Natal 16/17: Vermute antes da ceia de 2016

A galera da academia tinha combinado de tomar um aperitivo no dia 24. Fomos pro bar de um colega da academia. Quando cheguei, já tinha vários amigos, entre eles meus amigos Javi e a mulher dele, Mayte, recepcionista da academia com quem eu transo pra caralho. Ela tava muito gostosa com um vestido de algodão, cinza com listras menos cinzas, até a metade da coxa. Tava com umas botas altas até acima do joelho, bem sexys, e umas meias finas. Tudo junto fazia a Mayte parecer muito sensual.

O bar foi enchendo aos poucos. Mayte aproveitou pra começar a passar a mão no meu pau, e eu retribuía acariciando a bunda dela. Quando o bar já tava lotado e a gente mal conseguia se mexer, Mayte se colocou bem na minha frente, de frente pro marido dela, mas com a bunda bem encostada no meu pau. A putinha rebolava, deixando minha rola duríssima.

Mayte se virou e chegou perto do meu ouvido pra dizer que tava com um tesão do caralho e que me esperava na área dos banheiros. Depois de falar pro marido que ia mijar, ela foi pros banheiros junto com 2 amigas cúmplices. Uns dois minutos depois, eu fui até os banheiros.

Mayte me pegou pela mão e a gente entrou nos banheiros, onde as amigas estavam. Uma saiu de um dos dois cubículos e a gente entrou. A gente se beijou, e eu acariciei o corpo todo dela, percebendo que ela não tava de sutiã. Mayte levantou o vestido até a cintura, deixando eu ver as coxas lindas dela e a calcinha fio dental branca por baixo daquelas meias finas tão brilhantes. Ela se virou, e a bunda dela tava uma delícia com as meias, então minhas mãos agarraram rápido aqueles glúteos pra acariciar. Mayte virou a cabeça, e a gente começou a se beijar. Eu também beijava o pescoço dela e mordia as orelhas.

Eu me ajoelhei e, além de acariciar os glúteos dela, comecei a mordiscá-los. Rasguei as meias dela na região da buceta. Enfiei meu dedão no buraco, puxei a calcinha fio dental pro lado e comecei a masturbá-la, enquanto continuava mordiscando a bunda dela.

Virei ela, deixando a boceta dela na frente da minha boca. Puxei a calcinha fio dental pro lado e comecei a lamber a clitóris. Com a outra mão, eu continuava acariciando a bunda dela. Quando senti o clitóris bem molhado, comecei a chupar a buceta dela. A Mayte soltou a saia, que acabou tampando minha cabeça. Eu continuei chupando a buceta dela, e a Mayte colocou as mãos na minha cabeça coberta, apertando contra a buceta dela. Tava louco chupando aquela buceta molhada debaixo do vestido.

Quando a Mayte ia gozar, ela pediu pra parar porque queria fazer com meu pau dentro. Levantei, tirei a calça e a cueca, e coloquei a camisinha. Sentei no vaso, e a Mayte sentou em cima de mim, enfiando meu pau na buceta dela. Enquanto a gente transava, a gente se beijava, e eu acariciava as pernas lindas e macias dela. A Mayte se mexia rápido. Ela tinha as mãos em volta do meu pescoço e, quando gozou, eu senti porque apertou forte, cravando as unhas. Depois de gozar, a Mayte diminuiu a velocidade dos movimentos, mas meu pau continuava estourando.

A Mayte levantou e aumentou o buraco da meia-calça. Sentou de novo em mim, agora enfiando meu pau no cu. A gente continuou se beijando enquanto ela rebolava pra sentir bem meu pau.

A Mayte levantou de novo. Virou de costas pra mim e sentou de novo com meu pau no cu dela. Jogou o corpo pra trás pra ficar bem colada em mim. A gente se beijou de novo, e eu agarrei os peitinhos dela. Desci minhas mãos pelo vestido até chegar no final. Enfiei as mãos por baixo do vestido e, enquanto uma mão acariciava uma das coxas grossas dela, a outra subiu até chegar na buceta. Aproveitando o buraco da meia-calça, enfiei por dentro da calcinha fio dental e masturbei ela enquanto metia no cu.

