Esta história é uma daquelas que eu adorei e resgatei da internet. Se for repost, me avisem.
Sem mais, espero que curtam.
Meu nome é Sheila e tenho 40 anos. Sou casada com meu marido Rafael há 18 anos e temos um filho de 16 chamado Lucas e uma filha de 12 chamada Laura. Sou veterinária e, na minha idade, dava pra dizer que era uma mulher normal: nem gorda, nem magra, nem feia, nem bonita. Já era o bastante, considerando que nunca gostei de exercício físico. Já tinha muito trabalho em casa com meu marido e meu filho de 16 anos pra ficar me esforçando mais depois de voltar do trabalho na clínica.
Faltavam 3 meses pro verão e, por insistência do meu marido, que dizia que eu ficaria mais gostosa e melhoraria minha saúde, resolvi aceitar a proposta dele de me matricular numa academia, a mesma onde meu filho e ele já estavam. Pra ser sincera, apesar dos dois estarem matriculados há mais de 2 anos, não dava pra notar muito, porque meu marido tinha uma barriga bem saliente há vários anos, em parte por causa do trabalho dele como caminhoneiro, e, apesar da juventude do meu filho, ele tava no mesmo caminho de ficar bem ceporrinho antes de completar a maioridade.
Embora, como já disse, no começo eu não estivesse muito motivada, a verdade é que a experiência não me desagradou. Era divertido e acabei criando uma relação curiosa com 2 amigos do meu filho, que eu conhecia há anos da escola e nunca tinha reparado especialmente até que, no meu primeiro dia de academia, pude ver que, se os efeitos do exercício não pareciam aparecer no meu marido nem no meu filho, com certeza apareciam nesses 2 caras. Eles eram um ano mais velhos que meu filho e tinham corpos bem musculados.
Meu exercício favorito era spinning e, pra minha surpresa, não achei difícil nem cansativo demais, porque, como já disse, apesar de tudo, minha forma física era bem boa. Nessas aulas, eu ficava com Hector e Manuel, os 2 amigos do meu filho, já que nem meu marido nem meu filho Duraram mais de 15 minutos na aula porque não aguentavam o ritmo puxado.
Depois de 1 mês de aulas, eu tava espetacular e tinha perdido 5 quilos. Os 2 amigos do meu filho me elogiavam em toda sessão e me parabenizavam pelos resultados, embora às vezes esses elogios fossem mais que "amigáveis". Eu não dava importância especial pra aquela situação, porque me dava muito bem com eles e, apesar da diferença de idade, podia dizer que quase os considerava amigos. Além disso, nem passou pela minha cabeça que aqueles caras fortes, jovens e atléticos pudessem se sentir atraídos pela mãe do amigo, que tinha o dobro da idade deles.
Aquele dia na academia foi diferente. Eu costumava ir embora depois da aula de spinning, enquanto meu marido, meu filho e os 2 amigos dele ficavam mais 45 minutos, exatamente o tempo que levava pra fechar a academia depois da aula de spinning. Nesse horário, quase nunca tinha mais de 10 pessoas na academia, e aquele dia não foi diferente, exceto que Hector e Manuel me convidaram pra tomar uma sauna com eles, algo que sempre faziam depois da aula e que eu nunca topava, mais por vergonha do que qualquer outra coisa. Como eu disse, nesse horário quase não tinha ninguém na academia, e não me parecia muito adequado entrar na sauna meio nua com aqueles dois jovens amigos do meu filho.
Esse dia foi diferente. Eu tava bem cansada e já tinha confiança suficiente com aqueles caras pra considerá-los amigos meus, e não só "os amigos do meu filho". Pensei que uma sessão de sauna me faria bem e entrei com eles na sala.
Eu tava de roupão, e Hector e Manuel cobertos só com uma toalha, o que destacava seus corpos estupendos, especialmente os torsos suados e bem definidos. Na sauna, tinha mais dois jovens que saíram quase na hora que a gente entrou. Então, quando a porta fechou, fiquei sozinha com Hector e Manuel. Na porta, tinha uma janelinha pequena. a que dava pra ver a sala de musculação onde estavam meu marido e meu filho.
