El vergon de mi sobrino

Antes de passar para a história, preciso dizer que o relato original não é meu. É uma história em quatro ou cinco partes que está incompleta e que, na época, gostei muito, então decidi trabalhar um pouco nela e tentar terminá-la. Mudei algumas coisas para não ser um plágio total e para reduzir um pouco o estilo espanhol que ela tem, tentando adequá-la ao estilo latino-americano. Da mesma forma, espero que não fique muito longa. Vou tentar terminá-la o mais rápido possível e espero que gostem desta primeira parte, mas acima de tudo, que aproveitem e que dê para algumas punhetas.

Quem diria que naquela manhã, uma como qualquer outra, minha vida iria mudar e, principalmente, meu relacionamento conjugal. Como todas as manhãs, logo que acordei, fui fazer meu xixi matinal, abri a porta do banheiro e vi que estava ocupado pelo meu sobrino, que justamente estava urinando.

— Ah! Desculpa — disse e fechei a porta.

— Tudo bem — ele respondeu.

— Caralho! — falei baixinho quando a porta já estava fechada.

Eu tinha esquecido completamente que, há alguns dias, meu sobrino, de 16 anos, estava morando conosco. Seus pais, ou melhor, seu pai e sua madrasta, porque sua mãe havia morrido há anos, o mandaram viver conosco por um tempo, aparentemente por algum problema com ele que não quiseram me contar, embora eu suspeitasse que fosse porque ele não se dava bem com o pai e sua nova meia-irmã ou algo assim, o de sempre. O fato é que, apesar da minha tímida oposição, meu cunhado, o pai do Carlos — assim se chamava o rapaz —, tinha convencido minha mulher a deixá-lo ficar um tempo conosco.

Mas minha expressão de "caralho!" não foi por tê-lo pego mijando; afinal, isso poderia acontecer com qualquer um. Na verdade, a expressão ou o que pensei foi "caralho, que pica!". Aos 35 anos, talvez eu não tenha visto muitos paus — afinal, sou heterossexual e não fico reparando nessas coisas —, mas aquele era sem dúvida o maior e mais grosso que Nunca tinha visto nada igual na minha vida, nem mesmo nos filmes pornô. A pica dele chegava quase ao joelho e a grossura era totalmente proporcional ao comprimento, tudo isso acompanhado por um par de bolas enormes que deviam armazenar uma quantidade absurda de porra. E pra piorar, o Carlos é um cara magro, o que fazia aquela rola gigante e desproporcional se destacar ainda mais. Confesso que senti uma certa inveja por não ter um equipamento daqueles. O que eu tinha acabado de ver explicava muita coisa, bom, principalmente explicava a gostosa que meu sobrino tinha como namorada: uma mina 2 anos mais velha que ele, morena, de olhos verdes e com um corpo espetacular. Mesmo meu sobrino não sendo feio (1,75m, moreno, olhos castanhos e definido), eu não entendia como ele tinha conseguido uma garota daquelas. Agora tudo fazia sentido.

