Rompiendole el culo a mili (17)

Uma silhueta surgiu entre as sombras, meus olhos tentavam se adaptar e perceber quem nos descobriu, quem soltou aquela exclamação de surpresa… eu conhecia aquela voz, depois reconheci o rosto dela, que com uma expressão entre horrorizada, decepcionada e até enojada nos encarava…

Era uma mulher… era a Vane, aquela gostosa que minutos antes queria que minhas mãos tocassem suas curvas bem definidas, agora descobria que tudo que eu imaginava ou desejava fazer com ela, eu tinha feito selvagemente com a Mili… e começou uma espécie de soluço decepcionado com o ego ferido…

Atrás dela surgiu outra imagem, dessa vez eram traços masculinos, eu o conhecia bem… era o Guille segurando o braço da Vane para tirá-la dali, mas ela, igual à Mili, estava paralisada… O Guille não perdeu a oportunidade de ver a cena toda, primeiro uma expressão de tesão e depois um rosto risonho e irônico, facilmente queria me dizer: parabéns… mas você se fodeu…

O Guille me explicou depois que foram com a Vane buscar uns drinks pro Javier e pra peituda, quando voltaram eles tinham sumido… depois do tapa que a Mili deu, o Javier pegou a peituda pra descontar a masculinidade ferida dele, vindo pro banheiro ao lado pra dominar ela pelo cu, coisa que não conseguiu fazer com a Mili…

Como a Vane também não me encontrava, e se sentia muito exposta pela roupa provocante que usava, pediu pro Guille acompanhá-la até um táxi. Imagino os olhares que os lobos da festa devem ter dado na Vane, que desconforto deve ter sido pra ela, que não estava acostumada a se vestir assim, muito menos a se sentir assediada…

No caminho até a porta, passando pelo jardim, a Vane perguntou o que era aquela construção, o Guille disse que era o banheiro, e a Vane, preocupada com a viagem longa até a casa dela, decidiu ir justamente no banheiro onde a gente estava…

A Mili e eu, mergulhados na nossa experiência gratificante, não ouvimos os passos deles no jardim… mas o problema não era eles, era os do lado, basicamente o Javier… com certeza ele ouviu a exclamação, mas não sabia que éramos nós. nós e, com certeza, também temíamos ser pegos no ato sexual…

Mas nossa identidade anônima não ficaria muito tempo escondida, já que a Vane, exaltada, se sentindo traída pela Mili, que estava com a bunda criminosamente saciada pelo cara que a Vane confessou que gostava…

- Como você pôde fazer isso comigo?... achei que você era minha amiga!… gritou a Vane, tentando se jogar em cima da Mili, mas foi segurada pelo Guille.

- Vem… deixa eles… vamos… tentava acalmar a Vane, enquanto ela se debatia com o Guille.

- Você é uma puta, Mili… me ouviu… uma puta… sentenciou a Vane, terminando de nos afundar, enquanto a Mili cobria o rosto, soluçando de vergonha.

Até aquele momento, o Javier e a peituda, que tinham ficado em silêncio pra não serem descobertos também, não sabiam que quem pegaram no flagra éramos eu e a Mili… mas depois do último grito da Vane, tudo acabou sendo revelado… pelo menos o Javier já sabia que do lado tinham comido a Mili, e como ele me mandou buscar ela, com certeza já desconfiava que era comigo…

- Mas que porra… ouvi do lado, era a voz do Javier, não ia demorar pra ele vir.

- Fica aqui… ouvia a peituda, que também não queria ser descoberta.

A Vane e o Guille se assustaram ao ouvir o grito do lado e os barulhos, com certeza a peituda e o Javier estavam se vestindo às pressas pra sair. Ao ouvi-los, a adrenalina tomou meu corpo, meus músculos duros e doloridos, fazendo meu corpo se apoiar na Mili, enfiando mais fundo nela… só agora eles estavam reagindo…

Tirei rapidamente meu pau do cu da Mili, tanto que senti uns líquidos espirrarem, enquanto via a Vane cobrindo o rosto pra não ser respingada ou talvez pra não ver a bunda da Mili escancarada, com o buraco do cu pulsando… depois a Mili caiu de lado…

- Quem é?... me perguntou o Guille em voz baixa.

- É o Javier… falei, fazendo caretas com a boca, pra ele entender. Não escutem minha voz ao lado.

- A puta que pariu... – disse Guille, e saiu do nosso banheiro indo para o lado, talvez pra evitar que Javier saísse ou pra segurá-lo por uns momentos enquanto eu me vestia.

