Brincando com a priminha. FINAL.

O que mais posso dizer dessa história a essa altura? Nunca imaginei que expor uns ratos com uma prima minha, que eu tô de olho, daria tanto pano pra manga. Uma coisa é certa: é graças ao apoio de todos vocês que essa história chegou a 14 unidades. MUITO OBRIGADO, a todos, espero que esses personagens alimentem uma e mil punhetas a mais, assim como fizeram comigo, porque se eu não tivesse curtido, nunca teria escrito algo tão longo. De novo, VALEU e aproveitem.Brincando com a priminha. FINAL.Como sempre, as gostosas que servem de "exemplo" pra criar uma imagem visual mais certeira.analJulieta, a primeira, a que começou tudo com Matías entre brincadeiras eróticas:orgia
virgem
AdolescenteMônica, mãe da Julieta, que quando ficou sabendo, ao invés de reprimir, tirou o melhor de todo mundo:vaginal
milf
incestoFlorencia, irmã do protagonista, fanática por futebol que largou a bola por outro esporte:cunilingua
Anilingua
primosCarolina, uma cibernauta muito gostosa que topou fazer com o próprio irmão:Brincando com a priminha. FINAL.
anal
orgiaZoey, a amiga que a Caro convidou sem permissão e logo ficou amigona de todo mundo:virgem
Adolescente
vaginalGloria, a amiga da Moni com experiência na câmera e em algo mais:milf
incesto
cunilinguaLucrécia, a última a entrar no círculo vicioso:Anilingua
primos
Brincando com a priminha. FINAL.Antônia, uma das irmãs do Román, o anfitrião, que prova que idade é só um estado de espírito:anal
orgia
virgemMyriam, que é fácil de diferenciar da irmã pela distribuição de carnes:Adolescente
vaginal
milfAgora sim, é hora de aproveitar. Não esqueçam de comentar, avaliar e compartilhar se vocês gostaram.incestoComo forma de agradecimento. Valeu!

Naquela noite, ele foi dormir ouvindo sons de sexo brutal vindo de vários quartos, então tomou dois comprimidos para dormir. Sabia que seu grande papel seria no jogo e, como o Rocky, se mentalizou com uma música anos oitenta tocando na cabeça e toda aquela parafernália. Preocupado em se alimentar, descansar física e mentalmente, quando o dia chegou, estava louco pra entrar no ringue com toda a sua experiência e poder acumulados.

Comeu como se tivesse lutado contra o Freeza e ganhou presentes de Natal atrasados da Antônia e da Myriam. Uma sunga com as cores do arco-íris (horripilante) e um livro de edição de filmes mais interessante (Será que elas sabiam algo sobre a experiência dele com a câmera?).

No entanto, uma noite, às onze horas, finalmente o momento importante chegou e todos estavam prontos, exceto a Lucrécia, no pátio perto da piscina, como se fosse uma seita silenciosa.

Esperando sob a luz dos postes perto da piscina, ele procurou o rosto da Lucre pela segunda vez, sem encontrá-la. Parece que o plano dela não tinha sido infalível. Pelo menos ele tinha ido mais longe do que qualquer um na arte do amor com ela.

- Não era que ela podia no final? Que tinha um plano? - Florença sussurrou no ouvido dele. Matías achava que sim, embora a ausência da virgem missionária talvez não fizesse tanta falta entre tantos espécimes variados. Tinha uma mulher de cada cor, e nem todas eram da família.

Recapitulando, as mais conhecidas: a legião de peitos ardentes e cabelos pretos, sua irmã Flor e sua prima mais velha Mônica, destruidoras de sutiãs de tamanho inadequado e de braguilhas; depois o broto corrompido, Julieta, sua loira obsessão, distante, mas sempre presente. Também a dupla surpresa, que entrou nesse mundo pela internet: a morena Carolina, com uma bunda tão volumosa quanto deliciosa, e a ruiva Zoey, a amiga bissexual de Caro, carregando fogo no cabelo, na atitude e na boceta.

Mas a surpresa foi a chegada de Três novos exemplares de carnes experientes, nada mais nada menos que Glória, a milf amiga da Mônica que estava por trás da câmera do DVD que deram de presente, também Myriam e Antônia, ambas convencidas pelo Román ou talvez pelo Arturo na última viagem. Matías pensou que, pela rapidez da chegada delas, não iam jogar ou não estariam sabendo. Isso deixava as coisas em oito mulheres para seis homens.

E pelo lado dos homens, o velho puteiro Román, seu primo favorito, Santino agora escoltado pelo seu orgulhoso pai putanheiro Gustavo. O nerd Agostinho tinha se juntado, e alguém de fora do sangue corrupto que mesmo assim comia a própria irmã: Arturo, o de dreads com cara de hippie. Tinha pra todos os gostos delas também.

A Mônica tinha organizado tudo de forma magistral, iam jogar pôquer estilo rápido, depois de distribuir as cartas, quem tivesse a melhor mão não tirava a roupa, o resto, por perder, tirava uma peça. Todo mundo começava com a mesma quantidade de peças: sunga, camiseta e chinelo os homens, as mulheres biquíni de duas peças e calçado, mais duas peças ou acessórios extras pra cada um, à escolha (Matías tinha escolhido uns óculos e uma pulseira). O principal era que todos estavam muito envolvidos em jogar, até as recém-chegadas Antônia e Myriam.

Iam ficar divididos em 3 mesas, das quais jogariam uma de cada vez, os vencedores de cada mesa, por ganhar, podiam escolher parceira e o lugar das suas perversões antes do resto e com prioridade. Também combinaram que o local de ficar pelado fosse na frente da piscina, à vista de todo mundo pra admirar cada passo do jogo.