Nos dias seguintes, não conseguia tirar aquele pauzão da cabeça, e tudo que eu fazia me fazia reparar nele mais do que o normal. Sério, não sei como não tinha percebido antes, o moleque marcava um volume considerável, como se estivesse de pau duro, mas depois do que eu tinha visto, era óbvio que não era o caso. Mas o que mais me chamou a atenção foi que ele não tirava os olhos da minha mulher, sua tia, dando umas olhadas que não eram nada normais. Minha mulher ainda é uma mulher muito atraente. Tem 32 anos, é loira, olhos castanhos, nem gorda nem muito magra e mais ou menos 1,65m de altura. O que mais chama atenção nela são os peitos, já que ela tem um busto 100, e o rosto, que é bem doce, talvez até meio infantil. Enfim, tenho muita sorte de ter uma mulher assim, e sem dúvida meu sobrino não era imune aos encantos dela. Sempre que ela aparecia, ele só tinha olhos pra ela. Até reparei que, de vez em quando, ele se ajustava na calça e suspirava quando ela não estava olhando, como se dissesse "que vontade de enfiar o pau em você". Ele era bastante carinhoso com ela, mesmo sendo uma pessoa bem arisca com o resto da gente, e ficava sempre dando beijos e abraços, colando nela O pacote dela mais do que eu considerava recomendável, o que começou a me irritar, embora eu também não desse muita importância.
O grave aconteceu num sábado qualquer. Lembro que era sábado porque era o dia em que costumávamos estar os três em casa. Nosso sobrinho estava tomando banho, enquanto eu usava o computador e minha mulher preparava algo para comer. Percebi que todas as conversas que meu sobrinho tinha no Messenger ficavam gravadas no computador e me propus a arrumar tempo para bisbilhotá-las, pra ver se encontrava algo suculento. Por enquanto, me surpreendeu o tamanho do arquivo da conversa com sua meia-irmã: se eles se davam tão mal, do que falariam tanto? Nesse momento, meu sobrinho chamou minha mulher do banheiro.
—Tia! Tiaaaaa!
—O que foi, Carlos? —gritou minha mulher da cozinha.
—Pode me trazer uma toalha?
Meu sentido "aranha" disparou diante da possibilidade de minha mulher ver o pau do meu sobrinho. O safado tinha conseguido um jeito de mostrar seu monstro pra ela, já que eu tinha tomado banho um pouco antes e sabia com certeza que tinha toalha. Vi minha mulher saindo da cozinha e indo ao banheiro para levar uma toalha. Corri pra me aproximar escondido e ver se ouvia algo. A porta do banheiro se abriu quando minha mulher chamou:
—Aqui está a... —disse minha mulher, que não conseguiu terminar a frase.
—O que foi, tia?
—Nada, nada. Toma a toalha —respondeu bruscamente e fechou a porta.
Fui imediatamente me encontrar com minha mulher no corredor pra ver que cara ela fazia, e o que vi não me agradou nada (ou agradou). Evidentemente, minha mulher tinha ficado impactada com o pau do meu sobrinho tanto ou mais do que eu, já que passou por mim andando bem devagar, quase como se eu não estivesse ali, suas bochechas estavam coradas e, o que mais me chamou a atenção, seus mamilos estavam bem eretos. Aquele safado tinha excitado ela só mostrando o pau.
Naquela mesma noite, eu estava transando com minha mulher. Eu estava por cima dela, metendo forte, lembrando da cena o que tinha acontecido naquele dia. Ela estava muito excitada, mas meio fora de si. Finalmente não consegui me conter e perguntei enquanto não parava de meter nela.
- No que você tá pensando?
- Em nada, continua…
- Você percebeu que o Carlos te olha muito?
Ela me olhou surpresa enquanto não parava de gemer.
- Sério? – disse.
- Sim, eu reparei.
- Mmm – disse ela -. Bom, é normal, é a idade…
- É que você tá muito gostosa – respondi -. Se eu tivesse uma tia como você…
Eu sentia que nós dois estávamos cada vez mais excitados.
- Sabe o que? – ela me disse.
- Fala.
- Hoje eu vi o pau dele.
- Ah, para – disse, fazendo de bobo.
- Sim, mmmmm….
- E como é?
- É grande.
- Sério?
- Siiii….
- Muito grande?
- Mmmmmmmmm…
- Me responde, é muito grande?
- É enoooooorme – gritou quase no orgasmo.
- Você gostaria de tê-lo dentro?
Minha mulher abriu muito os olhos, me olhando surpresa. Mas não respondeu.
- Fala, você não gostaria?
- Você tá louco! Ah, aaah, continua…!
Nós dois chegamos ao orgasmo naquele momento, um que não tínhamos tido igual em muitos anos. Nos beijamos e não falamos mais no assunto… por enquanto.
No dia seguinte me senti arrependido pelo que tinha acontecido na noite anterior. A excitação do momento me levou a fazer perguntas à minha mulher que nunca deveria ter feito, então decidi esquecer o assunto. Que fique lá meu sobrinho com seu enorme volume, por mais pau que tivesse, ainda era um garoto de 16 anos que nem nos sonhos conseguiria comer minha mulher. Isso eu repetia pra mim mesmo uma e outra vez, mas não conseguia esquecer o que aconteceu na noite passada nem o tamanho do pau do meu sobrinho. Além disso, pra que negar, era evidente a excitação da minha esposa. Enfim, mesmo sabendo que o melhor era esquecer tudo, quando minha mulher foi trabalhar e meu sobrinho foi pra escola, me vi na frente do computador para bisbilhotar as conversas dele no Messenger. Abri a pasta e vi que tinha várias conversas pra ler, então primeiro decidi ir colocar a Lavadora.
No banheiro estava o cesto de roupa suja, levei para a cozinha, onde fica a máquina de lavar e comecei a colocar as roupas até pegar algo que me sujou a mão. Quando tirei a mão do cesto vi que o que tinha me sujado era uma calcinha da minha mulher, uma calcinha preta bem sexy que meu sobrinho, sem dúvida, tinha deixado cheia de porra. Devia ser recente, ele devia ter se masturbado antes de ir para a escola. A quantidade de porra era brutal, mais do que molhar a calcinha ele tinha deixado encharcada, mas pelo visto nada mais me surpreendia daquele moleque. Era como se um grupo inteiro de adolescentes tivesse gozado na roupa íntima da minha mulher, até a porra tinha escorrido e manchado outras roupas que estavam no cesto. A gozada do meu sobrinho pensando na minha mulher devia ter sido brutal, antológica, ele realmente estava com muita vontade dela.
Imediatamente, e com uma ereção pelo que tinha acabado de descobrir, me sentei na frente do computador. Isso que estou contando aconteceu alguns anos atrás, então não esperem muitos detalhes das conversas que li (não tenho mais acesso a elas), mas a coisa foi mais ou menos assim: para começar abri o arquivo da conversa com a então namorada dele (Silvia).
SILVIA: oiiiiii
Carlos: oiiii minha menina
S: como vai?
C: bem, aqui na casa dos meus tios
S: eles te tratam bem ou o quê?
C: muito bem, além disso minha tia cozinha pra caralho haha
S: você gosta muito dela, né?
C: sim, sempre me dei muito bem com ela, desde pequeno
Depois de ler isso me aliviei um pouco. Talvez toda essa história eu tinha inventado na minha imaginação e afinal o carinho do meu sobrinho pela minha mulher era totalmente fraternal. Eram só imaginações minhas! Continuei lendo…
S: e com seu tio?
C: nem bem nem mal, normal
S: ele é muito chato?
C: não, o que acontece é que acho que minha tia merecia alguém melhor haha…
S: hahaha
Que filho da puta, pensei. Eles continuaram falando várias bobagens. Ao chegar no final da conversa encontrei algo mais interessante.
S: quando você vai me dar o que é meu?
Acho que todos já sabemos a que Silvia se referia e só de pensar no meu sobrino metendo numa mulher tão impressionante como a Silvia, com seu corpo escultural e seus olhos verde-mar, me deixou com o pau duríssimo. Que sorte tinha o filho da puta. Como no sábado minha mulher e eu íamos estar fora, imagino que eles se veriam na nossa casa pra foder sem parar. Fiquei me perguntando se a Silvia engoliria as porradas monstruosas do Carlos.
C: pois tenho más notícias
S: o que foi?
C: no final meus tios não vão sair
S: então não podemos nos encontrar na sua casa?
Não sei do que meu sobrino estava falando, ele sabia perfeitamente que nós íamos sair. Era óbvio que ele estava tramando alguma coisa.
C: impossível
S: putz, então melhor eu ir pra cidade… com a vontade que eu tava de sentir ela dentro de mim de novo…
C: desculpa, gata, fica pra próxima
Fiquei louco procurando no resto das conversas pra ver que buceta meu sobrino planejava comer no sábado, enquanto nós estávamos fora, que fosse melhor que foder a gostosona da namorada dele, a Silvia. Finalmente encontrei, mas também encontrei algo que me dizia mais respeito. Não lembro o nome do cara com quem ele falava, então vamos chamá-lo de X, a partir daí ler as conversas do meu sobrino com X virou meu entretenimento semanal e minha fonte diária de punheta:
X: oi
C: oi
X: sou o cara do chat
C: sei
X: então é verdade o que você contou?
C: é
X: ela é tão gostosa assim?
C: pra mim ela me deixa com muito tesão
X: tem foto?
C: tenho
Aqui imagino que meu sobrino mandou uma foto, mas nos arquivos isso não ficava salvo.
X: caralho, sua tia é muito gostosa mesmo
– Que filho da puta, tá aí mandando foto da minha mulher! – gritei.
C: pois imagina como eu fico vendo ela todo dia
X: tem foto dela pelada?
C: não
X: e o que você planeja fazer?
C: comer ela
X: hehe, acho que você tá sonhando alto, moleque
C: por quê?
X: cara, porque você é sobrinho dela e meio novinho pra ela, né? quantos anos você tem?
C: 16, quase 17
X: e ela?
C: 32
X: as mulheres de trinta são fogosas, mas ele te dobra a idade, não acho que você consiga
C: eu acho que sim
X: hehe, você tá bem confiante
C: porque tenho algo que com certeza ela vai gostar
X: qual é? tem um pauzão?
C: 24 cm
—Caralho! —exclamei
X: não acredito
C: sério
X: deixa ver, mostra
C: bom, mas só um momento, não gosto de mostrar pra homens
INICIANDO VIDEOCHAMADA
X: caralho, moleque
C: acredita agora?
X: que monstro
C: né
FIM DA VIDEOCHAMADA
X: ela já viu?
C: não
X: mostra pra ela que com certeza ela vai gostar
C: vou fazer isso
X: como vai fazer?
C: hoje quando for tomar banho vou deixar a toalha fora e pedir pra ela trazer
X: hehe, que safado você é
C: vamos ver como ela reage
X: com certeza ela vai gogar, vai mostrar ele duro?
C: sim
caralho, pensei, se eu vi a pica e achei espetacular, é normal a reação da minha mulher ao ver no seu esplendor total.
X: depois me conta
C: ok
X: desde quando não come ninguém?
C: desde o fim de semana passado, então esse sábado vou me vingar
X: tem namorada?
C: sim, mas não marquei com minha namorada
X: com quem então?
C: com uma amiga dela
X: uma amiga da sua namorada?
C: sim
X: hahaha, caralho Carlos, você é um safado, sabia?
C: hehe, pois é, parece que minha namorada falou do meu pau pra ela e ela quer experimentar também
X: normal, queria ter um assim, você tem um cacete impressionante
C: obrigado
X: te mando uma foto
C: quem é?
X: minha mulher, o que achou?
Por mais que procurei essa foto não encontrei, ela deve ter apagado.
C: não é ruim
X: comeria ela?
C: claro
X: então é isso que temos que combinar Carlos
C: ok
X: tenho que ir, a gente combina outro dia, só uma pergunta
C: fala
X: já comeu coroas?
C: sim
X: quantas?
C: duas, uma vizinha e uma professora
—Esse moleque é um puto garanhão —disse quase sem perceber.
X: uff, Carlos, que sorte te encontrar, a gente conversa outro dia
C: ok, até depois
A essa altura eu já estava com meu pau na mão fazendo uma punheta de campeonato.
Não é tão difícil assim encontrar, embora seja caro mesmo. Estou falando das microcâmeras. Na minha cidade tinha uma loja (já fecharam) chamada “A Loja dos Espiões” e eu dei uma passada lá. Comprei uma microcâmera escondida de forma esperta num relógio de parede. O motivo da compra vocês já imaginam: queria ver meu sobrinho e o pau dele em ação ao vivo, e saber que naquele sábado ele tinha encontro marcado com uma garota era uma oportunidade única. Fiquei pensando qual amiga da namorada dele seria, já tinha visto elas uma vez e algumas eram realmente gostosas.
Minha mulher estranhou quando cheguei em casa com um relógio.
— Onde você pretende colocar isso? — ela perguntou.
— Vou pôr no nosso quarto — respondi.
O resto da semana até chegar o sábado foi muito longo, pela expectativa de ver meu sobrinho usando aquele seu "brocão" e também pelo comportamento dele e da minha mulher. Estava começando a esquentar e meu sobrinho resolveu andar pela casa o resto da semana só de cueca bem justa. A intenção, sem dúvida, era provocar minha mulher, e quando chamei a atenção dele pra que se vestisse, a resposta foi que ele sempre ficava assim no verão, que era mais confortável. Agora não só me irritava ele marcar o volume, mas também andar com o torso de fora, marcando os abdominais — que, mesmo ele sendo magro, eram bem definidos —, deixando minha incipiente barriga de cerveja ainda mais evidente. Minha mulher também não ficava alheia ao "desfile" do meu sobrinho e também comentou, mas se mostrou muito mais compreensiva que eu.
— Bom, Carlos, se você se sente mais confortável assim, não vamos te impedir. O importante é que você esteja bem aqui com a gente.
— Obrigado, tia! Você é a melhor — ele respondeu, dando-lhe um beijo.
Os beijos estavam cada vez mais frequentes e tinham evoluído de beijos castos na bochecha para praticamente selinhos nos lábios. Claro que, durante todo o tempo em que meu sobrinho ficou assim pela casa, minha mulher não tirava os olhos do pacote que ele marcava e, mais ainda, aproveitava para andar pela casa também com pouca roupa, com shorts curtos curtas que deixavam entrever suas bundas e bons decotes para destacar ainda mais seus peitos lindos. Eu testemunhava toda essa evolução no vestir e no comportamento sem acreditar nos meus olhos. Elas estavam se esquentando mutuamente bem debaixo do meu nariz e eu não era capaz de fazer nada além de fugir pro banheiro pra me masturbar rapidão.

