Entrega sua irmã 2ª parte

De manhã, acordei um pouco mais tarde, coloquei uma jeans e uma camiseta, e uma cueca nova, porque as outras estavam manchadas com as gozadas que dei pra Ludmila.
Ao meio-dia, cheguei na porta da casa do Matias, nunca tinha passado por ali, tinha uma casinha bonita, bem grande.
Toquei a campainha, e no interfone ouvi:
– Quem é? – uma voz feminina
– Ramiro – respondi
– Já vou abrir – ela respondeu e eu soube que era a Ludmila.

Quando ela abriu a porta, não acreditei no que via. Ela tava vestida com uma legging preta justa que marcava aquelas curvas e uma camiseta listrada com decote, de onde apareciam aqueles peitos grandes, firmes e naturais.
– Oi Ramiro, pensei que você já tinha vindo de manhã – disse surpresa.
– Não, acordei tarde – respondi olhando pros peitos dela
– Vou pegar a pasta agora, não lembro onde deixei –
Sem esperar que me convidasse pra entrar, coloquei um pé na porta:
– Te ajudo a procurar –

Quando entramos, passamos pela sala de jantar, e enquanto eu seguia ela, observava aquelas bundas lindas.
– Quer beber algo? – ofereceu cordialmente.
– Sim, uma cerveja – falei atrevido.

Sentamos na cozinha, ela tirou uma gelada da geladeira e serviu num copo:
– Você não bebe? – perguntei enquanto dava um gole.
– Não, obrigada – respondeu educadamente
– Vai, toma um pouco – aproximei meu copo pra ela beber.

Me excitei vendo ela beber do mesmo copo que eu!
– Avisei o Matias que hoje você ia faltar na aula – ela contou
– Seu irmão sabia que eu vinha hoje na casa dele? – perguntei
– Sim, ele não gosta de trazer os amigos dele em casa quando eu tô, fica com ciúmes. Por isso pediu pra eu não estar, caso você viesse buscar sua pasta. –
– Que ciumento que ele é! E tendo uma irmã tão gostosa como você! – soltei uns elogios
– Pra deixar ele tranquilo, falei que ia pra academia. Mas fiquei com pena de você e te esperei um pouco mais – ela dizia enquanto juntava os peitos com os braços e fazia biquinho!

Me aproximei mais dela e, sem hesitar, beijei ela de boca aberta, ela tentou se afastar, mas eu não deixei. Eu soltava ela, tava segurando pelos cabelos.
Enfiei minha língua, e por uns momentos ela procurava a minha língua com a dela. Conseguiu se soltar:
— Para por aqui, vamos fingir que nada aconteceu — ela pediu
— A gente mal começou, gata! — respondi
— Não, eu tenho namorado — implorou
— Esquece esse cara! De agora em diante, eu sou seu namorado — falei
— Não dá, você é amigo do meu irmãozinho — respondeu
— Ele não é meu amigo — cortei ela e voltei a beijá-la, dessa vez sem segurar a cabeça dela, colocando minhas mãos nos peitos dela.
Ela não resistiu muito, mas parecia confusa. Num momento, levantou da cadeira.
— Para por aqui. Vamos pegar sua pasta — disse firme
Acompanhei ela até o quarto do irmão, e começamos a procurar minha pasta.
No começo não achamos, até que vi ela num canto e, sem dizer nada, escondi nas costas, debaixo da minha camiseta.
Via a Ludmila continuar procurando a pasta desesperada, pra depois me tirar de casa.
— Olhou ali? — apontei pra Ludmila, indicando a escrivaninha.
Quando ela olhou, se inclinou, deixando a raba empinada.
Cheguei por trás dela, encostando meu pacote entre as nádegas dela e com as mãos nos glúteos!
Ela reagiu, se endireitando:
— Não tá aqui — reclamou (era igual ao irmão, não sabia se defender)
— Olha ali — apontei pra um baú que tava no chão.
Dessa vez ela não se inclinou, mas se ajoelhou no chão, apoiando a raba nos calcanhares do tênis, pra procurar dentro.
— Não tô vendo — disse enfiando a mão dentro do baú.
Fiquei na frente dela, enquanto ela tinha a cabeça enfiada no baú. Abri o zíper da minha calça:
— Já achei — falei
— Onde tava? — perguntou curiosa enquanto tirava a cabeça do baú.
— Aqui!! — quando apontei minha linguiça na cara da Ludmila.

