Uma noite normal com minha amiga gostosa

Boa tarde, dia ou o que for quando lerem isso...
Meu usuário já entrega meu nome, e essa é uma experiência real que aconteceu comigo. Hesitei bastante em escrever isso, porque envolve uma amiga minha que está em um relacionamento e eu não gostaria que complicasse as coisas pra ela.
Essa mina se chama Flor (vamos chamar assim). Flor é uma garota bem especial, gostosa, se você olhar com imaginação parece uma atriz que me enlouquece chamada Amber Heard (namorou o Jonny Depp por um tempo). Flor além de ser gostosa é um amor. Tem vários bichos de estimação e ama eles, é incapaz de machucar qualquer ser, e estuda medicina.
Conheci a Flor através de um site pra conhecer gente, desde o começo não rolou muita química, mas ela é o tipo de mina que vale a pena ter como amiga.
Com o tempo conheci vários namorados dela, nenhum que prestasse, pra ser sincero a escolha de parceiros não é o forte dela. O último espécime é um tal de "José" (vamos chamar assim), alguém bem mais velho que ela, que claramente quer ela só pra transar, e que sabe fazer bem o conto do "vou mudar".
Nossas conversas sempre foram bem tranquilas, e no geral longe de assuntos picantes, Flor é uma mina que parece bem na dela, e talvez seja isso que eu mais gostava nela, não era metida nem nada.
As idas e vindas dela com o José são normais, e não é raro aparecer uma mensagem dela quando eles terminam ou brigam. No começo isso me dava esperanças, mas depois da 3ª ou 4ª vez eu finalmente caí na real de que pra ela eu era só um amigo e nada mais.
Por isso, quando aconteceu o que aconteceu, demorei pra sair do choque.
O fato em questão aconteceu no inverno passado, aqui em Buenos Aires tava particularmente frio, o que não me incomoda, mas Flor é muito friorenta. Por isso, um dia que aceitei acompanhar ela pra andar de patins, assim que terminamos ela me chamou pra ir na casa dela e pedir uma pizza. Eu aceitei, não tava a fim de cozinhar mesmo e se Bem, eu sei que sou "um amigo", sempre tento ficar mais um tempinho com ela, que otário que eu sou...
Chegamos, enquanto ela vai pro banheiro, eu ligo pra pizzaria, faço o pedido, nada fora do normal. Quando ela sai do banheiro, me oferece algo pra beber, água ou coca, eu respondo, e ela diz: "olha o que eu tenho", mostrando uma garrafa de fernet. Eu não sou fã de álcool, ela sabe disso, mas mesmo assim aceitei preparar um copo pra cada um.

Enquanto esperávamos a pizza, começamos a conversar, besteiras, como quase sempre. Eu tomei o copo de fernet num segundo, tava morrendo de sede, e ela também. Levantei, preparei mais dois copos e continuamos falando.

De repente, ela me conta que dessa vez o motivo aparente da briga com o parceiro dela, Juan, era uma traição (já tinham várias) e, como um comentário de passagem, me diz rindo que fazia meses que ele não dava atenção pra ela, mas pra outra ele tinha energia.

Eu respondi com um "hehehe" bem tímido e sem graça, nunca tinha ouvido esse tipo de comentário dela. Mas mesmo assim aproveitei pra responder que, de qualquer forma, não podia estar pior do que eu, que naquele momento tava há quase um ano sem ação. Nós rimos e aí ela começou a se soltar, com comentários mais ousados, de como eu conseguia viver assim e tal.

Quando a coisa tava ficando interessante, toca a bendita campainha, a pizza tinha chegado. Desci pra buscar, pensando que quando voltasse a conversa tomaria outro rumo... mas pra minha surpresa, Flor ainda tava a fim de falar de sexo. Me perguntava com que tipo de garota eu tinha me envolvido, e me contava com que tipo de cara ela tinha se envolvido, me perguntava sobre meus "cuidados" na área íntima e, quando ela diz que sempre tava totalmente depilada, minha cara deve ter mudado muito porque automaticamente começou a perguntar "que foi, que foi?"

