Trio familiar en la isla cap 11

Olá! Hoje capítulo mais longo hehe, então espero que gostem e deixem seus comentários lindos que me motivam a continuar com vocês!

MARA

—O que foi que aconteceu? —consegui perguntar, mas ninguém soube me responder, embora, num primeiro olhar, ficasse claro que alguém tinha maltratado a Daniela.

Três guardas da tribo, armados com lanças e protetores de couro, se apressaram para levantá-la. Papai e uma multidão de gente a levaram rapidamente até o curandeiro da vila, sob a tempestade que não parava de soprar. O vestido curto que ela usava já estava encharcado. De repente, senti alguém tocando minha bunda e olhei para o Tamir.

—Quieto —rosnei para ele, enquanto seguia minha irmã, que estava acordando do seu torpor.

Já na cama do curandeiro, aquele homem, vestido com túnica, tatuagens e fetiches de osso, começou a passar pomada em cada um dos ferimentos da minha meia-irmã. Papai, furioso, não parava de perguntar o que tinha acontecido e se ela tinha visto os agressores.

—Não vi eles... eu... ai! Dói.

A Bárbara estava lá, de braços cruzados debaixo das tetas enormes dela. Apesar do frio, ela estava vestida só com uma saia minúscula de couro.

—Isso não vai ficar assim. Vou mandar os guardas revistarem a área. Temos que garantir que o culpado não escape.

—Vou ajudar eles —disse papai, e saiu para a tempestade.

Quando todos já tinham ido embora, e só estávamos eu e o Tamir, me ajoelhei ao lado da minha meia-irmã. Ela estava com o olho roxo, a bochecha inchada e alguns hematomas nas pernas e braços. Ela me viu e sorriu.

—Vou ficar bem. Desculpa...

—Relaxa. Você precisa descansar. Vamos pegar quem fez isso, irmã.

—Valeu.

—Deixa ela dormir —disse o curandeiro. Tamir pegou minha mão e saímos da casa do curandeiro. Debaixo da chuva e do céu preto, voltamos pra casa dele.

Anin, a mãe do Tamir, estava nos esperando. O marido dela tinha acompanhado os guardas pra tentar localizar o atacante da minha irmã. Ao nos ver chegar, a mulher sorriu e se... aproximou-se para abraçar o filho com força. Envergonhada, vi a pica meio dura do Tamir pressionando contra a buceta da mãe dele. Não falei nada. Eles conversaram um pouco na língua deles e olharam pra mim.
— Mara — disse Anin — Você… vai dormir aqui?
— Bom… — olhei a tempestade. Não parecia que ia passar —. Sim, obrigada.
— Você vai dormir comigo — garantiu Tamir, e a mãe dele beliscou a bochecha dele.
— Ela não é sua esposa. Vai dormir com suas irmãs.
Isso sim foi um alívio. Mesmo que a pica do Tamir fosse deliciosa, ter que ter compromisso pra ter ela dentro de mim… não era muito animador.

O quarto da Andra e da Nindy era bem quentinho por causa de uma lareira pequena, com a chama acesa. As duas irmãs estavam lá conversando algo na língua nativa delas. Me senti deslocada por um momento, e também meio sem graça ao ver a Andra, cujos peitos incríveis, de bicos marrons e firmes, pareciam até melhores que os meus e os da Daniela juntos. A mulher era pura sensualidade, com o cabelo ondulado e meio bagunçado e a pele bronzeada. Ela franziu a testa pra mim quando me viu e foi dormir. A rabuda dela se mexia firme a cada passo.
— Ela está — disse a Nin, procurando a palavra certa — com ciúmes.
— Por quê?
— Do meu irmão. Eu gostaria que você se casasse com ele. Muito bom homem.
— Ele é mesmo — sorri, lembrando como o Tamir tinha enfiado a pica em mim.

