Sempre achei que conhecer gente pela internet era coisa de esquisito, mas um dia resolvi tentar. No meio de tanta gente sem graça, conheci uma mina que me chamou muito a atenção. Ela era pequenininha, mas com uma energia do caralho, alegria de viver e as ideias muito claras.
Desde que a gente se viu, a química era mútua e, só no olhar, a gente se dizia tanta coisa que ficava a mil sem abrir a boca. Começamos a sair, a transar e cada vez era mais gostoso. Só de pensar nela, meu pau já ficava durasso, e com ela era a mesma coisa.
Pra mim, o sexo com ela era sensacional, me deixava louco chupando aqueles pezões lindos e durinhos. A bucetinha dela, sempre molhada, ou melhor, ensopada, era uma delícia. Quando meu pau tava dentro, ficava duro que nem pedra, e ela adorava sentir ele lá dentro.
Outra coisa que me fascinava nela era a putaria dela. Quando a gente tava no carro, ela sempre passava a mão no meu pau, que molhava a cueca com as gotinhas que não paravam de sair. Outras vezes, disfarçando pra ninguém ver nos semáforos, ela se tocava no clitóris gostoso enquanto inventava uma história qualquer. Eu ficava a mil e mal conseguia me concentrar pra dirigir.
Quando a gente tava em casa, era impossível não ficar excitado. Ela vivia de lingerie bem sexy e, quando passava por mim, me dava um beijão, devorava minha boca com tesão, passava a mão no meu pau, que tava sempre duro, e muitas vezes apertava minha bunda. Meu rabo agradava muito ela, sempre falava que eu tinha uma bunda bem feita e durinha, e eu adorava quando ela tocava, tanto de mansinho quanto quando dava um tapinha.
Uma noite, deitados na cama, eu já tava quase dormindo quando senti a Vero me abraçar por trás. A gente tava pelado, e eu amei sentir os peitões dela na minha costa, com os bicos duros se cravando na minha pele. Comecei a ficar excitado, mas continuei fingindo que tava dormindo e senti ela me abraçando cada vez mais forte e apertava a buceta dela contra minha bunda, igualzinho eu fazia quando a gente transava nessa posição.
Eu adorava sentir ela atrás de mim, mas principalmente sentia o contato do corpo dela contra minha bunda de forma ritmada, e isso tava me deixando louco. Ficava pensando o que ela devia sentir quando era eu quem abraçava ela por trás, e tava ficando a mil. Com uma das mãos, ela começou a acariciar minha bunda, e um arrepio percorreu minhas costas inteiras. A Vero percebeu e comentou:
— Daniel, amor, tua bunda é muito sensível, quase tanto quanto teu pau. Olha como tua pele fica toda arrepiada quando eu acaricio. — E continuou passando a mão inteira nas minhas duas nádegas.
— É, amor, verdade, tô com o pau duríssimo e você nem encostou nele ainda.
— Deixa eu ver, deixa eu ver como ele tá — disse Vero, enquanto com a outra mão tocava bem de leve na minha cabecinha e molhava os dedos com as gotinhas que tinham na ponta.
— Nossa, você tá babando horrores só com as minhas carícias na sua bunda. Olha, ficaram umas gotas nos meus dedos — e falando isso, levou os dedos até meus lábios e passou todo meu líquido pré-gozo na minha boca.
Eu não falei nada, mas abri ligeiramente a boca e com minha língua chupei o dedo dela encharcado nos meus fluidos.
— Cê gosta, amor? — ela perguntou — É assim que um pau tem gosto. É bem docinho, né?
A verdade é que o sabor me deixou doido, mas não tive coragem de falar nada. Só continuei chupando o dedo dela, que ela enfiava e tirava da minha boca.
— Espera, espera, vou pegar mais gotinhas, porque você já limpou meu dedo todinho — e ela tirou o dedo da minha boca pra pegar mais líquido pré-gozo do meu pau. Naquele momento, percebi que meu pau tava no limite, que eu tava lubrificando como nunca, que não queria que o dedo dela saísse da minha boca, e que eu tava mexendo minha bunda no ritmo das carícias da outra mão dela nas minhas nádegas.
