Ao me deitar com o Chuky, me veio a ideia de que, enquanto o Pablo estivesse fora, bem que eu poderia pegar também os outros amigos dele, os que estavam naquele já distante Gangbang.
O primeiro que consegui descobrir algo foi o Negro. Chuky me contou que ele é eletricista. Até me deu o cartão dele e uma recomendação:
— Se tiver algum problema com a luz, chama ele, depois daquela noite com certeza te faz um bom desconto.
Não sei se ele falou sério, mas eu tava mais do que disposta a seguir o conselho.
Primeiro, tratei de arrumar umas duas horas livres, já que pensei em recebê-lo na minha casa. Ligar pra ele como qualquer cliente, pra consertar um curto-circuito e, ao abrir a porta... Surpresa! A puta que você curtiu com seus amigos! Devo dizer que, quanto mais pensava, mais a ideia me seduzia.
O que ele faria? Qual seria a reação dele?
— Arrebentar teu cu de pica — respondia aquele diabinho interior que bolava todas as minhas fodas.
Com tudo já armado, pego o cartão que o Chuky me deu e ligo pro Emilio Fermín Orbegozo, mais conhecido como "Negro". O Negro Orbegozo.
— Alô? Eletricista, quem fala? — atende com uma voz grossa e máscula, daquelas que eletrificam o corpo todo ao ouvir.
— Oi, olha, me passaram teu número, falaram que você trabalha bem e não é muito caro, por isso tô ligando.
Claro que não digo quem sou, porque a graça é ser uma surpresa.
— Bom, isso depende.
— Ah, é? Depende de quê?
— Do tipo de serviço.
— Ah, bom, disso eu não entendo nada, só posso te dizer que tenho uma bagunça de fios e nem ideia pra que serve cada um.
— Se é assim, que tal eu passar aí na sua casa e fazer um orçamento? — sugere ele.
— Acho ótimo, dá pra ser hoje mesmo? — pergunto.
Melhor ele dizer que sim, porque já tinha organizado tudo pra ter o tempo necessário pra atendê-lo, ou pra ser atendida, melhor dizendo.
— Hoje vai ser impossível, tô numa obra.
E eu tô que Vou botar fogo".
—Por favor— insisto —Não vai demorar muito. Você vem, me diz quanto vai me cobrar e volta—
"Com os ovos bem sequinhos".
Ser mulher tem suas vantagens, e ainda mais usar aquela voz de locutora gostosa que abre até a última barreira.
—De onde você tá ligando?— ele pergunta.
—Do Parque Patricios— respondo.
—Ok, tô perto, me manda o endereço no zap que daqui a pouco tô aí— ele fala.
—Bom demais, já vou te mandar, só peço pra não demorar porque acho que alguma coisa vai explodir—
"Quem ia explodir era eu, e disso só ele podia cuidar".
Assim que desligo, mando o zap com meu endereço, assinando como Sra. Velázquez, meu sobrenome de solteira, e no final jogo uns emoticons de beijo, pra incentivar ele a não se atrasar mais que o necessário.
E agora sim, sabendo que ele tá prestes a aparecer na minha porta, fico especialmente ansiosa.
Lembrava do Negro como um cara que gosta de meter forte, e mesmo no meio da ferocidade dos outros, a dele era muito mais extrema e descontrolada. Isso, em vez de me assustar, me excitava. Sou romântica, doce, melosa, mas também selvagem, voraz, arrebatada. Sou de Gêmeos, a dualidade faz parte da minha existência. Às vezes gosto suave, devagar, e outras vezes violento, brutal. E o Negro era o cara certo pra satisfazer esse lado obscuro da minha alma.
Quando ainda faltam uns minutos pras nove, a campainha do interfone toca.
—É ele!— explodo, tentando controlar essa emoção e ansiedade que me consomem.
Me acalmo, respiro suave e pausado, e só então atendo.
—Quem é?— pergunto como se não fosse algo que tô esperando com uma expectativa fora do normal.
—O eletricista— ele se anuncia.
—Ah, sim!—
Abro o portão da rua, indicando que, ao sair do elevador, vire à direita.
Não aguento mais de tesão, tô igual uma adolescente virgem esperando o homem pra quem vai entregar a virtude mais sagrada.
Fico atrás da porta, À espera, vestida em casa, com uma calça jeans desbotada, uma camiseta do "Hard Rock Café" do Rio que trouxe como lembrança das férias e um par de havaianas.
