Meu Sogro um Garanhão Tarado 1
Com o selo de prazer e tesão…
Olá, pessoal tarado, sou um cara com vontade de compartilhar minhas histórias e as de pessoas próximas a mim com vocês… essa, como todos os meus relatos, é feita para vocês, para o prazer de vocês, mas preciso esclarecer algumas coisas: muitas dessas histórias não são de minha autoria, outras sim, outras são fantasias que eu ou alguém próximo a mim teve e me confessou, outras são reais, mas não minhas — relatos de outras pessoas que me contam e no fim eu consigo convencê-las a deixar eu publicar, claro, com nomes e lugares diferentes pra proteger a identidade delas. Por isso, não digo quem é quem, qual é minha ou qual não é, qual é real e qual não é. Acho que isso torna mais interessante e faz a gente pensar. Tenho muitas histórias, mas pouco tempo pra contar. Espero que as que consigo publicar sejam do agrado de vocês. Sem mais delongas, aproveitem.
Isso começou há um ano. Só agora criei coragem pra contar. No começo, me sentia mal, mas depois só me deixei levar. A ideia era umas férias pra relaxar em família, visitar a casa do meu sogro com meus filhos e meu marido. As coisas não iam bem entre a gente, na verdade, não iam nada bem. Pra começar, meu marido tinha muitas dívidas, tinha perdido nossos carros, a gente se virava com a caminhonete do meu sogro, e as coisas iam mal pros meninos, mal pra todo mundo. Aquela viagem em família linda e promissora tinha sido estragada pela volta obrigatória do meu marido antes do planejado. Era horrível. A gente já não podia mais ter certos luxos e vivia da generosidade do meu sogro, mas isso me incomodava. Meu marido, nem tanto, mas eu ficava preocupada.
— Fica com meu pai e com os meninos, juro que vou tentar voltar o mais rápido possível. — Disse meu marido arrumando as malas.
— Mas você não pode pedir uma prorrogação?! — Falei assustada.
— Pro banco, por causa da casa! — Exclamou irritado. — Vão tomar ela de nós se eu não for pra lá e os As crianças estão felizes aqui brincando, deixa meu pai mimar eles e você relaxa. — Ela não podia fazer nada, ele tinha razão.
— Você sabe que eu não gosto de ficar sem você…
— Faz isso pelos meninos, juro que vou tentar não demorar muito. — Ele disse isso me dando um beijo e indo embora. — Me deixando sozinha com o pai dele, e foi aí que tudo começou.
Naquele dia da partida do meu marido, o clima quente de verão estava pegando forte, então eu estava usando uma minissaia e uma camiseta estilo top, que destacava meus atributos femininos. Sou uma mulher casada com dois filhos pequenos, sim, mas ainda tenho o meu valor: curvas bem definidas, tenho 1,76m, pele branca e macia, olhos verdes claros, lábios grossos, cabelo loiro liso e comprido natural, seios grandes com mamilos rosados, grandes e grossos — a amamentação ajudou nisso —, coxas grossas e duras na maior parte, malho sempre que posso, bunda grande e redonda, meio empinada, não vou dizer que é bem empinada porque seria mentira, mas tem curvas grandes, sou meio caderuda. Sei que tanto homens quanto mulheres de diferentes idades viram pra me olhar, e qual mulher não gosta de ser o centro das atenções? Mas lá na casa do meu sogro, uma casa linda com um jardim bonito, cheio de flores, muitos passarinhos pra alegria, uns cachorrinhos pras crianças brincarem e se divertirem o tempo todo, uma piscina pra adulto e outra pra criança, uma jacuzzi do lado de fora, tudo no quintal dos fundos, era um lugar perfeito pros meus filhos ficarem, mas eu não com o meu sogro lá. Vocês já vão entender por quê.
— Depois de 8 anos de casamento e 2 filhos, meu corpo ainda continuava firme e atraente. Isso eu já falei, mas o que me perturbava era meu sogro. Um homem mais velho, sim, mas que andava ereto e se comportava como um homem ainda jovem, no sentido de que não mostrava fraqueza nem nada parecido.
