mi hermana y yo haciendo webcam 3a. parte

E aí, galera tarada do mundo todo! Chegou a hora de contar pra vocês onde tá a história real de sexo, amor, paixão e mistério com a minha linda irmã.

Pra quem tá chegando nesse post agora, eu convido vocês a conhecerem desde o começo a nossa história nos dois anteriores, pra entrarem no contexto e entenderem bem essa linda, safada e deliciosa história de incesto que eu tenho com a minha irmã Angie e eu, Andrés.

Pois bem, tudo aconteceu muito rápido e já chegando o próximo fim de semana depois dos últimos acontecimentos, a Angie me convida pra sair com as amigas e amigos dela na balada no sábado à noite. E claro, a desculpa era porque ia uma das amigas que eu curtia naquela época, que tá uma gostosa, e ela tava indo sozinha, e supostamente queria me ver.

Pra não enrolar muito com detalhes, vamos começar já quando tudo rola na balada. Éramos 4 caras e 6 minas, entre elas minha irmã, 2 delas que iam com os outros 3 caras. E a Marcela, que é o nome da mina que eu tô afim, tava sozinha e, claro, foi do jeito que eu gosto: com um vestido bem curto que deixava ver as pernas deliciosas dela. E desde que eu a vi, não tirava os olhos de cima dela, situação que alarmou a Angie e eu percebi, pois ela mesma confirmou o quanto a Marcela tava linda.

Pois bem, a Angie e eu estávamos sentados do lado, até que depois de uns minutos ela me puxa pelo braço pra pista e me convida pra dançar. Ela fala no meu ouvido dizendo pra gente dançar pra quebrar o gelo do grupo, aí todo mundo vai se animar e eu começo a me aproximar da Marcela.

Então a conversa que a gente teve enquanto dançava, começando a noite, foi assim:

Angie: E aí, bebê, tá muito babão na Marcela, hein? Ela chegou muito linda, aproveita agora que eu te solto e você já tá animado pra chegar nela e chamar pra dançar. Quem sabe hoje à noite você não consegue coroar ela, hahaha.

Eu: Hahaha, pois é, ela tá uma gatinha, mas você também não fica atrás, tá muito gostosa. E calma, qual é a pressa pra eu chegar nela? Com certeza você quer que algum dos caras dessa balada... Te chamei pra dançar.

Angie: kkkkk, obrigada por me chamar de linda, que bom que você gostou de como estou, e de jeito nenhum, eu só estava dizendo, pensando que você queria ficar com a Marcela, e além disso dançando com você os chulos não se aproximam e posso ficar tranquila, você sabe que eu vim sozinha e bem, que melhor par de dança do que você, mas não serei egoísta, você escolherá com quem quer dançar, só não se esqueça de mim.

Eu: De jeito nenhum, gata, você sabe que faz tempo que não dançamos e além disso eu adoro como você dança, já as vezes que dancei com a Marcela, nós nos embolamos, então te procuro à noite pra gente dançar como deuses kkkkk.

E assim foi, posso contar pra vocês que minha irmã estava com um legging branco daqueles que eu adoro, e que já tinha notado vendo ela de costas como aquele fio dental marcava um pouco, que quando ela se sentava saía um pouco, ufff só com isso já começava a me deixar nervoso, além de um top justo e curto que deixava ver a cintura e aquele abdômen definido que ela tinha dos exercícios e claro, marcava seus seios lindos e grandes. E mais tarde, me aproximei da Marcela, dançamos algumas vezes, conversamos, mas realmente minha atenção estava na minha irmã Angie, em como ela estava linda e que cada vez que dançávamos nos entendíamos mais, bebíamos como loucos os dois, e fazíamos show na pista com danças de todos os ritmos, num momento que tocava reggaeton, nós nos colávamos e estando de frente ela descia o corpo dançando até parar com o rosto na frente do meu volume, que já estava o tempo todo ereto, e de fato eu usava uma calça de drill que o deixava mais evidente, quando ela descia eu olhava nos seus olhos ao levantar o olhar, ela me dizia com uma expressão de que já tinha notado que eu estava excitado e então se afastava um pouco como me dizendo com gestos pra me acalmar, kkkk e assim a gente ria, depois nos colávamos de novo e ela me dava as costas e eu a abraçava forte envolvendo seu peito com meus braços e colocando meu volume na sua linda bum, que não parava de mexer a bunda de propósito para me deixar excitado, aí ela virava e, percebendo a situação, se afastava de mim rindo e em 2 segundos e 2 passos voltava pra mim.

