Ela morava com os pais e irmãos na mesma cidade e eu tinha acabado de me separar da minha mulher. Tinha alugado um apartamento só pra mim, já que minha ex tinha ficado com o apartamento e as meninas.
Pois aconteceu que, depois de me instalar, surgiu um compromisso fora da cidade e pedi pro meu irmão passar uns dias pra cuidar do cachorro. Eu planejava sair na sexta e voltar no domingo. Acontece que Ana, minha sobrinha, soube da minha ausência e se ofereceu pra cuidar do cachorro. Mas de quebra, marcou um encontro com um amiguinho. Ela passou lá dois dias antes e eu dei as chaves e as instruções.
Saí da cidade na sexta às 7 rumo ao aeroporto, com ideia de sair às 9 mais ou menos. Tava na espera quando recebi uma ligação informando que o evento que eu tinha que ir foi cancelado. Sem mais, voltei pra casa.
Minha surpresa veio ao chegar, quando encontrei Ana e o amiguinho dela abraçados na frente da TV.
Ana levou um susto e o garoto saiu correndo, assustado, na hora. Ana tentou me dar explicações que eu nem precisava, porque de certa forma eu entendia. Depois que ela se acalmou, convidei ela pra ficar mais um pouco e ela aceitou meio resignada, me dizendo que tinha pedido umas pizzas.
Peguei umas cervejas e a gente comeu as pizzas. A noite foi passando e entre uma cerveja e outra a gente ria da situação e acabou contando cada besteira. E chegamos no assunto sexo...
Ana chegou a confessar que era virgem e eu respondi dizendo que não entendia, já que ela era uma verdadeira gostosa. Ela me explicou que tinha um pouco de medo e que também não queria transar com qualquer um.
Eu expliquei que ela não precisava ter medo se tomasse as precauções certas e toda essa história. E ela não parava de falar bobagem (a cerveja afeta ela de um jeito...).
Também chegamos a falar do meu caso e ela me animava a procurar uma parceira de novo. Eu respondi que ela se preocupasse com ela mesma, que fosse atrás do garoto com quem tinha marcado e ela começou a rir escandalosamente. Me explicou que não gostava muito dele, que para ela ele era imaturo e que ela procurava gente bem mais velha.
Como você – ela soltou
Como? Como eu? Mas eu tenho o dobro da sua idade, Ana!!! hahaha essas cervejas...
Tito, se você soubesse o que passa pela minha cabeça...
Fala aí, fala, com certeza é alguma bobagem
Bobagem? Não! Mais loucura... Você consegue imaginar...
Putz, com você qualquer coisa, fala que eu quero rir, vamos fala
Não, não posso, talvez você me expulse se eu disser
Como assim vou te expulsar...???
Estávamos rindo e eu a agarrei pela cintura da forma mais inocente, para obrigá-la a me contar, tentando fazer cócegas nela, e ela se defendia se esquivando de mim, então estávamos no sofá rolando quando ela não teve outra ideia senão me dar um beijão na boca. Eu fiquei duro (assim como meu pau).
Você e eu já sabemos...
O quê? O que você está dizendo? Ana,
É o que eu estava pensando, que você e eu... você sabe
Ana, você me deixa atônito.
Quero fazer com alguém de confiança, que seja maduro e esteja bem fisicamente. Como você...
O que tem de errado? a gente transa e amanhã finge que nada aconteceu. Sério, Tito, é o que mais quero na vida, fazer isso!!! e se for com você, melhor ainda
Ana, não sei se você percebe o que está dizendo,
Vamos, Tito, eu sei que você também quer... você vai deixar passar uma oportunidade dessas, uma garota jovem se oferecendo pra você...
Ana, eu sou seu tio!!! por favor!!! o que eu preciso não é da sua conta.
Titoooooooo, quero fazer com alguém experiente, não com qualquer garoto que só quer meter e sacar pra poder se gabar.
Você está me zoando, não é? É isso?
Agora eu te provo.