A gente já tava batendo papo na sauna fazia uns 5 minutos quando eu vi que na toalha do Hector tava marcando um belo volume, fiquei vermelha e não dei bola, na minha idade já não me assustava com essas coisas, mas não demorei pra perceber que enquanto a gente conversava, aquele volume continuava crescendo e o Hector não parava de olhar pro meu decote. Aí eu percebi que o roupão tava muito mais aberto do que eu imaginava e meus peitos tinham ficado parcialmente de fora, e a fenda do roupão ia até meu umbigo. Não sei por que fiz aquilo, mas decidi não me cobrir e fingir que ainda não tinha notado. Acho que me senti lisonjeada por aquele volume enorme na toalha do Hector ser provocado pelos meus peitos.
Mas a situação escapou do meu controle. O Hector deve ter percebido que eu não fazia nada pra me cobrir, então ele se levantou e com a maior cara de pau disse:
"Bom, Sheila, acho que já temos intimidade suficiente e você não vai se importar se a gente usar a sauna como quando eu e o Manuel estamos sozinhos."
Ingenuamente e sem saber bem do que ele tava falando, eu disse que sim. Pra minha surpresa, tanto o Hector quanto o Manuel tiraram as toalhas da cintura e deixaram de lado, depois sentaram de novo nos bancos completamente pelados.
Eu fiquei chocada, fiquei vermelha que nem um tomate e não falei nada. Mais que isso, nem consegui desviar o olhar porque aquelas duas picas que eu tinha na minha frente me deixaram pasma.
Se eu já tinha comentado que aqueles dois caras tinham um corpo estupendo, uns corpos bem definidos e ainda eram bem bonitões, não dava pra imaginar que guardavam mais "virtudes" debaixo da roupa, porque aquelas duas picas com certeza eram isso.
A do Hector devia ter uns 20 centímetros e, embora a do Manuel fosse bem mais normalzinha em comprimento, o surpreendente era que parecia uma linguiça de tão grossa que era.
Devo ter olhado demais pra elas porque aquilo foi tipo um convite. Pra os caras que não hesitaram em se levantar e me dizer:
"Sheila, se quiser, pode experimentar também"
Aquelas palavras me tiraram do meu devaneio, me levantei pensando no meu marido e no meu filho, que eu podia ver pela janelinha da sauna. Hector e Manuel estavam na minha frente, com seus paus eretos apontando diretamente pra mim. Pensei em sair da sauna na hora, mas um formigamento na minha buceta me fez saber que eu desejava aqueles membros. Sem dizer nada, tirei o roupão, deixando meus peitos e minha buceta depilada livres diante dos olhos dos dois amigos do meu filho, e sem falar nada, me ajoelhei diante daqueles dois ídolos de carne dura que eu tinha que adorar.
Fiquei pasma, de boca aberta diante do pau do Hector, que me olhava sorrindo. Devagar, peguei no pênis dele e fui descendo até meus lábios pousarem na glande dele. Comecei a beijar o pau dele como uma louca, primeiro devagar e depois rápido, esticava minha língua e me dedicava de verdade naquele pau. Depois de babar bem, enfiei na boca — ou pelo menos tentei, porque mal cabia. Tinha um gosto diferente do do meu marido, nada desagradável. Manuel não ficou parado, deslizou a mão no meu cu e depois um dedo na minha fenda, e enquanto eu trabalhava no brinquedo do Hector, Manuel massageava meu cu com o dedo. Enquanto chupava o pau do Hector, veio o primeiro orgasmo, quase doloroso. Depois de um tempo, Hector começou a ofegar mais forte, me agarrou com força pelo cabelo bem na hora que Manuel enfiou o dedo até o nó no meu cu.
Um jorro quente e cremoso como iogurte começou a encher minha boca… e aquilo não parava nem um segundo. Minha boca engolia e engolia, mas aquilo não me dava trégua… O esperma transbordava da minha boca e no final tive que me afastar, com a boca cheia, e ainda teve força pra me mandar um jorro que sujou minha cara e meu cabelo.
Me levantei e comecei a engolir o sêmen devagar, saboreando lentamente. Nunca tinha feito isso com meu marido, nem com nenhum dos 3 namorados que tive antes de conhecê-lo, mas eu tava mais quente que uma gostosa no cio, então chupei ele como se fosse um vinho. Tinha um gosto entre doce e salgado, e um pouco escapou pelos cantos da boca e caiu nos meus peitos.
Aquilo me tirou do meu torpor, voltei a pensar no meu filho e no meu marido, que eu nunca tinha traído até aquele dia, também pensei que qualquer um podia entrar na sauna e nos pegar naquela situação, então decidi me levantar e sair dali antes que aquilo passasse dos limites ou nos pegassem no flagra, mas antes que eu pudesse me levantar e pegar meu roupão, o Manuel me puxou pelas pernas, me deixando deitada no chão de madeira da sauna.
