Fala. Tô de volta com mais um capítulo da história da minha linda filha Lourdes. Pra quem ainda não nos conhece, esses relatos contam os acontecimentos mais marcantes que foram rolando comigo desde que a Lou, minha filha fora do casamento, se mudou pra minha casa com meus outros filhos e começou devagarzinho a virar minha obsessão. Se vocês não conhecem a história, recomendo dar uma olhada nos posts anteriores antes de continuar lendo. Aqui vão os links.http://www.poringa.net/posts/relatos/2723179/Mi-hija-Lourdes-Primera-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2723417/Mi-hija-Lourdes-Segunda-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2723690/Mi-hija-Lourdes-Tercera-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2724346/Mi-hija-Lourdes-Cuarta-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2725152/Mi-hija-Lourdes-Quinta-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2727063/Mi-hija-Lourdes-Sexta-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2728754/Mi-hija-Lourdes-Septima-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2732594/Mi-hija-Lourdes-Octava-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2736011/Mi-hija-Lourdes-Novena-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2741906/Mi-hija-Lourdes-Decima-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2750247/Mi-hija-Lourdes-Onceaba-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2753768/Mi-hija-Lourdes-Doceava-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2757408/Mi-hija-Lourdes-Treceava-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2789866/Mi-hija-Lourdes-Decimocuarta-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2953404/Mi-hija-Lourdes-Decimoquinta-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2959790/Mi-hija-Lourdes-Decimosexta-Parte.htmlAgora sim, continuamos:
Quando acordei, estava algemado a uma maca de hospital. Dois policiais estavam ao meu redor.
— Tá acordando, olha — disse o mais próximo de mim.
— O que aconteceu? — falei, ainda confuso. A única coisa que sabia era que tinha batido com uma violência danada.
— Esperávamos que o senhor pudesse nos dizer. Infringiu tantas leis que é melhor começar a cooperar antes de complicar ainda mais sua situação — ameaçou o segundo policial.
— Eu... não sei, tô meio confuso, cadê a Lourdes? — perguntei pra eles. Claramente, minha mina tinha me metido numa baita enrascada dessa vez. Sempre pensei que essa relação um dia viria à tona e ia foder minha vida, mas parece que agora podia me prejudicar mais do que eu imaginava.
— Bom, já temos o nome de Natalia Natalia — disse um dos oficiais. Entendi a gíria policial, é assim que falam de N/N, ou seja, pessoas não identificadas.
— Minha filha ainda tá inconsciente? — falei, já entrando num desespero que me fazia puxar as algemas que me prendiam à maca.
— Sua filha também estava no carro? Então quem era a mulher que estava com o senhor no banco do carona? — Parece que me pegaram com a mão na massa, ou melhor, com o pau pra fora da calça. Na real, naquela altura, o escárnio público que podia causar me preocupava pouco, só queria saber como minha filhota estava.
— Não entendo muito bem o que estava rolando naquele carro, mas a moça que viajava com o senhor está no necrotério, esperando ser identificada. Pode nos dizer quem era? Se tinha mais alguém no veículo, precisamos saber agora mesmo pra começar a busca.
Naquele momento, senti o mundo desabar. Um arrepio macabro percorreu meu corpo inteiro, e o coração começou a bater num ritmo frenético.
— Não, não, não, não, nãooo! Tem um erro, me deixa sair daqui, preciso ver ela! — comecei a gritar enquanto puxava as algemas com toda força. força sacudindo toda a maca. Sentia o metal frio machucando meus pulsos, mas não ligava, só queria sair e mostrar que eles estavam errados. Precisava ver minha linda Lourdes mais uma vez.
- Chega, você tá se machucando, fica quieto! - Tentavam me segurar entre os dois, mas meu desespero só aumentava. Na briga, eu continuava forçando as algemas, tentando me soltar.
- Vai chamar uma enfermeira pra dar um calmante nele! - gritava um dos policiais enquanto apertava meu braço, que já começava a sangrar de tanta força que eu fazia contra as algemas.
Quando a porta se abriu, consegui ver meus filhos e minha ex-mulher chorando no corredor. Minha angústia já era total, a vista começou a ficar embaçada pelas lágrimas, e um nó na garganta tirava meu fôlego.
- Não! Lourdes! Deixa eu ver ela! Pelo amor de Deus! - gritei desesperado. Enquanto um médico e uma enfermeira entravam correndo pra me aplicar uma injeção. Milhares de imagens da minha filha vinham à minha mente enquanto eu lutava e esperneava contra todo mundo. Desde os sorrisos doces, os abraços e beijos quentes, mas também outras de paixão intensa e, principalmente, aquele sorriso lindo que ela me deu antes de se abaixar no carro antes da batida. Finalmente me aplicaram a porra do calmante, e meu corpo começou a perder a força. Enquanto minha energia se esvaía, Daniela entrou correndo, para surpresa de todos, e me deu um tapa forte na cara que me impediu de dormir, depois outro e mais um. Ela não parava de me bater.
- Filho da puta! Você matou meu bebê! - gritava furiosa e inconsolável - enquanto tentavam segurá-la.
Eu me sentia muito pior do que isso. Não existem palavras que definissem o quão irresponsável e culpado eu me sentia. Meus olhos continuavam derramando lágrimas, mas eu não tinha força no corpo nem pra tentar enxugá-las. Senti como se meu peito estivesse sendo rasgado. Tudo girava por causa da droga que me injetaram. Queria gritar, mas a voz não saía. Minha princesa, meu amor, o centro da minha vida tinha ido embora, e ainda por cima sua memória... Ficaria manchada para sempre por essa relação proibida exposta de uma forma tão brutal.
Com certeza por causa do forte calmante que me deram, eu tava alucinando com a voz da minha linda Lourdes, que de algum lugar tentava me consolar.
— Calma, pai, tô aqui, tô com você — ouvir ela só aumentava minha angústia. Sentia que ia enlouquecer.
Levei as mãos ao peito, sem perceber que já tava solto, a maca balançava e uma sirene forte não parava de tocar.
— Doutor! Doutor! Acho que ele acordou! — ouvi a voz doce da Lourdes dizer. Abri os olhos e a primeira coisa que vi foram os lábios vermelhos dela falando:
— Pai, não se mexe, a gente sofreu um acidente — comecei a recuperar a visão e tava deitado numa ambulância. Nunca na vida senti tanto alívio por acordar de um sonho. Pra falar a verdade, era a primeira vez que queria acordar de um sonho onde a Lourdes tivesse envolvida.
Um paramédico me examinava e minha filha segurava minha mão. Pelo visto, ela tava tão assustada quanto eu no meu sonho, porque via que o delineado dos olhos dela tinha borrado e desenhado umas lágrimas pretas na bochecha dela.
— Siga a luz, sem mexer a cabeça — o jovem falava, movendo uma lanterna de um lado pro outro.
— Acho que não consigo mexer de qualquer jeito — falei, já que tava com um colar cervical.
— É bom que o senhor mantenha o humor. Lembra do que aconteceu? — ele perguntava, continuando o exame.
Naquele momento, fiz um esforço pra olhar minha calça e vi que tava fechada. Quando percebeu, a Lourdes sorriu e piscou um olho pra mim. Minha filha era uma jovem gênia. Antes dos socorristas chegarem, ela cuidou de esconder as marcas do nosso jogo sexual perigoso.
— Não lembro muito, só lembro de um impacto forte — falei, tocando a cabeça e me fazendo de sonso pra caralho.
— Aparentemente, vocês bateram num imprudente que fugiu do local — o médico me informou sério. Eu, fazendo a minha parte. Lá dentro, pensava: "Alejo, não pode ter tido tanta sorte assim. Se aquele infeliz não tivesse escapado, você teria ficado totalmente exposto." Não só sabia que o acidente era culpa minha, como também tava ciente de que, se ele tivesse descido do carro, o outro motorista teria nos pego no flagra. O sorriso safado da Lou me dizia que a gente tava pensando a mesma coisa.
