Arrombando a buceta da mili (30)

Acordei descansado… a luz do dia entrava pela janela, o canto dos pássaros, era um dia quente com uma brisa fresca, tudo parecia perfeito… mas eu estava sozinho… cadê a Mili?... de novo o alarme paranoico disparou na minha cabeça sobre o que a Vane podia fazer ou falar….

Aquela maluca podia mudar de humor e planos fácil, se ela nos ouviu ontem à noite no banheiro e ficou com ciúmes… podia contar tudo pra Mili… afinal já era dia e ela podia vazar quando quisesse no carro dela… pulei da cama e já ia sair atrás da Mili…

- Pra onde cê vai?... uma voz perguntou atrás de mim.

- Uffa… que susto… ia te procurar… respondi vendo a Mili na porta do banheiro.

Ela sorriu safada e voltou pro banheiro… acho que depois de todas as vezes que eu comi ela naquele clube de todo jeito possível… ela tava bem satisfeita e acordou de bom humor… eu, mais aliviado, ainda tava na dúvida onde a Vane estava… então arranquei a informação do meu jeito.

Me aproximei do banheiro, a Mili agora tava com uma camiseta transparente, que batia na metade da bunda, deixando ver as nádegas gordas dela, a camisola da noite anterior tava toda rasgada num canto… Mili, orgulhosa do efeito que as curvas dela causavam em mim, me olhava pelo espelho da pia…

- Tamo sozinhos?... perguntei, abraçando ela por trás e sentindo as curvas.

- Hummm… sim… disse ela satisfeita de me sentir, depois completou… o Guille veio buscar a Vane cedo, acho que pra se desculpar, saíram juntos, devem estar tomando café…

Eu comecei a acariciar ela por cima da roupa curta e fina… Mili tentava se fazer de difícil, de desentendida… mas vendo os gestos dela no espelho, sabia que ela tava cedendo… ainda mais quando eu, com a clássica ereção matinal, tentava abrir as nádegas gordas dela…

- Ah… já… não bastou você abusar de mim ontem à noite… reclamou ela safada, me afastando um pouco.

Pra falar a verdade, ela me deu uma sentada violenta Me fez recuar e eu achei graça. A Mili estava com o cabelo bagunçado, parecia uma vassoura velha... percebendo isso, pegou um elástico e, levantando os braços, foi arrumando o cabelo até formar um coque... enquanto eu me esfregava de olho na outra rabeta dela, naquela bunda apetitosa.

Quando levantei a vista e vi o sorriso dela enquanto olhava para baixo procurando a pasta de dente... percebi que a Mili cometeu o erro de, ao fazer o coque no cabelo, deixar o pescoço descoberto, o ponto fraco dela que eu ia aproveitar pra abusar de novo da outra rabeta gostosa dela.

Abracei ela por trás de novo, empurrando a barriga dela com as mãos pra que a bunda dela afundasse na minha virilha outra vez... e beijei o pescoço nu dela... aquele ponto fraco que fez a pele dela se arrepiar e ela ficar nervosa... ela largou a escova e a pasta de dente.

— Que terrível você é... — respondeu ela com os olhos semicerrados.

— Vai ser a última antes da gente ir — insisti, porque a gente tinha que partir mais tarde.

— Nããão... espera um pouquinho... — contestou a Mili.

Com certeza queria que eu me segurasse até ela terminar de se arrumar, pra se sentir melhor... mas pra mim aquele era o momento... A Mili tentou não prestar atenção em mim, mesmo com meu pau duro dividindo os glúteos gordos dela. Ela continuou colocando pasta na escova e depois meteu na boca...

Aquela espuma branca que se formava nos lábios dela me lembrou como na noite anterior meu gozo espirrou no rosto todo dela e até entrou na boca... não aguentei mais... abaixei meu short, levantei um pouco a blusa dela e meu pau foi fuçar entre as nádegas inchadas dela...

— Ohhhh... — exclamou surpresa ao sentir pele com pele.

Naquele instante, a mistura de água e pasta de dente escapou da boca dela e foi parar nos peitos dela, que já apareciam por baixo da blusa fina... mas que agora molhados se mostravam em todo esplendor, ainda mais com o mamilo duro...

Ela olhou pros melões enormes dela com satisfação, tentando resistir àquela excitação febril... Com um dedo, peguei um pouco da pasta que tinha escorrido no peito esquerdo dela e enfiei na boca dela, quase chupando o dedo… numa imagem provocadora de tirar o fôlego… era o suficiente… não dava mais…

- Aiii… ouuu… Mili gemeu ao sentir meu pau enfiando nela de novo no lugar que ela mais gostava.