Então tivemos essa conversa:

Angie: uuuuih, bebê, que tesão hein, te sinto todo elétrico, hahahaha
Eu: hahaha, gata, é que o calor, a música e seus movimentos deixam qualquer um assim, desculpa! além do mais, você tá divina com essa calça justinha, dá pra ver que malha, e você tá cheirosa, meu amor!!!

Angie: obrigada, bebê, mas me preocupa a Marcela, não deixa ela sozinha, ela vai querer dançar com você e que você se aproxime, mas a verdade é que acho que ela não dança como eu, hahahah
Eu: hahaha, você mesma disse, gata, como hoje não tem química com ela, e se você não se importa, prefiro ficar com você, além do mais ela não cheira tão bem quanto você.

Angie: tá bom, bebê, pra mim melhor ainda, mas meu amor, por que não me acompanha ao banheiro? minha bexiga tá quase explodindo de tanto drink hahaha
Eu: claro, gata, vamos.

Então nos dirigimos aos banheiros, que ficavam na parte de baixo, já que estávamos na varanda, e enquanto íamos eu notava todos os olhares na minha irmãzinha, e claro, senti raiva, ciúmes, mas também muito orgulho de estar ao lado de uma mulherão desses.

Foi então que, esperando ela sair, uma garota, mais madura, se aproximou e me perguntou: ei, você me parece conhecido, é amigo da Cláudia, certo? ao que respondi surpreso: Não, nada a ver, acho que tá me confundindo.

Essa garota, meio madura, não era nada mal, tinha um corpão e estava vestida com uma minissaia curta e um decote que deixava seus peitos operados à mostra, era loira, branca e dava pra ver que era de boa classe.

Então continuamos conversando enquanto minha irmã estava no banheiro, mas ela insistia e afirmava, me perguntou meu nome e disse o dela, se chamava Maria.

Maria: e quem você tá esperando? sua namorada?
Eu: Não, uma amiga.

E foi nesse momento que a Angie chegou, e nós... Olhei, fazendo um gesto sutil para mostrar que não a conhecia e que ela era uma estranha esquisita. Ela então percebeu e reagiu, se jogando para me abraçar, algo que achei estranho mas divertido. Então Maria, a estranha, disse: "Ah, que mentiroso você é, é sua namorada, hein? Mas tudo bem, que pena se te incomodei, você realmente me pareceu com um amigo."

Foi aí que tive a ideia de apresentar Angie como minha namorada, e disse: "Ei, olha, ela é a Angie, minha namorada. E que pena pela mentira, mas mesmo assim a gente não se conhece."

E a Angie, com muita gentileza, apertou a mão dela e se apresentou. Então expliquei para ela que Maria tinha me confundido com um amigo. Nossos olhares, que era a forma como nos entendíamos, sabiam que ela tinha outras intenções, talvez de me conhecer. Mas foi quando, avançando a conversa de pé perto dos banheiros, numa parte da boate onde não tinha tanto barulho, que Angie deu as costas para mim, bem coladinha, e fez com que eu a abraçasse pela cintura. Eu respondi, dei uns beijos no pescoço e na orelha dela, acariciei seu cabelo. Ela, no início estranhando, virou o olhar para os meus olhos, mas entendeu que era um jogo. E eu sabia que ela gostava dessas situações de confusão divertida que podíamos fazer com os outros, fingindo ser namorados.

