Oi, finalmente voltei. Antes tarde do que nunca. Até a página mudou desde a última vez que escrevi uma dessas histórias. Pra quem não me conhece, meu nome é Alejo, e essa história é a série de eventos que rolaram na minha vida desde que me reencontrei com minha filha Lourdes. Pra quem quiser conhecer a história ou já não lembra, aqui estão os capítulos anteriores:http://www.poringa.net/posts/relatos/2723179/Mi-hija-Lourdes-Primera-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2723417/Mi-hija-Lourdes-Segunda-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2723690/Mi-hija-Lourdes-Tercera-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2724346/Mi-hija-Lourdes-Cuarta-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2724346/Mi-hija-Lourdes-Cuarta-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2727063/Mi-hija-Lourdes-Sexta-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2728754/Mi-hija-Lourdes-Septima-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2732594/Mi-hija-Lourdes-Octava-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2736011/Mi-hija-Lourdes-Novena-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2741906/Mi-hija-Lourdes-Decima-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2750247/Mi-hija-Lourdes-Onceaba-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2753768/Mi-hija-Lourdes-Doceava-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2757408/Mi-hija-Lourdes-Treceava-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2789866/Mi-hija-Lourdes-Decimocuarta-Parte.htmlAgora sim. Continuamos:
Ouvi umas vozes no corredor murmurando. Espiei, tomando os cuidados necessários pra ver o que tava rolando. Consegui ver uma silhueta masculina entrando no quarto da Lourdes e, conhecendo ela, ia me sentir muito otário se não olhasse. Sem fazer barulho nenhum, me aproximei da porta entreaberta. Minha bebê sempre tinha um ás na manga pra me surpreender. Esperava ver ela com aquele cara na cama, mas pra minha surpresa, ela tava com dois. Os dois acariciavam os peitos dela enquanto provavam seus lábios ardentes e sua língua deliciosa.
Enquanto começava a esfregar a pica por cima da cueca, minha visão foi se acostumando com a escuridão e consegui reconhecer o magrelo do boteco, o dono com cara de gângster. O outro degenerado não era ninguém menos que o sem-vergonha do meu irmão. A Lou já tinha soltado os membros deles e os masturbava suavemente, deixando-os totalmente dóceis pras brincadeiras de prazer dela. O olhar nos olhos dela mostrava o quanto ela se sentia satisfeita por ter eles dominados. Ela aproximou eles bem do rosto e passava a língua sutilmente naquelas duas picas. Só o contato já dava tanto prazer que eles não conseguiam mais segurar os gemidos. Parece que isso adorava a minha mina, que, ao ouvir eles gozando, enfiou a do tio inteira até a garganta, fazendo ele olhar pro céu e curtir aquela boca tão sublime. Eu já tava com a minha na mão e me punhetava sem me importar com nada.
O tal do Fran pegou ela pelo cabelo e colocou a pica nos lábios dela, e minha mina respondeu com um sorrisinho safado e depois devorou ela toda. A cabeça da Lou se mexia com maestria. Era realmente excitante ver aquela puta em ação. Me masturbar olhando pra minha filha me deixava louco de prazer. Fechei os olhos por um instante e um toque me assustou.
— Hummm, como você tá dura — disse Lourdes enquanto envolvia com a mão quente o tronco da minha pica.
— Como você me excita — falei, e apesar de ter soado meio estranho, era tão gostoso que não liguei.
— Vou chupar ela toda, Al — respondeu. Isso sim me acabou. de chamar atenção, de repente tudo fez sentido. Acordei na minha cama como acontecia tantas vezes, só que dessa vez não estava sozinho.
A linda Bárbara estava comigo desde a noite anterior. E ela me masturbava enquanto me olhava com aquela cara de boneca no meu travesseiro, como se estivesse curtindo cada gesto de prazer que tirava de mim.
— Que delícia acordar assim — falei quando consegui articular umas palavras.
— Vamos deixar ainda mais gostoso, vou tomar um café da manhã com uma yummy cum — ela disse com um sorrisinho cúmplice.
Como era de se esperar, ela se abaixou e mergulhou a cabeça do meu pau naqueles lábios carnudos. Me agarrei nos lençóis e apertei os dedos dos pés ao sentir os espasmos de prazer que aquela boquinha me dava. Quando olhei pra baixo, vi ela me encarando e a putaria aumentou ainda mais.
Aquela bunda redonda e perfeita sobressaía pra direita, então, todo tarado, agarrei ela com as duas mãos e ajeitei pro meu lado. Com a boca cheia do meu pau, ela fez um som que parecia ser o consentimento pra eu usar aquela bunda do meu jeito.
Puxei a calcinha dela pro lado, passando por cima de uma das nádegas, e mergulhei meu rosto naquele cuzão lindo. Era um presente dos céus acordar assim, e foi assim que encarei. Enquanto minha língua percorria desde a buceta apertada dela até toda a racha da bunda, apertei a nuca dela pra ela engolir todo o meu pau, que já sentia cheio de porra. Ela adorou e cruzou as pernas em cima da minha cara, se posicionando num 69 gostoso. Era uma delícia ter ela assim. Essa puta infernal era uma puta muito submisa.
Eu estava prestes a gozar tudo na boca dela, quando ouvi a risada da minha filha no andar de baixo. Parece que ela já tinha acordado. Isso me distraiu e a Barbie percebeu.
— Quero sentir você bem dentro de mim, Al — ela disse com a melhor voz de puta que tinha e se virou, sentando devagar no meu pau inchado.
— Ai, que puta gostosa você é, nena — falei ao sentir aquela buceta e ver ela morder os lábios. Os peitões enormes dela ficaram na minha frente, e somados ao prazer de sentir a buceta dela, palavra: buceta molhada, me obrigaram a pegar ela de costas e chupar aqueles pezões gostosos. Os gemidinhos ao sentir aquilo deixavam ela ainda mais ardente.
O movimento do quadril dela era glorioso. Ela tava buscando um orgasmo inesquecível e ia conseguir. Senti ela me apertando com força e não consegui mais me segurar. Explodi no meio de gemidos cruzados que tentamos calar com beijos. Abracei ela com força enquanto os últimos jatos da minha porra iam parar dentro dela.
- Agora sim, bom dia - ela disse com o rosto vermelho e ofegante. Me beijou e foi embora.
Fiquei lá deitado com o coração batendo a mil por hora e me sentindo um cara muito sortudo por ter essas putas.
Aquele orgasmo matinal me permitiu escapar dos meus conflitos e questionamentos por um tempo. A voz doce e fininha da minha filha na cozinha me obrigava a trazê-los de volta.
Até quando essa loucura ia durar? A consciência de saber que eu tava preso nesse joguinho erótico de duas piranhas taradas era divertido e prazeroso, mas eu sabia que não podia ser.
Nunca ia ser minha mulher. É minha filha e, por mais gostosa e sensual que fosse, isso não ia mudar.
A Barbie também me tinha na palma da mão. Tanto o pai quanto a mãe dela são meus amigos de infância, dos poucos que tenho. Embora a Ova já fosse uma espécie de cúmplice pra mim, isso não mudava as coisas.
Senti a Bárbara cumprimentar o resto e decidi levantar pra parar de me torturar. A imagem que encontrei era tipo a prévia de um filme pornô. O nojento do meu irmão comendo torradas e as duas piranhas seminuas, flertando com os olhares e sorrisos safados.
- Bom dia - disseram os três quase em uníssono.
