Meu 18. Suruba com minha namorada (sapatão) - Parte 1

Olá, primeiro queria deixar claro que é a primeira vez que escrevo algo. Este relato é contado pela minha amiga, eu cuidei de redigir e descrever cada sensação, aproveitem.

Bom, primeiro de tudo, meu nome é Angélica. Nasci na Argentina, mais especificamente em Gualeguaychú e ainda moro nesta cidade e a verdade é que me sinto muito confortável aqui, é uma cidade linda e no verão fica cheia de todo tipo de gente nova por causa do carnaval. Sou uma garota de altura normal, mais pra baixinha, tenho 1,64, pele branca, sardas e cabelo ruivo, bem magra, mais do que eu gostaria, mas mesmo assim me mantenho em forma. Meus peitos são meio pequenos, mas firmes, e minha bunda, bem trabalhada, redonda e dura.

Bom, agora que vocês já têm uma ideia, vou contar minha história.

Minha vida sexual começou lá pelos 15 anos com meu primeiro namorado, foi bem satisfatória, na verdade, mas nunca tinha chegado à penetração por medo de acontecer algo, então se baseava em sexo oral, dedos e carícias.

Esse namorado não durou muito, e fiquei sozinha até os 17, mas dessa vez foi diferente. Nesses dois anos que se passaram, descobri que minha inclinação sexual era por outro lado, sim, eu gostava de mulheres. Então, saindo por aí, conheci uma garota maravilhosa, o nome dela era Sofia. A verdade é que eu era bem feliz com ela. Mantivemos um relacionamento em segredo por 6 meses, até que antes de completar 18 anos decidimos ir estudar juntas em Rosário, claro que ninguém desconfiava que éramos namoradas. Nos mudamos, casa nova, vida nova, mais feliz, e muito mais sexualmente ativa. Praticamente vivíamos peladas, tocando nossos corpos, tomando banho juntas, etc. Às vezes até andávamos com a janela aberta pra galera nos ver nuas hahaha. Era maravilhoso acordar e ver a bunda enorme dela na minha frente, às vezes eu não resistia e acordava ela beliscando de leve os mamilos dela, assim como ela costumava me acordar com sexo oral (na verdade, às vezes eu acordava antes dela, mas fingia que tava dormindo pra sentir a língua dela). percorrendo as dobras da minha buceta, dando prazer ao meu clitóris e bebendo meus sucos. Desculpa, tenho uma fraqueza por sexo oral, viveria com alguém entre minhas pernas. Resumindo, nossa vida estava sendo maravilhosa.

Meu aniversário estava chegando e eu estava ansiosa pra saber qual seria o presente dela, há semanas ela vinha me dizendo que ia ser algo novo e especial, mas não imaginei que fosse o que foi.

Na noite anterior ao meu aniversário, ela me acordou da minha soneca por volta das 19h, arrumada, maquiada e com um vestido sexy demais pra não me excitar. Era um vestido justo, preto e decotado, que marcava toda a silhueta dela, e mal cobria a bunda enorme dela.

— O que cê tá fazendo vestida assim? – falei meio sonolenta
— Me preparei pra sua janta de aniversário —
não entendi do que ela tava falando
— Minha o quê?
— Kkkkk sua janta, bobinha! Hoje à noite vamos sair pra jantar
— É verdade! Quase esqueci que você prometeu me levar pra jantar.

Levantei rápido e animada, e fui direto pro chuveiro
Não consegui evitar ficar com tesão ao sentir o jato forte de água caindo no meu peito, então me masturbei o mais rápido que pude pra ficar relaxada. Chupei meus dois dedos do meio e os inseri na minha buceta, que só tinha um triângulo de pelos ruivos em cima dela, e os movi, de cima pra baixo, em círculos, pra fora e pra dentro, até sentir algo quente no meu ventre, sentia que ia explodir, massageei meu clitóris o mais rápido possível até sentir uma explosão dentro de mim, o orgasmo me fez torcer inteira, e tive que me esforçar muito pra abafar meus gemidos.

Saí do chuveiro, me sequei, e me vesti o mais sexy possível pra Sofia.
Coloquei uma camiseta solta com as costas de fora, sem sutiã pra dar pra ver meus mamilos, uma saia curta, que facilmente com qualquer movimento descuidado mostraria tudo. Também não coloquei calcinha.

Fui até o quarto e a Sofi estava me esperando, quando me viu a expressão dela mudou pra um tipo de sorriso malvado.
Ela se levantou e se aproximou de mim
— Minha gata, você tá completamente gostosa — disse enquanto A mão dele pousou suave na minha cintura.
—Obrigada, meu a...— quis agradecer, mas ele me calou, chegou perto do meu rosto e desceu até meu pescoço. Beijou devagar enquanto a mão subia pelas minhas costas e percebeu que eu não tava de sutiã. Quando notou, me olhou, sorriu e mordeu os lábios.
—Você é uma putinha, hein? Aposto que também não tem nada por baixo— e começou a passar os dedos pelas minhas coxas, me fazendo tremer e molhar toda a minha buceta. Quando chegou lá, disse:
—Já sabia, quando anda sem calcinha, você fica vermelha— eu morri de vergonha, mas o prazer do dedo dele acariciando meus lábios bem devagar era maior.
—Não vou continuar porque temos que ir jantar, mas tenho um presente adiantado pra você— me beijou na testa e foi buscar.
Fiquei confusa e ansiosa, esperando. Ele reapareceu no quarto com uma caixinha.
—O que é isso? — perguntei, impaciente.
—Abre, vai!
Quando abri, me deparei com um negócio de borracha dura, parecido com um ovo, e do lado um controle remoto com 4 números.
—Sabe o que é? — ele perguntou com um brilho nos olhos.
—Hmm, acho que não.
—Isso é um ovo vibrador com controle remoto. Vou colocar dentro da sua buceta, e enquanto a gente janta, vou aumentar a velocidade toda vez que você deixar escapar um gemido ou não conseguir falar.
Fiquei paralisada, totalmente surpresa, e incrivelmente molhada.
Ele chegou perto do meu ouvido e ordenou:
—Fica de quatro, agora.
Eu obedeci, levantei a saia e fiquei de quatro com as pernas abertas. Ele se aproximou e, não sem antes dar uma lambida na minha buceta que quase me fez gritar, introduziu o aparelho. Tinha uns três dedos de largura, e era uma delícia. Enfiou até o fundo e ficou um fio pendurado em mim.
—Agora você tá pronta, vamos!
Pediu um táxi, e fomos pro restaurante.
Sentamos e pedimos o cardápio; quando já tínhamos decidido, chamei o garçom.
—Boa noite, pode ser um prato de rav...— não consegui continuar falando, senti uma vibração começando dentro da minha buceta e se espalhando por toda a minha barriga, e Automaticamente, minha buceta ficou toda molhada. Apertei a mesa com força e falei:

— Pe... Perdão, pode ser um prato de ravioli e outro de talharim?

— Sim, senhora — ele disse e foi embora.

Olhei pra Sofia e ela tava morrendo de rir.

— Não. Tem. Graça — falei entre os dentes.

Ela me olhou séria e aumentou a velocidade.

Não aguentava mais os gemidos, era demais, já tava começando a molhar o buraco do meu cu. Sentia a vibração no clitóris.

Levantei e fui pro banheiro.

Sentei no vaso e abri as pernas. Minha buceta brilhava de tão molhada, só de passar um dedo nos meus lábios, ficava inteira encharcada.

De repente, a vibração para. Me acalmei e quando me preparei pra sair, a vibração voltou, mas mais intensa.

Assim, parada como eu tava, enchi o banheiro de gemidos, tive um orgasmo sem nem me tocar, meus fluidos escorrendo pelas pernas. Caí no chão, exausta.

Saí do restaurante o mais rápido possível, porque provavelmente todo mundo me ouviu, e atrás de mim saiu a Sofi.

— Te odeio, mas foi lindo — falei, recuperando o fôlego.

Ela não disse nada, só sorriu, me beijou, me deu um tapa na bunda.

— São 23h, acho que é hora do seu presente.

— Você trouxe ele aqui???

— Não, temos que ir pra casa.

Impaciente, chamei um táxi.

Quando chegamos, ela tapou meus olhos e me despiu. De novo eu tava ficando excitada, mas sabia que dessa vez seria muito mais intenso.

— Vem, me dá a mão e me segue — e me guiou até nosso quarto.

— Pronto, já pode olhar.

Abri os olhos e fiquei completamente em choque.

Tinha um homem de pele morena, musculoso, alto e de cueca boxer, sentado na nossa cama.

— Que... Que porra é essa????? — perguntei enquanto tentava tapar meus peitos e minha buceta.

— Esse é o seu presente. Vamos fazer um ménage e você vai ter sua primeira penetração. Esse cara se chama Joan, é meu amigo há vários meses e planejei isso com ele.

Não sabia o que fazer, nem o que dizer.

Nem pensei, abracei a Sofia, busquei os lábios dela e começamos a nos beijar de um jeito selvagem. Minha mão apertava a bunda dela e a... Sofia subiu da minha cintura até meus peitos. Suavemente, massageou meus mamilos e os levou à boca, chupando como um bebê, eu amava. Minha buceta roçava na perna dela e dava pra sentir como eu deixava minha umidade nela. Olhei pro Joan e ele estava nu, tinha uma pica de pelo menos 20cm, grossa, e ele estava masturbando ela.

Sofia me jogou na cama e começou a lamber meus pés, percorreu toda minha perna e minhas coxas até chegar na minha buceta, abriu com os dedos e, sem pensar duas vezes, começou a fazer círculos com a língua no meu clitóris. Eu me arqueei, fechei os olhos e gemi bem desesperada.

— Aaaa, meu amor, assim, mmm, que delícia, come toda minha buceta, engole meus sucos, mmm.
— Tá gostando, meu amor? Isso é só o começo.
— Tô amando, linda, continua, continua — falei entre gemidos.

Ela passou a ponta da língua pelo meu cu e fez minha buceta ficar ainda mais molhada, meus líquidos escorriam pela minha perna. Continuou comendo minha buceta e meu cu até eu pedir pra ela diminuir a intensidade porque eu ia gozar e queria continuar aproveitando.

Joan se aproximou do meu rosto e colocou o pênis à minha disposição. Peguei ele e comecei a masturbar enquanto enfiava a glande na minha boca. Sinceramente, sendo lésbica, adorei. Tava difícil chupar porque meus gemidos não deixavam. Sofia enfiou um dedo dentro de mim e começou a mexer em círculos enquanto lambia meu clitóris. Não aguentei e, com a pica do Joan na minha boca, gozei e molhei a cara toda da Sofia, que engoliu todos os meus sucos com muito prazer.

CONTINUA

5 comentários - Meu 18. Suruba com minha namorada (sapatão) - Parte 1

hola angelica que lindo relato me la pusieron bien dura jajaja soy de rosario !!! espero la continuacion !!! me avisan cualquier cosa si quieren otro trio es mi sueño estar con 2 mujeres
Excelente relato. Muy excitante, esperamos la segunda parte. Van puntitos y les invitamos a pasar por nuestros posts para saber su opinión sobre nosotros. Besitos.