Eu tinha ficado a mil e tava morrendo de vontade de sentir aquele gosto de novo na minha boca. Abri e estiquei a língua procurando o dedo dela, que já vinha na direção do meu rosto com mais gotinhas. Em vez de enfiar na minha boca, ela passou as gotinhas nos meus lábios. — Assim o gosto dura mais, seu porco. — Mas na hora eu capturei o dedo dela com a boca e chupei, chupei sem parar.
Eu tava a mil, agora entendia por que ela adorava chupar minha rola e passava horas com ela na boca. As gotinhas de líquido pré-seminal estavam deliciosas, e o sabor era o melhor afrodisíaco, tava me deixando louco.
A Verônica também tava muito excitada e sussurrava no meu ouvido que tava ficando doida me vendo tão tarado. Aí percebi que uma mão dela tava na minha boca e com a outra ela tava se tocando na buceta, que como sempre tava tão molhada que dava pra ouvir aquele squish squish gostoso. Ela também tava perdida de tesão, mas tinha parado de acariciar minhas nádegas e eu, sem perceber, empurrava minha bunda pra trás pra sentir o contato com ela.
A verdade é que sempre notei que meu cu era muito sensível, ser acariciado nas nádegas era um prazer danado, e muitas vezes, sem querer, quando eu ajustava a cueca, me pegava coçando forte a entrada do meu cu.
Como eu tava apertando minha bunda contra ela, a Verônica tava tendo dificuldade pra se dedar. — Uff, Daniel, você tá esmagando minha mão contra minha buceta, não deixa eu me masturbar, hehe. — E virou a mão dela, plantando ela bem no meu cu.
Os dedos dela estavam encharcados de terem estado na bocetinha dela e, como eu tava pressionando minhas nádegas contra ela, mal conseguia mexer a mão, e os dedos ficaram bem na entrada do meu ânus.
Então ela começou a rodar um dedo em círculo na entrada do meu cu e, como tava tão molhado dos fluidos da buceta dela, o dedo entrou sem nenhuma dificuldade. Eu tava naquele momento vidrado chupando pela enésima vez a outra mão dela, que ela tinha molhado de novo com as gotinhas que não paravam de sair da minha pica. E notei que tinha um dedo dentro do meu cu porque um arrepio de prazer percorreu toda a minha espinha.
Fiquei parado, e naquele momento senti completamente todo o movimento que o dedo da Verônica estava fazendo dentro do meu cu virgem.
- O que foi, Daniel, por que você parou de chupar meu dedo? Ficou quieto. - Disse Verônica com um meio sorrisinho. - Deve ser que você quer que eu molhe meu dedo de novo com seus fluidos.
Eu estava em êxtase e a Vero tirou o dedo da minha boca e agarrou a ponta inteira da minha pica, que estava prestes a explodir. Bem na hora que ela segurou minha glande toda molhada, pressionou a outra mão e enfiou o dedo inteiro no meu cu, até o fundo. A verdade é que entrou com toda suavidade, sem nenhuma dificuldade. Não sei se foi por causa do dedo lubrificado ou porque meu cu tinha se aberto de desejo sem eu perceber.
Não aguentava mais, com meu cu sentindo uma sensação nova e minha pica agarrada pela mão dela, gozei selvagemente e começou a jorrar um monte de porra como há muito tempo não gozava. Ainda bem que a Vero tinha a mão na ponta da minha pica, senão os jatos teriam encharcado a cama inteira. Em compensação, a mão da Vero ficou cheia de porra grossa e branca e eu comecei a gemer mais alto que o normal.
- Cala a boca, que os vizinhos vão ouvir, não grita tanto - me disse Vero enquanto, por um ato reflexo, levou a mão à minha boca tapando-a completamente e, claro, enchendo-a da porra que se espalhava por todos os dedos.
Eu continuava com espasmos e senti a porra escorrendo pelos dedos dela, molhando meus lábios todos e enchendo minha boca. O orgasmo foi longuíssimo e, enquanto isso, o gosto da minha leite inundava toda a minha boca. Era intenso, muito mais forte que as gotinhas doces que eu tinha chupado, mas adorei e acabei engolindo toda a porra que tinha entrado na minha boca.
