Vantagens de ser "viado

Aviso: Essa é uma experiência REAL, então vai ser meio chata no começo e com pouca ação, diferente dos meus outros posts. Ainda não tenho posts inventados, mas destaquei o "REAL" pra vocês entenderem o ritmo baixo e incomum dessa história. Analisando o máximo que pude, pra história ser realmente compreendida, cada palavra é necessária. Depois dessa, vêm posts com mais ação. Saudações!Tava eu entediado, vendo a putaria do Facebook (porque, sendo sincero, toda rede social é putaria). Me deparei com umas fotos de uma pijamada de minas, que, embora eu não tenha dado mole pra nenhuma porque não achei gostosas, tinha um cara no meio, um cara gay. Aí entrei pra ver as fotos e as gurias, que eram umas cinco ou seis, estavam todas em cima dele de pijama, sentavam nele, encostavam a bunda, ficavam apalpando de propósito, e o cara parecia estar se divertindo. Se ele era gay de verdade ou não, se ria das besteiras que as piranhas faziam ou não, me deu um gancho pra refletir:
Os gays levam a pior em situações onde a maioria é homofóbica, até mesmo os próprios babacas que se deixam comer e negam isso sofrem preconceito, seja da família, amigos, etc. Mas, mas, mas... os gays têm umas vantagens boas pra caralho: ficar perto das minas, sem risco de ser invejado por ter amizades do sexo oposto, já que isso seria ilógico, e o melhor, encontros com as gatinhas igual o desse cara, onde as gostosas te tratam como uma delas. Sempre quis saber o que elas fazem no banheiro, sempre quis saber o que fazem quando dormem juntas em bando ou quando se juntam pra zoar e não chamam nenhum homem, provavelmente fofoca e mais fofoca, mas devia ter algo mais, algo legal, algo que eu curtiria.
Comecei meu projeto, falei pra algumas amigas que era gay, obviamente não acreditaram porque, se você come uma, as outras sete do círculo dela já sabem que você meteu. Tava foda... então decidi buscar novas amizades, gatinhas que eram inalcançáveis pra qualquer cara sem grana, sem um sobrenome bom. Se você fosse hétero, tinha que ser um playboy filho da puta, com quatro casacos, três casas de praia e sete caminhonetes 4x4, além de ser filho do prefeito, mas pra um gay, seja qual for sua condição, isso não importava.
Comecei os preparativos, larguei minha amada roupa preta com estampas e comecei a usar Camisas floridas e regatas de cores femininas, bem justinhas. Depilei o torso e as pernas, mudei o estilo da barba, deixando umas costeletas bem chamativas e um bigodinho simpático, e usei as famosas calças justas, que levantavam bem a bunda. Comecei a agir como gay, parei de beber, não fumei e tirava fotos com as pernas cruzadas e plantinhas. Não expliquei pra ninguém que era um projeto, porque sempre tem um invejoso que fode tudo, então que falassem o que quisessem, as críticas não me afetavam.

Um dia, uma das cuties que tenho nos contatos (aquelas que você nunca troca ideia) tava tendo problemas com o namorado e umas merdas assim. Eu falei no privado me fazendo de interessado no problema dela e dei meus melhores conselhos, me colocando no lugar de uma mulher (olha onde a gente chega, hein). E a conversa é longa e chata, igual essa porra que tô contando, mas se não for assim vocês não vão entender nada, é algo fundamental, sem base não tem história boa, e sem história boa é só um monte de palavras sujas soltas. De qualquer forma, vamos ao que interessa.

A garota (Maria Luz) adorou meus conselhos e mordeu a isca numa pergunta que fez, que eu esperava desde que comecei tudo isso.

— Cê não tá se aproveitando de uma young lady frágil pela separação com o namorado pra comer ela depois, né?

— Não, meu amor. — Respondi. — Sou gay, não curto boceta!

Ela riu com essa resposta, como com muitas outras. Era uma patricinha de uns vinte e poucos anos, cabelo escuro, olhos pretos e grandes, pele branca e menininha, sem curvas marcadas, mas ainda assim com um abdômen que matava de tão trabalhado e lindo, coisa que é minha fraqueza.