Chegou o sábado. Minha mulher e eu íamos num casamento. Minha mulher, que tinha ido ao cabeleireiro e colocado suas melhores roupas, estava deslumbrante. Como meu sobrinho dizia, eu não merecia ela. Quando minha mulher saiu do quarto já arrumada, meu sobrinho foi até ela de novo pra beijá-la.

—Tia! Que gostosa você está!

—Obrigada, Carlos.

Ela usava um vestido vermelho justo que estilizava sua figura (ela sim tinha sabido se cuidar) com um decote. Carlos subiu suas mãos desde os quadris da minha mulher até a barra do vestido, puxando-o levemente pra baixo, abaixando-o quase até a altura dos seus mamilos.

—Isso não vai cair, né?

—Ai, Carlos! Não seja bobo! —disse minha mulher rindo enquanto subia o vestido de novo—. Se comporte, tá?

—Sim, tia —e eles se beijaram de novo.

Eu via a cena com um meio sorriso enquanto pensava como podia ter um sobrino tão sem vergonha e atrevido. E ainda por cima minha mulher achava graça, e não só isso, enquanto saíamos pela porta percebi que ela tinha os mamilos duros de novo.

Tive que esperar dois dias depois do casamento, quando finalmente fiquei sozinho em casa, pra poder ver a gravação da "câmera relógio". Passei em velocidade rápida as primeiras horas da gravação, cheguei a pensar que no final aquilo da amiga da namorada dele era blefe ou que finalmente não usaram meu quarto, mas poucas horas depois ele entrou de mãos dadas com uma garota. Eu a conhecia, era uma das amigas da namorada do Carlos que era mais gostosa. Claro que não tinha o corpo da namorada dele, mas tinha uns peitos impressionantes.

—Vamos fazer aqui? —perguntou ela.

