O cansaço acumulado durante aquela tarde fez com que a gente passasse ela numa boa. Depois de um tempão no bar do condomínio, a gente aproveitou as últimas horas de sol se banhando na piscina, dessa vez sem fazer nenhum tipo de "joguinho". Quando eu e minha irmã chegamos em casa, nossos pais não estavam, tinham deixado um post-it na porta dizendo que foram dar uma volta. A verdade é que pores do sol como aquele davam vontade de caminhar sossegado, sem se render ao sol escaldante da tarde. Embora eu soubesse que eu e a Laura íamos ficar sozinhos por um bom tempo, preferia que esses momentos passassem na tranquilidade, sem os sustos que a gente tava se acostumando a ter. O que eu mais queria era um banho morno pra tirar o cloro da pele e descansar de boa, sem pressa e em silêncio. Mas claro, minha irmãzinha via a oportunidade com outros olhos, e a culpa era minha, por ter transformado ela numa putinha insaciável, fazer o quê... Falei pra ela, sim, que o que eu queria naquele momento era descansar, porque tava exausto depois de ter fodido o cu dela com gosto. Ela pareceu entender, e deixei ela no nosso quarto se trocando enquanto eu preparava o banho. Sentir o contato com a água morna foi como renascer, e junto com a espuma abundante que me cobria, criava uma sensação de paz e sossego que eu precisava. Mas só durou uns dois minutos, o tempo que minha irmãzinha levou pra aparecer na porta, completamente pelada, com as tetas balançando, se movendo ritmadamente no compasso dos passos dos pés descalços.
- Desculpa, Javi, não queria te incomodar, liga se eu fizer um xixi? É que tô morrendo de vontade de mijar - disse ela, inocente.
- Sabe que não - falei, tirando uma mão da água e dando um tapa na bunda dela.
Erro crasso meu. Quando achei que ela ia mijar que nem todo mundo, me surpreendeu entrando na banheira, ficando de pé, com as pernas de ambos lados do meu corpo. E sem dizer uma palavra, um jorro dourado e ardente saiu a pressão pela sua bucetinha raspada, que foi desfazendo a espuma e borbulhando sobre minha barriga. Laura foi inclinando o corpo lentamente para trás enquanto com uma mão abria os lábios para direcionar com precisão seu mijo, que foi subindo pelo meu peito, pelo meu pescoço, e quando chegou na altura do meu rosto, não sei por que motivo, mas não fechei a boca, que foi se enchendo do líquido ardente. Tomei cuidado para não engolir, e conforme enchia a boca, eu expelia para senti-la cheia de novo. O mijo da minha irmãzinha cobriu minha cabeça, e antes que terminasse, desceu de novo pelo meu corpo, me regando com um jorro cada vez mais fraco, até a última gota. Eu fiquei durasso, mais do que pela surpresa, por perceber que tudo aquilo não me dava nenhum nojo, muito pelo contrário, me excitava pra caralho, e sentia um nível de conexão com minha irmã que tornava aquele ato algo excitante. Laura deitou o corpo contra o meu, entre pequenas ondas onde se misturavam a água e a urina dela, e me beijou, compartilhando o gosto que seu mijo tinha deixado na minha boca. Senti meu pau endurecer contra as coxas dela, aquele nível de depravação me deixava louco.
- Você não tá com vontade de mijar, irmãozinho? - Ela disse com cara de safada enquanto, com um empurrão, se deitava de barriga pra cima na banheira.
Me segurando como pude com uma mão apoiada na parede e a outra no box da banheira, fiquei de pé, colocando os pés de ambos os lados da cintura da minha irmã, que tava doida pra sentir como o irmão devolvia o "favor". Ela abriu as pernas juntando os joelhos contra as laterais da banheira, o que me dava uma visão perfeita da bucetinha dela aberta, com as mãos apertou os peitões enormes aproximando eles do rosto, uma cara de putinha safada que, com a boca aberta e a língua de fora, pedia pra ser regada inteira. A ereção monstra que eu tava fez o primeiro O jato de mijo foi direto na parede, então, assim que tive certeza de que não ia levar um tombo daqueles, usei uma das mãos que me apoiavam pra guiar meu pau e ir descendo pelo corpo da minha irmãzinha. Parecia que a cena tava em câmera lenta. O mijo foi escorrendo pelo cabelo da minha irmã, e por um bom tempo eu dirigi ele pra boquinha dela, que não parava de transbordar — enchia a boca, ela cuspia, e a urina enchia de novo. Quando chegou nas tetonas enormes dela, senti até respingar em mim, fiquei ali brincando um tempão até que, vendo minha bexiga esvaziando aos poucos, apontei pra xerequinha raspada dela. O som do jato forte naquela cavidade me deixava louco, ainda mais vendo que, com a pressão, a Laura tava tendo um orgasmo dos bons. Sabendo que a gente tava sozinho, ela nem tentou segurar os gritos.