Foi então que Maria nos convidou para ir à mesa dela e nos contou que tinha vindo com uma amiga. Nós nos olhamos e dissemos: "Vamos seguir a mentira por um tempo, hahaha."

Então Angie tomou a frente e disse: "Tá bom, a gente fica um pouco porque temos uns amigos lá em cima na varanda com quem viemos." E terminando isso, ela se virou e me disse: "O que você acha, baby?" e me deu um beijo na boca de forma bem sutil, mas segura do que estava fazendo. Eu respondi: "Tá bom, neném, vamos ficar um pouco." E a abracei pela cintura, trazendo sua boca para a minha com mais força. Ela estranhou um pouco, mas respondeu abrindo um pouco a boca e fazendo o beijo durar um pouco mais.

Já... Na mesa delas, conhecemos a amiga da Maria, era uma garota bonita, também meio madura, um pouco mais baixa que todos nós mas de corpo bom, meio gostosinha, mas dava pra ver que era operada na cintura, nos braços, nas pernas, nas tetas e algo no rosto, e isso a deixava muito sexy.

Então entre drinks e com a noite passando, começamos a descobrir as verdadeiras intenções da garota, e era que elas queriam algo comigo, e claro minha irmã não era boba, ela sabia e não ficou chateada, me abraçava, me dava beijos na bochecha, em vários momentos me dava beijinhos na boca, em um momento ela virou meu rosto com a mãozinha dela na direção do dela, me olhou com paixão e ternura, se aproximou devagar com a boca entreaberta e eu consegui ver antes que chegasse na minha boca, como ela botou a língua pra fora pra me convidar a beijá-la com paixão, e assim foi na frente delas, demos um beijo muito apaixonado, senti o quão quente estava a boca dela e como ela mexia a língua de um jeito gostoso, explorando a minha e toda a minha boca por dentro, e a mão dela que meteu por baixo da minha camisa e acariciou meu abdômen, chegando até meu peito, e quando ela tirou terminando o beijo, passou sutilmente pelo meu volume pra se certificar que eu tinha ficado excitado. então nos dissemos isso:

Angie: Que gostoso, bebê, você beija muito bem, gostou?
Eu: Sim, que delícia, gata, claro que gostei, você tem uma boca espetacular, e você sabe que eu gostei hein, já me sentiu hahaha

Angie: Sim, eu percebi, mas tudo bem, calma, relaxa, você não devia ficar assim comigo, lembra que estamos brincando, e elas estão acreditando na história toda, haha, mas me preocupam nossos amigos, já tá na hora de dizer pra eles que vamos embora.
Eu: Sim, gata, já tá na hora de dizer pra eles que vamos embora.

Mas foi aí que elas nos fizeram essa proposta: olha, vocês formam um casal lindo, e caíram muito bem pra gente porque dá pra ver que são um casal liberal e divertido, o que nós queremos é ter uma aventura com vocês, bom e a... A verdade é que eu, disse Maria, vi que você é um garoto muito bonito, te vi sozinho, e então queria saber se talvez você tem vontade de ter uma aventura com a gente. A verdade é que estamos com vergonha com você, Angie, porque se eu soubesse que ele tinha namorada, não teria chegado nele, mas tudo bem, já aconteceu. Conhecemos vocês dois e adoraríamos saber se querem ir com a gente para o apartamento, continuar tomando uns drinks e, se Andrés quiser e você permitir, Angie, com sua participação, claro, transar comigo e minha amiga. Com certeza a gente se divertiria e criaria entre todos um clima gostoso de tesão, prazer, boa música, tranquilo e alguns drinks. O que acham?

Aí Angie e eu nos olhamos e apertando a mão um do outro, dizíamos que não!!!

Então eu disse para elas: Deixem a gente um momento para conversarmos a sós e a gente dá a resposta.

E Maria disse: Tudo bem, tomem seu tempo. Se quiserem, vão com seus amigos, conversem, continuem bebendo e depois nos dizem. Nós ficaremos aqui e, se por acaso hoje não decidirem, fica para depois. Te passo meu WhatsApp para você me escrever.

Eu: Beleza, Maria, obrigado por reparar na gente e pela proposta. Nós vamos pensar bem e, se decidirmos, descemos e procuramos vocês. Então voltamos para a varanda com nossos amigos, entre risadas e cochichos.

Então, como se nada tivesse acontecido, chegamos e explicamos para nossos amigos que Angie tinha me acompanhado um tempinho com uns amigos que encontramos lá embaixo.

E a noite toda ficamos falando das garotas, do que aconteceu, imaginando como seria a cena se aceitássemos, e ríamos com olhares cúmplices. Já não ligávamos para nossos amigos, só dançávamos os dois e ficávamos juntos, mesmo que para disfarçar dançássemos com os outros caras. E em uma dessas conversas foi assim:

Angie: Amor, e de verdade você ficou com tesão com esses beijos que a gente trocou, ou da situação de ficar com as duas garotas? Admito que elas são muito gostosas...

Eu: Claro, gata, você sabe que sim, eu gosto dessas aventuras e elas me excitam, e elas são bonitas, mas você é mais linda que elas e seus beijos são irresistíveis, como eu não ia ficar excitado? desculpa, mas mesmo você sendo minha irmã, toda a situação e sua culpa me deixaram assim hahaha, além disso eu disse:
eu sei que você também é de aventura e gosta dessas situações malucas, e com certeza você também estava excitada ou vai dizer que não molhou seu fio dental hahaha?

Angie: hahaha, que bobo, claro que não, mas não nego que adorei deixar todos assim, excitados.
e imagina como seria?
Eu: hmmm sim, imagino sim, gata, mas te conto depois, porque aqui a gente quase não ouviu nada.

E foi assim que passou o tempo na balada, tomamos mais um litro de aguardente antioqueño, continuamos na mesma, dançando de forma louca, nos tocando disfarçadamente, ela já tinha o hábito de encostar a bunda em mim, descer e me olhar nos olhos e passar minha mão por baixo da minha camisa até o peito, já sabia como isso me deixava e quando tirava a mão, passava sutilmente pelo meu volume para senti-lo e depois rir.

Foi então que, já a caminho de casa, um amigo que tinha carro e não tinha bebido nada nos levou, e nós íamos atrás quase dormindo, muito bêbados, mas pelo menos eu me aguentava, a Angie já não, ela ficava enjoada, dormia e acordava falando bobagem, e entre essas coisas de bêbada, deitada nas minhas pernas, começou a pegar no meu volume que, claro, já estava duro, e fazia isso com força e ria, e eu preocupado que percebessem, e assim ela brincava de apertar forte, e nosso amigo que dirigia e a namorada dele, que ia no banco do carona, riam porque a Angie se gargalhava sem sentido, embora eles não soubessem realmente por que ela ria, e era que ela adorava a forma como eu pulava e tentava disfarçar quando ela apertava meu volume, hahaha, minha irmãzinha é má.
Teve um momento em que ela já não apertava para me fazer pular, mas sim me acariciava suavemente, como apalpando meu pau duro, como decifrando toda sua forma e a direção em que estava, e eu fiquei ali paralisado. Naquele momento, embora me sentisse um pouco tonto por causa dos drinks, estava muito consciente das ações da garota.

Pois bem, já em casa, e com muito cuidado, entramos. Ela com um braço sobre meus ombros, quase caindo, e eu tentando fazer o menor barulho possível para fechar a porta. Uma vez dentro, a deixei no sofá da sala. Ela se deitou e eu fui buscar água para nós dois. Quando voltei, ela já estava profundamente adormecida e, quase obrigando-a, dei-lhe a água, e ela caiu no sono de novo no sofá.

Então não tive outra opção senão carregá-la nos braços até seu quarto. Ela dormia, embora murmurasse coisas como: "Ai, baby, que gostoso a gente se divertiu, né... baby, você vai chamar elas?", me perguntava... "Baby, não vai sem mim, baby, te amo!!!"