Finalmente tinha conseguido me recuperar das minhas gestações com exercícios e dietas e, embora meu marido estivesse pensando num terceiro filho, a verdade é que eu estava repensando isso. Meu marido partiu. Naquela manhã, passamos a tarde inteira com meu sogro no quintal, onde ele tinha preparado um churrasco pra gente comer enquanto as crianças nadavam e se divertiam na piscina. Eu estava conversando com meu sogro de um jeito bem distraído, porque, pra ser sincera, não parava de perceber como ele me observava "discretamente, no começo", passando os olhos pelo meu corpo inteiro quando achava que eu não tava vendo. Até, em algumas vezes, ele se aproximava de mim com qualquer desculpa e roçava nos meus peitos ou na minha bunda disfarçadamente, "que homem, hein", eu pensava. Tava meio nervosa. Meu sogro nunca tinha agido daquele jeito antes. Na real, eu tinha a imagem dele como a do avô tranquilo e carinhoso, que se preocupava com o bem-estar dos netos e do filho. Mas agora, agora eu tava me sentindo muito inquieta, ainda mais quando peguei ele com o olhar fixo na minha bunda ou nas minhas tetas. Quando meu marido falou comigo naquela noite, eu não sabia o que fazer: se contava o que tinha acontecido e, se contasse, como faria isso, se ele acreditaria em mim, que problemas isso traria pra família.
De qualquer forma, não achei que meu sogro fosse se atrever a mais do que me olhar com a luxúria que ele tava fazendo. Até porque outros homens já tinham feito isso, até amigos do meu marido. Se eu passei pra eles, vou passar pro meu sogro também, ficava repetindo pra mim mesma. Já de noite, meu sogro, meus filhos e eu sentamos na sala em frente à TV pra ver um filme enquanto comíamos pipoca. Não sei em que momento meus 2 filhos caíram no sono, mas quando isso aconteceu, o filme já tinha acabado e meu sogro começou a tentar puxar conversa comigo.
— Como você tá gostosa, Amanda... — ele disse, me surpreendendo em algum momento da conversa. — Sem dúvida, meu filho é muito sortudo.
— Ah, valeu por isso, sogrão! — Tudo aquilo era desconfortável, mas eu aguentava. Tentando ser educada, mas, na real, me sentia incomodada.
— Não, mas é a verdade! — ele insistiu, me encarando fixamente. Os olhos dele eram azuis como o céu. Ele era bonito, tive que admitir.
—Ele é muito educado. —Falei, me sentindo ainda mais desconfortável.
—Eu diria que sou um homem com olhos que enxergam. —Ele disse, e eu pensei: enxerga até demais, pelo jeito que me olha.
Na hora, só sorri sem saber o que responder. O comentário dele foi sem noção. Agora eu já tinha certeza das intenções dele, mas por que me perturbar daquele jeito? Só de me olhar já era o bastante, e agora ele ainda se enchia de elogios pra cima de mim! Era idiota, e aquilo já tava me irritando pra caralho. Pouco depois, me despedi pra ir botar meus filhos pra dormir, e no dia seguinte os olhares dele ficaram cada vez mais escancarados, os toques até viraram apertões e umas carícias leves umas duas vezes, mas aquilo me dava arrepios, eu ficava nervosa o tempo todo. Meus filhos não percebiam nada, então eu não sabia o que fazer. Já não eram mais aqueles olhares "discretos" do dia anterior, agora eram tão atrevidos que ele nem ligava se eu pegasse ele olhando pra minha bunda ou pros meus peitos, e ele não fazia questão nenhuma de disfarçar os desejos. Os toques eram constantes, muito constantes.
—Quer jogar uma partida de sinuca?
—Na verdade, não sei jogar... —falei, tentando não ser grossa, mesmo por dentro morrendo de raiva e querendo encher ele de porrada.
Mas, no fim das contas, ele era meu sogro, uma parte importante da família, já que meu marido não ia muito bem nos negócios. Era ele quem ajudava com a escola dos meus filhos e as prestações da casa que a gente tava pagando, além das milhares de dívidas que nós dois fizemos — ele ajudava a gente a pagar. Já tava difícil dizer não quando ele pedia alguma coisa.
—Vamos, eu te ensino... enquanto isso, a gente pode falar sobre a próxima prestação da casa... meu filho me disse que já venceu, não é? —disse meu sogro, ele sabia como me deixar sem saída.
—Sim...
—Então, tá decidido... vamos jogar! —ele falou animado, me pegando pelo braço e me levando até a sala de jogos.
—E meus filhos? —falei, achando que... que isso ia parar ele, que tonta eu era.
—Tão na piscina… não vai acontecer nada com eles… deixei a comida pronta pra eles, vão ficar bem. Sabia que não tinha escolha a não ser seguir ele.
A sala de jogos tinha uma mesa de sinuca imensa com tudo que era equipamento, uma pista de dança e um mini-bar. Mal entramos, meu sogro fechou a porta e na hora se ofereceu pra me ensinar a jogar.
—Vai ver que a gente vai se divertir, você vai gostar do jogo, não é difícil e é bem divertido. —disse meu sogro, sorrindo pra mim.