Verônica, ao sentir que meus espasmos relaxavam, tirou suavemente o dedo do meu cu e me abraçou forte. Aí ela percebeu que eu tinha sujado a cara com meu próprio esperma, que era bem grosso, e que eu tava chupando os dedos dela com a língua, tentando pegar as últimas gotinhas.
Ela só falou: Amor, adoro que a gente tem os mesmos gostos. E me deu um beijo na boca, tentando chupar com a língua os últimos restos de porra. — Humm, teus lábios tão com gostinho de leitinho, adoro, amor.
Continuamos nos comendo de boca enquanto a Vero subiu em cima de mim e enfiou minha pica de uma vez só. A buceta dela tava completamente encharcada e eu tava com a pica a todo vapor. Eu tinha gozado pra caralho e com o gosto do esperma na boca continuava totalmente excitado, a situação era supertarada.
O primeiro orgasmo da Verónica veio na hora, ela também tava a mil. Me impressionou o quanto a buceta dela tava quente, quase queimava a ponta da minha pica. E as contrações dela quando o orgasmo chegou foram brutais.
— Fiquei a mil, amor — falou a Verónica sem parar de rebolar depois do primeiro orgasmo — o gosto de porra na sua boca me excita pra caralho. Era verdade. Eu tava com os lábios todos lambuzados de cum e a Vero continuava beijando eles enquanto não parava de foder.
A Vero tava em cima de mim e eu segurava ela pela cintura, o corpo dela era divino e sensual, e com as mãos comecei a apertar as nádegas dela. Amava a bunda dela. Lembrei do que eu tinha sentido com o dedo dela brincando no meu cu e comecei a acariciar a bunda dela. Chupei um dedo cheio de saliva e, enquanto a Vero continuava se mexendo com minha pica na buceta dela, comecei a massagear o cuzinho dela. Acho que ela gostou, porque assim que meu dedo entrou um pouquinho, ela gozou de novo brutalmente. Não tinha enfiado o dedo inteiro, mas percebi que tava fodendo ela nos dois buracos ao mesmo tempo. Me excitou tanto que gozei de novo bem na hora que a Vero tirou minha pica e os últimos jatos de porra sujaram os pezões duros dela. Ela se deitou em cima de mim, relaxando depois do orgasmo, mas bem na posição pra minha boca poder chupar aqueles peitões cheios de porra. E eu fiz isso, tava virando um tarado.
Desde que a gente se viu, a química era mútua e, só no olhar, a gente se dizia tanta coisa que ficava a mil sem abrir a boca. Começamos a sair, a transar e cada vez era mais gostoso. Só de pensar nela, meu pau já ficava durasso, e com ela era a mesma coisa.
Pra mim, o sexo com ela era sensacional, me deixava louco chupando aqueles pezões lindos e durinhos. A bucetinha dela, sempre molhada, ou melhor, ensopada, era uma delícia. Quando meu pau tava dentro, ficava duro que nem pedra, e ela adorava sentir ele lá dentro.
Outra coisa que me fascinava nela era a putaria dela. Quando a gente tava no carro, ela sempre passava a mão no meu pau, que molhava a cueca com as gotinhas que não paravam de sair. Outras vezes, disfarçando pra ninguém ver nos semáforos, ela se tocava no clitóris gostoso enquanto inventava uma história qualquer. Eu ficava a mil e mal conseguia me concentrar pra dirigir.
Quando a gente tava em casa, era impossível não ficar excitado. Ela vivia de lingerie bem sexy e, quando passava por mim, me dava um beijão, devorava minha boca com tesão, passava a mão no meu pau, que tava sempre duro, e muitas vezes apertava minha bunda. Meu rabo agradava muito ela, sempre falava que eu tinha uma bunda bem feita e durinha, e eu adorava quando ela tocava, tanto de mansinho quanto quando dava um tapinha.
Uma noite, deitados na cama, eu já tava quase dormindo quando senti a Vero me abraçar por trás. A gente tava pelado, e eu amei sentir os peitões dela na minha costa, com os bicos duros se cravando na minha pele. Comecei a ficar excitado, mas continuei fingindo que tava dormindo e senti ela me abraçando cada vez mais forte e apertava a buceta dela contra minha bunda, igualzinho eu fazia quando a gente transava nessa posição.