— Tiveram muita sorte. Quando vimos o carro, achamos que íamos encontrar uma tragédia lá dentro — o profissional me explicava enquanto a ambulância parava. Me tiraram e me meteram no pronto-socorro. Lourdes vinha atrás. Quando desci, vi que ela tava com o braço imobilizado. Nos colocaram em salas diferentes, e em mim, especialmente, controlaram até os dedos do pé. Apesar de algumas dores, tava feliz. Contente que minha mina só tivesse uns arranhões e uma pancada no braço.
Enquanto me levantava, vi meus filhos e meu irmão conversando com a Lou no corredor. Também estavam a Daniela e o Luciano. Com certeza aquele verme tava preocupado em deixar a Daniela sozinha com minha filha depois da trepada violenta que deram no chão do banheiro do teatro. Lou gesticulava com as mãos.
Via minha filha abraçada com a mãe dela, e a sensação de alívio voltava a me refrescar. O sonho tenebroso que tive era obviamente uma representação de culpa, por ser um degenerado e por ser inconsequente. Mas agora que tudo tava passando, tinha que admitir que só de lembrar da punheta e das lambidas da minha filha no meu pau, já tava fazendo ele endurecer de novo. Pra minha tranquilidade, era outra parte que não tinha sofrido lesões com o impacto. Seria muito difícil de explicar na frente dos médicos.
Tive que dar um depoimento policial que foi muito parecido com o que dei pro médico, e depois de me darem cem instruções sobre meus cuidados, nos deixaram ir pra casa. No saldo, uns hematomas no braço da Lou, e eu um pouco machucado também, com um pequeno corte no rosto e um galo por ter batido a cabeça. a cabeça contra a porta. Entre os avisos, me disseram que a gente tinha que ficar esperto com essa batida. Podia ter algum problema de percepção passageiro.
Eu não tava nem aí. Tava feliz. Não parava de abraçar ela e dar beijo na cabeça.
– Ficou sentimental com o choque, gordão? – falou meu irmão, que tava nos levando pra casa no carro dele.
– Papai sempre é um doce, tio – me defendia Lou e me olhava com tanta doçura que, se não fosse pela presença do meu irmão e dos meus filhos, eu beijava ela sem parar.
– Tá véio, fica meio viadinho – brincava Diego. Não ligava de me zoarem. Tava feliz.
– Você não sabe como ficou o carro! Fez ele virar merda! – comentou Enzo com aquela falta de tato que o animal tem. Todo mundo mandou ele calar a boca. Pelo visto, meu Ford véio era um monte de ferro retorcido.
Quando voltamos pra casa, todo mundo cuidava da gente como se fôssemos aleijados. Me lembrou a época pós-infarto. Essas coisas me deixam de muito mau humor. Me sinto um inútil. Me seguiram quase até o banheiro até eu ir deitar. Depois de um tempo deitado, sinto umas batidas na porta e a voz linda da minha filha perguntando do outro lado:
– Posso entrar? – Claro que falei que sim, e ela entrou com um copo d'água e um comprimido maior que uma empada.
– Você tem que tomar isso antes de dormir, o médico falou – disse ela com um tom tão firme que parecia que tava me dando uma bronca. Obedeci minha menina, no fim sempre acabo fazendo o que ela pede, e como se fosse um prêmio, ela chegou perto e falou:
– Você me assustou muito, meu love – e me deu um beijo na boca, um dos mais doces que eu lembro. Aquele beijo e ouvir a palavra love me deixaram sem palavras. Fiquei de boca aberta olhando pra ela feito uma estátua.
– O que foi? Te machuquei? – perguntou ela, meio assustada.
– Não, linda, bem pelo contrário – falei, acariciando a bochecha dela. Ela se levantou e parecia que ia sair, mas, como sempre, minha filha ainda tinha uma surpresa pra mim. Ela trancou a porta do Quarto e se virou com aquele jeito de putinha brincalhona que ela faz tão bem.
— Ainda te devo uma, papai, tenho que terminar o que comecei — falou com voz de puta e passou a língua nos lábios como se estivesse pensando na gozada que queria tirar de mim. Abriu os lençóis da minha cama e pegou meu pau nas mãos de novo. Ah, pelo amor de Deus! Aquelas mãos me faziam esquecer de tudo. Quantas picas ela deve ter acariciado pra aprender a fazer tão bem. Enquanto tudo isso passava pela minha cabeça e as mãos dela não paravam, meu pau foi crescendo e ficando bem duro. Minha mina desde o primeiro dia teve uma facilidade sobrenatural pra me deixar de pau duro.
— Dá uma alegria pro papai — falei empurrando a nuca dela. Minha mina não precisou de mais nada pra se abaixar e meter ele devagar na boca dela. O contato daqueles lábios carnudos e insaciáveis me fazia delirar. Não consegui segurar meu gemido quando a língua dela se esticou roçando minhas bolas.
— Isso, minha vida! Que boca gostosa você tem! — exclamava louco de prazer. Ela tirou ele da boca e começou a esfregar no rosto dela, dando só beijinhos com os lábios apertados, fazendo biquinho.
Aquela atitude brincalhona e quase infantil com o pau entre os dedos e a boca dela me deixava à beira do êxtase. Não aguentei mais. Me ajoelhei no colchão e agarrei a nuca dela com força.
— Engole ele todo, queria? Tá aqui! — falei enquanto apertava a cabeça dela e começava a foder aquela boca linda, fazendo ela engasgar uma vez e outra. Aquela boca me faz perder o controle.
Enquanto ela me chupava como toda uma profissional, as imagens daquela transa no banheiro com o Luciano vinham na minha memória. Os engasgos da minha mina eram música pros meus ouvidos, eu tava metendo até as bolas. Ela recebia meu pau como se fosse um manjar e isso me deixava louco. Cada vez que eu soltava ela, ela continuava chupando como a maior putinha e me olhando com aqueles olhos vermelhos mas ainda assim de gata.
Me estiquei o máximo que pude, passando meus dedos pela rachadura daquela bunda linda, acariciando suavemente aquele... bunda apertada e os lábios molhados dela usa a palavra: pussy. Nós arrancamos a pouca roupa que restava
- Agora vou te mostrar como se come uma mulher como você - falei, louco
- Não gostou do jeito que meu outro papai me comeu? - ela disse, me provocando
- Eu sou seu papi, sua putinha - falei enquanto abria de lado a lado aquelas pernas delicadas. Enfiei com força, fazendo ela gritar tão alto que tive que tapar a boca dela. Adorava olhar pra ela, mas mais ainda gostava de comer ela. Quando senti aquela pussy quente apertando meu pau, comecei a meter como se fosse a última vez. Os gemidos abafados pela mão dela me deixavam ainda mais excitado.
- Você gosta do pau do papi, meu amor? - perguntei, com gotas de suor escorrendo pelo meu rosto. Ela balançava a cabeça que sim, já que eu ainda não tinha soltado a boca dela
O som da cabeceira da minha cama batendo na parede, os gemidos abafados dela e meus suspiros eram a trilha sonora que antecedia um orgasmo espetacular. Ela agarrou meu braço com as duas mãos, me fazendo tirar a mão da boca dela, e disse com uma voz de puta excitada:
- Enche de porra, quero sentir na minha pele toda - esse pedido por sêmen foi o que transbordou o copo da minha excitação. Tirei e me ajoelhei na cama, em cima dela. Comecei a bater punheta com força e logo senti que meu pau ia explodir. Via minha filha se deliciando enquanto esperava o presente dela.
Então decidi dar sem aviso.
Um jato forte de porra acertou o rosto dela, fazendo ela fechar os olhos e abrir a boca. Esse ato instintivo foi uma delícia de ver. Mas tinha mais porra pra minha princesa, continuei no rosto dela e dois jatos bem generosos no pescoço e no peito dela. Era muito excitante ver ela banhada no sêmen do pai e juntando com os dedos
- Como você gosta, gostosa - falei, morto pela transa inesquecível, mas também pela droga que tinha tomado.
Cai como um peso morto ao lado dela na cama. Ela continuava brincando com minha porra e me olhava, rindo.
Meus olhos começaram a fechar, mesmo eu querendo continuar vendo. Esse espetáculo pornográfico e obsceno que minha filha ficava me dando de presente. Resisti, mas o cansaço me devorava.
- Velho, ei velho! - me acordou, Enzo empurrando meu braço. Levei um baita susto quando vi ele.