—Vamos começar a aula, então… —ele falou, e foi aí que começaram os agarramentos, porque pra “me ensinar a jogar”
Ele ficava atrás de mim e me abraçava, de um jeito que as mãos dele roçavam meus peitos enquanto a barriga dele encostava na minha bunda. Eu tentava me controlar pra não dar um tapa na cara dele por ser tão sem-vergonha e abusado, mas não podia agir assim com o dono da casa, eu era só uma convidada. O tempo passava e eu via como ele respirava cada vez mais pesado, e como eu tava igual. Quando não colava em mim por trás, ficava na minha frente pra olhar meus peitos em todo o esplendor, porque quando eu me abaixava pra dar a tacada, com o decote que eu tava usando, meus peitos apareciam firmes e atrevidos praquele olhar tarado daquele homem, que não parava nem um segundo. Mas foi só numa dessas vezes que ele me apertou por trás que as coisas foram de vez pro buraco…
—Pensa bem na jogada, gostosa… —enquanto ele falava isso.
Eu senti, senti mesmo, e de verdade senti, e fiquei paralisada, quando uma das mãos dele deslizou pela minha cintura e foi pro meu rabo, que ele acariciou com força, passando a mão nas minhas nádegas em movimentos circulares. Foi aí que percebi que ele tava disposto a tudo e ninguém ia parar ele. O que eu podia fazer pra evitar? Rapidamente analisei a gravidade da situação e pensei que se eu recusasse ele, a ajuda financeira ia acabar na hora e até a casa a gente podia perder, e ele podia se defender dizendo que era mentira, e quem meu marido ia acreditar, O pai dele, que ajudava ele em tudo, e eu, a esposa dele, que era uma das maiores causas das dívidas dele. Já a situação era difícil sem as dívidas no casamento, por causa dela e dos maus negócios que o marido tinha feito. Ainda por cima, tinha a insistência do marido em ter um terceiro filho. Não pintava nada bom pra ela. O marido tinha um temperamento muito volátil e isso dava medo nela. Ela pensou também nos filhos, no que eles iam dizer. Na situação em que a gente estava, a parte financeira era só um dos problemas…
— Me perdoa, mas não aguento mais… — Ela me disse, e nisso eu senti as mãos dela pousarem na minha bunda e, num movimento só, levantaram minha saia. Mesmo sendo mais comprida que a do dia anterior, não tinha sido difícil pra ela levantar. — Juro que aguentei por muito tempo, mas simplesmente não dá mais! — Ela se desculpava enquanto acariciava minha bunda com firmeza.
Eu não sabia como agir diante daquilo. Ela se desculpava e parecia sincera, e, bem, eu era uma mulher, e gostava, pra ser sincera, do jeito que ela me tocava, mas sentia medo, e o coração parecia que ia sair pela boca. Os segundos que seguiram aquela ousadia devem ter sido os mais longos da minha vida… passou pela minha cabeça a ideia de me virar, dar um tapa na cara dela e sair dali correndo, mas pra onde eu iria? Ia esperar até meu marido chegar pra nos buscar? E quando ele chegasse, o que eu diria? Como explicar o que aconteceu com o pai dele, se é que eu teria coragem? Depois pensei melhor e soube que aquilo não podia rolar. Meu marido era um vulcão por qualquer coisa, então seria o fim de tudo. Meu sogro continuava massageando minhas nádegas, como se esperasse minha resposta. Eu fiquei imóvel quando senti ele, por trás de mim, se abaixar e puxar minha calcinha fio dental até os tornozelos… eu sabia o que vinha e sabia que devia evitar, fazer alguma coisa, mas não fiz nada. Só fiquei ali, parada, sem fazer nada.
— Que beleza!!! — Disse meu sogro ao contemplar minhas nádegas completamente nuas e minha pussy. Peluda, mas naquela hora eu não pensei nisso.
Ele se levantou na hora e começou a desabotoar a calça… Eu não fazia nada pra evitar nem pra incentivar, mas acho que meu silêncio era perfeitamente interpretado do jeito que ele queria. Então, depois de ouvir a calça e a fivela do cinto batendo no chão, me preparei psicologicamente pro que ia rolar. “Engano meu: não tava preparada.” Na minha vida toda, a única rola que tinha entrado na minha buceta era a do meu marido… Casei virgem, jurei fidelidade e nos meus planos era continuar sendo fiel, mas agora… não acreditava que isso tava acontecendo comigo. Se eu procurasse um amante, tenho certeza de que nunca apareceria. Fechei os olhos quando senti aquela rola grossa começando a afundar dentro da minha xereca. As paredes da minha buceta se esticavam pra abrir caminho pra aquele pedaço de carne desconhecido. Meu sogro me penetrou devagar, mas firme, até enfiar tudo. Bom, até eu sentir ele até o fundo e soltar um gemido sozinha.
— Haaaaaaaaaaaaa. — Era grande e grosso, minha buceta tava aberta, eu mesma abri um pouco mais as pernas, senti que não cabia mais… foi nessa hora que, sem pensar duas vezes, ele começou a meter e gemer que nem um louco!