- A gente já vai começar e a Lucre não chega, capaz que se assustou. - Comentou de novo a Flor.

- Qual é o prêmio? - Perguntou Agostinho.

- O vencedor, começando pelo da mesa um, pede um desejo… o que for. Interessante, né? - Cutucou a costela dele a Mônica. - Tipo as esferas do dragão, mas do sexo. Entendeu agora, né?

- Entendi sim, não me faz passar por estranho na frente dos outros. - Reclamou. Agus.

Mas antes que começasse o sorteio das mesas, a Lucre chegou no pátio vestida pra matar e foi direto falar com o pai dela. O som dos passos dela se perdeu num sussurro geral, mais de um e uma queria ver ela em ação.

Depois de um momento de tensão onde os dois discutiram em voz baixa, todo mundo começou a aplaudir pra convencer o Román a deixar ela participar. Parecia filme de esporte onde, por respeito ou incentivo, a plateia começa a bater palmas no mesmo ritmo pros protagonistas. No final, aconteceu o que o homem tentou evitar a todo custo, e ele deixou a filhota jogar, acalmando os participantes animados.

- Lucre, te aviso que isso pode acabar em mais do que nudez, pra você pode ser um jogo, mas no final não me responsabilizo pelo que vai rolar.

- Cê acha que sou burra, pai? Com as coisas que aconteceram nessa casa, teria que ser autista pra não perceber. - E deu um tapinha na bochecha dele com a palma da mão. - Com o que eu vi, você não precisa mais se preocupar com nada.

- Deixa a Lucre - Myriam, a senhora do rabão, interveio, surpreendendo todo mundo. - Ela não é uma criancinha como você pensa, seria injusto deixar ela de fora, pelo menos deixa ela ver e aprender.

- Você é uma doida, irmã, vamos começar o sorteio antes que eu me arrependa. Vamos, todo mundo tira um número do saco. - Ele aproximou o recipiente com papéis cortados de forma irregular.

Ele tirou um papel com um 3. Isso significava que ele iria na última mesa. Com a chegada da Lucre, teria mudanças. Seriam 3 mesas de 5 cada uma, antes a última mesa seria de 4. Lucrecia, por ficar sem papel (estavam contados), foi pra terceira mesa.

- Beleza, pode ir gravando o que quiser. - Disse Román. - Você já tem prática com a câmera, filho da puta.

- O que a Lucre te disse pra te convencer?

- Não importa, digamos que ela também é boa com a câmera. Desgraçada. - Falou com um tom de desconfiança. - Aquele dia que vimos alguém quando a gente tava fazendo... bom, era ela ou uma das amigas dela, já foi.

Antes que Todos se sentaram e deram uma olhada na câmera que cada um pegou. Gustavo se aproximou para falar com ele, intimidador como sempre. Era como um muro pichado andando e se postando na frente dele pra bloquear a luz.

— Foi você que começou tudo isso? — Tocando o peito dele com um dedo grosso igual uma linguiça.

Sem saber se a verdade era a resposta certa, ele respondeu que "mais ou menos". O cara deu um tapinha no ombro dele em sinal de amizade, mas pros músculos dele não pareceu muito amigável.

— Por coisas assim que não penso em voltar pra cadeia, nem sair pra putaria. Se precisar de algo, já sabe, pode contar comigo, filho da puta. — Ele agradeceu. Era aquele típico valentão que até tinha trabalhado como cobrador de contas, tanto oficial quanto não oficial. Um dos integrantes mais famosos dos caloteiros impagáveis.

— Fico feliz que você se afastou do crime, qualquer coisa, te chamo. Vamos nos divertir.

— Claro, isso sim, mas se encostar na minha Julieta de novo, te arrebento com seus próprios dentes. — Ameaçou colocando a mão no trapézio dele. Sem saber o que dizer, Matías ficou mudo… — Era brincadeira, porra! Relaxa, não vou fazer nada contigo, não seja punheteiro!

— Do que vocês tão falando? Não tá enchendo o saco dele, né? — Julieta se aproximou.

— Que isso vai sair do controle, tava comentando — Matías disfarçou.

— Que mesa vocês pegaram? Isso foi muito bem distribuído, fui pra mesa 2, com a Agus, Zoey e Antônia. E você, pai?

— Na 2 também, vamos tentar não assustar a véia, hein, porque se ela tiver um treco, a gente vai ter que largar as cartas por causa do caixão. — Sussurrou brincando ao ver a Antônia, mas a coroa tava toda arrumada e se mantinha bem. Como vinho, algumas mulheres pareciam ter envelhecido muito bem e não num pote de papelão.

— Tamo junto! Nada de ciúme, vim me divertir, e você também não, primo.

— Eu peguei a última, Lucre, Caro, Glória e Artur…

— Hummm, que safado, deve tá felizão, te coube a virgem de Itatí. — Disse entre risadas a Julieta, enquanto os integrantes da mesa 1 estavam se sentando. Flor começava a misturar na frente das câmeras do Arturo e da sua.

Começou o jogo na mesa da Florença, Mônica, Román, Santino e Myriam... Várias câmeras começaram a fotografar as mulheres, soltinhas desde o primeiro segundo. Florença distribuiu cinco cartas pra cada um e começou a comparação das mãos...

Seria eterno e chato descrever mão por mão, carta por carta, só vou dizer que a sorte não ajudou a Mônica, que depois de pegar a pior combinação possível duas vezes seguidas, tirou uma echarpe e um short jeans. Se perdesse mais uma vez, mostraria pra todo mundo um segredo da sua humanidade.

