Siete por siete (184): La despedida de Hannah (II)




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Compedio IPela noite, notei mais animada... 'Não estás brincando sobre o que disse ao almoço, certo?' perguntou, secando seu cabelo loiro após sair da ducha, antes de jantar. 'Claro que não. Sabes que posso fazer...' respondi, enquanto servia os omeletes. 'Não te ofende o que eu disse sobre passar o dia todo na cabana?' Ela riu discretamente, com incredulidade. 'Claro que não!... Além disso, são 12 horas.' recriminou-me, bebendo um pouco de cerveja. 'Ninguém pode aguentar tanto...' Na sua mirada, notei algo de desafio. Ela sabe que, mesmo se acostamos cedo, ainda tenho vontade de mais e, se não o fazemos, é porque tanto para ela como para mim é difícil levantar-se na manhã seguinte. 'Não são 12 horas continuas...' expliquei-lhe, fazendo-a rir, como se tudo que eu disse fosse uma falácia. 'Obviamente, há intervalos para comer, ir ao banheiro e distrair-se, igualmente no trabalho.' 'Mas isso não é um trabalho, Marco!' argumentou ela, com determinação nas suas palavras. 'Estamos falando de sexo... e, por suposto... vocês, os homens, têm limitações...' A observei completamente anonadado e levemente ofendido sobre sua opinião sobre o sexo masculino... 'Então... não me crês?' 'Não.' respondeu secamente, para provar o plato suave que preparei. 'Ainda que nos acostemos sempre às 9, para chegar ao meio da noite?' Minhas palavras fizeram-na atragantar... 'Isso... isso... isso é diferente!' Respondeu alterada, tentando recuperar seu argumento. 'Tens maior resistência... e podes aguentar mais!' 'Mas sabes bem que não sempre me sinto satisfeito...' disse, com maior frialdade, provando um pedaço da ceia. Seus olhos estavam plenamente dilatados, me mirando estupefacta... 'Tú... ainda queres... mais?' perguntou com certo temor. Dei-lhe uma breve sonrisa. 'É óbvio! Te amo, és bonita e gosto de fazer amor contigo! Por que eu me cansaria?' Sua mirada tornou-se esquiva, completamente desvariada... 'Marco... não...' Bromees... seriam 4 vezes... seguidas, comentou avergonhada. Sabia a que se referia: Douglas, com muita sorte, alcança 2 vezes. Ah! Se fosses um pouco como Marisol!, me quejei rindo-me levemente, sem considerar que a faria irritar... Não todas temos peitos grandes! Não me refiro a isso. Respondi, olhando-a com doçura. Por favor, entende-me!... quando Marisol e eu éramos namorados, eu me punha muito quente, mas era muito jovem e nunca quis propasarme... em vez disso, te vejo a ti, me lembra de ela jovem e me dão vontade de fazer-lhe as coisas que não pude... Por suposto que minha lógica carecia de todo sentido. No entanto, a curiosidade e a calentura afetavam... E o quê... te teria gustado fazer-lhe? perguntou, calmándo-se muito mais interessada. Não penso dizer-te, se não vais creer... respondi, fazendo-me difícil... E fez um lamento, tremendamente semelhante aos pucheros de minha mulher. Vamos, dime! O que coisas te teria feito? E me aproximei furtivamente, quase à altura dos seus lábios... Para que você quer que eu diga, se deseja que as faça? Perguntei da maneira mais sedutora que pude. Essa noite, voltamos a fazer o amor com maior intensidade e mesmo após o cúm, não queria despegar-me. Queria que o fássemos novamente, mas apesar de tudo, tínhamos que madrugar para trabalhar. E durante o resto da semana, nos tornamos o foco de atenção dentro da faena. Não suspeitei de Tom como a filtragem do meu plano, senão que minhas suspeitas vão em direção à administração, quando solicitei o permiso para me tomar o dia e talvez, meu amigo Armando, o garçom argentino das cabanas, após receber minha lista de encargo na quinta-feira pela manhã. Como fosse, enquanto nos sentávamos no cassino, Hannah e eu podíamos sentir que cochichavam sobre nós e que a maioria nos apoiava... A única exceção era Roland, que me olhava com uma aura de malícia e ódio absoluto, ao saber que não só me havia roubado a australiana mais bonita da faena, mas Que o resto estava de acordo, incentivava-o e nada podia fazer ele a respeito da inacabável jornada de sexo que lhe esperava à belíssima Hannah, posto que tudo estava em ordem. Ainda assim, no meu departamento, o pessoal sob o meu cargo também se deu tempo para fazer um leve convite de despedida, sem importar minhas protestas. O que mais destacou foi que nunca me fez ver como chefe, pois tratei de repartir as tarefas de maneira equitativa (sempre que fossem complexas ou simples) e alguns admitiram que eu os motivava a trabalhar, posto que nos meus 'tempos de lazer' tomava