A menina me ofereceu uns cobertores de pele e me fez um espaço na cama dela, que era grande. Notei que cheirava bem doce, tipo baunilha.
— Dorme bem.
— Obrigada, Nin.
— Sua irmã… ah… vai ficar boa.
— Eu sei. Obrigada pela hospitalidade.

Mas mesmo assim não consegui dormir direito. Do meu lado, a menina já parecia estar roncando baixinho, e não longe da nossa cama, na outra, a Andra estava escrevendo algo com uma mão, usando um pedaço de papel e um pedacinho de carvão. Ao mesmo tempo, com a outra mão, ela estava beliscando os próprios biquinhos. Parecia que ela estava se masturbando, embora não completamente. De qualquer forma, Ver ela assim me deixou meio excitada na hora.
Não demorou muito pra ela apagar a vela dela e se enrolar nos lençóis.
Meia hora depois, quando eu já tava quase pegando no sono, o Tamir entrou no quarto sem fazer barulho e tocou no meu rosto.
— Vamos.
— O quê?
— Nós… vamos atrás de quem bateu na sua irmã.
— Você sabe quem é?
Ele assentiu. Tava com uma vela na mão. A cara dele tava séria.
— O que foi? — perguntou a Nin, acordando, e resmungou umas coisas pro irmão na língua deles. Ele respondeu. A Nin ficou meio agitada e olhou pra Andra.
— Ela não pode saber. Nós vamos.
— Tá bom — falei, e a gente se apressou pra sair de casa.
Não tava mais chovendo nada. Na pressa, no escuro e tal, nenhum dos dois tinha vestido nada além de uma capa de pele pra se proteger do frio. A irmã mais nova da Nin reclamou da hora. Devia ser umas duas ou três da manhã. Eu não tava nem aí pra isso. Queria encontrar o culpado.
— É por aqui — falou o Tamir, nos guiando pra fora da aldeia. Ele ia na frente, com nada mais que a luz da lua e das estrelas. Atrás de mim, a pequena Nin segurou minha mão pra não cair.
— Como você sabe quem fez isso? — perguntou a Nin.
— Eu sei. Investiguei.
— Sério? — falei.
— Sim. Se você… casar comigo, a Daniela vira minha cunhada. Eu vou proteger vocês duas.
Olhei pra Nin. A menina piscou um olho pra mim no escuro. Ela gostava da ideia de eu casar com o irmão dela.
Chegamos no meio da mata, numa caverninha que mais parecia um túnel pequeno.
— Ele tá aqui dentro — falou o Tamir. — O malvado se esconde aqui.
— Vou eu primeiro — a Nin se abaixou de quatro e entrou pelo corredor estreito. Eu fui atrás, e o Tamir vinha no fim, fechando a fila pra ninguém nos descobrir.
— Você não tem medo? — perguntei pra Nin. A irmãzinha gateava decidida dentro da caverna minúscula.
— Gosto de explorar — respondeu.
— Se eu soubesse que a gente ia vir pra cá, não teria vindo. Os três pelados" — resmunguei.
"Não seja medrosa" — comentou Nin, rindo um pouco.
De repente ela parou, eu bati na bunda dela e Tamir na minha, mas o filho da puta aproveitou pra passar a língua na minha buceta.
— Tamir! — gritei.
Nin olhou pra gente por cima do ombro.
— O que foi?
— Ele tá lambendo minha buceta.
Nin falou alguma coisa na língua nativa deles, que eu não entendi, mas pela força das palavras, sabia que não era nada bom. Na hora o irmão dela se afastou e pediu desculpas.
— O que você disse pra ele?
— Que eu arrancaria a pica dele se continuasse te tocando sem permissão. Por outro lado… tô sentindo cheiro de carne assada. Tem alguém aqui dentro.
— Então a gente tem que continuar.
— É. Vamos virar por aqui.
O senso de direção da Nin nos levou mais pra dentro da caverna. Pra ter 14 anos, ela era mais corajosa que eu. Achei que era porque ela devia ter crescido por aqui, nesse clima hostil. Me fez pensar se eu realmente queria ficar aqui, com a vila e o povo dela.
Não demorou muito, chegamos na saída da caverna. Era uma câmara subterrânea, meio grande. Tinha uma fogueira no meio cuja fumaça saía por um buraco que dava pra superfície. Restos de ossos mastigados estavam jogados num canto, e do outro lado, tinha um homem dormindo sentado. Reconheci na hora. O amigo do Tamir, o que também tinha me comido!
— Ei! — gritou Nin, pegando rápido a lança que tava na parede.
O jovem acordou de pulo e se preparou pra atacar. Mesmo com o perigo, não tirei os olhos da pica gostosa que balançava nele. Pensava em arrancá-la com os dentes de vingança pelo que ele fez com minha irmã.
Ele começou a gritar na língua nativa dele. Tamir e Nin também falavam e exclamavam. O rapaz, que se chamava Aden, pelo que lembrei, pegou uma pedra do chão e jogou na Nin. A menina se desviou e gritou de medo. Nisso, Tamir, furioso pelo que acabaram de fazer com a irmãzinha dele, se jogou em cima do cara e trocaram porrada. O som que os rostos deles faziam ao Bater uma punheta com os próprios punhos era horrível.