A partida ficou tão equilibrada que a primeira a mostrar carne foi a Flor, já que não conseguiu vencer a sequência da Myriam.

- Bom, espero que não viaje de rede em rede, hein... que fique entre a gente. - Exigiu, abaixando a tanga.
Entre flashes e câmeras dando zoom, a morena preferiu deixar os peitos pro final. A bunda dela, de qualquer forma, era um presente igualmente gostoso.

- Mano, para de filmar minha bunda, não seja tarado. Como se você não conhecesse.

- Acho que o público vai querer ver uma voltinha dessa diva. - Pediu quase gaguejando o Gustavo, e ela topou pra alegria geral.

Depois seguiu a coroa, mas interessante Myriam, que mostrou um belo par de peitos de idade, mas deliciosos de ver (embora fossem metade dos da Antônia).

- Pensei que não viveria esses jogos de novo, vocês são como os amigos que nunca tive.

- Ainda bem que não disse, os amigos que perdi. - Sussurrou o agora desconfiado Gustavo. Parece que o álcool deixava ele um cara engraçado.

Román estava muito concentrado, quase não falava nada, como se assim as cartas favorecessem ele por estar focado, no entanto, perdeu e teve que mostrar o conteúdo na frente das irmãs e da filha pela primeira vez, algo impensável uma semana atrás.

- Mas já tinha visto ele, com tudo que vem rolando. - Sussurrou a Lucre, safadinha.

As cartas continuaram passando do baralho pra mesa e pras mãos, olhando para corpos cada vez mais nus. Depois de quase uma hora, a partida estava empatada entre Myriam, Florencia e Santino. Faltando uma peça para perder, o homem só estava de sunga e, pelo visto, Myriam estava morrendo de vontade de se perverter com a visão do que ele escondia.

No final, quem perdeu foi Florencia, que mostrou os peitos balançando pra todo mundo. Depois, a tanga da Mónica voou, provando que o passado dela como dançarina de pole dance era verdadeiro, pela maneira engenhosa como ela tirou a roupa e mostrou a raba. No fim, só sobrou a Myriam com roupas, que ainda estava de calcinha tipo culote.

- Não acredito que ganhei, no final fiquei vestida, que sorte. - Comemorou Myriam, brincando. Era uma pena que ela ainda estivesse de culote, porque tinha uma bunda bem volumosa que merecia ser admirada, digna rival da da Caro, mas com o triplo da idade.

- Bom, vamos lá, pessoal da mesa dois! - Disse Julieta. - Não vejo a hora!

- A gente já se veste? Ou ficamos como Adão e Eva?

- A gente fica assim, mas não podemos interferir nos jogadores, atrás das câmeras pode rolar de tudo. - Explicou Mónica, toda melosa, a dona do puxadinho, abraçada no filho, totalmente na dela.

Enquanto os integrantes da segunda mesa se posicionavam, Gustavo começava a embaralhar e distribuir as cartas, o mais experiente daquele quinteto. As coisas na mesa 2 foram mais equilibradas e lentas do que na primeira, como se eles fossem se despindo um de cada vez. Como se fosse um mandamento divino, a primeira a ficar de topless foi Julieta, a coautora de toda essa bagunça.

- Bom, espero que meus pais não me encham o saco, tenho que cumprir meu dever. - Disse ela, fingindo estar arrependida, sem parar de sorrir pra câmera do Arturo e do primo dele.

- Mostra a qualidade das nossas carnes! - Gritou Gustavo, levantando o copo de cerveja e dando um tapão na bunda da ex.

- É o que tem pra hoje. - Disse a loira, humilde, embora aquele par de peitos "humilde" tivesse sido alimentado por tanto tempo, agora já tinha passado por quase todas as bocas daquele lugar.

Zoey também deixou Os peitos dela de fora pra deixar homens e mulheres loucos por igual, do jeito que ela tira a calcinha fio dental: de costas, curvando a lombar, mostrando a buceta e até o cuzinho pro público babando.

A Antonia ficou pelada quase três mãos seguidas, porque não conseguia nem formar um par de cartas. Se a Myriam era a dona da raba, nela toda a carne tinha ido pra frente. A loira tinha umas tetas que bem que podiam fazer ela flutuar no mar, e de trás também não era ruim. Nenhum dos caras se segurou na hora de fotografar e filmar, trataram ela com um tratamento especial igual ao resto.

A Zoey parecia adorar cada vez que tirava a roupa, e no final foi mostrando aqueles pelinhos laranjas deliciosos na xereca dela.

- Dá uma voltinha da ruiva aí, por favor. - Exigiu imitando o pai dela, Santino.

- Tá bom assim? - Perguntou a menina atrevida, mostrando a bunda aberta pro vento.

- Perfeito. - Do lado do Santino, o Agustín, que já tinha perdido, tava com uma ereção incontrolável. - Ei, afasta isso de mim! Já vai enfiar em algum buraco, punheteiro.

A vencedora, no final, foi a Julieta, que ficou com a calcinha fio dental vestida enquanto as rivais estavam peladas. Pulou sem preocupação durante a comemoração, balançando os peitos a cada pulo. A Antonia parabenizou ela porque parecia que ia ser a primeira a perder. A mulher era um tesão, com umas tetas enormes de coroa que dava pra encher dez bocas cada uma.

- Vamos, porra! E já sei o que vou pedir, tô morrendo de ansiedade.

- Temos a Myriam e a Julieta no pódio, vamos ver quem fica em terceiro lugar, vamos. - Exigiu a Mônica.

- Vamos, mulheres! Tamo junto com todo mundo! - Exclamou a Carolina.

