Nossos olhares já tinham se cruzado muitas vezes, seus olhos olhando minha boca, meus peitos, me despindo, meus olhos olhando seus lábios, suas mãos, te despindo... Reuniões de família chatas, com amigos, conhecidos, sempre nos cruzávamos, sempre nos olhávamos, sempre...
Não sei se vale a pena contar quem você é ou quem eu era naquele momento, mas pra entender a história, vocês, queridos leitores, precisam saber.
Ele era marido, companheiro, parceiro da irmã de, na época, uma amiga e colega de trabalho (por isso nos cruzávamos tantas vezes), alto, interessante, inteligente, mãos e lábios grandes. Nos apresentaram por obrigação, por coincidirmos no mesmo espaço e tempo, o olhar foi fulminante, inquietante, excitante. Desde então, trocamos só algumas palavras, de cortesia, mas os olhares... uuufff que olhares... Acho que nenhum de nós avançava por respeito ou indecisão, também nunca conversamos sobre isso.
Naquele meio-dia na festa de aniversário da Ana (amiga e colega de trabalho), no banheiro, eu vomitava todo o álcool que meu corpo não aguentou. Quando saí de lá, você estava na porta e me perguntou se eu tava bem, acariciando meu cabelo, eu disse que sim com a cabeça. — A gente deve um encontro pra gente. — Você acha? — falei sorrindo. E você concordou com a cabeça. — Não é o melhor momento aqui, mas vou te propor uma coisa: daqui a uns dias vai chegar uma carta no seu escritório, lá vai ter instruções. Não consegui falar mais nada, ele se despediu com um beijo na minha bochecha.
Terça-feira 13, 8h no escritório, relatórios, pastas, formulários, e aquele envelope estranho, verde... Abri curiosa, dentro uma nota dizendo um hotel, um dia e um horário, e você ainda mandava eu desligar o celular ao entrar no quarto e ir com roupa confortável. A chave do quarto 269, clichê... sim...
Não tinha assinatura, nada mais, não sabia se era você, se você ia, se eu ia. Tinha algumas horas pra decidir... O encontro era naquele mesmo dia às 13h, tesão, intriga, excitação tomavam meu corpo. e minha mente.
Saí do trabalho, fui pra casa, minha cabeça não parava de pensar, de imaginar, resolvi uns pendências, tomei banho, fui, no caminho mil perguntas rodavam na minha cabeça. Cheguei, 13h em ponto na porta de um hotel bonito e "discreto".
Na porta do quarto, com a chave na mão, hesitei de novo, mas meu corpo pedia pra entrar, me empurrava. Entrei, tinha um quartinho que servia de hall com uma mesinha, um abajur aceso, e o resto era escuridão. Olhei meu celular pela última vez pra atender o pedido dele. 13:13. Desliguei. Ao deixar na mesinha, vi outro bilhete que dizia: - apaga a luz e deixa toda a roupa na cama, já tá incomodando. Também tinha o celular dele, desligado. Apaguei a luz, e fui andando como dava até chegar perto da cama. Sentei, o coração batia a mil, não via quase nada...
Minhas mãos começaram a me despir, eu não tava consciente dos meus movimentos. A porta se abriu atrás de mim e lá estava você, parado, a luz do banheiro iluminava sua silhueta... Você tava de boxer e começou a andar na minha direção. De sutiã e calcinha, esperava tremendo até seu corpo se aproximar. Aconteceu, fizemos contato, nossos corpos se chocaram e nossas bocas se devoraram, se afundaram num beijo profundo, desesperado, faminto, sedento da saliva um do outro.
Era um ato de necessidade, de precisar do outro, difícil descrever a ansiedade de te tocar, de te sentir, de te beijar, de te chupar, seus lábios percorreram meu pescoço, meus peitos, minha barriga, meu umbigo, você arrancou minha calcinha, me jogou na cama, abriu minhas pernas e bebeu dos meus fluidos, derramados de paixão e tesão, sua língua e meu clitóris se tornaram um, eram a continuação um do outro, vibravam, eu me arrepiava, me contorcia, gemia, gritava, você se afundava mais em mim.
Com sua mão na minha cintura, você me virou e ficou por trás em cima de mim, tirou seu pau ereto do boxer e começou a esfregar ele de frente pra trás por toda minha buceta até meu cu. Você me penetrou. Suavemente, seu quadril começou a fazer pressão até que seu pau entrou inteiro na minha buceta. Você bombava, bombava que nem um endemoniado. A pressão que você fazia em mim me esquentava, me motivava, me desesperava, só pensava que queria mais e mais. Você gozou em poucos minutos, desabou sobre mim. Respirou fundo, sussurrou que era perfeito e sua boca beijou meu pescoço, minhas costas, minha cintura, minha bunda.
Você se jogou na cama de barriga pra cima, me olhou, se aproximou da minha boca e a gente se beijou suavemente...
