Meu Amigo de Infância Me Comeu Gostoso Parte 3

Meu Amigo de Infância Me Comeu Grosso Parte 3
Com o Selo de Prazer e Tesão…

Olá, pessoal porradeiro, sou um cara que quer compartilhar minhas histórias e as de pessoas próximas a mim com vocês… esse, como todos os meus relatos, é feito pra vocês, pro seu prazer, mas preciso esclarecer umas coisas. Muitas dessas histórias não são de minha autoria, outras são, sim. Outras são fantasias que eu ou alguém próximo a mim teve e me confessou. Outras são reais, mas não minhas – relatos de outras pessoas que me contam e que no fim eu convenço a deixar eu publicar, claro, com nomes e lugares diferentes pra proteger a identidade delas. Por isso não digo quem é quem, qual é meu e qual não é, qual é real e qual não é. Acho que isso deixa mais interessante e faz a galera pensar. Tenho muitas histórias, mas pouco tempo pra contar. Espero que as que consigo publicar sejam do agrado de vocês. Sem mais delongas, aproveitem.

Depois do que tinha acontecido, eu tava mais que dolorida, não queria ver mais ninguém, e que ninguém me visse. Meu namorado quis vir me ver, mas eu disse que tava mal e queria descansar, que me desculpasse. No fim, ele também não insistiu muito – ponto negativo pro Aarão. Não vi mais o Lucas por uns dias, tava muito dolorida, como já falei, mas principalmente puta da vida. Ele tinha rasgado minha bucetinha sem pena e me deixado toda ferrada. Com minha mãe foi outra história, porque era difícil dizer que tava mal, já que, bem, eu tinha levado uma comida de arromba, e tava doendo minha bunda e minha buceta como nunca. Isso não ia colar. Se eu dissesse que tava no meu período, ela desconfiaria, já que sabia. No fim, minha mãe, aos poucos, vendo minha cara de verdadeiro sofrimento, me deixou em paz sem perguntar muito, e aceitava todos os meus caprichos, que não eram muitos, na verdade – só não sair do meu quarto o máximo possível, especificamente da minha cama. No sexto dia de sofrimento, o Lucas chegou em casa e minha… mamãe sem me avisar deixou ele entrar, já que ele era amigo da família, e meus pais adoravam ele, ela não viu problema em deixar ele entrar sem me avisar, e por que ela teria que me avisar? Certeza que minha mãe pensou, eu nunca tive problemas com ele, e como dizer pra ela que agora eu tinha um problema sério com ele. Eu tava no meu quarto deitada e bateram na porta, e minha surpresa foi enorme, e sim, o que vocês tão pensando, quando ouvi que era ele, o filho da puta falou:

--Oi! Posso entrar? Sua mãe disse que você tava dodói e vim te ver. Não acreditei, ele falar isso, se ele era o culpado da minha situação.

Eu me arrumei o mais rápido possível e deixei ele entrar, junto com ele entrou minha mãe, que me salvou, porque eu tava prestes a gritar e falar que foi por me comer no cu, sorte, pra mim também que não falei isso, quando vi que minha mãe apareceu, as palavras ficaram presas na minha garganta.

--Ah, Lucas querido, de repente ela passou mal, coitadinha, né? - Dizia minha mãe

--Ah, sim, mãe - Disse Lucas olhando pra minha mãe, depois olhou pra mim.

--O que te dói, Maru? Posso fazer algo por você?

--Só tô meio mal. - Não sabia o que dizer.

--Bom, vou indo, amor, fica com o Lucas. - Disse minha mãe, eu senti medo.

--Mas... mas pra onde você vai?

--Preciso sair, Lucas, cuida dela pra mim. - Disse minha mãe, inocente, Lucas concordou.

--Claro. - Disse ele. Isso me fez arrepiar a pele, me deu medo, mas se eu admitir, também me excitou. Claro, na hora eu não admitiria. Ele me olhou e sorriu. E quando minha mãe foi embora, ele disse: --Agora sério, como você tá?

--Não, tô bem, o que você acha, maldito! Como você fez pra minha mãe nos deixar sozinhos?

--A verdade é que não fiz nada, só perguntei como você tava e ela disse que ia sair e que eu cuidaria de você.

--É, claro. - Eu tava muito puta por estar com ele sozinho no meu quarto.

Sem perceber, ele me agarrou mais forte do que nunca pela mão, eu senti medo.

--Filho da puta, por sua culpa eu tô assim, minha bucetinha tá doendo!