- Não transforma isso numa guerra dos sexos, tamo aqui pra fazer amor, não guerra. - Revelou como um sábio o Arturo, ou como um maconheiro.

- Eu distribuo, vamos nos posicionar. - Disse decidido a ganhar pra levar a Lucre pra qualquer lugar e possuir ela de qualquer jeito, de mil formas possíveis, selando o que já tinham. deixado pendente do dia anterior.

No entanto, o deus dos jogos não o favoreceu como vinha fazendo o deus do sexo. Como se estivesse amaldiçoado, viu suas mãos de cartas perderem uma após a outra. Quando conseguiu uma sequência e se achou vencedor de pelo menos uma rodada, Lucre veio com um full (duas duplas) e ele perdeu até nessa mão.

— Bom, acho que meus tarlipes não são novidade, mas tenho que pagar as dívidas de jogo, sempre paguei. — E piscou um olho para Julieta. — Lá vamos nós. — Sem conseguir esconder o desânimo.

Diante de todos, se despiu, sendo um eliminado precoce daquela mesa, sentindo na pele o que eram as filmagens e as fotografias da sua humanidade. Ficou desiludido por não ganhar, embora a coisa estivesse só começando. A partida seguia equilibrada entre Lucrecia e Carolina. Arturo foi o próximo eliminado e, com um pouco mais de nervosismo, deixou o pau peludo exposto.

— Uma salva de palmas para o Rei Artur! — Gritou do fundo um animado Gustavo.

— Não vamos começar a zoar, e olha que é o morto falando do enforcado. — Respondeu Carolina, bem na defensiva com o irmão.

— Desculpa, gata, não quis ofender seu irmãozinho.

A de cabelos castanhos se despiu no turno seguinte, mostrando os peitos, e depois a raba que, naquela videoconferência, o irmão dela tinha atacado com a língua.

— Meu deus, que raba. — Soltou, como sempre, o tarado do Gustavo, mas ela lhe dedicou um olhar malicioso. Talvez fosse do tipo que, no fundo, curte uns presidiários selvagens.

Para surpresa de todos, a vencedora foi Lucre, ganhando por uma diferença enorme sem mostrar nem os peitos nem a buceta, coisa que Gloria não conseguiu evitar. Ela teve mãos milagrosas, de pontuação baixa, como uma carta alta (9) e duas duplas únicas, mas ainda assim deu para superar o resto. Algo lhe dizia que ele seria o único a testemunhar tais milagres da criação.

— Bom, mulheres no poder, nenhum homem ganhou — Comentou Gloria.

— Acho que todo mundo ganhou… — Disse ele, obnubilado. a amiga da mãe dele, Santino.

- Aconteceu alguma coisa, cara? O que você tá olhando? – Ela disse com um sorriso maroto, pegando um gole da mesa, daqueles que já estavam cada vez mais raros. Os perdedores tinham atacado os copos de bebida como russos num boteco.

O calor começava a pesar nos corpos deles, apesar da brisa noturna que balançava as folhas das árvores. A simples visão de um monte de corpos nus já começava a fazer efeito... Mónica começou a acariciar o peito do filho, Julieta estava coladinha no pai, olhando descaradamente pro pau dele, Zoey e Carolina encaravam ele como se nada tivesse acontecido duas noites atrás.

- Que cartas de merda, você deu sorte. – Comentou Arturo, abatido. – Se eu tivesse pego um poker, pelo menos ganhava uma mão.

- Proponho que agora todo mundo fique igual, pelado, assim fica justo. – Opinou Agustín, com a intenção óbvia de ver a Lucre sem roupa.

- Nada disso, as regras são as regras, ela ganhou, e agora vai escolher o que bem entender. – Explicou Román. – Minha filha é livre pra escolher.

- E então? O que os vencedores vão escolher? – Perguntou Mónica, bem perto do filho, e foi a vencedora Myriam quem deu a sentença.

- Eu e a Antônia pensamos... queremos sangue novo, você e você, pequeninos. – A senhora apontou para Arturo e Agustín. Os dois ficaram surpresos e meio intimidados. Agustín não esperava por isso, mas as mulheres pegaram eles e levaram pra dentro de casa.

- Com esses troféus estamos prontas, boa noite, pessoal, doces sonhos. – Despediu-se Antônia, pegando Arturo pela bunda. Já Myriam estava abraçada com Agustín, que ria nervoso.

- Por que ir embora? – Disse Román. – Desde que recebi o convite pra esse jogo, soube que esse lugar podia virar um aquelarre, e vai ser assim mesmo, não precisa se esconder. – Parecia aquele discurso típico de final de filme, o surpreendente é que não era ele quem falava, mas o anfitrião.

- Não tem lugar melhor que essa piscina, escolham um. Lugar na frente de todo mundo, que entre bois não tem chifradas. — Interrompeu Matías. — Vamos, já nos vimos pelados, já desnudamos mais que nossos corpos, somos uns obscenos, uns pecadores que mostramos nossas perversões em família, não precisa esconder nada, as estrelas vão guardar nosso segredo… — E levantou uma taça pra brindar com Román. — Por muitos finais de ano como este.

— Acho que não sobrevivo a essa noite, mas vamos ver.

— Não prometo nada com essa história de dar chifradas, justamente tenho intenção de dar várias chifradas. — Disse Santino, e começou a beijar Gloria se jogando em cima dela, que, surpresa, largou a bebida.

— Bom, vou ter que cuidar do meu filho, desculpa. — E Môni se juntou àquele casal…

Assim se formaram, como numa dança perversa, os pares de dança, em diferentes áreas ao redor da piscina… Antônia fazia um Boobs fuck no Arturo aproveitando as tetas gomosas dela, enquanto Myriam chupava ele com uma experiência imbatível, ambas sentadas nos bancos de lajota. As senhoras trocavam olhares muito safados, e era cadenciado o som das joias tilintando em cada chupada e movimento de mãos.

