Meu Sobrinho Pauzudo Parte 3

Finalmente consegui completar a terceira parte, tive uma falta de inspiração, mas espero que a espera tenha valido a pena. Lembrem-se de comentar e apoiar com suas críticas, agradeço muito por ambas as coisas. Agora, o relato:

Os dias passaram e minha mulher parecia feliz, acordava cedo, preparava o café da manhã para todos sempre sorrindo, já não evitava meu sobrinho e, por mais estranho que pareça, não tinha parado de transar comigo... embora fosse notório que a buceta dela estava cada dia mais larga e, às vezes, parecia meio irritada. Eu sabia que era corno na minha própria casa e acho que meu sobrinho sabia que eu sabia, pois às vezes notava como ele me olhava com um sorriso de deboche quando falava sobre minha mulher e o quanto ela trabalhava em casa e essas coisas. Eu me viciei nos vídeos, toda noite, quando todos dormiam, revisava as gravações. Fui testemunha de como meu sobrinho foi subjugando minha esposa a ponto de tê-la completamente dominada com o pau dele, minha mulher fazia tudo que ele pedia, chegou a vestir parte do vestido de noiva dela para ele comer ela, me ligou no escritório só porque meu sobrinho tinha tesão em eu falar qualquer coisa enquanto ela chupava o pau dele e muito mais, mas o que mais doía era que minha esposa se prestava a tudo isso com um prazer e uma dedicação que nunca vi em nenhuma outra fase do nosso casamento, parecia que ela tentava me compensar ou me manter contente. Claro, eu sabia, tinha vigiado de perto cada trepada da minha esposa com meu sobrinho, sempre terminavam com ele dizendo pra ela me tratar bem pra eu não desconfiar de nada, e tirando o fato de que agora minha esposa me chifrava com um garoto que podia ser nosso filho e que, na real, estava morando na nossa casa como se fosse, eu não tinha nenhuma reclamação do comportamento da minha esposa, estava resignado... A rotina em casa continuava a mesma de sempre, eu ia trabalhar de manhã, meu sobrinho ia pra aula. e minha mulher ficava em casa, a única diferença era que enquanto eu não estava, eles se entregavam à paixão de forma escandalosa.

Passaram-se uns dois meses quando minha esposa recebeu uma ligação do irmão dela, o aniversário da nova esposa dele estava chegando e eles iam dar uma grande festa na casa deles, obviamente precisavam da nossa presença, especialmente do meu sobrinho. Minha mulher estava nervosa, acho que ela tinha medo de que o sobrinho dela voltasse a morar com o pai e a madrasta e que isso a separasse do seu macho, então nos dias antes da festa os encontros deles foram frenéticos, eles treparam praticamente na casa inteira e em todas as posições imagináveis e algumas vezes nas minhas costas. De noite, eu via tudo isso e acabava comendo minha mulher com raiva, ela parecia gostar do sexo comigo, porém assim que eu dormia, minha mulher se levantava e se trancava no quarto do meu sobrinho. Assim que percebi isso, comecei a fingir que dormia e quando minha mulher saía para se encontrar com o jovem garanhão dela, eu me levantava e encostava o ouvido na porta. Eu ouvia como os quadris do meu sobrinho batiam contra a bunda da minha esposa, o som molhado das carnes e os gemidos abafados da minha mulher. Os sussurros do meu sobrinho me enchiam de tesão e ciúmes: O que foi tia, a piroca de merda do tio já não te satisfaz mais? Mmmm era a única resposta da minha mulher, depois, vendo o vídeo, percebi que enquanto eu supostamente dormia no meu quarto, se minha mulher e o sobrinho dela trepavam, minha mulher estava sempre tapando a boca ou mordendo algum travesseiro, tendo visto como era selvagem o sexo entre os dois, era natural que minha mulher gritasse e fizesse barulho, além de que se eu não estava por perto, meu sobrinho costumava falar bem alto gritando todo tipo de obscenidades e insultos, sempre tratando minha mulher de puta. Mesmo quando eu não estava em casa, ele se referia a ela como sua puta, sua tia puta ou sua putinha. Depois de quase uma hora de estar transando, de ouvir como minha esposa abafava seus gemidos de prazer e seus orgasmos, e de ouvir meu sobrinho falar todo tipo de obscenidades pra minha mulher. Meu sobrinho deu um tapa sonoro na bunda da tia dele e disse: "já chega, sua putinha, vai dormir, que amanhã tem festa na casa do seu irmão e quero você descansada". "Sim, meu amor", disse minha esposa. Esse foi meu sinal pra sair, e me retirei pro meu quarto. Desde aquele momento, virou costume: sempre que podia, eu vigiava meu sobrinho. Eu tinha virado um voyeur.