Nin não chorava, eu abracei ela. Por sorte a pedra não tinha acertado, mas o medo ninguém tirava dela. A pele dela, além disso, estava fria. Fiquei com medo de que ela pegasse uma pneumonia. Rapidamente nos aproximamos do fogo. Do outro lado, os dois caras se xingavam e praguejavam, e trocavam socos e chutes. Eram bons companheiros.
Tamir já tinha hematomas no rosto e sangrava do nariz, mas Aden estava pior, com o lábio rachado e não conseguia mexer direito um braço. Não demorou muito para Tamir, mais ágil que ele, derrubá-lo e imobilizá-lo com uma faca de pedra.
— Você machucar Daniela! — exclamou Tamir.
Aden cuspiu na cara dele. Tamir, furioso, quis cortar a garganta dele, mas eu intervim.
— Para! Não mata ele. Ele tem que pagar pelo que fez.
Nin, se soltando do meu abraço forte, pegou umas cordas de fibra vegetal e com minha ajuda, conseguimos amarrar de pés e mãos o filho da puta. Ele ficou finalmente todo imóvel, gritando pragas em espanhol e na língua nativa dele.
— Ela queria sexo! Eu dei pra ela!
— Cala a boca, cachorro nojento! — gritei pra ele.
Me aproximei devagar e chutei ele na costela.
— Quer uma mulher? Tá bom, doente filho da puta. Então aqui está ela.
Fiz um sinal pra Nin e pro Tamir. Eles se apressaram pra pegar o garoto. Tamir pelos ombros e Nin pelas pernas. Depois me inclinei perto dele, e peguei o pau dele meio duro entre meus dedos finos. Tamir sorriu. Olhei pra Nin. A menina concordou com a cabeça.
— Faz — ela disse.
E então enfiei o membro na boca, mas não chupei. Simplesmente mordi. Mordi com toda minha força. Aden começou a gritar e chorar. Gritou e chorou ainda mais quando, com minhas mãos, apertei os ovos dele. Nin ria. Tamir também.
— Por favor…! Chega! Chega! Dói! — ele berrou, chorando feito uma menininha.
Eu parei. Tinha deixado uma marca feia no pau dele.
— Se você chegar perto da minha irmã ou de mim de novo, a gente vai deixar você pior.
— Entendi… perdoar. Perdoar.
— Acho que ele entendeu a lição — disse Nin. Feliz. Tamir assentiu com soberba.
—Você… é incrível.
Tamir nos contou, depois de entregar seu amigo ao chefe da aldeia, que ele já desconfiava de quem tinha atacado minha irmã. Afinal, Aden sempre ficou louco pra provar a bucetinha dela e, quando a viu sozinha na tempestade, não hesitou em dominá-la. Por sorte, Daniela se defendeu e o cara não conseguiu fazer nada sexual, mas deixou ela toda ferrada antes de ir se esconder.
Daniela ia ficar uns dias de cama, descansando e se curando do choque que um ataque desses causou. O chefe da aldeia se reuniu com meu pai pra garantir que aumentaria a segurança e que o culpado seria devidamente castigado.
— O que vão fazer com ele? — perguntei pra Andra, a irmã mais velha do Tamir. Naquele momento, ela tava super concentrada com uns pigmentos, desenhando umas flores nas pernas da Nindy. Tava chegando outro festival pra agradecer aos deuses pela chuva, porque eram as primeiras da temporada e eles precisavam delas pras plantações e pro uso geral.
— Vão matar ele, com certeza.
— Vão jogar pros crocodilos — completou Nindy, com um piscar de olhos.
— É, e por culpa da sua irmã, o Tamir tá triste. Vão matar o Aden.
— Mas ele atacou ela — berrei pra me defender. Nindy falou algo pra irmã dela, que ficou vermelha de raiva.
— Que bom que a Bárbara vai embora logo — continuou enchendo o saco —. Vocês todos e quem veio só tão causando problema.
Franzi a testa, confusa. Nindy, passando um pouco de ejaculação nas bochechas, me explicou.
— Outras pessoas… eh… vieram aqui antes de você. Elas… ensinam espanhol pra gente, e vão embora.
— Ah, entendi. Por isso que vocês têm uns costumes tradicionais mas falam bem a nossa língua.
Nisso a gente tava conversando quando entrou o Tamir. A pica linda dele balançando mole, sem se importar com o olhar das três mulheres na frente dele. Andra, franzindo a testa, largou a Nindy e falou algo pro irmão. Ele respondeu com algo parecido com uma bronca, e Depois disso, os três começaram a discutir. No final, Anin, a mãe gostosa, teve que entrar pra acalmar eles.
—Ah… tá bom — reclamou Tamir de má vontade e sentou numa cadeira de madeira. Andra parou de colorir as pernas da Nindy e foi se ajoelhar na frente da rola do irmão. Pegou ela sem vergonha nenhuma e, com uma atenção cirúrgica, começou a decorar o pau dele com os pincéis pequenos. Aos poucos, com os toques da Andra, a rola começou a encher de sangue e foi ficando dura. Isso facilitou o trabalho da irmã, que nem se abalou, resistindo a enfiar o membro na boca.
—Pra que se decoram tanto? — perguntei pra Nindy, que olhava os desenhos nas coxas. A menina não parecia convencida com o trabalho da irmã.
—Costume. Quer que eu faça uns em você? — sugeriu sorrindo.
—Bom, tá. Mas nada feio.
Me deitei de costas, deitada, e deixei a Nindy desenhar em mim o que quisesse.

