Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.https://www.youtube.com/watch?v=_AY1xkk-zzk&index=20&list=PLfuXyPij7m4Q5UZegzZ-QMqcGOXglk7DjA casa convida
Sentados na churrasqueira, meus velhos amigos de sempre
me confirmam mais uma vez por que fomos nos afastando.
Já passamos pelos assuntos previsíveis: a louca da minha ex, a mina que tô comendo e as gatinhas são todas putas...
A garçonete (é muito gostosa) toda vez que vem trazer algo recebe elogios babões do Quique e quando se afasta, o babaca conta com todos os detalhes o que faria com ela e como dá pra ver que ela deve engolir a porra
— Dá uma mancada, Quique, se tu vai encher o saco a noite toda, a comida vai cair mal. Chama ela pra sair e pronto
— Dilí quiqui mi cai mil li quimidi...
— Ah, então alguns ficaram pra sempre na viagem de formatura — nos olhamos com cara de "que idiota você é, pai".
Querendo sair da situação chata, o negão pergunta se pedimos mais uma breja, todos concordamos e o Quique assobia pra mina como se fosse um cachorro. A jovem se vira furiosa
— Quem foi o mal-educado?
— Foi ele — o Quique me aponta...
Me irrito, sem conseguir pensar, levanto, a cadeira cai, seguro ele pelo pescoço e tudo que tinha na mesa começa a cair. O resto dos caras tenta me separar, mas já era tarde, trocamos uns sopapos por cima da mesa até o churrasqueiro chegar com a faca e cara de poucos amigos. Acabou a bagunça
— Você (apontando pro Quique) pede desculpas pra minha namorada, pro seu amigo, paga o que quebrou e vaza. Você (era comigo) vem que precisa de gelo no olho — não tinha percebido que tava sangrando — Naty, ajuda ele.
Fui atrás da jovem e ela me levou pra um vestiário pequeno com o kit de primeiros socorros e gelo
— Valeu, é bom saber que alguém tem cabeça pra perceber como essas coisas incomodam — ela disse enquanto me fazia ver estrelas com o desinfetante — Toma, coloca isso pra não inchar. Seu amigo é um imbecil
— Eu sei, nos conhecemos do colégio. Se não fosse pelos outros, a gente nunca se veria. Tem gente que nunca cresce — pelo olho que dava pra enxergar, pude apreciar os peitos por baixo do avental e Perguntei como eu era diferente. Depois de um silêncio constrangedor, ela me diz:
— Eu sei que você tá muito inchado, quer que a gente chame o SAMU? Ou algum dos seus amigos pode te levar pro hospital.
— Duvido, eles pagaram juntos e foram embora — fala o churrasqueiro, que entra na hora — acho que não precisa, é só inchaço, passa com uma cerveja, toma, a casa é que convida — e me alcança um chopp bem gelado e sussurra algo no ouvido da namorada.
— Me chamo Juan, gostei do seu pulo. Vou atender os clientes, a Naty vai cuidar de você — piscou um olho enquanto saía — a casa é que convida.
Olhei pra ela estranho, ela fez um sinal de que ele é maluco.
— Não liga pra ele, esse aí se acha irresistível.
— Nisso ele não erra, você é uma gostosa, mas qual é a de vocês?
— Somos um casal aberto, ele fica excitado me vendo com outros.
Meu pau explodiu na calça antes dela terminar a frase.
— Uau... isso eu não esperava, não sei se não é moderno demais pra mim...
Naty se aproximou sorrindo.
— Gostei da sua atitude, o Juan tem razão, você merece um prêmio.
Nos beijamos longo e profundo, ela sentou em cima de mim com as pernas abertas e, antes que eu percebesse, nossas pelves dançavam no ritmo do tesão, nossas respirações se sincronizaram e foram ficando mais profundas até virarem suspiros. O avental voou, abri a camisa dela, ela ajudou com o sutiã e eu me deliciei com os peitos dela de mamilos escuros e carnudos. Naty se atrapalhou com os zíperes e o cinto e conseguiu tirar meu pau.
— Olá, prazer em conhecê-lo — disse antes de passar a língua — acho que podemos ser bons amigos.
Enfiou meu pau entre os lábios dela devagar, é lindo ver e sentir uma mulher que ama chupar e ela era uma dessas (pensei que o idiota do Quique tinha acertado). Ela me levou ao céu e eu lutei pra não gozar na hora, ela tirou e, me olhando, bateu de leve com o pau entre os lábios... do meio da roupa dela, tirou o celular e começou a filmar.
— Fica tranquilo, só meu rosto e seu pau, é pro Juan, ele gosta que gozem nos meus lábios. Consegue? – Ela já sabia a resposta. Pedi o celular e filmei ela fazendo o papel dela perfeitamente, uma rainha da oralidade. Senti o orgasmo nascer como uma enchente que arrebenta as comportas e nem consegui avisar ela, comecei a gozar que nem um cavalo enquanto ela me batia uma punheta e tentava segurar toda a porra com a boca. Depois, com a cara toda lambuzada, olhando pra câmera, passou a língua nos lábios cheios de porra – Valeu, love – Não sei se pra mim ou pro Juan, também não liguei muito. Entreguei o celular e ela foi pro banheiro se limpar enquanto eu tentava me recompor. Do banheiro, ela fala – Tô muito tesuda, cê pode vir com a gente pra casa? Tô com muita vontade de te comer... Continua.
Sentados na churrasqueira, meus velhos amigos de sempre
me confirmam mais uma vez por que fomos nos afastando.
Já passamos pelos assuntos previsíveis: a louca da minha ex, a mina que tô comendo e as gatinhas são todas putas...
A garçonete (é muito gostosa) toda vez que vem trazer algo recebe elogios babões do Quique e quando se afasta, o babaca conta com todos os detalhes o que faria com ela e como dá pra ver que ela deve engolir a porra
— Dá uma mancada, Quique, se tu vai encher o saco a noite toda, a comida vai cair mal. Chama ela pra sair e pronto
— Dilí quiqui mi cai mil li quimidi...
— Ah, então alguns ficaram pra sempre na viagem de formatura — nos olhamos com cara de "que idiota você é, pai".
Querendo sair da situação chata, o negão pergunta se pedimos mais uma breja, todos concordamos e o Quique assobia pra mina como se fosse um cachorro. A jovem se vira furiosa
— Quem foi o mal-educado?
— Foi ele — o Quique me aponta...
Me irrito, sem conseguir pensar, levanto, a cadeira cai, seguro ele pelo pescoço e tudo que tinha na mesa começa a cair. O resto dos caras tenta me separar, mas já era tarde, trocamos uns sopapos por cima da mesa até o churrasqueiro chegar com a faca e cara de poucos amigos. Acabou a bagunça
— Você (apontando pro Quique) pede desculpas pra minha namorada, pro seu amigo, paga o que quebrou e vaza. Você (era comigo) vem que precisa de gelo no olho — não tinha percebido que tava sangrando — Naty, ajuda ele.
Fui atrás da jovem e ela me levou pra um vestiário pequeno com o kit de primeiros socorros e gelo
— Valeu, é bom saber que alguém tem cabeça pra perceber como essas coisas incomodam — ela disse enquanto me fazia ver estrelas com o desinfetante — Toma, coloca isso pra não inchar. Seu amigo é um imbecil
— Eu sei, nos conhecemos do colégio. Se não fosse pelos outros, a gente nunca se veria. Tem gente que nunca cresce — pelo olho que dava pra enxergar, pude apreciar os peitos por baixo do avental e Perguntei como eu era diferente. Depois de um silêncio constrangedor, ela me diz:
— Eu sei que você tá muito inchado, quer que a gente chame o SAMU? Ou algum dos seus amigos pode te levar pro hospital.
— Duvido, eles pagaram juntos e foram embora — fala o churrasqueiro, que entra na hora — acho que não precisa, é só inchaço, passa com uma cerveja, toma, a casa é que convida — e me alcança um chopp bem gelado e sussurra algo no ouvido da namorada.
— Me chamo Juan, gostei do seu pulo. Vou atender os clientes, a Naty vai cuidar de você — piscou um olho enquanto saía — a casa é que convida.
Olhei pra ela estranho, ela fez um sinal de que ele é maluco.
— Não liga pra ele, esse aí se acha irresistível.
— Nisso ele não erra, você é uma gostosa, mas qual é a de vocês?
— Somos um casal aberto, ele fica excitado me vendo com outros.
Meu pau explodiu na calça antes dela terminar a frase.
— Uau... isso eu não esperava, não sei se não é moderno demais pra mim...
Naty se aproximou sorrindo.
— Gostei da sua atitude, o Juan tem razão, você merece um prêmio.
Nos beijamos longo e profundo, ela sentou em cima de mim com as pernas abertas e, antes que eu percebesse, nossas pelves dançavam no ritmo do tesão, nossas respirações se sincronizaram e foram ficando mais profundas até virarem suspiros. O avental voou, abri a camisa dela, ela ajudou com o sutiã e eu me deliciei com os peitos dela de mamilos escuros e carnudos. Naty se atrapalhou com os zíperes e o cinto e conseguiu tirar meu pau.
— Olá, prazer em conhecê-lo — disse antes de passar a língua — acho que podemos ser bons amigos.
Enfiou meu pau entre os lábios dela devagar, é lindo ver e sentir uma mulher que ama chupar e ela era uma dessas (pensei que o idiota do Quique tinha acertado). Ela me levou ao céu e eu lutei pra não gozar na hora, ela tirou e, me olhando, bateu de leve com o pau entre os lábios... do meio da roupa dela, tirou o celular e começou a filmar.
— Fica tranquilo, só meu rosto e seu pau, é pro Juan, ele gosta que gozem nos meus lábios. Consegue? – Ela já sabia a resposta. Pedi o celular e filmei ela fazendo o papel dela perfeitamente, uma rainha da oralidade. Senti o orgasmo nascer como uma enchente que arrebenta as comportas e nem consegui avisar ela, comecei a gozar que nem um cavalo enquanto ela me batia uma punheta e tentava segurar toda a porra com a boca. Depois, com a cara toda lambuzada, olhando pra câmera, passou a língua nos lábios cheios de porra – Valeu, love – Não sei se pra mim ou pro Juan, também não liguei muito. Entreguei o celular e ela foi pro banheiro se limpar enquanto eu tentava me recompor. Do banheiro, ela fala – Tô muito tesuda, cê pode vir com a gente pra casa? Tô com muita vontade de te comer... Continua.
17 comentários - La casa invita parte 1
+ 1o y Reco por el relato !
Gracias por compartir.
Me gustó que usaras La palabra "garchar" !
+10
Excelente relato querido Amigo