— AAHHHHHHHHHHHHHHHH HMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM! — Ele disse. — Desculpa, Amanda… minha linda Amanda, mas desde que você é namorada do meu filho, sempre quis fazer isso.
Não, eu não acreditava. Era namorada do filho dele do colégio, e ele me fala isso agora. Eu simplesmente não acreditava. Apertei minhas mãos na mesa, me segurei com força, range os dentes, mordi o lábio, aguentando. Assim continuou por mais vários minutos enquanto, sem parar de me foder, me despia por cima pra liberar meus peitos e começar a apalpar eles. Se num momento eu achei que a gozada dele ia ser rápida, me enganei feio… meu sogro mostrou que tinha vitalidade e força pra foder por horas, e olha que ele sabia fazer direito. Quando menos esperava, eu também tava gemendo junto com ele de puro prazer!!! —AAHHHHHHHHHHHHHHHHHHMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM AHHHHHH! —Eu gemia, apertando os dentes. —Ha, ha, haaaa, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, ha, ai meu Deus… Ai meu Deus…! ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah… Deeeeeeeus! ha, ha, ha, ha, ha, ha… Haaaaaaaaaaaaa!
—Sabia que você ia gostar… HMMMMMMM… Você é uma puta muito gostosa… OHHHH HMMMM. —Eu aguentei até onde deu, e quando não deu mais pra evitar, meu orgasmo veio.
—AAAHHHH… Vou gozar…!!! AHHHHHHHH —Gemi com a voz trêmula, e meu sogro aumentou as estocadas. —PLAC, PLAC, PLAC, PLAC, PLAC, PLAC. —Só se ouvia isso quando ele enfiava em mim, o pau dele era definitivamente maior que o do filho, eu me sentia cheia com ele dentro… Até que de repente, empurrando o pau o mais fundo que podia, ele esvaziou todo o sêmen dentro da minha buceta!!!
—AAAHHHHHHHHHHHHHHMMMMMMMM EU TAMBÉMMMMMMMMMM HMMMMMMMM AI MEU DEUS! QUE GOSTOSA QUE É ESSA RABETA!
Uma sensação de prazer sexual intenso me invadiu… jatos de sêmen fervendo dentro de mim, e o orgasmo foi um dos melhores da minha vida. Depois disso, ficamos imóveis, e por minutos ninguém falou nada. O pau dele ainda estava enfiado na minha buceta, pulsando e soltando mais e mais sêmen, até que meu sogro decidiu tirar quando finalmente recuperei o fôlego. Ele mesmo ajeitou minha calcinha fio-dental e o resto da minha roupa, eu ainda estava alucinada com o que tinha acontecido. Meu sogro sentou no sofá ainda com o pau de fora, e foi então que eu, me virando, finalmente olhei nos olhos dele… era um pau grande e grosso, facilmente maior que o do meu marido, filho dele. Eu não consegui segurar os músculos do meu rosto, e sorri pra ele, ele sorriu de volta. Desviei o olhar, sentia meu rosto vermelho, parecia uma colegial boba na frente de um cara bonito, e meu sogro não era nada daquilo. Ele subiu as calças, se ajeitou e serviu uma bebida do Mini-Bar. Ele me olhou e mostrou com o olhar que tinha se divertido pra caralho. E eu também, nunca na minha vida. nunca tinha sentido um orgasmo igual, não sabia que dava pra sentir tanto prazer em tão pouco tempo. olhei o relógio, a gente tinha transado uns trinta minutos, isso era muito pra qualquer um, o marido dela era muito rápido naquilo, achei que todos os homens fossem assim, como eu estava enganada. olhei pra ele e depois vi o pau dele, nossa, no jeans dava pra ver o volume, ainda tinha um tamanho bem grande... com certeza muito maior que o do meu marido.
— Bom, até amanhã. — Ele disse, todo tranquilo.
Eu fiquei ali, sentei no sofá um tempo, depois saí, fui buscar meus filhos na sala. Do jeito que deu, coloquei eles na cama, depois fui pra minha, me despi, tomei banho, tinha muito sêmen dentro de mim e só de tocar na minha buceta já me excitava, ela tava muito sensível, a água escorria pelo meu corpo, mas era como se meu sogro estivesse fazendo aquilo de novo. Saí do banho, me enxuguei e fui dormir assim, comecei a chorar mas não sabia por quê, ri que nem uma idiota mas não sabia por quê, não entendia o que tinha acontecido ou o que ia acontecer, que burra e iludida eu era. Adormeci pensando no que meu sogro fez comigo, que sonho, não sei se posso chamar assim, mas foi o que rolou, foi assim que tudo começou.
Continua...
Com o selo de prazer e tesão…
Olá, pessoal tarado, sou um cara com vontade de compartilhar minhas histórias e as de pessoas próximas a mim com vocês… essa, como todos os meus relatos, é feita para vocês, para o prazer de vocês, mas preciso esclarecer algumas coisas: muitas dessas histórias não são de minha autoria, outras sim, outras são fantasias que eu ou alguém próximo a mim teve e me confessou, outras são reais, mas não minhas — relatos de outras pessoas que me contam e no fim eu consigo convencê-las a deixar eu publicar, claro, com nomes e lugares diferentes pra proteger a identidade delas. Por isso, não digo quem é quem, qual é minha ou qual não é, qual é real e qual não é. Acho que isso torna mais interessante e faz a gente pensar. Tenho muitas histórias, mas pouco tempo pra contar. Espero que as que consigo publicar sejam do agrado de vocês. Sem mais delongas, aproveitem.
Isso começou há um ano. Só agora criei coragem pra contar. No começo, me sentia mal, mas depois só me deixei levar. A ideia era umas férias pra relaxar em família, visitar a casa do meu sogro com meus filhos e meu marido. As coisas não iam bem entre a gente, na verdade, não iam nada bem. Pra começar, meu marido tinha muitas dívidas, tinha perdido nossos carros, a gente se virava com a caminhonete do meu sogro, e as coisas iam mal pros meninos, mal pra todo mundo. Aquela viagem em família linda e promissora tinha sido estragada pela volta obrigatória do meu marido antes do planejado. Era horrível. A gente já não podia mais ter certos luxos e vivia da generosidade do meu sogro, mas isso me incomodava. Meu marido, nem tanto, mas eu ficava preocupada.
— Fica com meu pai e com os meninos, juro que vou tentar voltar o mais rápido possível. — Disse meu marido arrumando as malas.
— Mas você não pode pedir uma prorrogação?! — Falei assustada.
— Pro banco, por causa da casa! — Exclamou irritado. — Vão tomar ela de nós se eu não for pra lá e os As crianças estão felizes aqui brincando, deixa meu pai mimar eles e você relaxa. — Ela não podia fazer nada, ele tinha razão.
— Você sabe que eu não gosto de ficar sem você…
— Faz isso pelos meninos, juro que vou tentar não demorar muito. — Ele disse isso me dando um beijo e indo embora. — Me deixando sozinha com o pai dele, e foi aí que tudo começou.
Naquele dia da partida do meu marido, o clima quente de verão estava pegando forte, então eu estava usando uma minissaia e uma camiseta estilo top, que destacava meus atributos femininos. Sou uma mulher casada com dois filhos pequenos, sim, mas ainda tenho o meu valor: curvas bem definidas, tenho 1,76m, pele branca e macia, olhos verdes claros, lábios grossos, cabelo loiro liso e comprido natural, seios grandes com mamilos rosados, grandes e grossos — a amamentação ajudou nisso —, coxas grossas e duras na maior parte, malho sempre que posso, bunda grande e redonda, meio empinada, não vou dizer que é bem empinada porque seria mentira, mas tem curvas grandes, sou meio caderuda. Sei que tanto homens quanto mulheres de diferentes idades viram pra me olhar, e qual mulher não gosta de ser o centro das atenções? Mas lá na casa do meu sogro, uma casa linda com um jardim bonito, cheio de flores, muitos passarinhos pra alegria, uns cachorrinhos pras crianças brincarem e se divertirem o tempo todo, uma piscina pra adulto e outra pra criança, uma jacuzzi do lado de fora, tudo no quintal dos fundos, era um lugar perfeito pros meus filhos ficarem, mas eu não com o meu sogro lá. Vocês já vão entender por quê.
— Depois de 8 anos de casamento e 2 filhos, meu corpo ainda continuava firme e atraente. Isso eu já falei, mas o que me perturbava era meu sogro. Um homem mais velho, sim, mas que andava ereto e se comportava como um homem ainda jovem, no sentido de que não mostrava fraqueza nem nada parecido.
Finalmente tinha conseguido me recuperar das minhas gestações com exercícios e dietas e, embora meu marido estivesse pensando num terceiro filho, a verdade é que eu estava repensando isso. Meu marido partiu. Naquela manhã, passamos a tarde inteira com meu sogro no quintal, onde ele tinha preparado um churrasco pra gente comer enquanto as crianças nadavam e se divertiam na piscina. Eu estava conversando com meu sogro de um jeito bem distraído, porque, pra ser sincera, não parava de perceber como ele me observava "discretamente, no começo", passando os olhos pelo meu corpo inteiro quando achava que eu não tava vendo. Até, em algumas vezes, ele se aproximava de mim com qualquer desculpa e roçava nos meus peitos ou na minha bunda disfarçadamente, "que homem, hein", eu pensava. Tava meio nervosa. Meu sogro nunca tinha agido daquele jeito antes. Na real, eu tinha a imagem dele como a do avô tranquilo e carinhoso, que se preocupava com o bem-estar dos netos e do filho. Mas agora, agora eu tava me sentindo muito inquieta, ainda mais quando peguei ele com o olhar fixo na minha bunda ou nas minhas tetas. Quando meu marido falou comigo naquela noite, eu não sabia o que fazer: se contava o que tinha acontecido e, se contasse, como faria isso, se ele acreditaria em mim, que problemas isso traria pra família.