Bom, desculpa, mas baixa o nível dos xingamentos. —Báixai, tá doendo pra caralho! Cê quer ver como cê deixou? Tentei parar, mas já era tarde, vi um sorrisão se abrindo na cara dele.
—Claro, foi pra isso que vim. —A gente riu pra caralho. —Ei, te trouxe isso. —Ele falou tirando um tubo do bolso.
—Que que é isso?
—É um creme pra sua tiny ass.
—Mano. —Só falei isso.
Foi quando ouvi minha mãe saindo, ouvi o carro dela ligar, levantei da cama e, pra surpresa do meu amigo, eu só tava de thong branca, tão pequena quanto a que eu tava quando ele me comeu. De propósito passei do lado dele, mostrando minha tiny ass linda e ainda dolorida. Ele me pegou pela cintura e me jogou de novo na cama, pensei que ia me comer ali, quando virei, vi ele se levantar e pensei: pronto, baixa a calça e me fode de novo pelo rabo, e eu, de puta, deixo.
—O que... o que cê vai fazer comigo? —Falei com medo e tesão, ele sorriu pra mim.
—Vou cuidar da sua tiny ass. —Falou numa boa, calmo.
E do mesmo jeito, baixou minha calcinha e abriu mais minhas pernas, eu não falava nada, me arrepiei quando senti o frio do creme na minha bunda, escorrendo entre minhas nádegas, chegando na minha buceta, passando e indo pra minha tiny ass. Ele começou, sem dizer nada, a acariciar meu cu, meu buraquinho redondo, onde os carinhos dele me relaxavam e acalmavam a ardência, mas a coceira daqueles toques era ainda maior. Ele começou a enfiar o dedo indicador, e depois tirava, tava lubrificando minha tiny ass, o creme cheirava maçã, o cheiro era gostoso, mas naquele momento, era o que menos importava, eu só pensava no quanto tava curtindo.
—Mmmmnnnnn…. Haaa, haaaaaaa…. haaaaa…. Hoooooooo.
Não conseguia evitar gemer, era uma parada de louco, era incrível, a sensação do dedo mindinho, passava pros outros, até um momento que ele enfiou dois de uma vez e ficava girando, e aquilo, longe de doer ou incomodar, me excitava, eu tava gozando, era uma loucura, ele não tinha me comido, não tinha enfiado a piroca dele, e eu já tava vindo, mas no final ele tirou os dedos e colocou minha calcinha de volta.
—Pronto, acho que assim não vai mais doer. —Eu não sabia o que pensar ou dizer. Fiquei um tempo com o rosto no travesseiro, sem saber o que pensar, o que dizer e muito menos o que sentir.
—Ah… é só isso. —Falei por fim.
—Quer mais alguma coisa? —Perguntou o desgraçado.
—Não sei.
—Bom, talvez eu saiba. —Disse ele de forma arrogante… Sem hesitar, me agarrou firme pela cintura e falou. —Não consigo parar de te desejar, você é uma gostosa, passaria o dia te comendo, não sei como seu namorado não faz isso… só pode ser um viadinho.

Ele me virou e me puxou contra ele com facilidade, ele era muito forte. Começou a beijar meus lábios, depois meus peitinhos e num instante já estava entre minhas pernas chupando minha buceta maravilhosamente.
—Haaaaa…. Haaaaaa…. Haaaa… Mmnmnnn… haaaaa…. Deus, que gostoso, sim, gostoso assim Haaaaaaaaaaaaa.

Ele me fazia tremer. Me deixou louca com a chupada que me deu e eu abaixei a calça dele, tirei a cueca e sem ele pedir, e sem precisar porque o pau dele já estava durinho, comecei a chupar.
—Me ensina a chupar direito porque agora sou sua putinha, vou fazer tudo que você mandar. Eu estava decidida, já tinha feito aquilo, era uma loucura, mas o prazer que eu sentia não queria perder. —Ele sorriu.
—Bom, por enquanto você tá indo bem, putinha. —Ele disse, e eu me senti orgulhosa.

Comecei a lamber a cabecinha dele e a bater uma punheta com as duas mãos porque com uma só não dava conta. Cada vez conseguia enfiar mais do pau dele na minha boca, já não era só a cabeça, mas também uma parte do tronco, em certos momentos faltava ar, mas eu me concentrava em respirar só pelo nariz. Num momento, como da primeira vez que chupei ele, ele falou:
—Não, não… faz mais devagar, seus dentes estão arranhando e machucando, tenta com os lábios e a língua, como se tivesse chupando um pirulito, lembra? Chupar, não raspar.

Parece que fui melhorando porque ele começou a ofegar e respirar cada vez mais forte. Enquanto eu chupava o pau dele, Lucas brincava com a minha buceta. extraindo os sucos dela e colocando no meu cuzinho, que também recebia a atenção necessária. Parei de chupar o pau dela só pra falar, quase implorando.
—Me come, por favor. —Com a maior cara de puta que eu tinha, falei. —Por favor, eu imploro, me come de novo, por favor.

