Esposa puta....

Por causa do trabalho, meu marido precisava viajar pra Santa Cruz e me pediu pra acompanhá-lo. No começo não quis, mas depois aceitei. Então, como planejado, a gente viajou e ficou no Apart Hotel de sempre.

Naquela noite, saímos pra jantar. Na volta pro hotel, meu marido começou a me beijar e, aos poucos, foi me tocando cada vez mais íntimo. Falei que o taxista tava nos olhando pelo retrovisor, e ele respondeu que não tinha problema e pra eu aproveitar. Assim que chegamos no hotel, mal entramos, ele me fez deitar na cama. Ainda vestida, ele só levantou meu vestido, afastou minha calcinha fio dental e começou a me foder. Eu tava totalmente excitada, então o pau dele entrou na minha buceta sem dificuldade nenhuma. Enquanto aumentava o ritmo do movimento do pau dentro da minha buceta, ele começou a acariciar meus peitos, depois descia as mãos até minhas pernas e continuava. Aumentou a força das investidas até a gente gozar junto. Foi uma fodida rápida, mas incrivelmente gostosa.

Ele serviu umas bebidas, e enquanto a gente conversava, disse que queria ir a uma balada pra dançar, tomar uns drinks e que há tempos tava com vontade de me foder num lugar assim. Falei que a gente tinha combinado de não "brincar" mais, e ele respondeu que aquilo ficaria só entre nós. Mesmo tendo dito que não gostava da ideia, bem no fundo eu também queria aquilo com toda força.

Chamamos um táxi e fomos pro lugar indicado. Subimos pro andar de cima, mesmo sem ter muita gente, escolhemos uma mesa afastada e começamos a nos divertir pra caralho. A gente tava aproveitando a noite como dois adolescentes. Cada vez que voltávamos pra mesa depois de dançar, meu marido aumentava a intensidade dos beijos e carícias, até que ele me fez sentar no colo dele de costas. Como eu tava de vestido, ele puxou o pau pra fora, levantou meu vestido disfarçadamente, afastou minha calcinha fio dental e começou a meter o pau em mim. Minha buceta estava totalmente molhada, louca pra sentir dentro de mim o prazer que aquela pica me dava.

Eu estava nervosa, mas loucamente excitada com a situação. A entrada e saída da pica dele na minha buceta me deixava nas nuvens. A escuridão do lugar e a música faziam com que eu me entregasse totalmente à situação. Eu me mexia disfarçadamente, como se estivesse acompanhando a música.

Com a pica do meu marido na minha buceta, já não me importava mais com praticamente nada. Depois, ele começou a acariciar minhas pernas e enfiou a mão por baixo da minha blusa, começando a massagear meus peitos. Eu estava curtindo pra caralho estar empalada pela pica do meu marido e sendo acariciada pelas mãos dele. Minha excitação era tanta que comecei a aumentar o ritmo na pica dele. Já estava totalmente descontrolada. Então ele me segurou pelos ombros e fez eu diminuir o ritmo. Disse no meu ouvido que eu parecia uma putinha no cio. Eu respondi que sim, que estava com muito tesão.

Meu marido disse que se eu continuasse assim, iam perceber o que a gente estava fazendo. Respondi que não me importava. Então ele respondeu que duas coisas poderiam acontecer: uma, a gente ser expulso de lá; a outra, quem percebesse também ia querer me comer. Eu estava tão excitada que falei que não me importava com o que acontecesse e que ele simplesmente não parasse de meter a pica dele e de se mexer.

A gente estava tão focado em curtir aquele sexo naquela situação que nem percebemos que um dos garçons estava praticamente na nossa frente. Meu marido e eu vimos ele quase ao mesmo tempo. Eu fiquei paralisada, sem saber o que fazer. Meu marido, sem tirar a pica de dentro de mim, chamou ele com um sinal para o lado e perguntou no ouvido se ele gostava das minhas pernas. E levantou meu vestido pra ele poder vê-las. O garçom disse que sim, que eram muito gostosas. Então meu marido, ainda mais ousado, disse que se ele quisesse, podia acariciá-las.

O garçom disse que se fosse pego fazendo aquilo, podia ser mandado embora. Então meu marido disse que eu estava tão molhada que até podia... Foder comigo, ele disse que voltava num instante.
Enquanto a gente continuava fodendo, a luz da parede apagou, deixando o lugar praticamente no escuro total, só um reflexo do andar de baixo dava pra ver algumas figuras dos móveis e da sala.
O garçom chegou onde a gente tava, meu marido falou pra ele que podia meter a mão em mim à vontade, meu marido levantou e praticamente me entregou pro garçom, o garçom levantou meu vestido e começou a passar a mão em mim, as mãos dele acariciavam meu corpo desde minhas pernas. Ele subia as mãos pra cima procurando meus peitos, foi subindo as mãos sem parar de me acariciar, até que chegou nos meus peitos e começou a massagear eles delicadamente, aí baixou a parte de cima do meu vestido liberando meus peitos, me fez virar pra ele, e sem parar de tocar meu corpo começou a beijar e chupar meus peitos, com uma das mãos começou a massagear minha buceta, tudo isso me deixou totalmente excitada, já não aguentei mais e comecei a gemer de prazer.
O garçom tava me enlouquecendo com a boca dele nos meus peitos e as mãos no meu corpo e na minha buceta, aí ele disse que queria me comer, eu falei que sim, que metesse, então o garçom fez com que eu me deitasse num dos sofás, com meu vestido abaixado na parte de cima, e levantado até acima da cintura, eu tava praticamente nua, meu marido percebendo que o garçom ia me foder, passou uma camisinha pra ele, o garçom colocou e começou a meter o pau dele aos poucos.
Comecei a sentir como o pau do garçom ia abrindo caminho dentro da minha buceta, o contato do pau dele dentro de mim foi aumentando cada vez mais meu desejo e meu prazer, o pau dele era um pau comprido que parecia não ter fim, até que no final ele enfiou tudo, o que me fez gemir ainda mais alto, meu gemido foi tão alto que se a música não estivesse tocando tão alta, teriam me ouvido na área toda.
Sentir o pau dele dentro da minha buceta fez minha excitação aumentar cada vez mais, eu nunca tinha estado com outro Pessoa fora do meu marido há muito tempo, sentir a pica desse estranho dentro da minha buceta estava despertando todos os meus desejos e sentimentos reprimidos e guardados por muito tempo.

A força dos movimentos da pica do garçom dentro da minha buceta estava me dando um prazer incrível, ele se movia com força, quase com desespero, e às vezes parava, eu segurava ele pela cintura e puxava ele pra mim pra que ele continuasse naquele ritmo que tanto prazer me dava, era uma loucura, eu não aguentava mais de prazer, soltei um gemido e gozei, e senti o garçom gozar junto comigo.

O garçom se levantou e, enquanto arrumava a roupa, disse algo pro meu marido, meu marido chegou perto de mim e não deixou eu arrumar minha roupa, me disse que eu teria que deixar outro garçom me foder também, porque pra poder subir e me comer, ele teve que deixar um dos colegas dele cuidando pra ninguém subir, e agora era a vez do outro, eu quis dizer algo, mas a figura na escuridão da presença do outro garçom fez minha buceta silenciosamente desejar ter outra pica dentro de mim, não falei mais nada, simplesmente me deitei desejosa de ser possuída de novo.

Agora, sem nenhum preâmbulo, o outro garçom colocou a camisinha que meu marido deu pra ele, se posicionou entre minhas pernas, levantou elas nos ombros dele, colocou a pica na entrada da minha buceta e começou a empurrar ela pra dentro da minha buceta, a pica era tão grossa que parecia que não ia entrar, então, apesar da escuridão, vendo em detalhes, vi que era um negão grandão, ele me disse: "calma que eu vou te foder devagar", aí eu entendi que ele era brasileiro.

Saber que eu ia ser fodida por um negão grandão brasileiro e hiper dotado, em vez de me desanimar, fez minha buceta ficar ainda mais molhada de excitação, uma das minhas fantasias sempre foi ser fodida por um negão dotado.

Ele novamente encaixou a pica na entrada da minha buceta, e a pica dele devagar foi abrindo caminho na minha buceta, eu pedia pra ele Vai devagar, mas não para, que eu queria sentir tudo dentro de mim.

Em alguns momentos, parecia que eu não ia aguentar aquela pica toda dentro de mim, mas eu me enganei. Eu estava tão excitada que senti como, aos poucos, apesar da dor que a penetração me causava, o prazer era muito maior. O negão, quando viu que minha buceta já tinha mais da metade da pica dele devorada, num movimento só, enfiou tudo de uma vez.

