A gostosa da poringa

A garota do Poringa.
Desde minha presença no Poringa, primeiro como espectador e depois escrevendo minhas aventuras sexuais, tive o prazer de compartilhar experiências com 2 membros do site, que não vou nomear porque não vem ao caso, e o importante é a história sexual.
A primeira é a rainha que todo mundo deseja, mas minha história com ela tem muito mais coisas privadas do que sexuais, então vai ficar só na minha lembrança, a menos que ela queira tornar público, e aí escreverei com prazer.

Isso aconteceu poucos dias antes da minha última publicação. Como tento ser um membro ativo e educado com todos que me chamam, seja mulher ou homem, me dedico a responder, e se a oportunidade aparece, me atrevo a seguir uma linha de contato que já rendeu amizades e até aventuras como as que vou contar.
Desde a publicação de "A mulher do caminhoneiro", o número de leitores foi aumentando, assim como os seguidores. Sem intenção de fama, ter seguidores é uma parada legal, gente que compartilha algo em comum comigo.

Entre meus seguidores apareceu ela, que vamos chamar de Meche (não é nem perto do nome ou nick dela, mas escolhi escrever assim pra proteger a privacidade dela). Meche me mandou a primeira mensagem privada me desafiando, dizendo que eu exagerava nos detalhes, que gostou do relato, mas que eu me achava muito. E foi desde então que começamos a nos conhecer e trocar ideias. Ela é uma mulher linda, de quadril largo, ruiva, com uns peitos não muito grandes, mas bem firmes. No começo, Meche só me escrevia e pedia pra eu contar como era ser infiel, se eu sentia culpa, se ainda me relacionava com as mulheres com quem saía, essas coisas que rolam nas conversas dessa comunidade.

Um dia, entre esses dias em que ela falava comigo, surgiu a possibilidade de sair da rede do Poringa, e começamos nossa relação pelo Telegram, deixando o WhatsApp pros nossos parceiros. Ela, uma mulher caseira com 3 filhos, dois deles adolescentes, me contava e... Me liberei do mundo de máscaras quando ela começou a me escrever sobre as fantasias dela.
Foi assim que, quando publiquei o conto "a mulher do guarda", ela me deixou uma mensagem no privado só dizendo obrigada.

Quando nossa conversa começou dias depois, não pude evitar de perguntar o que era aquele obrigada, e ela começou a me contar com todos os detalhes como aquele evento que eu escrevi deixou ela a mil e que ela não resistiu em se masturbar. Ela já tava há um tempão querendo botar chifre no marido, e meu conto, onde de forma ousada eu comia a mulher do guarda, despertou algo nela.

Durante aqueles dias, onde claramente um clique despertou nela, ela parou de me perguntar como eu me sentia enganando minha mulher e começou a me perguntar coisas tipo:

- O que você faria se...
- Onde você me levaria...
- Te excitaria poder me conhecer...

Obviamente, pra um pirata como eu, essas palavras eram convite pra navegar em mares que eu conheço muito bem, e foi assim que trocamos fotos e fantasias.

O tempo passou, e cada vez mais íntima, ela não passava um dia sem me mandar uma foto. Mais ainda, entre uma conversa e outra, convenci ela a comprar um brinquedo sexual, e ela me mandava os áudios daqueles momentos em que, à força dos meus desejos e da tesão dela, ela registrava orgasmos aos gritos.

O tempo passou, e com mais de 20 orgasmos nos unindo em amizade, já contávamos quase tudo sexualmente falando. Ela me relatava as decepções com o marido. Ela tinha uma necessidade de explorar coisas novas, e ele, quando muito, num domingo atendia ela, gozava e ia embora ver TV.

Eu contava sobre minhas amigas, minhas aventuras tirando fotos, trepando em hotéis e lugares diferentes. Contava sobre minhas milfs favoritas, que mais de uma vez foram mancando pra casa. Ela pedia detalhes dos mais safados, dizia que eu exagerava no que contava sobre o que fazia com minhas amigas.

Passaram as festas e as férias estavam chegando. Ela sempre em contato, cada vez mais hot, eu diria, mas sempre aquele fio de culpa que surge antes da primeira traição fazia com que as tentativas de encontros foram frustradas. Durante as férias, rolou os eventos com a contadora que contei no relato anterior. Como a gente falava todo dia, ela ficou sabendo quase na hora, mas, embora eu imagine que ela deve ter batido umas punhetas ouvindo minhas histórias, o que realmente desencadeou nosso encontro foram as mensagens de texto entre a contadora e eu.

Como ela fala comigo todo dia, sempre me perguntava se eu ia ver a contadora de novo, e eu respondia que óbvio… foi aí que um dia eu mandei um print do celular com uma das mensagens da contadora.