Então a deitei em sua cama e a cobri com seu cobertor. Fiquei um tempo contemplando-a, quando ela me diz: "Baby, não vai embora!!! Me ajuda a colocar o pijama. Pode ser?"

"Tá bom, gata!" Então comecei tirando o cobertor. Já tinha tirado suas sandálias e acho que foi aí que ela pensou que eu ia colocar o pijama nela. Mas então continuei com sua calça legging, que sempre era justa e pensei que ia ser difícil deslizá-la até seus pés. Então, em um movimento rápido, ela virou de bruços e me deu suas costas inteiras e a vista de sua bunda linda, que ela levantou enquanto eu deslizava a legging por suas pernas. E claro, deixava ver aquela calcinha fio dental que via como entrava naquele bumbum lindo, uma fio dental branca que eu tinha que ter cuidado para não puxar junto com a legging e ir ajustando aos poucos de novo em seu quadril.

Era impressionante a vista, estar perto de suas pernas, e tocá-las bem depiladas e bronzeadas. Já fazia um tempo que meu pau estava no limite, tinha uma ereção enorme, e então estava suando muito, algo que me fez, estando ali sobre ela, tirar a camisa, meus sapatos e meias e desabotoar a calça. E isso me fazia sentir como um estuprador, me fez pensar que... talvez estivesse errado o que eu estava fazendo, mas a gatinha, com seus movimentos meio dormida, me dava permissão para tirar sua roupa, e me ajudava levantando a bunda e movendo as pernas. Foi depois que continuei com a camisa dela, talvez a parte mais difícil, então a levantei para tentar tirar, mas era impossível, foi quando ela se virou de frente para mim, levantou os braços mas continuou com os olhos fechados, e então pude subir a camisa dela e começar a descobrir seus lindos peitos debaixo de um sutiã branco também, ufffff como me deixou excitado ter que roçar minhas mãos naqueles peitos. Pois bem, já estava só de calcinha, então fiquei a contemplando um pouco enquanto procurava seu pijama, que estava jogado ao pé da cama, então sem muita pressa, coloquei o shorts nela, dessa vez sendo um pouco mais ousado, tocando suas pernas, ajustando mas passando minhas mãos entre suas coxas e percebi que ela sentia, que estava consciente dos meus movimentos, e que gostava do jeito que minhas mãos já quentes a tocavam, e como sentia meu volume roçar seu corpo, então quando fui colocar a camisa do pijama, me sentei atrás dela e a sentei como pude, ela levantou os braços e pensei que era para eu colocar a camisa, mas ela levou as mãos ao fecho do sutiã e pude ver como o tirou com tanta facilidade mesmo estando bêbada, então levantou os braços e já me convidava a passar a camisa por eles e foi assim, mas ao abaixá-los rápido como se tivesse desabado, minhas mãos ficaram em cima dos peitos dela e tive que tirá-las devagar, algo que eu achava que ela queria que acontecesse e foi assim que fiz bem devagar. Então me pareceu que podia beijar seu pescoço e alcançar sua bochecha porque ela apoiou a cabeça no meu ombro, e foi assim que comecei a beijá-la e a acariciar sua cintura, ela estava totalmente desabada e depois de um tempo de beijos e carícias, às quais ela respondia com um suave movimento de se contorcer, eu disse: boa noite, gatinha!!! descanse!!! Mesmo estando com muito tesão, pensei em deixar pra lá e ficar com ela como um príncipe, não como um aproveitador.

Então, quando já me mexi e deixei ela bem acomodada, ela disse: "Bebe, fica comigo, vem deitar do meu lado, me faz carinho até eu dormir!!!" E eu respondi: "Tá bom, nena, depois eu vou pra minha cama, vale?"