Ela largou a pasta de dente e a escova de novo, dessa vez nem tentou pegar, só se agarrou na borda da pia sentindo as entranhas sendo invadidas pela minha ereção matinal… os olhos semiabertos, uma cara de tesão, ainda escorrendo um resto de espuma entre o queixo e os peitos…

- Nããão… já chega… não… Mili insistia, resistindo ao inevitável.

Tentei segurar a escova de novo, como se fosse continuar escovando os dentes… abriu a torneira pra enxaguar a boca, se inclinou pra pegar água e conseguiu… mas foi um tiro no pé pra ela e bom pra mim… nessa inclinada, a bunda dela se abriu toda e eu não perdi a chance de enterrar mais uns centímetros daquela estaca dura, apertando ela mais contra mim com as mãos na cintura…

- Oufff… Ouuu… uhmmm… gemeu quase se engasgando.

Com essa enfiada bruta, a barriga dela contraiu, fazendo ela cuspir toda a água que tinha acabado de pegar pra enxaguar… o peito dela ficou molhado de novo, a camiseta parecia daquelas de concurso de camiseta molhada… onde dá pra ver tudo dos peitos…

Não resisti e apertei aqueles peitos deliciosos… Mili me olhava surpresa pelo espelho, ainda respirando pesado… depois virou o rosto, ainda de boca aberta… o corpo dela tinha acabado de acordar e aquela avalanche de sensações tava inundando ela e tirando ela do sério…

- Aiii… o que você tá fazendo comigo?… uhmmm… choramingou surpresa, quase sem voz.

Eu tinha Mili presa por todos os lados, igual um polvo: uma mão segurando a barriga dela e puxando ela contra minha virilha que por sua vez apertava a bunda carnuda dela, a outra mão amassando os peitos dela que inchavam com a respiração dela ofegante… e claro, meu pau empalando ela suavemente pelo cuzinho enrugado…

Mili, em vez de tentar fugir, mais esfregava o corpo no meu nervosamente, produto da excitação dela… tanto que quase me fez perder o equilíbrio porque se apoiava demais em mim… numa manobra rápida me recomponho, me firmando melhor… mas praticamente levantei ela um pouco… fiquei com ela como uma bandeira erguida e, em vez de reclamar, ela curtiu…

- Ahhh… uhm…

Na minha nova posição, dada a diferença de altura, até ela mesma se empinou um pouco pra se ajustar, pra evitar que meu pau saísse do cu dela… queria manter cada centímetro preenchendo até a raiz… nessa posição estranha, as nádegas dela se abriam ainda mais…

Meu pau entalando as entranhas dela era nosso ponto de apoio, os peitos dela subiam e desciam com a respiração ofegante… no entanto, ela deu um jeito de virar o rosto e me roubar um beijo suculento e desesperado, mistura de todas as sensações que ela curtia… pelo menos agora o hálito dela era de menta fresca…

Quando não aguentei mais, ela se apoiou de novo na pia, eu abri um pouco as pernas pra não deixar ela empinada naquela posição forçada… ela sozinha se rendeu, já tinha esquecido a escova e a pasta, esse trabalho ficou pela metade, deixando marcas brancas nos lábios, queixo e peitos dela…

- Aiii… adoro o que você me faz sentir… uhm… disse com a voz abafada.

Mili sozinha foi se inclinando e empinando a bunda gorda, pra eu fustigar ela numa cavalgada feroz, dessa vez com os cotovelos e braços apoiados na pia e as mãos agarradas na borda, pra aguentar tudo.

Não precisei de mais consentimento pra começar a furar o cuzinho quente dela, que já pulsava ansioso no meu pau… peguei ela pela cintura e comecei a espremer ela contra a pia. Era cedo, tinha descansado bem e tava com toda a disposição de ter as coisas mais claras sobre a Mili, eu adorava ela.

- Uiii… que delícia… assim… uhm… exclamava satisfeita.

Em Aquela posição semi-agachada deixava a bunda dela à minha mercê, pra eu arrebentar ela à vontade... enquanto via os peitos dela pulando... a cada investida, via as nádegas dela se amassarem na minha virilha e quicar, eu tava agarrado na cintura fina dela que por uns momentos parecia que ia quebrar...

Coloquei minhas mãos nas laterais da pia pra me apoiar e ganhar impulso, agora as passadas do meu pau nas entranhas dela não eram tão longas, eram mais rápidas e curtas, mas com muito mais impacto...

- Aiiii deusss... que forçaaa... você me parteee... siiiim... uhmmm... ela gemia louca.

Ela me olhava surpresa, com a boca aberta numa expressão entre assustada e de prazer... eu tava completamente vidrado na bunda dela quicando em mim, naquela fricção gostosa que me dava... mas senti que ela tava me olhando... e foi pior pra ela...

Percebi que a outra bunda dela, a do cabelo, também pulava com a força que eu tava dando naquele rabão enorme... pensei "Por que não?"... peguei ela pelo cabelo com uma mão e puxei pra trás, a outra mão apoiei na cintura dela pra evitar que ela saísse daquela posição...

- Ahhh.... Ouuu... ela reclamou baixinho pela minha ação.

Na verdade, com essa manobra eu tava arqueando as costas dela... ela, submissa, me seguia em tudo que eu fazia, sabia que também ia se beneficiar, que ia dar mais prazer pra ela... com as mãos ainda firmes na pia, os peitos pulando, ela lacrimejava de prazer...

Naquela posição, eu tava montando ela em todos os sentidos... ela se contorcia de prazer de novo... parecia que tava esperando eu gozar pra se deixar levar... mas o corpo dela não aguentou e, em espasmos violentos mas gostosos, ela terminou a doce agonia num orgasmo violento...

- Uhmmm... uffff... uhmmm... ela bufou finalmente satisfeita.

- Não, amorrr, espera... reclamei, sentindo que tava perto de gozar.

- Sim... sim... Vem... ela disse.

Claramente a bunda inchada dela e o esfíncter guloso estavam sensíveis depois daquele orgasmo brutal... percebi isso e soltei. um pouco as rédeas, dando certa liberdade...

- O que você tá fazendo?... exclamei ao vê-la agir de forma incomum.

Ela se soltou de mim rapidamente, ainda a via agitada... mas imediatamente se ajoelhou na minha frente... ao ver que eu não reagia ou não acompanhava... inacreditavelmente... começou a me punhetar e chupar meu pau... terminando o serviço que a bunda deliciosa dela quase finalizou...

- Ai merda... vou gozar... avisei.

Mas ela não ligou, meu pau explodiu na garganta dela, quando começou a se engasgar eu afastei um pouco... mas sem parar de punhetar pra ela cuspir tudo... não tava nem aí se sujasse o rosto, dessa vez espalhou mais que no dia anterior por toda a cara dela...

- Ahhh... ufff... ufff... você é louca... ufff... exclamei satisfeito.

De novo, em agradecimento pelo orgasmo fenomenal que eu dei pra ela... começou a limpar meu pau, espremendo até a última gota de porra em mim... depois se afastou sorrindo, ainda com gozo escorrendo pelo rosto... pegou um pouco do queixo e meteu na boca com o dedo...

Isso me fez cuspir mais uma gota que ela limpou com a língua... antes ela tinha engolido meu leite, acho que dessa vez quis provar... naquele momento de prazer e loucura a gente se soltou pra curtir sem complexos nem limites... ela tava me enlouquecendo...

Acho que no dia anterior, ao perceber como o gozo na boca dela me excitava ao máximo, a Mili quis repetir aquela situação... se eu fazia tudo pra satisfazer ela no cu, por que ela não podia me agradar desse jeito...

Tinha algo de reciprocidade nisso... eu fazia o esforço físico dominando ela pra dar prazer e ela me causava um impacto visual com as curvas, a entrega e agora com os boquetes e engolindo porra...

Também acho que tinha uma competição por causa da Vane... a Mili queria se mostrar mais ousada e safada comigo no sexo, coisa que com certeza a branquela sem graça da Vane não teria... então a Mili decidiu se soltar completamente pra me dar a experiência mais gostosa e que não Olha pros outros lados…

Por outro lado, depois ela me disse que se arriscou naquilo porque tinha medo de que eu me cansasse dela, que o corpo dela parasse de me excitar… já que em algumas vezes no clube eu fiz ela gozar 2 vezes (no rio e na festa) e ela só me fez gozar uma vez… então ela pensou que talvez eu estivesse ficando imune aos encantos dela… que precisava encontrar outras formas de me fazer gozar com ela…

Bom, não podia dizer pra ela que aquelas vezes que demorei mais foi porque eu tava com a cabeça em outro lugar por causa da Vane… no final, graças a ela, consegui mais satisfação com a Mili… acho que em parte eu devia ser grato porque a presença da Vane ajudou a melhorar meus encontros sexuais com a Mili…

Voltando ao relato, eu e a Mili estávamos extasiados no banheiro, recuperando o fôlego, os dois sem parar de se olhar e sorrir satisfeitos… eu tava feliz, encontrar uma mulher que faz de tudo pra te agradar é foda… estávamos tão abstraídos, perdidos nos olhares e sorrisos, que nada mais importava pra gente… mas…

- Ayyy… vocês são… são uns porcos… aggg… exclamou a Vane com cara de nojo.