Gloria e Mônica estenderam uma toalha pra serem fodidas por Santino, que enfiava uma pussy e depois outra enquanto as amigas trocavam saliva. As mãos do jovem iam de teta em teta apertando elas, ambas estavam tão juntas que pareciam um corpo só, uma siamesa de proporções perfeitas.

Carolina e a amiga Zoey já estavam se divertindo no pé da piscina, perto da escada com Román. O homem exigiu que Carolina sentasse na cara dele pra afundar a boca barbuda entre as nalgas enormes dela, enquanto a ruiva se divertia com o chifre flácido enfiando na boca, chupando ele como a experiente que era. As jovens perderam o gosto pela cock velha do Román, que tinham tentado evitar, já que depois de um tempo Zoey já montava nele entre gemidos caóticos, quando o chifre recuperou a força. a força dele.
Matías tinha esquecido o viagra que Román deu pra ele no quarto, mas não ia precisar de nada. Já tava duro.

Tava faltando homem, Agustín tava ocupado beijando Florencia na grama, girando abraçado nela, apertando os peitos dela e percebeu que de tanto olhar, ia ficar sozinho.

— Você é meu desejo, vamos, pai, entra, quero te agradecer por me criar. — Disse Julieta arrastando o pai pros quartos.

— Julieta, isso é loucura, olha que já vi coisa, mas isso nem é uma orgia, é uma bacanal romana, algo pior…

— Mas é divertido, vai, alguém tão grande não tem nada a temer.

O homem topou, aceitando um chupão na boca da filha pra convencer ele a soltar a carroça e deixar cada cavalo bravo solto.

— Você é a única coisa bonita que fiz na vida, vou te ensinar o que é uma boa foda, minha putinha.
Tá perdido nessa bunda… — Observou certeira ao ver o homem enfiando nariz e boca naquele rabo.

— Vamos, vamos pra intimidade, só de olhar você vai ferver. — Disse a prima, e automaticamente olhou pra Lucre, que tava sozinha. — Se solta, Lucre, seu velho tá entretido, nem sabe onde tá… Você tem alguém livre ideal pra começar.

Era verdade, agora ele tava chupando a buceta da Caro enquanto Zoey montava nele, não tinha tempo pra ser guarda-florestal.

Ela concordou e seguiu eles. Parece que o incesto começava com Julieta e terminava com Julieta, já que ela ia estar presente, mesmo que numa cama ao lado na casa de hóspedes no quintal, que tinha várias camas num cômodo.

Cada casal, em cada cama, tinha os homens por cima das mulheres beijando elas, como se um casal fosse o espelho do outro… Lucre se despiu entre beijos e carícias, algo positivo que mostrava que ela não tinha vergonha, apesar de ser nova nessa aventura chamada incesto… do lado, tavam mais adiantados, Julieta já tava chupando a pica do pai com barulho. Ajoelhada na cama, ela balançava a cabeça pra chupar a pica do Gustavo, que tava de pé.

- Que pica gostosa, papi, que grande e gostosa… - Falou enquanto chupava as bolas peludas dele com barulho e engolia quase inteira aquela pica enorme. O homem segurava ela pelos cabelos e ajudava a levar a cabeça dele até o fundo da garganta dela.

- Não acredito que você engole ela toda, muito bem, filha, você faz muito bem.

A ação na cama ao lado deu coragem pra Lucrecia, que dessa vez sozinha, voltou pro boquete clássico, muito mais discreto que os jeitos da Julieta, mas aí é que tava o charme… ela nunca tinha chupado ninguém. De tanto ficar exposta ao ar livre, ela tava fria, mas a boca dela esquentou.

- Espera que eu vou ficar de pé, assim você fica mais confortável. - Mas na real, o Matías queria ter a ação da outra cama à vista, agora o Gustavo tava enfiando um dedo na filha dele, explorando partes do corpo que um pai nunca deveria explorar.

O Matías não ficava pra trás, e quando a morena ficou mais segura, ele pegou ela pelos cabelos pra guiar. "Sem mãos", ele mandou, pra ela relaxar o pescoço e se deixar levar num boquete mais profundo e rápido.

- Chupa eu agora, você que sabe. - Exigiu depois de se cansar de ser manipulada. A Lucre tomou as rédeas, abrindo as pernas e fazendo a cama ranger com os movimentos bruscos dela.

- Gostou, né? E olha que eu nem comecei… - E mergulhou entre aquelas pernas firmes que apertavam o rosto dele contra a buceta dela. O homem apagou todos os sentidos, menos o tato e o paladar, queria impregnar o cheiro da Lucrecia pra levar pra sempre na língua, e de tanto chupar e sugar, talvez conseguisse.

Num dos cunnilingus mais longos que ele já deu na vida, daqueles que afiam o clitóris deixando ele como ponta de lápis, entre os gemidos da Julieta que enchiam o quarto, ele perguntou se ela queria contribuir com os sons de paixão dela pra noite de pecado. Ela se sentiu pronta, e o homem fez o honras...

Assim como tomou a virgindade de Julieta, agora sua glande sentia um novo hímem ceder à sua pressão lenta, viu sua ferramenta de prazer próprio e alheio se banhar num novo fluido quente que manifestava a posse de um novo privilégio, um novo troféu mútuo, compartilhado...