as tarefas pendentes dos outros e as realizava sem maiores miramientos e que quando não havia mais nada para fazer, pediam-me por favor 'ou que baixasse as revoluções ou que eu entrasse na Wikipedia', fazendo-os rirem de mim. Além disso, sem importar as asperezas e ambiciosos por meu cargo, a maioria estava de acordo que decidisse como meu substituto a um dos mais velhos do time, posto que seus filhos haviam ingressado na universidade e precisava de um melhor salário com urgência. Com o time de Hannah, por outro lado, ninguém queria que se fosse e não ser por Tom, teriam perdido toda compostura, pois Hannah chorava como uma criança desconsolada ao momento em que se despediram dela e alguns deles viam como a única oportunidade de manusear a angelical loira que lhes comandava. Mas pelas últimas noites, minha calentura por Hannah desbordava a níveis insidiosos. Com muito descaro e enquanto ela falava pelo notebook com seu marido, introduzia-me entre suas pernas e a dedeava ou lamia a seu prazer, fazendo que ela se retorcera ou ocasionalmente suspirasse enquanto tentava manter a compostura. Se bem, ao princípio me tratava de afastar com as mãos, quando parava, me mirava com certa coqueteria e incerteza, abrindo mais as pernas para instigar novamente meu ataque. Naturalmente que seu marido se dava conta disso, mas quando este lhe consultava, Hannah ia-se justificando com desculpas vagas e evasivas, o que conseguiam distraí-lo o suficiente para retomar a conversa habitual. No entanto e com muita luxúria, o viernes eu propus uma leve fantasia minha que consistia em ela ligar seu marido, estando empalada por minha ferramenta, o que surpreendentemente aceitou. Ela estava semi-nua, usando um camisola que cobria desabotoado suas tetas e que até mesmo agradou muito ao seu esposo, apoiando o portátil em meu ventre e segurando-o com minhas mãos. Quando notei que seu rubor passava ligeiramente, comecei a me mover muito suavemente, fazendo que novamente perdesse a calma. Sua voz, uma vez mais, variava de tom e quando seu esposo lhe consultava, murmurei que ela dissesse que estava se tocando, o que fez com que se envergonhasse extremamente, mas sabia que era a única explicação convincente para calmar seu marido. Claro que ele viu como oportunidade para também se tocar e supondo que ela desviava a vista ao ver o aparelho ereto do seu esposo na tela, aproveitei de dar maior força a meus movimentos e sobrar à vontade seu trasero chamativo. Hannah começou a gemir extasiada, elevando-se sobre mim e se mexendo com força, ao ponto que seus lindos mamilos estavam excitados, mas eu lhe susurrava que não perdesse o controle das suas mãos. Imagino que seu marido devia estar muito excitado pela situação, pois não contemplava que sua esposa estava recebendo prazer sem usar as suas próprias mãos, até que eventualmente a comunicação se cortou por seu extremo. Nós, em vez disso, fechamos o portátil e embarcamos em uma sessão amorosa que durou até altas horas da noite, onde os beijos e carícias nunca falaram. Mas na noite do sábado, foi minha vez de pagar a dívida. Enquanto conversava com Marisol, explicando um pouco o que havia planejado para o dia seguinte, sentado à mesa onde comíamos, ela se arrodilhou para despir meu falo e dar-me uma mamada deseosa, que eu estava descrevendo de maneira “cifrada” a minha esposa, já Fosse usando palavras rebuscadas ou em um linguagem soez... “E ela lamia melhor que eu?” perguntava minha esposa, com uma expressão muito animada, enquanto Hannah o tomava com ambas as mãos e lhe dava beijos generosos na minha cabeça inchada. “Não tanto... Tú tens maior experiência nisso…” “Mas… Se a come toda?” perguntava, com um rosto de viciosa que me fazia mais duro, especialmente quando se massageava seus senos avantajados, acima do camisão branco que me tornava louco. “Tenta. Mas não aspira tão bem como tu…” Nossa conferência vídeo se estava tornando mais candente, especialmente quando minha esposa tirou o consolador que comprei no velador e lamia-o de uma maneira apetecível. “¡Que inveja, meu amor! ¡Já quisera que estivesses aqui!” exclamou minha esposa e parece que Hannah notou algo, porque me olhou com grandes olhos. “Se estivesses aqui, não teria que meter isso entre as pernas…” comentou minha mulher, afastando-se da câmara e abrindo as pernas, para começar a masturbar-se. Marisol parecia uma ninfómana, metendo e sacando esse plátano negro, olhando para a câmara com desejo, me fazendo como um touro. Hannah não demorou para se dar conta do que estava acontecendo e, com maior entusiasmo, lamia