Ela se jogou de costas na cama, subiu em cima de mim e me penetrou, primeiro devagar, depois mais rápido, e aí de novo devagar.
—Haaa, haaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaa, haaaaaaa, haaaaaa, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaa.

Ela me pegou pela cintura depois de um bom tempo e me fez virar, pra eu ficar de barriga pra cima e me levantar pra sentar em cima.
—Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. —Gritei quando senti a imensidão do pau dela dentro de mim, era simplesmente enorme.

Quando vi o espetáculo, era lindo, era um pau realmente comprido e grosso, e comecei a descer e enfiei aquela coisa na minha buceta e comecei a foder sem parar, no meu ritmo. Ela não aguentou muito e gozou dentro de mim, me arrancando um orgasmo maravilhoso.
—Haaaaaa, ha, haaaaa, ha, ha, haaaaa, ha, haaaaa, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaa, ha, ha, haaaaa. —Gemíamos os dois. —Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha.

Fiquei lá deitada no peito dela, com o pau na minha buceta e nossos sucos escorrendo de dentro de mim, molhando tanto eu quanto ela. Não tava nem aí se ela gozava dentro, já tava tomando pílula há um tempo. Como se nunca tivesse transado na vida, aquela pica tinha vida própria, porque não baixava nem um pouco, ainda sentia ela toda dura dentro de mim. Me mexi pra tirar e notei que era verdade, falei pra Lucas e ele disse:
—Você acha que acabou? Não, senhorita, temos que ensinar a esse cu que ele não pode se fechar, vamos foder ele de novo hoje. —Eu, apavorada de sentir aquilo de novo, falei:
—Não, não, não, não pelo cu não, ele não quer, e não vai querer mais. —Mas na minha cabeça eu implorava pra ela não me ouvir, já tinha virado a puta dela. —Por favor. Lucas não pela bunda. -Uns dias atrás eu tinha esquentado mais ele.
--Nada disso, sei que você gosta, então cala a boca. Por acaso você não é minha putinha?
Essas eram as palavras-chave. Ele me virou de bruços e, aproveitando os suquinhos que ainda tinha na minha buceta, começou a passar no meu cuzinho junto com os dedos, que faziam um puta trabalho. Comecei a soltar gemidos muito fácil.
--Mmmmnnn…. Haaaaa…. Hoooo... Mmnnnnn
--Viu, putinha, que você gosta. -Ele dizia, todo confiante.
Quando já tinha três dedos lá dentro, colocou um travesseiro debaixo da minha barriga pra levantar ainda mais meu cuzinho e apontou pro meu furinho. Eu falei com a maior firmeza que conseguia:
--Me come o cu, por favor, com essa piquitinha!
Sem dúvida, as palavras causaram o efeito desejado, porque ele enfiou aquela cabeçona fazendo menos esforço que da outra vez, mas não sem dificuldade, e começou a empurrar pra entrar o resto. Foi devagar, depois começou a se mover mais rápido. Aquele monstro entrava e saía do meu cu sem cerimônia e me dava o prazer mais lindo da minha vida. Eu sentia ele me rasgando toda por dentro, mas amava e não escondia.
--Mais, meu amor, me come o cuzinho que é seu, só seu! Ai Siiiiiiim haaaa, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, si gostoso ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, Haaaaaaaaaaaaaaaaaa. -Terminei gozando e senti minha bunda cheia do semen quente dele, foi uma delícia. Era só prazer da minha parte.
Num momento ele parou, e eu pensei que tinha cansado, mas não. Ele me virou, colocou o travesseiro debaixo do meu cuzinho pra levantar bem.
--Quero ver essa cara linda enquanto te fodo esse cu gostoso.
Ele me penetrou de novo e começou a se mover rapidamente, como se me olhar desse mais energia. E na posição que estávamos, com minhas pernas nos ombros dele, parecia que ele conseguia enfiar toda aquela pica completamente.
--Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaay Deus Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Ele me comeu tão bem que me fez gozar de novo e, ao sentir meus gritos de prazer, gozou dentro da minha bucetinha apertada outra vez, junto comigo. Eu pensei que não tinha mais porra, porque na primeira gozada saiu uma quantidade enorme, e nas outras muito mais, mas ele encheu meu interior com uma boa quantidade. Ficamos lá largados e ele não queria tirar o pau da minha bunda, dizia que gostava muito e pedia pra deixar mais um pouco, e eu também adorava demais. Depois disso, virei a putinha dele, era uma loucura, era luxúria e excitação constante. Ele me fodia quase todo dia e continua me comendo.
Continua…

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