Ela estava apertada, talvez a bucetinha mais apertada que ele já provou, era tão ardente quanto prazerosa, difícil comparar ou ser metafórico, mas era o abraço mais gostoso que um homem podia sentir, o de uma vagina em volta de cada milímetro do seu pau.

As mãos de Lucrécia se agarraram aos lençóis e ela mordeu os lábios, lembrando o rosto de Julieta naquele capítulo distante de descontrole ao lado de Candela. Forte e constante, ele tentou ler suas expressões e palavras para saber que ritmo manter, para levá-la sempre da melhor forma...

- Então, filha, quer que eu te mostre como te fiz? - Gustavo o tirou da concentração, por um instante tudo tinha desaparecido, até eles.

- Me ensina, que eu não sei, vamos ver... - Disse ela abrindo as pernas. - Mas antes me lubrifica bem com essa bocona barbuda, igual o Mati fez atrás de mim.

Matias observou a cabeçona de Gustavo se perder naquela cavidade que ele conhecia tão bem, até que Lucrécia pegou seu rosto para beijá-lo.

- Não se distrai tanto, você está comigo. - Beijando-o como uma possessa, a novata estava se adaptando e pelo jeito que o beijava e arranhava nas costas, era possessiva.

- Desculpa, é difícil controlar cada sentido, eles estão loucos como galos de briga, deve ser igual pra você. - Mesmo assim, não diminuiu o ritmo nem um segundo.

- Não acredito como é gostoso, goza em mim, realiza o que você tanto quer, Mati... - Para se concentrar, ela se arqueou para chupar suas tetas enormes, tão forte que as deixava vermelhas. - Vai, vai, aí, aí ahh, ahaha, ahaha, ahaha, ahah, ahaha... - Ao mesmo tempo que seus mamilos endureciam, sua vagina se limpou sozinha com uma onda de fluxo jovem e ardente que nunca tinha banhado um falo.

E não parou por aí, nem por óbvio, a noite mais esperada não ia acabar só com uma desvirginada, por mais que fosse a linda Lucrecia… Enquanto Gustavo metia forte na sua filha contra a cama, fazendo os molas rangerem, um acordo inimaginável em outro contexto, Florencia entrou com Agustín no quarto pra entrar na putaria interna.

- Lucre, por favor, realiza meu sonho. - Mostrando uma pica que já tinha sido muito bem chupada de várias formas.

- Vai, Lucre, eu tenho que ser boazinha com minha irmã. - Ela sorriu corada, muito excitada com a troca. O garoto se enturmou com Lucre enquanto ele voltava a repetir um sexo anal delicioso com sua irmã preferida.

Agustín começou a penetrar Lucre, que tava de costas na cama, enquanto o cuzinho de Flor era penetrado mais uma vez contra a parede. Pela diferença de altura, ela tinha que ficar na ponta dos pés.

- Essa bunda pequena não me surpreende, parece que tá mais treinada que antes…

- Me preparei pra esse momento, irmão, não passa noite e dia que eu não enfie meus dedinhos como Julieta me ensinou… Ou não, Juli? - Virando pra ver o casal mais inesperado.

- Então você gosta de enfiar coisinhas aí, filha? - Descobriu Gustavo com o ouvido atento, além de outros órgãos.

- Toda a porra do tempo… adoro enfiar de tudo aí.

- Devia ter dito antes… - E pegando ela pelas nádegas pra meter de pé, aproximou dois dedos grossos pra enfiar enquanto continuava incestando como o selvagem que era. - Assim que você gosta? Os dedos de pai são grossos, viu?

- Muito grossos, muito ahha, ahha, ahha, ahah…

Os cenários, os casais, os buracos mudavam, quando Gustavo gozou na buceta da filha continuou até escorrer o chão com sua semente, ele com Flor, deixou uma boa dose de amor fraternal no fundo do rabo dela. O barbudo preferiu o calor dos peitos dela em volta do pau e colocou o mastro pra facilitar uma boa espanhola.

- Você tem os melhores peitos que já vi na vida, que espanhola gostosa. - Melhor que as da Môni? Isso é duvidoso.
- Embora Gustavo não tenha respondido e continuasse aproveitando a pressão daqueles peitos.

Matías partiu pra bunda que ele tanto treinou e preparou, a da Julieta, na posição grega em cima da cama.

- Como eu senti falta desse buraquinho, você não faz ideia.

- Sempre vai ser seu, não fica com ciúme, primo. Vai, arrebenta do jeito que você sabe.

Não demorou pra gozar pela terceira vez naquele anel dilatado, mas que ela sabia controlar muito bem. Ele sentia o anel apertando na base do tronco dele, e também mais pra dentro, na glande. Embora faltasse lubrificação, aquela Booty sempre era a que ele mais desejava.

- Juli, não acredito como você virou uma expert em cu, você é meu orgulho.

- Não se empolga, você descobriu, mas a tendência já tava lá… - Falou beijando ele com uma boca que cheirava a pecado e mesmo assim conseguia excitá-lo. Era tão boa que, enquanto a língua dela se enrolava na dele, o pau dele era apertado pelo reto e, especialmente, na glande, totalmente enfiado dentro dela.

- Você vai quebrar meu pau, maluca. - Soltou num suspiro, sem conseguir se desgrudar do início e do fim do sistema digestivo dela…

Alguém diria que três mulheres recebendo a semente dele seriam suficientes, mas não. Ele precisava respirar, e, como um toupeira perdida, encontrou novas tocas ao ar livre.

Sendo um dos mais desejados naquele aquelarre de incesto, nenhuma recusou a ração de perversão dele em qualquer parte do corpo. Ele gozou a calda acumulada na Carolina, bem na boca, sem que ela se importasse que ele tinha tirado o pau de dois cus diferentes… E ainda queria provar outra bunda: a da Myriam.