E foi assim que me animei a tirar a calça e ficar só de cueca. Então entrei na cama e me cobri junto com ela. Ela encostou a cabeça no meu peito e colocou a mão no meu abdômen, sobre meu umbigo, e assim a gente dormiu. Eu estava com muito tesão, mas também sentia cansaço e tontura, estava com muito sono. Mais tarde, perto da madrugada, abri os olhos e percebi que estávamos destapados e longe um do outro. Então fui ao banheiro mijar e decidi deixar ela na cama dela e passar pra minha. Mas tirei a cueca e deitei totalmente pelado, porque estava com muito calor.

Assim passaram as horas, até que senti meu pau quase estourando. E ao abrir os olhos, uuufff, que surpresa enorme: a gata estava com a boca no meu pau, chupando de leve, como se ainda estivesse dormindo, porque não abria os olhos. Só tinha o rosto perto do meu pau e o adorava, mas de olhos fechados, e passava a boca e a língua devagar, como se estivesse saboreando. Ela já estava deitada de lado, na transversal em relação a mim, apoiada no braço que tinha entre minhas pernas, e assim a cabeça dela ficava sobre meu quadril. Com a outra mão, ela manuseava meu pau, que já estava bem duro naquela hora. Então, vendo isso, fingi que estava dormindo, pensando em não atrapalhar. E assim ela continuou, passando a língua desde minhas bolas até meu pau, saboreando e passando todos os dedos ao longo do meu pauzão.

Aí pensei em mexer minhas mãos, mas tentando fazer ela achar que eram movimentos involuntários de prazer, pra poder dizer o que eu queria. Então fiz isso: levei minhas mãos até meu pau, peguei nele, me masturbando de leve, mas desajeitadamente, e... Ela afastou a cabeça, e eu pensei que ela ia se retirar, mas então ela aproximou a boca lentamente e começou a levá-lo à boca com delicadeza — e era exatamente isso que eu queria. Então tirei minha mão e deixei que ela enfiasse fundo na boca dela. Em seguida, ela começou com mais força a cerrar os lábios e a mover a língua, e eu me contorcia com discrição para que ela percebesse que eu estava adorando, mas que continuava dormindo. E cada vez me contorcia um pouco mais, deixando claro que já estava quase gozando. Mesmo assim, ela continuou com meu pau na boca, chupando com mais intensidade. Então aconteceu o que ela queria: eu explodi e não consegui segurar um pequeno gemido e uma contração mais forte que me deu um prazer enorme. Aos poucos fui me acalmando depois de saber que toda minha porra estava na boca dela. Senti que ela já não estava chupando, mas sim passando a língua e lambendo. Dava pra ouvir a boca dela saboreando meu gozo. E ao tirar meu pau, ela continuou lambendo, como querendo me limpar — até meus testículos ela lambeu. Senti que deixou tudo limpinho. Depois ela se levantou, mas sem muito cuidado, meio desajeitada, ainda bêbada, porque senti ela tropeçar na minha escrivaninha. E talvez tenha sido assim que ela se acomodou em cima de mim, aproveitando o meu sono profundo — mas claro, o prazer foi tanto que me despertou.

Então continuei fingindo que dormia até sentir a gatinha voltando pra mim. De forma suave, ela me deu um beijo na boca, que eu mantinha entreaberta simulando estar num sono profundo, e sussurrou: "Te amo, bebê!!!". Aí já senti que ela foi para o quarto dela.

É assim que termina, por enquanto, aquela noite de festa, bebida e aventura — e, claro, nossa diversão, que já tínhamos combinado: era atuar e fingir, e não só com os outros, mas entre nós mesmos. O jogo já estava sobre a mesa.

Então, poringueiros e poringueiras safados do mundo, espero que tenham gostado tanto quanto eu quando vivi aquela noite com minha linda irmã. Espero comentem o que sentiram, o que curtiram, e aguardem o que aconteceu depois com... as gatas que conhecemos com a minha irmãzinha na balada

5 comentários - mi hermana y yo haciendo webcam 3a. parte

excelente!! muy caliente el relato como los anteriores! van puntos
Muy bueno, tienes fotos de tu hermana?
terriblee!!!! contaa mas!!!!! estoy a punto de explotar!!!