Procurei minha roupa no chão, vesti a cueca e a calça... Mili, reagindo muda e morrendo de vergonha, fez o mesmo, claro que primeiro pegou papel e passou no cu e nas coxas pra limpar todo meu líquido que escorria do esfíncter dela.

Depois Mili, sendo super prática, já que no nervosismo não sabia como colocar o sutiã e a calcinha fio dental (e não podia pedir ajuda pra Vane), simplesmente pegou o vestido que até pouco tempo era uma cinta, esticou pra cima e pra baixo, cobrindo os peitos e a buceta.

Vane parecia uma menina de castigo, de costas num canto, tapando os olhos pra não ver nossos corpos semi nus e soluçando de raiva. Talvez pela posição social dela e por ser filha única, tava acostumada a conseguir tudo que queria e não conseguia entender como uma morena tinha roubado o cara que ela gostava e por quem Vane tinha se atrevido a se vestir quase como uma puta...

Do lado, a porta tremia, Javier furioso que nem um touro enjaulado, tentava sair de qualquer jeito, enquanto Guille segurava a porta como podia. Assim que me vesti, virei e olhei pra Mili, que jogava a calcinha no lixo, já que não conseguiu vestir e pelo menos não queria que ninguém visse ela no chão.

- Me deixa sair, porra! – gritava Javier, furibundo.

Saí e vi Guille se ferrando pra segurar a porta, fiz um sinal pra ele soltar e ele obedeceu... Javier saiu que nem um touro, dando um soco na cara de Guille, com a inércia do golpe Javier foi longe no chão, enquanto Guille segurava o rosto. Javier deu meia volta na grama, girou e me encarou de frente...

- Você... seu filho da puta... – uivou enquanto se jogava em cima de mim. Já desconfiava que era eu, porque procurei a Mili, porque impedi ele de ganhar o Campeonato que teria dado a bunda da Mili, que ele nunca pôde ter, era isso que mais doía na alma dele.

Uma coisa é me xingar, outra é dar a entender que minha mãe é uma puta... então aproveitei a inércia dele e deixei ele passar reto... olha... Javier, tropeçando de novo, foi se espatifar na porta do banheiro, do lado da peituda. Enquanto isso, Mili, já recomposta, foi aparecendo na porta.

De novo, como um touro de briga, Javier se recompôs e partiu pra cima de mim... como eu comentei, já tinha pensado nessa situação antes. Decidi que deixaria ele dar o primeiro golpe, já que eu tinha chifrado ele... depois do primeiro golpe, o que acontecesse dependeria da nossa hombridade...

Simplesmente fiquei parado esperando o golpe... levei um soco na bochecha, que, pra ser sincero, virou meu rosto e bagunçou meus pensamentos... pela força, dessa vez só o tronco do Javier passou reto, quase ficando agachado, segurando a mão dolorida porque o soco dele acertou minha maçã do rosto...

Javier levantou o rosto, viu Mili na porta do banheiro com as mãos na boca, sofrendo pelo golpe que ele me deu...

- Eu mal consegui te tocar, mas com ela até no banheiro, agora você vai ver... - disse ele, indo na direção dela.

- Aonde você vai?... - disse Guille, já recomposto, parando ele no caminho, abraçando ele por trás.

- Me solta que eu vou acabar com ela... - berrava Javier, enfurecido, com o ego de macho ferido.

Com o barulho que fizemos, apesar da música, começaram a aparecer cabeças curiosas nas janelas da sala. Tinha que acabar com isso antes que saíssem e começassem as perguntas.

- Solta ele, quero ver o quanto ele é macho comigo... - falei furioso ao ver que Javier planejava bater na Mili.

Guille soltou ele, quase empurrando ele na minha direção. Eu sabia que Javier era mais boca do que outra coisa, possuído pela bebedeira e pela raiva, ele estava descontrolado. Deixei ele dar o primeiro golpe por um certo senso de cavalheirismo e desforra pela traição... mas agora era minha vez. mim.

Ela partiu pra cima de mim de novo, eu recebi ela com um murro na boca. Ela deu um tapa tentando me acertar em qualquer lugar, eu desviei e a maçã do rosto direito dela levou meu murro na ida e o esquerdo levou meu cotovelo na volta. Ela caiu de joelhos com as costas inclinadas pra trás. Eu peguei ela pelas golas da camisa…

- Tenta encostar nela e eu te mato… ameacei, possuído pela raiva.