Quando já tava bem pronta, nós quatro saímos de casa e fomos pra festa, que já tava começando no centro da vila. Famílias inteiras estavam lá, alguns pelados, outros não, mas todos impecáveis. A música vinha de instrumentos tribais e umas mulheres muito gostosas dançavam ao redor da fogueira imensa.
Tamir sentou do meu lado e, sem vergonha, começou a chupar uma das minhas tetas. Nindy, do meu lado, deu um tapa na cabeça do irmão, e ele resmungou um monte de coisas na língua nativa dele.
—Já sei, já sei. É que ele quer que eu agradeça pelo que aconteceu, né? — perguntei.
Tamir riu sem graça.
—Sabe? Tá tudo bem. Vamos.
—Pra onde, Mara?
—De volta pra casa, vou te dar sua recompensa por ter me ajudado — virei pra Nin, que tava conversando animada com um amiguinho dela. Nos olhos do garoto dava pra ver um interesse amoroso pela irmã do Tamir —. Vou com seu irmão pra casa.
—Tá bem.
De mãos dadas, percorremos o caminho de volta pra casa deles, e quando chegamos, entramos no quarto dele. Sem No entanto, o quarto não estava vazio. O irmão mais velho dele, chamado Len, estava lá, deitado, com a pica dura e uma garota muito gostosa tentando enfiar o pau grosso na boca dela. Quando nos viu entrar, mal se mexeu. A garota nem ligou pra mim.

