Desde o primeiro momento eu soube, tava convencido que minha mãe sentia algo especial por mim, algo além do carinho, do amor de uma mãe pelo filho.
Os cuidados que ela me dava, o jeito demonstrativo no exercício da sua tarefa delicada e dedicada. Isso fazia com que eu pudesse esperar tudo dela, e que ela tava disposta a dar tudo por e pra atender meus desejos mais mimados.
Assim, conforme eu ia crescendo, minhas pretensões iam mudando.
Meus caprichos foram se voltando mais pro apetite sexual que tava brotando, cheio de ansiedade e agonia.
Aquilo foi tocar o céu com as mãos, a glória. Minha mãe aceitava as mudanças com devoção, sem se abalar, sem um comentário ou opinião, como se fosse mais uma coisa normal do crescimento e desenvolvimento do seu caçula.
Não posso nem quero me desculpar e fingir que não sabia o que fazia. Assim como ela, não fingíamos nada; sabíamos o que estávamos fazendo.
No horário em que meu pai não estava, porque ele estava trabalhando, eu ficava sempre pelado. Meu pai uma vez me pegou assim e ficou muito puto, me tratou como uma espécie de fauno obsceno e indecente. O que eu nunca entendi.
Depois de um bom tempo brincando com minha mãe, comecei a ficar entediado. E, por outro lado, ela parecia estar vidrada nisso, ansiosa e inquieta, quase obcecada. Ela girava em volta de mim com uma ansiedade agonizante, preocupada e com medo das minhas recusas, que ultimamente estavam rolando direto. Aí, num momento de lucidez — um dos poucos que tenho —, analisei a situação e entendi que ela, assim como eu, também merecia conseguir o que precisava.
Agora, pra continuar sendo honesto, o que ela precisava, na minha opinião pessoal — e olha que muitas vezes não era o que os outros esperavam —, era outra coisa.

Foi assim que, na hora da sesta, convidei alguns amigos, conhecidos e ex-colegas de escola para agradar e satisfazer minha mãe.
Eu queria que eles matassem a sede e o apetite genital dela, mas não a vi muito animada quando se deparou com a surpresa que preparei.
Queria mesmo recompensá-la por tantas alegrias que ela me dava, além de compensar, nem que fosse uma mínima parte, tudo o que ela estava disposta a fazer por mim.
Achei que isso resolveria e acalmaria meu pouco desejo carnal.
Embora ela parecesse nervosa, sua reação à surpresa inesperada era certamente compreensível. Desprevenida, ela entrou nua na sala de jantar e ficou chocada com a presença de todos aqueles jovens quase desconhecidos para ela. Rapidamente, tentou cobrir o corpo, vestindo-se às pressas com algumas roupas que estavam por acaso na sala.

A acalmei, mandei ela relaxar, penetrei ela e quando senti a umidade dela no meu pau, entreguei ela pra rapaziada.
Ela obedeceu, pareceu entender, já que não resistiu, mas o rosto dela não mostrava a mesma fascinação que comigo na intimidade, muito pelo contrário, tinha uma careta parecida com estupor ou desconcerto, uma espécie de confusão resignada que eu vi no olhar dela.
Pra continuar sendo sincero no relato dos fatos, tenho que confessar que também não foi fácil pros meus conhecidos. Eles não conseguiam, não davam conta de manter a ereção dos paus deles.
Minha mãe continuava com o olhar fixo em mim, como se explicasse com os olhos que meu presente não tava dando certo.
Pelo menos essa era minha impressão naquele momento. Essa troca de opiniões no visual foi interrompida quando um dos camaradas amantes conseguiu uma boa ereção, tirou da minha mãe as roupas que a atrapalhavam, inclinou ela deitando num sofá e a penetrou por trás.

Minha mãe sentiu a invasão do pau do meu parceiro, tanto que ela semicerrô os olhos, interrompendo nosso diálogo visual.
Aquilo foi tipo uma virada na situação, que até eu já tinha percebido que tava ficando tensa. Tava começando a me incomodar como as coisas estavam rolando naquele rolê.
As circunstâncias começaram a se encaminhar a partir dali, mas mesmo com minha mãe retomando a comunicação visual comigo, não vi ela feliz, nem contente, que era claramente o que eu queria: satisfazer ela.
Embora tudo tenha pegado mais ritmo, e os convidados fossem se animando e a possuíssem, a pouca atitude da minha mãe boicotava o momento.Vai, gostosa, dá um gás!Exclamei sério, com a testa franzida.
Minha mãe aceitou e se predispôs de outro jeito, se fez presente pela primeira vez no lugar, não só com o corpo, mas com o espírito.
Baixou a cabeça e se esforçou pra agradar o filho mais uma vez.
Minha mãe pensou que, de fato, já estava consumado, além de estar acontecendo no lugar dela, então ela tinha que cumprir e terminar de forma magistral, para o deleite do seu Deus, seu filho, que tinha se tornado uma espécie de cafetão, de proxeneta do corpo dela, da alma dela, da pessoa dela.
Um hedonista, como um *swinger* de mente aberta, que acredita que incluir outros nas relações sexuais melhora o vínculo do casal na cama, mas sem envolvimento emocional.
No entanto, o que estava rolando era um tipo específico de orgia, onde uma mulher (no caso, minha mãe) transava com três ou mais caras, em turnos ou ao mesmo tempo; isso podia incluir um número indefinido de participantes.
Minha mãe esperava que eu, filho dela, percebesse logo que não ia aguentar ver ela, minha mãe e parceira, com outras pessoas. Mais do que esperar, ela desejava, rezava pra que fosse assim, já que ela só queria transar comigo.
Só que não rolou, eu adorava ver minha mãe sendo comida pelos meus conhecidos e eles me agradecendo pela boa vibe e por eu não ser egoísta em dividir ela.
Claro, minha mãe aceitou e até acho que com o tempo passou a gostar, pegou o hábito e a mania de sempre fazer algo, nesse caso, dar pra mim, o filho dela.
O primogênito sempre conseguia o que queria com ela, ela tava domesticada, dominada e submissa ao filho, enfiando umas ideias e crenças na cabeça dela, ensinando como agir e se comportar, uma pecadora completa, cometendo qualquer safadeza por ele e pra ele.
Aquela sesta foi a primeira de muitas aventuras sexuais que rolaram na minha casa de infância, aos poucos vou contando elas. Como minha mãe, pra me proteger demais, aceitava meus conhecidos e todas as brincadeiras, pra eu não ficar na rua, com todos os depravados e perigos que existem lá fora.
52 comentários - Los Juegos con mi madre c/imágenes
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