Bom, primeiro de tudo, me apresentar. Sou o Martín, novo nisso aqui, e tudo que eu contar nesse e em outros posts são relatos verdadeiros, só os nomes que são falsos. Sou moreno, 1,78m, não tenho o corpo definido, mas me mantenho bem fazendo esporte.
Isso aconteceu quando fui com um amigo (Javier) fazer a mudança de endereço no cartório civil de La Plata. Sem dar muitos detalhes, a gente entrou e era impossível não reparar nela... Uma loira que arrebentava o chão! Vamos chamar ela de Romina. Ela, como já disse, é loira, cabelo ondulado, pele branca, uns 1,70m e um corpo do caralho, peitos bem colocados, cintura bem marcada e uma bunda perfeita. Naquele dia, ela tava usando um vestido que só dava pra ver as pernas lindas dela.
Acho que a gente viu ela ao mesmo tempo, e ela também nos viu. A gente sentou umas fileiras atrás dela, que tava em pé com uma menina de uns 4 anos e uma senhora. Não deu pra evitar comentar o quanto ela era gostosa, e os olhares começaram a ficar mais frequentes. Eu queria acreditar que os olhares eram pra mim, mas na minha cabeça eu pensava: "Essa caminhão não tá me olhando nem de longe." Num momento, meu amigo decide ir ao banheiro, e a gente cruza outro olhar, que foi eterno. Senti o coração bater mais forte, e nisso ela sorri bem cúmplice e volta a olhar pra frente. Na hora, fiquei paralisado. Sempre fui sem vergonha, nunca hesitei em chegar numa gatinha, mas o lugar não ajudava nada.
Finalmente, meu amigo chegou e a gente começou a falar besteira até que chegou minha vez. Terminei toda a papelada e decidi ir embora pra continuar outros trâmites. Me despedi do Javier e fui. Umas 3 horas depois, caiu uma mensagem dele.
Javier: "Que dia de merda, véia!"
Eu: "O que aconteceu?"
Javier: "Tudo errado. Você foi embora e daí a pouco o sistema caiu. Fiquei esperando umas horas a mais."
Eu: "Não!! Ainda bem que saí na hora, haha."
Javier: "Sim, pô! Lembra da loira que era uma gostosa? Ela chegou em mim."
Naquela hora, pensei: "Ainda bem que não fiz nada, os olhares não eram pra mim."
Eu: "Sério? E ainda me diz que foi um dia de merda? Um dia pra esquecer, filho da puta!
Javier: Pois é, mas ela pediu teu número, óbvio que não pensei duas vezes e passei.
Na real, não acreditei em nada do que ela disse. O dia seguiu normal e nada no celular, acabei me convencendo de que era mentira.
No outro dia, lá pelas 9 da noite, o celular toca: um número que eu não tinha, com um simples "Oi".
Respondi: "Oi, quem é?"
"Martim, né? A gente se viu outro dia no cartório, certeza que nem lembra."
Impossível esquecer como ela era gostosa, pensei comigo 😛
Mensagem vai, mensagem vem, assim até meia-noite, mas ela não respondia muita coisa, tipo o nome dela, e disse que não era de São Paulo, mas também não falou de onde, só que tava de férias e em dois dias ia embora. Muito misteriosa, o que não me convencia muito. A conversa, de vez em quando, eu queria esquentar um pouco, mas ela sempre mudava de assunto. Tentei marcar de nos ver e ela enrolando de novo até eu me cansar.
Eu: "Não quero ser grosso, mas não faz muito sentido ficar conversando. Não curto enrolação, você não responde nada, e ainda vai embora em dois dias pra sei lá onde e nunca mais te vejo."
Romina: "É verdade, tenho certeza que não nos vemos mais."
Eu: "Ok, beijos."
Pronto, esse foi o fim, falei: vou ficar com vontade de provar aquele par de peitos!
Umas meia hora depois, recebo outra mensagem dela:
Romina: "Também não gosto de enrolação. Te espero amanhã às 23h" e mandou o endereço dela, a gente tava a uns 10 minutos de distância.
Eu: "Haha, tem certeza? Não parece..."