Ele abriu minhas pernas e enfiou a cara na minha entreperna, começou com meu clitóris e foi como se uma explosão tivesse acontecido na minha barriga e na minha cabeça. Eu ia gritar que nem uma louca, mas o Hector percebeu e enfiou a rola mole dele na minha boca.
Só se ouvia o chupão da língua do Manuel na minha buceta e meus gemidos. A língua dele deslizava uma e outra vez dentro da minha xota inundada, e com uma mão ele punhetava meu clitóris. Nem percebi quando o Manuel parou de me lamber e colocou a rola dura dele na minha boca, bem na hora que era o Hector quem ocupava o lugar dele na minha buceta. Abri os olhos e lá estava eu com aquela linguiça dentro da boca, então comecei a chupar como se minha vida dependesse disso. O Manuel soltou um gemido, se inclinou sobre mim e, agarrando meus peitos, começou a foder minha boca, entrava e saía como se fosse uma buceta, e com a rapidez dele, não demorou muito pra gozar na minha boca.
O esperma do Manuel era bem mais cremoso e encaroçado que o do Hector, e como ele se mexia muito, parte escorreu no meu rosto, enquanto eu também gozava. O Hector começou a me foder com o martelo dele, enquanto o Manuel espalhava a porra na minha cara com a rola dele, e eu me recuperava dos espasmos do meu orgasmo. Senti a besta se apoiar na minha buceta e começar a... Abrindo caminho.
Comecei a gemer e ofegar, sentia como ele ia abrindo caminho pelo meu canal. Hector empurrava e empurrava, mas era tão grande que ele tinha dificuldade pra meter. Finalmente, Hector saiu um pouco e, com uma violenta estocada, meteu tudo de uma vez — os 20 cm entraram de sola e a ponta do pau dele bateu com força no fundo da minha buceta.
Manuel riu e disse algo tipo: "Cara, tu vai quebrar a mãe do Álvaro, haja", mas Hector respondeu: "Pelas minhas bolas que ela engole até o talo" e começou a se mover.
Cada vez que ele metia, batia no fundo, mas já não doía mais — pelo contrário, começava a gostar pra caralho.
Manuel se levantou e ficou olhando pela janelinha: "Fica tranquila, o corno do teu marido e teu filho não tão percebendo nada, tão lá levantando peso."
Eu me sentia tão cheia que aquela zoeira sobre meu marido e meu filho nem me importou. Hector me comeu por um tempo enquanto Manuel vigiava pra ninguém nos interromper. Eu, deitada no chão, com a cara lambuzada de porra do Manuel, pelada, com Hector segurando meus tornozelos pra cima. Cada vez que ele entrava ou saía, dava pra ouvir o squish dos meus fluidos, que escorriam da minha boceta e deslizavam pela minha racha do cu.
Finalmente, Hector empurrou até o fundo, até as bolas dele baterem na minha bunda, e sem tirar o pau, começou a girar em círculos. Ele apertou ainda mais e, de uma vez, começou a gozar.
Eu, ali deitada feita a puta mais puta, sentia minha buceta enchendo de porra, o jato batendo nas paredes da minha buceta. Finalmente ele terminou, tirou o pau mole com um barulho de sucção e sentou no chão ofegante. Fiquei um tempo de olhos fechados, lambendo os lábios com o resto da gozada do Manuel.
Abri os olhos e vi Manuel se masturbando.
— Manuel, o que foi? Não quer me foder também?
Manuel sorriu e se deitou, com o pau duro pra cima. Eu me levantei e montei nele, de pernas abertas. cacete, me deixei cair com todo o meu peso nela. Ouvi o barulho que fez quando entrou. Imediatamente comecei a cavalgar nele como uma possessa, cada vez que ele enfiava o pau, espirrava a buceta com meus sucos e a porra do Hector. Manuel pegava nas minhas tetas, amassava e beliscava os bicos, eu não queria parar, queria me ver cheia de leite por dentro, queria que me arrebentassem de pica. Manuel estava perto de gozar, então mudei de posição, fiquei de joelhos e abraçando o pescoço dele, ele começou a controlar a foda. Ficamos um tempão assim até que me virei e vi o Hector batendo uma também, juventude abençoada, que vigor. Chamei ele entre gemidos:
- Hector… amor… vem… ainda tem espaço pra você aqui…
E apontei pro meu cu, não sei como tive essa ideia com a britadeira que ele tinha e considerando que nunca tinha usado a entrada de trás. Meu marido era bem convencional e nunca teve essa ideia, então não pude evitar desejar que o Hector me comesse o cu depois da grande foda que ele tinha me dado na buceta.
