Foi num domingo na casa dos meus tios. Eles moram com minha prima e meu primo, que, além do meu tio, são os três atletas da família. Então, lá pelas quatro da tarde, fui pra casa deles, como já vinha fazendo umas duas semanas, com a desculpa de usar o computador porque eu ainda não tinha um. Toquei a campainha e minha tia abriu a porta. Ela é uma gostosa deliciosa, tinha uns 39 anos e os peitos bem empinados e grandões, ainda pareciam de uma novinha de 25. Sobre a bunda dela, só posso dizer que é a que mais esperei na minha vida — na época, era empinada, redondinha e enorme. Acho que as medidas dela deviam ser uns 95-70-100. Bom, ela abriu a porta e nos cumprimentamos com um beijo. Eu já meti um na boca dela, e ela me disse pra não fazer mais isso, que já tinha me avisado antes que não queria. Mas eu já tinha dado um beijo na boca dela na semana anterior também, como quem anuncia algo que nem eu sabia que ia rolar. Entrei na casa, cumprimentei os outros, que já estavam prontos esperando minha prima pra ir pra quadra pro jogo de domingo. Eu sabia que minha tia ia ficar sozinha, e já tava bolando umas paradas com ela.
Fui pro quarto da minha prima. Ela disse que ia liberar o computador rapidinho e que eu podia usar. Depois, os três foram embora, me deixando sozinho em casa com minha tia. Comecei a mexer nas minhas coisas quando percebi que minha tia tinha entrado no banho. Esperei um minuto e fui até a janela que dava pro banheiro, como sempre fazia, e comecei a espiar. Isso eu já fazia desde moleque com ela, por isso ela me deixava tão louco. Imagina só: passar quase um ano esperando uma mulher com quem eu nunca ia poder ter nada, mas isso me relaxava pra caralho. Bati uma punheta vendo os peitos dela, olhando aquela boceta peluda e preta e aquelas nádegas redondas que imploravam pra serem fodidas pelo meu pau — não é tão comprido, mas tem uns 6 cm de grossura. Gozei e voltei pro quarto. Ouvi ela sair do banho e passar pelo corredor em direção ao quarto dela. Segui ela, entrei no quarto e a vi... Envolta num roupão de seda e com uma toalha na cabeça, a gente começou a conversar. Ela estava de costas pra mim, procurando a roupa, e eu olhando pra bunda dela com uma vontade doida de pegar ela, mas me segurava como sempre, só batendo uma punheta.
Ela se virou e sentou na cama, deixando ver as coxas dela, grossas e durinhas. Ela sabia que me excitava ver ela, eu deixava claro olhando pras coxas dela e depois nos olhos dela, mas nunca se dizia uma palavra quando eu olhava. Essa era a primeira vez que passava pela minha cabeça que eu podia fazer alguma coisa com ela, mas eu mesmo me controlava. Só que dessa vez eu consegui ver mais além: dava pra ver a bucetinha peluda dela, por entre as dobras do roupão, ainda molhada do banho. Ela percebeu que eu tava olhando e me avisou pra parar de encarar e sair pra ela poder se vestir. Nessa hora, pensei que não podia deixar a oportunidade passar e criei coragem.
— Tia, por que a senhora não deixa eu ver a senhora se vestir? A senhora sabe que eu olho pra senhora no banho quando a senhora toma banho — falei.
Ela se surpreendeu, mas não ficou brava, mostrando que era verdade que ela sabia, o que, em vez de me acalmar, me deixou mais nervoso.
— Tá bom, mas só olhar, e você tem que prometer que não vai contar pra ninguém.
— Juro.
Aí ela tirou o roupão. Fiquei pasmo vendo ela daquele jeito. Embora já conhecesse ela pelada, naquele momento senti a pica ficar mais dura que um pau. Toquei nela e ajeitei. Falei:
— Tia, a senhora mostraria a sua bucetinha gostosa pra eu bater uma punheta vendo a senhora?
Ela se assustou e disse que eu era louco. Na real, eu tava louco, mas louco pra comer ela ali mesmo e dar uma foda. Aí falei pra ela me deixar tocar ela inteira, só dessa vez, que não contaria pra ninguém. Ela disse que não, pra deixar ela sozinha pra se vestir e vazar. Então me ocorreu falar pra ela se acalmar e me deixar fazer umas perguntas, que dependendo das respostas que ela desse, ela decidiria. era o que a gente fazia e ela me disse que tá bom, colocou o bastão e sentamos pra conversar. Perguntei: tia, lembra quando a senhora morava em... e que tinha frestas na porta do banheiro, será que não sabia que eu e meus primos olhávamos a senhora quando tomava banho? E que quando se vestia no quarto, a gente espiava pela janela? Eu sei que a senhora sabia, era óbvio como a senhora se mostrava e ficava nua um tempão pra gente ver. Como antes, ela não se surpreendeu e só respondeu.
