La Hermanita de Alejandra (Parte 2)

Bom, cheguei no post 100, aqui vai a segunda parte do relato da Irmãzinha do Ale. Tenho mais uns relatos na geladeira, em breve vão aparecer.

Parte 1http://www.poringa.net/posts/relatos/2929853/La-Hermanita-de-Alejandra.html#comment-135719Ver minha mulher assim vestida de colegial e com a cabeça trabalhando a mil por hora. Só me fez agir como um animal selvagem. Joguei ela no chão, me coloquei por cima dela - Ahh, você gosta de me provocar, hein?! - eu tava realmente muito louco. - Você vai me pedir pra tirar. Por causa dessa garota, vou despejar tudo em você - ela agarrou a gola da minha camisa - sim, você vai me comer tanto assim?? Quero então!!! - com minha mão, arranquei a calcinha fio-dental dela, puxei meu pau que tava duro desde que saí da casa do Ale e da Daniela. E enfiei na bunda dela. - Aiiii, para, tá meio fechadaaaaaa - apesar de apertado e meio seco que a bunda dela tava, consegui enfiar de uma vez - Grita, grita, puta!!! - comecei a meter o mais forte que podia. Ela só gritava, meti um tempão assim, ela gozou gloriosamente (não tava tão mal assim) - toma, engole tudo!!! - peguei ela forte pelo cabelo e enfiei o pau até o fundo da garganta. Chupei ela um tempo pela boca até soltar toda minha porra - Arghhhh, sim!!! - essa descarga baixou todas as minhas revoluções, caí exausto. Depois continuamos, mas já transando num ritmo mais normal.

Nos dias seguintes, Daniela permanecia na minha mente. Principalmente dúvidas do que ela queria alcançar. O que ela via em mim pra me desejar. Ou será que só queria foder com a irmã? Ale ficou esquivada comigo, não assim com minha mulher, enquanto isso, nesses 4 ou 5 dias, consegui me encontrar com Soledad e Abril. Mas chegou o dia em que eu devia ser um "professor" e minha aluna armava uma armadilha da qual eu não ia conseguir escapar.

Cheguei no prédio, dessa vez não era nem a garota "rebelde" nem a colegial gostosa. Era uma puta mulherão. Saia vermelha curta que deixava ver a bunda bem dotada, uma blusa preta com um generoso decote, meias escuras e maquiagem suficiente pra saber que ia ter guerra. Tentei manter a sanidade que ia desaparecendo à medida que os gestos e roçadas ficavam mais intensos e meu pau ia crescendo. Alejandra não ia vir, não tinha campainha pra me salvar (...ou melhor, que A salva).

A saia dela começou a subir e o peito dela se apoiou no meu braço. Explodi — que que cê quer, girl, hein? — segurei ela forte pelo braço, ela se assustou um pouco com a brusquidão da minha ação — não é óbvio o que eu quero? Já te falei — disse desafiadora e me deu um beijo muito quente — Já que você é o fuck da minha irmã, por que não é o meu também, hein? — me recuperei de novo — Não posso... falei pra sua irmã que não — ela sentou em cima de mim, apoiando a bunda na minha virilha — E daí? Tão curto que ela te deixa? Além disso, por que ela te fala isso? — ria enquanto me abraçava — ela disse que sou muito slut — não sabia o que dizer — Não basta!! — recusei pela última vez. Ela sabia que me tinha — por que se faz de difícil se eu sinto que você tá durão? — dizia ela pulando em cima de mim — ela chupa tão bem que você recusa? — fiquei mudo, suando igual testemunha falsa — eu posso chupar melhor, com certeza — disse desafiadora. Desabei de vez — o que que cê tem, girl? Quer transar!!! Beleza, vamos transar — foi tudo pro caralho, peguei ela pelo pescoço e joguei na cama — vou te mostrar como faço a slut da sua irmã gritar — deitei ela no meio da cama. Abri as pernas dela — não, deixa eu chupar você. Não mete — tirei a calcinha preta de renda linda dela. Me ajoelhei no chão, a pussy de neném dela, sem depilar, exalava um cheiro delicado e muito excitante — já vai chupar. Mas primeiro eu chupo você — curto muito chupar bucetas e principalmente essa. Enfiei a língua e comecei a mexer por toda a vulva. Daniela começou a gemer — mmm sim aiii — ficava muito molhada a cada linguada.