Olhei pro lado na cama e a Lou já não estava mais.
- O que foi? Que horas são? - perguntei desorientado.
- É cedo, mas tá na hora do seu remédio - ele falou com aquela precisão característica. Parece que meus dias iam começar assim por um tempo. Me irritava um pouco, mas era bom se sentir cuidado.
- Seus irmãos? - perguntei pro baixinho, enquanto levantava e calçava os chinelos.
- Transando na sala - falou o Enzo todo tranquilo. Eu fiquei paralisado olhando pra ele.
- Pra falar a verdade, eu tava nessa também, mas me mandaram pra cá - completou, impassível.
- Que porra é essa?! - gritei furioso, me levantando com vontade de estrangular ele.
- Se pai, ontem no final a gente não comeu nada por causa do acidente, tava comendo um lanche - ele falou meio assustado. "Você é um idiota, Alejo", pensei comigo. Uma consoante muda tudo. Com certeza eram aqueles problemas de percepção que o médico avisou. Minha mente cheia de culpa e sobrecarregada de sexo não ia ajudar nada nesse período de recuperação.
- Ah, claro, desculpa, tô meio desorientado - falei, dando uns tapinhas no braço dele.
Comecei o dia numa calma relativa. Acompanhei eles na comilança de porcaria que improvisaram na mesinha de centro e tive que aguentar as piadinhas pelo tombo que levei.
Notei mais duas confusões de palavras que achei que tinha ouvido totalmente diferentes, sem o conteúdo sexual do meu erro anterior, e comentei pra ver se não tinha algum dano cerebral.
Durante a tarde, enquanto tava relaxado tomando um suco. Na paz relativa que me dava saber que tava de licença médica por um tempo, a campainha tocou. Como o Enzo tava na casa de um amigo nerd dele e a Lourdes não largava do meu lado, meu filho Diego atendeu o interfone.
- Parece que temos visitas. VIP — disse ele, surpreso. Eu estava ainda mais confuso. Perguntei à Lourdes o que o irmão dela tinha dito, só pra ter certeza. Nisso, Diego abre a porta e aparece Francisco, o dono da balada. O mesmo tarado que encheu minha filha de bebida na minha frente.
— Como é que cê tá, mestre? Pode ficar sentado. A Barbie me contou o que aconteceu com vocês — ele disse, enquanto apertava minha mão e me segurava pelo ombro pra eu continuar sentado. Pra ser sincero, não tava acostumado a apertar a mão de um homem com tanto anel.
Ele cumprimentou minha filha com um beijo em cada bochecha, mas a mão na cintura dela, fazendo um carinho quase imperceptível, não me agradou nada. Minha filha tava com um top rosa e uma legging branca de matar.
— Que loucura como o pessoal dirige, né? Quem paga o pato é sempre o cidadão de bem que faz a coisa certa — ele falava com cara de consternação. Me deu até uma vergonha, mas eu sabia que ele também não era nenhum exemplo de cidadão modelo, pelo pouco que conhecia dele.
— É, fazer o quê, são coisas que acontecem, ninguém tá livre — falei, só pra acompanhar o papo.
— Não, não tá certo. A Lourdes e vocês são muito próximos pra mim. Não quero que passem por esse perrengue — ele disse, enquanto enfiava a mão no bolso da calça social fina dele.
Olhei pros meus filhos, e os dois estavam com cara de interrogação. Ele tirou umas chaves com um chaveiro eletrônico e colocou na mão da Lou. Quando minha filha virou o chaveiro, vi o logo de uma marca de carro alemã.
— O que é isso? — perguntou Lourdes, enquanto meu coração quase saía pela boca.
— Quero que vocês fiquem com ele. Comprei o vermelho faz pouco tempo, e esse tava meio largado aqui. É modelo 2013, mas anda bem — ele dizia, enquanto eu olhava pros meus filhos pra ver se tava ouvindo direito.
Ele nos leva até a janela e aponta pro carro. Era um luxo. Preto, claramente de alta gama, as rodas e o logo brilhando. Não era exatamente o que eu chamaria de "largado".
— Não dá pra aceitar isso, é responsabilidade demais. Se a gente riscar ele, eu morro — falei. Saindo do choque, mas a surpresa ia ser ainda maior com a resposta que ele me deu:
— Acho que você não tá entendendo. Não tô dando a chave como empréstimo. É um presente — não minto se disser que quase desmaiei. Vão dizer que sou materialista, mas nem com o maior otimismo sonhei em ter um carro daquele um dia. Enquanto tentava respirar, Lou deu um pulo e abraçou ele, agradecendo e enchendo a bochecha dele de beijos. Diego tapava a boca com os olhos arregalados como dois ovos fritos, acho que minha cara tava igual.
— Não vou aceitar um não como resposta. Dá uma volta e vai ver que vai gostar — ele falou, batendo no meu ombro de um jeito bonachão.
— Não sei o que dizer. Valeu, Francisco, você me deixou sem palavras — falei com toda sinceridade.
Por um momento pensei "devo estar em coma e isso é um sonho", enquanto minha parte mais safada já viajava. A casa virou uma festa com o presente luxuoso do Fran. Até saímos pra ver o carro. Não saía do meu espanto.
Era uma motivação e tanto pra eu ficar bom logo. Diego deu uma volta no quarteirão antes de ir pro trampo e voltou doido. Por razões óbvias, preferi não dirigir até ter certeza dos meus reflexos. Depois disso, meu filho foi embora e me deixou com minha filha e o amigo rico dela.
Poucos minutos depois, Lourdes foi pra cozinha e eu, doido pela máquina que tava na porta, conversava com Francisco como se fosse amigo de infância. Tava nessa quando minha filha me chama:
— Pai, vem cá, que é hora do remédio — ela fala num tom cantado, como quem fala com criança.
Como eu tava meio desorientado, pedi licença pro convidado e fui.
Quando cheguei, não tinha copo d'água nem a caixa de remédio. Só a Lou, que chegou mais perto:
— Pai, acho que eu devia "agradecer" o Fran. Deixa a gente sozinho um pouquinho — ela pediu, me deixando atônito.
— No espelho do corredor dá pra ver quase toda a sala, se você tiver interesse — ela ofereceu.
— Tem que ser filha grata - falei com um sorriso bem perverso.
Saí da cozinha, bocejando, e Lourdes atrás de mim.
- Já volto, vou acompanhar o papai até a cama que ele fica com muito sono quando toma o calmante - disse pro Francisco pra me mandar embora de um jeito mais ou menos elegante. Me despedi dele meio que fingindo e fui embora.
Fiquei no quarto uns 5 minutos. Quando abri a porta devagar, ouvia beijos e suspiros. Dei ouvidos pra Lourdes e me posicionei na diagonal do espelho procurando a imagem até que vi eles. Lou tava sentada no colo do Francisco e estavam enroscados num beijo quase pornográfico. Era muito excitante ver as línguas deles pra fora da boca brincando enquanto ele acariciava a bunda dura da minha menina.
Dava pra notar a mão da Lourdes na região do volume do amigo dela. Ela abaixou o zíper da calça e se deslizou roçando todo o corpo aqueles peitos magníficos. Se ajeitou ajoelhada entre as pernas do generoso Fran e a cabeça dela começou a subir e descer devagar.
- Não tem presente que pague isso, bebê, você é a melhor - ele reconhecia enquanto se esticava no sofá e olhava pra cima aproveitando a boca quente. Só de pensar naqueles lábios e naquela língua já era suficiente pra eu me tocar a piroca olhando no espelho antigo do corredor. O cara excitado tirou a camiseta dela e como não tinha sutiã por baixo começou a acariciar os peitões enormes da minha gatinha linda.
Com a boca cheia de piroca, ela respondia com gemidos suaves que arrepiaram minha pele. Era um espetáculo divino ver minha menina em ação e principalmente com minha aprovação pra fazer o que tava fazendo.
- Mas que porra é essa?! - ouvi a voz do Enzo, virei um pouco e ele apareceu no espelho. Tava parado perto da porta. Com a mochila ainda nas costas vendo a irmã dar uma aula master de como satisfazer um homem. Ao ver o cara, Francisco subiu a calça e deu um pulo do sofá.