Hector se aproximou e apontou como se meu cu tivesse um alvo desenhado. De uma só vez, enfiou até o fundo das minhas entranhas, não sei como ele fez, mas colocou os ovos dele até o cu e não doeu nada.
Eu tinha visto em filmes há alguns anos como dois caras fodiam uma mina no cu e na buceta ao mesmo tempo… pois bem… agora eu tava experimentando. Eles me fodiam em turnos: Manuel me penetrava e Hector ficava parado no meu intestino, e depois de um tempo, Manuel fodía meu reto e Hector deixava a vara descansar na minha caverna. Essa sensação era nova, dois paus dentro do meu corpo me fodendo ao mesmo tempo, o auge do prazer, eu sentia os dois paus através da parede fina que separa o reto da buceta.
Depois, Hector me colocou de quatro e enquanto martelava meu cu como um aríete tentando derrubar a porta de um castelo, Manuel enfiou o cacete na minha boca. Eu tava empalada por aqueles dois paus e morria de prazer.
"Você gosta disso, sua puta? Porra, né vadia?
Siiim, adoro isso, respondi
"Então vai ter que merecer, pede o que quiser" disse Manuel
Quero que goze na minha boca, filho da puta, quero que encha meu estômago de porra, quero sentir seu leite descendo pela minha garganta, ver seu pau cuspindo na minha cara a carga das suas bolas.
"Assim que eu gosto, vadia, se prepara"
Ansiosa, comecei a chupar o pau dele mais rápido enquanto massageava as bolas dele com as mãos, a enrabada que eu tava levando do Hector fazia com que a cada estocada o pau do Manuel batesse no fundo da minha garganta, então não demorou muito e entre gemidos Manuel gozou na minha boca, esvaziando completamente as bolas dele no meu estômago.
Dessa vez não sobrou nada na minha cara e engoli tudo com muito gosto, aproveitando que o Manuel tinha terminado, o Hector me levantou, me obrigou a apoiar as mãos na porta da sauna e continuou furando meu cu com raiva, eu sabia o que aquele porco queria, queria que eu visse minha família enquanto me enrabavam, mas não consegui ver pela janela até que, de repente, vi meu filho e meu marido saindo vestidos com suas mochilas nas costas do vestiário masculino e indo em direção à sauna.
"Porra, meu filho e meu marido tão vindo pra cá" eu disse
"Caralho, Manuel, distrai eles que eu quero terminar e dar mais um copo de porra pra essa puta"
Manuel colocou a toalha e saiu rápido da sauna, fechou a porta bem na hora que meu filho e meu marido iam me ver de joelhos com o pau do Hector enterrado até a garganta e meu nariz roçando as bolas dele.
Consegui ver o que Manuel conversava com minha família
"E aí Manuel, minha mãe tá aqui com o Hector e você, né?"
"Qual o quê, ela foi embora faz uns 20 minutos"
"Que estranho ela não ter esperado a gente" disse meu marido
"Ela disse que tava muito cansada, que ia tomar um bom copo de porra e dormir"
O filho da puta falou isso bem na hora em que a pistola do Hector começou a disparar os projéteis dentro da minha boca. De novo engoli tudo sem deixar uma gota sequer.
"Então é isso, a gente se vê amanhã, Manuel. E fico feliz que vocês também se deem bem com a minha mulher. Ela não queria vir pra academia, mas acho que graças a vocês ela tá começando a gostar."
"Pode deixar, pra mim e pro Hector é um prazer ajudar a mãe do Álvaro."
Enquanto limpava os restos de porra, pude ver meu filho e meu marido saindo da academia. Depois a gente tomou banho e cada um foi pra sua casa. Tô há duas semanas sem ir na academia, com a desculpa de que tô cheia de trabalho. Tô bem arrependida do que aconteceu, e algo me diz que se eu voltar pra academia, vou acabar de novo na sauna traindo meu marido com os amigos do meu filho.
Mas, por outro lado, não consigo parar de pensar naqueles paus e no néctar delicioso deles.
Sem mais, espero que curtam.
Meu nome é Sheila e tenho 40 anos. Sou casada com meu marido Rafael há 18 anos e temos um filho de 16 chamado Lucas e uma filha de 12 chamada Laura. Sou veterinária e, na minha idade, dava pra dizer que era uma mulher normal: nem gorda, nem magra, nem feia, nem bonita. Já era o bastante, considerando que nunca gostei de exercício físico. Já tinha muito trabalho em casa com meu marido e meu filho de 16 anos pra ficar me esforçando mais depois de voltar do trabalho na clínica.
Faltavam 3 meses pro verão e, por insistência do meu marido, que dizia que eu ficaria mais gostosa e melhoraria minha saúde, resolvi aceitar a proposta dele de me matricular numa academia, a mesma onde meu filho e ele já estavam. Pra ser sincera, apesar dos dois estarem matriculados há mais de 2 anos, não dava pra notar muito, porque meu marido tinha uma barriga bem saliente há vários anos, em parte por causa do trabalho dele como caminhoneiro, e, apesar da juventude do meu filho, ele tava no mesmo caminho de ficar bem ceporrinho antes de completar a maioridade.
Embora, como já disse, no começo eu não estivesse muito motivada, a verdade é que a experiência não me desagradou. Era divertido e acabei criando uma relação curiosa com 2 amigos do meu filho, que eu conhecia há anos da escola e nunca tinha reparado especialmente até que, no meu primeiro dia de academia, pude ver que, se os efeitos do exercício não pareciam aparecer no meu marido nem no meu filho, com certeza apareciam nesses 2 caras. Eles eram um ano mais velhos que meu filho e tinham corpos bem musculados.
Meu exercício favorito era spinning e, pra minha surpresa, não achei difícil nem cansativo demais, porque, como já disse, apesar de tudo, minha forma física era bem boa. Nessas aulas, eu ficava com Hector e Manuel, os 2 amigos do meu filho, já que nem meu marido nem meu filho Duraram mais de 15 minutos na aula porque não aguentavam o ritmo puxado.
Depois de 1 mês de aulas, eu tava espetacular e tinha perdido 5 quilos. Os 2 amigos do meu filho me elogiavam em toda sessão e me parabenizavam pelos resultados, embora às vezes esses elogios fossem mais que "amigáveis". Eu não dava importância especial pra aquela situação, porque me dava muito bem com eles e, apesar da diferença de idade, podia dizer que quase os considerava amigos. Além disso, nem passou pela minha cabeça que aqueles caras fortes, jovens e atléticos pudessem se sentir atraídos pela mãe do amigo, que tinha o dobro da idade deles.
Aquele dia na academia foi diferente. Eu costumava ir embora depois da aula de spinning, enquanto meu marido, meu filho e os 2 amigos dele ficavam mais 45 minutos, exatamente o tempo que levava pra fechar a academia depois da aula de spinning. Nesse horário, quase nunca tinha mais de 10 pessoas na academia, e aquele dia não foi diferente, exceto que Hector e Manuel me convidaram pra tomar uma sauna com eles, algo que sempre faziam depois da aula e que eu nunca topava, mais por vergonha do que qualquer outra coisa. Como eu disse, nesse horário quase não tinha ninguém na academia, e não me parecia muito adequado entrar na sauna meio nua com aqueles dois jovens amigos do meu filho.
Esse dia foi diferente. Eu tava bem cansada e já tinha confiança suficiente com aqueles caras pra considerá-los amigos meus, e não só "os amigos do meu filho". Pensei que uma sessão de sauna me faria bem e entrei com eles na sala.
Eu tava de roupão, e Hector e Manuel cobertos só com uma toalha, o que destacava seus corpos estupendos, especialmente os torsos suados e bem definidos. Na sauna, tinha mais dois jovens que saíram quase na hora que a gente entrou. Então, quando a porta fechou, fiquei sozinha com Hector e Manuel. Na porta, tinha uma janelinha pequena. a que dava pra ver a sala de musculação onde estavam meu marido e meu filho.
A gente já tava batendo papo na sauna fazia uns 5 minutos quando eu vi que na toalha do Hector tava marcando um belo volume, fiquei vermelha e não dei bola, na minha idade já não me assustava com essas coisas, mas não demorei pra perceber que enquanto a gente conversava, aquele volume continuava crescendo e o Hector não parava de olhar pro meu decote. Aí eu percebi que o roupão tava muito mais aberto do que eu imaginava e meus peitos tinham ficado parcialmente de fora, e a fenda do roupão ia até meu umbigo. Não sei por que fiz aquilo, mas decidi não me cobrir e fingir que ainda não tinha notado. Acho que me senti lisonjeada por aquele volume enorme na toalha do Hector ser provocado pelos meus peitos.
Mas a situação escapou do meu controle. O Hector deve ter percebido que eu não fazia nada pra me cobrir, então ele se levantou e com a maior cara de pau disse:
"Bom, Sheila, acho que já temos intimidade suficiente e você não vai se importar se a gente usar a sauna como quando eu e o Manuel estamos sozinhos."
Ingenuamente e sem saber bem do que ele tava falando, eu disse que sim. Pra minha surpresa, tanto o Hector quanto o Manuel tiraram as toalhas da cintura e deixaram de lado, depois sentaram de novo nos bancos completamente pelados.
Eu fiquei chocada, fiquei vermelha que nem um tomate e não falei nada. Mais que isso, nem consegui desviar o olhar porque aquelas duas picas que eu tinha na minha frente me deixaram pasma.
Se eu já tinha comentado que aqueles dois caras tinham um corpo estupendo, uns corpos bem definidos e ainda eram bem bonitões, não dava pra imaginar que guardavam mais "virtudes" debaixo da roupa, porque aquelas duas picas com certeza eram isso.
A do Hector devia ter uns 20 centímetros e, embora a do Manuel fosse bem mais normalzinha em comprimento, o surpreendente era que parecia uma linguiça de tão grossa que era.
Devo ter olhado demais pra elas porque aquilo foi tipo um convite. Pra os caras que não hesitaram em se levantar e me dizer:
"Sheila, se quiser, pode experimentar também"
Aquelas palavras me tiraram do meu devaneio, me levantei pensando no meu marido e no meu filho, que eu podia ver pela janelinha da sauna. Hector e Manuel estavam na minha frente, com seus paus eretos apontando diretamente pra mim. Pensei em sair da sauna na hora, mas um formigamento na minha buceta me fez saber que eu desejava aqueles membros. Sem dizer nada, tirei o roupão, deixando meus peitos e minha buceta depilada livres diante dos olhos dos dois amigos do meu filho, e sem falar nada, me ajoelhei diante daqueles dois ídolos de carne dura que eu tinha que adorar.
Fiquei pasma, de boca aberta diante do pau do Hector, que me olhava sorrindo. Devagar, peguei no pênis dele e fui descendo até meus lábios pousarem na glande dele. Comecei a beijar o pau dele como uma louca, primeiro devagar e depois rápido, esticava minha língua e me dedicava de verdade naquele pau. Depois de babar bem, enfiei na boca — ou pelo menos tentei, porque mal cabia. Tinha um gosto diferente do do meu marido, nada desagradável. Manuel não ficou parado, deslizou a mão no meu cu e depois um dedo na minha fenda, e enquanto eu trabalhava no brinquedo do Hector, Manuel massageava meu cu com o dedo. Enquanto chupava o pau do Hector, veio o primeiro orgasmo, quase doloroso. Depois de um tempo, Hector começou a ofegar mais forte, me agarrou com força pelo cabelo bem na hora que Manuel enfiou o dedo até o nó no meu cu.
Um jorro quente e cremoso como iogurte começou a encher minha boca… e aquilo não parava nem um segundo. Minha boca engolia e engolia, mas aquilo não me dava trégua… O esperma transbordava da minha boca e no final tive que me afastar, com a boca cheia, e ainda teve força pra me mandar um jorro que sujou minha cara e meu cabelo.
Me levantei e comecei a engolir o sêmen devagar, saboreando lentamente. Nunca tinha feito isso com meu marido, nem com nenhum dos 3 namorados que tive antes de conhecê-lo, mas eu tava mais quente que uma gostosa no cio, então chupei ele como se fosse um vinho. Tinha um gosto entre doce e salgado, e um pouco escapou pelos cantos da boca e caiu nos meus peitos.
Aquilo me tirou do meu torpor, voltei a pensar no meu filho e no meu marido, que eu nunca tinha traído até aquele dia, também pensei que qualquer um podia entrar na sauna e nos pegar naquela situação, então decidi me levantar e sair dali antes que aquilo passasse dos limites ou nos pegassem no flagra, mas antes que eu pudesse me levantar e pegar meu roupão, o Manuel me puxou pelas pernas, me deixando deitada no chão de madeira da sauna.