—Por que não? – respondeu enquanto começava a beijá-la.
Eles se beijaram docemente por cerca de dois minutos, quando as mãos de Carlos começaram a agir, agarrando a bunda da garota enquanto a outra apalpava um de seus peitos enormes por cima da camiseta.
– Caralho, que tetas que você tem! – disse Carlos enquanto a beijava mais apaixonadamente.
Ela se afastou um pouco dele e, sorrindo, tirou a camiseta e o sutiã, deixando seus peitos ao ar. Eram uns peitos perfeitos: grandes e firmes, com mamilos dos mais apetitosos. Tenho que reconhecer que nunca provei uns assim, e o filho da puta do meu sobrinho, com apenas 16 anos, já estava comendo eles. Embora os peitos da minha mulher fossem bastante bons, não podiam se comparar com os daquela garota, que devia ter uns 18 anos, nem em tamanho e muito menos em firmeza.
A língua e a boca do meu sobrinho estavam fazendo um bom trabalho, porque a garota começou a suspirar e gemer. Percebi que uma das mãos dela acariciava o pacote do Carlos.
– Deixa eu ver se o que a Silvia disse é verdade – disse ela, agachando-se e abaixando a cueca dele.
A imagem da minha “câmera relógio” era simplesmente espetacular. Assim que abaixou a cueca, a pica imensa do meu sobrinho saiu como uma mola apontando para o teto. Se era grande mole, o que vi poderia ser classificado como monstruoso – até os 24 cm de que ele falou no chat me pareciam pouco. A garota só conseguiu dizer:
– Minha nossa!
E logo começou a acariciá-la e chupá-la como pôde, porque suas mãos quase não conseguiam abranger nem controlar tal ferramenta, e sua boca só conseguia introduzir a cabeça. Acho, pela forma como ela gemeu, que a garota teve seu primeiro orgasmo enquanto trabalhava na rola do meu sobrinho. Depois de alguns minutos assim, os dois se despiram completamente e começou o espetáculo de vê-los transar. No começo, ele meteu com muito cuidado, mas depois de 15 minutos já não teve piedade. As posições iam mudando conforme Carlos sugeria, já que a garota não Parecia ter vontade própria com a qual ele estava metendo. Ela só gritava e gemia, tendo um orgasmo atrás do outro enquanto Carlos aguentava como um campeão. Finalmente, ele se colocou por cima dela e enfiou o pau entre os peitos dela. Começou uma espanhola brutal em que o pau do Carlos chegava até a boca da garota, então enquanto ela o masturbava com aqueles peitões, ainda podia lamber a cabeça do pau dele. Por fim, ele disse:
—Abre a boca que eu vou gozar.
Ela obedeceu como uma boa menina e os jatos começaram a sair. Pude comprovar que a gozada nas calcinhas da minha mulher era uma gozada normal dele. Não parava de sair porra daquele pauzão, de modo que, além da boca, Carlos encheu o rosto daquela garota.
—Deus, ele vai me afogar!
Olhei as horas. Tinham se passado duas horas e, enquanto meu sobrino de 16 anos tinha aguentado gozando apenas uma vez, eu já tinha batido três punhetas vendo eles. Os dois saíram do meu quarto. Ouvi o som do chuveiro e mais gemidos, então imagino que ele a comeu de novo ali.
Decidi não remover a câmera escondida do meu quarto por causa do que poderia acontecer no futuro, e decidi que mais seriam necessárias...
Durante os dias seguintes, as coisas transcorreram normalmente, dentro da normalidade que meu sobrino tinha imposto com sua conduta. Ele continuava andando de cueca pela casa e se mostrando extremamente carinhoso com minha mulher, sem economizar em beijos, abraços e alguns esfregões estando eu na frente ou não, isso parecia não importar. Era evidente que minha mulher não ficava impassível, conforme sua roupa ia ficando mais curta à medida que os dias passavam e como seus mamilos endureciam cada vez que o Carlos andava por perto.
Lembro que naquele dia minha mulher estava usando um shortinho que deixava ver o contorno de suas nádegas e uma camiseta regata mais decotada do que o normal. Como eu disse, ela não costumava usar esse tipo de roupa normalmente, mas parece que com meu sobrino em casa ela tinha mudado de atitude. Naquele dia era a vez dela fazer a comida e, como sobrou carne do No dia anterior ele me disse que naquele dia íamos comer croquetes.
- Acho ótimo – eu disse.
- Posso te ajudar, tia? – disse Carlos, de cueca, esparramado no sofá, marcando toda sua anatomia com sua postura.
- Claro que sim. Que bom que você gosta de cozinhar!
- O que eu gosto é de estar com você.
- Ai, Carlos! Não me bajula e se prepare, porque fazer croquetes cansa muito – respondeu minha mulher, corando e sem tirar o olho do pacote do meu sobrinho.

Como os dois foram para a cozinha, aproveitei para bisbilhotar de novo as conversas do Messenger do Carlos.

X: oi Carlos
C: oi, tudo bem?
X: bem e você? alguma novidade com sua tia?
C: já mostrei pra ela
X: e como foi?
C: ela ficou embasbacada, hehe…
X: normal, o que ela fez?
C: ficou de boca aberta, quase não conseguia falar
X: caralho, e ela fez alguma coisa?
C: não, mas acho que foi porque meu tio tava em casa, acho que ela ficou com tesão
X: ei, me conta uma coisa
C: o quê
X: você já comeu alguém da sua família?
C: sim
X: quem
C: duas primas, minha meia-irmã e quase minha madrastra

Sua meia-irmã e sua madrastra? Agora eu começava a entender por que o tinham mandado morar conosco… Enquanto lia tudo isso, não parava de ouvir risadas e murmúrios na cozinha. Aproximei-me intrigado para ver o que estavam fazendo e vi minha mulher e meu sobrinho brincando com a massa dos croquetes, se sujando mutuamente: as mãos, o nariz, as bochechas, o abdômen do Carlos e (só Deus sabe como foi parar ali) o canal da minha mulher.

- Como estão se divertindo, hein? – eu disse.
- Ela que começou! – disse Carlos.
- Mas que mentiroso! – respondeu ela, colocando as mãos cheias de massa de croquete no rosto dele, enquanto ele tentava segurá-la pelos braços para impedi-la.

Enquanto brincavam, não conseguia evitar de reparar no volume do Carlos, cujo pauzão parecia estar começando a reagir, e em como minha mulher parecia estar excitada e brincalhona.

- Bom, tia. Deixa eu te limpar – disse Carlos e começou a lamber o rosto da minha mulher. lambendo lentamente com a língua a massa de croquetas que ela tinha nas bochechas já coradas.
- Você é um porco! – disse ela rindo às gargalhadas.
Eu não conseguia acreditar no que estava vendo. Pegando uma das mãos de Carlos, ela levou à boca e, sem parar de olhar nos seus olhos, começou a chupar um dos dedos dele. A ereção de Carlos já não dava mais para disfarçar de jeito nenhum, enquanto eu observava a cena com uma sensação entre excitação e ciúmes. A dor, não sei por quê, se concentrava na parte de trás da nuca. Eu não aguentava ver aquilo, acho que faltava pouco para ele pegar ela ali mesmo na minha frente, mas justo quando eu ia intervir, o telefone tocou e tive que atender. Na verdade, nem lembro quem era, só sei que do outro lado alguém falava enquanto eu só prestava atenção no que acontecia na cozinha, onde ainda se ouviam risadas e murmúrios, mas de repente os dois se calaram.
- Você está me ouvindo? Perguntei qual operadora de telefone vocês têm contratada.
- Sim, desculpe – disse.
Nesse momento, ouvi minha mulher dizer em voz alta:
- Para, Carlos! Eu disse para parar!
E a vi passar rápido pela sala de jantar em direção ao nosso quarto, onde bateu a porta com força. Imediatamente fui à cozinha ver que porra tinha acontecido e encontrei Carlos tentando esconder uma ereção de cavalo.
- O que aconteceu?
- Na… nada – disse ele, virando-se sem conseguir esconder completamente a barraca enorme.
Depois fui ao nosso quarto. Tentei entrar, mas estava trancado com a chave.
- Você está bem? – disse, batendo com os nós dos dedos.
- Sim… querido… – disse com a voz entrecortada.
- O que aconteceu?
- Nada, é que Carlos… me sujou a roupa com massa de croquetas.
Eu estava pirando. Pela forma de falar meio ofegante, era óbvio que ela estava se masturbando, como pude comprovar depois pela câmera.
- Posso entrar?
- Não, já saio.
Carlos, enquanto isso, entrou no quarto de banheiro e, com a pressa, não fechou a porta direito. Ele estava fazendo uma masturbação de campeonato. Com as duas mãos agarrava o pau enorme enquanto murmurava:
— Porra, eu quase gozei, tenho que comer ela, vou te comer, gostosa, que delícia você é…

Depois de ver esse espetáculo, não tinha mais dúvida: meu sobrino gozava imaginando que estava comendo minha mulher.