De qualquer forma, não achei que meu sogro fosse se atrever a mais do que me olhar com a luxúria que ele tava fazendo. Até porque outros homens já tinham feito isso, até amigos do meu marido. Se eu passei pra eles, vou passar pro meu sogro também, ficava repetindo pra mim mesma. Já de noite, meu sogro, meus filhos e eu sentamos na sala em frente à TV pra ver um filme enquanto comíamos pipoca. Não sei em que momento meus 2 filhos caíram no sono, mas quando isso aconteceu, o filme já tinha acabado e meu sogro começou a tentar puxar conversa comigo.
— Como você tá gostosa, Amanda... — ele disse, me surpreendendo em algum momento da conversa. — Sem dúvida, meu filho é muito sortudo.
— Ah, valeu por isso, sogrão! — Tudo aquilo era desconfortável, mas eu aguentava. Tentando ser educada, mas, na real, me sentia incomodada.
— Não, mas é a verdade! — ele insistiu, me encarando fixamente. Os olhos dele eram azuis como o céu. Ele era bonito, tive que admitir.
—Ele é muito educado. —Falei, me sentindo ainda mais desconfortável.
—Eu diria que sou um homem com olhos que enxergam. —Ele disse, e eu pensei: enxerga até demais, pelo jeito que me olha.
Na hora, só sorri sem saber o que responder. O comentário dele foi sem noção. Agora eu já tinha certeza das intenções dele, mas por que me perturbar daquele jeito? Só de me olhar já era o bastante, e agora ele ainda se enchia de elogios pra cima de mim! Era idiota, e aquilo já tava me irritando pra caralho. Pouco depois, me despedi pra ir botar meus filhos pra dormir, e no dia seguinte os olhares dele ficaram cada vez mais escancarados, os toques até viraram apertões e umas carícias leves umas duas vezes, mas aquilo me dava arrepios, eu ficava nervosa o tempo todo. Meus filhos não percebiam nada, então eu não sabia o que fazer. Já não eram mais aqueles olhares "discretos" do dia anterior, agora eram tão atrevidos que ele nem ligava se eu pegasse ele olhando pra minha bunda ou pros meus peitos, e ele não fazia questão nenhuma de disfarçar os desejos. Os toques eram constantes, muito constantes.
—Quer jogar uma partida de sinuca?
—Na verdade, não sei jogar... —falei, tentando não ser grossa, mesmo por dentro morrendo de raiva e querendo encher ele de porrada.
Mas, no fim das contas, ele era meu sogro, uma parte importante da família, já que meu marido não ia muito bem nos negócios. Era ele quem ajudava com a escola dos meus filhos e as prestações da casa que a gente tava pagando, além das milhares de dívidas que nós dois fizemos — ele ajudava a gente a pagar. Já tava difícil dizer não quando ele pedia alguma coisa.
—Vamos, eu te ensino... enquanto isso, a gente pode falar sobre a próxima prestação da casa... meu filho me disse que já venceu, não é? —disse meu sogro, ele sabia como me deixar sem saída.
—Sim...
—Então, tá decidido... vamos jogar! —ele falou animado, me pegando pelo braço e me levando até a sala de jogos.
—E meus filhos? —falei, achando que... que isso ia parar ele, que tonta eu era.
—Tão na piscina… não vai acontecer nada com eles… deixei a comida pronta pra eles, vão ficar bem. Sabia que não tinha escolha a não ser seguir ele.
A sala de jogos tinha uma mesa de sinuca imensa com tudo que era equipamento, uma pista de dança e um mini-bar. Mal entramos, meu sogro fechou a porta e na hora se ofereceu pra me ensinar a jogar.
—Vai ver que a gente vai se divertir, você vai gostar do jogo, não é difícil e é bem divertido. —disse meu sogro, sorrindo pra mim.
—Vamos começar a aula, então… —ele falou, e foi aí que começaram os agarramentos, porque pra “me ensinar a jogar”
Ele ficava atrás de mim e me abraçava, de um jeito que as mãos dele roçavam meus peitos enquanto a barriga dele encostava na minha bunda. Eu tentava me controlar pra não dar um tapa na cara dele por ser tão sem-vergonha e abusado, mas não podia agir assim com o dono da casa, eu era só uma convidada. O tempo passava e eu via como ele respirava cada vez mais pesado, e como eu tava igual. Quando não colava em mim por trás, ficava na minha frente pra olhar meus peitos em todo o esplendor, porque quando eu me abaixava pra dar a tacada, com o decote que eu tava usando, meus peitos apareciam firmes e atrevidos praquele olhar tarado daquele homem, que não parava nem um segundo. Mas foi só numa dessas vezes que ele me apertou por trás que as coisas foram de vez pro buraco…
—Pensa bem na jogada, gostosa… —enquanto ele falava isso.
Eu senti, senti mesmo, e de verdade senti, e fiquei paralisada, quando uma das mãos dele deslizou pela minha cintura e foi pro meu rabo, que ele acariciou com força, passando a mão nas minhas nádegas em movimentos circulares. Foi aí que percebi que ele tava disposto a tudo e ninguém ia parar ele. O que eu podia fazer pra evitar? Rapidamente analisei a gravidade da situação e pensei que se eu recusasse ele, a ajuda financeira ia acabar na hora e até a casa a gente podia perder, e ele podia se defender dizendo que era mentira, e quem meu marido ia acreditar, O pai dele, que ajudava ele em tudo, e eu, a esposa dele, que era uma das maiores causas das dívidas dele. Já a situação era difícil sem as dívidas no casamento, por causa dela e dos maus negócios que o marido tinha feito. Ainda por cima, tinha a insistência do marido em ter um terceiro filho. Não pintava nada bom pra ela. O marido tinha um temperamento muito volátil e isso dava medo nela. Ela pensou também nos filhos, no que eles iam dizer. Na situação em que a gente estava, a parte financeira era só um dos problemas…
— Me perdoa, mas não aguento mais… — Ela me disse, e nisso eu senti as mãos dela pousarem na minha bunda e, num movimento só, levantaram minha saia. Mesmo sendo mais comprida que a do dia anterior, não tinha sido difícil pra ela levantar. — Juro que aguentei por muito tempo, mas simplesmente não dá mais! — Ela se desculpava enquanto acariciava minha bunda com firmeza.
Eu não sabia como agir diante daquilo. Ela se desculpava e parecia sincera, e, bem, eu era uma mulher, e gostava, pra ser sincera, do jeito que ela me tocava, mas sentia medo, e o coração parecia que ia sair pela boca. Os segundos que seguiram aquela ousadia devem ter sido os mais longos da minha vida… passou pela minha cabeça a ideia de me virar, dar um tapa na cara dela e sair dali correndo, mas pra onde eu iria? Ia esperar até meu marido chegar pra nos buscar? E quando ele chegasse, o que eu diria? Como explicar o que aconteceu com o pai dele, se é que eu teria coragem? Depois pensei melhor e soube que aquilo não podia rolar. Meu marido era um vulcão por qualquer coisa, então seria o fim de tudo. Meu sogro continuava massageando minhas nádegas, como se esperasse minha resposta. Eu fiquei imóvel quando senti ele, por trás de mim, se abaixar e puxar minha calcinha fio dental até os tornozelos… eu sabia o que vinha e sabia que devia evitar, fazer alguma coisa, mas não fiz nada. Só fiquei ali, parada, sem fazer nada.
— Que beleza!!! — Disse meu sogro ao contemplar minhas nádegas completamente nuas e minha pussy. Peluda, mas naquela hora eu não pensei nisso.
Ele se levantou na hora e começou a desabotoar a calça… Eu não fazia nada pra evitar nem pra incentivar, mas acho que meu silêncio era perfeitamente interpretado do jeito que ele queria. Então, depois de ouvir a calça e a fivela do cinto batendo no chão, me preparei psicologicamente pro que ia rolar. “Engano meu: não tava preparada.” Na minha vida toda, a única rola que tinha entrado na minha buceta era a do meu marido… Casei virgem, jurei fidelidade e nos meus planos era continuar sendo fiel, mas agora… não acreditava que isso tava acontecendo comigo. Se eu procurasse um amante, tenho certeza de que nunca apareceria. Fechei os olhos quando senti aquela rola grossa começando a afundar dentro da minha xereca. As paredes da minha buceta se esticavam pra abrir caminho pra aquele pedaço de carne desconhecido. Meu sogro me penetrou devagar, mas firme, até enfiar tudo. Bom, até eu sentir ele até o fundo e soltar um gemido sozinha.
— Haaaaaaaaaaaaa. — Era grande e grosso, minha buceta tava aberta, eu mesma abri um pouco mais as pernas, senti que não cabia mais… foi nessa hora que, sem pensar duas vezes, ele começou a meter e gemer que nem um louco!