Eu adorava sentir ela atrás de mim, mas principalmente sentia o contato do corpo dela contra minha bunda de forma ritmada, e isso tava me deixando louco. Ficava pensando o que ela devia sentir quando era eu quem abraçava ela por trás, e tava ficando a mil. Com uma das mãos, ela começou a acariciar minha bunda, e um arrepio percorreu minhas costas inteiras. A Vero percebeu e comentou:
— Daniel, amor, tua bunda é muito sensível, quase tanto quanto teu pau. Olha como tua pele fica toda arrepiada quando eu acaricio. — E continuou passando a mão inteira nas minhas duas nádegas.
— É, amor, verdade, tô com o pau duríssimo e você nem encostou nele ainda.
— Deixa eu ver, deixa eu ver como ele tá — disse Vero, enquanto com a outra mão tocava bem de leve na minha cabecinha e molhava os dedos com as gotinhas que tinham na ponta.
— Nossa, você tá babando horrores só com as minhas carícias na sua bunda. Olha, ficaram umas gotas nos meus dedos — e falando isso, levou os dedos até meus lábios e passou todo meu líquido pré-gozo na minha boca.
Eu não falei nada, mas abri ligeiramente a boca e com minha língua chupei o dedo dela encharcado nos meus fluidos.
— Cê gosta, amor? — ela perguntou — É assim que um pau tem gosto. É bem docinho, né?
A verdade é que o sabor me deixou doido, mas não tive coragem de falar nada. Só continuei chupando o dedo dela, que ela enfiava e tirava da minha boca.
— Espera, espera, vou pegar mais gotinhas, porque você já limpou meu dedo todinho — e ela tirou o dedo da minha boca pra pegar mais líquido pré-gozo do meu pau. Naquele momento, percebi que meu pau tava no limite, que eu tava lubrificando como nunca, que não queria que o dedo dela saísse da minha boca, e que eu tava mexendo minha bunda no ritmo das carícias da outra mão dela nas minhas nádegas.
Eu tinha ficado a mil e tava morrendo de vontade de sentir aquele gosto de novo na minha boca. Abri e estiquei a língua procurando o dedo dela, que já vinha na direção do meu rosto com mais gotinhas. Em vez de enfiar na minha boca, ela passou as gotinhas nos meus lábios. — Assim o gosto dura mais, seu porco. — Mas na hora eu capturei o dedo dela com a boca e chupei, chupei sem parar.
Eu tava a mil, agora entendia por que ela adorava chupar minha rola e passava horas com ela na boca. As gotinhas de líquido pré-seminal estavam deliciosas, e o sabor era o melhor afrodisíaco, tava me deixando louco.
A Verônica também tava muito excitada e sussurrava no meu ouvido que tava ficando doida me vendo tão tarado. Aí percebi que uma mão dela tava na minha boca e com a outra ela tava se tocando na buceta, que como sempre tava tão molhada que dava pra ouvir aquele squish squish gostoso. Ela também tava perdida de tesão, mas tinha parado de acariciar minhas nádegas e eu, sem perceber, empurrava minha bunda pra trás pra sentir o contato com ela.
A verdade é que sempre notei que meu cu era muito sensível, ser acariciado nas nádegas era um prazer danado, e muitas vezes, sem querer, quando eu ajustava a cueca, me pegava coçando forte a entrada do meu cu.
Como eu tava apertando minha bunda contra ela, a Verônica tava tendo dificuldade pra se dedar. — Uff, Daniel, você tá esmagando minha mão contra minha buceta, não deixa eu me masturbar, hehe. — E virou a mão dela, plantando ela bem no meu cu.
Os dedos dela estavam encharcados de terem estado na bocetinha dela e, como eu tava pressionando minhas nádegas contra ela, mal conseguia mexer a mão, e os dedos ficaram bem na entrada do meu ânus.
Então ela começou a rodar um dedo em círculo na entrada do meu cu e, como tava tão molhado dos fluidos da buceta dela, o dedo entrou sem nenhuma dificuldade. Eu tava naquele momento vidrado chupando pela enésima vez a outra mão dela, que ela tinha molhado de novo com as gotinhas que não paravam de sair da minha pica. E notei que tinha um dedo dentro do meu cu porque um arrepio de prazer percorreu toda a minha espinha.