A dona daquele rabão enorme era um manjar único que ele achou que não ia rolar. Com ela de quatro no banco de azulejos, enquanto a Antônia lambia o cu dela como se tivesse possuída. Apesar da ereção prodigiosa no auge da capacidade dele, a sensação molhada e relaxante de uma língua entrando no cu dele, e claro, o cu áspero no pau dele… glande, ele tinha dificuldade de chegar fundo por causa das bundas volumosas. Era o único defeito das rabudas, se não tivesse uma posição adequada ou uma arma letal, era foda chegar no fundo da questão.

Julieta se aproximou dele com a câmera, tirando fotos do espetáculo prodigioso, não era todo dia que ele comia uma senhora enquanto outra fazia um anilingus nele. Pra ajudar ele a continuar com sua obsessão perversa, a loira teve outra ideia.

- Tirei uma foto do nó de balão da Lucre, quer ver? - E mostrou pra ele enquanto ele penetrava a Myriam. Ele tinha esquecido de fotografar no dia em que conseguiu enfiar os dedos e até chupar.

- Agora come o delas, os booties que tão faltando, vai...

- Adoro ouvir isso, ajuda ele, gata, a não perder o pique, a gente cuida do resto.

A noite estrelada foi substituída pela escuridão das bundas das duas senhoras cobrindo toda a visão dele. Os anéis de couro delas pousavam nos lábios dele enquanto Julieta não parava de cavalgá-lo e se beijar com as senhoras, como um touro mecânico de assento duplo que as colocava de frente. Antonia também curtiu sentar a rabeta na boca dele pra sentir uma sensação difícil de conseguir...

- Quero uma fotinho desses booties lambidos, é pra um projeto social. - E sem largar o falo entre as pernas, fotografou as bundas abertas enquanto elas gozavam em cima do Matías e desciam, Myriam, Antonia, Carolina e até a Lucrecia...

- Fiquei com gostinho, o que quer que eu diga? Espero que não encha o saco se eu repetir isso.

Ele se sentia o senhor dos anéis, dos anéis que as fécuties guardavam com tanto zelo entre as bundas, seus anéis favoritos, e chupou e lambeu cada um que se aproximou como se fosse o primogênito.

Nunca se sentiu tão realizado quanto naquele banco de azulejos, de cara pras estrelas às vezes e de outras de cara pra aqueles traseiros deliciosos que realizavam seu fetichismo perverso. Ele gozou de novo na buceta da Julieta e sentiu Uma nova, envolvendo-o quase sem aviso, sentando-se sobre ele com mais peso. Julieta agora ia brincar com Arturo…

- Lembra de mim? Agora vou sentar aqui, mas daqui a pouco troco de lugar, que tal?

- Adoro sua atitude, Glória…

- Pensei que ia te curtir em Buenos Aires, mas hoje você tá muito bem. Qual é o seu segredo?

- Não tenho segredos, o que me move é a perversão. E hoje tive uma overdose.

Zoey era a mais confusa, sem saber se ia pra uma rola ou pra outra buceta, ser bissexual num cenário desses era um problema, igual quem não consegue escolher entre medialunas doces ou salgadas porque ama as duas. No fim, optou pelo pau do Agustín chupando ele, talvez, pra tirar o cheiro de concha dos lábios.

A noite ficou tão descontrolada que os casais se juntaram todos ao redor da piscina (e até na água, onde Román comia a Mônica com um fervor inusitado), mas o destaque da orgia, se é que dá pra achar um, foi a Julieta, quando não…

Lá, ela o chamou pra protagonizar sua última perversão, colocando seus óculos característicos.

- Guardou algo pro meu primo? Exijo meu troféu por ganhar na segunda mesa.

- Quantas vezes tenho que falar, Juli? Sempre tem pra você.

Rodeada pelo pai, irmão e primo preferido, recebeu o gozo na boca e no rosto dessas três armas, uma prática conhecida como bukkake. A loira terminou banhada desde o cabelo, os óculos, até a boca, que transbordou escorrendo pelas tetas com a semente de todo tipo, da grossa com grumos até a aguada, quase transparente… todo o gozo ela recebeu e engoliu gostoso, sem parar de chupar aquelas rolas tão obscenas quanto brilhantes de substâncias…

- Espera, também quero colaborar. Ou é coisa de família?

Arturo apontou pra boca da Julieta e gozou bem no fundo, fazendo ela engasgar e cuspir algumas gotas.

- Não me deixem de fora, ainda tenho forças.