Foi alguns dias depois que encontrei uma nova fonte de informação. Tínhamos dois telefones em casa: um na sala e outro no nosso quarto. O telefone tocou e, como eu estava na sala, atendi, enquanto minha mulher atendeu ao mesmo tempo no quarto.

— Quem é? — disse minha mulher, que, aliás, se chama Mariel.

— Oi! Sou eu, Sara.

— Ah! Oi, Sara! Tudo bem?

Não sei por que fiquei quieto e tampei o fone devagar para não ouvirem minha respiração. Sara era uma amiga da minha mulher. Desde que a conheço, elas são unha e carne, e não me surpreenderia se minha mulher tivesse contado algo a ela sobre o que estava acontecendo. Lembro que quando comecei a sair com minha mulher, as duas eram o centro das atenções, porque, assim como ela, Sara é bem atraente, embora bem diferente da minha mulher. Sara é morena de olhos verdes e pele branca, com um corpo escandaloso, embora os peitos sejam operados, como minha mulher me confessou certa vez (embora eu já suspeitasse).

S: Então, nada, eu te liguei pra saber se você queria tomar um café.

M: Nem pensar, não posso, tenho consulta no dentista.

S: Puxa, vão fazer alguma coisa?

M: Nada, é só um check-up de rotina.

Eu estava quase desligando, porque parecia que a conversa não seria útil, mas de repente Sara perguntou:

S: E como vão as coisas com seu sobrino, hein?

Meu coração deu um salto. Embora pudesse ser uma pergunta normal sobre como ele estava se saindo em nossa casa, eu sabia perfeitamente a que ela se referia, e o fato de minha mulher responder baixando a voz só confirmou minha suspeita.

M: Aff, mulher…

S: O que foi?

M: Não sei o que fazer.

S: Mas aconteceu alguma coisa?

M: Acontecer, acontecer não, mas só porque eu não deixei.

S: Não me Conta logo! Conta, conta!
M: O outro dia ele falou em me ajudar a fazer croquete e a gente começou a brincar de se sujar com a massa e depois...
S: E depois? Depois o quê?
M: Bom, a gente tirou a massa lambendo um ao outro.
S: Quê? Sério? Mas ele em você ou você nele?
M: Começou ele, mas eu entrei na brincadeira.
S: E onde ele te lambeu?
M: Começou pelo rosto e depois eu chupei os dedos dele.
S: Hahaha! Você é uma putinha mesmo. Aposto que você deixou ele louco.
M: Pois é, mas não parou por aí.
S: O que mais?
M: Tinha caído massa no meu peito e no pescoço também.
S: E ele lambeu aí também?
M: Sim, ele comeu tudo e foi lambendo e beijando meu pescoço, e ficou atrás de mim esfregando o pau na minha bunda...
S: Meu Deus! Até eu tô ficando excitada. Hahaha!
M: E depois o garoto, sem vergonha nenhuma, começou a apertar meus peitos. E minha nossa... Me deixou louca!
S: Hahaha! Mas como esse menino te deixa assim?
M: É que você não conhece ele... Nunca vi nada igual. Além do mais, ele é muito gostoso.
S: Quão grande ele é?
M: Enoooorme. Lembra do cubano da viagem de formatura?
S: Como não vou lembrar! Hahaha!
M: Pois é, maior ainda.
S: Não pode ser!
M: Sério.
S: Meu Deus! E quando você vai me apresentar seu sobrinho? Hahaha!
M: Hahaha! Você é uma putinha também, hein...
S: Bom, continua me contando.
M: Então, ele acariciava meus mamilos como um expert, quem diria que ele tem 16 anos... Eu estava completamente perdida, à mercê dele. Ele me deixou totalmente excitada, sentindo aquele pauzão na minha bunda. Aí ele soltou um dos meus peitos e a mão dele desceu pra... você já sabe onde.
S: Uff, caralho, mulher...
M: Mas consegui reagir e tomar controle. Pedi pra ele parar quando a mão dele já tava no meu púbis por cima da calça. Mas ele continuou. Ele falou "vou te comer, mulher". Eu virei e falei brava "eu disse para parar!" e dei um empurrão nele. Porra, se você tivesse visto como ele tava duro naquela hora... Quase tirei a cueca dele e chupei ele ali mesmo.
S: Eu no seu lugar teria feito.
M: Hah... Kkkk… Você tá maluca. É meu sobrino! E ele tem 16 anos. Além do mais, meu marido tava na sala e se ele tivesse nos visto, acho que ele dava um troço. Mas é claro, tive que ir pro quarto me dedar…
S: Kkkkk. Tá bom. Ei, que tal se eu for aí um dia desses e conhecer esse garoto?
M: Kkkkk. Como quiser, você sabe que é sempre bem-vinda, mas nem pense em fazer nada com ele, hein? Eu te conheço…
S: Prometo, só quero ver ele.
M: Bom, como quiser.

A conversa me excitou demais, então decidi ver se a câmera do nosso quarto tinha gravado algo interessante e tive sorte — sorte demais, diria. Primeiro vi o Carlos entrar no nosso quarto e abrir a gaveta onde minha mulher guarda sua roupa íntima. Ele começou a fuçar os sutiãs dela, acariciando, sentindo o lugar onde deviam ficar seus mamilos pequenos e muitas vezes pontudos (principalmente quando o Carlos estava por perto, marcando seu pau). Depois começou a olhar as calcinhas e os fio-dentais. Ela sempre cuidou muito da roupa íntima, é toda faceira e sempre compra umas peças bem sexy. Sem cerimônia nenhuma, e mesmo sabendo que minha mulher devia estar em casa naquela hora, ele sacou o pau e começou a se masturbar. A cada dia parecia maior! Por mais que eu visse aquele pau, não me acostumava — era absolutamente desproporcional pra um garoto daqueles. Ele se masturbou sem pressa, acariciando devagar seu animal com a roupa íntima da minha mulher, que ao lado daquele monstro parecia miniatura. Continuou assim por uns 15 minutos, até que acelerou o ritmo e, ofegante, seu pau expulsou o que me pareceu litros de porra. Jorrou tudo em cima da gaveta da minha mulher, suponho que encharcando toda a roupa dela. Depois, enfiou de volta a trolha como pôde na cueca apertada e saiu do quarto. Poucos minutos depois, entrou minha mulher com uma toalha envolvendo o corpo — era óbvio que ela tinha acabado de sair do banho e que meu sobrino tinha aproveitado o momento em que ela estava lá para fazer aquela... que punheta incrível. Ela deixou a toalha cair, revelando seus 32 anos e um corpo ainda espetacular. Eu não merecia aquilo. Ela abriu a gaveta de roupas íntimas e pegou um sutiã para colocar. Pensei que ela perceberia o que Manú tinha acabado de fazer, mas naquele momento não percebeu; só se deu conta depois que já tinha colocado o sutiã. Assim que colocou, fez uma cara estranha e imediatamente olhou para os seios, tirou o sutiã de novo e um baita jato de porra começou a escorrer pelo seu peito esquerdo. Com um dedo, ela recolheu uma amostra da gozada do garanhão e cheirou, suas bochechas ficaram coradas. Olhou para a porta do quarto, depois olhou de novo para o dedo manchado de sêmen e o chupou, mas ainda havia bastante porra no seu peito, que escorreu até o mamilo e começou a pingar, caindo no seu abdômen e descendo aos poucos em direção à sua boceta, que com certeza já estava encharcada. A imagem era espetacular. Ela espalhou o resto da porra que ficou no seu peito e esfregou nos seios, deixando-os brilhantes e apetitosos, seus mamilos pareciam que iam explodir. Depois, vasculhou na gaveta e encontrou a calcinha onde parecia ter caído o resto da gozada, parecia que pesava de tão encharcada que estava. Quando ela tirou, escorreu uma quantidade de porra ainda quente que melou minha mulher de novo. Ela só conseguiu dizer: "minha nossa, isso não é normal, como ele pode soltar tanto?". De novo, ela esfregou todo o sêmen no corpo, nos peitos e, pela primeira vez, na vagina, o que a fez suspirar. Todo o seu corpo brilhava e seu rosto continuava vermelho de excitação. O que ela fez em seguida foi colocar a calcinha, e enquanto fazia isso não parava de se tocar, e pelos seus gemidos era evidente que ela tinha tido o primeiro orgasmo, parecia totalmente que, em vez de colocar uma calcinha, ela tinha acabado de ser fodida. Depois, com ela vestida e enquanto o sêmen escorria pelas suas pernas, ela continuou tocando sua caverna úmida por cima da peça molhada que acabara de colocar. Ela estava gozando como nunca, jamais... Eu a vi tão excitada. Ela tinha um orgasmo atrás do outro enquanto eu não parava de me masturbar vendo. Certamente ela imaginava como meu sobrino enfiava a pica dele sem compaixão e depois a inundava com uma gozada como a que ele tinha acabado de soltar, pelo menos era o que eu imaginava. Logo depois eu gozei, não sem me sentir um pouco ridículo ao ver a quantidade de porra que era capaz de expulsar em comparação com aquele garanhão.