A gente nem percebeu que a Vane tinha batido na porta do quarto, nem os passos dela indo pro banheiro… a imagem que ela encontrou foi: eu ainda de pé, exausto, encostado na parede com meu pau ainda duro e a Mili ajoelhada na minha frente com todos os meus líquidos escorrendo pelo rosto dela, principalmente na boca e nos lábios, e também nos peitos dela…

- Não liga pra essa reprimida, amor… falou a Mili baixinho, e completou: ela tá com inveja porque só consegue gozar assim nos sonhos molhados dela…

- Kkkk… sério?… ri nervoso, lembrando e me fazendo de desentendido sobre o que rolou ontem.

- Na verdade, acho que… ela ficou se masturbando ontem… o quarto dela tava com um cheiro horrível… falou a Mili.

- Ah sim… com certeza… completei, seguindo o jogo da Mili e aliviado por ela pensar assim.

Não quis me aprofundar mais no que aconteceu. Ontem à noite, não tava a fim... só deixei claro pra Mili que pouco importava o que a maluca da Vane pensava (afinal, cada um curte a própria sexualidade como quiser)... fechamos a porta, só por precaução, caso o intrometido do Guille aparecesse... depois rimos da situação... A Vane parecia destinada a nos pegar nos momentos mais íntimos, só pra aumentar a inveja dela...

A gente ouviu lá fora a voz curiosa do Guille perguntando o que tinha rolado... mas percebemos que eles se afastaram da cabana pra nos dar nosso espaço. Depois ficamos sabendo que foram nos procurar preocupados porque não aparecemos no restaurante pra tomar café... Além disso, a gente tinha que sair das cabanas ao meio-dia, precisávamos arrumar nossas coisas pra voltar pra cidade.

Eu e a Mili nos arrumamos rapidinho e fomos pro restaurante devorar o café da manhã... ninguém tirava a cara de felicidade da gente. Também ninguém tirava a expressão estranha da Vane, uma mistura de irritação e nojo... com certeza ela tava lembrando do que tinha visto... no fundo foi bom, porque por causa dessa aversão que ela sentia por nós, ela grudou mais no Guille e ficou sem graça de me mandar indiretas...

O problema é que a Vane, no começo, também sentiu nojo de nos ver trepando igual cachorro na casa do Guille e no escritório do professor, mas depois ficou com vontade de fazer o mesmo comigo, até me chantageou... agora, segundo ela, eu tava devendo algo pra ela... só esperava que não fosse aquilo... nessa altura, queria que o choque que causamos nela tivesse feito ela esquecer essa ideia...

Colocamos nossas coisas no carro da Vane, agora o problema é quem ia dirigir... A Vane, dizendo que tava muito cansada, não queria pegar no volante, essa foi uma indireta que ela me mandou, sorrindo, por causa da minha visita inesperada do dia anterior... por sorte, a Mili entendeu como se a gente não tivesse deixado ela dormir, e, bom, a Mili também não tinha carteira de motorista.

O Guille era o mais descansado, queria continuar se aproximando da Vane, se ela não dirigisse, era óbvio que ia no banco de trás, e ele... iria com ela… entendendo isso, me ofereci pra dirigir… só esperava que não cobrassem dos meus reflexos o pouco que dormi, tudo que bebi e o muito que comi aqueles dias…

Com as coisas no carro e o motorista definido, almoçamos no clube como despedida e confraternização… esperava que depois disso, não ficássemos tanto tempo juntos de novo, principalmente por causa da Vane, que com suas loucuras e enroscos desestabilizava o grupo…

Peguei a estrada de volta, com a Mili sorridente no banho do carona. Em poucos minutos, por causa do calor e da comida, meus colegas caíram no sono. Pouco depois percebi que o retrovisor na minha frente não estava ajustado pra mim, ia mexer.

Foi quando notei o olhar safado da Vane, que tinha acordado e me encarava quase me despindo… não quis me distrair olhando pra ela… mas senti o olhar dela insistindo… quando virei de novo, notei que ela mostrava 2 dedos, em forma de V… depois fez uma careta como se desse um beijo entre eles…

Entendendo os sinais dela, tinham sido 2 vezes que a gente ficou junto no clube, ou melhor, enganchados sexualmente nas cabanas… bom, pra mim aquilo tinha ficado pra trás… mas a Vane insistia em me distrair… de novo, quando olhei pelo retrovisor, ela fez os gestos que eu temia…

— Você me deve uma… disse baixinho, depois fez um punho e moveu a mão como quem chupa um sorvete, com a boca aberta e língua pra fora, num gesto de boquete.

Parecia que, apesar de tudo, a Vane, mesmo depois do que disse enquanto dançávamos, não ia deixar as coisas resolvidas no clube e que, de novo, apesar de todo o nojo que mostrou… ela tinha se interessado pelo que viu…

A Vane queria prolongar minha agonia na cidade… eu suspeitava que aquilo não ia acabar bem pra ninguém…

Continua…

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