Ele abriu minhas pernas e enfiou a cara na minha entreperna, começou com meu clitóris e foi como se uma explosão tivesse acontecido na minha barriga e na minha cabeça. Eu ia gritar que nem uma louca, mas o Hector percebeu e enfiou a rola mole dele na minha boca.
Só se ouvia o chupão da língua do Manuel na minha buceta e meus gemidos. A língua dele deslizava uma e outra vez dentro da minha xota inundada, e com uma mão ele punhetava meu clitóris. Nem percebi quando o Manuel parou de me lamber e colocou a rola dura dele na minha boca, bem na hora que era o Hector quem ocupava o lugar dele na minha buceta. Abri os olhos e lá estava eu com aquela linguiça dentro da boca, então comecei a chupar como se minha vida dependesse disso. O Manuel soltou um gemido, se inclinou sobre mim e, agarrando meus peitos, começou a foder minha boca, entrava e saía como se fosse uma buceta, e com a rapidez dele, não demorou muito pra gozar na minha boca.
O esperma do Manuel era bem mais cremoso e encaroçado que o do Hector, e como ele se mexia muito, parte escorreu no meu rosto, enquanto eu também gozava. O Hector começou a me foder com o martelo dele, enquanto o Manuel espalhava a porra na minha cara com a rola dele, e eu me recuperava dos espasmos do meu orgasmo. Senti a besta se apoiar na minha buceta e começar a... Abrindo caminho.
Comecei a gemer e ofegar, sentia como ele ia abrindo caminho pelo meu canal. Hector empurrava e empurrava, mas era tão grande que ele tinha dificuldade pra meter. Finalmente, Hector saiu um pouco e, com uma violenta estocada, meteu tudo de uma vez — os 20 cm entraram de sola e a ponta do pau dele bateu com força no fundo da minha buceta.
Manuel riu e disse algo tipo: "Cara, tu vai quebrar a mãe do Álvaro, haja", mas Hector respondeu: "Pelas minhas bolas que ela engole até o talo" e começou a se mover.
Cada vez que ele metia, batia no fundo, mas já não doía mais — pelo contrário, começava a gostar pra caralho.
Manuel se levantou e ficou olhando pela janelinha: "Fica tranquila, o corno do teu marido e teu filho não tão percebendo nada, tão lá levantando peso."
Eu me sentia tão cheia que aquela zoeira sobre meu marido e meu filho nem me importou. Hector me comeu por um tempo enquanto Manuel vigiava pra ninguém nos interromper. Eu, deitada no chão, com a cara lambuzada de porra do Manuel, pelada, com Hector segurando meus tornozelos pra cima. Cada vez que ele entrava ou saía, dava pra ouvir o squish dos meus fluidos, que escorriam da minha boceta e deslizavam pela minha racha do cu.
Finalmente, Hector empurrou até o fundo, até as bolas dele baterem na minha bunda, e sem tirar o pau, começou a girar em círculos. Ele apertou ainda mais e, de uma vez, começou a gozar.
Eu, ali deitada feita a puta mais puta, sentia minha buceta enchendo de porra, o jato batendo nas paredes da minha buceta. Finalmente ele terminou, tirou o pau mole com um barulho de sucção e sentou no chão ofegante. Fiquei um tempo de olhos fechados, lambendo os lábios com o resto da gozada do Manuel.
Abri os olhos e vi Manuel se masturbando.
— Manuel, o que foi? Não quer me foder também?
Manuel sorriu e se deitou, com o pau duro pra cima. Eu me levantei e montei nele, de pernas abertas. cacete, me deixei cair com todo o meu peso nela. Ouvi o barulho que fez quando entrou. Imediatamente comecei a cavalgar nele como uma possessa, cada vez que ele enfiava o pau, espirrava a buceta com meus sucos e a porra do Hector. Manuel pegava nas minhas tetas, amassava e beliscava os bicos, eu não queria parar, queria me ver cheia de leite por dentro, queria que me arrebentassem de pica. Manuel estava perto de gozar, então mudei de posição, fiquei de joelhos e abraçando o pescoço dele, ele começou a controlar a foda. Ficamos um tempão assim até que me virei e vi o Hector batendo uma também, juventude abençoada, que vigor. Chamei ele entre gemidos:
- Hector… amor… vem… ainda tem espaço pra você aqui…
E apontei pro meu cu, não sei como tive essa ideia com a britadeira que ele tinha e considerando que nunca tinha usado a entrada de trás. Meu marido era bem convencional e nunca teve essa ideia, então não pude evitar desejar que o Hector me comesse o cu depois da grande foda que ele tinha me dado na buceta.