Na mesma hora ela me jogou de costas no sofá e desabotoou minhas calças. Acariciou suavemente meu pau ainda com minha cueca vestida. Eu queria fazer, mas não conseguia acreditar. Era nisso que eu estava pensando quando Ana tinha meu pau completamente duro a dois palmos da sua boca. - Você vai ver... Ana, você vai ver...
Ver, ela não via... Só lambia e relambia seu objeto de desejo. Eu fiquei todo esse tempo parado, curtindo a situação. De vez em quando acariciava sua bunda perfeita. Quando Ana conseguiu que eu gozasse, agarrei ela pela cintura e levei pra cama pra gente poder curtir mais confortavelmente. Mandei ela ligar pro meu irmão pra avisar que não voltaria pra casa pra dormir. Ana fez isso enquanto eu a despia. Assim que terminou a ligação, ela acabou de me tirar a roupa e se jogou de novo na cama. Eu subi em cima dela e enquanto a gente se beijava e se acariciava. Ela procurava meu pau desajeitadamente.
Tito, eu quero que você me trate como uma mulher. Não tenha medo por mim...
Cala a boca, Ana, cala a boca.
Ana era uma garota bem magrinha, de boa altura e com uns peitos não muito grandes, pra ser sincero. Diria que pequenos, mas brincalhões e gostosos. Aos poucos a gente virou e ela ficou na altura do meu pau e começou a chupar loucamente. Quando vi que era a hora, fiz ela levantar e coloquei a cintura dela na altura do pau (ou seja, em cima de mim).
Anaaa, calma, eh? Devagar, vou metendo devagarinho.
Ela agarrava o pau firme, mas eu segurava ela bem forte pela cintura pra poder movê-la como eu quisesse. Ela reclamava da dureza, mas eu não desistia.
Põe ele na entrada da sua bucetinha e segura firme, deixa cair, não faz força você, eu faço o resto.
Tá bom, Tito, vai doer? É que é muito grande.
Calma, esfrega um pouco a coisinha...
Eu de vez em quando soltava uma mão e ajudava a esfregar. Metia minha mão na boca dela e com a mesma mão esfregava suavemente.
Vamos lá agora, Ana, agarra firme.
Vai, Tito, me fodeeeee.
Ana meteu só a pontinha do meu pau e desistiu de dor. Na segunda tentativa, conseguiu meter a "cabeça" do pau quase completamente, mas também desistiu. Eu não fazia força, só segurava ela. Ela começou a chorar.
Vamos, Ana, na terceira é a vez...
É muito grande. Tito, é muito grande, tá me machucando, não cabe, Tito
Não fala bobagem, vai metendo devagarinho que você vai ver como entra, calma, devagarinho
Na terceira tentativa, Ana não queria meter muito mais, mas uma vez que a "cabeça" entrou, eu pressionei com força e consegui meter tudo. Ela gemeu muito e chorou. Ficamos um momento assim até que, de dor, ela tentou tirar, mas quando percebeu já estava dentro de novo. Ela tentou tirar de novo, mas eu insisti. Foi quando Ana descobriu que a dor estava virando prazer e aí parou de chorar e só ficou gemendo de prazer. Eu parei de fazer força, já que ela começou a fazer tudo sozinha. E aí veio minha gozada, que ela sentiu como um verdadeiro arrepio.
— Dentro, você gozou dentro, Tito.
— Calma, Ana.
Depois do ato consumado, ela se deitou do meu lado e se encostou no meu peito, me beijando carinhosamente.
Tito, eu gostei, gostei muito. Se não fizer de novo, eu explodo.
Eu ria enquanto acariciava seus peitos lindos (pequenininhos, mas bem bonitos). Enfim, era uma garotinha...
Desci minhas mãos até a cintura e notei que tinha deixado marcas da força que fiz. Beijei sua bochecha.
Poxa, acho que te machuquei, né? Aqui?
Tanto faz, Tito. Da próxima vez você não vai precisar fazer força.
Da próxima vez? Já tá pensando em outra? Porra, garota, você é insaciável!
Você sabe, Tito... temos o fim de semana todo. Eu disse que tô na casa de uma amiga, então...