Depois bati nela uma porrada de vezes com meu punho até que, dessa vez, o Guille me segurou, enquanto a Javier caía no chão. Ela tentou se levantar sem sucesso, tinha o lábio rachado, o nariz sangrando. Se levantou com dificuldade, mas dessa vez duas pessoas seguraram ela, eram amigos do Guille do time de futebol dele.

- Isso não acaba aqui, Dany… você sabe… ela me ameaçou, enquanto os caras que seguravam ela empurravam ela pra fora. A big brest tentava acalmar ela e a Javier se afastava, enquanto saíam da casa.

Na porta, tudo era visto pela Mili, chorosa e preocupada, até que… pegaram ela pelos cabelos por trás e meteram ela no banheiro… Porra… eu pensei que tinha acabado tudo e o escândalo ia se dissolver, já que tinha gente no jardim olhando a gente… mas a gente esqueceu da Vane… e a briga de mulher tava chegando…

- Ei, aqui não aconteceu nada… gritou o Guille pro pessoal que começava a se aproximar… hoje, tem open bar… replicou, jogando a chave pra um dos amigos dele, pra abrir o armário com todas as bebidas.

- Ihuu… Mandou bem, Guille… a bagunça voltou pra sala, enquanto eu e o Guille entrávamos no banheiro pra separar aquelas duas gostosas que estavam se pegando pelos cabelos e se empurrando.

Conseguimos separar elas, claro que levando vários arranhões… O Guille segurava a Vane pela cintura, que esperneava, eu abraçava a Mili por trás, que tava mais calma.

- Vane, vamos… o Guille falou, tentando acalmar ela.

A Vane caiu em si, olhou pra gente com raiva e foi saindo escoltada pelo Guille… claro que ao passar do meu lado, me deu um tapa na mesma bochecha que eu tinha levado o Porra, me fez ver o Judas pelado… Mili reagiu soltando um tapa que não acertou a Vane porque eu tava segurando ela firme.

- Podia ter isso… e você se contenta com aquilo… disse Vane, magoada, mostrando os atributos dela e falando mal de Mili.

- Deixa eu detonar essa putinha… gritou Mili, se debatendo pra eu soltar ela.

Guille levou a Vane embora, enquanto eu acalmava a Mili. Quando elas se afastaram e Mili se acalmou, ela virou pra mim, me beijou e começou a acariciar meu rosto…

- Você tá bem?... disse Mili, preocupada.

- Não é nada… melhor a gente aproveitar e pegar suas roupas… falei, porque nos últimos segundos de briga, os mamilos da Mili já tavam aparecendo pelo vestido.

Dessa vez a gente trancou a porta, enquanto Mili vestia a calcinha e o sutiã, eu pensava no que viria. Javier era um babaca e um cuzão, podia ter nos exposto na frente de todo mundo, mas não fez, mais por ele do que por nós… se ele falasse que eu comi a Mili, a ex dele, ele ia ficar de corno manso… e isso é algo que o ego dele não ia deixar, por isso preferiu calar a boca… mas tava me devendo uma.

Também imaginava que a Vane ia calar que a Mili roubou o cara que ela tava afim. A Vane tinha se exposto ao se mostrar quase nua na frente de todo mundo e ficar de agarramento comigo. Na real, o que a Vane ia fazer era mais imprevisível… podia destruir a Mili com fofoca, podia contar o que viu, etc… a gente não sabia… só restava esperar… enquanto o povo na casa continuava dançando, fofocando, etc.

Já trocados de roupa, abrimos a porta e encontramos o Guille, ele disse que a Vane tava puta da vida, não deixou ele acompanhar, só pegou um táxi e foi embora. Agradeci por ele ter me ajudado a controlar a situação, claro que tava devendo um favor pra ele… ele falou pra não me preocupar que ia me contar depois quais fofocas tavam rolando na festa.

Guille foi embora e voltou rápido pra casa dele, queria salvar o que restava do bar dos pais. Mili e eu resolvemos vazar. Estávamos expostos, não queríamos dar margem pra mais fofoca e nem deixar que ficassem especulando os motivos da minha briga com Javier. Pegamos um táxi pra casa dela e, lá dentro, começou a discussão:

— Agora a Vane vai falar o quê de mim… tudo porque você não trancou a porta — disse a Mili.

— O quê?… eu pedi pra gente ir embora várias vezes… mas você não quis… além disso, te falei pra não vir na festa pra não nos expor — retruquei.