Agustín fez a parte dele, embora tenha saído sem força" e deixou algumas gotas no nariz e nos lábios dela, como se a limpasse com o rosto.
Foi só naquele momento que ela se sentiu tão satisfeita quanto ele, realizados em suas fantasias principais. Pensar que antes ela tinha nojo de sêmen e engolia com dificuldade, agora, como uma atriz pornô da mais baixa estirpe, bebia como se fosse ambrosia.
O equivalente a meio copo ela bebeu gostosa com todos os orifícios do corpo besuntados, era como se, sob as estrelas, a Via Láctea desaguasse sobre sua pele. Depois de beber tudo, pulou na piscina junto com a mãe e as outras, num banho revigorante iluminado pelos primeiros raios do amanhecer.
— Vou ter que trocar a água da piscina. — Sentenciou Román, sentado ao lado dele, admirando a paisagem, com Agustín dormindo entre as tetas da Florencia num beliche, Santino e Zoey rindo de qualquer coisa, bêbados de prazer, e Carolina se empanturrando de pica com Arturo num canto da casa, o único soldado de pé.
Lucrecia sentou ao lado do pai e deu um beijinho nele, mostrando que a conversão estava completa.
— Vocês vão voltar ano que vem?
— Vamos ver, por enquanto quero descansar, tive o sexo que um humano normal tem num ano inteiro, um bom ano.
— Minhas portas sempre vão estar abertas, vocês já sabem. — Disse o homem, muito grato, quase chorando.
— Você mudou esta casa para sempre, Mati, vai ser difícil deixar você ir. — Disse Lucre, dando um tapinha na perna dele. — Mas vou encontrar alguma coisa para me entreter, não é, papai?
— Gustavo me ensinou umas coisinhas... — Acariciando o rosto da filha com uma expressão nunca vista nele. — Vi coisas interessantes dele sobre paternidade.
E assim foi como terminou o strip poker mais relegado do mundo, a desculpa criada pela Mônica para liberar tamanha orgia, a caixa de Pandora que não deixou uma perversão dentro dela, naquela casa transformada em puteiro. Qualquer um diria que um jogo assim era o prato principal, mas neles, que tinham vivido tanto, não passou de um aperitivo, uma prévia.

Carolina, sua amiga deslumbrante e Arturo foram embora mais juntos do que nunca num micro-ônibus três dias depois. Myriam e Antônia ficariam mais alguns dias, talvez para viver novas experiências na casa, e Gustavo, assim como chegou, foi embora de maneiras misteriosas. Florença e Agustim pegaram o coletivo depois de se despedirem carinhosamente do irmão.

— Você não faz ideia de quanto vou sentir sua falta. — E se aproximando do ouvido dele. — Embora uma parte do meu corpo não vá sentir tanto.

Depois dessa leva de despedidas, chegou a vez dele e de seu séquito dizerem adeus ao anfitrião e à filha dele. As férias no trabalho terminavam no dia oito do primeiro mês. Foi difícil dizer adeus do carro, difícil ter que voltar à vida de antes, mas Matías e todos que viajavam com ele, Julieta, Mônica, Glória e Santino, sabiam que o que é bom, quando é breve, é duas vezes melhor.

— Acho que a Lucre comeu algo que caiu mal, ela me mandou mensagem no whatsapp dizendo que está com náusea e vomitando. — Comentou Julieta, ao lado dele, enquanto os outros dormiam atrás.

— Deve ter comido alguma coisa estragada. — Ele quis pensar, embora uma ideia obscena passasse pela cabeça dele.

Julieta tirou da bolsa um teste de gravidez e, verificando se todos dormiam, mostrou pra ele.

— Algo me diz que o ano que vem vai ser complicado, vamos ser mais dois.

Por pouco ele perdeu o controle do carro e bateu. A naturalidade com que ela deu a notícia o surpreendeu quase tanto quanto o fato em si.

— Julieta, você tem noção — ele sussurrou — que essa criança pode até sair cachorro?

— Algo me diz que sei bem de quem é. Só preciso descobrir mais pra frente.

Quando o primo perguntou sobre o pressentimento dela, ela só disse que era bem provável que nascesse com tatuagens horríveis e barba de motoqueiro. O primo riu sem acreditar no que a prima tinha se tornado. As coisas mudariam pra sempre sem que eles soubessem se pra melhor ou pra pior.

— Então se você não vai pra mais frente, melhor a gente estacionar no acostamento.
- Concordo, vamos aproveitar o tempo que a gente tem…

Um carro parou no acostamento e apagou as luzes. As histórias entre eles nunca parariam de rolar desde que, no apartamento dele, quase sem querer, soltaram os ratos.

Agora sim, os links da saga completacunilinguaI -http://www.poringa.net/posts/relatos/2848482/Jugando-con-su-primita.htmlII -http://www.poringa.net/posts/relatos/2851819/Jugando-con-su-primita-Parte-II.htmlIII -http://www.poringa.net/posts/relatos/2851820/Jugando-con-su-primita-Parte-III.htmlIV -http://www.poringa.net/posts/relatos/2881590/Jugando-con-su-primita-IV.htmlV -http://www.poringa.net/posts/relatos/2884463/Jugando-con-su-primita-V.htmlVI -http://www.poringa.net/posts/relatos/2888633/Jugando-con-su-primita-VI.htmlVII -http://www.poringa.net/posts/relatos/2890367/Jugando-con-su-primita-VII.htmlVIII -http://www.poringa.net/posts/relatos/2892208/Jugando-con-su-primita-VIII.htmlIX -http://www.poringa.net/posts/relatos/2895157/Jugando-con-su-primita-IX.htmlX -http://www.poringa.net/posts/relatos/2900751/Jugando-con-su-primita-X.htmlXI -http://www.poringa.net/posts/relatos/2929753/Jugando-con-su-primita-XI.htmlXII -http://www.poringa.net/posts/relatos/2947541/Jugando-con-su-primita-XII.htmlXIIIhttp://www.poringa.net/posts/relatos/2956783/Jugando-con-su-primita-XIII.html

5 comentários - Brincando com a priminha. FINAL.

POST a FAVORITOSAnilingus

Tremenda esta primita por favor:F 🤤

primos+10 para VOS

..................Jugando con su primita. FINAL.
Gracias por tu apoyo!
dagyus +1
Que buen final, abierto a una continuacion con personajes mas grandes y nuevos familiares, +10, venia esperando que llegara el strip poker jajaja
Gracias por tu aporte, se venia dilatando mucho pero por fin llegó.
dagyus +2
@El_Cochinoco es verdad, y quedo buenisimo!!!
Me sacó el sombrero, sos un maestro. *clap* *clap* *clap*
Gracias! Me alegro que te guste!