— AAHHHHHHHHHHHHHHHH HMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM! — Ele disse. — Desculpa, Amanda… minha linda Amanda, mas desde que você é namorada do meu filho, sempre quis fazer isso.
Não, eu não acreditava. Era namorada do filho dele do colégio, e ele me fala isso agora. Eu simplesmente não acreditava. Apertei minhas mãos na mesa, me segurei com força, range os dentes, mordi o lábio, aguentando. Assim continuou por mais vários minutos enquanto, sem parar de me foder, me despia por cima pra liberar meus peitos e começar a apalpar eles. Se num momento eu achei que a gozada dele ia ser rápida, me enganei feio… meu sogro mostrou que tinha vitalidade e força pra foder por horas, e olha que ele sabia fazer direito. Quando menos esperava, eu também tava gemendo junto com ele de puro prazer!!! —AAHHHHHHHHHHHHHHHHHHMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM AHHHHHH! —Eu gemia, apertando os dentes. —Ha, ha, haaaa, ha, ha, ha, ha, ha, haaaa, ha, ai meu Deus… Ai meu Deus…! ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah… Deeeeeeeus! ha, ha, ha, ha, ha, ha… Haaaaaaaaaaaaa!
—Sabia que você ia gostar… HMMMMMMM… Você é uma puta muito gostosa… OHHHH HMMMM. —Eu aguentei até onde deu, e quando não deu mais pra evitar, meu orgasmo veio.
—AAAHHHH… Vou gozar…!!! AHHHHHHHH —Gemi com a voz trêmula, e meu sogro aumentou as estocadas. —PLAC, PLAC, PLAC, PLAC, PLAC, PLAC. —Só se ouvia isso quando ele enfiava em mim, o pau dele era definitivamente maior que o do filho, eu me sentia cheia com ele dentro… Até que de repente, empurrando o pau o mais fundo que podia, ele esvaziou todo o sêmen dentro da minha buceta!!!
—AAAHHHHHHHHHHHHHHMMMMMMMM EU TAMBÉMMMMMMMMMM HMMMMMMMM AI MEU DEUS! QUE GOSTOSA QUE É ESSA RABETA!
Uma sensação de prazer sexual intenso me invadiu… jatos de sêmen fervendo dentro de mim, e o orgasmo foi um dos melhores da minha vida. Depois disso, ficamos imóveis, e por minutos ninguém falou nada. O pau dele ainda estava enfiado na minha buceta, pulsando e soltando mais e mais sêmen, até que meu sogro decidiu tirar quando finalmente recuperei o fôlego. Ele mesmo ajeitou minha calcinha fio-dental e o resto da minha roupa, eu ainda estava alucinada com o que tinha acontecido. Meu sogro sentou no sofá ainda com o pau de fora, e foi então que eu, me virando, finalmente olhei nos olhos dele… era um pau grande e grosso, facilmente maior que o do meu marido, filho dele. Eu não consegui segurar os músculos do meu rosto, e sorri pra ele, ele sorriu de volta. Desviei o olhar, sentia meu rosto vermelho, parecia uma colegial boba na frente de um cara bonito, e meu sogro não era nada daquilo. Ele subiu as calças, se ajeitou e serviu uma bebida do Mini-Bar. Ele me olhou e mostrou com o olhar que tinha se divertido pra caralho. E eu também, nunca na minha vida. nunca tinha sentido um orgasmo igual, não sabia que dava pra sentir tanto prazer em tão pouco tempo. olhei o relógio, a gente tinha transado uns trinta minutos, isso era muito pra qualquer um, o marido dela era muito rápido naquilo, achei que todos os homens fossem assim, como eu estava enganada. olhei pra ele e depois vi o pau dele, nossa, no jeans dava pra ver o volume, ainda tinha um tamanho bem grande... com certeza muito maior que o do meu marido.
— Bom, até amanhã. — Ele disse, todo tranquilo.
Eu fiquei ali, sentei no sofá um tempo, depois saí, fui buscar meus filhos na sala. Do jeito que deu, coloquei eles na cama, depois fui pra minha, me despi, tomei banho, tinha muito sêmen dentro de mim e só de tocar na minha buceta já me excitava, ela tava muito sensível, a água escorria pelo meu corpo, mas era como se meu sogro estivesse fazendo aquilo de novo. Saí do banho, me enxuguei e fui dormir assim, comecei a chorar mas não sabia por quê, ri que nem uma idiota mas não sabia por quê, não entendia o que tinha acontecido ou o que ia acontecer, que burra e iludida eu era. Adormeci pensando no que meu sogro fez comigo, que sonho, não sei se posso chamar assim, mas foi o que rolou, foi assim que tudo começou.
Continua...
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