Tamir, com o cabelo cacheado bem penteado, me levou pro outro lado do quarto e me jogou no colchão. Eu adorava quando ele me tratava assim, com um certo jeito bruto. Na hora me coloquei de putinha, dando uma bela vista da minha bunda. Ele, sem perder tempo, colou a língua na minha buceta e começou a lamber com muito tesão os poucos sucos que eu já tinha produzido.

Enquanto isso, eu olhava pro pau do Len, grande, grosso e cheio de desenhos, que já estavam se apagando por causa da saliva da garota, cuja boca pequena se abria toda pra ter o pinto dentro. Aquela imagem me deixou muito molhada, e eu entreguei mais sucos pro Tamir, que correspondeu enfiando a língua ainda mais fundo entre minhas carnes.

Olhei por cima do ombro e me virei. Não demorei nada pra levar a pica na boca e chupar com muita força, pra me sentir viva e sorrindo de novo. Ao mesmo tempo, queria impressionar o irmão mais velho, que me observava sem expressão de onde estava deitado. Por outro lado, meu parceiro metia na minha boca, me puxava pelo cabelo e enfiava a pica até minha garganta, o que me dava ânsias deliciosas e lágrimas nos olhos.

Len dispensou a garota que estava com ele, que, depois de limpar a saliva da boca, saiu rapidinho, como se tivesse ganhado a chance de fugir. Depois disso, ele falou umas coisas no idioma dele pro Tamir. O rosto quadrado e forte do Len estava suando.

— Quer se juntar com você — disse Tamir.

— Seja bem-vindo — respondi. Eu tava começando a gostar muito de ménage. Meu sorriso deve ter parecido um sinal pro Len, porque sem dizer nada, ele se aproximou, pica na mão, e enfiou na minha boca. Não tava preparada pra aquilo, mas com a invasão dele, só me restou abrir bem grande e fechar os olhos. O homem Me pegou pelo cabelo e começou as estocadas dentro da minha garganta, cada vez mais rápido, enquanto as investidas na minha buceta por parte do Tamir aumentavam. Eu estava no paraíso, porque queria gritar mas não me deixavam.
Deslizei a língua pelos grandes testículos do Len, enquanto o Tamir procurava um jeito de meter o pau no meu cu. Eu não estava pronta porque nunca me davam por ali, então falei pra ele não fazer. Ele, se sentindo mal, voltou a me socar pela vagina, mas com mais força, vingativo.
Quando aproveitei o delicioso pau do irmão dele, me joguei no colchão. O irmão ocupou o lugar. Os braços fortes dele levantaram minhas pernas. Colocaram nos ombros dele e então, com uma força incrível, me ergueu. Me pendurei no pescoço dele enquanto o membro dele destruía minha buceta. Enrolei as coxas na cintura dele.
O Tamir, atrás de mim, se aproximou e de repente notei que outro pau se introduzia na minha buceta. Gritei de dor quando senti meus lábios se esticando pra abrigar paus tão gostosos. O Len me calou com um beijo profundo.
— Vocês vão me matar! — gritei quando desgrudei minha boca da dele, mas os irmãos não pareceram se importar, porque quando os tive dentro, pulsando, começaram a se mover ritmicamente.
Nunca tinha tido uma dupla vaginal, mas era deliciosa, gostosa pra caralho. Dolorosa, sim, desconfortável também, mas o prazer, as ondas de felicidade estavam me dando muita vontade de gozar de uma vez por todas.
— Ai! Ai! — gemi enquanto gozava, e nem por isso os dois homens pararam de meter dentro de mim. A saliva escorria do canto da minha boca. Eu estava presa entre os dois. As pernas fraquejavam mas os braços fortes dos irmãos me mantinham bem segura.
Depois disso, o Tamir me pegou pra ele. Me jogou na cama e montou em cima de mim, abrindo bem minhas pernas. Enfiou o pau na minha buceta e me virou de lado, na posição de conchinha. O Len, com a pica dura, deixou o pau dele ao alcance da minha boca e eu não demorei pra pegar e chupar com muita fome. Queria sentir o leite desse homem na hora.
O falo tava quente, os dois me penetrando pelos meus buracos diferentes. Meus peitos pulavam e o suor nos envolvia os três. Fodemos e fodemos com força, gemendo os três em êxtase profundo. Eu me ajoelhei entre meus dois amantes e enfiei os paus deles na boca pra chupar os dois ao mesmo tempo. O do Len era maior que o do Tamir, mas o do Tamir cabia perfeitamente em mim. Chupei alternadamente e então masturbei eles com força. Naquela hora, uma descarga de leite, ou melhor, duas descargas de leite encheram minha boca. Enquanto do Tamir saiu um pouco, os ovos duros do Len não pararam de bombear e bombear um líquido branco e grosso que escorreu pela minha boca toda. Eu ria enquanto sentia o esperma escorrer até meus peitos, molhando meus bicos.
Depois disso, Len sacudiu o pau dele e limpou ele no meu rosto. Falou algo pro irmão dele com toda seriedade, e ele sorriu pra ele. Len me olhou. Assentiu com a cabeça e foi embora. Meu coração ainda batia forte.
Tamir, no período refratário dele, sentou, e eu fiquei ali, parada, toda leitada, e rindo. Se casar com ele significava conviver com a família dele, e foder assim… sério que eu queria ficar.
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haha, o que acharam da vingança da Mara? aquele filho da puta mereceu! o que acham da história? cês acham que tá no caminho certo? gostam dos personagens ou têm algum favorito?