- Neném, você é viciante, tô com a buceta lascada, mas você é o melhor amante que eu podia desejar. Dizia a mensagem da contadora.

Dessa troca de mensagens e da história de como quebramos a mesa da contabilidade, saiu uma mensagem que eu esperava há meses dela.

- Neném, quando é que vai ser a minha vez? Ela me escreveu.
- Quando você quiser, respondi sem hesitar.

Então, dois dias depois, a gente se viu. No meio do café, ela esperava pra ver se eu ia desistir, já que, como toda mulher que se considera gordinha, se sentia insegura.

Como descrevi antes, ela é caderuda, o que dá uma beleza particular ao meu gosto. Chegou com uma saia jeans curta, meia-calça preta, uma blusa que deixava à mostra um decote não muito grande, mas firme. De lá, saímos andando até um hotel. Escolhi o hotel de propósito porque uma das fantasias dela era ser apoiada num elevador, e esse tinha elevador.

Pedimos uma suíte, isso nos levou ao quinto andar, e lá, no elevador, assim que entramos, nos beijamos feito adolescentes. Nem devagar nem preguiçoso, levantei a saia dela e me deparei com a meia-calça inteira; rasguei ela. Ela arregalou os olhos, se afastando de mim por um instante. Meus dedos exploraram ela um segundo antes do elevador parar; eu já tinha arrancado a calcinha fio dental dela.

- Você é minha, agora você é minha. Falei.

Ela, com o olhar longe de ser desafiador, longe de cair no recato de que... Ela era uma mãe, uma esposa. Me olhou e disse: "Me faz gozar…"

Entramos no quarto, cama redonda grande, da porta até a cama nossas bocas não se separaram. Ela chegou na beirada da cama e, ao sentar, tentou tirar minha calça, mas eu me afastei. Olhei pra ela, entregue, e me ajoelhei na frente dela. Com a meia rasgada, sem calcinha, e com o tesão que tava, a buceta dela se abria igual marisco, feito um manjar dos deuses que eu ia comer sem remorso nenhum.

Com meu cinto, amarrei as mãos dela. Sem tirar nenhuma peça de roupa ainda, me ajoelhei, abri ainda mais as pernas dela. Minha língua, só roçando a ponta, percorreu os lábios molhados da buceta dela. Um monte de Vênus totalmente depilado, com o clitóris pulsando coroando o rio de fluidos lá de dentro.

Exploradora experiente, minha língua se dedicou a arrancar gemidos dela a ponto do coração quase explodir. Ela se contorcia, tentava, mas em vão. Foi aí que peguei da minha mochila uma corda, que nunca falta, e amarrei os tornozelos dela nas pernas da cama. Minha exploração oral continuou, e já não existia nenhuma palavra no que ela falava. Era algo natural, primitivo, uma comunicação que o prazer que ela sentia fazia ela soltar. Num clímax único, o orgasmo dela chegou. Não sei se alguma vez fizeram ela gozar, mas ela chorava de prazer. A buceta dela jorrava fluido, as pernas amarradas tremiam sem controle. Não tinha palavras, só sons…

Na sequência, soltei as amarras dela, e desesperada, ela procurou o doce que a boca dela pedia. Quando desabotoei minha calça, ela ficou pasma. Não sei se pela emoção ou porque nunca tinha visto uma pica daquelas (não sou o super-homem, mas nunca decepcionei ninguém). Ela meteu na boca com desespero. A cada um ou dois minutos, dava uma ânsia de tão fundo que chupava.

Desesperada, ela me fazia um boquete. Era uma cena linda que durou uns minutos até eu decidir interromper pra levar ela pra cama. Coloquei os pés dela ao meu lado, devagar, meu pau entrou fácil na buceta muito molhada dela. Pra minha surpresa, uma… Mulher com 3 filhos tinha uma buceta apertada, meu pau se abria caminho com facilidade mas sempre se sentindo oprimido na carne, o vai e vem dos corpos foi tão voraz que não perdíamos um instante, a roupa não se tirava, se arrancava, ela se agarrava muito forte nas minhas costas e a cada estocada eu chegava mais fundo na sua buceta apertada que inevitavelmente ficava vermelha pela ação voraz quase violenta que recebia.

Uma mulher apertada gemendo, caindo de prazer ao seu redor, coloca seu pau no limite e foi assim que veio o segundo orgasmo, nessa gozada saiu tanto fluido dela que parecia sentir até o umbigo escorregar nos seus líquidos, ela desmaiou e eu continuei metendo até que meus alertas disseram que eu ia gozar, tirei meu pau dela mas ela não queria desperdiçar o fruto da luxúria e assim tomou toda a porra que meu corpo deu pra ela.