Lourdes se levantou também e, chiando baixinho, ordenou:
- Shhh, abaixa a vozinho, gordito, que papai tá dormindo - enquanto os peitos nus dela roubavam toda a atenção do meu filho.
- Relaxa um pouco, bro - eu falava enquanto puxava as alças da mochila pra ele tirar.
- Cadê o papai? - perguntou enquanto Lourdes pegava a mão dele e colocava em cima de um dos peitos dela.
- Tá dormindo por causa da medicação. Se não fizermos muito barulho, tá tudo certo - ela sugeriu enquanto abaixava o zíper da calça dele e enfiava a mão lá dentro.
- Você é uma putinha mesmo, meu amor - falava impressionado o Francisco enquanto via o Enzo se render aos encantos irresistíveis da irmã gostosa. Lou empurrou o baixinho contra o sofá e tirou o tênis dele, depois começou a puxar a calça. Nessa altura, o Fran já era um espectador VIP igual eu e se punhetava com a cena incestuosa na nossa frente.
Lourdes não perdeu tempo e começou a chupar a pica do irmão, passando a língua de um lado pro outro. Como nós dois já tínhamos provado aquela boca quente, dava pra imaginar como ela sugava e o prazer que dava pro cara. A juba dela subia e descia, e o Enzo não economizava na hora de mostrar o tesão. Toda cara possível e os gemidos que minha filha arranca de cada homem que toca.
- Você aí, fazendo o quê? - falou pro Fran, virando com os lábios brilhando de tanto boquete.
Rápido, ele levantou e mostrou a pica do lado. Lourdes puxou a camiseta do irmãozinho fazendo ele levantar e, ajoelhada entre os dois, pegou as duas picas e começou a chupar alternando. Dava uma imagem de puta mesmo, agachada entre dois paus. Ela fez questão de se posicionar de frente pro corredor pra eu poder ver os lábios dela devorando cada um. Também lambia como se fossem sorvetes derretendo.
Eu não aguentava mais, tava com a pica na mão e me punhetava o mais rápido que dava.
- Ô irmãzinha, que puta que tu é! Tu é a melhor! - falava louco o Enzo enquanto ela brincava com a língua na ponta dos dois paus.
- Moleque, você tem sorte de ter essa deusa. Em casa - ele ficava pilhado, excitado com o trio incestuoso do qual fazia parte. Lourdes respondeu como melhor sabe, aumentando o prazer. Apertando com força as duas picas, enfiou elas juntas na boca dela. Os dois gemeram quase até gritar com isso. Minha filha é uma chupadora de pica insaciável. Ver ela com duas picas juntas dentro dos lábios dela quase me fez sair do meu esconderijo.
- Por que você não come ela, não tem coragem? - perguntou Francisco, quente igual uma panela.
- Vem, irmãozinho - ordenou Lou ao ver que Fran se excitava com a ideia. Ela abriu as pernas e começou a sentar na pica do irmão, que sentado no sofá delirava com essa pussy.
Minha filha era muita mulher pra aquele lixo, e ele mesmo sabia disso, mas ter aquele corpo gostoso à disposição era a glória pra um cara como Enzo. A putinha aproveitou os gemidos de Enzo pra beijar ele, enfiando a língua inteira na boca do irmão. Os lábios e os gemidos dos dois se fundiram enquanto minha filha mexia aqueles quadris, afundando a pica dentro dela.
Francisco separava as nádegas carnudas dela e parecia estar enfiando algum dedo no cu da minha filha. Ela recebia com um sorriso de puta safada que me fazia ferver o sangue. Eu sentia a cabeça da minha pica se encher de porra por causa da puta da minha filha. Me concentrava em não gozar, testando minha resistência.
Eu estava de olhos fechados por um segundo quando o gemido forte da Lou me assustou. Como era de se esperar, o dedo foi substituído pela pica inchada que lentamente ia penetrando aquele cu apertado e perfeito, que era o paraíso terreno.
Minha filha estava sendo duplamente penetrada, e ela sabia que eu estava observando tudo. Ela gritava enquanto a pica do nosso convidado generoso abria caminho por aquele cu. Eu via Francisco falando no ouvido dela enquanto ia metendo na bunda. Enzo ficou muito excitado ao ver a irmã sendo penetrada analmente e aumentou a intensidade da foda. Lourdes estava aproveitando pra caralho, eu via como Aquela carinha tava plena com duas picas dentro. O irmão dela começou a chupar os peitos dela enquanto comia ela que nem um bicho, e o Fran já tava arrombando o cu dela com tudo. Tava cobrando com juros o carro. Os dois lambiam ela toda, aquele corpo suado era um banquete, salgada de tesão e sexo, ela curtia dois homens completamente rendidos pela putaria.
- Esse cu é a glória, meu amor, e como tu se mexe, por favor! - se descarregou Francisco
- Então enche ele de porra - ela falou e virou, beijando ele de língua, o cabelo suado colado no rosto, dando uma imagem de puta arrombada que fritava minha cabeça.
Parou de beijar ele e, olhando pro irmão com a cara mais de puta que podia, falou:
- E você, quero que goze tudo na boca, gordão - e beijou ele com mais intensidade ainda, como se antecipasse o prazer que podia ser. Levantou e se ajoelhou, ficando de quatro na mesinha de centro. O cu bem empinado e as costas arqueadas pra deixar aquela raba mais tentadora.
Francisco, completamente louco de tesão, meteu de novo com força, fazendo ela gritar. Enzo se excitava com os gritos de dor e prazer da irmã e batia uma na frente da cara dela. Lourdes agarrou ele, empurrando com a mão na bunda e devorou a rola inteira do cara, fazendo os olhos dele virarem de prazer. Meu filho pegou ela pelo cabelo e fazia ela engasgar de tanta pica.
Não aguentei mais aquela cena pornográfica na sala da minha casa. Minha pica explodiu e meu gemido longo foi abafado pelos que vinham da mesinha.
Enquanto ouvia eles continuarem comendo minha menina, limpei a bagunça que tinha feito no corredor. Quando me levantei, o Fran tinha parado, mal mexia a pélvis e gozava gostoso. Ele saiu de lá e vi um fio grosso de porra caindo do cu da minha filha. Enzo, de boca aberta e olhos fechados, se agarrou com força na nuca da irmã e os espasmos dele me mostraram que a porra foi toda dentro daquela boca de fogo. Vi Lou se virou com o esperma grosso do irmão na boca, enquanto brincava com ele, mexendo a língua.
- Você tá linda, gatinha, tomando a porra toda - disse ele, ofegante e satisfeito, nosso benfeitor automotivo.
- Agora engole tudo, irmãzinha - pediu Enzo, que já tava no céu com aquela puta gostosa.
Ela era dez vezes mais mulher que a mina com quem ele tava saindo. Minha filha fechou a boca e engoliu tudo.
- Vocês dois estavam uma delícia - disse ela, com aquela voz de gata, brincalhona, que enlouquece todo mundo.
- Espero que o papai não tenha ouvido nada - completou, olhando pro corredor com fios de porra escorrendo dos lábios ainda, com aquele visual selvagem, cabelo bagunçado e suada em cada canto do corpo.
Senti que aquela imagem final era pra mim. Voltei pra minha cama e fingi que tava dormindo, caso alguém resolvesse dar uma conferida. A real é que, se dependesse de mim, eu teria saído pra dar uma segunda surra de três.
Meu carro tava mais que pago. E de quebra, a putinha tinha dado uma alegria danada pro irmão mais novo, com aquele trio espetacular. O pivete ia ficar mais tarado do que nunca. Eu tava mais tesudo do que nunca e acho que o bom amigo Fran ia começar a ser visita mais frequente lá em casa, mas minha filha continuava sendo um enigma que desafiava os limites e transbordava toda fantasia sexual. Não acreditava que aquela gostosa curtia tanto sexo, mas tinha a sorte de ainda tê-la comigo. Enquanto ouvia a porta fechar, imaginei que Francisco tava indo embora satisfeito. Ao passar na frente do meu quarto, ouvi a voz da Lou, com aquele tom felino:
- Vem, Encito, vamos tomar um banho.