Ela olhou assustada, direto pro meu pau (não é por me gabar, mas tenho ele grande e grosso, 21x5). Ficou de boca aberta, e eu aproveitei:
— Agora engole esse pau — falei enquanto enfiava minha cabeça dentro daquela boca grande.
Ela tem os dentes, mas em nenhum momento me arranhou. com os dentes dela. Ela me apertava com os lábios e roçava a língua no meu tronco, enquanto eu segurava firme a nuca dela.
"Ai, por favor, que ninguém fique sabendo disso" – ela pediu quando conseguiu tirar meu pau da boca.
"Vão saber de tudo, principalmente seu irmão! Já vai se acostumando, loirinha, de agora em diante você é minha!" – respondi e enfiei meu pau de volta na boca dela.
"Seu irmão se ferrou sozinho quando deixou você me conhecer" – falei enquanto ela me chupava gostoso!
"Quando entrou no meu curso, você se meteu sozinha na boca do lobo" – terminei de dizer e enfiei todo o meu pau até a garganta dela. Ela tem uma boca tão grande que cabia tudo sem engasgar.

Tirei meu pau da boca dela e a levei, segurando pela nuca, até minhas bolas. Ela primeiro cheirou, depois beijou e passou a língua nos meus testículos, e sozinha subiu lambendo meu tronco até chegar na minha glande. Era muito submissa e carinhosa, parecia que gostava mais de beijar do que chupar meu pau.

"Agora você vai tomar todo o leite!" – falei quando estava perto de gozar.
"Não, na minha boca não! Nunca deixei nenhum namorado fazer isso" – ela implorou quando tirou meu pau da boca.
"Você vai abrir uma exceção pra mim" – deixei bem claro.

Ela fechou a boca e me ofereceu os peitos pra eu depositar minha porra, apontando com as duas mãos as tetas pro meu pau.
Comecei a fazer uma espanholada entre os peitos dela, tava adorando aquilo! E de vez em quando enfiava meu pau na boca dela enquanto fazia isso.

Quando comecei a fazer sons de que ia gozar, a Ludmila jogou a cabeça pra trás pra afastar a boca do meu pau, que tava preso entre os peitos dela, que ela segurava com as duas mãos.
Era um espetáculo ver ela com a cabeça pendurada pra trás e o cabelo loiro caindo até o chão, enquanto meu pau continuava entre as tetas dela. Num momento, vi que ela tava com a boca bem aberta por causa daquela posição, e de vez em quando fechava os olhos.

Já não aguentava mais, ia gozar, aproveitei a situação! Me levantei rápido pra frente, ficando por cima ela. Levei com a mão direita a cabeça da minha pica até a boca da Ludmila. Com a outra mão, agarrei ela forte pelos cabelos, e com minhas pernas separei os braços dela, sem dar chance pra nada. Descarreguei uma quantidade monstruosa de porra! Sentia que tava mijando. Ludmila não conseguiu se levantar a tempo; segurando ela pelo cabelo, eu subia e descia a cabeça dela, enquanto derramava meu néctar na boca dela. Como se tivesse servindo uma cerveja num copo, inclinando pra não fazer espuma. — Saboreia meu gozo! — falei pra ela enquanto continuava gozando. — Achou que ia escapar de eu gozar na sua boca? — Dava pra ver todo meu esperma grosso descendo pela língua dela até chegar na garganta. — Você se faz de fina com todo mundo, mas comigo vai tomar o que eu servir, sempre do mesmo recipiente. — falei enquanto soltava o cabelo dela e ela conseguia se endireitar. Tinha engolido toda minha porra!