- Que foi, gordo? Não aguenta a ressaca de uma noite de balada? - Me disse o idiota do Javier.
- Somos velhos pra isso, temos que deixar isso pros jovens - falei, como pra mostrar o ridículo que ele era se fazendo de garotão.
- Fala por você. Eu tô no auge - ele respondeu, se achando como sempre. Se ele soubesse que o auge dele... Foi uma transa com uma gatinha que depois eu comi duas vezes pra deixar ela satisfeita, ela ia calar a boca, mas não valia a pena entrar nessa.
- Eu não. Não tô a fim de farrear - respondi humilde.
- Como foi sua noite, Al? Não te vi muito por lá - perguntou a Barbie com vozinha de menina boazinha. Essa encenação de inocência tava cada vez menos crível e mais provocante.
- Conhecendo um pouco o lugar - falei sem dar detalhes.
- Apresentei ele pro Fran - interrompeu a Lourdes, que tava estranhamente quieta até então. Só isso já me deixou bem desconfortável, lembrando de tudo que rolou.
- Se você conhece o Franchesco, já é um cara popular - completou a loira.
- Nem imagina - disse a Lourdes com um tom claramente irritado. Levantou e foi pro quarto dela.
Em meses de convivência, era a primeira vez que sentia ela tão fria, e eu não aguentava aquilo.
- O que foi? Tava de pegada? - Se interessou o careca.
- Não me enche o saco, quer?! - Falei, mais puto comigo mesmo do que com ele.
Tanto ele quanto a Bárbara seguraram o riso, o que me irritou ainda mais.
Decidi sair antes de continuar descontando minha frustração neles.
Não conseguia entender o que tava rolando. Talvez minha filha tivesse envergonhada pelo meu comportamento. Só de pensar que eu tinha humilhado ela, me enchia de culpa e angústia. Os sentimentos por ela não se comparavam com ninguém. Não é só sexo, já que ela é minha filha. Minha única filha mulher, o que a torna ainda mais especial, e pra completar, ainda tinha essa relação estranha que ela mantinha comigo, fechando o pacote pra fazer dela o centro absoluto da minha vida. Que uma pessoa tão importante estivesse envergonhada, ofendida e puta comigo era uma facada no coração. Dirigia sem rumo, tentando clarear a mente. Dava voltas e mais voltas.
Quando eu tava prestes a voltar e encarar minha filha pra buscar respostas, meu celular tocou, como se fosse um sinal. Pelo menos foi assim que eu encarei.
- Oi, papai - ouvi a voz doce dela, e foi como uma lufada de ar. fresco
- Sim, coração, aconteceu alguma coisa? – perguntei, me fazendo de desentendido.
- Não, nada. Dá pra passar lá em casa pra me pegar? – ela perguntou meio enigmática.
- Tô indo praí – respondi, incondicional como sempre fui com ela.
- Oki. Te espero lá embaixo – respondeu e desligou antes de esperar minha resposta.
Olhei ao redor e fiz um retorno em U na maior velocidade. Tava ansioso pra vê-la.
Quando cheguei, encontrei ela sozinha, parada na porta. Vestia uma calça branca colada no corpo (como quase toda roupa dela) e uma jaquetinha preta. Tava falando no telefone e, assim que me viu, entrou no carro e, sem desligar a ligação, me deu um papel com um endereço e disse:
- Você se vira pra chegar? – Eu li e realmente conhecia as ruas, mas não sabia o que tinha naquele lugar. Com cara de estranhado, balancei a cabeça confirmando que sim.
Partimos e ela continuava na ligação como se eu não estivesse no carro ou como se eu fosse um motorista de aplicativo ou algo assim. Me irritou um pouco a atitude dela. Achei que era parte da birra que ela tava desde a noite anterior. Não sabia se tava levando ela pra casa de alguma amiga, de algum cara, se tivesse num humor diferente teria fantasiado que era o endereço de um motel dos muitos que têm por aquela área, mas essa ideia durou pouco na minha mente. Quando nos aproximamos, ela fez sinal de onde era e disse pra misteriosa pessoa do outro lado da linha que já tava chegando.
Era uma casa de fachada modesta. Ela finalmente desligou a ligação e eu pude trocar uma palavra com ela:
- Onde é que a gente tá? – perguntei na lata e com um tom que mostrava minha irritação.
- Já vai ver, vem – disse com um tom meio debochado.
Ela desceu, me deixando falando sozinho como tinha feito no telefone, e eu fui atrás. Mal encostou na porta, abriram e, pra minha surpresa, quem nos recebeu não era outra senão Daniela. A mãe dela.
Meu rosto se desfigurou ao encontrá-la.
- Ah, então! Não sabia que o velhinho também vinha – disse entre risadas.
- Como velho, tá mais jovem do que nunca, meu pai – respondeu ela. me abraçando, com um sorriso que não tinha mostrado o dia inteiro.
— Tô tão surpreso quanto você — falei com toda sinceridade, enquanto a seguíamos pra dentro. Enquanto elas batiam papo, entramos na sala de jantar, onde um cara magro, que eu calculava ter mais ou menos minha idade, nos esperava. A gente se olhou com a mesma cara de confusão.
— Vou apresentar: Luciano, esse é meu outro pai, Alejo. Pai, esse é o Luciano, o namorado da mamãe.
Não sei qual das duas coisas me irritou mais: ele ter dito que eu era o "outro pai", como se quisesse tratar aquele cara como pai, ou o sorriso que ele deu pra ele quando falou isso.
— Prazer — ele disse com uma voz extremamente grave e um aperto de mão forte.
Respondi ao cumprimento com um sorriso meio falso, considerando a situação.
Daniela parecia estar adorando meu desconforto, como sempre. Acho que na cabeça dela, ela pensava que meu estado tinha a ver com ela, mas quem eu realmente tava com ciúmes era da minha preciosa Lourdes.
As duas estavam vestidas quase iguais. Minha ex ainda achava que tinha vinte e poucos anos, pelo visto. Mas por mais que o corpo dela seja invejável pra qualquer um da nossa idade, não tinha como competir com a nossa filha.
Apesar do meu desconforto, a situação pros outros tava bem tranquila. Me senti um idiota por estar assim. Perguntei onde era o banheiro e me levantei rápido, atravessando um corredor comprido. Só lavei o rosto e fiquei uns segundos me olhando no espelho.
Quando saí, de repente, dei de cara com a Daniela na porta.
— Pode me dizer o que tá rolando com você que tá com essa cara de enterro? — ela me confrontou.
— Nada. Coisa minha — respondi seco. Mas não consegui me segurar e completei:
— Você deixa a nossa filha chamar aquele cara de pai? — ao falar, senti que o nó na garganta tinha saído.
— Haha, que isso, tá com ciúmes? Acho que é da sua filha o ciúme — ela disse num tom irônico.
— Acha que vou ter ciúmes de você? — respondi do mesmo jeito.
— Só tem um jeito de descobrir — ela falou, e depois de dar uma olhada de canto na sala de jantar, segurou meu rosto com as mãos. Com as duas mãos e me deu um beijo tão quente quanto quando éramos jovens. Pra ser sincero, foi tão forte sentir aquela língua na minha boca e aqueles lábios quentes que me lembrou da minha filha ardente. Meu pau sentiu o mesmo e acordou na hora. Deve ser por isso que respondi como se fosse a Lou. Peguei ela pela cintura e puxei pra perto. Mas ela colocou a mão no meu peito e me afastou.