Eu soltei um gemido de prazer e dor que, se não fosse pela música da balada de novo, todo mundo teria ouvido aquele berro de tesão. O negão fez uma pausa, como se esperasse minha buceta se acostumar com o tamanho da pica dele, e depois começou a se mover num vai e vem que me enlouquecia de prazer.

Era um prazer incrível. A pica dele era tão grande, tão grossa e tão comprida, que levei uma das minhas mãos até o pau dele para sentir a virilidade e ver o tamanho do que estava me entrando e me dando tanto prazer.

O negão procurou minha boca no escuro e começou a me beijar. Eu estava tão excitada e grata por tanto prazer que correspondi aos beijos e carinhos. Ele sussurrou no meu ouvido se eu estava gostando e se estava aproveitando. Eu disse que sim, que não parasse, que continuasse, que metesse mais e mais. O negão voltou a se mexer, me dando um prazer incrível.

Enquanto me comia, ele fazia pausas de vez em quando, e eu, no meu desespero, empurrava o corpo dele contra o meu para não perder nem um milímetro daquela pica enorme que me dava tanto prazer. Ele começou a me beijar de novo sem parar de me foder, e aí aumentou o ritmo das metidas. Eu tive um orgasmo que fez meu corpo inteiro tremer.

O negão parou, como se me desse tempo para aproveitar aquele prazer incrível. Fiquei uns segundos assim, quieta e imóvel de tanto tesão. Depois, ele começou a se mover de novo, devagar. O contato da pica dele na minha buceta reacendeu o fogo do meu desejo, e eu comecei a pedir mais e mais. O negão começou a meter de um jeito que parecia que ia me partir ao meio, mas o prazer era tão grande... Eu senti que ele pedia mais e mais até que percebi que ele gozou, pude sentir a camisinha enchendo de porra, parecia que ia estourar dentro da minha buceta, isso me deu um novo arrepio de prazer.

O negão chegou perto do meu ouvido e perguntou se eu tinha gozado, eu disse que sim, ele perguntou se eu queria repetir a foda de novo, eu disse que sim, e quando ele perguntou onde podia me encontrar, sem pensar nas consequências, eu falei em que hotel estava e em que apartamento eu tava hospedada.

O garçom brasileiro se levantou, tirou a camisinha, deu um nó e me entregou, arrumou a roupa e foi embora, eu continuei ali semi nua, estava realmente satisfeita, os orgasmos que o negão me deu foram tão fortes que há muito tempo eu não sentia tanto prazer.

Meu marido se aproximou de mim, me beijou e me ajudou a arrumar a roupa. Depois de um tempo, as luzes do andar de cima voltaram, meu marido me beijou de novo e me abraçou, eu ainda tremia de prazer pelo que o negão tinha me dado.

Ficamos mais um tempo, depois fui me lavar no banheiro e saímos da balada para o hotel.

Quando entramos no hotel, meu marido me perguntou se eu tinha curtido, tudo tinha sido tão claro, que eu disse que sim, e agradeci por ele ter me dado tanto prazer naquela noite, em gratidão, me aproximei dele, dei um beijo, me abaixei, puxei o pau dele e comecei a chupar até ele gozar na minha boca.

Aquela noite dormi a noite inteira, me sentia satisfeita, mesmo tendo tido uma noite de sexo incrível, e apesar do prazer, a buceta ainda estava dolorida pelo tamanho e grossura do pau do negão brasileiro.

No dia seguinte acordei quando meu marido já estava pronto para sair para resolver os assuntos de trabalho, ele me deu um beijo de despedida e disse que voltaria ao meio-dia, eu dormi mais um bom tempo e só levantei quase ao meio-dia, tomei um bom banho e me vesti.

Pedi um suco no restaurante, enquanto terminava de me arrumar bateram na porta, quando abri, era o garçom com meu suco, era o Marco (Marco é o garçom que me comeu pela primeira vez em Santa Cruz e começou meus "jogos"), me fiz de desentendida e deixei ele entrar, ele entrou e colocou o suco na mesa da sala, enquanto fazia isso educadamente me disse que estava voltando depois de muito tempo e que no hotel tinham sentido minha falta, agradeci pelo comentário e me aproximei pra assinar o comprovante.

Ele me perguntou se eu estava sozinha ou com meu marido, falei que tinha chegado com meu marido e que ele tinha saído, mas que não demoraria a voltar, então ele se aproximou de mim e tentou me agarrar, falei pra ele não fazer isso, e me respeitar, que o que tinha rolado uma vez não se repetiria. Marco tentou me agarrar por trás, me pegou pela cintura e encostou meu corpo no dele, minha bunda sentiu o pau duro dele, eu me soltei e subi pro quarto, entrei no banheiro e tranquei a porta.

Depois de alguns instantes ouvi a porta de saída do apartamento fechar, saí do banheiro e desci, sentir o corpo e o pau do Marco, o garçom, no meu corpo me deixou molhada, tentei pensar em outra coisa, mas as imagens mentais das vezes que Marco tinha me comido fizeram minha buceta ficar cada vez mais molhada de tesão, e uma vontade de ser comida tomou conta de todo meu ser, minha buceta pedia aos gritos pra ser penetrada.

Me deixei levar pelos meus desejos, tava com sede, mas uma sede de sexo, pedi outro suco de novo, não queria beber nada, queria ser comida. Bateram na porta, era de novo o Marco, o garçom, com o suco, falei pra ele deixar lá em cima no quarto, subi atrás dele, enquanto ele deixava o suco no criado-mudo, eu me sentei na beira da cama e abri disfarçadamente minhas pernas deixando minha calcinha à vista dele.

Marco entendeu do que se tratava, se aproximou de mim e sem dizer nada me fez deitar de costas na cama, levantou meu vestido e começou a acariciar minhas pernas, quando chegou na minha buceta e viu que tava toda molhada, tirou minha calcinha, separou minhas pernas e começou a chupar minha buceta, depois mandou eu ficar de pé e tirou meu vestido, e assim, nua, me fez deitar de novo na cama, ele tirou a roupa, subiu na cama, colocou minhas pernas nos ombros dele e começou a me foder.

Enquanto enfiava o pau em mim, ele dizia que tinha sentido minha falta porque só a minha buceta podia satisfazer ele e dar prazer, me perguntava se eu também tinha sentido falta dele, minha excitação e prazer eram tão grandes que eu dizia que sim, ele perguntava se todos os dias que ele estivesse no hotel eu deixaria ele me foder a toda hora, eu dizia que sim.

Depois ele parou, me colocou na beira da cama, mandou eu me inclinar pra frente e começou a meter o pau em mim por trás, na minha buceta, foi aumentando e aumentando os movimentos, até que inundou toda a minha buceta com o esperma dele, mas eu não tinha conseguido gozar, queria mais, Marco tinha terminado quando eu estava no auge da minha excitação, mas sem chegar ao clímax.

Ele disse que precisava voltar rápido pro restaurante porque senão desconfiariam que algo estava rolando, e falou que em uns 15 minutos voltaria pra me dar mais pau.

Eu estava excitada, me deitei nua na cama esperando Marco voltar pra me fazer gozar, os minutos passavam e nada, depois de um tempo, minha vontade de mais sexo estava se transformando em desespero, liguei pro meu marido pra saber a que horas ele chegaria, ele disse que demoraria pelo menos uma ou duas horas, então entendi que só Marco podia satisfazer minha necessidade de sexo.

Liguei de novo pro restaurante, nem sei o que pedi, daqui a pouco bateram na porta, coloquei um roupão transparente e desci com minha buceta desejando ser penetrada, abri a porta, mas não era Marco, era outro garçom, então entendi que meu roupão transparente quase não escondia minha nudez, falei que desculpa, que pensei que era meu marido, e que deixasse o pedido na mesinha, eu subi pro quarto, o olhar de desejo do garçom, em vez de me envergonhar ou me acalmar, incrivelmente aumentou minha vontade de ser fodida. Me aproximei da sacada do apartamento que dá pra garagem, e vi que o jardineiro tava lá, era um homem de meia-idade, eu já não tava raciocinando direito, tava como que enlouquecida de tesão, o telefone tocou, era o Marco me dizendo que não ia conseguir voltar porque tavam mandando ele sair do hotel pra pegar uns produtos, mas que tava à minha disposição quando voltasse.

Aí sim, o desejo de ser possuída tomou conta de mim, abri meu roupão e me aproximei da porta da sacada. Abri a porta da sacada, o jardineiro tinha de baixo uma visão completa do meu corpo totalmente pelado, fiquei ali como se tivesse olhando pro horizonte, o jardineiro foi ganhando confiança e já não olhava pra cima disfarçadamente, mas sim, assumiu uma atitude sem vergonha e foi se aproximando da sacada do meu apartamento, parou bem na frente da sacada sem parar de olhar pra cima.

Baixei meu olhar, e nossos olhos se encontraram, ele levou a mão na calça dele e começou a passar a mão no próprio pau sem parar de me olhar, eu continuei olhando pra ele sem falar nada, o jardineiro mais ousado ainda, se aproximou da porta do apartamento que dá pra garagem e bateu na porta.

Queria sair correndo pra abrir a porta, mas meus restos de vergonha me diziam que não, que eu tava louca, mas sim, tava louca de tesão, e sem pensar em mais nada, só em satisfazer meu desejo de sexo, desci, abri a porta e deixei ele entrar, subi pro quarto com o jardineiro atrás de mim, o homem tirou o macacão dele, e assim pelado vi que ele tinha um corpo atlético e um pau de um bom tamanho, abri a gaveta do criado-mudo e passei uma camisinha pra ele, ele colocou, se deitou em cima de mim e começou a me foder, metia com uma força que parecia que queria me estuprar e não me foder, depois parou, colocou minhas pernas nos ombros dele, e voltou a cravar o pau em mim.

Nessa posição eu conseguia sentir o tamanho real do pau dele, ele me fodava como se tivesse desesperado, me dizia que eu era a mulher mais gostosa que ele já tinha comido, que eu era uma delícia e outras coisas mais, meu prazer foi aumentando mais e mais, tive um Um orgasmo incrível que me fez tremer de prazer, as contrações gostosas da minha buceta fizeram o jardineiro gozar junto comigo. Ele se levantou, eu mandei ele se arrumar no banheiro de baixo e sair pela porta da garagem.

Eu fiquei uns instantes assim, nua e satisfeita na cama, tinha apagado meu fogo de desejo. Entrei no banheiro e comecei a me lavar, as imagens da noite anterior passavam pela minha mente, e a fodida com o garçom e o jardineiro também. Fazia mais de um ano que eu não transava com ninguém fora do meu marido, e em menos de 24 horas eu tinha virado a puta de antes de novo.

Satisfeita, mas cansada, depois do banho me deitei na cama e capotei. Meu marido me acordou, mandou eu me arrumar rápido pra sair pra almoçar, porque ele tinha que continuar a reunião de trabalho à tarde.

Pra ganhar tempo, decidimos almoçar no hotel. Enquanto comíamos, meu marido foi me contando como tinha sido o trabalho dele de manhã. Depois do almoço, fomos pro apartamento e sentamos na salinha pra tomar um café. Aí ele começou a falar que na noite anterior eu tinha me comportado como uma puta safada. Eu falei que não queria tocar no assunto, mas ele chegou perto e, enquanto relembrava os detalhes da noite passada, começou a me beijar e acariciar meu corpo.

Ele tirou o pau dele e colocou na minha boca. Ele sabe que chupar o pau dele me excita. Enquanto eu chupava, ele foi tirando minha roupa, me deixou pelada, baixou a calça dele, abriu a camisa e me deitou no sofá. Abriu minhas pernas e começou a me foder. Eu ainda tava quente, então comecei a gemer de prazer rapidinho e a pedir mais e mais. Vendo como eu tava excitada, ele me fez virar, deixando minha bundinha à disposição dele. Molhou o pau dele na minha buceta e começou a enfiar devagarzinho no meu cuzinho. O pau dele foi abrindo caminho na minha bunda, doía um pouco, mas o prazer era maior. Ele foi empurrando aos poucos até meter tudo. pau, aí ele parou um pouco pra minha bunda se acostumar com a grossura do pau dele, depois começou o vai e vem, primeiro devagar e depois foi aumentando o ritmo, eu pedia pra ele agarrar meus peitos e não parar, o ritmo ficou frenético, até que gozamos juntos.

A gente se beijou e eu agradeci pelo tanto de prazer, subimos pro quarto, ele se arrumou e saiu pro trabalho, eu fiquei descansando, e lá pelas três da tarde o telefone tocou, quando atendi e ouvi, fiquei gelada, mas uma faísca de desejo acendeu em mim.

Era o negão brasileiro da noite anterior, ele disse que tinha amado a noite passada, e que tanto ele quanto o amigo estavam ali perto do hotel, e se, como a gente tinha combinado na noite anterior, eles estavam ali pra repetir a foda.

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