Atrás da porta.
Atrás da porta Pt. 2
Fazia duas semanas que não se viam, nunca tinham ficado tanto tempo longe desde que se conheceram, e claro, a abstinência de sexo não dava pra aguentar pra nenhum dos dois. Minha prima, por sua vez, cada vez que se masturbava na minha casa, fazia com mais frenesi do que antes, já quase não me olhava e tomava posse do meu consolo, que a gente dividia. Eram 19 centímetros que entravam até o fundo enquanto ela gemia aos berros, deitada na cama, como se alguém estivesse comendo ela sem parar. Já tinha deixado de lado o romantismo de antes.
Eu cheguei ao ponto em que meus dedos não eram suficientes, e pedi o brinquedo pra me satisfazer do jeito que eu precisava naquele momento. Ela aceitou, mas o que ela não sabe é que minha excitação e minha necessidade de enfiar algo bem fundo na minha buceta lubrificada ao extremo é ela mesma. Ela se ajeita na minha frente e, sorrindo, me olha, observa meu corpo todo até chegar nos meus olhos e não para de me encarar. Eu me masturbo, ela também. Que lindo, que prazeroso, que gratificante saber que tem alguém no mundo pra compartilhar um momento tão íntimo, alguém em quem você pode confiar.
E é aí que chega o momento que muda tudo: ela se ajeita na minha frente e cruza as pernas nas minhas, aproxima a pélvis de um jeito que nossas bucetas ficaram a poucos centímetros de distância. O espaço entre nossas vulvas era tão mínimo que mal cabiam nossas mãos pra fazer o trabalho, e com movimentos de quadril pra cima e pra baixo, a gente se olhava fixamente, mordendo o lábio inferior e respirando fundo ao sentir o prazer dos nossos dedos roçando nossos clitóris.
Nosso primeiro contato. Era a primeira vez que nossos corpos quentes se tocavam, mesmo que fossem só nossas pernas. Era o momento mais excitante da minha vida.
Nossas mãos aceleram e é ela quem goza primeiro, mas com mais violência do que nunca, os jatos dela me encharcaram. Ela continuou se acariciando uns minutos e disse que tava com sono. Daí a pouco já tava dormindo, mas eu, na cama do lado, continuei batendo uma. Gozei duas, três, seis vezes e ainda queria mais, nunca tinha aguentado tanto e era por um motivo: Minha prima ficou excitada comigo, com a minha pele, me tocou, me sentiu... e adorou. Era questão de tempo até eu sentir, não só o contato com a pele dela, mas a boca dela, o gosto da buceta, o sabor do fluxo, o prazer da língua dela dentro de mim.
Baseado em uma história real.Continuará...
A cena real foi parecida, mas as duas estavam cobertas. Eu me masturbava mais delicadamente.
Atrás da porta Pt. 2
Fazia duas semanas que não se viam, nunca tinham ficado tanto tempo longe desde que se conheceram, e claro, a abstinência de sexo não dava pra aguentar pra nenhum dos dois. Minha prima, por sua vez, cada vez que se masturbava na minha casa, fazia com mais frenesi do que antes, já quase não me olhava e tomava posse do meu consolo, que a gente dividia. Eram 19 centímetros que entravam até o fundo enquanto ela gemia aos berros, deitada na cama, como se alguém estivesse comendo ela sem parar. Já tinha deixado de lado o romantismo de antes.
Eu cheguei ao ponto em que meus dedos não eram suficientes, e pedi o brinquedo pra me satisfazer do jeito que eu precisava naquele momento. Ela aceitou, mas o que ela não sabe é que minha excitação e minha necessidade de enfiar algo bem fundo na minha buceta lubrificada ao extremo é ela mesma. Ela se ajeita na minha frente e, sorrindo, me olha, observa meu corpo todo até chegar nos meus olhos e não para de me encarar. Eu me masturbo, ela também. Que lindo, que prazeroso, que gratificante saber que tem alguém no mundo pra compartilhar um momento tão íntimo, alguém em quem você pode confiar.
E é aí que chega o momento que muda tudo: ela se ajeita na minha frente e cruza as pernas nas minhas, aproxima a pélvis de um jeito que nossas bucetas ficaram a poucos centímetros de distância. O espaço entre nossas vulvas era tão mínimo que mal cabiam nossas mãos pra fazer o trabalho, e com movimentos de quadril pra cima e pra baixo, a gente se olhava fixamente, mordendo o lábio inferior e respirando fundo ao sentir o prazer dos nossos dedos roçando nossos clitóris.
Nosso primeiro contato. Era a primeira vez que nossos corpos quentes se tocavam, mesmo que fossem só nossas pernas. Era o momento mais excitante da minha vida.
Nossas mãos aceleram e é ela quem goza primeiro, mas com mais violência do que nunca, os jatos dela me encharcaram. Ela continuou se acariciando uns minutos e disse que tava com sono. Daí a pouco já tava dormindo, mas eu, na cama do lado, continuei batendo uma. Gozei duas, três, seis vezes e ainda queria mais, nunca tinha aguentado tanto e era por um motivo: Minha prima ficou excitada comigo, com a minha pele, me tocou, me sentiu... e adorou. Era questão de tempo até eu sentir, não só o contato com a pele dela, mas a boca dela, o gosto da buceta, o sabor do fluxo, o prazer da língua dela dentro de mim.
Baseado em uma história real.Continuará...
A cena real foi parecida, mas as duas estavam cobertas. Eu me masturbava mais delicadamente.
1 comentários - Atrás da Porta Pt. 3 (Conto)