— Que yummy pussy, girl!!! — comecei a brincar com meus dedos nela também. Ela gemia muito intensamente, tava molhadíssima. Ela me pegou pelos cabelos e empurrou minha cara pra dentro da pussy — Continua, continua!!! — murmurava entre gemidos. Troquei meus dedos que roçavam o clitóris dela e comecei a brincar com minha língua ali, enquanto eles penetravam a deliciosa pussy dela. Daniela. Uns poucos minutos assim e um gemido muito forte e um belo fluxo de líquido indicaram um orgasmo fabuloso nela.

Aproveitei aquele momento e abri mais as pernas dela enquanto ela respirava ofegante. E me dediquei a dar lambidas sutis no cuzinho dela, virgem e totalmente fechado —Não, isso não, nojento!!!— não ligava para os puxões de cabelo que ela dava, eu continuava dilatando excitadamente a bunda da Daniela com minha língua e agora penetrava a buceta dela com três dedos. Ela se contorcia entre gemidos. Parei e ela ainda estava sensível daquele orgasmo e completamente perdida.

Sentei ao lado dela e tirei meu pau, estava durasso —Beleza, vai lá, quero ver se você é tão boa assim— ela se ajeitou e com um sorriso perverso começou a chupar meu pau, não fazia nada mal, mas faltava para o nível da irmã e da minha mulher —Mmm, você é muito boa mesmo, hein, gostosa— com a mão esquerda acariciava a nuca dela e com a mão direita comecei a massagear as nádegas e as coxas dela. —Abre mais as pernas— ela fez isso e comecei a massagear a vulva dela, toda molhada, passei meus dedos pelo clitóris, sentia os gemidos dela baterem no meu pau. —Que putinha que você é, hein? Tá toda molhada— ela deu uma risadinha enquanto chupava meu pau.

—Já sei por que minha irmã gosta disso— ela dizia enquanto me punhetava e passava a língua pela glande. De novo, enfiou o pau todo na boca. E minha mão outra vez se apoiou na cabeça dela, mas tinha outra finalidade minha mão direita que brincava na entreperna dela, começou a subir e desenhando com o dedo indicador a racha do cu dela, acariciei a entrada do ânus. Senti como ela estremeceu e quis tirar a cabeça para reclamar, mas tinha a cabeça presa pela minha mão —Quieta!! Agora o professor vai te castigar por ser tão putinha— sentia gemidos e tentativas de soltar meu pau, era inútil, o primeiro dedo começou a se enfiar devagar —shhhh shhh calma— sentia os gemidos dela. —Você gosta, não é?— eu tinha virado um filho da puta e o engraçado é que eu curtia. isso.
Depois de um tempo, ela se acostumou com o dedo, e com dois também. — Olha que buceta gulosa que você tem, igual sua irmã — eu adorava falar isso também. Deixei ela livre, e aí ela soltou meu pau — tira os dedos do meu cu!!! — eu obedeci — Ai, mano, você me arrombou toda — ela reclamava um pouco — Você queria brincar, então é assim que eu brinco — ela me olha e se senta em cima de mim — Bom, é assim que eu gosto de brincar — ela encaixou o pau na buceta e apoiou as duas mãos nos meus ombros, começando uma cavalgada selvagem. Os gemidos não demoraram a aparecer, e eu curtia com ela de um jeito magnífico — Humm, sim, que puta gostosa você é — comecei a aproveitar ela...

Continua...

Espero que tenham gostado.

2 comentários - La Hermanita de Alejandra (Parte 2)

Legolo
Muy bueno, como siempre.. pero esperaba un poco más (no tan corto) jejejeje.

Abrazo.