Romina: "Te espero amanhã e tira tuas conclusões. Tchau."
Essa mensagem me fez pirar a cabeça, bom, as cabeças haha.
No outro dia, a hora tava chegando e eu não queria ir à toa, então vi que ela tava online no WhatsApp e mandei:
Eu: "Ainda tá de pé ou já se arrependeu?"
Romina: "De jeito nenhum, quem não vai se arrepender é você hehe, tô indo tomar banho, sai daqui a meia hora pra gente ter mais tempo pra se divertir."
Essa mensagem me deixou a mil!
Finalmente chego no lugar O encontro foi numa esquina. Tô escrevendo e ela me diz que já tava saindo. Nessa altura, eu já sabia como era meu carro. De repente, vejo ela saindo de uma casa. Quase morri, era uma gostosa do caralho. Tava com uma regata branca e uma legging preta. Aquela bunda era um sonho. Ela entra no carro e eu pensei: "agora não escapa". Cumprimento ela e falo: "Achei que não ia te ver mais". Ela responde com um sorriso: "Mas tô aqui e você vai ver que não gosto de enrolação". Foram as palavras certas pra eu me jogar nela e começar a beijá-la. Ela segurou minha cara e passou a língua nos meus lábios. Tinha um piercing na língua, o que me deixa louco!! Já não aguentava mais e perguntei se tinha um hotel por perto ou se a gente ia pra minha casa.
Romina: "Se a gente for pra um hotel, vai ter pouco tempo. Já na sua casa, dá pra aproveitar melhor." Sem hesitar, arranquei pra minha casa.
A ida foi bem tranquila, conversando de boa. Ela me contou que em duas semanas ia casar e que comprou o chip só pra gente se falar naquele dia. Desmontou o celular e jogou o chip pela janela.
Romina: "Vamos deixar claro: depois de hoje, você não vai saber mais nada de mim. Então a gente se satisfaz e cada um segue seu caminho, ok?"
Só concordei com a cabeça.
Entramos e nos pegamos com tudo! Minhas mãos foram direto pra bunda, era perfeita. Nisso, ela leva a mão pro meu pau, que já tava explodindo. "Epa! Já tá do jeito que eu gosto." Levei ela pro quarto. Ela me senta na cama e sobe em cima de mim, rebolando a cintura em círculos, era demais. Tiro a regata e vejo um sutiã vermelho. Ela tira minha camisa e se levanta de novo. Vira de costas e começo a descer a legging. Não acreditava que tava com aquela raba na minha frente. Ela se abaixa pra tirar os sapatos. Passo os dedos na buceta dela e já tava toda molhada. Beijei aquela bunda de lado a lado até passar a língua no cuzinho. Ela começou a gemer. Até que ela se virou e disse: "Agora é minha vez." Ela pegou meu pau e começou a passar a língua das bolas até a cabeça, rodeando ele. língua e brincava com o piercing, me olhando nos olhos com uma cara de puta do caralho, sem mais delongas começou a meter tudo, subia e descia cada vez mais rápido, soltou de repente e com um sorriso tirou o sutiã enquanto me dizia "que yummy cock você tem!!", tirou o sutiã e aqueles peitos eram perfeitos e bem empinados, voltou a chupar minha cock, apertava com os peitos e passava a língua na cabeça, mas eu ainda não queria gozar, joguei ela na cama e tirei a calcinha fio dental que estava toda molhada, não hesitei em mergulhar nessa buceta, subia e descia a língua de cima pra baixo até a tiny ass, chupei o clitóris dela e comecei a me ajudar com dois dedos, devagar e aos poucos, cada vez mais rápido, sentia ela cada vez mais ofegante "para por favor porque vou te encharcar", mais me excitou e acelerei os movimentos até ela começar a se contorcer e gozar pra caralho, me levantei e meti minha cock de uma vez, entrou como se nada, estava toda molhada "filho da puta, quer me fazer gozar de novo né? olha que não é difícil pra mim!" depois de dizer isso comecei a meter com tudo enquanto chupava os dois peitos que balançavam no ritmo das estocadas, não demorou muito e ela gozou de novo, me apertou contra o corpo dela e disse "não pensei que você ia me excitar assim, já gozei duas vezes e você nada".