— Bem, isso responde minha pergunta — disse com um sorriso de satisfação.
— Desculpa, não sei o que deu em mim — falei, vendo a cara de deboche dela. Era melhor do que contar o motivo da minha ereção repentina. Ela se afastou uns passos e gritou:
— No love! Aqui não estão os óculos! — se reportando ao namorado.
— Não importa! — ele gritou de volta, totalmente alheio ao que rolava. Em seguida, ela me sorriu e me deixou de pau duro, olhando ela se afastar com minha pior cara de confusão.
Quando voltei, ninguém pareceu notar nossa ausência sincronizada. Apesar de ainda estar meio em choque com o que tinha acabado de acontecer, não pude evitar voltar ao meu desgosto anterior. Me irritou ver a simpatia e cumplicidade entre a Lourdes e o outro pai dela, como ela chamou.
Já estava decididamente puto. Ficava olhando as horas toda hora, igual criança que pergunta "quanto falta?". Me senti um idiota por agir assim, mas não conseguia evitar.
Não sei quanto tempo ficamos, na verdade não foi muito, mas pra mim pareceu uma eternidade. Entre o desconforto do que tinha rolado com a Daniela e a raiva desse tal Luciano e a simpatia dele com minha filha, tava desejando ter outro infarto logo.
Finalmente, minha filha decidiu encerrar a visita e voltar pra casa. Tava tão aliviado por ir embora que quase nem me despedi. Quando entrei no carro, perguntei:
— O que você tem contra mim? Por que tudo isso? — enquanto dava a partida.
— O que eu fiz? — disse com aquele jeito de inocente que ela sempre usa comigo.
— Fala sério, Lourdes, como me tratou o dia inteiro e agora essa história de "meu outro pai". Não sou burro — insisti com um tom firme e seco, que nunca usei com ela. Ela.
— Você sabe o que fez. Não preciso nem te dizer — ela retrucou.
— Sei tudo que faço, mas não entendo o que te incomoda. Te envergonhei? — perguntei já resignado.
— Não. Você me mudou. Nem percebeu minha presença nem minha ausência — confessou irritada.
Todo esse inferno que eu estava vivendo há horas não passava de ciúmes. Por um lado, senti alívio, mas por outro, ela tinha razão.
— Meu amor, você é tudo pra mim. Não fica com ciúmes, só tentei seguir seu jogo.
Pelo que vi, você também estava se divertindo pra caralho — respondi.
Naquele momento, consegui arrancar um sorriso dela. Daqueles que me derretem todo, e imediatamente ela mordeu o lábio, transformando essa ternura em algo mais adulto. O sinal fechou e a gente parou. A mão dela acariciou a minha, que ainda estava no câmbio.
— Você é meu, sabia? — disse ela, pegando minha mão e chupando meu dedo indicador com aquela sucção excitante que usa nos boquetes ardentes dela.
— Totalmente seu — falei, entregue aos encantos dela. Ela sorriu de novo e puxou a camiseta pra deixar o decote mais pronunciado, mostrando metade daqueles peitos lindos.
Senti uma buzinada forte na nuca. O sinal tinha aberto. E isso me obrigou a voltar do encanto que minha filha me prendia. Arranquei cantando pneu pra me livrar do chato que tava me apressando.
Enquanto a gente caminhava do carro pra casa, eu olhava pra ela com aquela mistura de amor de pai e o desejo que a figura delicada e sensual dela me causa. Queria beijar aqueles lábios carnudos, mas sabia o escândalo que seria fazer isso em público. Quando chegasse em casa, pensava em arrancar a roupa dela e foder ela ali mesmo. Não aguentava mais. Mas, assim que abri a porta, lembrei de algo. Apesar de tudo, não estávamos sozinhos.
— Já pensamos que vocês não voltavam — disse meu irmão Javier com aquele tom debochado.
— Como é que vocês estão? — perguntou a Barbie, que parecia ter notado a mudança no tratamento entre nós.
— Genial — falou Lou, abraçando meu pescoço e me dando um beijo na bochecha. Como sempre acontece. As duas se deram as mãos e foram pro quarto delas, onde ficam cochichando sem parar. Eu fiquei com meu irmão.
— Que irmão foda você é, Ale. Valeu por me deixar a casa só com essa mina. Você não tem ideia da foda que eu meti nela — ele soltou na lata, sem anestesia.
— Você precisa dar uma segurada. É a filha do Osvaldo, não esquece — falei, com mais inveja do que qualquer outra coisa.
— É, sim. Mas você viu o que ela é. Com você é a mesma coisa — ele tinha toda a razão.
A gente continuou batendo papo por mais um tempo sobre a Bárbara e o quanto ela era uma puta. Eu percebia que, de vez em quando, ele tava quase fazendo comentários parecidos sobre a Lou e se segurava.
Entre uma coisa e outra, chegou a hora do jantar. Quando as meninas chegaram, a Barbie, se fazendo de desentendida, colocou um papel no meu bolso. Conhecendo ela, já imaginava por onde vinha. Ela levou a mão na boca e fez o sinal de silêncio, com a cara de puta mais gostosa que tinha.
"ME DISSERAM QUE VOCÊ GOSTA DE OLHAR. HOJE À NOITE, MEIA-NOITE, NA SUA MESA" — dizia o papel, com um beijo vermelho como assinatura.
Eu fiquei vermelho na hora. A Lourdes tinha contado pra ela sobre a noite anterior e como eu fiquei excitado vendo ela. Parece que elas tinham um showzinho preparado pra mim. Jantei ansioso, olhando pras duas e imaginando o que me esperava. Quando acabou a janta, anunciei que ia dormir, porque no dia seguinte os meninos voltavam cedo. Meu irmão fez o mesmo, e as meninas disseram que iam se deitar daqui a pouco.
Eu olhava pro relógio a cada dois minutos. Não queria estragar o que elas tinham preparado.
Quando deu 23:59, abri a porta do meu quarto e fui descalço até a mesa. Entrei e fechei a porta. No meio da sala, tinha uma cadeira com outro bilhete. Abri e dizia:
"SENTA E NÃO ACENDE A LUZ".
Obedeci. Do outro lado da porta, ouvi a chave virando e as risadas das meninas. Pensei que fosse uma brincadeira pra me trancar, até tocar na maçaneta e sentir que tava preso mesmo. De repente, vejo as duas saindo pro quintal pela enorme janela espelhada. A mesma. que um dia me serviu pra espionar a Lou com o pai da amiga dela. Como se essa lembrança já não bastasse pra me excitar. Vejo elas se aproximando e notei como vinham vestidas. Cada uma usava um daqueles minúsculos Babydoll de seda da minha filha. O da Lourdes era preto e bem transparente. Dava pra ver perfeitamente a redondeza dos peitos dela e o formato dos mamilos. O da Bárbara, pra não ficar atrás, era rosa e, embora não fosse tão transparente, era bem decotado e curto. A nudez parcial daqueles corpos lindos já era suficiente pra excitar qualquer mortal, mas não era só isso.
Elas se sentaram no meio da grama e começaram a se beijar apaixonadamente. E o detalhe é que ambas olhavam de canto pra janela. O plano delas era me excitar, e estavam conseguindo. Desabotoei minha calça e comecei a bater uma punheta enquanto via a Barbie beijando o pescoço da minha filha e descendo pros peitos dela. Deslizando a peça fina pelo ombro da Lourdes e deixando um dos lindos seios dela totalmente nu. Minha filha pegou a cabeça da amiga e apertou contra o peito dela. Dava pra ver ela mordendo os lábios de prazer enquanto a Barbie saboreava aquela teta gostosa. Eu ouvia os gemidos da minha filha, e eles combinavam perfeitamente com o movimento da minha mão batendo punheta. Com as duas mãos, ela empurrou a cabeça da amiga pra baixo e abriu as pernas completamente. A Bárbara se ajoelhou na frente dela, e aquela cabeleira platinada sumiu entre as pernas carnudas da Lourdes. Os gemidos da minha filha ficaram intensos, e com a ponta do pé ela levantou um pouco o Babydoll da loira, deixando aquele bundão redondo nu pra mim. A cereja do bolo é que ela não tava de calcinha, então a vista foi de nudez total. Aquele cuzinho lindo e aquela bucetinha apertada em todo o esplendor, acompanhadas pelo som da chupada e o rostinho de satisfação da Lourdes, era a glória.
Eu sentia que podia gozar a qualquer momento. O espetáculo era melhor que qualquer pornô que eu já tivesse visto. Tudo que meus olhos viam era de um erotismo e Uma perfeição hipnótica.
Já tinha parado ao lado da janela, como se tentasse atravessar o vidro espelhado. Naquele momento, meu sangue congelou ao ouvir a porta do quintal se abrir com força. As garotas estavam tão excitadas que nem perceberam. Vi a figura do meu irmão aparecer em cena, como se meu filme erótico se transformasse num de terror. Ele balançava a mão, fazendo o gesto de "que calor", e não conseguia fechar aquela boca nojenta diante do espetáculo que encontrou.
As garotas continuavam cada vez mais excitadas.
Eu peguei minha calça e me preparei para sair e impedi-lo, mas assim que puxei a maçaneta, lembrei que estava trancado.
— Tio! O que você tá fazendo aqui? — ouvi a voz da minha princesa.
— Não conseguia dormir e saí pra fumar. Não quero interromper, continuem com o que vocês tão fazendo, gostosa — respondeu Javier. A Barbie se virou e, disfarçadamente, olhou para a janela e fez sinal pra eu ficar quieto.
O nojento acendeu um cigarro e ficou parado ali, esperando elas continuarem. Mas elas se olharam e entenderam o que ia rolar.
— Vem, Javi, senta com a gente — convidou a Bárbara com uma voz de gata, irresistível.
— Acho que a Barbie quer uma pausa. Me ajuda com isso? — disse Lourdes, e assim que ele sentou, ela se levantou e colocou aquela buceta linda a centímetros do rosto dele.
— Mas é claro, meu amor — falou meu irmão, e apertando as nádegas duras dela, enfiou aquela boca imunda na buceta molhada da sua sobrinha sensual. Ela segurou a nuca careca dele e, gozando, olhou pra mim. A Bárbara não perdeu tempo e enfiou a mão dentro da cueca de Javier até puxar o pau já duro e molhado dele.
Ela se ajoelhou de novo, mas dessa vez passando os lábios docinhos por todo o pau do meu irmão. Eu estava ali, trancado, vendo elas gozarem. Fechava os olhos e sentia a sucção, os gemidos, as respirações pesadas. Por mais puto que estivesse, não dava pra não ficar excitado com aquela cena.
— Que putas do caralho que vocês são — falou Javier, todo louco.
Lourdes se abaixou e beijou ele, provando todos os sucos que tinha deixado. ao redor da boca dela. Javier pegou o Babydoll e puxou até tirar. Fez ela deitar do lado dele e começou a lamber o corpo nu inteiro dela. Da barriga até os peitões enormes. Bárbara tirou o dela, ficando as duas completamente peladas. Javier não dava conta das mãos e da boca pra tanta teta daquelas novinhas.
Pude ver a mão da Lourdes encontrar o pau dele e bater uma punheta intensa enquanto ele chupava os bicos das duas. Devagar, minha filha deslizou pra baixo e começou a chupar ele.
— Sim, meu amor, que putinha você é — ele se aliviava. Pra completar, ela esfregava a buceta na perna peluda do meu irmão.
— Vai comer sua sobrinha, Javi? — perguntou a Barbie alto o bastante pra eu ouvir de dentro. Dando todo o tesão possível com aquela frase.
Lourdes, que tava mamando num ritmo constante pra deixar ele no limite, levantou a cabeça e, enxugando a boca, perguntou:
— Quer? — com um jeito de inocência que não combinava com o líquido pré-gozo pendurado nos lábios dela. Isso deixou ele louco. Agarrou ela pelo cabelo com violência e disse:
— Vem pra cá — abriu as nádegas dela e montou por cima igual um cachorro. Começou a meter forte. Com um grito da Lou como aviso. Dava pra ouvir de dentro o corpo pesado do meu irmão batendo na bunda linda da minha filha. Minha menina se segurava firme na grama com a brutalidade da foda. Via cada detalhe no corpo dela mostrando como ela tava gozando, e eu batendo uma punheta tão intensa que às vezes custava a manter os olhos abertos.
Barbie tinha se acomodado num banco perto e enfiava dois dedos, excitada com o show incestuoso. Via ela passar os dedos molhados na língua e continuar.
Ver minha filha tão puta assim me excitava demais. Sentia a cabeça do pau enchendo de porra. Nisso, escuto ela dizer:
— Quero de pé agora — e começa a andar na minha direção. Colocou as mãos no vidro grosso. e boto a bunda pra trás.
- O que você quiser, mas já que mudamos, vamos fazer completo - disse meu irmão. Ele agarrou ela por trás e o gesto trêmulo de dor nos lábios dela me confirmou que ele tava metendo no cu dela. Ela tava a poucos centímetros de mim, gritando de prazer e dor. Ela se aproximava da janela e passava a língua no vidro como se quisesse me lamber. Javier metia naquela bunda com tudo e, puxando ela pelo cabelo, virava ela até chegar com a língua na boca dela. Não aguentei mais aquela imagem e comecei a soltar toda a porra como se minha pica tivesse explodido.
Uns dois minutos depois disso, um gemido forte do Javier e um sorriso de pura satisfação da Lourdes foram o sinal de que minha mina tava com a bunda bem cheia de porra.
Com as pernas bem abertas, ela ficou esperando o tio tirar, mas ele demorou todo o tempo. Quando ele tirou, ela olhou fixamente pra janela como se pudesse me ver nos olhos, passou os dedos entre as nádegas e, bem molhados de porra, passou na língua. Ela se virou e, depois de beijar meu irmão mais uma vez, disse:
- Até amanhã, tio - com voz de menininha. Juntou a roupa dela e a da Barbie, e as duas entraram em casa enquanto meu irmão procurava um cigarro e acendia sentado no banco.
Eu ouvi elas entrarem e tirarem a chave da porta.
Quando abri a porta, a Lourdes já tava de babydoll, me deu um beijo com aqueles lábios carnudos e aquela língua inquieta quase até a garganta e disse:
- Até amanhã, papai - com o mesmo tom infantil que tinha usado com meu irmão, apertou minha pica entre os dedos e tirou umas gotas que tinham sobrado da minha porra e lambeu a mão dela sorrindo enquanto me deixava ali com toda a excitação possível. Fiquei duro vendo a tranquilidade com que aquela bunda se mexia como se nada tivesse acontecido.