minha cabeça dilatada. “¡Uy, qué tasty!... ¡Uhm, qué tasty!... ¡Ahh!... ¡Ahh!... ¡Sua coisinha tão deliciosa… dentro de mim!” exclamava minha esposa, deitada sobre a cama, massageando um peito. Em poucas ocasiões, me havia sentido tão duro. Por algum motivo que ainda não entendo, minha esposa se aquece mais quando me vê ter sexo ou pensa que terei sexo, apesar de quando o temos juntos, não alcança nem a metade da fogosidade que se apreciava à distância. E é que me tinha mesmerizado seu ritual, lambendo o falo de caucho com desesperação, enquanto com sua outra mão, não deixava de estimular seus peitos avantajados... “A tua tem um sabor tão tasty…” dizia, fazendo um som de chapoteo tão sugerente que se confundia com o de Hannah. Fazia-o bastante bem, deslizando Meu falo dentro dos seus lábios, sugando moderadamente, com os olhos fechados, chegando a contemplar suas faces contraídas, acelerando mais e mais o seu ritmo. “Você está chupando isso gostoso?... Você está chupando muito gostoso, meu amor?” perguntava Marisol, num arrebatamento apasionado. Não sabia bem como responder sem gemer, temendo que Hannah perdesse o ritmo ou parasse. Só me restringia a desfrutá-lo, tensando meus braços. Mas ao mesmo tempo, tornava-se infinitamente louco o apreciar como Marisol, com seus tremendos e excitados peitos nus, localizava o falo de látex entre eles, apertando-os com muito entusiasmo. “Como eu gostaria que você estivesse aqui!... Como eu gostaria que você estivesse aqui, para me dar seu sabor delicioso!” comentava, lambendo desesperadamente a ponta do seu consolador. E foi então que Hannah fez algo completamente impensável para mim: pegando meu pênis com as duas mãos para segurá-lo, se dedicou a comer exclusivamente minha glândula, com chupões efusivos e lambendo com a ponta da sua língua, com restos de minha baba pendurados nas suas faces brancas. Seus diamantes me contemplaram com rosto de vício do mais eloquente, num entendimento mútuo que pela noite, lhe daria duro e quase sem parar. Marisol se deu conta do meu rosto compungido… “Tragamelo, Hannah! Tragamelo tudo, por favor!” cheguei a dizer mesmo e minha esposa o escutou. Contemplei sua mirada quase horrorizada, ao sentir o volume dos meus fluidos dilatando suas faces e, num esforço sobrehumano, contive minhas descargas, para que ela pudesse beber meus fluidos sem se afogar ou vomitar, o que Hannah fez com bastante apreço e agrado. Sua mirada, satisfeita e coquete ao mesmo tempo, mantinha toques de malícia, após limpar os restos que manchavam seu rosto com o indicador e dava lametões esporádicos efusivos em meu falo, como se tratasse de uma guloseima. “Amor... Seu bebeu... tudo?” perguntou do outro lado da tela minha esposa. Se lhe apreciava lácia, clara sinalização que também havia alcançado um orgasmo, mas permanecia levemente estimulando seu clitóris, com os peitos fora e muito exausta. “Sim, Marisol! Tenho que ir! Te vejo amanhã!” respondi à minha mulher, sem pensar demasiado. Hannah continuava me lamendo com muito agrado e tomei seu rosto angelical para levá-la para a cama e satisfazê-la duas vezes em gratidão... A manhã seguinte, despertamos com o alarme do telefone, mas nessa oportunidade, nos abraçamos muito, permanecendo deitados. “Olha Hannah, se eu fizer algo que não te agrade ou não quiseres, avisa-me e pararei. O mesmo ocorre se te sentires demasiado exausta.” Explicitei, como se estivesse dando as instruções para montar uma montanha-russa, fazendo com que me apreciasse muito divertida. “Não se trata de apenas eu desfrutar. Se tiver alguma fantasia na mente, deve avisar-me e creia que eu a farei por ti…” Depois de um breve silêncio, replicou com certa timidez... “Bem, Marco… eu não te peço nada. Sinto-me satisfeita que quieras passar o último dia comigo… mas não devias demonstrar nada… eu… já desfruto demais contigo… e não quero que te exaugues por me impressionar…” Novamente, ri. “Ainda sigues sem acreditar, não é assim?” Ela negou sorrindo com seu rosto... “Pois então, terei que demonstrá-lo…” respondi, plantando um beijo apasionado nos seus lábios e abalanzando-me sobre ela… Título seguinte

2 comentários - Siete por siete (184): La despedida de Hannah (II)

Excelente! Espero ansioso la continuación! Gracias por compartir tanto, como siempre.
De nada. Trataré de sacar la parte final dentro de poco tiempo (la 3era la acabo de subir y la final, quiero que sea el regalo de cumpleaños adelantado de mi mujer). Saludos y gracias por comentar.
Que efusividad!_sublime sin duda, de lo mas rico que compartirlo con marisol