No dia seguinte, minha esposa, o sobrinho dela e eu fomos pra casa do irmão dela. Minha esposa vestia um vestido de festa preto, com um decote revelador mas não escandaloso. Ela tava espetacular. A casa do meu cunhado é ampla, de dois andares, com um quintal enorme que foi decorado pra ocasião. Assim que chegamos, meu cunhado saiu pra nos receber: "Irmã, cunhado, bem-vindos", disse ele, evitando mencionar o filho. "Como ele tá se comportando, meu rapaz?", perguntou finalmente, olhando pro Carlos, com um sorriso mas com uns olhos extremamente desconfiados que me pareceram muito familiares. Minha esposa cumprimentou o irmão e disse que o Carlos se comportava muito bem e que era um rapaz excelente, que sempre ajudava ela em casa. Bem que eu sabia como ele ajudava. "É mesmo?", disse meu cunhado. "Bom, fico feliz. Que bom que todos estão aqui." Cumprimentou o filho com um aperto de mão e disse que ficava muito feliz por ele estar ali e que esperava que logo pudesse voltar pra casa. Meu sobrinho respondeu: "Claro que sim, pai. Vou dar meu melhor pra me dar bem com a Jéssica e a Paula." Entramos na casa, onde estava a nova esposa do meu cunhado. "Jéssica, querida, olha quem está aqui." Jéssica veio da cozinha. Era uma mulher bem atraente, 1,60m de altura, com uma bunda espetacular e uns peitos médios mas bem firmes, pele branca e cabelo preto bem liso que caía solto até os... ombros. "Olá", ela nos disse, "estamos muito felizes que vocês vieram", cumprimentando a mim e minha esposa com dois beijos nas bochechas, mas mantinha distância do meu sobrinho, só falou com ele de um jeito bem falso que era um prazer tê-lo em casa de novo. Carlos perguntou então pela Paula, a meia-irmã dele. Jessica franziu a testa e disse que ela estava no quarto e que desceria a qualquer momento. Fomos todos para o quintal e sentamos numa mesa. Depois de um tempo, apareceu Paula, a meia-irmã. Paula era uns dois anos mais velha que Carlos, mais alta que a mãe, tinha peitos pequenos, mas pelo que pude ver, tinha um belo par de bundas. O cabelo dela estava preso num rabo de cavalo, ela usava um conjunto de calça preta meio justa e blusa branca. Percebi como ela sorriu ao ver meu sobrinho, eu sabia bem por quê. Ela se aproximou e cumprimentou todo mundo com dois beijos. "É um prazer ver todos vocês de novo", ela disse. Era uma moça muito educada e simpática. Depois de uma conversa sem importância, fomos para o quintal e a festa começou.

Minha esposa e eu dançamos e bebemos, enquanto meu sobrinho passava o tempo conversando com o pai e a esposa dele. Daí a pouco, minha mulher e eu sentamos. Meu sobrinho veio até nós e perguntou se estávamos gostando da festa. Dissemos que sim, que era uma festa muito boa. "Fico muito feliz", respondeu. "Me permite tirar essa moça linda para dançar?", disse meu sobrinho, se referindo à minha esposa. Eu estava meio bêbado e as palavras do meu sobrinho me tiraram do meu torpor alcoólico. "Claro, respondeu. Pode ir, querida", falei para minha esposa. "Dança com seu sobrinho", disse, exagerando minha bebedeira, pensando que assim daria mais liberdade pro meu sobrinho agir. Minha esposa e meu sobrinho foram para a pista de dança improvisada, e eu fiquei sentado, fingindo beber. Percebi como minha esposa dançava com o sobrinho tentando disfarçar o melhor que podia, mas meu sobrinho aproveitava o momento. pra esfregar o volume na minha esposa, que de vez em quando virava a cabeça como se vigiasse pra ninguém notar nada. Depois de um tempinho de “dança”, meu sobrinho pareceu sussurrar algo no ouvido da minha mulher, e logo depois trouxe ela pra mesa onde eu fingia estar bem bêbado. O volume nas calças do meu sobrinho era visível, mas a festa já tava tão animada naquele ponto que pouca gente prestava atenção, ainda assim notei como atraía os olhares de algumas mulheres, entre elas, umas vizinhas, amigas da madrasta dele e a irmã dele por parte de pai. Talvez por isso ele não dançou mais com a minha mulher, porque assim que terminou, trouxe ela de volta pra mesa, agradeceu e disse que ela era uma mulher que dançava muito bem, e eu sabia bem como eles eram bons “dançando” juntos, depois disso ele se desculpou e foi dançar com outras mulheres. A festa seguiu normal por mais algumas horas, meu sobrinho dançou com praticamente todas as mulheres gostosas da festa e nada teria sido fora do comum se não fosse por um incidente que aconteceu quase no final.

Ainda fingindo estar bêbado, falei pra minha esposa que precisava ir ao banheiro. Levantei e entrei na casa, lá dentro não tinha muita gente, algum convidado descansava na sala e mais um ou outro que já tava indo embora. Fui pro banheiro do segundo andar, sempre tentando não fazer barulho. Abri a porta, urinei, lavei o rosto e me clareei, porque mesmo fingindo que tava bebendo, o que tinha tomado no começo já tinha dado uma leveza na minha cabeça. Tirei um minuto pra descansar um pouco e foi nisso que ouvi passos vindo pelo corredor, eram duas pessoas tentando não fazer barulho, apaguei a luz e encostei o ouvido na porta, consegui ouvir uma mulher falando pra alguém se apressar. Quando se afastaram um pouco, abri a porta de leve e vi que era meu sobrinho e a irmã dele, que foram pro quarto do fundo. Saí do banheiro e me aproximei em silêncio, enquanto isso... A festa continuava no quintal. Ao chegar na porta, prestei atenção nos sons que saíam do quarto e pude ouvir claramente o barulho característico de uma mulher chupando um pau com todo entusiasmo, enquanto ouvia meu sobrinho dizer: "assim mesmo, irmãzinha, já tava com saudade da sua boquinha de puta". Resolvi arriscar um pouco e empurrei a porta. Pra minha sorte, a cama estava bem do lado e dava pra ver meu sobrinho sentado na cama da meia-irmã dele, com o pau apontando pro teto, enquanto chupavam o membro dele com muito entusiasmo. A enteada do meu cunhado chupava como se a vida dependesse daquilo.

Meu sobrinho, que até aquele momento estava deitado recebendo as atenções da meia-irmã, se sentou e puxou ela pelo cabelo, enquanto dizia: "pronto, irmãzinha, é hora de te dar seu prêmio". A meia-irmã respondeu: "você não sabe como eu senti sua falta, irmãozinho", enquanto se levantava e abaixava a calça junto com a tanga até os tornozelos, se inclinando e apoiando as mãos na cama. A vista era impressionante. O que faltava de peito na Paula sobrava de rabo.

Meu sobrinho se ajoelhou na frente da bunda da irmã e, abrindo as nádegas dela, começou a lamber e lubrificar com saliva todo o cu dela. Enquanto isso, Paula, de olhos fechados e um sorriso de satisfação, curtia tudo que o "irmãozinho" fazia. Meu sobrinho se levantou e, com um empurrão firme e sem aviso, enfiou o pau no cu da "irmãzinha". "Assim, irmãozinho, assim", dizia Paula. "Você não sabe como eu senti saudade desse pau, meu amor." "O que foi, irmãzinha? Seu namorado não te come tão bem quanto eu?" "Você sabe que não, irmãozinho. Você sabe que desde a primeira vez que me comeu, sou só sua." Meu sobrinho respondeu dando um tapa sonoro na bunda dela e acelerando o ritmo da foda.