Ela já não aguentava mais, mas sempre queria ir um pouco além. Enquanto imaginava o banho orgásmico que meu filho ia ter com aquele monumento de mulher, pensava até onde ela era capaz.
Não sabia que limite faltava cruzar, que mente ia queimar com o jeito morbidamente safado dela, e quanto mais podia nos fazer gozar com seus jogos eróticos. Enquanto ouvia a água do chuveiro... O chuveiro começou a cair e eu pensava que já não sabia mais o que ia rolar, como todas as noites desde que minha filha Lourdes botou os pés nessa casa.
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http://www.poringa.net/posts/relatos/2959790/Mi-hija-Lourdes-Decimosexta-Parte.htmlAgora sim, continuamos:
Quando acordei, estava algemado a uma maca de hospital. Dois policiais estavam ao meu redor.
— Tá acordando, olha — disse o mais próximo de mim.
— O que aconteceu? — falei, ainda confuso. A única coisa que sabia era que tinha batido com uma violência danada.
— Esperávamos que o senhor pudesse nos dizer. Infringiu tantas leis que é melhor começar a cooperar antes de complicar ainda mais sua situação — ameaçou o segundo policial.
— Eu... não sei, tô meio confuso, cadê a Lourdes? — perguntei pra eles. Claramente, minha mina tinha me metido numa baita enrascada dessa vez. Sempre pensei que essa relação um dia viria à tona e ia foder minha vida, mas parece que agora podia me prejudicar mais do que eu imaginava.
— Bom, já temos o nome de Natalia Natalia — disse um dos oficiais. Entendi a gíria policial, é assim que falam de N/N, ou seja, pessoas não identificadas.
— Minha filha ainda tá inconsciente? — falei, já entrando num desespero que me fazia puxar as algemas que me prendiam à maca.
— Sua filha também estava no carro? Então quem era a mulher que estava com o senhor no banco do carona? — Parece que me pegaram com a mão na massa, ou melhor, com o pau pra fora da calça. Na real, naquela altura, o escárnio público que podia causar me preocupava pouco, só queria saber como minha filhota estava.
— Não entendo muito bem o que estava rolando naquele carro, mas a moça que viajava com o senhor está no necrotério, esperando ser identificada. Pode nos dizer quem era? Se tinha mais alguém no veículo, precisamos saber agora mesmo pra começar a busca.
Naquele momento, senti o mundo desabar. Um arrepio macabro percorreu meu corpo inteiro, e o coração começou a bater num ritmo frenético.
— Não, não, não, não, nãooo! Tem um erro, me deixa sair daqui, preciso ver ela! — comecei a gritar enquanto puxava as algemas com toda força. força sacudindo toda a maca. Sentia o metal frio machucando meus pulsos, mas não ligava, só queria sair e mostrar que eles estavam errados. Precisava ver minha linda Lourdes mais uma vez.
- Chega, você tá se machucando, fica quieto! - Tentavam me segurar entre os dois, mas meu desespero só aumentava. Na briga, eu continuava forçando as algemas, tentando me soltar.
- Vai chamar uma enfermeira pra dar um calmante nele! - gritava um dos policiais enquanto apertava meu braço, que já começava a sangrar de tanta força que eu fazia contra as algemas.
Quando a porta se abriu, consegui ver meus filhos e minha ex-mulher chorando no corredor. Minha angústia já era total, a vista começou a ficar embaçada pelas lágrimas, e um nó na garganta tirava meu fôlego.
- Não! Lourdes! Deixa eu ver ela! Pelo amor de Deus! - gritei desesperado. Enquanto um médico e uma enfermeira entravam correndo pra me aplicar uma injeção. Milhares de imagens da minha filha vinham à minha mente enquanto eu lutava e esperneava contra todo mundo. Desde os sorrisos doces, os abraços e beijos quentes, mas também outras de paixão intensa e, principalmente, aquele sorriso lindo que ela me deu antes de se abaixar no carro antes da batida. Finalmente me aplicaram a porra do calmante, e meu corpo começou a perder a força. Enquanto minha energia se esvaía, Daniela entrou correndo, para surpresa de todos, e me deu um tapa forte na cara que me impediu de dormir, depois outro e mais um. Ela não parava de me bater.
- Filho da puta! Você matou meu bebê! - gritava furiosa e inconsolável - enquanto tentavam segurá-la.
Eu me sentia muito pior do que isso. Não existem palavras que definissem o quão irresponsável e culpado eu me sentia. Meus olhos continuavam derramando lágrimas, mas eu não tinha força no corpo nem pra tentar enxugá-las. Senti como se meu peito estivesse sendo rasgado. Tudo girava por causa da droga que me injetaram. Queria gritar, mas a voz não saía. Minha princesa, meu amor, o centro da minha vida tinha ido embora, e ainda por cima sua memória... Ficaria manchada para sempre por essa relação proibida exposta de uma forma tão brutal.
Com certeza por causa do forte calmante que me deram, eu tava alucinando com a voz da minha linda Lourdes, que de algum lugar tentava me consolar.
— Calma, pai, tô aqui, tô com você — ouvir ela só aumentava minha angústia. Sentia que ia enlouquecer.
Levei as mãos ao peito, sem perceber que já tava solto, a maca balançava e uma sirene forte não parava de tocar.
— Doutor! Doutor! Acho que ele acordou! — ouvi a voz doce da Lourdes dizer. Abri os olhos e a primeira coisa que vi foram os lábios vermelhos dela falando:
— Pai, não se mexe, a gente sofreu um acidente — comecei a recuperar a visão e tava deitado numa ambulância. Nunca na vida senti tanto alívio por acordar de um sonho. Pra falar a verdade, era a primeira vez que queria acordar de um sonho onde a Lourdes tivesse envolvida.
Um paramédico me examinava e minha filha segurava minha mão. Pelo visto, ela tava tão assustada quanto eu no meu sonho, porque via que o delineado dos olhos dela tinha borrado e desenhado umas lágrimas pretas na bochecha dela.
— Siga a luz, sem mexer a cabeça — o jovem falava, movendo uma lanterna de um lado pro outro.
— Acho que não consigo mexer de qualquer jeito — falei, já que tava com um colar cervical.
— É bom que o senhor mantenha o humor. Lembra do que aconteceu? — ele perguntava, continuando o exame.
Naquele momento, fiz um esforço pra olhar minha calça e vi que tava fechada. Quando percebeu, a Lourdes sorriu e piscou um olho pra mim. Minha filha era uma jovem gênia. Antes dos socorristas chegarem, ela cuidou de esconder as marcas do nosso jogo sexual perigoso.
— Não lembro muito, só lembro de um impacto forte — falei, tocando a cabeça e me fazendo de sonso pra caralho.
— Aparentemente, vocês bateram num imprudente que fugiu do local — o médico me informou sério. Eu, fazendo a minha parte. Lá dentro, pensava: "Alejo, não pode ter tido tanta sorte assim. Se aquele infeliz não tivesse escapado, você teria ficado totalmente exposto." Não só sabia que o acidente era culpa minha, como também tava ciente de que, se ele tivesse descido do carro, o outro motorista teria nos pego no flagra. O sorriso safado da Lou me dizia que a gente tava pensando a mesma coisa.
— Tiveram muita sorte. Quando vimos o carro, achamos que íamos encontrar uma tragédia lá dentro — o profissional me explicava enquanto a ambulância parava. Me tiraram e me meteram no pronto-socorro. Lourdes vinha atrás. Quando desci, vi que ela tava com o braço imobilizado. Nos colocaram em salas diferentes, e em mim, especialmente, controlaram até os dedos do pé. Apesar de algumas dores, tava feliz. Contente que minha mina só tivesse uns arranhões e uma pancada no braço.
Enquanto me levantava, vi meus filhos e meu irmão conversando com a Lou no corredor. Também estavam a Daniela e o Luciano. Com certeza aquele verme tava preocupado em deixar a Daniela sozinha com minha filha depois da trepada violenta que deram no chão do banheiro do teatro. Lou gesticulava com as mãos.