Já consigo ouvir a porta do elevador, os passos firmes e pesados de um homem andando pelo corredor, a demora enquanto ele procura a letra do apartamento, e finalmente a campainha da minha casa, um som nunca antes tão desejado.
Demoro um instante pra abrir a porta, só pra aumentar o suspense da situação, mas quando abro, fico encarando ele com uma cara de surpresa mais do que óbvia. Ele também, principalmente porque já sabe de onde me conhece, embora pareça não lembrar do meu nome.
— Cê não é a amiga do Pablo? — ele pergunta da soleira da porta — A que tava no aniversário dele?
— Pablo? Que Pablo? Não conheço Pablo nenhum — finjo que não tô entendendo.
Ele entra no apartamento sem tirar os olhos de mim, talvez relembrando os eventos daquela noite, que também passam pela minha cabeça.
— Se não é você, então é a irmã gêmea — ele insiste.
— Vai fazer o serviço ou chamo outro eletricista? — falo, fingindo que fiquei de mau humor.
— Desculpa, devo ter me confundido, me mostra onde é o problema.
— É por aqui — digo, indicando pra ele me seguir.
Levo ele então pro quarto, onde já tinha preparado a cama com os lençóis e o plástico à prova de gozadas que só uso quando recebo algum convidado especial.
Entramos, fecho a porta e, me apoiando de costas nela, falo em tom de reprovação:
— Então me comeu, me fodeu, chupei tua pica e nem lembra do meu nome?
— Já sabia que era você! Essas tetas eu nunca esqueço — ele exclama, largando a caixa de ferramentas no chão e se aproximando pra pegar nelas.
Mas antes que ele encoste um dedo em mim, paro ele na hora, colocando a palma da mão no peito dele.
— Se não lembra do meu nome, acho que vou ter que chamar outro mesmo. Eletricista — falo sério.
—Maria…, Mariana…, Marina… — tenta adivinhar pelo que lembra, se guiando pelos meus gestos conforme vai se aproximando — Mariela…, Isso! Mariela! É isso, você é a Mariela — exclama todo animado.
Mesmo ele tendo lembrado com uma baita ajuda minha, já que eu concordei com a cabeça quando ele falou Mariela, tiro a mão do peito dele e deixo ele avançar. Ele agarra meus peitos por cima da camiseta, um com cada mão, e aperta com força. E mesmo doendo, solto um suspiro de satisfação.
Não tô de sutiã, então sinto a pressão do toque dele com toda clareza.
—Já sabia que você era a putinha do Pablo — ele fala, me beijando com gosto.
—Mas agora posso ser sua putinha…, só sua — falo, me pendurando no pescoço dele pra agora beijar ele com vontade.
A gente se beija por um tempão, chupando, até mordendo, se esfregando um no outro, deixando aquele instinto animal vir à tona que põe fogo na gente.
Depois do beijo, ele passa a língua no meu rosto todo e, me arrastando quase que no tranco, me joga na cama com aquela mesma violência excitante que eu já conhecia desde a noite do Gangbang.
Caio de costas, pernas abertas, dando gargalhada.
—Como você me encontrou? — ele pergunta, enquanto tira a camisa.
—Já te falei, precisava de um eletricista e alguém me passou teu número, mas não sabia que era você, Emilio Fermín — minto.
—Negro, todo mundo me chama de Negro — ele responde, tirando agora a calça e a cueca.
—Negro igual a esse? — pergunto, acariciando o pau dele com meus pés descalços.
Ele não responde, me agarra pelos tornozelos, junta meus pés e começa a foder eles, deslizando o pau no meio do buraco que forma com a sola de cada um. Depois chupa eles, saboreando cada dedo com uma preferência do caralho.
É ele!, penso comigo mesma. Na noite do Gangbang, entre a infinidade de beijos e carícias que os amigos do Pablo me davam, consegui perceber que alguém dedicava uma atenção muito especial. presta atenção nos meus pés. Ele chupava, lambia, até passava a língua entre cada um dos dedos. Não sei que nome tem uma fixação dessas, mas, pra mim, causava mais cócegas do que prazer.
Enquanto ele cuida dos meus pés, vou desabotoando a calça e descendo ela devagar, até que ele mesmo me ajuda a tirar com um puxão forte.
Também não tô de calcinha (pra quê?), então minha buceta aparece toda reluzente na sua candidez, molhada, quente e carnuda.
Ele enfia a cabeça entre minhas pernas e me chupa de forma brusca e arrebatada, atacando meu clitóris com mordidas que me fazem tremer de tesão.