Tirei o dedo bem molhado da buceta dela, e a Mayte chupou ele. A Mayte se inclinou pra frente até apoiar as mãos na porta. Começou a se mexer mais rápido e não diminuiu a velocidade até eu gozar dentro daquela delícia de cu. Ela começou a se mexer bem devagar com meu pau cheio de porra dentro da camisinha.

A Mayte ajoelhou e chupou meu pau com a camisinha. Depois tirou e, com a língua, deixou meu pau bem limpinho. Me vesti, e a gente voltou. o resto do pessoal.

Depois de comer alguma coisa, fomos a mais uns bares. Já tinha escurecido quando saímos do último. Fomos nos despedindo e desejando uma boa noite e um feliz Natal. O marido da Mayte tinha ido pra casa antes, e eu ia levá-la até a casa dela. Assim que entramos no carro, não consegui me segurar mais e comecei a acariciar as pernas dela de novo. Eu tava dirigindo quando a Mayte levantou a saia e mandou eu olhar. Me deixou louco ver aquelas pernas longas com o furo na meia e aquela calcinha fio dental branca. Quando parei num semáforo, minha mão subiu pela perna até chegar na buceta dela, onde enfiei um dedo e a masturbei até o sinal ficar verde.

Ficamos com tanto tesão de novo que fomos pra um distrito industrial e estacionamos num lugar sem gente e sem luz nas fábricas. Começamos a nos beijar e rapidinho a mão da Mayte pegou no meu pacote. Ela desabotoou minha calça e começou a me masturbar. A Mayte se inclinou pra frente pra me fazer um boquete. Comecei a acariciar o cabelo dela, enquanto de vez em quando apertava a cabeça dela contra mim pra enfiar meu pau inteiro na boca dela.

Recostei meu banco pra trás pra ter mais espaço com o volante, e a Mayte sentou em cima de mim. Nos beijamos de novo e acariciei as coxas grossas dela. Tirei a jaqueta dela pra poder acariciar os peitos por cima do vestido. Voltei pras pernas dela pra acariciar de novo. Fui subindo minhas mãos pelas pernas dela. Enfiei elas dentro do vestido e continuei subindo pela barriga até chegar nos peitos dela, que acariciei.

Levantei o vestido da Mayte e, quando os peitos dela ficaram de fora, ela pegou e tirou o vestido. A Mayte tava espetacular em cima de mim. Os peitinhos dela foram rapidamente lambidos pela minha língua. A Mayte colocou uma camisinha em mim e, aproveitando o furo da meia de novo, sentou enfiando meu pau na buceta dela. Enquanto a gente transava, chupei os peitos dela e acariciei as coxas grossas. Me deixava louco ver a Mayte tão pelada, se mexendo que nem uma louca com meu pau na buceta dela e as tetas encharcadas da minha saliva.
Mayte e eu nos beijávamos, nos abraçando forte enquanto minha pica continuava entrando e saindo da buceta molhadíssima dela. Quando ela gozou, eu estava chupando os peitos dela, e ela apertou minha cabeça contra os seios com as mãos.

Minha pica mudou de buraco e entrou no cu da Mayte. Enquanto eu metia no cu dela, Mayte beijava meu pescoço, o que me deixava ainda mais tesudo. Ela pulava sem parar, e eu sentia minha pica entrando e saindo do cu dilatado dela. Quando eu ia gozar, avisei, e ela começou a fazer círculos com a bunda até eu estourar dentro. Quando isso aconteceu, empurrei ela pelos ombros para baixo, para enfiar ainda mais minha pica no cu dela. Isso fez Mayte soltar um grito, metade prazer, metade dor.

Ficamos nos beijando por um tempo, com minha pica ainda no cu dela. Mayte sentou de novo no banco do carona. Tirou a camisinha e chupou minha pica para limpar. Quando ficou limpa, nos beijamos mais um pouco, enquanto eu acariciava os peitos dela, antes de ela se vestir e eu levá-la para casa.

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