Hector se aproximou e apontou como se meu cu tivesse um alvo desenhado. De uma só vez, enfiou até o fundo das minhas entranhas, não sei como ele fez, mas colocou os ovos dele até o cu e não doeu nada.
Eu tinha visto em filmes há alguns anos como dois caras fodiam uma mina no cu e na buceta ao mesmo tempo… pois bem… agora eu tava experimentando. Eles me fodiam em turnos: Manuel me penetrava e Hector ficava parado no meu intestino, e depois de um tempo, Manuel fodía meu reto e Hector deixava a vara descansar na minha caverna. Essa sensação era nova, dois paus dentro do meu corpo me fodendo ao mesmo tempo, o auge do prazer, eu sentia os dois paus através da parede fina que separa o reto da buceta.
Depois, Hector me colocou de quatro e enquanto martelava meu cu como um aríete tentando derrubar a porta de um castelo, Manuel enfiou o cacete na minha boca. Eu tava empalada por aqueles dois paus e morria de prazer.
"Você gosta disso, sua puta? Porra, né vadia?
Siiim, adoro isso, respondi
"Então vai ter que merecer, pede o que quiser" disse Manuel
Quero que goze na minha boca, filho da puta, quero que encha meu estômago de porra, quero sentir seu leite descendo pela minha garganta, ver seu pau cuspindo na minha cara a carga das suas bolas.
"Assim que eu gosto, vadia, se prepara"
Ansiosa, comecei a chupar o pau dele mais rápido enquanto massageava as bolas dele com as mãos, a enrabada que eu tava levando do Hector fazia com que a cada estocada o pau do Manuel batesse no fundo da minha garganta, então não demorou muito e entre gemidos Manuel gozou na minha boca, esvaziando completamente as bolas dele no meu estômago.
Dessa vez não sobrou nada na minha cara e engoli tudo com muito gosto, aproveitando que o Manuel tinha terminado, o Hector me levantou, me obrigou a apoiar as mãos na porta da sauna e continuou furando meu cu com raiva, eu sabia o que aquele porco queria, queria que eu visse minha família enquanto me enrabavam, mas não consegui ver pela janela até que, de repente, vi meu filho e meu marido saindo vestidos com suas mochilas nas costas do vestiário masculino e indo em direção à sauna.
"Porra, meu filho e meu marido tão vindo pra cá" eu disse
"Caralho, Manuel, distrai eles que eu quero terminar e dar mais um copo de porra pra essa puta"
Manuel colocou a toalha e saiu rápido da sauna, fechou a porta bem na hora que meu filho e meu marido iam me ver de joelhos com o pau do Hector enterrado até a garganta e meu nariz roçando as bolas dele.
Consegui ver o que Manuel conversava com minha família
"E aí Manuel, minha mãe tá aqui com o Hector e você, né?"
"Qual o quê, ela foi embora faz uns 20 minutos"
"Que estranho ela não ter esperado a gente" disse meu marido
"Ela disse que tava muito cansada, que ia tomar um bom copo de porra e dormir"
O filho da puta falou isso bem na hora em que a pistola do Hector começou a disparar os projéteis dentro da minha boca. De novo engoli tudo sem deixar uma gota sequer.
"Então é isso, a gente se vê amanhã, Manuel. E fico feliz que vocês também se deem bem com a minha mulher. Ela não queria vir pra academia, mas acho que graças a vocês ela tá começando a gostar."
"Pode deixar, pra mim e pro Hector é um prazer ajudar a mãe do Álvaro."
Enquanto limpava os restos de porra, pude ver meu filho e meu marido saindo da academia. Depois a gente tomou banho e cada um foi pra sua casa. Tô há duas semanas sem ir na academia, com a desculpa de que tô cheia de trabalho. Tô bem arrependida do que aconteceu, e algo me diz que se eu voltar pra academia, vou acabar de novo na sauna traindo meu marido com os amigos do meu filho.
Mas, por outro lado, não consigo parar de pensar naqueles paus e no néctar delicioso deles.
4 comentários - Fui comida na academia