Sem delicadeza nenhuma, levanta minha camiseta e devora meus peitos com aquele mesmo entusiasmo maníaco que antes me intimidava tanto e que agora eu mesma tô pedindo.
A gente se beija de novo, longo e intenso, com muita saliva no meio. Aí ele senta na minha barriga e, colocando o pau entre meus peitos, começa a esfregar com toda a fúria. Quando já tá durinho o suficiente, tira uma cartela de camisinha da carteira e coloca uma. Adoro que ele seja preparado. Um homem tem que andar sempre com camisinha.
Ele se deita sobre meu corpo e, apontando o pau bem armado pro seu destino natural, me penetra de forma suave e delicada, o que me surpreende conhecendo os modos violentos dele. Mas claro, isso é só o começo, porque logo ele dobra e até triplica esse ímpeto inicial, batendo na minha pélvis de um jeito brutal e selvagem... embora extremamente satisfatório. É justo reconhecer: ele pode ser bruto, mas como fode bem.
De pernas abertas, recebo entre suspiros cada uma das investidas dele, duras, profundas, impactantes.
— Ahhhhh... Ahhhhh... Ahhhhhh...! —
Me estremeço e tremo com essa descarga furiosa que parece pronta pra me partir ao meio.
Diferente do Chuky, os modos e gestos dele são violentos e agressivos. O tempo todo ele mantém na cara uma expressão tensa. Exaltado, irascível, igual um psicopata cujo único objetivo é destruir quem tá na frente. E quem tá na frente sou eu...
Depois de uma boa enfiada, ele tira a pica e me vira de costas. Dá uns tapas fortes na minha bunda, de um lado e do outro, e sentando nas minhas pernas, mete de novo, começando na hora uma pegada brutal. Ele segura meus pulsos e puxa meus braços pra trás, arremetendo com tudo, gostoso, bestial, selvagem. Me arranca até lágrimas de tão forte que me come.
Aí ele para, deixando a pica dentro de mim, e começa a cutucar meu cu com o polegar.
— Cê gosta no cu, puta?… Claro que gosta! Lembro como você gritava naquela noite cada vez que a gente enterrava fundo no seu rabo! — ele fala, tentando me humilhar, mas as palavras dele, o jeito que ele fala comigo, só fazem meus ouvidos ficarem doces.
Ele tira a pica da minha buceta e manda direto na retaguarda, assim, de uma vez, sem lubrificação nem nada.
— Isso, Negão, vai, vai, faz meu cu direito! — peço entre gemidos agonizantes, aguentando a ardência de levar no seco.
Nessa altura, ele já tinha soltado meus braços, então eu mesma abri minhas nádegas pra ele me comer melhor e mais fundo.
Ele mete com toda a força, inteirinha, esfregando os ovos cheios e duros no meu traseiro inteiro, batendo neles, como se quisesse meter eles também. Cada golpe vem com um grito meu e um tapa dele na bunda. Tapas fortes, brutais, certeiros. Vou acabar com mais de um hematoma e até com alguma rachadura. Mas era isso que eu queria, o que tava procurando, então, como se diz, chora na igreja.
Por causa da agitação dos nossos movimentos, a gente termina de lado, ele atrás de mim, sem parar de me comer, fazendo doer até o ossinho doce de tão duro que ele tá metendo.
De repente, ele para. Ainda não gozou, mas parece exausto. Sem tirar a pica, estica os braços e solta uns suspiros. Aí sou eu que me mexo agora, pra trás. e pra frente, pros lados, feito uma batedeira, enfiando uma vez atrás da outra naquele êmbolo de carne que naquele momento é o centro do meu Universo.
—Que foi, Negão? Sou puta demais pra você? — falo desafiadora.
Parece que com isso eu machuquei o orgulho viril dele, porque na hora ele me coloca de quatro e, me puxando pelos cabelos como se fossem rédeas, começa a bombar com tudo, sacudindo até a última vértebra da minha coluna.
—Ahhhhhh..., assim, Negão, assim..., ahhhhhh..., ahhhhhhhhh...! — arfo e me estremeço, curtindo cada enfiada apesar da violência com que ele ataca.
Ele tira do meu cu e volta pra minha pussy, castigando ela também com um turbilhão de metidas e tiradas.
Agora ele me segura firme pela cintura, investindo, enchendo de carne até o último cantinho da minha buceta.