Fiquei parado, e naquele momento senti completamente todo o movimento que o dedo da Verônica estava fazendo dentro do meu cu virgem.
- O que foi, Daniel, por que você parou de chupar meu dedo? Ficou quieto. - Disse Verônica com um meio sorrisinho. - Deve ser que você quer que eu molhe meu dedo de novo com seus fluidos.
Eu estava em êxtase e a Vero tirou o dedo da minha boca e agarrou a ponta inteira da minha pica, que estava prestes a explodir. Bem na hora que ela segurou minha glande toda molhada, pressionou a outra mão e enfiou o dedo inteiro no meu cu, até o fundo. A verdade é que entrou com toda suavidade, sem nenhuma dificuldade. Não sei se foi por causa do dedo lubrificado ou porque meu cu tinha se aberto de desejo sem eu perceber.
Não aguentava mais, com meu cu sentindo uma sensação nova e minha pica agarrada pela mão dela, gozei selvagemente e começou a jorrar um monte de porra como há muito tempo não gozava. Ainda bem que a Vero tinha a mão na ponta da minha pica, senão os jatos teriam encharcado a cama inteira. Em compensação, a mão da Vero ficou cheia de porra grossa e branca e eu comecei a gemer mais alto que o normal.
- Cala a boca, que os vizinhos vão ouvir, não grita tanto - me disse Vero enquanto, por um ato reflexo, levou a mão à minha boca tapando-a completamente e, claro, enchendo-a da porra que se espalhava por todos os dedos.
Eu continuava com espasmos e senti a porra escorrendo pelos dedos dela, molhando meus lábios todos e enchendo minha boca. O orgasmo foi longuíssimo e, enquanto isso, o gosto da minha leite inundava toda a minha boca. Era intenso, muito mais forte que as gotinhas doces que eu tinha chupado, mas adorei e acabei engolindo toda a porra que tinha entrado na minha boca.
Verônica, ao sentir que meus espasmos relaxavam, tirou suavemente o dedo do meu cu e me abraçou forte. Aí ela percebeu que eu tinha sujado a cara com meu próprio esperma, que era bem grosso, e que eu tava chupando os dedos dela com a língua, tentando pegar as últimas gotinhas.
Ela só falou: Amor, adoro que a gente tem os mesmos gostos. E me deu um beijo na boca, tentando chupar com a língua os últimos restos de porra. — Humm, teus lábios tão com gostinho de leitinho, adoro, amor.
Continuamos nos comendo de boca enquanto a Vero subiu em cima de mim e enfiou minha pica de uma vez só. A buceta dela tava completamente encharcada e eu tava com a pica a todo vapor. Eu tinha gozado pra caralho e com o gosto do esperma na boca continuava totalmente excitado, a situação era supertarada.
O primeiro orgasmo da Verónica veio na hora, ela também tava a mil. Me impressionou o quanto a buceta dela tava quente, quase queimava a ponta da minha pica. E as contrações dela quando o orgasmo chegou foram brutais.
— Fiquei a mil, amor — falou a Verónica sem parar de rebolar depois do primeiro orgasmo — o gosto de porra na sua boca me excita pra caralho. Era verdade. Eu tava com os lábios todos lambuzados de cum e a Vero continuava beijando eles enquanto não parava de foder.
A Vero tava em cima de mim e eu segurava ela pela cintura, o corpo dela era divino e sensual, e com as mãos comecei a apertar as nádegas dela. Amava a bunda dela. Lembrei do que eu tinha sentido com o dedo dela brincando no meu cu e comecei a acariciar a bunda dela. Chupei um dedo cheio de saliva e, enquanto a Vero continuava se mexendo com minha pica na buceta dela, comecei a massagear o cuzinho dela. Acho que ela gostou, porque assim que meu dedo entrou um pouquinho, ela gozou de novo brutalmente. Não tinha enfiado o dedo inteiro, mas percebi que tava fodendo ela nos dois buracos ao mesmo tempo. Me excitou tanto que gozei de novo bem na hora que a Vero tirou minha pica e os últimos jatos de porra sujaram os pezões duros dela. Ela se deitou em cima de mim, relaxando depois do orgasmo, mas bem na posição pra minha boca poder chupar aqueles peitões cheios de porra. E eu fiz isso, tava virando um tarado.
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