Então o quê? Vamos ficar o fim de semana todo na cama?
Por mim, encantada.
Porra, garota...
Me diz, Tito, eu não vou engravidar, né? Falta pouco pra minha menstruação, mas...
Calma, mas outras vezes a gente vai ter que tomar cuidado, hein? Só faltaria armar essa. Imagina a merda com seu pai...
Bom... se você me acolher, acho que ele não falaria muito...
Como? Acolher? Se você engravidar, não acho que daria pra ter uma criança... seu pai te expulsa de casa mas a mim me cobre.
Titoooo, se eu ficar grávida eu fico e vou morar com você, hein?
Vai, para de falar besteira, aqui não vai rolar nada. Mas mesmo assim você podia tomar aquela pílula.
Tito, eu te amo, vou ser sua empregada, sua mulher, seu brinquedo, o que você quiser...
Falando assim, Ana dormiu em 5 minutos. Eu a vesti um pouco e logo também caí no sono.
No dia seguinte, quando acordei, Ana não estava na cama. Levantei e a encontrei terminando de preparar o café da manhã.
Bom dia, Tito, volta pra cama que agora eu levo tudo pra lá.
Bom dia, Ana, você é o máxi...
Tomamos café na cama e assim passamos parte do dia conversando e nos beijando na cama. O que tinha começado como uma loucura tinha virado um lindo relacionamento. Pedimos comida chinesa pro almoço e devagarinho aquele dia frio foi passando. De noite, depois de gozar umas duas vezes, Ana começou a me pedir coisas que não fazem bem pro meu coração.
Você já comeu alguém pelo cu?
Caraaaalho, e da onde surgiu essa?
Ah, nada, mas já ou não?
Bom, não, por quê?
Porque eu quero experimentar.
Você entrou nessa casa como uma menina e vai sair não sei como...
Haha, mas você faria em mim???
Porra, Ana, não é o que mais me atrai, pra ser sincero.
Mas se sua sobrinha preferida tá pedindo?
Não curto muito, na real. Você é muito magrinha e pode doer muito, você ainda vai ter tempo, mas pra mim, pela frente é melhor.
E por que a gente não tenta?
Sem me dar tempo de reagir, ela se levantou e ficou de quatro.
Nããão, Ana, não.
Vai, que você tá doido pra ver, olha olha que buraquinho lindo...
Muito pequeno, Ana, ia te machucar muito.
Levantei da cama e fiz um sinal pra ela esperar. Fui ao banheiro e procurei vaselina, sabia que tinha. Como não achei, fui pra cozinha e peguei manteiga.
Isso pode ajudar.
Abri o pote e com um dedo comecei a passar suavemente na abertura do ânus dela. Com movimentos circulares, eu cobri toda a cavidade apertada enquanto ela curtia. Enquanto ela, numa posição desconfortável, movia meu pênis. Assim que terminei a preparação, me ajoelhei na cama, segurei o pênis com uma mão e com a outra sua cinturinha. Coloquei o pênis em frente à pequena entrada e fui pressionando aos poucos. Ela gemía e gritava alto. Não conseguia introduzir porque o buraco era muito pequeno e além disso queria fazer com suavidade. Parei um momento para acariciar de novo o ânus e enfiei um par de dedos. Quando vi que estava um pouco dilatado, agarrei sua cintura com todo o braço e com a outra mão consegui meter a "cabeça" do pênis. Ela gritou com todas as forças e eu dei uma palmada na sua bunda, lembrando-a que tenho vizinhos. Ela começou a chorar, achando que era impossível. Nesse momento, pressionei com força e consegui meter quase até o final.
Com movimentos rápidos, puxava um pouco o pênis para voltar a meter de novo e de novo, até que gozei gostoso.
Pronto, isso é o que você queria, não é?
Ela, entre soluços, conseguia dizer que doía muito. Fiz ela deitar para se recuperar. Aos poucos, ela se acalmou e ficou quieta um bom tempo.
