Primera experiencia bi...... 1

Há um tempo atrás, eu tava me recuperando de uma fratura na perna e costumava ir num parque pra me exercitar. Quando terminei a sessão de exercícios, fui tomar um suco num lugar em frente ao parque. Foi lá que conheci quem ia me iniciar no sexo anal.

- Oi – ouvi uma voz perto de mim.

Respondi quase sem pensar – Oi.

- Te vi se exercitando, aliás, parece que você tá em ótima forma física, né? – ele disse.

- Não se iluda, é que eu tô me recuperando de uma fratura na perna direita, machuquei jogando futebol – respondi enquanto tomava meu suco de laranja.

- Que merda, hein. Mas acho que você já tá bem melhor, dá pra perceber. Aliás, me chamo Esteban.

- Meu nome é... Já tô quase 100%, mas ainda falta um pouco de força, sinto que ainda tá fraca – continuei –, preciso fazer esses exercícios por pelo menos mais um mês pra ficar bom.

A conversa seguiu por mais alguns minutos e ele se ofereceu pra me levar em casa. Como eu tava cansado e o lugar era meio longe, aceitei. Dei o endereço e, enquanto a gente ia no carro, ele meio que sem querer colocou a mão na minha perna. Percebi que ele diminuiu a velocidade e perguntei:

- Por que você tá reduzindo a velocidade?

- Não queria chegar tão cedo e ter que te deixar. Você me caiu muito bem – respondeu.

- Se quiser, amanhã você passa aqui e a gente vai pro parque de novo, assim a gente pode conversar mais um pouco – falei, como um convite.

Ele topou de boa e no dia seguinte a gente se encontrou na esquina da minha casa. Ele me levou pro parque pra minha sessão de exercícios e, quando terminei, a gente continuou o papo do dia anterior:

- Cada dia tô me sentindo melhor – comentei.

- Dá pra ver que você realmente quer se recuperar rápido – ele disse –, espero que suas habilidades voltem ao que eram antes da lesão.

- É o que eu espero. O problema é que não tenho nada pra me ajudar a me exercitar, tipo, eu queria uns pesos pra fortalecer melhor minha perna.

Sem dúvida, ele comentou: Tenho em casa uns aparelhos que acho que podem te ajudar, se quiser a gente pode ir lá pra você ver e decidir se quer usar na sua recuperação – ele disse.

– Só se não for muito longe, já tá na hora de almoçar e tô com uma fome danada – respondi.

– Tô a só quatro quadras daqui, é bem perto, vamos?

Como não tinha aula nem nada especial pra fazer naquele momento, aceitei. Não sabia o que ia rolar, mas não me arrependo…

Subimos no carro dele e começamos a conversar animadamente, o trajeto passou super rápido, era realmente muito perto. Descemos e, abrindo a porta do apartamento, ele disse – fica à vontade, essa é sua casa.

– Valeu, vou sentar, tô meio cansado – falei enquanto me sentava na sala.

– Quer beber algo? Vi que você terminou o suco rapidinho – comentou se aproximando de mim.

– Se tiver água, vou agradecer demais – respondi na hora –, tava com muita sede.

– Não demoro, vou trazer com dois gelos, tá bom?

– Perfeito, espero que isso mate minha sede – falei enquanto ele entrava na cozinha.

Ele não demorou nada, assim que me deu, eu bebi de um gole só. – Valeu, tava mesmo precisando de outro copo d'água – comentei meio que pra mim.

Ele se levantou e pediu pra eu segui-lo. Me mostrou um banco de exercícios que tava num dos quartos e disse que eu podia usar quando quisesse. Agradeci a oferta e voltamos pra sala.

Continuamos conversando mais um tempo e o papo foi pra área sexual. Ele começou a me perguntar se eu tinha namorada, se eu acariciava os peitos dela, se ela pegava na minha pica, etc.

– Não quero que você fique bolado com isso – ele disse –, é que tenho umas fotos pornô e queria saber se você topa ver.

Como nunca tinha tido chance de ver muitas fotos assim, respondi na hora – claro que sim!

Ele foi pro quarto e voltou trazendo um pacote de fotos. Começou a passar na minha frente, tinha de várias posições, umas nem tão quentes, outras... Muito explícitas, algumas francamente sujas, mas todas de nu e poses sexuais. Como era de se esperar, minha ereção não demorou a aparecer. Ela se aproximou um pouco mais e disse:

- Se isso te excita, espera até ver o filme que eu tenho - comentou com um sorriso.

Notando minha cara de espanto, ela se levantou e colocou um filme onde estavam fazendo amor entre homens. A penetração que um deles estava recebendo era das mais quentes, ele estava de "perninhas pro alto", e dava pra ver que estava gozando pra caralho.

Ela se sentou ao meu lado e, aproximando a mão, começou a acariciar meu rosto, passou pro peito e por fim chegou até as pernas. Eu estava muito excitado e não recusei as carícias; pelo contrário, coloquei minha mão nas pernas dela e fiz o mesmo que ela estava fazendo comigo.

O filme continuou com uma orgia só de homens. Eles se davam uns aos outros pela boca, pelo cu e trocavam de parceiro a todo momento. Nessa hora, ela começou a beijar meu pescoço e minha orelha, isso me deixou ainda mais tesudo. Ela estava fazendo melhor que minha namorada, esfregava minha pica por cima da roupa, e eu estava segurando a vara dela, que parecia que ia rasgar a calça de tão dura.

- Você gostaria de levar uns boquetes? - sussurrou no meu ouvido com voz sensual.

Como o tesão era demais e meu pau também estava prestes a romper a prisão, respondi:

- Sim, Esteban, claro que eu gostaria, estou morrendo de vontade... só que é minha primeira experiência sexual, nunca fiz isso com ninguém, nem homem nem mulher.

- Prometo que você vai aproveitar muito, só me deixa te ensinar o que sei e você vai querer repetir logo.

Ela não esperou mais, se levantou e tirou o instrumento pra fora, balançando um pouco na minha cara. Depois, me colocando também de pé, abaixou minha roupa pra ver meu doce, se ajoelhou pra chupar com gosto. Ela fazia realmente delicioso, era uma sensação nova pra mim, nunca tinha sentido aquilo. Depois, ela se deitou no tapete e eu montei nela, fizemos o "69", enquanto eu... tava tentando enfiar aquela tranca na minha boca, ele chupava minhas bolas, minha arma e brincava com os dedos no meu cu.

Comecei a sentir que o pau dele crescia mais e mais dentro da minha boca, a cabeça parecia imensa, achei que se continuasse não ia caber e eu teria que tirar, enquanto isso, um dos dedos dele, já lubrificado com saliva, começava o ataque no meu buraco traseiro, no começo doeu um pouco, mas quando me acostumei com a grossura, a dor virou prazer, também pela primeira vez saboreava as pérolas de prazer que saíam do pinto dele, um gosto salgado, viscoso, mas que, excitado, engoli com gosto.

- Tá gostando? – perguntou com a respiração ofegante.

- Sim, é muito gostoso, tô fazendo direito? – perguntei com a voz trêmula de prazer.

- Tá fazendo bem pra ser sua primeira vez – disse com cara de tesão.

Continuou com a penetração anal até conseguir enfiar o dedo inteiro, minha reação foi de prazer misturado com dor, mas não tentei nada, só aumentei a velocidade da minha língua pra ele gozar ao máximo, ele só se contorcia debaixo de mim, a respiração ficou mais agitada até que me empurrou e mandou eu sair de cima.

Minha reação foi de dúvida, não queria ficar na vontade, já tinha acontecido a mesma coisa com minha namorada algumas vezes e pensei que teria que ir pra casa me masturbar, não sabia o que ia rolar em seguida…

Ele me deitou no sofá, chupou um pouco mais minha ferramenta, eu me contorcia com aquela carícia molhada, quando parou, falou:

- Olha o que vai acontecer no filme, é uma estreia, ou seja, vão comer um moleque igual a você pela primeira vez.

Me recuperando da excitação, prestei atenção no que rolava na tela, de fato, um senhor com um pau bem grande tentava estuprar um garoto de idade parecida com a minha, começou lubrificando o cu do moleque e tentou enfiar a tranca grossa no buraco apertado, como o Esteban percebeu que eu tava muito tarado e atento Na televisão, ele me disse:
— Quer tentar? Quer dizer, me deixar te comer do jeito que tão fazendo, e depois você faz o mesmo comigo.

O pedido dele me atraiu, eu tava tão tesuda que queria sentir ele me penetrando, mas hesitei por um momento porque o pau dele era muito grosso, e achei que ia me machucar. Quando ele viu que eu tava na dúvida, disse:
— Prometo fazer o mais devagar que puder. Melhor ainda, tenho um lubrificante que vai fazer a penetração ser quase sem dor.

Aceitei, e ele trouxe o lubrificante. Me deu mais umas mamadas pra minha excitação não baixar, depois me colocou de quatro, com minha bunda o mais alto possível. Começou a lubrificar meu buraquinho, me deu umas 2 ou 3 palmadas na bunda, mordiscou minhas nádegas redondas; as carícias dele me faziam tremer. Quando terminou de lubrificar, começou enfiando o dedo do meio na minha porta dos fundos, bem devagar, como se quisesse que eu aproveitasse cada milímetro dele. As sensações tomaram meu corpo, era uma delícia, algo desconhecido, eu tava enlouquecendo de prazer…

— Agora vamos tentar. Não goza ainda, quero que você faça comigo igual vou fazer com você, ok?

Eu assenti com a cabeça, não conseguia falar nada. Ele me tinha nas mãos, ou melhor, logo ia me ter no pau dele…

Ele colocou a cabeça do pênis no meu cu e começou a empurrar bem devagar. No começo, escorregou por causa do lubrificante, na segunda tentativa conseguiu enfiar a cabeça. Senti que tava rasgando minha bunda em dois, não tava acostumada a receber uma bola de carne daquelas na minha caverna apertada. Gemi de dor, ele saiu pra não me machucar mais. Me cobriu de beijos e carícias no corpo todo, até ver que a dor tinha passado. Perguntou:
— Já passou a dor? Não quero que sua primeira transa anal seja dolorosa.

— Já passou, acho que agora dá pra tentar de novo — respondi com um suspiro.

— Que tal se você me comer primeiro? Assim você vai ver que o segredo é relaxar, deixar a penetração ser... Prazerosa, não tenta apertar a bunda, pelo contrário, fica molinha pra eu conseguir meter mais fácil, faz isso pra mim!

Como sentia que ia gozar logo, preferi comer ele e ver como ele fazia pra poder fazer igual e receber na minha caverna escura. Ele deitou de barriga pra cima, levantou as pernas e me convidou pra meter naquela posição.

— Passa um pouco de lubrificante na ponta da vara e me come gostoso — ele implorou. Fiz isso e enfiei meu pirulito até o fundo, notei que o cu dele se abria pra receber o invasor, o quadril dele fazia movimentos circulares pra aumentar a sensação. Me mexi rápido até explodir dentro da bunda apetitosa dele.

Depois foi minha vez. Me coloquei na mesma posição e, levantando as pernas, abri o máximo que pude minha racha. Ele se posicionou na entrada e, me lubrificando com os sucos que saíam da pica dele, enfiou a cabeça de novo. Me relaxei pra receber ele dentro de mim, senti ele enfiar a estaca devagar. Queria que ele metesse forte e de uma vez só, a calma dele pra me desvirgar tava me fazendo querer mais e mais. Como se lesse meus pensamentos, ele enfiou até a metade a pica ardente dele. Reagi com um gritinho, não soube se era dor ou prazer, só queria sentir ele dentro. Com um movimento rápido, me adiantei pra enfiar o pau dele até o fundo. Doeu, mas o tesão fez a parte dele. Comecei a me mexer como ele tinha feito, notei que o rosto dele ficava vermelho, ele fechava os olhos, se deitou sobre mim, a língua dele procurou a minha pra se fundir num beijo frenético de prazer. A vara dele entrava e saía da minha abertura já não tão apertada. Senti o corpo dele se arquear e senti a descarga de paixão dele dentro de mim, senti as contrações da pica dele quando ele tava gozando. Ele caiu exausto sobre mim até que a pica dele perdeu a força e saiu da bainha. Esteban se levantou e o pênis dele mostrava marcas da batalha, tinha uma mistura de porra com um leve tom avermelhado. Na verdade, ele tinha me desvirginado. Ele me deu um pouco de papel higiênico pra me limpar e... Notei que havia vestígios de sangue.

Ganhei um beijo carinhoso dele e, pegando mais papel, ele limpou até o último vestígio da batalha. Enquanto fazia isso, ia lambendo cada cantinho do meu ser. Minha vara começou a dar sinais de vida, Esteban percebeu e começou a chupá-la como se não tivesse tido uma boa transa. Ele lambeu, mordeu de leve, enfiou até o fundo da garganta e, quando sentiu ela totalmente dura, me deitou no tapete e sentou em cima de mim. Cavalgou na minha vara até sentir meu jorro inundar suas entranhas. Naquele momento, começou a apertar meu pau com contrações do cu. Eu me sentia no paraíso. Ele não parou de apertar até que meu pau mole saiu do seu cu ardente.

Ao acordar depois de uma soneca, senti que ele estava ao meu lado. Seu corpo ainda estava nu, sua ferramenta apoiada nas minhas nádegas, seus braços me envolvendo na altura da cintura. Virei-me para abraçá-lo também e ele acordou.

— Quero que saiba que foi a foda mais gostosa da minha vida. Dei e recebi vara até ficar satisfeito. Você tem um cu delicioso. — Interrompi dizendo: — Nunca pensei que sexo entre homens fosse tão prazeroso. De verdade, gozei como nunca. É verdade que não tenho muita experiência, mas gozei gostoso e aprendi a comer e ser comido. Obrigado, Esteban!

Ele só conseguiu me beijar e me dar um abraço forte. Depois fomos tomar banho. Ele ensaboou meu corpo todo e me masturbou enquanto a água corria pela nossa nudez. A despedida, e consequentemente o fim da sessão, se aproximava. Tive que aceitar um novo encontro para, como ele disse, "ficar totalmente pronto para qualquer pau", o que contarei no meu próximo relato.

3 comentários - Primera experiencia bi...... 1

HERMOSO RELATO DE UNA PRIMERA EXPERIENCIA !!