De novo ele para e dá uns tapas fortes na minha Booty:
—CHAS... CHAS... CHAS...!—
Quando ele tira, uma cachoeira jorra da minha pussy. Mal termino de me molhar e ele já tá enfiando os três dedos do meio de uma mão e começando a sacudir tudo por dentro, arrancando mais uns jatos.
Meu Deus! É demais... Sinto que vou fazer xixi, então me levanto pra ir ao banheiro, cambaleando e tonta como tô, mas antes de chegar na porta, ele vem atrás de mim, me levanta no colo e me esmaga de cara na parede. Ele separa minhas nádegas e entra arrebentando meu ass, me erguendo uns centímetros do chão a cada enfiada.
Tá como se tivesse tomado um estoque inteiro de Viagra, duro e imperturbável, sem nem sinal de estar perto do orgasmo, enquanto eu já gozei um monte e ainda quero mais.
Ele me deixa imobilizada contra a parede, o corpo pesado e fibroso dele apoiado no meu, me comendo de pé, posição que me lembra a que fiz com Franco na Casaquinta, só que em vez de uma árvore, agora tô apoiada numa parede.
A única coisa que faço é gritar e babar, outra coisa não posso, já que ele me segura com toda a força, com um único objetivo em mente: fazer um buraco na parede através do meu corpo.
Então, quando já estava me resignando a ser desmembrada, sinto que ele está prestes a gozar. Os sinais são inequívocos: a pulsação, a aceleração, um inchaço leve, mas perceptível, sinais que podem passar despercebidos para as novatas, mas não para quem, como eu, já teve uma infinidade de paus no cu.
Assim, disposto a "marcar território", como qualquer macho alfa faria, ele se afasta, arranca a camisinha de um puxão e, me fazendo ficar de joelhos, goza em cima de mim. Nem precisa se masturbar, que a porra começa a jorrar como se tivesse um gêiser entre as pernas.
Jato após jato, ele me encharca com sua efusividade, me marcando com linhas brancas e carregadas que escorrem pelo meu rosto, peitos e o resto do corpo.
Ele ainda está soltando umas gotinhas quando enfia o pau na minha boca e me faz chupar. Só quando deixo ele bem seco é que posso me levantar para ir ao banheiro.
Entro, sento no vaso e solto um longo, longuíssimo mijo. O alívio é tão satisfatório quanto um orgasmo.
Me limpo, levanto e me olho no espelho... Pra quê? Estou um bagaço. Tenho porra até no cabelo, mas isso não é o pior: por causa das lágrimas que ele arrancou de mim, o delineador borrou, formando olheiras escuras e desagradáveis ao redor dos olhos, que, aliás, estão vermelhos.
Tomo um banho rápido e, ainda nua, volto pro quarto. Só espero que ele não pense em uma segunda rodada, porque aí vou ter que chamar o SAMU.
Por sorte, quando saio, ele entra no banho também.
— Você é uma gostosa na cama — ele me elogia, dando um tapa forte na minha bunda quando nos cruzamos no corredor. Só aí respiro aliviada.
Quando ele volta, já estou vestida, trocando os lençóis e tirando o plástico da infidelidade.
— Não deu nenhum estrago, né? Só Você me chamou pra transar — responde enquanto começa a se vestir.
Eu assinto. Depois da putaria, daquele impulso quase primal, até me dá vergonha admitir, mas sim, chamei ele pra transar.
— Que o Pablo não descubra, senão ele me dá dois tiros. Uma coisa é dividir a gostosa numa festa, outra é comer ela sem o consentimento dele — ele me alerta.
— Fica tranquilo, ele não vai saber — garanto.
— Mas se você tiver algum problema elétrico, não hesita em me chamar, faço de graça — ele oferece enquanto eu o acompanho até a porta.
— Valeu, vou lembrar disso — falo, tentando me livrar dele rápido, já que a única coisa que quero naquele momento é me jogar na cama e dormir pelo menos meia hora.
Na porta, ele se despede com um beijo e beliscando minha bunda.
— Tchau e obrigado por tudo, você é uma gostosa incrível.
— Tchau e obrigada a você.
Fecho a porta e desabo no sofá, moída e exausta, embora imensamente satisfeita, isso tem que ser dito.
Dói até a alma de tão forte que ele me comeu, mas não reclamo, porque como se diz nesses casos, quem quer céu...
O primeiro que consegui descobrir algo foi o Negro. Chuky me contou que ele é eletricista. Até me deu o cartão dele e uma recomendação:
— Se tiver algum problema com a luz, chama ele, depois daquela noite com certeza te faz um bom desconto.
Não sei se ele falou sério, mas eu tava mais do que disposta a seguir o conselho.
Primeiro, tratei de arrumar umas duas horas livres, já que pensei em recebê-lo na minha casa. Ligar pra ele como qualquer cliente, pra consertar um curto-circuito e, ao abrir a porta... Surpresa! A puta que você curtiu com seus amigos! Devo dizer que, quanto mais pensava, mais a ideia me seduzia.
O que ele faria? Qual seria a reação dele?
— Arrebentar teu cu de pica — respondia aquele diabinho interior que bolava todas as minhas fodas.
Com tudo já armado, pego o cartão que o Chuky me deu e ligo pro Emilio Fermín Orbegozo, mais conhecido como "Negro". O Negro Orbegozo.
— Alô? Eletricista, quem fala? — atende com uma voz grossa e máscula, daquelas que eletrificam o corpo todo ao ouvir.
— Oi, olha, me passaram teu número, falaram que você trabalha bem e não é muito caro, por isso tô ligando.
Claro que não digo quem sou, porque a graça é ser uma surpresa.
— Bom, isso depende.
— Ah, é? Depende de quê?
— Do tipo de serviço.
— Ah, bom, disso eu não entendo nada, só posso te dizer que tenho uma bagunça de fios e nem ideia pra que serve cada um.
— Se é assim, que tal eu passar aí na sua casa e fazer um orçamento? — sugere ele.
— Acho ótimo, dá pra ser hoje mesmo? — pergunto.
Melhor ele dizer que sim, porque já tinha organizado tudo pra ter o tempo necessário pra atendê-lo, ou pra ser atendida, melhor dizendo.
— Hoje vai ser impossível, tô numa obra.
E eu tô que Vou botar fogo".
—Por favor— insisto —Não vai demorar muito. Você vem, me diz quanto vai me cobrar e volta—
"Com os ovos bem sequinhos".
Ser mulher tem suas vantagens, e ainda mais usar aquela voz de locutora gostosa que abre até a última barreira.
—De onde você tá ligando?— ele pergunta.
—Do Parque Patricios— respondo.
—Ok, tô perto, me manda o endereço no zap que daqui a pouco tô aí— ele fala.
—Bom demais, já vou te mandar, só peço pra não demorar porque acho que alguma coisa vai explodir—
"Quem ia explodir era eu, e disso só ele podia cuidar".
Assim que desligo, mando o zap com meu endereço, assinando como Sra. Velázquez, meu sobrenome de solteira, e no final jogo uns emoticons de beijo, pra incentivar ele a não se atrasar mais que o necessário.
E agora sim, sabendo que ele tá prestes a aparecer na minha porta, fico especialmente ansiosa.
Lembrava do Negro como um cara que gosta de meter forte, e mesmo no meio da ferocidade dos outros, a dele era muito mais extrema e descontrolada. Isso, em vez de me assustar, me excitava. Sou romântica, doce, melosa, mas também selvagem, voraz, arrebatada. Sou de Gêmeos, a dualidade faz parte da minha existência. Às vezes gosto suave, devagar, e outras vezes violento, brutal. E o Negro era o cara certo pra satisfazer esse lado obscuro da minha alma.
Quando ainda faltam uns minutos pras nove, a campainha do interfone toca.
—É ele!— explodo, tentando controlar essa emoção e ansiedade que me consomem.
Me acalmo, respiro suave e pausado, e só então atendo.
—Quem é?— pergunto como se não fosse algo que tô esperando com uma expectativa fora do normal.
—O eletricista— ele se anuncia.
—Ah, sim!—
Abro o portão da rua, indicando que, ao sair do elevador, vire à direita.
Não aguento mais de tesão, tô igual uma adolescente virgem esperando o homem pra quem vai entregar a virtude mais sagrada.
Fico atrás da porta, À espera, vestida em casa, com uma calça jeans desbotada, uma camiseta do "Hard Rock Café" do Rio que trouxe como lembrança das férias e um par de havaianas.
Já consigo ouvir a porta do elevador, os passos firmes e pesados de um homem andando pelo corredor, a demora enquanto ele procura a letra do apartamento, e finalmente a campainha da minha casa, um som nunca antes tão desejado.
Demoro um instante pra abrir a porta, só pra aumentar o suspense da situação, mas quando abro, fico encarando ele com uma cara de surpresa mais do que óbvia. Ele também, principalmente porque já sabe de onde me conhece, embora pareça não lembrar do meu nome.
— Cê não é a amiga do Pablo? — ele pergunta da soleira da porta — A que tava no aniversário dele?
— Pablo? Que Pablo? Não conheço Pablo nenhum — finjo que não tô entendendo.
Ele entra no apartamento sem tirar os olhos de mim, talvez relembrando os eventos daquela noite, que também passam pela minha cabeça.
— Se não é você, então é a irmã gêmea — ele insiste.
— Vai fazer o serviço ou chamo outro eletricista? — falo, fingindo que fiquei de mau humor.
— Desculpa, devo ter me confundido, me mostra onde é o problema.
— É por aqui — digo, indicando pra ele me seguir.
Levo ele então pro quarto, onde já tinha preparado a cama com os lençóis e o plástico à prova de gozadas que só uso quando recebo algum convidado especial.
Entramos, fecho a porta e, me apoiando de costas nela, falo em tom de reprovação:
— Então me comeu, me fodeu, chupei tua pica e nem lembra do meu nome?
— Já sabia que era você! Essas tetas eu nunca esqueço — ele exclama, largando a caixa de ferramentas no chão e se aproximando pra pegar nelas.
Mas antes que ele encoste um dedo em mim, paro ele na hora, colocando a palma da mão no peito dele.
— Se não lembra do meu nome, acho que vou ter que chamar outro mesmo. Eletricista — falo sério.
—Maria…, Mariana…, Marina… — tenta adivinhar pelo que lembra, se guiando pelos meus gestos conforme vai se aproximando — Mariela…, Isso! Mariela! É isso, você é a Mariela — exclama todo animado.
Mesmo ele tendo lembrado com uma baita ajuda minha, já que eu concordei com a cabeça quando ele falou Mariela, tiro a mão do peito dele e deixo ele avançar. Ele agarra meus peitos por cima da camiseta, um com cada mão, e aperta com força. E mesmo doendo, solto um suspiro de satisfação.
Não tô de sutiã, então sinto a pressão do toque dele com toda clareza.
—Já sabia que você era a putinha do Pablo — ele fala, me beijando com gosto.
—Mas agora posso ser sua putinha…, só sua — falo, me pendurando no pescoço dele pra agora beijar ele com vontade.
A gente se beija por um tempão, chupando, até mordendo, se esfregando um no outro, deixando aquele instinto animal vir à tona que põe fogo na gente.
Depois do beijo, ele passa a língua no meu rosto todo e, me arrastando quase que no tranco, me joga na cama com aquela mesma violência excitante que eu já conhecia desde a noite do Gangbang.
Caio de costas, pernas abertas, dando gargalhada.
—Como você me encontrou? — ele pergunta, enquanto tira a camisa.
—Já te falei, precisava de um eletricista e alguém me passou teu número, mas não sabia que era você, Emilio Fermín — minto.
—Negro, todo mundo me chama de Negro — ele responde, tirando agora a calça e a cueca.
—Negro igual a esse? — pergunto, acariciando o pau dele com meus pés descalços.
Ele não responde, me agarra pelos tornozelos, junta meus pés e começa a foder eles, deslizando o pau no meio do buraco que forma com a sola de cada um. Depois chupa eles, saboreando cada dedo com uma preferência do caralho.
É ele!, penso comigo mesma. Na noite do Gangbang, entre a infinidade de beijos e carícias que os amigos do Pablo me davam, consegui perceber que alguém dedicava uma atenção muito especial. presta atenção nos meus pés. Ele chupava, lambia, até passava a língua entre cada um dos dedos. Não sei que nome tem uma fixação dessas, mas, pra mim, causava mais cócegas do que prazer.
Enquanto ele cuida dos meus pés, vou desabotoando a calça e descendo ela devagar, até que ele mesmo me ajuda a tirar com um puxão forte.
Também não tô de calcinha (pra quê?), então minha buceta aparece toda reluzente na sua candidez, molhada, quente e carnuda.
Ele enfia a cabeça entre minhas pernas e me chupa de forma brusca e arrebatada, atacando meu clitóris com mordidas que me fazem tremer de tesão.
Sem delicadeza nenhuma, levanta minha camiseta e devora meus peitos com aquele mesmo entusiasmo maníaco que antes me intimidava tanto e que agora eu mesma tô pedindo.
A gente se beija de novo, longo e intenso, com muita saliva no meio. Aí ele senta na minha barriga e, colocando o pau entre meus peitos, começa a esfregar com toda a fúria. Quando já tá durinho o suficiente, tira uma cartela de camisinha da carteira e coloca uma. Adoro que ele seja preparado. Um homem tem que andar sempre com camisinha.