— Continua, Javi, continua...!!! Não para agoraaaaaaaaa...!!!
Conforme sentia o jato perdendo força, fui me ajoelhando pra ela sentir mais perto, pra não parar de gozar que nem uma louca. Finalmente percebi que faltavam segundos pra eu esvaziar de vez, então, me largando de uma vez, enfiei tudo na minha irmã até o fundo. O último jato daquela mijada terminou dentro do corpo da Laura, que, se mexendo que nem uma doida, subia e descia a bunda pra prolongar aquele orgasmo; eu mal me mexia, era minha irmã que, de baixo, me fodia que nem um bicho, sem parar de gritar nem de se contorcer, fazendo a água transbordar da banheira e encharcar o chão do banheiro. Eu não aguentava mais, quando senti que ia gozar, acompanhei os movimentos dela enfiando até o fundo, apertando meu corpo contra o dela pra gozar no cantinho mais escondido daquela buceta sem igual. Três jatos fortes de esperma quente nas entranhas dela arrancaram o último orgasmo, com um uivo desgraçado que me fez pensar... que tinha me machucado de verdade. Nada mais longe da realidade, o tempo que meu pau foi perdendo força dentro dela, ela dedicou a recuperar o fôlego, respirando de boca aberta, ofegando como um animal. O silêncio voltou ao banheiro, e a água parou de se mexer como se estivesse fervendo. Sem me levantar de cima dela, tirei meu membro de dentro e a abracei. De volta ao normal, embora com o rosto vermelho depois da onda de sensações que acabara de experimentar, ela me beijou com ternura.
- Te amo, irmãozinho - sussurrou docemente, com um tom de voz que denotava o cansaço que tinha depois daquele banho agitado.
- E eu a você, Laurinha - respondi.
- Quero que você me coma sempre, que aconteça o que acontecer amanhã, continue me fazendo a mulher mais feliz do mundo.
- Sabe que vou fazer o impossível pra tudo continuar igual agora - falei com sinceridade.
Voltamos a nos beijar, de novo com uma doçura que parecia ilógica comparada com o que tínhamos acabado de fazer minutos atrás. Passamos um bom tempo trocando olhares e beijos que não combinavam em nada com o ideal de amor que se espera entre dois irmãos.
- É melhor a gente sair e pegar o pano pra arrumar essa bagunça - falei depois de um momento.
Antes de fazer isso, esvaziamos a banheira e tomamos banho um no outro pra nos limpar direito. Depois de secos, vestidos e com o chão do banheiro brilhando, sem sinais que pudessem denunciar a anterior "batalha naval", saímos pra varanda com dois refrigerantes e ficamos conversando sobre o que estava acontecendo conosco até nossos pais aparecerem, uma hora depois, de volta do passeio que tinham feito à tarde. Era incrível, as experiências que estávamos tendo, entre nós e com os vizinhos, tinham resultado numa situação que não precisava ser insustentável se a gente conseguisse manter o segredo. A sintonia que Laura e eu sentíamos era tanta que tínhamos chegado a um ponto em que era impossível distinguir se aquilo era uma profunda admiração pelo outro, puro vício ou, o que achávamos mais provável, um apaixonamento tão forte que não podia ser satisfeito só com sexo, mas que os olhares, as palavras e os beijos furtivos podiam suprir — ou tornar mais suportáveis — às vezes as sessões com que aplacávamos nossas paixões mais baixas. Até a Laura chegou a sugerir que, num futuro próximo em que a situação ficasse insustentável, passássemos os verões em casal com os vizinhos. Porque ver dois irmãos juntos o tempo todo podia dar margem a opiniões nada recomendáveis se quiséssemos manter aquela relação, mas não teria nada de estranho ver que, num verão, eu e a Alicia de um lado, e a Laura e o Manu do outro, fôssemos os casais que uma sociedade como a nossa aprovaria sem problemas. Tal era a sintonia que tínhamos com os vizinhos. Disso tudo ficamos falando até que minha irmã, com um sorriso bem irônico, e por mais estranho que parecesse naquela altura, me fez corar.
— Você gostou de me ver naquele dia dando uma trepada com a Alicia? — ela me disse.
— Porra, se gostei — respondi convicto.