Os dias passaram, tudo por chat, e várias amigas dela me adicionaram, só um terço falou comigo, Luli e Brenda, mas como eram bem vazias não dava pra manter uma conversa.

Finalmente chegou o dia de me encontrar com Maria Luz e o grupo de amigas dela. Me convidaram pro Mc Donalds. Preparei minha camisa branca com flores. Rosas, abri a gola da minha camisa mostrando o peito, prendi o cabelo num coque e fui pro Mc.
Quando entrei, olhei pra todo lado, com atitude e movimentos delicados, e uma morena me acena sorrindo de uma mesa. Naturalmente sorri e me aproximei. Ela se levantou.
— Agus! — Ela pulou em cima de mim.
— Maria Luz! — Segurei ela, com uma voz firme, não afeminada, porque queria parecer o gay ativo.
— Não gosto que me chamem assim, me chama de Mary, já te falei, gordão.
— Ai, me desculpa, love. — Falei, beijando ela na bochecha direita e depois na esquerda. — Quero ser formal, sabe, causar uma boa impressão. — Disse enquanto fazia gestos com as mãos.
Ela ria.
— Te apresento minhas amigas... — Ela me levou até a mesa onde tinha três mulheres. — Essa é a Melanie. — Apontou pra uma loira pintada, peituda, com o vestidinho colado no corpo, a típica patricinha que se nota de longe. — Essa é a Luli, que me disse que conversou um pouco com você pelo face. — Apontou pra mina de cabelo castanho claro e olhos azuis muito lindos, que ao levantar mostrou ter uma rabeta bem gostosa. — E por último, a Ro. — Que era uma loira natural muito gostosa, com olhos verdes e pele branquinha.
Cumprimentei uma por uma com dois beijos, um em cada bochecha, e sentamos pra comer. As amigas da Mary pediram tudo hambúrguer e batata, e minha amiga uma salada.
— Eu também quero uma salada porque tô muito gordo. — Falei pro garçom, que concordou e sorriu.
— Ai, mano... Que gordo o quê? — Disse a Melanie.
— Sim, Mela, olha a barriga que eu tenho. — Levantei e esfreguei ela.
— Se você não tem barriga... — Ela disse, tocando na minha barriga por cima da mesa. — Olha que filho da puta, o abdômen que ele tem... — Falou de boca aberta. — Olha, meninas, toquem, é impressionante!
Uma por uma tocaram e se surpreenderam, menos a Ro.
— Ai, mano, deixa ele quieto, coitadinho, a gente tá assediando ele, lembrem que ele gosta de caras... — Disse a Ro.
Tentei disfarçar meu desprezo por ela, embora ela fosse compreensível pra um gay de verdade, mas pra mim Não, o que eu mais queria desde que entrei na puberdade era que várias gostosas me tocassem, e mesmo estando numa mesa rodeado de gostosas, eu tava super feliz, coisa que nunca teria conseguido sem ser "gay".
A comida foi entre fofocas e risadas.
— Ai, vocês viram o vestido horrível que a gorda da Julieta usou no casamento dos pais da Mela?
— Ai sim, que nojo — falaram em coro.
— Que vestido ela usou? Não deve ser tão feio, pelo amor, meninas… — Fingi interesse e quando me mostravam, concordava com a opinião delas, seguindo a onda.
Percebi que a Mary era a mais calma de todas as gostosas, tipo a mais humilde, a que não gostava tanto de fofoca, então foi com quem mais conversei.
A gente tinha terminado de comer e eu paguei pra todas.
— Ai, gordinho, você é um amor… — falaram em coro e me abraçaram.
Quando eu tava indo embora, a Mary me segurou.
— Eu, gordinho… não sei se você ia gostar, se não tiver planos pro sábado…
— Fala, gorda.
— Você tem namorado? — ela perguntou.
— Não, meu amor, tô sozinho, por quê? — fiquei meio nervoso.
— Ahh, então não vai te impedir de nada vir dormir na casa da Melanie, os pais vão pra lua de mel e o chalé fica vazio, vamos fazer tipo um pijama party…
— Vou estar lá, céu! — pulei, e ela me olhou surpresa. — Ai, desculpa, é que é tão difícil encontrar amigas de ouro como vocês, bebê…
— Aii, vem com a sua melhor amiga… — ela me abraçou. — Eu sou a melhor, né?
— Obvioooo… — apertei ela de leve.
— Assim que eu gosto!

O sábado não chegava nunca, até que chegou, graças a deus. Criaram um grupo no WhatsApp com o título "PijamaMelanie All the night" por causa do pijama party e o nome da anfitriã, ficaram horas rindo daquilo, eu fingi depois dos dois minutos.
Preparei uma camisa xadrez bonita, alisei o cabelo e me delineei, além de uma calça jeans branca super apertada, dava pra ver tanto a pica que duvidei se usava, mas tinha que arrumar na noite. Precisava parecer o mais gay possível, mais que da primeira vez, já que era noite de farra.
Tomei Vários internos, porque a Melanie morava num condomínio fechado, e finalmente cheguei na esquina da quadra, onde a Mary me esperava, ela estava espetacular, vestidinho colado no corpo preto, curtinho, cabelo ondulado e uma maquiagem linda.
—Aiiii esse delineado, maravilhosa! — Ela se jogou em mim me abraçando.
—Ai, minha vida, como você tá gostosa! — Falei olhando ela de cima a baixo. — Olha essa cinturinha que você tem... — Falei apoiando timidamente minha mão no vestido.
—Valeu, lindo... Vamos? — Ela pegou na minha mão. Senti uma leve onda de calor no corpo, que me esforcei pra controlar.
A casa da Melanie era um casarão do caralho, com uma sala de estar enorme, duas cozinhas, um quintal gigante, quatro quartos, três banheiros, um lavanderia, duas salas de jantar, sala de jogos... um casarão foda, resumindo.
Cumprimentei todas, cada uma mais gostosa que a outra. Petiscamos na sala enquanto assistíamos um filme e a Melanie começou a abrir cervejas e fernet.
—Valeu, meu amor, eu não bebo, me cuido muito... — Falei pra Melanie.
—Ah, mano, para de encher o saco por uma noite...
—Não, sério, gordinha, se quiserem eu preparo os drinks, mas não bebo, me cai muito mal...
Preparei o fernet pra elas e levei copos de cerveja, abriram uns champanhes fodas de marca, que eu morria de vontade de provar, mas beber não fazia parte do meu plano.
O filme era de terror, a cada dois segundos elas se assustavam, então desligaram.
—Vamos dançar, meninas! — Gritou a Melanie, limpando a sala e colocando música de balada.
Como já estavam meio bêbadas, se soltaram dançando, coladas uma na outra, esfregando as bundas, era um espetáculo...
—Vem... — A Ro pegou na minha mão e me levou pro meio da sala.
A Mary me apoiou por trás e a mais bunduda, a Luli, começou a esfregar a bunda enorme e apertada no meu volume. Tentei segurar ela o mínimo possível, fingindo, mas ela pegou minhas mãos e colocou nas nádegas dela. Descemos devagar e subimos de novo, a pica tava começando a endurecer de verdade, então corri pro banheiro sem falar nada. a ninguém.
Cheguei no banheiro, tirei o boneco, tava durasso, não me veio outra ideia pra baixar ele senão bater uma punheta braba, de nervoso não vinha nenhuma lembrança boa de foda na mente, tava travado,
- E se perceberam que não sou gay e me mandam pra merda? Não posso arriscar dar em cima de alguma… - pensava.
Comecei a me masturbar, peguei uma calcinha do bidê, da Melanie, era a que ela tinha usado antes, e levei no nariz, tinha um cheiro delicioso de buceta; cheguei a pensar que as patricinhas nunca iam ter um cheiro assim tão gostoso, mas sim, que cheirinho de boceta suada… Isso deixou minha pica a mil e comecei a bater uma, imaginava que mulheres gostosas como a Melanie ou a Luli com aquela raba estivessem pulando em cima da minha pica, a Melanie passando aqueles peitos lindos no meu rosto, eu chupando aquela buceta raspadinha, ou melhor ainda, com aquela tirinha fina de pelo que algumas deixam, essas xoxotas assim me deixavam louco. Bateu a vontade e gozei, em cima da toalha jogada no chão.
- Euuu… - Bateram na porta. - Tá bem, gordinha?
Era a Mary. Peguei a toalha rápido e a parte manchada de porra coloquei pra baixo no bidê, enfiei a pica na calça como pude, já que ainda tava meio dura, e fechei o zíper.
A Mary abriu a porta de repente e eu me assustei.
- Ah, desculpa, pensei que tivesse acontecendo algo… - Ela disse, e os olhos foram direto pra minha pica meio dura por baixo da calça. – Ah… desculpa, mas você tem uma pica muito grande, não consegui evitar olhar, sou uma depravada… - Falou se virando.
- Nãão, meu amor, fica tranquila, as mulheres gostam de pica, eu deixo você olhar, é natural. – Falei virando ela de leve – Aconteceu algo, bebê? – Olhei nos olhos dela, percebendo que tava triste.
