Como o sábado continuou com o casal corno

Depois da trepada na caminhonete, saímos rumo a um hotel.
Pouco depois, o cara que tinha recebido a foto manda uma mensagem, dizendo que estava tudo bem, mas que por favor viessem. Ele me mandou:
"Nico, traz ela pra casa, tá tudo bem, tô com muito tesão, mas tô angustiado de perder ela, eu não atrapalho, só quero ver vocês, isso tá me matando!!"
Respondi que sim, tudo bem, mas se comporte, não faça merda que vem tudo tranquilo.
Ele me mandou um "OBRIGADOOOO".
Dou meia-volta e digo: "Vamos pra sua casa."
"O que foi?"
"Nada", eu digo, "tá tudo bem, mudei de ideia."
"Você não vai me deixar assim, tô com muito tesão e preciso do seu pau."
"Óbvio, você vai se empanturrar de pau hoje" — e mudei de assunto, pedindo que me guiasse já que nunca tinha ido lá.
Chegamos na casa e o Martin tinha colocado na mesa três taças, um vinho branco doce, e estava na cozinha.
Quando nos ouviu chegando, veio nos receber, deu um beijo nela, me cumprimentou e agradeceu.
Olho a mesa, vejo o vinho e dou uma espiada — um belo "cosecha tardía" — e pra quebrar o gelo, digo: "Abre isso antes que esquente", e nos sentamos à mesa.
"Tudo bem?", ele pergunta. Eu digo: "Sim, demos uma volta no shopping e viemos."
"Ele me fez andar assim pelo shopping inteiro, o muito safado, todo mundo me olhando."
Faço ela parar e pergunto: "Não tá linda pra passear no shopping?"
"Linda", ele diz. Pego ela pela mão e puxo pra perto, e ela sozinha senta de frente em cima de mim, com uma perna de cada lado.
Claro que o vestidinho subiu e ela já estava esfregando a buceta na minha calça. Olho pra ele e digo:
"Diz algo pro Martin."
"Mar, ele me deixou com muito tesão, Nico, quero que ele me foda mal, que me deixe de cama. Você deixa?"
"Sim, amor, o que você quiser", ele responde.
"Que lindo você é, te amo", ela disse, virou o rosto e devorou minha boca com desespero, esfregando-se no meu pau que já estava a mil.
Enquanto apalpava os peitos dela, joguei-a pra trás, apoiei as costas dela na mesa e puxei o vestido até a cintura, deixando os peitos ao ar, pra poder apreciá-los.
Ele... Só ficava olhando e não dizia uma palavra.
Continuamos um tempinho assim e ela começa a procurar meu pau. Como não podia tocá-lo, ela desce, tira minhas bermudas e, de joelhos, começa a chupar meu pau por uns dois minutos, depois sobe em cima de mim. Quero pegar as camisinhas e ela diz: "Não, assim mesmo, quero você dentro, sem nada. Calma, gata, vou te foder sem camisinha quando você fizer os exames e só transar comigo. Só com você vou foder... ah, e com o Martin."

Já tinha a camisinha posta, ela estava toda molhada, sentou e enfiou de uma vez só.
"Ahhhhhh" e começou a cavalgar de forma frenética. Eu me sentia quase violado, ela ia mais rápido, como se estivesse possuída, buscando o orgasmo ou pelo menos aliviar as vontades reprimidas. Por sorte, nessa posição é difícil eu gozar, então deixei ela pular um bom tempo. Já estava suada e, quando ela afrouxou, aí comecei eu. Peguei ela pelos quadris e eu mesmo movia ela pra frente e pra trás. Aí ela começou a falar e soltar todo tipo de som, de todos os calibres. Antes, ela tinha fechado os olhos, concentrada, cavalgando em mim. Agora, ela se deixava levar e estava curtindo ainda mais.

"E o Martin? Conhecia sua mulherzinha? Já viu ela assim alguma vez?" Ele nunca me respondeu.
"Você gosta de ver ela assim?"
"Siiim."
"Você é feliz vendo ela curtindo?"
"Siiim."
"Isso te deixa com tesão?"
"Muito!!"
"Você vai dar permissão pra ela transar comigo quando eu quiser?"
"Siiim."
"Olha, quando eu quiser, vou chamar ela e passar pra buscar pra dar pau nela."
"Sim, o que você quiser."
"Mesmo assim, você sempre vai ficar sabendo, mesmo que não esteja presente."

Já estava começando a se tocar e eu não queria ver.
"Agora você fica aqui, que nós vamos pro quarto. Se a gente precisar de você, avisamos."

Sem parar de meter nela, me levantei e a carreguei enfiada até o quarto.
Chegamos no quarto e, contra a parede, comecei a meter forte. Ela estava fora de si e não parava de me beijar e de dizer o quanto estava gostando. Depois, vamos pra cama, deito ela e começo a chupar sua buceta, enfiando dois dedos, fiz ela gozar brutalmente. E não parei de masturbá-la nem de chupar sua buceta, não dava tempo de ela relaxou depois do orgasmo e aproveitei pra enfiar uns dedos na bunda, fiquei um tempinho assim e coloquei ela de quatro na cama e comecei a meter com força, dois minutos e vendo aquela raba não conseguia pensar em outra coisa, então tirei a camisinha e enfiei de uma vez, ela gritou mas aguentou estoicamente, mais um tempinho assim e vejo o Martin na porta, quer fazer alguma coisa? sim quer chupar a buceta dela? sim dá uns beijinhos que ela tá toda vermelha de tanto pau vem deita embaixo dela e enquanto eu como ela você chupa, e de quebra vê de perto como ela engole meu pau pela bunda. ele deitou e começou a meter a língua, ele estava vestido e ela tava tocando no pau dele por cima da calça, em um momento ele começa a gozar com a roupa, enfia a língua com tudo e levamos ela a outro orgasmo e aí eu gozei pra valer. ficamos um tempinho assim e eu saí, tirei a camisinha e esvaziei na bunda dela, a porra escorreu pela buceta e terminou na boca do Martin que não se mexeu e continuou chupando, eu subi na cama, beijei ela e depois dei meu pau pra ela saborear o que sobrou de porra.

4 comentários - Como o sábado continuou com o casal corno

faaa tremendo cuckhold...buen relato, gracias por compartir, dejo +5 y te sigo a partir de ahora para los aportes de relatos que puedas hacer, pintan bien,
@SaintMichael, el otro día andabas buscando inspiración, acá @nicogoza parece que la tiene bastante clara. 😉
gracias capo,ahi le pego una leida!
@SaintMichael No por este en particular, tiene varios que te pueden ayudar a lo que querías. Abrazo!