— Não me desagrada nada, verdade que nunca tinha pensado nisso, mas a real é que adorei. E ela também não faz cara feia; sabe de uma coisa? outro dia a gente fez de novo, mesmo sem você e o Manu de testemunhas.
— Porra, irmãzinha, dessas coisas se avisa... — falei decepcionado.
— Então você gostaria de nos ver dando uma trepada só nós duas...?
— O que você acha? Mas depois teria que me deixar participar.
— Claro, você e o Manu, não esquece dele.
— Já sei, já sei, o Manu também — falei.
— Pois já que estamos falando nisso, também gostaria de ver você dando uma trepada com ele — disse a Laura com um sorriso depravado.
— Cooooomo assim??? — não acreditei no que minha irmã dizia.
— Isso mesmo, ver vocês dois "em ação".
— Nada disso — falei categórico.
— Claro que depois a Alicia e eu entraríamos pra participar... - Mas o que você tá dizendo? Eu não curto caras, não.
- É, igual uns dias atrás você também não curtia coisas tipo dar e receber um banho dourado...
- Laura, buceta, para com isso...
- Faz por mim, por favoooor - ela disse rindo enquanto se jogava em cima de mim pra me fazer a bola descaradamente, me abraçando.
- Que não, não insiste - respondi tentando me soltar dos braços dela.
Naquele momento, ouvimos umas vozes do lado de fora do terreno, eram nossos pais. A gente se recompôs, sentou de novo cada um numa cadeira e fingiu que estava ali fora falando de coisas sem importância. Depois de cumprimentá-los e inventar uma desculpa pra contar o que a gente tinha feito a tarde toda, eles entraram em casa, não sem antes minha mãe pedir pra minha irmã acompanhá-la pra dentro pra ajudar a pôr a mesa. Laura levantou e, ao passar por mim, se aproximou e falou no meu ouvido:
- Bom, a gente vai ver, irmãozinho, a gente vai ver.
E rindo, entrou pra dentro, me deixando no alpendre me perguntando por que minha irmã sempre era tão teimosa quando metia uma ideia na cabeça.
Depois de uma noite super tranquila em casa, fui o primeiro a me enfiar na cama porque tava realmente cansado, apagando na hora. Apesar de ter ido dormir relativamente cedo, foi ótimo pra descansar do dia que tive, mas a noite foi agitada nos meus sonhos. Uns sonhos estranhos pra caralho, por sinal. Uns sonhos onde minha irmã aparecia, nua, me levando pela mão até a casa dos vizinhos. A porta tava aberta, e a gente subia as escadas do chalé da Alicia e do Manu até o quarto dos dois irmãos. Eu não conseguia tirar os olhos da rabetão da minha irmã, que, insinuante, balançava de um lado pro outro conforme os passos dela subiam um degrau atrás do outro. Eu esticava o braço que a minha Laurita não segurava pra pegar naquela bunda, pra explorar com meus dedos a... Entreperna, pra sentir aquele cantinho quente e molhado, mas assim que a ponta dos meus dedos roçava a pele dela, ela parava no meio da escada e tirava minha mão. Subimos e subimos, aquela escada que levava ao quarto parecia não ter fim, e pouco me importava se a vista na minha frente era aquele corpo tão conhecido, nu, tão desejado há pouco tempo... finalmente acabamos a escada e chegamos no andar onde ficava o corredor que dava no quarto. Lá, minha irmã parou, soltou meu braço e estendeu a mão na direção do quarto. O corredor era estranhamente comprido, e a única luz que iluminava era a do quarto no fundo. Ela me convidava a fazer aquele último trajeto sozinho. Andei até o fim, abri de vez a porta do quarto que estava entreaberta e lá me deparei com a Alicia, nua em cima da cama. Ela estava me esperando, e assim que me viu, se jogou em cima de mim pronta pra chupar minha rola. Não tinha percebido, mas eu também estava nu, e quando as lambidas da vizinha conseguiram arrepiar minha pele, decidi parar, afastando a boca dela do meu pau duro. Fui retribuir o favor pra devorar aquela bucetinha depilada, mas Alicia me parou. Ela se virou, ficou de quatro na cama e virou a cabeça pra me mandar foder o cu dela.
- Vem aqui, Javi. Quero que você arrebente meu cu com esse pauzão que você tem...