- Sim
Depois eu disse:
- Lembra daquela vez na minha casa, no aniversário do meu irmão, a gente tava os dois no quarto da lavanderia e a senhora se abaixou pra pegar um cigarro? Lembra que eu abracei a senhora por trás e enfiei umas estocadas enormes com o pau tão duro que doeu a bunda da senhora? Naquela vez a senhora só se soltou e não disse que incomodava, mas pegou no meu pau e apertou a cabeça dele, me deixando caído de dor?
De novo ela disse:
- Sim
Aí continuei:
- E na semana passada, quando beijei a senhora na boca e hoje de novo beijei, a senhora só disse pra não fazer mais, podia ter me denunciado e não fez, será que é porque sabe que eu gosto e a senhora gosta dessa brincadeira entre a gente?
Aí fiquei sem reação quando ela disse de novo:
- Sim, gosto que você me persiga com seus toques e beijos
Então eu disse que se ela dissesse sim de novo, eu não responderia pelo que faria com ela. E perguntei:
- Lembra quando a gente se encontrou no metrô e a senhora me convidou pra almoçar na casa da senhora, dizendo que se sentia sozinha? Naquela vez, eu entrei na cozinha e vi a senhora abaixada procurando uns pratos, com a bunda pra cima. Se eu tivesse te agarrado, levantado a saia, puxado a calcinha pro lado e enfiado tudo na sua buceta, a senhora teria deixado eu te foder até gozar dentro e deixar a senhora cheia do meu leite?
Ela me olhou com a cara vermelha e disse:
- Era pra isso que eu te convidei, mas pensei que você só gostava de me olhar e não achei que me desejava com tanta vontade.
Então não aguentei e perguntei:
- O que a gente faz? E aí?.
Ela pega na minha mão e me puxa pra perto dela, desabotoa minha calça, abaixa ela e pega meu pau com a mão, enfia na boca e chupa até deixar tudo ensopado. Disse que ia deixar tudo molhado, aí virou de costas e ficou de quatro na cama, apoiada nos joelhos, empinando aquela bunda minúscula, tão linda e redondinha, e abriu as pernas pra deixar o buraco inteiro à mostra. Mandou eu cuspir no cu dela, eu fiz, e ela disse pra enfiar toda a saliva com o dedo, fazendo movimentos circulares pra abrir. Fiz isso por uns dois minutos até que abriu o suficiente pra enfiar dois dedos. Aí ela falou: — Mete tudo. E eu enfiei. Meti com tanta força que saíram lágrimas dos olhos dela, e ela deu uns gritos de dor, mas dava pra ver que tava gostando. Disse que também queria, que não parasse, que continuasse metendo porque o marido dela, meu tio, já não fazia mais isso. Quando eu gozei, ela agarrou, virou e limpou meu pau com a língua, guardou e subiu minha calça. Depois me beijou e disse que nunca tinha visto um tão duro e grosso na vida dela, e que eu tava cordialmente convidado pro próximo domingo, mas dessa vez, com óleo.
Fui pro quarto da minha prima. Ela disse que ia liberar o computador rapidinho e que eu podia usar. Depois, os três foram embora, me deixando sozinho em casa com minha tia. Comecei a mexer nas minhas coisas quando percebi que minha tia tinha entrado no banho. Esperei um minuto e fui até a janela que dava pro banheiro, como sempre fazia, e comecei a espiar. Isso eu já fazia desde moleque com ela, por isso ela me deixava tão louco. Imagina só: passar quase um ano esperando uma mulher com quem eu nunca ia poder ter nada, mas isso me relaxava pra caralho. Bati uma punheta vendo os peitos dela, olhando aquela boceta peluda e preta e aquelas nádegas redondas que imploravam pra serem fodidas pelo meu pau — não é tão comprido, mas tem uns 6 cm de grossura. Gozei e voltei pro quarto. Ouvi ela sair do banho e passar pelo corredor em direção ao quarto dela. Segui ela, entrei no quarto e a vi... Envolta num roupão de seda e com uma toalha na cabeça, a gente começou a conversar. Ela estava de costas pra mim, procurando a roupa, e eu olhando pra bunda dela com uma vontade doida de pegar ela, mas me segurava como sempre, só batendo uma punheta.
Ela se virou e sentou na cama, deixando ver as coxas dela, grossas e durinhas. Ela sabia que me excitava ver ela, eu deixava claro olhando pras coxas dela e depois nos olhos dela, mas nunca se dizia uma palavra quando eu olhava. Essa era a primeira vez que passava pela minha cabeça que eu podia fazer alguma coisa com ela, mas eu mesmo me controlava. Só que dessa vez eu consegui ver mais além: dava pra ver a bucetinha peluda dela, por entre as dobras do roupão, ainda molhada do banho. Ela percebeu que eu tava olhando e me avisou pra parar de encarar e sair pra ela poder se vestir. Nessa hora, pensei que não podia deixar a oportunidade passar e criei coragem.