No geral, eu sou bem controlado, até que me imaginei uma buceta depilada, aí perdi toda a compostura, e a única coisa que eu queria era ver. Isso... e meio que deixei ela saber.
Ela não parava de perguntar "o que, o que foi" e eu respondi que minha maior fraqueza é essa, uma mulher se depilar por completo, e que fazia tempo que não cruzava com alguma que se cuidasse desse jeito.
Ela respondeu com uma risada linda, e me perguntou se eu me depilava. Falei que só aparava, que tinha medo da Gillette e não lembro que outra besteira, que deu abertura pra falar de tamanhos.

A gente falou sobre o assunto um tempo e perguntei com sinceridade qual medida ela achava que era normal. Ela respondeu com as mãos e eu falei "traz uma régua", e ela começou a mostrar mais ou menos 16 cm. Fiz cara de surpreso e satisfeito ao mesmo tempo, e sem me deixar pensar muito, ela pergunta: "você tem quanto?" Fiz que tava pensando, falei que não sabia, que nunca tinha medido (mentira, sabia exatamente que o meu tem 18 cm) e falei que um pouco mais que isso, mais ou menos assim, indicando perto de 18 cm.

Notei na hora uma cara de surpresa e algo mais no rosto dela: "sério?" ela pergunta. "Sim, boba" respondi, e ela começa a rir meio nervosa, falando "bem aí" ou "tava guardando essa". A reação dela tava me pegando de surpresa, porque nunca tinha sido assim comigo, nunca tinha notado nenhum interesse dela em mim antes, e agora ela abria os olhos e não parava de falar e rir.

Fazendo meu melhor pra não parecer desesperado e rindo meio falso, falo num tom meio de brincadeira: "só falta você querer ver kkkk". Eu ri, ela não.

Quando ia me desculpar, vejo que aquela cara de susto que ela teve por um instante muda, e com um tom de quem quer mas não pode dizer, começa a soltar frases tipo "não sei", "não sei se dá", e vai mudando pra um tom ainda mais amigável: "você acha?", tudo isso sem me deixar responder quase.

Olhei pra ela e falei: "olha, pra mim não tem problema, mas se eu mostrar, seria bom você também mostrar, aliás, se você mostrar primeiro... Primeiro, o que eu te mostrar vai estar bem mais acordado, hehehe.

Nós dois rimos, com um nervosismo danado, e de repente ela para de rir e me pergunta: "O que você gostaria de ver?" E eu, cortando minha risa de repente, respondo: "Se você me deixar escolher, quero ver o que está por baixo da calça."

"Ok", ela respondeu, antes que meu coração começasse a bater quase saindo do peito, enquanto eu via aquela mina desabotoando aquele jeans lindo na minha frente. Nem preciso dizer que meu pau já tinha vida própria e a qualquer momento ia explodir dentro da moletom. Ela começa a abaixar o jeans, e quando a coisa não podia ficar melhor, eu notei que junto com o jeans ela também tava abaixando a calcinha. Aqueles segundos pareceram dias, eu revivi eles mil vezes e acho que vou reviver pelo resto da vida. Quando a calça chegou na altura dos joelhos, ela se levantou e deu uma volta a meio metro de onde eu tava sentado. Eu não conseguia falar nada, não conseguia me mexer, aquele corpo, branquinho e macio, tava me deixando sem palavras, aquela bunda redonda e pequena me matava, e aquela buceta, completamente depilada, rosadinha, eu não conseguia pensar em outra coisa senão chupar ela por horas.

Flor me olhou, perguntou se eu tava bem, era óbvio que eu tava hipnotizado. Eu falei algo tipo "você é incrível", e ela ficou mais uns segundos parada, me deixando imaginar todo tipo de coisa.

Eu ainda não conseguia falar ou reagir. Flor começou a subir a calça de novo e me disse, com uma voz que eu nunca tinha ouvido: "Agora você." Eu levantei com o maior nível de excitação que já senti na vida, cheguei perto de onde ela tinha sentado e abaixei a moletom e a cueca tudo junto.

Meu pau tava durasso, bem mais cheio de veias do que de costume, com uma boa dose de líquido na ponta. Com um pouco de medo, olhei pra ela, e notei uma cara de total surpresa, que mudou quase na hora e ela começou a olhar pro meu pau como se fosse devorar ele. Ela aproximou a mão e me olhou, como se pedindo alguma aprovação. Mía. Não sei que cara eu fiz, mas acho que cada terminação nervosa do meu rosto se juntou pra deixar claro que sim, que ela podia fazer o que quisesse com aquilo.