— Como eu ia te deixar com aquela fácil da Vane… — se desculpou a ciumenta Mili.

— Por acaso você não confia em mim? — rebati.

— Como confiar se você terminou com sua namorada por minha causa… — ela disse, vendo minha expressão mudar, mudou o tom de voz e completou: — e se a Vane se oferecesse pra você, com certeza você ia hesitar, igual eu te fiz hesitar…

— Sabe de uma coisa… melhor a gente não falar mais nada — falei irritado.

Eu tomo porrada pra defender ela, e ela duvida de mim, ainda me jogando a culpa de tudo. Não falamos mais nada até chegar na casa dela. Ela percebeu minha raiva, me segurou pelo braço, se colocou na minha frente com os peitos encostando no meu peito:

— Vamos, me desculpa… não quis dizer isso… é que… tenho medo de te perder — falou envergonhada.

— Tá bom, já chega… é tarde, foi uma noite longa… entra e amanhã a gente conversa — falei seco.

— Nossa, mas isso tá feio hein… — disse ela tocando minha bochecha, que eu senti inchada, por causa do soco do Javier e do tapa forte que a Vane deu pra finalizar… Vem aqui que vou passar um creme pra esses hematomas, você não pode ir pra casa assim… — completou Mili, querendo fazer as pazes comigo.

Eu aceitei, porque não queria chegar na segunda-feira com um hematoma na faculdade. Era tarde e a Mili não quis entrar pela porta da frente pra não acordar os pais. A gente ia entrar pela garagem, que ficava num semi-subsolo. Tinham duas portas de garagem, a da esquerda tinha uma portinha ao lado.

Descemos pela rampa de acesso à garagem, a Mili estava toda carinhosa comigo, queria amenizar minha raiva. Eu vinha atrás, vendo a bunda dela balançar gostoso naquela minissaia. Vermelha, a cada passo a saia subia, revelando parte das suas bundas suculentas, e ela não fazia nada pra se cobrir com o vestido…

Antes de entrar, ela virou, sabia que eu tava olhando besta pra ela, sorriu safadamente e satisfeita de que as curvas dela me causassem aquele efeito, já imaginava e curtia a ereção que tava se formando em mim.

Uma vez lá dentro, tava meio escuro, num canto só tinha um carro coberto por uma capa até o chão. Na nossa frente uma escada que levava pra casa dela, entre a escada e o carro tinha um sofá velho e na frente dele, quase do lado da porta por onde a gente entrou, tinha uma TV antiga… Mili me explicou:

- Aqui dorme meu pai quando ele se comporta mal… disse sorrindo, a mãe da Mili tinha personalidade forte… Então pensa bem antes de me fazer ficar brava… me ameaçou brincando.

Ela mandou eu esperar, tirou os sapatos, se enfiou por umas escadas que iam pra casa dela atrás do tal creme. Sentei no sofá e ficava olhando ela enquanto subia os degraus, a saia subia cada vez mais, quase até a metade da bunda dela… o que o pai dela diria se visse a filha naquela pinta…

Ela desceu com o creme, sem abaixar a saia, mostrando parte da calcinha, ou tava à vontade ou tava me provocando de novo. Sentou no meu colo, senti aquelas bundas deliciosas se abrirem na minha perna, ao perceber o tesão que me deu, sorriu e carinhosamente passava o creme em mim e se abriu, falou:

- Você sempre me atraiu, mas nunca me dava bola, por mais que eu me exibisse na sua frente com roupas chamativas… não sou uma garota fácil, se deixei você fazer todas aquelas coisas é porque sabia e sentia que você é especial… e essa noite você mostrou isso ao me defender daquele maluco… disse Mili com uma certa alegria e orgulho de finalmente encontrar alguém que a valorize e proteja.

Depois baixou o rosto chorando, peguei ela pelo queixo, virei o rosto dela pra mim e beijei ela com carinho. Eu na Mili encontrei uma garota linda, inteligente, engraçada, foda como qualquer mulher, mas que também compartilhava da minha perversão, do meu desejo sexual, que me deixava fazer coisas que outras garotas recatadas não deixariam… estávamos enganchados sentimentalmente, pouco depois estaríamos carnalmente.