Graças a essa prática, ela passou parte do domingo bastante dolorida. É normal, já que ela é muito magrinha. Desde aquele dia, nunca mais pediu para eu comê-la por trás. Depois de conversar o resto da noite, Ana adormeceu.
No dia seguinte, fui eu quem acordou primeiro. Queria fazer o café da manhã, mas antes fui tomar banho. Estava nisso quando notei que Ana tinha entrado no chuveiro. Fiquei massageando sua parte dolorida e depois ela conseguiu que me sobrassem forças para fazer de novo. Ela subiu em cima de mim e nessa posição conseguiu se acomodar o suficiente para aguentar um bom tempo. Depois nos lavamos um ao outro, tomamos café e saímos para passear com o cachorro. Mais tarde, fomos tomar alguma coisa e depois voltamos para casa, ela preparou a comida e depois de comer, foi para a casa dela.
Nossa relação se Fomos nos aproximando aos poucos, mas a diferença de idade e os parentes dificultavam tudo. Depois de um ano, começamos a oficializar gradualmente. A família demorou para engolir, principalmente meu irmão. Minha cunhada, por outro lado, adorou. Ana conciliava os estudos com um trabalho que consegui para ela. Quando faltavam 3 meses para ela terminar os estudos, aconteceu o que tinha que acontecer: ela engravidou. Não sei como ocorreu, já que tomávamos precauções, mas acho que Ana descuidou um pouco de propósito. Na época, ela morava na casa dela, mas queria vir morar na minha, e tanto eu quanto o pai dela nos opúnhamos. Bom, aos 21 anos, ela engravidou. Tentamos manter em segredo no início, mas no final tudo veio à tona. Meu irmão, que tinha levado tudo muito mal e achava que era passageiro, ficou furioso, e não tive outra saída senão trazê-la para casa. Ao mesmo tempo, pedi o divórcio da minha ex para poder me casar com Ana. Nos casamos no civil, e Ana teve uma menina.
E assim chegamos até hoje. Vivo mais ou menos feliz com Ana, mas por segurança ela fez laqueadura para não ter mais filhos, já que, aos 21 anos, ela é muito ativa na cama para mim.
FIM
Pois aconteceu que, depois de me instalar, surgiu um compromisso fora da cidade e pedi pro meu irmão passar uns dias pra cuidar do cachorro. Eu planejava sair na sexta e voltar no domingo. Acontece que Ana, minha sobrinha, soube da minha ausência e se ofereceu pra cuidar do cachorro. Mas de quebra, marcou um encontro com um amiguinho. Ela passou lá dois dias antes e eu dei as chaves e as instruções.
Saí da cidade na sexta às 7 rumo ao aeroporto, com ideia de sair às 9 mais ou menos. Tava na espera quando recebi uma ligação informando que o evento que eu tinha que ir foi cancelado. Sem mais, voltei pra casa.
Minha surpresa veio ao chegar, quando encontrei Ana e o amiguinho dela abraçados na frente da TV.
Ana levou um susto e o garoto saiu correndo, assustado, na hora. Ana tentou me dar explicações que eu nem precisava, porque de certa forma eu entendia. Depois que ela se acalmou, convidei ela pra ficar mais um pouco e ela aceitou meio resignada, me dizendo que tinha pedido umas pizzas.
Peguei umas cervejas e a gente comeu as pizzas. A noite foi passando e entre uma cerveja e outra a gente ria da situação e acabou contando cada besteira. E chegamos no assunto sexo...
Ana chegou a confessar que era virgem e eu respondi dizendo que não entendia, já que ela era uma verdadeira gostosa. Ela me explicou que tinha um pouco de medo e que também não queria transar com qualquer um.
Eu expliquei que ela não precisava ter medo se tomasse as precauções certas e toda essa história. E ela não parava de falar bobagem (a cerveja afeta ela de um jeito...).
Também chegamos a falar do meu caso e ela me animava a procurar uma parceira de novo. Eu respondi que ela se preocupasse com ela mesma, que fosse atrás do garoto com quem tinha marcado e ela começou a rir escandalosamente. Me explicou que não gostava muito dele, que para ela ele era imaturo e que ela procurava gente bem mais velha.
Como você – ela soltou
Como? Como eu? Mas eu tenho o dobro da sua idade, Ana!!! hahaha essas cervejas...
Tito, se você soubesse o que passa pela minha cabeça...
Fala aí, fala, com certeza é alguma bobagem
Bobagem? Não! Mais loucura... Você consegue imaginar...
Putz, com você qualquer coisa, fala que eu quero rir, vamos fala
Não, não posso, talvez você me expulse se eu disser
Como assim vou te expulsar...???
Estávamos rindo e eu a agarrei pela cintura da forma mais inocente, para obrigá-la a me contar, tentando fazer cócegas nela, e ela se defendia se esquivando de mim, então estávamos no sofá rolando quando ela não teve outra ideia senão me dar um beijão na boca. Eu fiquei duro (assim como meu pau).
Você e eu já sabemos...
O quê? O que você está dizendo? Ana,
É o que eu estava pensando, que você e eu... você sabe
Ana, você me deixa atônito.
Quero fazer com alguém de confiança, que seja maduro e esteja bem fisicamente. Como você...
O que tem de errado? a gente transa e amanhã finge que nada aconteceu. Sério, Tito, é o que mais quero na vida, fazer isso!!! e se for com você, melhor ainda
Ana, não sei se você percebe o que está dizendo,
Vamos, Tito, eu sei que você também quer... você vai deixar passar uma oportunidade dessas, uma garota jovem se oferecendo pra você...
Ana, eu sou seu tio!!! por favor!!! o que eu preciso não é da sua conta.
Titoooooooo, quero fazer com alguém experiente, não com qualquer garoto que só quer meter e sacar pra poder se gabar.
Você está me zoando, não é? É isso?
Agora eu te provo.
Na mesma hora ela me jogou de costas no sofá e desabotoou minhas calças. Acariciou suavemente meu pau ainda com minha cueca vestida. Eu queria fazer, mas não conseguia acreditar. Era nisso que eu estava pensando quando Ana tinha meu pau completamente duro a dois palmos da sua boca. - Você vai ver... Ana, você vai ver...
Ver, ela não via... Só lambia e relambia seu objeto de desejo. Eu fiquei todo esse tempo parado, curtindo a situação. De vez em quando acariciava sua bunda perfeita. Quando Ana conseguiu que eu gozasse, agarrei ela pela cintura e levei pra cama pra gente poder curtir mais confortavelmente. Mandei ela ligar pro meu irmão pra avisar que não voltaria pra casa pra dormir. Ana fez isso enquanto eu a despia. Assim que terminou a ligação, ela acabou de me tirar a roupa e se jogou de novo na cama. Eu subi em cima dela e enquanto a gente se beijava e se acariciava. Ela procurava meu pau desajeitadamente.
Tito, eu quero que você me trate como uma mulher. Não tenha medo por mim...
Cala a boca, Ana, cala a boca.
Ana era uma garota bem magrinha, de boa altura e com uns peitos não muito grandes, pra ser sincero. Diria que pequenos, mas brincalhões e gostosos. Aos poucos a gente virou e ela ficou na altura do meu pau e começou a chupar loucamente. Quando vi que era a hora, fiz ela levantar e coloquei a cintura dela na altura do pau (ou seja, em cima de mim).
Anaaa, calma, eh? Devagar, vou metendo devagarinho.
Ela agarrava o pau firme, mas eu segurava ela bem forte pela cintura pra poder movê-la como eu quisesse. Ela reclamava da dureza, mas eu não desistia.
Põe ele na entrada da sua bucetinha e segura firme, deixa cair, não faz força você, eu faço o resto.
Tá bom, Tito, vai doer? É que é muito grande.
Calma, esfrega um pouco a coisinha...
Eu de vez em quando soltava uma mão e ajudava a esfregar. Metia minha mão na boca dela e com a mesma mão esfregava suavemente.
Vamos lá agora, Ana, agarra firme.