Ela me deitou e, de costas pra mim, pegou minha cock e foi enfiando devagar até ter tudo dentro, com uma mão se apoiava na cama e com a outra afastava a booty e passava um dedo na minha cock como se estivesse juntando os sucos dela e levando até o cu, me excitou pra caralho e começou a subir e descer "me avisa quando for gozar porque eu te mato", não aguentei muito, ela sabia se mexer muito bem, quando percebeu que eu ia gozar, se levantou e enfiou a cock na boca de uma vez e começou a chupar e bater uma pra mim, gozei de um jeito do caralho, não deu tempo de segurar tudo na boca e uma parte escorreu, ela engoliu tudo que ficou na boca e me limpou a cock, não deixou uma gota.
Tomamos banho, descansamos mais um pouco, ela Estava de bruços e, enquanto conversávamos, me olhava e mexia a rabetinha de um lado pro outro.
Eu: "sabe que não quero que você vá embora sem te pegar de quatro" — na real, o que eu queria mesmo era meter naquela rabeta.
Romina: "tipo assim?"
Ela virou e subiu em cima de mim, fazendo um 69, e senti o calor da boca dela em volta do meu pau, que não demorou pra endurecer de novo.
Do jeito que dava, eu passava a língua na buceta dela e no cuzinho, o que ela adorava, porque se grudava no meu corpo e apertava meu pau.
Romina: "não passa a língua aí se vai me deixar na vontade" — disse ofegante.
Levantei ela, ficou de quatro e comecei a meter tudo de uma vez. Custou pra entrar, mas aquela rabeta já tinha experiência. Ela pediu pra eu ficar parado e começou a rebolar sozinha. A sensação era foda enquanto ela enfiava um dedo e se tocava na buceta, eu sentia ela dilatando aos poucos. "Agora sim, me come do jeito que quiser, bebê." Meti por um bom tempo, forte e rápido. "Como eu amo quando me comem a raba, continua, não para." Os dois já muito ofegantes, eu não aguentava mais, até que gozamos praticamente juntos. Ficamos deitados.
Romina: "te falei que não ia se arrepender" — rimos e dormimos. No dia seguinte, levei ela e nunca mais soube dela.
Isso aconteceu quando fui com um amigo (Javier) fazer a mudança de endereço no cartório civil de La Plata. Sem dar muitos detalhes, a gente entrou e era impossível não reparar nela... Uma loira que arrebentava o chão! Vamos chamar ela de Romina. Ela, como já disse, é loira, cabelo ondulado, pele branca, uns 1,70m e um corpo do caralho, peitos bem colocados, cintura bem marcada e uma bunda perfeita. Naquele dia, ela tava usando um vestido que só dava pra ver as pernas lindas dela.
Acho que a gente viu ela ao mesmo tempo, e ela também nos viu. A gente sentou umas fileiras atrás dela, que tava em pé com uma menina de uns 4 anos e uma senhora. Não deu pra evitar comentar o quanto ela era gostosa, e os olhares começaram a ficar mais frequentes. Eu queria acreditar que os olhares eram pra mim, mas na minha cabeça eu pensava: "Essa caminhão não tá me olhando nem de longe." Num momento, meu amigo decide ir ao banheiro, e a gente cruza outro olhar, que foi eterno. Senti o coração bater mais forte, e nisso ela sorri bem cúmplice e volta a olhar pra frente. Na hora, fiquei paralisado. Sempre fui sem vergonha, nunca hesitei em chegar numa gatinha, mas o lugar não ajudava nada.
Finalmente, meu amigo chegou e a gente começou a falar besteira até que chegou minha vez. Terminei toda a papelada e decidi ir embora pra continuar outros trâmites. Me despedi do Javier e fui. Umas 3 horas depois, caiu uma mensagem dele.
Javier: "Que dia de merda, véia!"
Eu: "O que aconteceu?"
Javier: "Tudo errado. Você foi embora e daí a pouco o sistema caiu. Fiquei esperando umas horas a mais."
Eu: "Não!! Ainda bem que saí na hora, haha."
Javier: "Sim, pô! Lembra da loira que era uma gostosa? Ela chegou em mim."