Se na vida real eu não precisava de muita enrolação, não ia fazer diferente no sonho. Me posicionei atrás dela, mirei bem e comecei a meter a rola no cu apertado e ardente dela, devagar. Era tão real... Sentia como ia entrando milímetro por milímetro, como as paredes daquele cu glorioso apertavam minha rola ao máximo, como a temperatura subia na minha cabecinha enquanto perfurava aquele túnel que queimava. Então, quando sentia que a bunda dela oferecia resistência no fundo, eu tirava a rola bem devagar pra meter de novo. introduzir nas entranhas dela. Os movimentos foram aumentando de intensidade, e de vez em quando tirava tudo pra ver como o esfíncter dilatado e aberto voltava ao normal. Aí continuava a enrabada, cada vez com menos esforço, o quanto a Alicia tava lubrificada e o trabalho que meu líquido pré-seminal também ajudava fazia tudo ir às mil maravilhas. Tava curtindo pra caralho fodendo aquele cu maravilhoso, nós dois sincronizávamos os movimentos perfeitamente, até dava pra jurar que gemíamos juntos, a Alicia soltava o ar pelo nariz na mesma hora que eu gemia de prazer.
De repente minha irmã apareceu na cena, senti as mãos dela acariciando minhas costas, a boca no meu pescoço, os peitos apertados contra meu lado.
- Fode ela, irmãozinho, vai, mais forte, dá porrada nessa putinha - ela sussurrava enquanto dava um tapa sonoro na bunda da vizinha.
Fiz isso, e no quarto ecoaram os sons das minhas bolas batendo no períneo dela. Tava enfiando até o fundo, o que deixava ela louca de prazer, como pude perceber ouvindo a respiração dela acelerar. Minha irmã se afastou de mim pra se aproximar do rosto da vizinha, que não conseguia ver nada porque eu tava comendo ela por trás. De repente, Laura abriu uma gaveta do criado-mudo que tava do lado da cama e tirou alguma coisa. Era um espelho. Colocou na frente do rosto da Alicia pra ela ver a cara que a vizinha tava fazendo ao levar uma enrabada daquelas. Mas o que vi me deixou chocado na hora que comecei a gozar igual um louco. A cara no espelho não era da Alicia, era do Manu!!
Me afastei e, quando olhei pra baixo, vi uma bunda empinada cheia de porra escorrendo, mas o que mais me chamou a atenção foi que, debaixo daquela bunda, no lugar onde devia ter uma bucetinha lisinha, tava o pau duro do vizinho. Caí de uma vez na outra cama e vi que a pessoa que se virava na cama não era a Alicia, mas o mano, que com uma cara de felicidade infinita, guiava a cabeça da minha irmã na direção do pau dela pra que, naquele quarto, fôssemos dois a curtir um orgasmo. Num piscar de olhos, jorros de porra transbordavam a boca da Laura, que fazia de tudo pra engolir. Eu continuava paralisado. Os outros dois sorriam. Não sei quanto tempo aquilo durou nem o que aconteceu depois, mas um formigamento estranho percorria minha entreperna.
Agora sei o que era. Assim que acordei, a primeira coisa que vi foi um volume se mexendo em cima de mim. Levantei de repente, fazendo o volume cair no chão.
Porra, era minha irmãzinha, que se esforçava pra me acordar fazendo um boquete como só ela sabe fazer.
- Javi, piranha, você me jogou da cama - disse Laura se levantando e direcionando de novo a boca pro meu pau duro.
- Mas você é louca?! O que cê tá fazendo? Se mamãe e papai nos veem, a gente morre várias vezes...
- Eles não estão - disse como se aquilo fosse tão óbvio que só perguntar já fosse idiotice - foram há um tempinho pra cidade fazer compras e ainda precisam passar na cidade vizinha pra não sei o quê do banco.
- Porra, que susto - falei, me deixando cair de novo na cama e deixando minha irmã continuar lambendo meu pau.
- O que você sonhou essa noite? - ela perguntou enquanto trocava a mão pela boca.
Porra, como assim o que eu tinha sonhado essa noite. Qualé, não me fode, será que eu passei a noite inteira gritando e narrando o sonho como se fosse um comentarista de futebol no rádio? Como caralhos ela podia perguntar isso? E como ela podia saber que aquele sonho tinha sido tão... estranho? Se ela perguntou, é porque ou minha irmã tem um dom sobrenatural que permite saber os sonhos dos outros, ou sei lá por quê.
- Ah, não lembro, por que você pergunta? - falei tentando parecer natural na resposta.
- Por nada, só que quando papai e mamãe saíram há pouco e eu tirei o lençol pra chupar esse seu pau —que tanto eu gosto—interrompeu a narração por uns segundos pra levar de novo à boca, como se quisesse dar mais ênfase nas palavras—, você tava com a cueca... como dizer, meio... grudenta, ou seja, que gozada noturna você teve. Olha só, me tendo aqui na mão, que desperdício—disse sorrindo bem antes de continuar com seu jeito peculiar de me acordar.
Porra, e ainda tem gente que acredita em coincidências. Bom, no fim das contas era um sonho, e aquela forma de acordar bem merecia surpresas de todo tipo. Laura percebeu que eu ia gozar em breve, e a safada parou quando, em mais seis ou sete lambidas, eu teria feito uma máscara de porra nela.
— Bom, vamos, hora do café, daqui a 20 minutos eles chegam, e quero você em plena forma.
PRÓXIMO POST:http://www.poringa.net/posts/relatos/2950963/De-vacaciones-con-mi-Hermana-menor-10.html
- Desculpa, Javi, não queria te incomodar, liga se eu fizer um xixi? É que tô morrendo de vontade de mijar - disse ela, inocente.
- Sabe que não - falei, tirando uma mão da água e dando um tapa na bunda dela.
Erro crasso meu. Quando achei que ela ia mijar que nem todo mundo, me surpreendeu entrando na banheira, ficando de pé, com as pernas de ambos lados do meu corpo. E sem dizer uma palavra, um jorro dourado e ardente saiu a pressão pela sua bucetinha raspada, que foi desfazendo a espuma e borbulhando sobre minha barriga. Laura foi inclinando o corpo lentamente para trás enquanto com uma mão abria os lábios para direcionar com precisão seu mijo, que foi subindo pelo meu peito, pelo meu pescoço, e quando chegou na altura do meu rosto, não sei por que motivo, mas não fechei a boca, que foi se enchendo do líquido ardente. Tomei cuidado para não engolir, e conforme enchia a boca, eu expelia para senti-la cheia de novo. O mijo da minha irmãzinha cobriu minha cabeça, e antes que terminasse, desceu de novo pelo meu corpo, me regando com um jorro cada vez mais fraco, até a última gota. Eu fiquei durasso, mais do que pela surpresa, por perceber que tudo aquilo não me dava nenhum nojo, muito pelo contrário, me excitava pra caralho, e sentia um nível de conexão com minha irmã que tornava aquele ato algo excitante. Laura deitou o corpo contra o meu, entre pequenas ondas onde se misturavam a água e a urina dela, e me beijou, compartilhando o gosto que seu mijo tinha deixado na minha boca. Senti meu pau endurecer contra as coxas dela, aquele nível de depravação me deixava louco.
- Você não tá com vontade de mijar, irmãozinho? - Ela disse com cara de safada enquanto, com um empurrão, se deitava de barriga pra cima na banheira.
Me segurando como pude com uma mão apoiada na parede e a outra no box da banheira, fiquei de pé, colocando os pés de ambos os lados da cintura da minha irmã, que tava doida pra sentir como o irmão devolvia o "favor". Ela abriu as pernas juntando os joelhos contra as laterais da banheira, o que me dava uma visão perfeita da bucetinha dela aberta, com as mãos apertou os peitões enormes aproximando eles do rosto, uma cara de putinha safada que, com a boca aberta e a língua de fora, pedia pra ser regada inteira. A ereção monstra que eu tava fez o primeiro O jato de mijo foi direto na parede, então, assim que tive certeza de que não ia levar um tombo daqueles, usei uma das mãos que me apoiavam pra guiar meu pau e ir descendo pelo corpo da minha irmãzinha. Parecia que a cena tava em câmera lenta. O mijo foi escorrendo pelo cabelo da minha irmã, e por um bom tempo eu dirigi ele pra boquinha dela, que não parava de transbordar — enchia a boca, ela cuspia, e a urina enchia de novo. Quando chegou nas tetonas enormes dela, senti até respingar em mim, fiquei ali brincando um tempão até que, vendo minha bexiga esvaziando aos poucos, apontei pra xerequinha raspada dela. O som do jato forte naquela cavidade me deixava louco, ainda mais vendo que, com a pressão, a Laura tava tendo um orgasmo dos bons. Sabendo que a gente tava sozinho, ela nem tentou segurar os gritos.
— Continua, Javi, continua...!!! Não para agoraaaaaaaaa...!!!
Conforme sentia o jato perdendo força, fui me ajoelhando pra ela sentir mais perto, pra não parar de gozar que nem uma louca. Finalmente percebi que faltavam segundos pra eu esvaziar de vez, então, me largando de uma vez, enfiei tudo na minha irmã até o fundo. O último jato daquela mijada terminou dentro do corpo da Laura, que, se mexendo que nem uma doida, subia e descia a bunda pra prolongar aquele orgasmo; eu mal me mexia, era minha irmã que, de baixo, me fodia que nem um bicho, sem parar de gritar nem de se contorcer, fazendo a água transbordar da banheira e encharcar o chão do banheiro. Eu não aguentava mais, quando senti que ia gozar, acompanhei os movimentos dela enfiando até o fundo, apertando meu corpo contra o dela pra gozar no cantinho mais escondido daquela buceta sem igual. Três jatos fortes de esperma quente nas entranhas dela arrancaram o último orgasmo, com um uivo desgraçado que me fez pensar... que tinha me machucado de verdade. Nada mais longe da realidade, o tempo que meu pau foi perdendo força dentro dela, ela dedicou a recuperar o fôlego, respirando de boca aberta, ofegando como um animal. O silêncio voltou ao banheiro, e a água parou de se mexer como se estivesse fervendo. Sem me levantar de cima dela, tirei meu membro de dentro e a abracei. De volta ao normal, embora com o rosto vermelho depois da onda de sensações que acabara de experimentar, ela me beijou com ternura.
- Te amo, irmãozinho - sussurrou docemente, com um tom de voz que denotava o cansaço que tinha depois daquele banho agitado.
- E eu a você, Laurinha - respondi.
- Quero que você me coma sempre, que aconteça o que acontecer amanhã, continue me fazendo a mulher mais feliz do mundo.
- Sabe que vou fazer o impossível pra tudo continuar igual agora - falei com sinceridade.
Voltamos a nos beijar, de novo com uma doçura que parecia ilógica comparada com o que tínhamos acabado de fazer minutos atrás. Passamos um bom tempo trocando olhares e beijos que não combinavam em nada com o ideal de amor que se espera entre dois irmãos.
- É melhor a gente sair e pegar o pano pra arrumar essa bagunça - falei depois de um momento.
Antes de fazer isso, esvaziamos a banheira e tomamos banho um no outro pra nos limpar direito. Depois de secos, vestidos e com o chão do banheiro brilhando, sem sinais que pudessem denunciar a anterior "batalha naval", saímos pra varanda com dois refrigerantes e ficamos conversando sobre o que estava acontecendo conosco até nossos pais aparecerem, uma hora depois, de volta do passeio que tinham feito à tarde. Era incrível, as experiências que estávamos tendo, entre nós e com os vizinhos, tinham resultado numa situação que não precisava ser insustentável se a gente conseguisse manter o segredo. A sintonia que Laura e eu sentíamos era tanta que tínhamos chegado a um ponto em que era impossível distinguir se aquilo era uma profunda admiração pelo outro, puro vício ou, o que achávamos mais provável, um apaixonamento tão forte que não podia ser satisfeito só com sexo, mas que os olhares, as palavras e os beijos furtivos podiam suprir — ou tornar mais suportáveis — às vezes as sessões com que aplacávamos nossas paixões mais baixas. Até a Laura chegou a sugerir que, num futuro próximo em que a situação ficasse insustentável, passássemos os verões em casal com os vizinhos. Porque ver dois irmãos juntos o tempo todo podia dar margem a opiniões nada recomendáveis se quiséssemos manter aquela relação, mas não teria nada de estranho ver que, num verão, eu e a Alicia de um lado, e a Laura e o Manu do outro, fôssemos os casais que uma sociedade como a nossa aprovaria sem problemas. Tal era a sintonia que tínhamos com os vizinhos. Disso tudo ficamos falando até que minha irmã, com um sorriso bem irônico, e por mais estranho que parecesse naquela altura, me fez corar.
— Você gostou de me ver naquele dia dando uma trepada com a Alicia? — ela me disse.
— Porra, se gostei — respondi convicto.
— Não me desagrada nada, verdade que nunca tinha pensado nisso, mas a real é que adorei. E ela também não faz cara feia; sabe de uma coisa? outro dia a gente fez de novo, mesmo sem você e o Manu de testemunhas.
— Porra, irmãzinha, dessas coisas se avisa... — falei decepcionado.
— Então você gostaria de nos ver dando uma trepada só nós duas...?
— O que você acha? Mas depois teria que me deixar participar.
— Claro, você e o Manu, não esquece dele.
— Já sei, já sei, o Manu também — falei.
— Pois já que estamos falando nisso, também gostaria de ver você dando uma trepada com ele — disse a Laura com um sorriso depravado.
— Cooooomo assim??? — não acreditei no que minha irmã dizia.
— Isso mesmo, ver vocês dois "em ação".
— Nada disso — falei categórico.