Vai, Tito, me fodeeeee.
Ana meteu só a pontinha do meu pau e desistiu de dor. Na segunda tentativa, conseguiu meter a "cabeça" do pau quase completamente, mas também desistiu. Eu não fazia força, só segurava ela. Ela começou a chorar.
Vamos, Ana, na terceira é a vez...
É muito grande. Tito, é muito grande, tá me machucando, não cabe, Tito
Não fala bobagem, vai metendo devagarinho que você vai ver como entra, calma, devagarinho
Na terceira tentativa, Ana não queria meter muito mais, mas uma vez que a "cabeça" entrou, eu pressionei com força e consegui meter tudo. Ela gemeu muito e chorou. Ficamos um momento assim até que, de dor, ela tentou tirar, mas quando percebeu já estava dentro de novo. Ela tentou tirar de novo, mas eu insisti. Foi quando Ana descobriu que a dor estava virando prazer e aí parou de chorar e só ficou gemendo de prazer. Eu parei de fazer força, já que ela começou a fazer tudo sozinha. E aí veio minha gozada, que ela sentiu como um verdadeiro arrepio.
— Dentro, você gozou dentro, Tito.
— Calma, Ana.
Depois do ato consumado, ela se deitou do meu lado e se encostou no meu peito, me beijando carinhosamente.
Tito, eu gostei, gostei muito. Se não fizer de novo, eu explodo.
Eu ria enquanto acariciava seus peitos lindos (pequenininhos, mas bem bonitos). Enfim, era uma garotinha...
Desci minhas mãos até a cintura e notei que tinha deixado marcas da força que fiz. Beijei sua bochecha.
Poxa, acho que te machuquei, né? Aqui?
Tanto faz, Tito. Da próxima vez você não vai precisar fazer força.
Da próxima vez? Já tá pensando em outra? Porra, garota, você é insaciável!
Você sabe, Tito... temos o fim de semana todo. Eu disse que tô na casa de uma amiga, então...
Então o quê? Vamos ficar o fim de semana todo na cama?
Por mim, encantada.
Porra, garota...
Me diz, Tito, eu não vou engravidar, né? Falta pouco pra minha menstruação, mas...
Calma, mas outras vezes a gente vai ter que tomar cuidado, hein? Só faltaria armar essa. Imagina a merda com seu pai...
Bom... se você me acolher, acho que ele não falaria muito...
Como? Acolher? Se você engravidar, não acho que daria pra ter uma criança... seu pai te expulsa de casa mas a mim me cobre.
Titoooo, se eu ficar grávida eu fico e vou morar com você, hein?
Vai, para de falar besteira, aqui não vai rolar nada. Mas mesmo assim você podia tomar aquela pílula.
Tito, eu te amo, vou ser sua empregada, sua mulher, seu brinquedo, o que você quiser...
Falando assim, Ana dormiu em 5 minutos. Eu a vesti um pouco e logo também caí no sono.
No dia seguinte, quando acordei, Ana não estava na cama. Levantei e a encontrei terminando de preparar o café da manhã.
Bom dia, Tito, volta pra cama que agora eu levo tudo pra lá.
Bom dia, Ana, você é o máxi...
Tomamos café na cama e assim passamos parte do dia conversando e nos beijando na cama. O que tinha começado como uma loucura tinha virado um lindo relacionamento. Pedimos comida chinesa pro almoço e devagarinho aquele dia frio foi passando. De noite, depois de gozar umas duas vezes, Ana começou a me pedir coisas que não fazem bem pro meu coração.
Você já comeu alguém pelo cu?
Caraaaalho, e da onde surgiu essa?
Ah, nada, mas já ou não?
Bom, não, por quê?
Porque eu quero experimentar.
Você entrou nessa casa como uma menina e vai sair não sei como...
Haha, mas você faria em mim???
Porra, Ana, não é o que mais me atrai, pra ser sincero.
Mas se sua sobrinha preferida tá pedindo?
Não curto muito, na real. Você é muito magrinha e pode doer muito, você ainda vai ter tempo, mas pra mim, pela frente é melhor.