Naquela mesma tarde, fui novamente à loja de espionagem e comprei novas câmeras. Instalei uma na sala, outra na cozinha, mais uma no banheiro e uma no quarto do meu sobrino. Suspeitava dos acontecimentos que estavam por vir e não queria perder nenhum detalhe, o tesão podia mais que a raiva de saber que logo meu sobrino iria comer minha mulher, porém não esperava o que aconteceria nos dias seguintes.

No dia seguinte, durante o café da manhã, pude notar como os olhares do meu sobrino ultrapassavam o descaramento e como minha mulher evitava todo contato visual ou físico com ele e evitava a todo custo ficar sozinha com o sobrino, porém seus mamilos continuavam eretos como espinhos. Antes de ir trabalhar, me certifiquei de que as câmeras estavam no lugar, depois me despedi da minha mulher.

Eu: Vou pro trabalho, tem planos pra hoje?

Mariel: Vou sair pra fazer as compras pro almoço e à tarde a Sara vem tomar um café.

Eu: Muito bem, querida, que se divirta então. Eu disse e a beijei nos lábios como despedida.

Meu sobrino tinha saído cedo, pois tinha que ir pra escola, ele estava no ensino médio naquela época e voltava um pouco depois do meio-dia, por minha parte eu sempre voltava às cinco da tarde, o que dava a ele algumas horas em casa com minha mulher, todos os dias. Passei aquelas jornadas de trabalho extremamente ansioso, os ciúmes me matavam mas principalmente a curiosidade e o tesão. Ao chegar em casa naquela tarde, encontrei minha mulher, sentada na sala vendo televisão sozinha, ela parecia ansiosa e ao perguntar se estava acontecendo algo algo me respondendo que não tinha acontecido nada. Perguntei se a amiga dela tinha vindo e ela disse que sim, com um tom meio indiferente, mas que já tinha ido embora. Também perguntei pelo meu sobrinho, porque achei estranho não vê-lo por perto, e ela disse que ele tinha saído para ver a namorada. Não fiquei muito satisfeito com a resposta e decidi checar as câmeras naquela noite. A tarde passou sem maiores incidentes, meu sobrinho voltou algumas horas depois que eu cheguei, disse que já tinha jantado e foi tomar banho, minha mulher parecia continuar ignorando ele e depois do jantar se desculpou dizendo que estava cansada e que ia dormir cedo. Meu sobrinho assistiu um pouco de TV e depois disse que precisava estudar e foi para o quarto. Vendo que tinha ficado sozinho, liguei o computador e revisei as gravações, primeiro a da sala, adiantei o vídeo, vi minha mulher entrando em casa com as sacolas de compras, indo para a cozinha, indo ao banheiro e trocando de roupa e quando o relógio marcava uma da tarde, vi minha mulher indo até a porta e abrindo, era meu sobrinho. Com os dois atores em cena, parei o avanço rápido e segui a cena. Meu sobrinho cumprimentou minha mulher bem carinhosamente como sempre, com um abraço e um beijo quase nos lábios, pude notar que enquanto a abraçava ele baixava as mãos e apertava a bunda dela e jogava o quadril para frente, minha mulher riu e o empurrou, se afastando dele e indo para a cozinha, meu sobrinho olhou para ela e esfregou o pacote, antes de ir para o quarto. Depois de um tempo, meu sobrinho saiu do quarto de cueca, com uma ereção escandalosa. Foi até o sofá da sala e sentou, pouco depois minha mulher saiu da cozinha e informou que uma amiga dela viria de visita em um momento, então pedia para ele colocar mais roupa, meu sobrinho se levantou e disse claro que sim tia, o que você quiser, estou à disposição para o que precisar, novamente um abraço e um novo jogo de mãos, só que dessa vez minha mulher deixou, dizia ao seu sobrino que parasse, mas sem nenhuma convicção e sem fazer nenhum esforço para se afastar dele. Enquanto a segurava, começou a beijar seu pescoço; minha mulher, de olhos fechados, jogou a cabeça para trás, o que, mais do que evitar a situação, deixava o campo livre. Meu sobrino havia metido a mão na parte de trás do short da minha esposa e massageava suas nádegas diretamente, começando a puxá-lo para baixo. Foi quando minha mulher tentou recuperar a sanidade e empurrá-lo, só para se ver beijada nos lábios pelo sobrino, já não de maneira inocente, mas profunda, com toda a língua dentro da boca dela. Eu estava totalmente excitado e havia começado a me masturbar; o tesão me invadia e já não sentia ciúmes, só queria ver como Carlos ia comer minha esposa. Notava como o pau do meu sobrino escapava pela parte de cima da cueca, totalmente ereto, colado ao abdômen e esfregando contra o quadril da minha mulher, que já não dizia nada e se deixava levar. Naquele momento, quando o sobrino tinha as mãos metidas na buceta dela e a masturbava rapidamente, ouviu-se alguém batendo na porta. Minha mulher então abriu os olhos desmesuradamente e empurrou o sobrino, que, visivelmente frustrado, saiu correndo para o quarto — suponho que tenha pensado que seria eu, voltando mais cedo do que o habitual. Minha mulher ajeitou a roupa o melhor que pôde e foi ver quem era.