- Não… bah, é que sinto que a Melanie e a Luli tão conspirando contra mim, sei lá… - Disse sentando na tampa do vaso. – Sei lá, a Luli tem a melhor raba e a Melanie os melhores peitos, e por isso se acham. – Suspirou. — Mesmo que as da Melanie sejam muito operadas, ela diz que não.
— Com certeza, amor… — Me aproximei e acariciei o rosto dela. — Fica tranquila, elas são umas invejosas.
— Inveja do quê, se eu sou um palito vestido.
— Nada a ver, amor…
— Você fala isso porque é gay, gordinho… mas na opinião de homem é assim.
— Na minha opinião de hétero não é assim, se eu tivesse uma, haha. — Ri timidamente.
— E se eu provocar sua heterossexualidade pra você opinar como hétero? — Ela disse se levantando. — Se uma provocação de um homem te fez gay, eu vou te fazer hétero, por um tempinho.
— C-como você vai fazer? — Fiquei nervoso.
Ela, sem dizer uma palavra, tirou lentamente o vestido, deixando à mostra seu abdômen espetacular, com um belo conjunto preto de sutiã e fio dental, os peitos se destacavam, ela tinha uns seios lindos.
— E agora? — Ela se aproximou de mim.
— Hmm, a mesma coisa que te falei. — Recuei, lutando pra não me excitar.
— Faltam os peitos, né? Um homem de verdade não pode opinar se não vê peitos. — Ela tirou o sutiã num piscar de olhos, revelando uns peitos lindos e proporcionais, com mamilos rosados e meio durinhos.
Ela pegou minhas mãos e fez eu tocá-los.
— Tá vendo? São naturais, não iguais aos daquela puta…
Nessa altura, eu já tava com o pau a mil de novo, e não podia sacrificar minha oportunidade agora; se me pegassem aproveitando da bêbada, eu tava ferrado.
— Você tá bêbada, meu amor, veste isso, vai. — Joguei a roupa nela. — Te espero lá fora, ok? Tchauzinho.
Ouvi ela reclamar um pouco, mas não dei tempo e fechei a porta; lá fora estava a Melanie.
— Aconteceu alguma coisa? — Perguntou séria.
— Não… é que a Mary tá meio tonta e, bom, lavei o rosto dela.
— Bom, ela vai ter que se apressar, porque vamos jogar blackjack com prendas! — Disse animada.
— Demaaais… — Pulei. — Vamos, ela já vai sair.
Tentei disfarçar minha ereção no caminho, o que foi quase impossível vendo como os peitos da Melanie balançavam ao andar, a apenas alguns centímetros dos meus olhos.
Fomos pra um dos quartos, a sala de… jogos, quando entrei tinha jogos variados como mesa de pingue-pongue, pebolim, entre outros. As minas estavam sentadas ao redor de uma mesa redonda de madeira, onde tinha um baralho e umas três garrafas de cerveja.
Sentei entre a Luli e a Ro, e a Melanie foi buscar a Mary.
— A Mary já quebrou? — Perguntou a Luli.
— Não, não, é que ela tava meio tensa… — Falei sem saber que desculpa dar.
— É, mano, ela não te contou? Aquele namorado que ela tinha traiu ela feio com duas minas, e ela ama ele, bateu forte nela, agora ela quer pegar qualquer um e a gente tá cuidando dela. — Disse a Ro.
— E olha… as vadias fuderam ele, porque o cara é um gostoso, eu já peguei ele. — Sorriu a Luli. — Mas não fala nada pra Mary, porque ela não sabe.
Eu concordei, que filhas da puta são as gostosas, vivem se ferrando entre si.
A Melanie voltou com a Mary, que tava meio triste e me olhava meio envergonhada, provavelmente pelo rolê do banheiro.
A Melanie pegou as cartas.
— Todas sabem jogar blackjack, né? — Perguntou. — Ah, me desculpa por te tratar como mulher, Agus…
— Não, gor, tá de boa, relaxa. — Sorri.
Não sabia que as patricinhas eram tão apostadoras.
— Mas como é noite de minas, isso é diferente, é com prendas, pesadas… — Sorriu maliciosamente. — Vocês não podem passar de 21 pontos, eu vou dando cartas conforme pedirem, se passarem perdem e se no final da rodada tiverem o mais longe de 21 pra baixo também perdem. — Tirou um copo de generala com um dado dentro. — Quem perder vai ter que jogar o dado, os números já estão marcados com os nomes de vocês. — Mostrou um papel. — A Mary é o 6, eu sou o 5, a Luli é o 4, a Ro é o 3, a Agus é o 2 e o 1 salva.
— E se cair nosso próprio número? — Perguntei curioso.
— Aí você pode fazer uma prenda pra qualquer uma das minas. — Disse a Melanie.
A anfitriã distribuiu duas cartas pra cada uma. (Até eu já tava sendo tratado como mulher).