A ternura dos beijos ia se transformando de novo em paixão… a essa altura eu já suspeitava que a Mili tinha me emboscado na garagem dela, com a desculpa do creme… pensar que no começo eu que a provocava pra apreciar as curvas dela… e agora era ela quem me procurava e praticamente pedia pra ser possuída…

A umidade da intimidade dela eu começava a sentir na minha perna, eu tinha levantado a minissaia dela pra acariciar as bundas redondas que pareciam ser a outra fraqueza dela… de novo a respiração dela acelerava e a língua dela procurava a minha, enquanto a mão dela provocava meu pau através da minha calça.

Não aguento muito, abaixo meu zíper e ela descobre meu pau, começando a bater uma pra mim. Assim que sentiu ele duro, não quis perder mais tempo e queria ele dentro… ela se levantou de costas pra mim, a minissaia já estava levantada, só afastou a calcinha fio dental e foi se posicionando sobre meu pau, guiando ele pro cuzinho guloso dela…

- Ohhhh… ufff…. gemeu baixinho, sabia que estava na casa dos pais dela, mesmo querendo ser empalada de novo, não queria chamar atenção, já bastava ter sido descoberta uma vez.

Ela tava com pressa de se sentir cravada de novo por aquele que a defendeu, aquele que pela primeira vez desflorou o buraquinho apertado dela… que deixou ela descobrir aquele prazer pelo qual agora era viciada…

- Ai Danyyy… só com você eu sou uma putinha … uhmmm… murmurava Mili entre gemidos.

- Sim… você é minha putinha … falava no ouvido dela, enquanto minhas mãos subiam da cintura dela pros peitos.

Meu pau já tinha afundado inteiro no esfíncter dela… ela curtia centímetro por centímetro aquela estaca que invadia as entranhas dela. Ela tinha sentado em cima de mim, a bunda dela se abria toda e meu pau tava nela até a raiz, só faltava enfiar minhas bolas…

- Ummm siii… exclamava extasiada, empalada até não poder mais.

Minhas mãos desceram pelo vestido dela, liberando os peitos que subiam e desciam com a respiração excitada. A Mili cansou de sentir só meu pau duro nas intimidades dela, queria saborear mais, começou a rebolando aquele rabão enorme na minha virilha, talvez pra aliviar o formigamento que sentia no cu.

A posição não ajudava muito também, eu sentado no móvel, ela em cima do meu pau... as pernas dela não tinham muito espaço pra subir e descer, só restava rebolar aquela bunda tremenda em cima de mim, mexer assim pra provocar aquelas sensações que ela tinha aprendido a curtir fazia pouco tempo... mas já começava a sentir meu pau como massinha, como chiclete, se esticando no gosto da bunda dela...

Eu também queria aproveitar isso, tirar o estresse da briga, de ter sido descobertos, esquecer tudo... então fui me escorregando no móvel, pra baixar minha virilha e dar espaço pra Mili manobrar, pra ela se satisfazer sozinha enfiando meu pau à vontade... afinal, sempre era eu quem metia, agora era a vez dela fazer o esforço...

A Mili entendeu minha manobra, e ela mesma foi subindo e descendo devagar, com uns tremeliques leves mas gostosos percorrendo o corpo dela. Eu parei de acariciar os peitos dela e fui segurando a cintura fina dela pra evitar que aquela bunda enorme saísse do caminho e acabasse esmagando meu pau.

- Uii... como eu amo isso... por que não te conheci antes... uhmmm... murmurou.

Cada vez mais extasiada e desenfreada, a Mili subia e descia mais rápido, em certos momentos sentia que não conseguia segurá-la, minhas costas escorregavam até a borda do assento. Até que a Mili, se deixando levar pela loucura do momento, se deixou cair com mais força... não consegui segurá-la e fomos parar no chão...

- Ai... porra... agora sim você quebrou meu cu... auuu... soluçou a Mili, dolorida.

No último rebolão que ela deu, minhas costas escorregaram no móvel, fui parar com a bunda no chão. Enquanto a bunda da Mili Caí com força na minha virilha, abrindo as bundas gordas dela ao máximo, com o cu dela rasgado pelo meu pau, que senti que chegou até os pulmões dela, pelas respirações sufocadas que ela dava.

— Já quebrou meu pau... murmurei, sentindo meu pau torto.

Mili tentou se levantar, mas os calcanhares descalços dela escorregaram no chão liso e ela foi se enfiar de novo no meu pau, dessa vez senti que meti até os ovos...

— Auuu... minha bunda... disse a sem-vergonha, com aquele rabo enorme quase partindo meu pau.

— Porra... fica aí um pouco... exclamei todo dolorido, pressionado sem limite pela bunda redonda dela afundada na minha virilha.