Por minha parte, eu estava tão excitado que mal consegui distinguir o som de alguém subindo as escadas. Então tive que pensar rápido e me refugiei em um dos quartos. laterais. O que veio em seguida foram uns passos rápidos de salto alto, obviamente era uma mulher. Encostei o ouvido e tentei escutar. Os passos ficaram mais sorrateiros até pararem de se ouvir, mas não quis sair do meu esconderijo até ter certeza de que tudo tinha passado. Depois de um momento em que tudo que eu ouvia eram os gemidos de prazer da Paula e a batida da bunda dela na virilha do meu sobrinho, finalmente escutei uma voz diferente dizendo bem alto: "Que porra vocês estão fazendo?". Na hora, soube que era a esposa do meu cunhado. A discussão que se seguiu foi caótica, mas sem escândalo, dava pra ver que a última coisa que minha cunhada queria era fazer barulho, ainda mais com tantos convidados. Pelo que foi dito, pude confirmar que não era a primeira vez que minha cunhada pegava meu sobrinho e a filha dela nessa situação, e que era por isso que tinham mandado ele morar com a gente por um tempo. Depois de uns minutos que pareceram uma eternidade, ouvi minha cunhada mandar a filha dela para o primeiro andar e dizer ao meu sobrinho que precisava ter uma conversa muito séria com ele. Escutei os passos apressados da minha sobrinha se afastando e, em seguida, minha cunhada repreendendo meu sobrinho com severidade. Meu sobrinho não falava nada, só ficava ouvindo o que a madrasta dele dizia. As ameaças da minha cunhada eram das mais variadas: que iam mandar ele pra um internato, que iam botar ele pra fora de casa, que o pai dele ia ficar sabendo, que na primeira vez ela não tinha contado a verdade, mas que agora ele ia ver o que ia acontecer. Toda essa ladainha histérica continuou sem parar até que, aparentemente, a paciência do meu sobrinho acabou. De repente, ele disse: "Cala a boca, Jéssica". Falou no mesmo tom de voz que usava quando estava comendo alguma mulher que ia dominar, um tom autoritário que geralmente funcionava muito bem pra subjugar. Minha cunhada ficou em silêncio por uns segundos, erro fatal. Talvez se tivesse reagido na hora teria tido uma chance, mas meu sobrinho percebeu o silêncio dela como uma brecha e um sinal de fraqueza, então a próxima coisa que ouvi foi um tapa bem dado. Primeiro pensei que a Jessica tinha batido no meu sobrinho, mas depois ouvi ela choramingando e soube que o Carlos tinha batido na madrasta dele. Depois disso, ele disse: "Cala a boca, puta. Vamos pro seu quarto, que a gente precisa conversar como mãe e filho." Ao dizer isso, virei instintivamente e percebi que era o quarto dos meus cunhados, então me escondi rápido no armário. Naquele momento, a única coisa que passava pela minha cabeça era fugir na primeira oportunidade. A situação já tava estranha pra caralho — tinha sido excitante no começo, mas agora era realmente desconfortável. A luz acendeu e ouvi eles fecharem a porta e trancarem. Eu tava preso com eles. Minha cunhada estava em choque, parecia uma boneca de pano. Meu sobrinho, que já tava com o pau pra fora da calça, sentou ela na cama. "Beleza, mamãe, você já falou, agora é minha vez de falar." Dito isso, começou a bater com o pau na cara da madrasta, enquanto dizia que tava cansado da atitude dela, de se fazer de difícil e santinha quando sabia muito bem que a filha dela e ela mesma eram um par de putas, e que ele percebia que, mais do que raiva por ele comer a meia-irmã dela, o que ela sentia era inveja. Minha cunhada então reagiu e tentou se soltar, enquanto gritava que ele era um animal e que ia contar tudo pro pai dela. Aproveitando as reclamações, meu sobrinho conseguiu enfiar o pau na boca da Jessica. "Sente o gosto do meu pau, mamãe. Sabe por que ele tem um gosto tão forte? Porque tava no cu da sua filhinha, a putinha." Enquanto isso, a Jessica empurrava e tentava se soltar. O pau do meu sobrinho começava a entrar cada vez mais fundo, primeiro invadindo a boca toda e depois chegando até a garganta da madrasta. Minha cunhada... A garota que no começo se mostrava totalmente agressiva foi, aos poucos, perdendo o pique e parou de bater no meu sobrinho, até finalmente aceitar que o enteado estava comendo ela de boca. Meu sobrinho parou de reclamar e