11 comentários - Trio familiar en la isla cap 11

Tremenda, no me aparecían las notificaciones y me había perdido 3 capítulos, hoy me puse al día
Hermosa paja me sacaste, lastima que enchastre tod y ahora tengo que limpiar jajaja besos nena seguí así que va re bien
jaja gracias por leerme, no te pierdas mis siguientes capis ¿va? te gustarán, un beso
super a la espera de mas...
claro, cada semana hay un capi nuevo, espero verte jeje
@hammer30 Como quieres vernos?
Genial,como siempre!!!Van 10 y saludos a la espers del próximo!!!!!!!!!
Muchas gracias por tus puntos!
uuuuuuufffffffff como me puse!
Muy bueno como siempre
@hammer30 jaja no es muy dficil que te acostumbres, conociendote, te tienta un poco jaja
@Yosoy277 como toda rica polla, gracias por leerme
@hammer30 Gracias a vos por tus relatos!
Excelente pero se me agotaron los puntos, cuando me recargue te dejo lo merecido.... A mi me sigue encantando Daniela lastima que Aden muera sin haberse cogido a la linda Daniela.... Tanto castigo pero merecido se lo tiene.... esperemos que en la recuperación de Danielita le den bastante sexo y lechita curativa..... Gracias por compartir!!!
jaja no importa, tu comentario me basta! bien merecido qe le arrancaran la polla, por cabrón, a una chica no se le trata así, o nos cogen rico o se mueren xD
@hammer30 Bueno te dejo lo que te debía jejejejeje
Ok quedamos en paz con los puntos siguiente capitulo por favor....
Servido, caballero.
Como siempre!!, la hermana Mara se lleva todo a la boca jajaj, hmm si llegara a tener una Mara!!?, excelente van puntos!!
jajaj todo a la boca como yo, ok no, gracias por tu comentario!!
Guauuuu, esta Mara es genial, que hermosa zorraaa, por dios.
Gracias capoooo, espero los proximooos
jaja si muy bonita y zorrita la niña,! gracias por leerme, espero verte en el siguiente y muy bonita polla 🙂
Excelente.. Termino siendo re putita esa Mara.. Me encanta..
jaja sii, lo escondido que se lo teniía