Eu tinha que me enfiar na cama antes que meu irmão terminasse de fumar, então me apressei enquanto o sono chegava, revendo tudo na minha mente uma e outra vez. Será que elas planeado ser encontradas ou isso foi um extra que aproveitaram como boas vadias? O que teria acontecido se a porta não tivesse chave? Ele teria parado ou teria gozado vendo como eu fiz?
O sono foi me vencendo aos poucos e enquanto eu relaxava, lembrei que em poucas horas meus filhos chegariam. Não sabia o que ia acontecer quando isso ocorresse, com Lourdes tão puta como andava ultimamente.
Na verdade, não sabia o que ia acontecer no dia seguinte, como acontecia todas as noites desde que minha filha Lourdes pisou nesta casa.
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Ouvi umas vozes no corredor murmurando. Espiei, tomando os cuidados necessários pra ver o que tava rolando. Consegui ver uma silhueta masculina entrando no quarto da Lourdes e, conhecendo ela, ia me sentir muito otário se não olhasse. Sem fazer barulho nenhum, me aproximei da porta entreaberta. Minha bebê sempre tinha um ás na manga pra me surpreender. Esperava ver ela com aquele cara na cama, mas pra minha surpresa, ela tava com dois. Os dois acariciavam os peitos dela enquanto provavam seus lábios ardentes e sua língua deliciosa.
Enquanto começava a esfregar a pica por cima da cueca, minha visão foi se acostumando com a escuridão e consegui reconhecer o magrelo do boteco, o dono com cara de gângster. O outro degenerado não era ninguém menos que o sem-vergonha do meu irmão. A Lou já tinha soltado os membros deles e os masturbava suavemente, deixando-os totalmente dóceis pras brincadeiras de prazer dela. O olhar nos olhos dela mostrava o quanto ela se sentia satisfeita por ter eles dominados. Ela aproximou eles bem do rosto e passava a língua sutilmente naquelas duas picas. Só o contato já dava tanto prazer que eles não conseguiam mais segurar os gemidos. Parece que isso adorava a minha mina, que, ao ouvir eles gozando, enfiou a do tio inteira até a garganta, fazendo ele olhar pro céu e curtir aquela boca tão sublime. Eu já tava com a minha na mão e me punhetava sem me importar com nada.
O tal do Fran pegou ela pelo cabelo e colocou a pica nos lábios dela, e minha mina respondeu com um sorrisinho safado e depois devorou ela toda. A cabeça da Lou se mexia com maestria. Era realmente excitante ver aquela puta em ação. Me masturbar olhando pra minha filha me deixava louco de prazer. Fechei os olhos por um instante e um toque me assustou.
— Hummm, como você tá dura — disse Lourdes enquanto envolvia com a mão quente o tronco da minha pica.
— Como você me excita — falei, e apesar de ter soado meio estranho, era tão gostoso que não liguei.
— Vou chupar ela toda, Al — respondeu. Isso sim me acabou. de chamar atenção, de repente tudo fez sentido. Acordei na minha cama como acontecia tantas vezes, só que dessa vez não estava sozinho.
A linda Bárbara estava comigo desde a noite anterior. E ela me masturbava enquanto me olhava com aquela cara de boneca no meu travesseiro, como se estivesse curtindo cada gesto de prazer que tirava de mim.
— Que delícia acordar assim — falei quando consegui articular umas palavras.
— Vamos deixar ainda mais gostoso, vou tomar um café da manhã com uma yummy cum — ela disse com um sorrisinho cúmplice.
Como era de se esperar, ela se abaixou e mergulhou a cabeça do meu pau naqueles lábios carnudos. Me agarrei nos lençóis e apertei os dedos dos pés ao sentir os espasmos de prazer que aquela boquinha me dava. Quando olhei pra baixo, vi ela me encarando e a putaria aumentou ainda mais.
Aquela bunda redonda e perfeita sobressaía pra direita, então, todo tarado, agarrei ela com as duas mãos e ajeitei pro meu lado. Com a boca cheia do meu pau, ela fez um som que parecia ser o consentimento pra eu usar aquela bunda do meu jeito.
Puxei a calcinha dela pro lado, passando por cima de uma das nádegas, e mergulhei meu rosto naquele cuzão lindo. Era um presente dos céus acordar assim, e foi assim que encarei. Enquanto minha língua percorria desde a buceta apertada dela até toda a racha da bunda, apertei a nuca dela pra ela engolir todo o meu pau, que já sentia cheio de porra. Ela adorou e cruzou as pernas em cima da minha cara, se posicionando num 69 gostoso. Era uma delícia ter ela assim. Essa puta infernal era uma puta muito submisa.
Eu estava prestes a gozar tudo na boca dela, quando ouvi a risada da minha filha no andar de baixo. Parece que ela já tinha acordado. Isso me distraiu e a Barbie percebeu.
— Quero sentir você bem dentro de mim, Al — ela disse com a melhor voz de puta que tinha e se virou, sentando devagar no meu pau inchado.
— Ai, que puta gostosa você é, nena — falei ao sentir aquela buceta e ver ela morder os lábios. Os peitões enormes dela ficaram na minha frente, e somados ao prazer de sentir a buceta dela, palavra: buceta molhada, me obrigaram a pegar ela de costas e chupar aqueles pezões gostosos. Os gemidinhos ao sentir aquilo deixavam ela ainda mais ardente.
O movimento do quadril dela era glorioso. Ela tava buscando um orgasmo inesquecível e ia conseguir. Senti ela me apertando com força e não consegui mais me segurar. Explodi no meio de gemidos cruzados que tentamos calar com beijos. Abracei ela com força enquanto os últimos jatos da minha porra iam parar dentro dela.
- Agora sim, bom dia - ela disse com o rosto vermelho e ofegante. Me beijou e foi embora.
Fiquei lá deitado com o coração batendo a mil por hora e me sentindo um cara muito sortudo por ter essas putas.
Aquele orgasmo matinal me permitiu escapar dos meus conflitos e questionamentos por um tempo. A voz doce e fininha da minha filha na cozinha me obrigava a trazê-los de volta.
Até quando essa loucura ia durar? A consciência de saber que eu tava preso nesse joguinho erótico de duas piranhas taradas era divertido e prazeroso, mas eu sabia que não podia ser.
Nunca ia ser minha mulher. É minha filha e, por mais gostosa e sensual que fosse, isso não ia mudar.
A Barbie também me tinha na palma da mão. Tanto o pai quanto a mãe dela são meus amigos de infância, dos poucos que tenho. Embora a Ova já fosse uma espécie de cúmplice pra mim, isso não mudava as coisas.
Senti a Bárbara cumprimentar o resto e decidi levantar pra parar de me torturar. A imagem que encontrei era tipo a prévia de um filme pornô. O nojento do meu irmão comendo torradas e as duas piranhas seminuas, flertando com os olhares e sorrisos safados.
- Bom dia - disseram os três quase em uníssono.
- Que foi, gordo? Não aguenta a ressaca de uma noite de balada? - Me disse o idiota do Javier.
- Somos velhos pra isso, temos que deixar isso pros jovens - falei, como pra mostrar o ridículo que ele era se fazendo de garotão.
- Fala por você. Eu tô no auge - ele respondeu, se achando como sempre. Se ele soubesse que o auge dele... Foi uma transa com uma gatinha que depois eu comi duas vezes pra deixar ela satisfeita, ela ia calar a boca, mas não valia a pena entrar nessa.
- Eu não. Não tô a fim de farrear - respondi humilde.