— Claro que depois a Alicia e eu entraríamos pra participar... - Mas o que você tá dizendo? Eu não curto caras, não.
- É, igual uns dias atrás você também não curtia coisas tipo dar e receber um banho dourado...
- Laura, buceta, para com isso...
- Faz por mim, por favoooor - ela disse rindo enquanto se jogava em cima de mim pra me fazer a bola descaradamente, me abraçando.
- Que não, não insiste - respondi tentando me soltar dos braços dela.
Naquele momento, ouvimos umas vozes do lado de fora do terreno, eram nossos pais. A gente se recompôs, sentou de novo cada um numa cadeira e fingiu que estava ali fora falando de coisas sem importância. Depois de cumprimentá-los e inventar uma desculpa pra contar o que a gente tinha feito a tarde toda, eles entraram em casa, não sem antes minha mãe pedir pra minha irmã acompanhá-la pra dentro pra ajudar a pôr a mesa. Laura levantou e, ao passar por mim, se aproximou e falou no meu ouvido:
- Bom, a gente vai ver, irmãozinho, a gente vai ver.
E rindo, entrou pra dentro, me deixando no alpendre me perguntando por que minha irmã sempre era tão teimosa quando metia uma ideia na cabeça.
Depois de uma noite super tranquila em casa, fui o primeiro a me enfiar na cama porque tava realmente cansado, apagando na hora. Apesar de ter ido dormir relativamente cedo, foi ótimo pra descansar do dia que tive, mas a noite foi agitada nos meus sonhos. Uns sonhos estranhos pra caralho, por sinal. Uns sonhos onde minha irmã aparecia, nua, me levando pela mão até a casa dos vizinhos. A porta tava aberta, e a gente subia as escadas do chalé da Alicia e do Manu até o quarto dos dois irmãos. Eu não conseguia tirar os olhos da rabetão da minha irmã, que, insinuante, balançava de um lado pro outro conforme os passos dela subiam um degrau atrás do outro. Eu esticava o braço que a minha Laurita não segurava pra pegar naquela bunda, pra explorar com meus dedos a... Entreperna, pra sentir aquele cantinho quente e molhado, mas assim que a ponta dos meus dedos roçava a pele dela, ela parava no meio da escada e tirava minha mão. Subimos e subimos, aquela escada que levava ao quarto parecia não ter fim, e pouco me importava se a vista na minha frente era aquele corpo tão conhecido, nu, tão desejado há pouco tempo... finalmente acabamos a escada e chegamos no andar onde ficava o corredor que dava no quarto. Lá, minha irmã parou, soltou meu braço e estendeu a mão na direção do quarto. O corredor era estranhamente comprido, e a única luz que iluminava era a do quarto no fundo. Ela me convidava a fazer aquele último trajeto sozinho. Andei até o fim, abri de vez a porta do quarto que estava entreaberta e lá me deparei com a Alicia, nua em cima da cama. Ela estava me esperando, e assim que me viu, se jogou em cima de mim pronta pra chupar minha rola. Não tinha percebido, mas eu também estava nu, e quando as lambidas da vizinha conseguiram arrepiar minha pele, decidi parar, afastando a boca dela do meu pau duro. Fui retribuir o favor pra devorar aquela bucetinha depilada, mas Alicia me parou. Ela se virou, ficou de quatro na cama e virou a cabeça pra me mandar foder o cu dela.
- Vem aqui, Javi. Quero que você arrebente meu cu com esse pauzão que você tem...
Se na vida real eu não precisava de muita enrolação, não ia fazer diferente no sonho. Me posicionei atrás dela, mirei bem e comecei a meter a rola no cu apertado e ardente dela, devagar. Era tão real... Sentia como ia entrando milímetro por milímetro, como as paredes daquele cu glorioso apertavam minha rola ao máximo, como a temperatura subia na minha cabecinha enquanto perfurava aquele túnel que queimava. Então, quando sentia que a bunda dela oferecia resistência no fundo, eu tirava a rola bem devagar pra meter de novo. introduzir nas entranhas dela. Os movimentos foram aumentando de intensidade, e de vez em quando tirava tudo pra ver como o esfíncter dilatado e aberto voltava ao normal. Aí continuava a enrabada, cada vez com menos esforço, o quanto a Alicia tava lubrificada e o trabalho que meu líquido pré-seminal também ajudava fazia tudo ir às mil maravilhas. Tava curtindo pra caralho fodendo aquele cu maravilhoso, nós dois sincronizávamos os movimentos perfeitamente, até dava pra jurar que gemíamos juntos, a Alicia soltava o ar pelo nariz na mesma hora que eu gemia de prazer.