Era sua amiga Sara, que havia vindo para o encontro combinado. Sara estava muito bem, vestindo um vestido florido de uma peça só que chegava até os joelhos. Ao entrar, Sara cumprimentou minha mulher, que parecia visivelmente nervosa e um pouco agitada. Sara percebeu e perguntou se estava tudo bem, ao que minha mulher respondeu que sim, que tudo estava em ordem. Em seguida, a levou para a cozinha e se desculpou por um momento, dizendo que iria trocar de roupa e em um minuto estaria com ela. Sara sentou-se na sala e esperou. Naquele momento, Carlos saiu do quarto — pelo menos havia obedecido e se vestido. apropriadamente, uma camiseta e uma calça até o joelho, embora claro seu volume ainda pudesse ser claramente apreciado. Meu sobrinho cumprimentou Sara atenciosamente, apresentando-se fazendo alarde de seu charme. Sara, por sua vez, cumprimentou-o com um abraço efusivo e dois beijos nas bochechas, dizendo que tinha ouvido muito sobre ele e que era um prazer finalmente conhecê-lo. Sentaram-se na sala e conversaram sobre coisas sem importância, até que minha mulher saiu do seu quarto, tinha se acalmado e parecia melhor, também tinha colocado roupas mais apropriadas, uma calça justa e uma camisa xadrez. Depois de passar um tempo conversando na sala, durante o qual meu sobrinho posava de modo que seu volume ficasse mais evidente, exibindo-se sem nenhum pudor, diante das mulheres que conversavam e por momentos dirigiam seus olhares ao seu volume, especialmente Sara, que parecia ainda mais excitada. Ao ver que não acontecia muito adiante no vídeo, pelo resto da reunião aparentemente não aconteceu nada, minha mulher preparou café, tempo durante o qual Sara conversou com meu sobrinho e depois de um tempo, meu sobrinho pediu licença e foi ao banheiro.

S: Você tinha razão, Mariel, seu sobrino está gostosão.
M: É um verdadeiro machão, mas é apenas um garoto.
S: Eu queria ter um sobrinho assim, o que eu não faria com ele.
M: haha, cala a boca que você não sabe o que está dizendo. Quase dá medo ficar sozinha com ele.
S: Estou disposta a me arriscar, se quiser me deixa sozinha com ele um pouco e a gente vê o que acontece.

Depois disso meu sobrinho saiu do banheiro e as mulheres mudaram de assunto, depois de um tempo, minha mulher saiu para o banheiro por um momento. Sara aproveitou esse momento para conversar com meu sobrinho, disse que ele era um jovem muito bonito e perguntou se ele tinha namorada e essas coisas, meu sobrinho respondeu às suas perguntas, ao mesmo tempo que levava a mão ao volume sob o olhar atento de Sara, que disfarçadamente abria as pernas e se inclinava para ele para, aparentemente, ouvi-lo melhor, mas na realidade mostrava seu decote, ao que meu sobrinho respondia acariciando o volume, que ficava cada vez maior, depois disso Sara se levantou, pegou sua bolsa, tirou um caderno, anotou algo e deu para meu sobrino, que rapidamente guardou no bolso, enquanto Sara acariciava o volume e meu sobrino subia as mãos pelas pernas dela, foi só um momento, porque minha mulher saiu do banheiro e quase os pegou. De qualquer forma, ela desconfiou de algo e sua atitude ficou visivelmente irritada a partir daquele momento. Depois disso, meu sobrino disse que precisava sair para ver a namorada e, depois de se despedir com muito carinho de ambas, foi embora. Depois de um tempo, Sara também se despediu da minha mulher. Depois não aconteceu mais nada interessante, só minha mulher na rotina dela. O resto das gravações não tinha nada de interessante.

Era óbvio pelo que eu tinha visto que era só questão de tempo para meu sobrino comer não só minha mulher, mas também a amiga dela, eu morria de inveja, mas principalmente de curiosidade e tesão. Tinha que planejar um jeito para que eu pudesse testemunhar o que ia acontecer. Sabia que Sara morava com o marido e os filhos, então se meu sobrino e ela fossem se encontrar, não seria na casa dela, além disso Sara não se arriscaria a ser descoberta, então pensei em um jeito de deixar a casa para os dois. No dia seguinte era sábado, então falei para minha mulher que sairíamos para nos divertir, só nós dois à noite, durante o dia fingi estar ocupado com várias coisas, para deixar minha mulher e meu sobrino sozinhos, se algum dos dois entrasse na sala, eu ia para outro cômodo, para que meu sobrino pudesse assediar minha mulher. Ele já tinha sido interrompido mais de uma vez, então devia estar a ponto de explodir. Nessa situação, tomei um banho longo, cerca de trinta minutos, e depois entrei no meu quarto e me troquei com muita calma, ao sair encontrei minha mulher sentada na sala, estava corada e parecia meio fora do ar, perguntei inocente se ela estava se sentindo mal, ela respondeu que não e que era melhor ela também começar a se arrumar para irmos. Meu sobrinho não aparecia em lugar nenhum. Então, enquanto minha mulher se recompunha do que quer que tivessem feito na minha ausência, me aproximei do quarto do meu sobrinho e pude ouvi-lo se masturbando encostado na porta. Depois de um tempo, minha mulher terminou de se arrumar, meu sobrinho saiu para nos despedir, especialmente minha mulher, eu os deixei a sós, enquanto fingia ser bobo limpando meus sapatos na cozinha. Depois de alguns minutos, falei com eles em voz alta e dei tempo para se separarem ou o que fosse, meu sobrinho tentava esconder a ereção sentado no sofá. Disse que voltaríamos tarde e que não nos esperasse acordado. Meu sobrinho disse para não nos preocuparmos, que ele cuidaria da casa. Minha mulher e eu passamos o dia fora, fomos jantar, depois dançar e, em vez de ir para casa, a levei a um hotel, com a desculpa de ter mais privacidade. Durante toda a noite, ela parecia um pouco ausente. Enquanto fazíamos sexo no hotel, ela parecia mais excitada que o normal e estava muito molhada, mas mordia os lábios se segurando, talvez para não gritar o nome do sobrinho, e mantinha os olhos fechados, enquanto eu a penetrava selvagemente, pensando em como seria quando finalmente seu sobrino a dominasse e a comesse. Pensando nisso, gozei como poucas vezes na vida.

Voltamos para casa pouco depois das quatro da manhã e fomos direto dormir. No meu quarto dava para notar um forte cheiro de sexo e nossa cama estava desarrumada, então soube imediatamente o que tinha acontecido. No dia seguinte, arrumei um momento para ver os vídeos. A gravação revelava que, assim que saímos de casa, meu sobrinho foi até o telefone, discou e disse: "A casa está livre, você vem?" E depois disse: "Ok, te espero então", tudo isso enquanto acariciava o pau por cima da cueca, que quase não conseguia conter a ereção. Desligou e foi ao banheiro. Adiantei um pouco o vídeo... No vídeo, depois de uns quarenta minutos, dá pra ouvir alguém batendo na porta e meu sobrinho sai do quarto dele, enrolado numa toalha que deixava ver o volume marcando. Ele abre a porta e entra a Sara, vestida com um vestido preto de uma peça só, decotado, e calçando rasteirinhas, como se fosse pra alguma festa. Assim que fechou a porta, meu sobrinho cumprimentou ela com um beijo de língua, enquanto envolvia a cintura dela com um braço e com o outro acariciava a bunda dela. Depois de uns segundos, meu sobrinho disse: "Vem, vamos pro quarto da minha tia". Dito isso, ele se posicionou atrás da Sara e, colando o pau na bunda dela, a dirigiu até o quarto onde durmo com minha esposa.