Sentia o esfíncter dela pulsando no meu pau, por causa dos últimos movimentos brutos pensei que meu pau ia murchar, mas, curiosamente, esses tremeliques do esfíncter dela me excitavam de novo, acabei soltando umas gotinhas de porra dentro dela... ela sentiu e mexeu a cabeça nervosa, parecia estar gostando, mas parece que dessa vez foi ela que caiu em si...

— Não, Dany, chega... o barulho que a gente faz vai acordar meus pais... e aí eles te matam e me mandam pra um convento...

— Pobres padres... você vai fazer eles pecarem... falei, imaginando ela de hábito de freira que não esconderia as curvas dela, e os padres virando pra olhar a bunda dela.

— Kkkkk... você é um idiota...

Mili tentou se levantar de novo, e uma coisa estranha aconteceu... a gente não conseguia se soltar, ela forcejou um pouco e nada, estávamos grudados feito cachorros, eu tinha ela presa pelo cu... talvez eu tenha realmente entortado o pau e ele ficou feito gancho segurando ela, ou talvez fosse só o nervosismo do momento, a dor que a gente tava sentindo por tudo que aconteceu, os músculos travados, e a gente não conseguia agir coordenado...

— Ai... não... agora sou uma puta de verdade... disse Mili assustada.

— Calma, só faz devagar, aos poucos, e vai sair... falei, acalmando ela, embora quisesse rir.

Mili subiu até onde sentia que não conseguia mais. sair, onde o cu dela apertava com força meu pau, depois descia. Repetiu a mesma operação várias vezes, cada vez subindo mais… ela tinha se acomodado melhor, com as pernas abertas e os joelhos dobrados pra cima, as mãos no chão, as costas dela contra meu peito.

Meu corpo, por sua vez, estava preso por ela, minhas pernas entre as dela, os braços dela dos lados da minha cintura se apoiando no chão e no móvel de vez em quando, minhas costas contra o sofá. E claro, meu pau aparecia e desaparecia entre as bundas carnudas dela e o cu insaciável dela… isso deixou de ser um exercício pra desentupir o cu dela, já fazia tempo que meu pau conseguia sair do rabo dela, mas ela não queria… ela tava curtindo…

- Uy… Dany… adoro ser sua puta… uhmmm… ela gemia de novo como uma louca.

A dor no meu pau foi mudando pra excitação do momento, agora era ela que me estupr… na casa dela, a poucos metros de onde os pais dela dormiam… Eu tava excitado de ver ela se enfiar assim, e também não deixaria ela escapar, com uma mão segurava a cintura dela e com a outra amassava os peitos dela…

- Nunca esquece… você é minha puta… falei num momento de paixão, puxando o cabelo dela pra trás pra o ouvido dela ficar perto da minha boca.

- Sim, sim, sim… só sua… Ohhh… uhmmm… gemeu se soltando um pouco, procurando meus lábios.

Nossas línguas se fundiam num beijo, o que nos deixava ainda mais excitados… ela acelerava os movimentos, agora eu já segurava a cintura dela pra ajudar ela a se foder com mais rapidez e força naquele cu elástico e guloso.

- Ai não… ai não… não aguento mais… ohhh… exclamou, enquanto se contorcia de prazer.

Aquela nova onda de orgasmo da Mili me envolveu também… meu pau entortado jorrou litros de porra dentro das entranhas dela. Ela, satisfeita, se deixou cair no meu peito, as bundas redondas dela descansavam na minha virilha… enquanto eu sentia os melões dela subirem e descerem com força por causa da respiração ofegante.

A gente tava feliz, tínhamos nos livrado de toda a tensão do dia, do coliseu, da festa… dava pra dizer que dessa vez a gente tinha curtido mais de boa, mesmo estando na casa dela… sem o medo de ser pego debaixo das arquibancadas do coliseu, ou de ser descoberto no banheiro da casa do Guille por qualquer um da festa ou pelo Javier e a peituda ali do lado… A paz que se sentia naqueles minutos era foda, saboreando cada segundo do orgasmo…

Essa paz ia se quebrar de novo… outro rangido de porta, dessa vez ela não tinha trancado… de novo a luz entrando, agora era de dentro da casa dela, e dessa vez a luz vinha na nossa direção pelas escadas do lado do sofá… mais uma vez uma sombra se formando, dessa vez podiam ser os pais dela…

Porra… de novo não… pensei.

Continua

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