Via minha filha abraçada com a mãe dela, e a sensação de alívio voltava a me refrescar. O sonho tenebroso que tive era obviamente uma representação de culpa, por ser um degenerado e por ser inconsequente. Mas agora que tudo tava passando, tinha que admitir que só de lembrar da punheta e das lambidas da minha filha no meu pau, já tava fazendo ele endurecer de novo. Pra minha tranquilidade, era outra parte que não tinha sofrido lesões com o impacto. Seria muito difícil de explicar na frente dos médicos.
Tive que dar um depoimento policial que foi muito parecido com o que dei pro médico, e depois de me darem cem instruções sobre meus cuidados, nos deixaram ir pra casa. No saldo, uns hematomas no braço da Lou, e eu um pouco machucado também, com um pequeno corte no rosto e um galo por ter batido a cabeça. a cabeça contra a porta. Entre os avisos, me disseram que a gente tinha que ficar esperto com essa batida. Podia ter algum problema de percepção passageiro.
Eu não tava nem aí. Tava feliz. Não parava de abraçar ela e dar beijo na cabeça.
– Ficou sentimental com o choque, gordão? – falou meu irmão, que tava nos levando pra casa no carro dele.
– Papai sempre é um doce, tio – me defendia Lou e me olhava com tanta doçura que, se não fosse pela presença do meu irmão e dos meus filhos, eu beijava ela sem parar.
– Tá véio, fica meio viadinho – brincava Diego. Não ligava de me zoarem. Tava feliz.
– Você não sabe como ficou o carro! Fez ele virar merda! – comentou Enzo com aquela falta de tato que o animal tem. Todo mundo mandou ele calar a boca. Pelo visto, meu Ford véio era um monte de ferro retorcido.
Quando voltamos pra casa, todo mundo cuidava da gente como se fôssemos aleijados. Me lembrou a época pós-infarto. Essas coisas me deixam de muito mau humor. Me sinto um inútil. Me seguiram quase até o banheiro até eu ir deitar. Depois de um tempo deitado, sinto umas batidas na porta e a voz linda da minha filha perguntando do outro lado:
– Posso entrar? – Claro que falei que sim, e ela entrou com um copo d'água e um comprimido maior que uma empada.
– Você tem que tomar isso antes de dormir, o médico falou – disse ela com um tom tão firme que parecia que tava me dando uma bronca. Obedeci minha menina, no fim sempre acabo fazendo o que ela pede, e como se fosse um prêmio, ela chegou perto e falou:
– Você me assustou muito, meu love – e me deu um beijo na boca, um dos mais doces que eu lembro. Aquele beijo e ouvir a palavra love me deixaram sem palavras. Fiquei de boca aberta olhando pra ela feito uma estátua.
– O que foi? Te machuquei? – perguntou ela, meio assustada.
– Não, linda, bem pelo contrário – falei, acariciando a bochecha dela. Ela se levantou e parecia que ia sair, mas, como sempre, minha filha ainda tinha uma surpresa pra mim. Ela trancou a porta do Quarto e se virou com aquele jeito de putinha brincalhona que ela faz tão bem.
— Ainda te devo uma, papai, tenho que terminar o que comecei — falou com voz de puta e passou a língua nos lábios como se estivesse pensando na gozada que queria tirar de mim. Abriu os lençóis da minha cama e pegou meu pau nas mãos de novo. Ah, pelo amor de Deus! Aquelas mãos me faziam esquecer de tudo. Quantas picas ela deve ter acariciado pra aprender a fazer tão bem. Enquanto tudo isso passava pela minha cabeça e as mãos dela não paravam, meu pau foi crescendo e ficando bem duro. Minha mina desde o primeiro dia teve uma facilidade sobrenatural pra me deixar de pau duro.
— Dá uma alegria pro papai — falei empurrando a nuca dela. Minha mina não precisou de mais nada pra se abaixar e meter ele devagar na boca dela. O contato daqueles lábios carnudos e insaciáveis me fazia delirar. Não consegui segurar meu gemido quando a língua dela se esticou roçando minhas bolas.
— Isso, minha vida! Que boca gostosa você tem! — exclamava louco de prazer. Ela tirou ele da boca e começou a esfregar no rosto dela, dando só beijinhos com os lábios apertados, fazendo biquinho.
Aquela atitude brincalhona e quase infantil com o pau entre os dedos e a boca dela me deixava à beira do êxtase. Não aguentei mais. Me ajoelhei no colchão e agarrei a nuca dela com força.
— Engole ele todo, queria? Tá aqui! — falei enquanto apertava a cabeça dela e começava a foder aquela boca linda, fazendo ela engasgar uma vez e outra. Aquela boca me faz perder o controle.
Enquanto ela me chupava como toda uma profissional, as imagens daquela transa no banheiro com o Luciano vinham na minha memória. Os engasgos da minha mina eram música pros meus ouvidos, eu tava metendo até as bolas. Ela recebia meu pau como se fosse um manjar e isso me deixava louco. Cada vez que eu soltava ela, ela continuava chupando como a maior putinha e me olhando com aqueles olhos vermelhos mas ainda assim de gata.
Me estiquei o máximo que pude, passando meus dedos pela rachadura daquela bunda linda, acariciando suavemente aquele... bunda apertada e os lábios molhados dela usa a palavra: pussy. Nós arrancamos a pouca roupa que restava
- Agora vou te mostrar como se come uma mulher como você - falei, louco
- Não gostou do jeito que meu outro papai me comeu? - ela disse, me provocando
- Eu sou seu papi, sua putinha - falei enquanto abria de lado a lado aquelas pernas delicadas. Enfiei com força, fazendo ela gritar tão alto que tive que tapar a boca dela. Adorava olhar pra ela, mas mais ainda gostava de comer ela. Quando senti aquela pussy quente apertando meu pau, comecei a meter como se fosse a última vez. Os gemidos abafados pela mão dela me deixavam ainda mais excitado.
- Você gosta do pau do papi, meu amor? - perguntei, com gotas de suor escorrendo pelo meu rosto. Ela balançava a cabeça que sim, já que eu ainda não tinha soltado a boca dela
O som da cabeceira da minha cama batendo na parede, os gemidos abafados dela e meus suspiros eram a trilha sonora que antecedia um orgasmo espetacular. Ela agarrou meu braço com as duas mãos, me fazendo tirar a mão da boca dela, e disse com uma voz de puta excitada:
- Enche de porra, quero sentir na minha pele toda - esse pedido por sêmen foi o que transbordou o copo da minha excitação. Tirei e me ajoelhei na cama, em cima dela. Comecei a bater punheta com força e logo senti que meu pau ia explodir. Via minha filha se deliciando enquanto esperava o presente dela.
Então decidi dar sem aviso.
Um jato forte de porra acertou o rosto dela, fazendo ela fechar os olhos e abrir a boca. Esse ato instintivo foi uma delícia de ver. Mas tinha mais porra pra minha princesa, continuei no rosto dela e dois jatos bem generosos no pescoço e no peito dela. Era muito excitante ver ela banhada no sêmen do pai e juntando com os dedos
- Como você gosta, gostosa - falei, morto pela transa inesquecível, mas também pela droga que tinha tomado.
Cai como um peso morto ao lado dela na cama. Ela continuava brincando com minha porra e me olhava, rindo.
Meus olhos começaram a fechar, mesmo eu querendo continuar vendo. Esse espetáculo pornográfico e obsceno que minha filha ficava me dando de presente. Resisti, mas o cansaço me devorava.
- Velho, ei velho! - me acordou, Enzo empurrando meu braço. Levei um baita susto quando vi ele.
Olhei pro lado na cama e a Lou já não estava mais.
- O que foi? Que horas são? - perguntei desorientado.
- É cedo, mas tá na hora do seu remédio - ele falou com aquela precisão característica. Parece que meus dias iam começar assim por um tempo. Me irritava um pouco, mas era bom se sentir cuidado.
- Seus irmãos? - perguntei pro baixinho, enquanto levantava e calçava os chinelos.
- Transando na sala - falou o Enzo todo tranquilo. Eu fiquei paralisado olhando pra ele.
- Pra falar a verdade, eu tava nessa também, mas me mandaram pra cá - completou, impassível.
- Que porra é essa?! - gritei furioso, me levantando com vontade de estrangular ele.