Naquela hora, pensei: "Ainda bem que não fiz nada, os olhares não eram pra mim."
Eu: "Sério? E ainda me diz que foi um dia de merda? Um dia pra esquecer, filho da puta!
Javier: Pois é, mas ela pediu teu número, óbvio que não pensei duas vezes e passei.
Na real, não acreditei em nada do que ela disse. O dia seguiu normal e nada no celular, acabei me convencendo de que era mentira.
No outro dia, lá pelas 9 da noite, o celular toca: um número que eu não tinha, com um simples "Oi".
Respondi: "Oi, quem é?"
"Martim, né? A gente se viu outro dia no cartório, certeza que nem lembra."
Impossível esquecer como ela era gostosa, pensei comigo 😛
Mensagem vai, mensagem vem, assim até meia-noite, mas ela não respondia muita coisa, tipo o nome dela, e disse que não era de São Paulo, mas também não falou de onde, só que tava de férias e em dois dias ia embora. Muito misteriosa, o que não me convencia muito. A conversa, de vez em quando, eu queria esquentar um pouco, mas ela sempre mudava de assunto. Tentei marcar de nos ver e ela enrolando de novo até eu me cansar.
Eu: "Não quero ser grosso, mas não faz muito sentido ficar conversando. Não curto enrolação, você não responde nada, e ainda vai embora em dois dias pra sei lá onde e nunca mais te vejo."
Romina: "É verdade, tenho certeza que não nos vemos mais."
Eu: "Ok, beijos."
Pronto, esse foi o fim, falei: vou ficar com vontade de provar aquele par de peitos!
Umas meia hora depois, recebo outra mensagem dela:
Romina: "Também não gosto de enrolação. Te espero amanhã às 23h" e mandou o endereço dela, a gente tava a uns 10 minutos de distância.
Eu: "Haha, tem certeza? Não parece..."
Romina: "Te espero amanhã e tira tuas conclusões. Tchau."
Essa mensagem me fez pirar a cabeça, bom, as cabeças haha.
No outro dia, a hora tava chegando e eu não queria ir à toa, então vi que ela tava online no WhatsApp e mandei:
Eu: "Ainda tá de pé ou já se arrependeu?"
Romina: "De jeito nenhum, quem não vai se arrepender é você hehe, tô indo tomar banho, sai daqui a meia hora pra gente ter mais tempo pra se divertir."
Essa mensagem me deixou a mil!
Finalmente chego no lugar O encontro foi numa esquina. Tô escrevendo e ela me diz que já tava saindo. Nessa altura, eu já sabia como era meu carro. De repente, vejo ela saindo de uma casa. Quase morri, era uma gostosa do caralho. Tava com uma regata branca e uma legging preta. Aquela bunda era um sonho. Ela entra no carro e eu pensei: "agora não escapa". Cumprimento ela e falo: "Achei que não ia te ver mais". Ela responde com um sorriso: "Mas tô aqui e você vai ver que não gosto de enrolação". Foram as palavras certas pra eu me jogar nela e começar a beijá-la. Ela segurou minha cara e passou a língua nos meus lábios. Tinha um piercing na língua, o que me deixa louco!! Já não aguentava mais e perguntei se tinha um hotel por perto ou se a gente ia pra minha casa.
Romina: "Se a gente for pra um hotel, vai ter pouco tempo. Já na sua casa, dá pra aproveitar melhor." Sem hesitar, arranquei pra minha casa.
A ida foi bem tranquila, conversando de boa. Ela me contou que em duas semanas ia casar e que comprou o chip só pra gente se falar naquele dia. Desmontou o celular e jogou o chip pela janela.
Romina: "Vamos deixar claro: depois de hoje, você não vai saber mais nada de mim. Então a gente se satisfaz e cada um segue seu caminho, ok?"
Só concordei com a cabeça.