Com aquela mão pequenininha, macia e quentinha, ela me pegou, começou a puxar a pele devagar pra trás, eu tava em órbita, não aguentava mais de prazer, ela chegou um pouco mais perto e enfiou a cabeça na boca dela, eu já tava na altura de Saturno... Com a voz trêmula, falo "não vale, você não me deixou fazer isso" e depois de umas chupadas ela responde "você nem tentou" e se levanta.

Beijei ela, forte, sem deixar ela escapar, ela nem tentou escapar, a gente se beijou com força, tocando tudo que dava do outro. Levei ela pra cama dela, e antes que ela terminasse de deitar já tinha tirado o jeans dela, nem eu sei como aconteceu tão rápido, mas no instante seguinte eu tava abrindo a boca o máximo que podia pra saborear aquela buceta, impecável, que tava na minha frente. Os gemidos dela me davam sinal verde e eu era o cara mais feliz.

A gente tirou o que sobrou de roupa, ela me diz toda excitada "trouxe camisinha?" não, não tinha trazido, queria me matar, mas não tinha trazido. "Não esquenta, depois tomo a pílula". Ela tava debaixo de mim, de pernas abertas, os dois molhados pra caralho, assim que encostei meu pau na buceta dela, tava tudo tão lubrificado, que sem o menor esforço entrou, e com isso, o gemido mais lindo saiu dela. Eu tava desesperado, meti com força de primeira e ela grita "ai tincho, ai tincho" puta merda, como isso me excitou, escrevo e me excita, o jeito que ela fala "tincho" me quebrava e me quebra a cabeça no meio.

"não goza, não goza" ela dizia e eu tava prestes a redecorar o apartamento, com dificuldade paro, e ela fica de quatro na beira da cama, "agora sim me mata" ela fala. De novo com metidas bem violentas começo a meter, sentindo que a gozada é iminente, vejo que ela se contorce, aperta os lençóis e grita um pouco mais forte que o que eu vinha fazendo, aquela imagem me deu o que eu precisava pra explodir, enfio até o fundo enquanto gozo no que pareceu a melhor foda da minha vida, "sim, tincho, sim... me enche todinha" ela dizia enquanto eu apertava ela com toda minha força, até que me joguei na cama do lado dela. Sem fôlego os dois, nos olhamos, rimos, tava tudo bem.. nos beijamos e ficamos em silêncio olhando pra parede.
Já com a respiração mais normal, nos olhamos de novo, e nos beijamos, e nos abraçamos, meu pau volta à vida e ela percebe. Pega ele, beija, e sem perder tempo monta em cima de mim e de novo começamos uma foda bem mais longa que a anterior, mais devagar, aproveitando muito mais. Depois de uns minutos com ela por cima, agarro ela, puxo pra perto de mim, e começo eu a meter com ritmo mais forte, ela grita e geme e eu também, ela arranha minhas costas e em pouco tempo explodo de novo dentro dela, "sim tincho, sim... todinha" ela repetia...
Depois disso, vieram mais duas gozadas, com muitos beijos, posições e sempre terminando com os gemidos dela. Perto das 4 da manhã, começo a me preparar pra ir pra casa. Nossos olhares eram completamente diferentes do que eram no começo da noite. Nunca chegamos a falar sobre o que aconteceu naquela noite, quase no dia seguinte ela voltou com o parceiro dela, e quase nem nos vemos desde então, embora a gente converse direto por mensagem. Acho que nenhum de nós quer estragar nenhuma lembrança com alguma palavra a mais no whatsapp.
Espero que tenha conseguido transmitir, pelo menos uma parte do que foi aquela noite pra mim.
Abraços.
Tincho

7 comentários - Uma noite normal com minha amiga gostosa

excelente relato me encanto... esos polvos asi sin esperar son los mejores.... faltaría alguna foto del cuerpito blanquito y sus curvas jaja saludos
che te paso posta esto? si es asi sos bastante quedado man... tenes que ser un poco mas atrevido y suelto....por eso no esta con vos y vuelve siempre con el que se la garcha bien
Buenísimo !!!!!!!!!!!!!!!!!! tu relato es increible !!!! gracias por compartirlo!