De repente minha irmã apareceu na cena, senti as mãos dela acariciando minhas costas, a boca no meu pescoço, os peitos apertados contra meu lado.
- Fode ela, irmãozinho, vai, mais forte, dá porrada nessa putinha - ela sussurrava enquanto dava um tapa sonoro na bunda da vizinha.
Fiz isso, e no quarto ecoaram os sons das minhas bolas batendo no períneo dela. Tava enfiando até o fundo, o que deixava ela louca de prazer, como pude perceber ouvindo a respiração dela acelerar. Minha irmã se afastou de mim pra se aproximar do rosto da vizinha, que não conseguia ver nada porque eu tava comendo ela por trás. De repente, Laura abriu uma gaveta do criado-mudo que tava do lado da cama e tirou alguma coisa. Era um espelho. Colocou na frente do rosto da Alicia pra ela ver a cara que a vizinha tava fazendo ao levar uma enrabada daquelas. Mas o que vi me deixou chocado na hora que comecei a gozar igual um louco. A cara no espelho não era da Alicia, era do Manu!!
Me afastei e, quando olhei pra baixo, vi uma bunda empinada cheia de porra escorrendo, mas o que mais me chamou a atenção foi que, debaixo daquela bunda, no lugar onde devia ter uma bucetinha lisinha, tava o pau duro do vizinho. Caí de uma vez na outra cama e vi que a pessoa que se virava na cama não era a Alicia, mas o mano, que com uma cara de felicidade infinita, guiava a cabeça da minha irmã na direção do pau dela pra que, naquele quarto, fôssemos dois a curtir um orgasmo. Num piscar de olhos, jorros de porra transbordavam a boca da Laura, que fazia de tudo pra engolir. Eu continuava paralisado. Os outros dois sorriam. Não sei quanto tempo aquilo durou nem o que aconteceu depois, mas um formigamento estranho percorria minha entreperna.
Agora sei o que era. Assim que acordei, a primeira coisa que vi foi um volume se mexendo em cima de mim. Levantei de repente, fazendo o volume cair no chão.
Porra, era minha irmãzinha, que se esforçava pra me acordar fazendo um boquete como só ela sabe fazer.
- Javi, piranha, você me jogou da cama - disse Laura se levantando e direcionando de novo a boca pro meu pau duro.
- Mas você é louca?! O que cê tá fazendo? Se mamãe e papai nos veem, a gente morre várias vezes...
- Eles não estão - disse como se aquilo fosse tão óbvio que só perguntar já fosse idiotice - foram há um tempinho pra cidade fazer compras e ainda precisam passar na cidade vizinha pra não sei o quê do banco.
- Porra, que susto - falei, me deixando cair de novo na cama e deixando minha irmã continuar lambendo meu pau.
- O que você sonhou essa noite? - ela perguntou enquanto trocava a mão pela boca.
Porra, como assim o que eu tinha sonhado essa noite. Qualé, não me fode, será que eu passei a noite inteira gritando e narrando o sonho como se fosse um comentarista de futebol no rádio? Como caralhos ela podia perguntar isso? E como ela podia saber que aquele sonho tinha sido tão... estranho? Se ela perguntou, é porque ou minha irmã tem um dom sobrenatural que permite saber os sonhos dos outros, ou sei lá por quê.
- Ah, não lembro, por que você pergunta? - falei tentando parecer natural na resposta.
- Por nada, só que quando papai e mamãe saíram há pouco e eu tirei o lençol pra chupar esse seu pau —que tanto eu gosto—interrompeu a narração por uns segundos pra levar de novo à boca, como se quisesse dar mais ênfase nas palavras—, você tava com a cueca... como dizer, meio... grudenta, ou seja, que gozada noturna você teve. Olha só, me tendo aqui na mão, que desperdício—disse sorrindo bem antes de continuar com seu jeito peculiar de me acordar.
Porra, e ainda tem gente que acredita em coincidências. Bom, no fim das contas era um sonho, e aquela forma de acordar bem merecia surpresas de todo tipo. Laura percebeu que eu ia gozar em breve, e a safada parou quando, em mais seis ou sete lambidas, eu teria feito uma máscara de porra nela.
— Bom, vamos, hora do café, daqui a 20 minutos eles chegam, e quero você em plena forma.
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15 comentários - Férias com minha irmã mais nova (9)
Tremenda historia !!!
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos.
gracias por continuar con la historia ahi te van mis 10 (espero que no te tardes tanto esta vez)
Gran aporte