Ao entrar no meu quarto, Sara senta na cama e pergunta pro meu sobrinho: "Por que a gente não vai pro seu quarto?". Meu sobrinho responde: "Pra mim dá mais tesão transar aqui". Sara ri e diz que também tem um certo tesão em transar onde arrebentaram o cu da amiga dela. Meu sobrinho não diz nada, mas dá pra notar como o volume dele fica duro sob a toalha, então ele a deixa cair no chão. Sara leva as mãos ao rosto, de boca aberta, parecendo não acreditar no que vê. O pau do Carlos apontava pra frente e, como sempre, era impressionante. "Por enquanto, a única que vai ter o cu arrebentado nesse quarto é você", disse meu sobrinho, enquanto levava a mão até a nuca de Sara. Ela começou a chupar enquanto olhava nos olhos dele, ao mesmo tempo que acariciava o resto do pênis com uma das mãos e com a outra beliscava os próprios mamilos. A cena era muito tesuda: uma mulher feita e acabada, casada e com filhos, estava na minha cama chupando o pau do meu sobrinho com desespero. O mais impressionante era como a Sara conseguia engolir uma boa parte do pau, mas sempre sobrava mais da metade pra fora. Depois de um tempo, o rosto da Sara estava vermelho, os olhos cheios de lágrimas, a saliva começava a escorrer e o batom dela cobria agora metade do pau do meu sobrinho, então o Carlos... Arranquei da boca dela de uma vez só e, enquanto Sara puxava ar, puxei ela e a forcei a ficar de pé, assim de frente para o espelho, me dando uma visão perfeita do que estava acontecendo. A desnudei com um movimento rápido, o vestido único caiu aos pés de Sara, deixando à vista seu par de tetas, grandes e com os mamilos azulados, que imediatamente foram apalpadas pelo meu sobrino enquanto ele beijava Sara e esfregava seu pau contra suas nádegas. Agora Sara vestia apenas um calcinha fio dental preta super sexy. Depois de um momento, Carlos jogou Sara na minha cama e a fez abrir as pernas, com um único movimento arrancou e rasgou a calcinha e se atirou como um cachorro sedento na buceta de Sara, que se limitava a gemer e gritar: "Siiim, assimmmm, você é um animal, mais, não para, Carlos". De repente, Sara jogou a cabeça para trás e, enquanto arqueava as costas e parecia tentar enfiar a cabeça do meu sobrino dentro de sua boceta, gozou dando grandes gritos, para depois ficar mole na minha cama.

Meu sobrino se levantou e, sem avisar nem pedir permissão, com um único empurrão alojou seu pau na vagina da amiga da minha esposa. Sara abriu os olhos e a boca de maneira exagerada e por um momento não quis ou não pôde dizer nada, enquanto meu sobrino entrava mais e mais dentro dela. Finalmente, com uma voz que era uma mistura de prazer e dor, começou a dizer: "Siiim, assim, mete ela toda, mete ela toda". No entanto, o membro do meu sobrino aparentemente chegou até o fundo e, por mais que Carlos movesse seus quadris, não parecia conseguir entrar por completo. Carlos começou a dizer: "O que você sente, Sara?" Ao que ela respondia: "Você me enche toda, você é um homem de verdade; claro, puta, finalmente está sendo comida por um homem de verdade, quem faz melhor, seu marido ou eu?" Ao que Sara respondeu imediatamente: "Você faz melhor, você é um garanhão, o melhor fodedor que já tive". Então Sara gozou pela terceira vez, suas pernas rodeavam a cintura do meu sobrino enquanto... Eles se beijavam com uma paixão que nunca vi, Sara estava totalmente entregue. Depois de um tempo mudaram de posição, ela cavalgou ele um pouco, pude notar como os peitos dela balançavam e como meu sobrino demonstrava novamente toda sua resistência, tinha passado quase quarenta minutos aguentando como um campeão. Depois de um tempo, meu sobrino começou a dizer: "Vou gozar, vou me virar, onde você quer, putinha?" Sara respondeu: "Dentro, goza dentro, me engravida, seu pauzudo filho da puta", ao que Carlos respondeu bombando selvagemente e apertando com força os peitos de Sara, que com um grito gozou pela quarta vez, o rosto do meu sobrino indicava que ele também tinha gozado. Eles ficaram abraçados e se beijando como dois namorados por um momento, e depois meu sobrino se afastou e obrigou Sara a limpar o pau dele com a boca. Eles tomaram um banho, Sara disse que não queria despertar suspeitas do marido e que por isso não podia ficar. Ainda pelado, meu sobrino acompanhou Sara até a porta e se despediu dela com um beijo de língua, enquanto não paravam de se tocar, quase parecia que iam transar de novo ali mesmo, mas Sara resistiu e disse que outro dia eles se veriam de novo, que por hoje ele tinha acabado com ela e ela não aguentava mais, e foi embora. Meu sobrino fechou a porta e voltou para o nosso quarto, abriu a gaveta de calcinhas da minha esposa e pegou um fio-dental preto de renda e ali mesmo se masturbou, deixando a calcinha completamente encharcada para depois colocá-la de volta na gaveta.

13 comentários - El vergon de mi sobrino

jowiil +1
Tenes razon.. yo lo habia leido y nunca pusieron la continiacion... ahora quedo joya, espero la 2da parte.. fueron +10
Me da mucho gusto que te haya gustado. Gracias por los puntos, pero sobre todo, gracias por leer y comentar.
Pedazo de relato, espero más!
Gracias, espero que no me tomé mucho tiempo. Tengo ya algunas ideas.
Puff!!! excelente relato... esto pica y se extiende...
Gracias, que bueno que te gustó.
Me encantó el relato, bien escrito y super hot...Ojalá pudiera ser la tia jeje. Te dejo puntos
@carlosq618 buenísimo, después la veo, ahora no xq estoy trabajando y sé q me voy a calentar mucho...no da trabajar toda mojadita ...o si?
@putitaviciosa Para nada... a menos que puedas escaparte un momento al baño... quizás con un acompañante.
@carlosq618 no hay chances q vaya cn acompañante, pero me tente, lo leí y ahora ando trabajando toda mojadita...creo q tendré q ir al baño
ES UNO DE LOS MEJORES RELATOS QUE HE LEÍDO
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Me halagas, muchas gracias por tu comentario, quiero pensar que respeté la esencia del autor original y que las partes que escribí son igual de buenas que las suyas.
mttptt +1
Muy bueno y muy excitante, a esperar por la tia jajajjaj. van puntos.!!
Muchas gracías, me da gusto que te gustara.
muy bueno me recontra hice la paja mientras leia! acabe como un campeon! an 10! quiero un sobrino asi que se garche mi mujer!!!