- Se pai, ontem no final a gente não comeu nada por causa do acidente, tava comendo um lanche - ele falou meio assustado. "Você é um idiota, Alejo", pensei comigo. Uma consoante muda tudo. Com certeza eram aqueles problemas de percepção que o médico avisou. Minha mente cheia de culpa e sobrecarregada de sexo não ia ajudar nada nesse período de recuperação.
- Ah, claro, desculpa, tô meio desorientado - falei, dando uns tapinhas no braço dele.
Comecei o dia numa calma relativa. Acompanhei eles na comilança de porcaria que improvisaram na mesinha de centro e tive que aguentar as piadinhas pelo tombo que levei.
Notei mais duas confusões de palavras que achei que tinha ouvido totalmente diferentes, sem o conteúdo sexual do meu erro anterior, e comentei pra ver se não tinha algum dano cerebral.
Durante a tarde, enquanto tava relaxado tomando um suco. Na paz relativa que me dava saber que tava de licença médica por um tempo, a campainha tocou. Como o Enzo tava na casa de um amigo nerd dele e a Lourdes não largava do meu lado, meu filho Diego atendeu o interfone.
- Parece que temos visitas. VIP — disse ele, surpreso. Eu estava ainda mais confuso. Perguntei à Lourdes o que o irmão dela tinha dito, só pra ter certeza. Nisso, Diego abre a porta e aparece Francisco, o dono da balada. O mesmo tarado que encheu minha filha de bebida na minha frente.
— Como é que cê tá, mestre? Pode ficar sentado. A Barbie me contou o que aconteceu com vocês — ele disse, enquanto apertava minha mão e me segurava pelo ombro pra eu continuar sentado. Pra ser sincero, não tava acostumado a apertar a mão de um homem com tanto anel.
Ele cumprimentou minha filha com um beijo em cada bochecha, mas a mão na cintura dela, fazendo um carinho quase imperceptível, não me agradou nada. Minha filha tava com um top rosa e uma legging branca de matar.
— Que loucura como o pessoal dirige, né? Quem paga o pato é sempre o cidadão de bem que faz a coisa certa — ele falava com cara de consternação. Me deu até uma vergonha, mas eu sabia que ele também não era nenhum exemplo de cidadão modelo, pelo pouco que conhecia dele.
— É, fazer o quê, são coisas que acontecem, ninguém tá livre — falei, só pra acompanhar o papo.
— Não, não tá certo. A Lourdes e vocês são muito próximos pra mim. Não quero que passem por esse perrengue — ele disse, enquanto enfiava a mão no bolso da calça social fina dele.
Olhei pros meus filhos, e os dois estavam com cara de interrogação. Ele tirou umas chaves com um chaveiro eletrônico e colocou na mão da Lou. Quando minha filha virou o chaveiro, vi o logo de uma marca de carro alemã.
— O que é isso? — perguntou Lourdes, enquanto meu coração quase saía pela boca.
— Quero que vocês fiquem com ele. Comprei o vermelho faz pouco tempo, e esse tava meio largado aqui. É modelo 2013, mas anda bem — ele dizia, enquanto eu olhava pros meus filhos pra ver se tava ouvindo direito.
Ele nos leva até a janela e aponta pro carro. Era um luxo. Preto, claramente de alta gama, as rodas e o logo brilhando. Não era exatamente o que eu chamaria de "largado".
— Não dá pra aceitar isso, é responsabilidade demais. Se a gente riscar ele, eu morro — falei. Saindo do choque, mas a surpresa ia ser ainda maior com a resposta que ele me deu:
— Acho que você não tá entendendo. Não tô dando a chave como empréstimo. É um presente — não minto se disser que quase desmaiei. Vão dizer que sou materialista, mas nem com o maior otimismo sonhei em ter um carro daquele um dia. Enquanto tentava respirar, Lou deu um pulo e abraçou ele, agradecendo e enchendo a bochecha dele de beijos. Diego tapava a boca com os olhos arregalados como dois ovos fritos, acho que minha cara tava igual.
— Não vou aceitar um não como resposta. Dá uma volta e vai ver que vai gostar — ele falou, batendo no meu ombro de um jeito bonachão.
— Não sei o que dizer. Valeu, Francisco, você me deixou sem palavras — falei com toda sinceridade.
Por um momento pensei "devo estar em coma e isso é um sonho", enquanto minha parte mais safada já viajava. A casa virou uma festa com o presente luxuoso do Fran. Até saímos pra ver o carro. Não saía do meu espanto.
Era uma motivação e tanto pra eu ficar bom logo. Diego deu uma volta no quarteirão antes de ir pro trampo e voltou doido. Por razões óbvias, preferi não dirigir até ter certeza dos meus reflexos. Depois disso, meu filho foi embora e me deixou com minha filha e o amigo rico dela.
Poucos minutos depois, Lourdes foi pra cozinha e eu, doido pela máquina que tava na porta, conversava com Francisco como se fosse amigo de infância. Tava nessa quando minha filha me chama:
— Pai, vem cá, que é hora do remédio — ela fala num tom cantado, como quem fala com criança.
Como eu tava meio desorientado, pedi licença pro convidado e fui.
Quando cheguei, não tinha copo d'água nem a caixa de remédio. Só a Lou, que chegou mais perto:
— Pai, acho que eu devia "agradecer" o Fran. Deixa a gente sozinho um pouquinho — ela pediu, me deixando atônito.
— No espelho do corredor dá pra ver quase toda a sala, se você tiver interesse — ela ofereceu.
— Tem que ser filha grata - falei com um sorriso bem perverso.
Saí da cozinha, bocejando, e Lourdes atrás de mim.
- Já volto, vou acompanhar o papai até a cama que ele fica com muito sono quando toma o calmante - disse pro Francisco pra me mandar embora de um jeito mais ou menos elegante. Me despedi dele meio que fingindo e fui embora.
Fiquei no quarto uns 5 minutos. Quando abri a porta devagar, ouvia beijos e suspiros. Dei ouvidos pra Lourdes e me posicionei na diagonal do espelho procurando a imagem até que vi eles. Lou tava sentada no colo do Francisco e estavam enroscados num beijo quase pornográfico. Era muito excitante ver as línguas deles pra fora da boca brincando enquanto ele acariciava a bunda dura da minha menina.
Dava pra notar a mão da Lourdes na região do volume do amigo dela. Ela abaixou o zíper da calça e se deslizou roçando todo o corpo aqueles peitos magníficos. Se ajeitou ajoelhada entre as pernas do generoso Fran e a cabeça dela começou a subir e descer devagar.
- Não tem presente que pague isso, bebê, você é a melhor - ele reconhecia enquanto se esticava no sofá e olhava pra cima aproveitando a boca quente. Só de pensar naqueles lábios e naquela língua já era suficiente pra eu me tocar a piroca olhando no espelho antigo do corredor. O cara excitado tirou a camiseta dela e como não tinha sutiã por baixo começou a acariciar os peitões enormes da minha gatinha linda.
Com a boca cheia de piroca, ela respondia com gemidos suaves que arrepiaram minha pele. Era um espetáculo divino ver minha menina em ação e principalmente com minha aprovação pra fazer o que tava fazendo.
- Mas que porra é essa?! - ouvi a voz do Enzo, virei um pouco e ele apareceu no espelho. Tava parado perto da porta. Com a mochila ainda nas costas vendo a irmã dar uma aula master de como satisfazer um homem. Ao ver o cara, Francisco subiu a calça e deu um pulo do sofá.
Lourdes se levantou também e, chiando baixinho, ordenou:
- Shhh, abaixa a vozinho, gordito, que papai tá dormindo - enquanto os peitos nus dela roubavam toda a atenção do meu filho.
- Relaxa um pouco, bro - eu falava enquanto puxava as alças da mochila pra ele tirar.
- Cadê o papai? - perguntou enquanto Lourdes pegava a mão dele e colocava em cima de um dos peitos dela.
- Tá dormindo por causa da medicação. Se não fizermos muito barulho, tá tudo certo - ela sugeriu enquanto abaixava o zíper da calça dele e enfiava a mão lá dentro.