E por que a gente não tenta?
Sem me dar tempo de reagir, ela se levantou e ficou de quatro.
Nããão, Ana, não.
Vai, que você tá doido pra ver, olha olha que buraquinho lindo...
Muito pequeno, Ana, ia te machucar muito.
Levantei da cama e fiz um sinal pra ela esperar. Fui ao banheiro e procurei vaselina, sabia que tinha. Como não achei, fui pra cozinha e peguei manteiga.
Isso pode ajudar.
Abri o pote e com um dedo comecei a passar suavemente na abertura do ânus dela. Com movimentos circulares, eu cobri toda a cavidade apertada enquanto ela curtia. Enquanto ela, numa posição desconfortável, movia meu pênis. Assim que terminei a preparação, me ajoelhei na cama, segurei o pênis com uma mão e com a outra sua cinturinha. Coloquei o pênis em frente à pequena entrada e fui pressionando aos poucos. Ela gemía e gritava alto. Não conseguia introduzir porque o buraco era muito pequeno e além disso queria fazer com suavidade. Parei um momento para acariciar de novo o ânus e enfiei um par de dedos. Quando vi que estava um pouco dilatado, agarrei sua cintura com todo o braço e com a outra mão consegui meter a "cabeça" do pênis. Ela gritou com todas as forças e eu dei uma palmada na sua bunda, lembrando-a que tenho vizinhos. Ela começou a chorar, achando que era impossível. Nesse momento, pressionei com força e consegui meter quase até o final.
Com movimentos rápidos, puxava um pouco o pênis para voltar a meter de novo e de novo, até que gozei gostoso.
Pronto, isso é o que você queria, não é?
Ela, entre soluços, conseguia dizer que doía muito. Fiz ela deitar para se recuperar. Aos poucos, ela se acalmou e ficou quieta um bom tempo.
Graças a essa prática, ela passou parte do domingo bastante dolorida. É normal, já que ela é muito magrinha. Desde aquele dia, nunca mais pediu para eu comê-la por trás. Depois de conversar o resto da noite, Ana adormeceu.
No dia seguinte, fui eu quem acordou primeiro. Queria fazer o café da manhã, mas antes fui tomar banho. Estava nisso quando notei que Ana tinha entrado no chuveiro. Fiquei massageando sua parte dolorida e depois ela conseguiu que me sobrassem forças para fazer de novo. Ela subiu em cima de mim e nessa posição conseguiu se acomodar o suficiente para aguentar um bom tempo. Depois nos lavamos um ao outro, tomamos café e saímos para passear com o cachorro. Mais tarde, fomos tomar alguma coisa e depois voltamos para casa, ela preparou a comida e depois de comer, foi para a casa dela.
Nossa relação se Fomos nos aproximando aos poucos, mas a diferença de idade e os parentes dificultavam tudo. Depois de um ano, começamos a oficializar gradualmente. A família demorou para engolir, principalmente meu irmão. Minha cunhada, por outro lado, adorou. Ana conciliava os estudos com um trabalho que consegui para ela. Quando faltavam 3 meses para ela terminar os estudos, aconteceu o que tinha que acontecer: ela engravidou. Não sei como ocorreu, já que tomávamos precauções, mas acho que Ana descuidou um pouco de propósito. Na época, ela morava na casa dela, mas queria vir morar na minha, e tanto eu quanto o pai dela nos opúnhamos. Bom, aos 21 anos, ela engravidou. Tentamos manter em segredo no início, mas no final tudo veio à tona. Meu irmão, que tinha levado tudo muito mal e achava que era passageiro, ficou furioso, e não tive outra saída senão trazê-la para casa. Ao mesmo tempo, pedi o divórcio da minha ex para poder me casar com Ana. Nos casamos no civil, e Ana teve uma menina.
E assim chegamos até hoje. Vivo mais ou menos feliz com Ana, mas por segurança ela fez laqueadura para não ter mais filhos, já que, aos 21 anos, ela é muito ativa na cama para mim.
FIM
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