Ele se deita sobre meu corpo e, apontando o pau bem armado pro seu destino natural, me penetra de forma suave e delicada, o que me surpreende conhecendo os modos violentos dele. Mas claro, isso é só o começo, porque logo ele dobra e até triplica esse ímpeto inicial, batendo na minha pélvis de um jeito brutal e selvagem... embora extremamente satisfatório. É justo reconhecer: ele pode ser bruto, mas como fode bem.
De pernas abertas, recebo entre suspiros cada uma das investidas dele, duras, profundas, impactantes.
— Ahhhhh... Ahhhhh... Ahhhhhh...! —
Me estremeço e tremo com essa descarga furiosa que parece pronta pra me partir ao meio.
Diferente do Chuky, os modos e gestos dele são violentos e agressivos. O tempo todo ele mantém na cara uma expressão tensa. Exaltado, irascível, igual um psicopata cujo único objetivo é destruir quem tá na frente. E quem tá na frente sou eu...
Depois de uma boa enfiada, ele tira a pica e me vira de costas. Dá uns tapas fortes na minha bunda, de um lado e do outro, e sentando nas minhas pernas, mete de novo, começando na hora uma pegada brutal. Ele segura meus pulsos e puxa meus braços pra trás, arremetendo com tudo, gostoso, bestial, selvagem. Me arranca até lágrimas de tão forte que me come.
Aí ele para, deixando a pica dentro de mim, e começa a cutucar meu cu com o polegar.
— Cê gosta no cu, puta?… Claro que gosta! Lembro como você gritava naquela noite cada vez que a gente enterrava fundo no seu rabo! — ele fala, tentando me humilhar, mas as palavras dele, o jeito que ele fala comigo, só fazem meus ouvidos ficarem doces.
Ele tira a pica da minha buceta e manda direto na retaguarda, assim, de uma vez, sem lubrificação nem nada.
— Isso, Negão, vai, vai, faz meu cu direito! — peço entre gemidos agonizantes, aguentando a ardência de levar no seco.
Nessa altura, ele já tinha soltado meus braços, então eu mesma abri minhas nádegas pra ele me comer melhor e mais fundo.
Ele mete com toda a força, inteirinha, esfregando os ovos cheios e duros no meu traseiro inteiro, batendo neles, como se quisesse meter eles também. Cada golpe vem com um grito meu e um tapa dele na bunda. Tapas fortes, brutais, certeiros. Vou acabar com mais de um hematoma e até com alguma rachadura. Mas era isso que eu queria, o que tava procurando, então, como se diz, chora na igreja.
Por causa da agitação dos nossos movimentos, a gente termina de lado, ele atrás de mim, sem parar de me comer, fazendo doer até o ossinho doce de tão duro que ele tá metendo.
De repente, ele para. Ainda não gozou, mas parece exausto. Sem tirar a pica, estica os braços e solta uns suspiros. Aí sou eu que me mexo agora, pra trás. e pra frente, pros lados, feito uma batedeira, enfiando uma vez atrás da outra naquele êmbolo de carne que naquele momento é o centro do meu Universo.
—Que foi, Negão? Sou puta demais pra você? — falo desafiadora.
Parece que com isso eu machuquei o orgulho viril dele, porque na hora ele me coloca de quatro e, me puxando pelos cabelos como se fossem rédeas, começa a bombar com tudo, sacudindo até a última vértebra da minha coluna.
—Ahhhhhh..., assim, Negão, assim..., ahhhhhh..., ahhhhhhhhh...! — arfo e me estremeço, curtindo cada enfiada apesar da violência com que ele ataca.
Ele tira do meu cu e volta pra minha pussy, castigando ela também com um turbilhão de metidas e tiradas.
Agora ele me segura firme pela cintura, investindo, enchendo de carne até o último cantinho da minha buceta.
De novo ele para e dá uns tapas fortes na minha Booty:
—CHAS... CHAS... CHAS...!—
Quando ele tira, uma cachoeira jorra da minha pussy. Mal termino de me molhar e ele já tá enfiando os três dedos do meio de uma mão e começando a sacudir tudo por dentro, arrancando mais uns jatos.
Meu Deus! É demais... Sinto que vou fazer xixi, então me levanto pra ir ao banheiro, cambaleando e tonta como tô, mas antes de chegar na porta, ele vem atrás de mim, me levanta no colo e me esmaga de cara na parede. Ele separa minhas nádegas e entra arrebentando meu ass, me erguendo uns centímetros do chão a cada enfiada.