— Virem as cartas de vocês, pra gente ver quem passou dos 21. — Ordenou a Mela.
Quando virei, com tanta má sorte, eu tinha um rei e um uma rainha, com um total de 23, passando pra mim.
-Joga o dado.- A Melanie me deu o copo, ansiosa.
Joguei o dado e caiu no número 6, que era a Mary.
-Deixa eu pensar…- Ela refletiu. –Conta pra gente como foi sua experiência de virar gay.
Nunca tinha pensado numa história falsa de como caralhos eu me tornei “gay”, tava tão nervoso, com medo de pisar na bola, de não acreditarem em mim se eu falasse besteira. Sob os olhares atentos das minas, respirei fundo e contei o que veio na hora.
-Tava numa festa com uns amigos e amigas, e tinha um gato muito lindo, cabelo pintado, tatuado… ele me atraía, então puxei papo com ele. Bebemos pra caralho, ele subiu com uma mina e eu, com a bebedeira que tava, subi pra ver o que rolava, a moça não quis fazer nada com ele, eu tava todo tonto e deitei na cama, ele deitou do meu lado. –Parei e as minas tavam super atentas, aí continuei. –Senti ele passar a mão no meu pau por cima da calça, e ele subiu, ele baixou minha calça e começou a chupar… Eu levantei e deitei ele, lubrifiquei bem a bunda dele e meti.
-Ai… que experiência gostosa, hein… -Disse a Mary.
As outras concordaram.
-Você gostou de meter nele? – A Ro me perguntou.
-Foi a melhor transa até agora, minha linda. – Respondi.
-E…
-Bom.- Interrompi. –Já passou a prenda, vamos continuar jogando. – Falei rindo e elas riram junto.
Distribuíram as cartas de novo.
-Virem…- Ordenou a Melanie.CONTINUA...

5 comentários - Vantagens de ser "viado

coolin
Buenisima historia, quiero la parte 3 ya! jajja
Mn1
Soy un hombre bi y activo, los activo no decimos cosas como amor, cielo y esas cosas, eso lo suelen decir los pasivos o los pasivos afeminados, porque incluso hay gays y bi q jamás usarian esas palabras, bastante cliché lo tuyo, pero bueh jaja
Mn1 +1
Y los verdaderos beneficios (en mi caso de ser bi y la parte q m gustan los hombres) es que me pueden prestar la ropa, zapatos, etc, no hace falta mucho chamuyo ni eso para cogeteló, y lo más lindo que les encanta (a la grannn mayoría de pasivos) chuparla y te entregan el orto y te piden que se lo rompás, es lo más ah y no me da miedo dejarlo embarazado jaja
Muy bueno loco x momentos sentí que estaba en la pijamada con la pija dura jaja +10