xingar a madrasta e começou a dizer que ela era uma boqueteira foda e que era uma pena não se darem melhor, porque ele sabia que ela era uma mulher que sabia apreciar uma boa pica como a dele, mas que de agora em diante iam se dar bem e curtir bons momentos como mãe e filho, igual ela fazia com a irmã dele. Dito isso, enfiou o máximo que pôde a pica na garganta da madrasta, que nessa altura já estava com o rosto vermelho e os olhos completamente lacrimejando e vermelhos, a maquiagem tinha borrado e o batom agora cobria parte da pica do enteado. Depois de alguns segundos, meu sobrinho tirou a pica da boca da minha cunhada, e ela começou a respirar ofegante, obviamente o pauzão do enteado estava sufocando ela. Carlos, por favor, disse minha cunhada, enquanto tentava olhar na cara dele, mas não conseguia desviar o olhar da pica dele, que continuava dura e parecia pular. Meu sobrinho aproximou o rosto do dela e disse: por favor o quê, puta? E beijou ela à força enquanto levantava o vestido dela e enfiava a mão por baixo da calcinha fio dental. Minha cunhada, completamente dominada pela situação, correspondeu ao beijo e abriu as pernas. Agora sim, mamãe, fica de quatro que a gente não tem muito tempo. Minha cunhada obedeceu na hora e não disse nada, meu sobrinho arrancou a calcinha dela com violência e, com a mesma violência, de um só empurrão enfiou o pauzão na buceta dela. Eu não conseguia ver muito, mas minha cunhada parecia sofrer e gostar ao mesmo tempo. Você tá apertadinha, mamãe, aposto que meu pai não tem um pau tão grande quanto o meu, minha cunhada só gemeu e o enteado deu um tapa sonoro na bunda dela enquanto dizia que quando ele falasse com ela, ela responderia, ao que Jéssica respondeu: por favor, não me bate. Meu sobrinho enfiou o pau ainda mais fundo na madrasta e disse: quem te faz melhor, meu pai ou eu? Minha cunhada gemeu e acabou dizendo: você me faz melhor e tem ele maior e mais grosso que seu pai, me come, filho da puta, me come! Como é que é, mamãe? disse meu sobrinho, você gosta de sentir o pau do seu enteado enfiado na sua buceta? Sinto você me mordendo com a xota, você é uma puta completa. Minha cunhada só gemia e dizia que sim, que adorava tudo que ele fazia e que ele era de longe o melhor homem com quem ela já tinha estado. Assim ficaram por uns dez minutos, até que meu sobrinho começou a acelerar muito o ritmo, destruindo completamente a madrasta, que já tinha a maquiagem toda borrada e as nádegas completamente vermelhas e com marcas de mãos das palmadas que meu sobrinho dava nela. Me escuta, mamãe, disse meu sobrinho, não gosto de gozar tão rápido, mas não podemos deixar os convidados esperando, é hora de gozar. Dito isso, meu sobrinho empurrou firmemente os quadris e enfiou o pau por completo nas profundezas da vagina da madrasta. Ao sentir isso, Jéssica soltou um ayyyyy bem prolongado e começou a bater no colchão da cama com os dois punhos, filho da puta, você vai me deixar grávida, disse, antes de desabar no colchão. Depois do episódio, meu sobrinho deu mais uma palmada nela e disse: descansa um pouco e se arruma, você parece uma puta barata que foi estuprada. Quero que você fale com meu pai sobre minha volta pra casa, e que fique pra daqui a duas semanas, entendeu? Sim, disse Jéssica, submissa. Sim, o quê? Sim, meu amor. Muito bem, disse Carlos, e a beijou selvagemente. Meu sobrinho se arrumou um pouco e saiu do quarto. Depois de um tempo, minha cunhada fez o mesmo, não sem antes abrir a janela e arrumar a cama, que tinha ficado coberta de fluidos e esperma. Depois de alguns minutos, eu mesmo saí. Minha esposa me perguntou se onde eu tinha me metido, respondi que tinha ido no banheiro e acabado dormindo, fingindo ainda estar bêbado, embora na verdade estivesse mais sóbrio do que nunca.

5 comentários - Meu Sobrinho Pauzudo Parte 3

Excelente relato
Muchas gracias, me alegro de que te gustara mi relato. Espero que la siguiente entrega sea buena.
Muy bueno .. calienta y mucho
Gracias, me alegra que te haya gustado.
Uuuuffff este relato es excelente, seguí amiigo
Gracias por el animo, ya estoy trabajando algunas ideas. Espero que no me tarde pronto en terminar.
Esta muy bueno.. Pero aun quedan dos semanas para que se vaya de la casa... Jejejeje 😈