— Tia, por que a senhora não deixa eu ver a senhora se vestir? A senhora sabe que eu olho pra senhora no banho quando a senhora toma banho — falei.
Ela se surpreendeu, mas não ficou brava, mostrando que era verdade que ela sabia, o que, em vez de me acalmar, me deixou mais nervoso.
— Tá bom, mas só olhar, e você tem que prometer que não vai contar pra ninguém.
— Juro.
Aí ela tirou o roupão. Fiquei pasmo vendo ela daquele jeito. Embora já conhecesse ela pelada, naquele momento senti a pica ficar mais dura que um pau. Toquei nela e ajeitei. Falei:
— Tia, a senhora mostraria a sua bucetinha gostosa pra eu bater uma punheta vendo a senhora?
Ela se assustou e disse que eu era louco. Na real, eu tava louco, mas louco pra comer ela ali mesmo e dar uma foda. Aí falei pra ela me deixar tocar ela inteira, só dessa vez, que não contaria pra ninguém. Ela disse que não, pra deixar ela sozinha pra se vestir e vazar. Então me ocorreu falar pra ela se acalmar e me deixar fazer umas perguntas, que dependendo das respostas que ela desse, ela decidiria. era o que a gente fazia e ela me disse que tá bom, colocou o bastão e sentamos pra conversar. Perguntei: tia, lembra quando a senhora morava em... e que tinha frestas na porta do banheiro, será que não sabia que eu e meus primos olhávamos a senhora quando tomava banho? E que quando se vestia no quarto, a gente espiava pela janela? Eu sei que a senhora sabia, era óbvio como a senhora se mostrava e ficava nua um tempão pra gente ver. Como antes, ela não se surpreendeu e só respondeu.
- Sim
Depois eu disse:
- Lembra daquela vez na minha casa, no aniversário do meu irmão, a gente tava os dois no quarto da lavanderia e a senhora se abaixou pra pegar um cigarro? Lembra que eu abracei a senhora por trás e enfiei umas estocadas enormes com o pau tão duro que doeu a bunda da senhora? Naquela vez a senhora só se soltou e não disse que incomodava, mas pegou no meu pau e apertou a cabeça dele, me deixando caído de dor?
De novo ela disse:
- Sim
Aí continuei:
- E na semana passada, quando beijei a senhora na boca e hoje de novo beijei, a senhora só disse pra não fazer mais, podia ter me denunciado e não fez, será que é porque sabe que eu gosto e a senhora gosta dessa brincadeira entre a gente?
Aí fiquei sem reação quando ela disse de novo:
- Sim, gosto que você me persiga com seus toques e beijos
Então eu disse que se ela dissesse sim de novo, eu não responderia pelo que faria com ela. E perguntei:
- Lembra quando a gente se encontrou no metrô e a senhora me convidou pra almoçar na casa da senhora, dizendo que se sentia sozinha? Naquela vez, eu entrei na cozinha e vi a senhora abaixada procurando uns pratos, com a bunda pra cima. Se eu tivesse te agarrado, levantado a saia, puxado a calcinha pro lado e enfiado tudo na sua buceta, a senhora teria deixado eu te foder até gozar dentro e deixar a senhora cheia do meu leite?
Ela me olhou com a cara vermelha e disse:
- Era pra isso que eu te convidei, mas pensei que você só gostava de me olhar e não achei que me desejava com tanta vontade.
Então não aguentei e perguntei:
- O que a gente faz? E aí?.
Ela pega na minha mão e me puxa pra perto dela, desabotoa minha calça, abaixa ela e pega meu pau com a mão, enfia na boca e chupa até deixar tudo ensopado. Disse que ia deixar tudo molhado, aí virou de costas e ficou de quatro na cama, apoiada nos joelhos, empinando aquela bunda minúscula, tão linda e redondinha, e abriu as pernas pra deixar o buraco inteiro à mostra. Mandou eu cuspir no cu dela, eu fiz, e ela disse pra enfiar toda a saliva com o dedo, fazendo movimentos circulares pra abrir. Fiz isso por uns dois minutos até que abriu o suficiente pra enfiar dois dedos. Aí ela falou: — Mete tudo. E eu enfiei. Meti com tanta força que saíram lágrimas dos olhos dela, e ela deu uns gritos de dor, mas dava pra ver que tava gostando. Disse que também queria, que não parasse, que continuasse metendo porque o marido dela, meu tio, já não fazia mais isso. Quando eu gozei, ela agarrou, virou e limpou meu pau com a língua, guardou e subiu minha calça. Depois me beijou e disse que nunca tinha visto um tão duro e grosso na vida dela, e que eu tava cordialmente convidado pro próximo domingo, mas dessa vez, com óleo.
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