- Como foi sua noite, Al? Não te vi muito por lá - perguntou a Barbie com vozinha de menina boazinha. Essa encenação de inocência tava cada vez menos crível e mais provocante.
- Conhecendo um pouco o lugar - falei sem dar detalhes.
- Apresentei ele pro Fran - interrompeu a Lourdes, que tava estranhamente quieta até então. Só isso já me deixou bem desconfortável, lembrando de tudo que rolou.
- Se você conhece o Franchesco, já é um cara popular - completou a loira.
- Nem imagina - disse a Lourdes com um tom claramente irritado. Levantou e foi pro quarto dela.
Em meses de convivência, era a primeira vez que sentia ela tão fria, e eu não aguentava aquilo.
- O que foi? Tava de pegada? - Se interessou o careca.
- Não me enche o saco, quer?! - Falei, mais puto comigo mesmo do que com ele.
Tanto ele quanto a Bárbara seguraram o riso, o que me irritou ainda mais.
Decidi sair antes de continuar descontando minha frustração neles.
Não conseguia entender o que tava rolando. Talvez minha filha tivesse envergonhada pelo meu comportamento. Só de pensar que eu tinha humilhado ela, me enchia de culpa e angústia. Os sentimentos por ela não se comparavam com ninguém. Não é só sexo, já que ela é minha filha. Minha única filha mulher, o que a torna ainda mais especial, e pra completar, ainda tinha essa relação estranha que ela mantinha comigo, fechando o pacote pra fazer dela o centro absoluto da minha vida. Que uma pessoa tão importante estivesse envergonhada, ofendida e puta comigo era uma facada no coração. Dirigia sem rumo, tentando clarear a mente. Dava voltas e mais voltas.
Quando eu tava prestes a voltar e encarar minha filha pra buscar respostas, meu celular tocou, como se fosse um sinal. Pelo menos foi assim que eu encarei.
- Oi, papai - ouvi a voz doce dela, e foi como uma lufada de ar. fresco
- Sim, coração, aconteceu alguma coisa? – perguntei, me fazendo de desentendido.
- Não, nada. Dá pra passar lá em casa pra me pegar? – ela perguntou meio enigmática.
- Tô indo praí – respondi, incondicional como sempre fui com ela.
- Oki. Te espero lá embaixo – respondeu e desligou antes de esperar minha resposta.
Olhei ao redor e fiz um retorno em U na maior velocidade. Tava ansioso pra vê-la.
Quando cheguei, encontrei ela sozinha, parada na porta. Vestia uma calça branca colada no corpo (como quase toda roupa dela) e uma jaquetinha preta. Tava falando no telefone e, assim que me viu, entrou no carro e, sem desligar a ligação, me deu um papel com um endereço e disse:
- Você se vira pra chegar? – Eu li e realmente conhecia as ruas, mas não sabia o que tinha naquele lugar. Com cara de estranhado, balancei a cabeça confirmando que sim.
Partimos e ela continuava na ligação como se eu não estivesse no carro ou como se eu fosse um motorista de aplicativo ou algo assim. Me irritou um pouco a atitude dela. Achei que era parte da birra que ela tava desde a noite anterior. Não sabia se tava levando ela pra casa de alguma amiga, de algum cara, se tivesse num humor diferente teria fantasiado que era o endereço de um motel dos muitos que têm por aquela área, mas essa ideia durou pouco na minha mente. Quando nos aproximamos, ela fez sinal de onde era e disse pra misteriosa pessoa do outro lado da linha que já tava chegando.
Era uma casa de fachada modesta. Ela finalmente desligou a ligação e eu pude trocar uma palavra com ela:
- Onde é que a gente tá? – perguntei na lata e com um tom que mostrava minha irritação.
- Já vai ver, vem – disse com um tom meio debochado.
Ela desceu, me deixando falando sozinho como tinha feito no telefone, e eu fui atrás. Mal encostou na porta, abriram e, pra minha surpresa, quem nos recebeu não era outra senão Daniela. A mãe dela.
Meu rosto se desfigurou ao encontrá-la.
- Ah, então! Não sabia que o velhinho também vinha – disse entre risadas.
- Como velho, tá mais jovem do que nunca, meu pai – respondeu ela. me abraçando, com um sorriso que não tinha mostrado o dia inteiro.
— Tô tão surpreso quanto você — falei com toda sinceridade, enquanto a seguíamos pra dentro. Enquanto elas batiam papo, entramos na sala de jantar, onde um cara magro, que eu calculava ter mais ou menos minha idade, nos esperava. A gente se olhou com a mesma cara de confusão.
— Vou apresentar: Luciano, esse é meu outro pai, Alejo. Pai, esse é o Luciano, o namorado da mamãe.
Não sei qual das duas coisas me irritou mais: ele ter dito que eu era o "outro pai", como se quisesse tratar aquele cara como pai, ou o sorriso que ele deu pra ele quando falou isso.
— Prazer — ele disse com uma voz extremamente grave e um aperto de mão forte.
Respondi ao cumprimento com um sorriso meio falso, considerando a situação.
Daniela parecia estar adorando meu desconforto, como sempre. Acho que na cabeça dela, ela pensava que meu estado tinha a ver com ela, mas quem eu realmente tava com ciúmes era da minha preciosa Lourdes.
As duas estavam vestidas quase iguais. Minha ex ainda achava que tinha vinte e poucos anos, pelo visto. Mas por mais que o corpo dela seja invejável pra qualquer um da nossa idade, não tinha como competir com a nossa filha.
Apesar do meu desconforto, a situação pros outros tava bem tranquila. Me senti um idiota por estar assim. Perguntei onde era o banheiro e me levantei rápido, atravessando um corredor comprido. Só lavei o rosto e fiquei uns segundos me olhando no espelho.
Quando saí, de repente, dei de cara com a Daniela na porta.
— Pode me dizer o que tá rolando com você que tá com essa cara de enterro? — ela me confrontou.
— Nada. Coisa minha — respondi seco. Mas não consegui me segurar e completei:
— Você deixa a nossa filha chamar aquele cara de pai? — ao falar, senti que o nó na garganta tinha saído.
— Haha, que isso, tá com ciúmes? Acho que é da sua filha o ciúme — ela disse num tom irônico.
— Acha que vou ter ciúmes de você? — respondi do mesmo jeito.
— Só tem um jeito de descobrir — ela falou, e depois de dar uma olhada de canto na sala de jantar, segurou meu rosto com as mãos. Com as duas mãos e me deu um beijo tão quente quanto quando éramos jovens. Pra ser sincero, foi tão forte sentir aquela língua na minha boca e aqueles lábios quentes que me lembrou da minha filha ardente. Meu pau sentiu o mesmo e acordou na hora. Deve ser por isso que respondi como se fosse a Lou. Peguei ela pela cintura e puxei pra perto. Mas ela colocou a mão no meu peito e me afastou.
— Bem, isso responde minha pergunta — disse com um sorriso de satisfação.
— Desculpa, não sei o que deu em mim — falei, vendo a cara de deboche dela. Era melhor do que contar o motivo da minha ereção repentina. Ela se afastou uns passos e gritou:
— No love! Aqui não estão os óculos! — se reportando ao namorado.
— Não importa! — ele gritou de volta, totalmente alheio ao que rolava. Em seguida, ela me sorriu e me deixou de pau duro, olhando ela se afastar com minha pior cara de confusão.