- Você é uma putinha mesmo, meu amor - falava impressionado o Francisco enquanto via o Enzo se render aos encantos irresistíveis da irmã gostosa. Lou empurrou o baixinho contra o sofá e tirou o tênis dele, depois começou a puxar a calça. Nessa altura, o Fran já era um espectador VIP igual eu e se punhetava com a cena incestuosa na nossa frente.
Lourdes não perdeu tempo e começou a chupar a pica do irmão, passando a língua de um lado pro outro. Como nós dois já tínhamos provado aquela boca quente, dava pra imaginar como ela sugava e o prazer que dava pro cara. A juba dela subia e descia, e o Enzo não economizava na hora de mostrar o tesão. Toda cara possível e os gemidos que minha filha arranca de cada homem que toca.
- Você aí, fazendo o quê? - falou pro Fran, virando com os lábios brilhando de tanto boquete.
Rápido, ele levantou e mostrou a pica do lado. Lourdes puxou a camiseta do irmãozinho fazendo ele levantar e, ajoelhada entre os dois, pegou as duas picas e começou a chupar alternando. Dava uma imagem de puta mesmo, agachada entre dois paus. Ela fez questão de se posicionar de frente pro corredor pra eu poder ver os lábios dela devorando cada um. Também lambia como se fossem sorvetes derretendo.
Eu não aguentava mais, tava com a pica na mão e me punhetava o mais rápido que dava.
- Ô irmãzinha, que puta que tu é! Tu é a melhor! - falava louco o Enzo enquanto ela brincava com a língua na ponta dos dois paus.
- Moleque, você tem sorte de ter essa deusa. Em casa - ele ficava pilhado, excitado com o trio incestuoso do qual fazia parte. Lourdes respondeu como melhor sabe, aumentando o prazer. Apertando com força as duas picas, enfiou elas juntas na boca dela. Os dois gemeram quase até gritar com isso. Minha filha é uma chupadora de pica insaciável. Ver ela com duas picas juntas dentro dos lábios dela quase me fez sair do meu esconderijo.
- Por que você não come ela, não tem coragem? - perguntou Francisco, quente igual uma panela.
- Vem, irmãozinho - ordenou Lou ao ver que Fran se excitava com a ideia. Ela abriu as pernas e começou a sentar na pica do irmão, que sentado no sofá delirava com essa pussy.
Minha filha era muita mulher pra aquele lixo, e ele mesmo sabia disso, mas ter aquele corpo gostoso à disposição era a glória pra um cara como Enzo. A putinha aproveitou os gemidos de Enzo pra beijar ele, enfiando a língua inteira na boca do irmão. Os lábios e os gemidos dos dois se fundiram enquanto minha filha mexia aqueles quadris, afundando a pica dentro dela.
Francisco separava as nádegas carnudas dela e parecia estar enfiando algum dedo no cu da minha filha. Ela recebia com um sorriso de puta safada que me fazia ferver o sangue. Eu sentia a cabeça da minha pica se encher de porra por causa da puta da minha filha. Me concentrava em não gozar, testando minha resistência.
Eu estava de olhos fechados por um segundo quando o gemido forte da Lou me assustou. Como era de se esperar, o dedo foi substituído pela pica inchada que lentamente ia penetrando aquele cu apertado e perfeito, que era o paraíso terreno.
Minha filha estava sendo duplamente penetrada, e ela sabia que eu estava observando tudo. Ela gritava enquanto a pica do nosso convidado generoso abria caminho por aquele cu. Eu via Francisco falando no ouvido dela enquanto ia metendo na bunda. Enzo ficou muito excitado ao ver a irmã sendo penetrada analmente e aumentou a intensidade da foda. Lourdes estava aproveitando pra caralho, eu via como Aquela carinha tava plena com duas picas dentro. O irmão dela começou a chupar os peitos dela enquanto comia ela que nem um bicho, e o Fran já tava arrombando o cu dela com tudo. Tava cobrando com juros o carro. Os dois lambiam ela toda, aquele corpo suado era um banquete, salgada de tesão e sexo, ela curtia dois homens completamente rendidos pela putaria.
- Esse cu é a glória, meu amor, e como tu se mexe, por favor! - se descarregou Francisco
- Então enche ele de porra - ela falou e virou, beijando ele de língua, o cabelo suado colado no rosto, dando uma imagem de puta arrombada que fritava minha cabeça.
Parou de beijar ele e, olhando pro irmão com a cara mais de puta que podia, falou:
- E você, quero que goze tudo na boca, gordão - e beijou ele com mais intensidade ainda, como se antecipasse o prazer que podia ser. Levantou e se ajoelhou, ficando de quatro na mesinha de centro. O cu bem empinado e as costas arqueadas pra deixar aquela raba mais tentadora.
Francisco, completamente louco de tesão, meteu de novo com força, fazendo ela gritar. Enzo se excitava com os gritos de dor e prazer da irmã e batia uma na frente da cara dela. Lourdes agarrou ele, empurrando com a mão na bunda e devorou a rola inteira do cara, fazendo os olhos dele virarem de prazer. Meu filho pegou ela pelo cabelo e fazia ela engasgar de tanta pica.
Não aguentei mais aquela cena pornográfica na sala da minha casa. Minha pica explodiu e meu gemido longo foi abafado pelos que vinham da mesinha.
Enquanto ouvia eles continuarem comendo minha menina, limpei a bagunça que tinha feito no corredor. Quando me levantei, o Fran tinha parado, mal mexia a pélvis e gozava gostoso. Ele saiu de lá e vi um fio grosso de porra caindo do cu da minha filha. Enzo, de boca aberta e olhos fechados, se agarrou com força na nuca da irmã e os espasmos dele me mostraram que a porra foi toda dentro daquela boca de fogo. Vi Lou se virou com o esperma grosso do irmão na boca, enquanto brincava com ele, mexendo a língua.
- Você tá linda, gatinha, tomando a porra toda - disse ele, ofegante e satisfeito, nosso benfeitor automotivo.
- Agora engole tudo, irmãzinha - pediu Enzo, que já tava no céu com aquela puta gostosa.
Ela era dez vezes mais mulher que a mina com quem ele tava saindo. Minha filha fechou a boca e engoliu tudo.
- Vocês dois estavam uma delícia - disse ela, com aquela voz de gata, brincalhona, que enlouquece todo mundo.
- Espero que o papai não tenha ouvido nada - completou, olhando pro corredor com fios de porra escorrendo dos lábios ainda, com aquele visual selvagem, cabelo bagunçado e suada em cada canto do corpo.
Senti que aquela imagem final era pra mim. Voltei pra minha cama e fingi que tava dormindo, caso alguém resolvesse dar uma conferida. A real é que, se dependesse de mim, eu teria saído pra dar uma segunda surra de três.
Meu carro tava mais que pago. E de quebra, a putinha tinha dado uma alegria danada pro irmão mais novo, com aquele trio espetacular. O pivete ia ficar mais tarado do que nunca. Eu tava mais tesudo do que nunca e acho que o bom amigo Fran ia começar a ser visita mais frequente lá em casa, mas minha filha continuava sendo um enigma que desafiava os limites e transbordava toda fantasia sexual. Não acreditava que aquela gostosa curtia tanto sexo, mas tinha a sorte de ainda tê-la comigo. Enquanto ouvia a porta fechar, imaginei que Francisco tava indo embora satisfeito. Ao passar na frente do meu quarto, ouvi a voz da Lou, com aquele tom felino:
- Vem, Encito, vamos tomar um banho.
Ela já não aguentava mais, mas sempre queria ir um pouco além. Enquanto imaginava o banho orgásmico que meu filho ia ter com aquele monumento de mulher, pensava até onde ela era capaz.
Não sabia que limite faltava cruzar, que mente ia queimar com o jeito morbidamente safado dela, e quanto mais podia nos fazer gozar com seus jogos eróticos. Enquanto ouvia a água do chuveiro... O chuveiro começou a cair e eu pensava que já não sabia mais o que ia rolar, como todas as noites desde que minha filha Lourdes botou os pés nessa casa.
16 comentários - Minha filha Lourdes. Décima Sétima Parte
Van puntos
Muy buenos los relatos van 10+