Saciada de sede, ela comeu minha boca e demos um beijo nojento e lindo com fluidos compartilhados. Ela se jogou ao meu lado, se apoiando no meu peito com o olhar perdido, começou sua carícia do centro do meu peito pra baixo, e olha só a surpresa que encontrou, três minutos depois de ter acabado eu já tinha meu pau venoso, vigoroso, pronto pra continuar o trabalho.

Ela ainda tremendo com a buceta arrombada pela foda começou a chupar de novo, não sem antes dizer:

- Já tá duro de novo, não é à toa que você deixa as mulheres acabadas. Disse ela

Em seguida, ela estava chupando, abri minhas pernas ao máximo e ela se ajoelhou na frente do pau deixando a bunda empinada, ao ver aquilo e pensar no quão apertada era a pussy, tentei imaginar o quão apertado era aquele cu, ato que se sentiu na dureza do meu pau.

- Tá cada vez mais duro, você vai me empalar.

E as palavras dela não podiam ser mais certeiras, de um salto me posicionei entre as nádegas dela, ela imaginava o que vinha, suponho que desejava, tinha me ouvido mais de uma vez quando eu dizia que o que mais amo é comer um cu.

- Devagar, quase não tenho experiência.

Suavemente deslizei o cabeça do meu pau, que é bem cabeçuda mesmo, ela esticava os braços tentando buscar forças, quando com muito esforço o esfíncter dela foi derrotado e minha cabeça passou por completo, ela buscou com a mão minha cintura e ali notou que só a cabeça tinha passado. Segurei firme nas cadeiras dela e a premonição se realizou: devagar, sem pressa, mas sem piedade e sem parar, meu pau foi abrindo caminho por uma bunda que até parecia virgem.

Ela gritava, mordia, arrancava os lençóis, mas de vez em quando, entre palavras como "você é um filho da puta", saía um "não para".

Quando minha cintura e as nádegas dela se encontraram, começou a bombada, e aí sim os gemidos dela viraram gritos. De vez em quando, a mão dela agarrava o tronco do meu pau, mas era em vão, ele ia sair e entrar. Queria meu prêmio, queria deixar a bunda cheia de leite de um marido que desperdiçava ela. Foram umas das bombadas mais eróticas que já dei, ela gritava, se perdia, batia, se resignava.

Quando eu gozei, ela jorrava fluidos pela buceta, tinha a entreperna molhada, não conseguia falar. Eu me deitei ao lado dela, e ela com uma mão se explorava a raba e me dizia: "Como é que eu explico que tô com o cu? Você me deixou toda aberta, lindo."

Assim, entre carinhos e chamegos, minha maldade saiu de dentro, minha parte dominante, e foi aí que, em grande parte com o consentimento dela, amarrei as mãos dela na grade da hidromassagem, não sem antes deixar a bunda dela empinada e com meu pau duro como uma roca só de amarrar ela. Falei:

- Hoje você também vai voltar mancando.
- O que você vai fazer? - ela disse, como quem já sabia o que vinha.

Meu pau, duro como pedra, passou de uma estocada só pelo cu dela, fazendo cada terminação nervosa reagir. Apertado como era, e naquela posição de pé, sem defesa, a única coisa que saía da boca dela era:

- Me arrebenta e me faz sua mulher.

Peguei ela pelo cabelo e, com todo o vigor que se soltava dos gemidos e gritos dela, terminei de fazer o anal mais apertado até hoje. Foi tão intenso que, quando gozei, ela não consegui segurar ele e gotas de sêmen se misturavam com as da buceta, e pequenos fios vermelhos saindo daquele cuzinho protegido por um rabão enorme.

Quando saímos do hotel, ela andava como quem tá assada, me contou por mensagem que em casa fingiu estar doente porque não conseguia justificar o jeito que tava andando.

Por dois dias seguidos, a mensagem mais comum dela era: "você me quebrou alguma coisa, neném".

No terceiro dia, como quem faz uma lembrança da Páscoa que tava chegando, ela me escreveu:

— Não vou mais te chamar de exagerado, você me arrebentou o cu e, como diz aquela outra que você come, você é viciante, não me deixa sem uma segunda rodada…

Foi assim a primeira vez com minha amiga da comunidade. Como disse, vou cuidar da identidade dela, então as imagens são reais, mas não muito explícitas, já que ela decide se vai tornar público ou não.

Obrigado por lerem, compartilhem o relato se gostaram e até a próxima.la poringuera

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mae

3 comentários - A gostosa da poringa

relija
Zarpado relato man... van puntos y a favoritos.