Tá como se tivesse tomado um estoque inteiro de Viagra, duro e imperturbável, sem nem sinal de estar perto do orgasmo, enquanto eu já gozei um monte e ainda quero mais.
Ele me deixa imobilizada contra a parede, o corpo pesado e fibroso dele apoiado no meu, me comendo de pé, posição que me lembra a que fiz com Franco na Casaquinta, só que em vez de uma árvore, agora tô apoiada numa parede.
A única coisa que faço é gritar e babar, outra coisa não posso, já que ele me segura com toda a força, com um único objetivo em mente: fazer um buraco na parede através do meu corpo.
Então, quando já estava me resignando a ser desmembrada, sinto que ele está prestes a gozar. Os sinais são inequívocos: a pulsação, a aceleração, um inchaço leve, mas perceptível, sinais que podem passar despercebidos para as novatas, mas não para quem, como eu, já teve uma infinidade de paus no cu.
Assim, disposto a "marcar território", como qualquer macho alfa faria, ele se afasta, arranca a camisinha de um puxão e, me fazendo ficar de joelhos, goza em cima de mim. Nem precisa se masturbar, que a porra começa a jorrar como se tivesse um gêiser entre as pernas.
Jato após jato, ele me encharca com sua efusividade, me marcando com linhas brancas e carregadas que escorrem pelo meu rosto, peitos e o resto do corpo.
Ele ainda está soltando umas gotinhas quando enfia o pau na minha boca e me faz chupar. Só quando deixo ele bem seco é que posso me levantar para ir ao banheiro.
Entro, sento no vaso e solto um longo, longuíssimo mijo. O alívio é tão satisfatório quanto um orgasmo.
Me limpo, levanto e me olho no espelho... Pra quê? Estou um bagaço. Tenho porra até no cabelo, mas isso não é o pior: por causa das lágrimas que ele arrancou de mim, o delineador borrou, formando olheiras escuras e desagradáveis ao redor dos olhos, que, aliás, estão vermelhos.
Tomo um banho rápido e, ainda nua, volto pro quarto. Só espero que ele não pense em uma segunda rodada, porque aí vou ter que chamar o SAMU.
Por sorte, quando saio, ele entra no banho também.
— Você é uma gostosa na cama — ele me elogia, dando um tapa forte na minha bunda quando nos cruzamos no corredor. Só aí respiro aliviada.
Quando ele volta, já estou vestida, trocando os lençóis e tirando o plástico da infidelidade.
— Não deu nenhum estrago, né? Só Você me chamou pra transar — responde enquanto começa a se vestir.
Eu assinto. Depois da putaria, daquele impulso quase primal, até me dá vergonha admitir, mas sim, chamei ele pra transar.
— Que o Pablo não descubra, senão ele me dá dois tiros. Uma coisa é dividir a gostosa numa festa, outra é comer ela sem o consentimento dele — ele me alerta.
— Fica tranquilo, ele não vai saber — garanto.
— Mas se você tiver algum problema elétrico, não hesita em me chamar, faço de graça — ele oferece enquanto eu o acompanho até a porta.
— Valeu, vou lembrar disso — falo, tentando me livrar dele rápido, já que a única coisa que quero naquele momento é me jogar na cama e dormir pelo menos meia hora.
Na porta, ele se despede com um beijo e beliscando minha bunda.
— Tchau e obrigado por tudo, você é uma gostosa incrível.
— Tchau e obrigada a você.
Fecho a porta e desabo no sofá, moída e exausta, embora imensamente satisfeita, isso tem que ser dito.
Dói até a alma de tão forte que ele me comeu, mas não reclamo, porque como se diz nesses casos, quem quer céu...
29 comentários - Negro...
Muy lindo relato
Van puntos
"La que estaba por explotar era yo, y de eso solo él podía ocuparse".
Venís, me decís lo que me vas a cobrar y te volvés-
"Con los huevos bien sequitos".
"será bruto pero que bien coge."[/i]
En el preambulo del sexo, estas frases calientan como tu no te lo imaginas linda
"Solo me llamaste para culear"
"sí, lo llamé para culear"[/i]
Que HERMOSO, me encanta cuando una pareja hace esto, juntarse para solo culear...MARAVILLOSO!!
Excelente relato como siempre querida FELICITACIONES!! 👏 👏 +10
Besitos preciosa!!💋
LEO