Entramos e nos pegamos com tudo! Minhas mãos foram direto pra bunda, era perfeita. Nisso, ela leva a mão pro meu pau, que já tava explodindo. "Epa! Já tá do jeito que eu gosto." Levei ela pro quarto. Ela me senta na cama e sobe em cima de mim, rebolando a cintura em círculos, era demais. Tiro a regata e vejo um sutiã vermelho. Ela tira minha camisa e se levanta de novo. Vira de costas e começo a descer a legging. Não acreditava que tava com aquela raba na minha frente. Ela se abaixa pra tirar os sapatos. Passo os dedos na buceta dela e já tava toda molhada. Beijei aquela bunda de lado a lado até passar a língua no cuzinho. Ela começou a gemer. Até que ela se virou e disse: "Agora é minha vez." Ela pegou meu pau e começou a passar a língua das bolas até a cabeça, rodeando ele. língua e brincava com o piercing, me olhando nos olhos com uma cara de puta do caralho, sem mais delongas começou a meter tudo, subia e descia cada vez mais rápido, soltou de repente e com um sorriso tirou o sutiã enquanto me dizia "que yummy cock você tem!!", tirou o sutiã e aqueles peitos eram perfeitos e bem empinados, voltou a chupar minha cock, apertava com os peitos e passava a língua na cabeça, mas eu ainda não queria gozar, joguei ela na cama e tirei a calcinha fio dental que estava toda molhada, não hesitei em mergulhar nessa buceta, subia e descia a língua de cima pra baixo até a tiny ass, chupei o clitóris dela e comecei a me ajudar com dois dedos, devagar e aos poucos, cada vez mais rápido, sentia ela cada vez mais ofegante "para por favor porque vou te encharcar", mais me excitou e acelerei os movimentos até ela começar a se contorcer e gozar pra caralho, me levantei e meti minha cock de uma vez, entrou como se nada, estava toda molhada "filho da puta, quer me fazer gozar de novo né? olha que não é difícil pra mim!" depois de dizer isso comecei a meter com tudo enquanto chupava os dois peitos que balançavam no ritmo das estocadas, não demorou muito e ela gozou de novo, me apertou contra o corpo dela e disse "não pensei que você ia me excitar assim, já gozei duas vezes e você nada".
Ela me deitou e, de costas pra mim, pegou minha cock e foi enfiando devagar até ter tudo dentro, com uma mão se apoiava na cama e com a outra afastava a booty e passava um dedo na minha cock como se estivesse juntando os sucos dela e levando até o cu, me excitou pra caralho e começou a subir e descer "me avisa quando for gozar porque eu te mato", não aguentei muito, ela sabia se mexer muito bem, quando percebeu que eu ia gozar, se levantou e enfiou a cock na boca de uma vez e começou a chupar e bater uma pra mim, gozei de um jeito do caralho, não deu tempo de segurar tudo na boca e uma parte escorreu, ela engoliu tudo que ficou na boca e me limpou a cock, não deixou uma gota.
Tomamos banho, descansamos mais um pouco, ela Estava de bruços e, enquanto conversávamos, me olhava e mexia a rabetinha de um lado pro outro.
Eu: "sabe que não quero que você vá embora sem te pegar de quatro" — na real, o que eu queria mesmo era meter naquela rabeta.
Romina: "tipo assim?"
Ela virou e subiu em cima de mim, fazendo um 69, e senti o calor da boca dela em volta do meu pau, que não demorou pra endurecer de novo.
Do jeito que dava, eu passava a língua na buceta dela e no cuzinho, o que ela adorava, porque se grudava no meu corpo e apertava meu pau.
Romina: "não passa a língua aí se vai me deixar na vontade" — disse ofegante.
Levantei ela, ficou de quatro e comecei a meter tudo de uma vez. Custou pra entrar, mas aquela rabeta já tinha experiência. Ela pediu pra eu ficar parado e começou a rebolar sozinha. A sensação era foda enquanto ela enfiava um dedo e se tocava na buceta, eu sentia ela dilatando aos poucos. "Agora sim, me come do jeito que quiser, bebê." Meti por um bom tempo, forte e rápido. "Como eu amo quando me comem a raba, continua, não para." Os dois já muito ofegantes, eu não aguentava mais, até que gozamos praticamente juntos. Ficamos deitados.
Romina: "te falei que não ia se arrepender" — rimos e dormimos. No dia seguinte, levei ela e nunca mais soube dela.
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