Quando voltei, ninguém pareceu notar nossa ausência sincronizada. Apesar de ainda estar meio em choque com o que tinha acabado de acontecer, não pude evitar voltar ao meu desgosto anterior. Me irritou ver a simpatia e cumplicidade entre a Lourdes e o outro pai dela, como ela chamou.
Já estava decididamente puto. Ficava olhando as horas toda hora, igual criança que pergunta "quanto falta?". Me senti um idiota por agir assim, mas não conseguia evitar.
Não sei quanto tempo ficamos, na verdade não foi muito, mas pra mim pareceu uma eternidade. Entre o desconforto do que tinha rolado com a Daniela e a raiva desse tal Luciano e a simpatia dele com minha filha, tava desejando ter outro infarto logo.
Finalmente, minha filha decidiu encerrar a visita e voltar pra casa. Tava tão aliviado por ir embora que quase nem me despedi. Quando entrei no carro, perguntei:
— O que você tem contra mim? Por que tudo isso? — enquanto dava a partida.
— O que eu fiz? — disse com aquele jeito de inocente que ela sempre usa comigo.
— Fala sério, Lourdes, como me tratou o dia inteiro e agora essa história de "meu outro pai". Não sou burro — insisti com um tom firme e seco, que nunca usei com ela. Ela.
— Você sabe o que fez. Não preciso nem te dizer — ela retrucou.
— Sei tudo que faço, mas não entendo o que te incomoda. Te envergonhei? — perguntei já resignado.
— Não. Você me mudou. Nem percebeu minha presença nem minha ausência — confessou irritada.
Todo esse inferno que eu estava vivendo há horas não passava de ciúmes. Por um lado, senti alívio, mas por outro, ela tinha razão.
— Meu amor, você é tudo pra mim. Não fica com ciúmes, só tentei seguir seu jogo.
Pelo que vi, você também estava se divertindo pra caralho — respondi.
Naquele momento, consegui arrancar um sorriso dela. Daqueles que me derretem todo, e imediatamente ela mordeu o lábio, transformando essa ternura em algo mais adulto. O sinal fechou e a gente parou. A mão dela acariciou a minha, que ainda estava no câmbio.
— Você é meu, sabia? — disse ela, pegando minha mão e chupando meu dedo indicador com aquela sucção excitante que usa nos boquetes ardentes dela.
— Totalmente seu — falei, entregue aos encantos dela. Ela sorriu de novo e puxou a camiseta pra deixar o decote mais pronunciado, mostrando metade daqueles peitos lindos.
Senti uma buzinada forte na nuca. O sinal tinha aberto. E isso me obrigou a voltar do encanto que minha filha me prendia. Arranquei cantando pneu pra me livrar do chato que tava me apressando.
Enquanto a gente caminhava do carro pra casa, eu olhava pra ela com aquela mistura de amor de pai e o desejo que a figura delicada e sensual dela me causa. Queria beijar aqueles lábios carnudos, mas sabia o escândalo que seria fazer isso em público. Quando chegasse em casa, pensava em arrancar a roupa dela e foder ela ali mesmo. Não aguentava mais. Mas, assim que abri a porta, lembrei de algo. Apesar de tudo, não estávamos sozinhos.
— Já pensamos que vocês não voltavam — disse meu irmão Javier com aquele tom debochado.
— Como é que vocês estão? — perguntou a Barbie, que parecia ter notado a mudança no tratamento entre nós.
— Genial — falou Lou, abraçando meu pescoço e me dando um beijo na bochecha. Como sempre acontece. As duas se deram as mãos e foram pro quarto delas, onde ficam cochichando sem parar. Eu fiquei com meu irmão.
— Que irmão foda você é, Ale. Valeu por me deixar a casa só com essa mina. Você não tem ideia da foda que eu meti nela — ele soltou na lata, sem anestesia.
— Você precisa dar uma segurada. É a filha do Osvaldo, não esquece — falei, com mais inveja do que qualquer outra coisa.
— É, sim. Mas você viu o que ela é. Com você é a mesma coisa — ele tinha toda a razão.
A gente continuou batendo papo por mais um tempo sobre a Bárbara e o quanto ela era uma puta. Eu percebia que, de vez em quando, ele tava quase fazendo comentários parecidos sobre a Lou e se segurava.
Entre uma coisa e outra, chegou a hora do jantar. Quando as meninas chegaram, a Barbie, se fazendo de desentendida, colocou um papel no meu bolso. Conhecendo ela, já imaginava por onde vinha. Ela levou a mão na boca e fez o sinal de silêncio, com a cara de puta mais gostosa que tinha.
"ME DISSERAM QUE VOCÊ GOSTA DE OLHAR. HOJE À NOITE, MEIA-NOITE, NA SUA MESA" — dizia o papel, com um beijo vermelho como assinatura.
Eu fiquei vermelho na hora. A Lourdes tinha contado pra ela sobre a noite anterior e como eu fiquei excitado vendo ela. Parece que elas tinham um showzinho preparado pra mim. Jantei ansioso, olhando pras duas e imaginando o que me esperava. Quando acabou a janta, anunciei que ia dormir, porque no dia seguinte os meninos voltavam cedo. Meu irmão fez o mesmo, e as meninas disseram que iam se deitar daqui a pouco.
Eu olhava pro relógio a cada dois minutos. Não queria estragar o que elas tinham preparado.
Quando deu 23:59, abri a porta do meu quarto e fui descalço até a mesa. Entrei e fechei a porta. No meio da sala, tinha uma cadeira com outro bilhete. Abri e dizia:
"SENTA E NÃO ACENDE A LUZ".
Obedeci. Do outro lado da porta, ouvi a chave virando e as risadas das meninas. Pensei que fosse uma brincadeira pra me trancar, até tocar na maçaneta e sentir que tava preso mesmo. De repente, vejo as duas saindo pro quintal pela enorme janela espelhada. A mesma. que um dia me serviu pra espionar a Lou com o pai da amiga dela. Como se essa lembrança já não bastasse pra me excitar. Vejo elas se aproximando e notei como vinham vestidas. Cada uma usava um daqueles minúsculos Babydoll de seda da minha filha. O da Lourdes era preto e bem transparente. Dava pra ver perfeitamente a redondeza dos peitos dela e o formato dos mamilos. O da Bárbara, pra não ficar atrás, era rosa e, embora não fosse tão transparente, era bem decotado e curto. A nudez parcial daqueles corpos lindos já era suficiente pra excitar qualquer mortal, mas não era só isso.
Elas se sentaram no meio da grama e começaram a se beijar apaixonadamente. E o detalhe é que ambas olhavam de canto pra janela. O plano delas era me excitar, e estavam conseguindo. Desabotoei minha calça e comecei a bater uma punheta enquanto via a Barbie beijando o pescoço da minha filha e descendo pros peitos dela. Deslizando a peça fina pelo ombro da Lourdes e deixando um dos lindos seios dela totalmente nu. Minha filha pegou a cabeça da amiga e apertou contra o peito dela. Dava pra ver ela mordendo os lábios de prazer enquanto a Barbie saboreava aquela teta gostosa. Eu ouvia os gemidos da minha filha, e eles combinavam perfeitamente com o movimento da minha mão batendo punheta. Com as duas mãos, ela empurrou a cabeça da amiga pra baixo e abriu as pernas completamente. A Bárbara se ajoelhou na frente dela, e aquela cabeleira platinada sumiu entre as pernas carnudas da Lourdes. Os gemidos da minha filha ficaram intensos, e com a ponta do pé ela levantou um pouco o Babydoll da loira, deixando aquele bundão redondo nu pra mim. A cereja do bolo é que ela não tava de calcinha, então a vista foi de nudez total. Aquele cuzinho lindo e aquela bucetinha apertada em todo o esplendor, acompanhadas pelo som da chupada e o rostinho de satisfação da Lourdes, era a glória.
