as duas ou pura sorte. Acho que são os mistérios dessa vida adulta maluca.
Claro que sei que as duas vão quebrar essa cláusula do contrato de novo e vão se entregar de corpo e alma em mais de uma noite. Não sei se elas têm o próprio pacto entre si, mas não vou ser eu quem vai perguntar, nem vou contar pra uma o que a outra faz escondido. Simplesmente vou calar a boca, guardar o segredo e me deixar levar…
FIM
17 comentários - Mi madre, mi hermana y la fiesta de cumpleaños 9
Ya Paso tiempo desde que subiste la parte 9 amigo
Super rico