Ludmila ficou deitada no chão, enquanto eu começava a baixar a calça e tirar minha camiseta. — Olha onde estava minha pasta — num tom de deboche, mostrei pra ela onde estava escondida. — Você é um filho da puta! — ela falou com um sorrisinho, acho que gostava que eu fosse assim. Joguei a pasta na cama do irmão dela. Ela subiu pra pegar, eu me joguei em cima dela e comecei a beijar os peitos e o pescoço dela. Continuei beijando até baixar a legging e tirar a calcinha branca dela. Chupei a buceta dela um bom tempo, tinha um gosto muito bom, ouvia ela gemer até saírem os suquinhos. Tive aquela mulher à minha disposição pra apalpar e beijar o corpo inteiro, em cima da cama do Matias. Passou um tempo, e minha pica tava dura de novo; levantei as pernas dela e coloquei nos meus ombros. — Espera, Ramiro, coloca a camisinha — ela pediu. — Não trouxe, vamos fazer assim mesmo — respondi enquanto apontava a ponta da minha pica pra buceta dela. — Bom, por sorte eu tô tomando as pílulas — ela disse. — Eu sou quem vai fazer, tio. —Matias —respondi rindo.
Dito isso, penetrei devagar, pra depois ir acelerando o ritmo.
Foi incrível sentir o roçar da buceta sem camisinha.
Mudei de posição, coloquei ela de quatro e a gente meteu de cachorrinho, eu dava com muita força segurando ela pela cintura.
Tirava e colocava de novo, e numa das enfiadas mudei pro outro buraco!
—Ai não! não! pelo Booty não!! —ela gritava
—Pelo Booty não —continuava falando, mais fraca.
Adorava sentir como ela gemia e apertava os lábios.
Deitei, e ela sentou em cima de mim, cavalgando, com os peitos na altura do meu rosto. Que ritmo bom que ela tinha! Não parava de beijar os peitos dela, era minha fraqueza. Gozamos juntos, ficamos na cama nos beijando. Usei os peitos dela de travesseiro pra descansar minha cabeça (a de cima:) e ela acariciava meu cabelo.
Ficamos um tempo assim, até que a Ludmila levanta da cama:
—Vou tomar um banho —ela avisa
—Ok —respondi automaticamente
Quando ouvi a água do chuveiro correndo, me liguei e fui até o banheiro. Tava com a pica dura de novo.
Puxei a cortina e entrei sem pedir permissão.
Ensaboei ela até chegar no Booty, apalpei as pernas dela até chegar na pussy. Depois mijei ali mesmo, molhando um pouco os pés dela.
Ela se virou e me beijou, agarrei pelos ombros e fiz ela se abaixar, pedi pra limpar a pica. Ela chupou tudo, ainda tava pegajosa por causa da gozada de um tempo atrás. Deixou limpinha com a boca e a língua.

A gente se secou e se vestiu, antes de eu colocar a cueca, ela começou a beijar como quem se despede.
Enfiei na boca dela, ela chupou e passou a língua nas minhas bolas. Botei ela à prova:
—Onde você quer a gozada? —perguntei
—Onde você quiser dar, meu amor —respondeu
Consegui fazer dela o que tinha em mente, minha puta.
Me masturbei e já sentia que ia gozar:
—Abre a boca —pedi
Ludmila abriu bem a boca, esticando a língua e esperando minha gozada, enquanto eu a mantinha ajoelhada na minha frente. Baixei uns jatos de porra na língua dela e vi ela engolir tudo.
No outro dia na escola, contei tudo pros meus amigos, que ficavam loucos ouvindo o que eu fiz com ela. O Matias descobriu que eu tava saindo com a irmã dele, não curtiu nada, mas não teve escolha.
Faz um ano que a irmã dele tá comigo.

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