Eu sentia que podia gozar a qualquer momento. O espetáculo era melhor que qualquer pornô que eu já tivesse visto. Tudo que meus olhos viam era de um erotismo e Uma perfeição hipnótica.
Já tinha parado ao lado da janela, como se tentasse atravessar o vidro espelhado. Naquele momento, meu sangue congelou ao ouvir a porta do quintal se abrir com força. As garotas estavam tão excitadas que nem perceberam. Vi a figura do meu irmão aparecer em cena, como se meu filme erótico se transformasse num de terror. Ele balançava a mão, fazendo o gesto de "que calor", e não conseguia fechar aquela boca nojenta diante do espetáculo que encontrou.
As garotas continuavam cada vez mais excitadas.
Eu peguei minha calça e me preparei para sair e impedi-lo, mas assim que puxei a maçaneta, lembrei que estava trancado.
— Tio! O que você tá fazendo aqui? — ouvi a voz da minha princesa.
— Não conseguia dormir e saí pra fumar. Não quero interromper, continuem com o que vocês tão fazendo, gostosa — respondeu Javier. A Barbie se virou e, disfarçadamente, olhou para a janela e fez sinal pra eu ficar quieto.
O nojento acendeu um cigarro e ficou parado ali, esperando elas continuarem. Mas elas se olharam e entenderam o que ia rolar.
— Vem, Javi, senta com a gente — convidou a Bárbara com uma voz de gata, irresistível.
— Acho que a Barbie quer uma pausa. Me ajuda com isso? — disse Lourdes, e assim que ele sentou, ela se levantou e colocou aquela buceta linda a centímetros do rosto dele.
— Mas é claro, meu amor — falou meu irmão, e apertando as nádegas duras dela, enfiou aquela boca imunda na buceta molhada da sua sobrinha sensual. Ela segurou a nuca careca dele e, gozando, olhou pra mim. A Bárbara não perdeu tempo e enfiou a mão dentro da cueca de Javier até puxar o pau já duro e molhado dele.
Ela se ajoelhou de novo, mas dessa vez passando os lábios docinhos por todo o pau do meu irmão. Eu estava ali, trancado, vendo elas gozarem. Fechava os olhos e sentia a sucção, os gemidos, as respirações pesadas. Por mais puto que estivesse, não dava pra não ficar excitado com aquela cena.
— Que putas do caralho que vocês são — falou Javier, todo louco.
Lourdes se abaixou e beijou ele, provando todos os sucos que tinha deixado. ao redor da boca dela. Javier pegou o Babydoll e puxou até tirar. Fez ela deitar do lado dele e começou a lamber o corpo nu inteiro dela. Da barriga até os peitões enormes. Bárbara tirou o dela, ficando as duas completamente peladas. Javier não dava conta das mãos e da boca pra tanta teta daquelas novinhas.
Pude ver a mão da Lourdes encontrar o pau dele e bater uma punheta intensa enquanto ele chupava os bicos das duas. Devagar, minha filha deslizou pra baixo e começou a chupar ele.
— Sim, meu amor, que putinha você é — ele se aliviava. Pra completar, ela esfregava a buceta na perna peluda do meu irmão.
— Vai comer sua sobrinha, Javi? — perguntou a Barbie alto o bastante pra eu ouvir de dentro. Dando todo o tesão possível com aquela frase.
Lourdes, que tava mamando num ritmo constante pra deixar ele no limite, levantou a cabeça e, enxugando a boca, perguntou:
— Quer? — com um jeito de inocência que não combinava com o líquido pré-gozo pendurado nos lábios dela. Isso deixou ele louco. Agarrou ela pelo cabelo com violência e disse:
— Vem pra cá — abriu as nádegas dela e montou por cima igual um cachorro. Começou a meter forte. Com um grito da Lou como aviso. Dava pra ouvir de dentro o corpo pesado do meu irmão batendo na bunda linda da minha filha. Minha menina se segurava firme na grama com a brutalidade da foda. Via cada detalhe no corpo dela mostrando como ela tava gozando, e eu batendo uma punheta tão intensa que às vezes custava a manter os olhos abertos.
Barbie tinha se acomodado num banco perto e enfiava dois dedos, excitada com o show incestuoso. Via ela passar os dedos molhados na língua e continuar.
Ver minha filha tão puta assim me excitava demais. Sentia a cabeça do pau enchendo de porra. Nisso, escuto ela dizer:
— Quero de pé agora — e começa a andar na minha direção. Colocou as mãos no vidro grosso. e boto a bunda pra trás.
- O que você quiser, mas já que mudamos, vamos fazer completo - disse meu irmão. Ele agarrou ela por trás e o gesto trêmulo de dor nos lábios dela me confirmou que ele tava metendo no cu dela. Ela tava a poucos centímetros de mim, gritando de prazer e dor. Ela se aproximava da janela e passava a língua no vidro como se quisesse me lamber. Javier metia naquela bunda com tudo e, puxando ela pelo cabelo, virava ela até chegar com a língua na boca dela. Não aguentei mais aquela imagem e comecei a soltar toda a porra como se minha pica tivesse explodido.
Uns dois minutos depois disso, um gemido forte do Javier e um sorriso de pura satisfação da Lourdes foram o sinal de que minha mina tava com a bunda bem cheia de porra.
Com as pernas bem abertas, ela ficou esperando o tio tirar, mas ele demorou todo o tempo. Quando ele tirou, ela olhou fixamente pra janela como se pudesse me ver nos olhos, passou os dedos entre as nádegas e, bem molhados de porra, passou na língua. Ela se virou e, depois de beijar meu irmão mais uma vez, disse:
- Até amanhã, tio - com voz de menininha. Juntou a roupa dela e a da Barbie, e as duas entraram em casa enquanto meu irmão procurava um cigarro e acendia sentado no banco.
Eu ouvi elas entrarem e tirarem a chave da porta.
Quando abri a porta, a Lourdes já tava de babydoll, me deu um beijo com aqueles lábios carnudos e aquela língua inquieta quase até a garganta e disse:
- Até amanhã, papai - com o mesmo tom infantil que tinha usado com meu irmão, apertou minha pica entre os dedos e tirou umas gotas que tinham sobrado da minha porra e lambeu a mão dela sorrindo enquanto me deixava ali com toda a excitação possível. Fiquei duro vendo a tranquilidade com que aquela bunda se mexia como se nada tivesse acontecido.
Eu tinha que me enfiar na cama antes que meu irmão terminasse de fumar, então me apressei enquanto o sono chegava, revendo tudo na minha mente uma e outra vez. Será que elas planeado ser encontradas ou isso foi um extra que aproveitaram como boas vadias? O que teria acontecido se a porta não tivesse chave? Ele teria parado ou teria gozado vendo como eu fiz?
O sono foi me vencendo aos poucos e enquanto eu relaxava, lembrei que em poucas horas meus filhos chegariam. Não sabia o que ia acontecer quando isso ocorresse, com Lourdes tão puta como andava ultimamente.
Na verdade, não sabia o que ia acontecer no dia seguinte, como acontecia todas as noites desde que minha filha Lourdes pisou nesta casa.
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