Com poucas palavras, com mãos se procurando de novo, comecei a pensar que era o começo do fim de muitas coisas... será que azar existe, me perguntei?
Não sei se vale a pena contar quem você é ou quem eu era naquele momento, mas pra entender a história, vocês, queridos leitores, precisam saber.
Ele era marido, companheiro, parceiro da irmã de, na época, uma amiga e colega de trabalho (por isso nos cruzávamos tantas vezes), alto, interessante, inteligente, mãos e lábios grandes. Nos apresentaram por obrigação, por coincidirmos no mesmo espaço e tempo, o olhar foi fulminante, inquietante, excitante. Desde então, trocamos só algumas palavras, de cortesia, mas os olhares... uuufff que olhares... Acho que nenhum de nós avançava por respeito ou indecisão, também nunca conversamos sobre isso.
Naquele meio-dia na festa de aniversário da Ana (amiga e colega de trabalho), no banheiro, eu vomitava todo o álcool que meu corpo não aguentou. Quando saí de lá, você estava na porta e me perguntou se eu tava bem, acariciando meu cabelo, eu disse que sim com a cabeça. — A gente deve um encontro pra gente. — Você acha? — falei sorrindo. E você concordou com a cabeça. — Não é o melhor momento aqui, mas vou te propor uma coisa: daqui a uns dias vai chegar uma carta no seu escritório, lá vai ter instruções. Não consegui falar mais nada, ele se despediu com um beijo na minha bochecha.
Terça-feira 13, 8h no escritório, relatórios, pastas, formulários, e aquele envelope estranho, verde... Abri curiosa, dentro uma nota dizendo um hotel, um dia e um horário, e você ainda mandava eu desligar o celular ao entrar no quarto e ir com roupa confortável. A chave do quarto 269, clichê... sim...
Não tinha assinatura, nada mais, não sabia se era você, se você ia, se eu ia. Tinha algumas horas pra decidir... O encontro era naquele mesmo dia às 13h, tesão, intriga, excitação tomavam meu corpo. e minha mente.
Saí do trabalho, fui pra casa, minha cabeça não parava de pensar, de imaginar, resolvi uns pendências, tomei banho, fui, no caminho mil perguntas rodavam na minha cabeça. Cheguei, 13h em ponto na porta de um hotel bonito e "discreto".
Na porta do quarto, com a chave na mão, hesitei de novo, mas meu corpo pedia pra entrar, me empurrava. Entrei, tinha um quartinho que servia de hall com uma mesinha, um abajur aceso, e o resto era escuridão. Olhei meu celular pela última vez pra atender o pedido dele. 13:13. Desliguei. Ao deixar na mesinha, vi outro bilhete que dizia: - apaga a luz e deixa toda a roupa na cama, já tá incomodando. Também tinha o celular dele, desligado. Apaguei a luz, e fui andando como dava até chegar perto da cama. Sentei, o coração batia a mil, não via quase nada...
Minhas mãos começaram a me despir, eu não tava consciente dos meus movimentos. A porta se abriu atrás de mim e lá estava você, parado, a luz do banheiro iluminava sua silhueta... Você tava de boxer e começou a andar na minha direção. De sutiã e calcinha, esperava tremendo até seu corpo se aproximar. Aconteceu, fizemos contato, nossos corpos se chocaram e nossas bocas se devoraram, se afundaram num beijo profundo, desesperado, faminto, sedento da saliva um do outro.
Era um ato de necessidade, de precisar do outro, difícil descrever a ansiedade de te tocar, de te sentir, de te beijar, de te chupar, seus lábios percorreram meu pescoço, meus peitos, minha barriga, meu umbigo, você arrancou minha calcinha, me jogou na cama, abriu minhas pernas e bebeu dos meus fluidos, derramados de paixão e tesão, sua língua e meu clitóris se tornaram um, eram a continuação um do outro, vibravam, eu me arrepiava, me contorcia, gemia, gritava, você se afundava mais em mim.
Com sua mão na minha cintura, você me virou e ficou por trás em cima de mim, tirou seu pau ereto do boxer e começou a esfregar ele de frente pra trás por toda minha buceta até meu cu. Você me penetrou. Suavemente, seu quadril começou a fazer pressão até que seu pau entrou inteiro na minha buceta. Você bombava, bombava que nem um endemoniado. A pressão que você fazia em mim me esquentava, me motivava, me desesperava, só pensava que queria mais e mais. Você gozou em poucos minutos, desabou sobre mim. Respirou fundo, sussurrou que era perfeito e sua boca beijou meu pescoço, minhas costas, minha cintura, minha bunda.
Você se jogou na cama de barriga pra cima, me olhou, se aproximou da minha boca e a gente se beijou suavemente...
Com poucas palavras, com mãos se procurando de novo, comecei a pensar que era o começo do fim de muitas coisas... será que azar existe, me perguntei?
19 comentários - Martes 13
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos.